Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Punjabi
Quechua
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Todos o chamam de tio Alp porque � onde ele vive...
no topo de uma montanha na Su��a, enfim.
Quando era mais jovem, ele bebia...
e perdeu toda a fortuna da fam�lia no jogo.
E quando entrou para o Ex�rcito...
dizem que matou um homem e foi processado...
e as coisas tomaram um rumo horr�vel.
Estou apavorada com a perspectiva de deixar a crian�a com ele.
Mas preciso de trabalhar.
E nunca vou conseguir um bom emprego com uma crian�a a cargo.
Fiz o melhor que pude por ela desde que a minha irm� morreu.
Tudo bem, Heidi?
Corra!
Martha, s� um instante. Espere ele passar.
Tabaco.
Como ele �, o meu av�?
Vai ador�-lo.
� tudo o que pode esperar de um av�.
� aqui que o av� mora?
N�o, mora muito mais para cima.
Deve ser maluco, francamente.
- Quem mora aqui? - Como vou saber?
Ser� que me dariam um copo de �gua?
V� pedir.
Sim?
Podia me dar um copo de �gua, por favor?
Qual � o seu nome?
Heidi.
- E o seu? - Peter.
O que est� a fazer aqui em cima?
Vim morar com o meu av�.
- O tio Alp. - � como o chamam, acho.
Antes voc� que eu.
Vamos!
Cumprimente o seu av�.
Ol�, av�.
Sou a Heidi.
A sua neta.
Porque a trouxe aqui?
Veio morar consigo.
O qu�?
Fiz que tudo que pude por ela estes anos.
- Agora � a sua vez. - N�o seja rid�cula, mulher.
Onde est� a Detie?
- Foi-se embora, av�. - Embora?
Ent�o, � melhor correr e alcan��-la, n�o �?
Mas ela s� tem uma passagem para Frankfurt.
N�o pode ficar aqui.
- Onde vou dormir, av�? - Onde quiser.
Posso dormir aqui em cima, av�.
Vai precisar deste tamb�m. Fica...
mais frio mais tarde. - Obrigada, av�.
Boa noite.
- Bom dia, av�. - Bom dia.
Ol�, ol�.
Como se chamam?
Como � o nome delas, av�?
Daisy e Dusky.
� o Peter... veio peg�-las para pastar.
Posso ir com ele?
Acho que sim.
Mas lave o rosto primeiro...
para o sol n�o rir da sujeira.
Faz alguma objec��o, General das cabras?
Acho que n�o.
Este � o almo�o dela.
Mande-a comer tudo.
E tome conta dela. Sobretudo perto do penhasco.
O sol n�o vai mais rir de mim agora.
At� mais tarde.
Cuidado!
N�o ouviu o velho Alp alertar-me do penhasco?
S� estava a olhar. E n�o o chame de velho Alp.
Fique onde eu possa v�-la a partir de agora.
� s� isso que vai comer?
- � s� o que podemos comprar. - Coma isto. E o p�o.
- Tem a certeza? - Tenho bastante disto.
Obrigado.
Saia!
N�o o mande embora! Como � o nome dele?
Finch. � mais encrenca do que todos juntos.
Acho-o amoroso.
O que � isso?
Um gavi�o, claro.
- Mora aqui em cima? - O ninho � em cima daquele pico.
- Podemos subir e ver? - N�o seja boba.
- Nem as cabras sobem l�. - Por que faz esse barulho?
N�o sei.
Onde o Finch foi agora?
N�o!
N�o se atreva!
Precisa aprender uma li��o.
Ainda � uma crian�a.
Eu falei ''n�o''!
Prometa que vai dar-me mais queijo amanh�, ent�o.
Amanh� e todos os dias. E o p�o...
desde que prometa nunca mais bater em nenhuma delas.
Prometo.
Tchau, Peter. Posso ir consigo amanh�?
Se quiser.
Posso, av�.
� claro.
Trouxe-lhe isto.
N�o, o que aconteceu com elas?
Talvez quisessem ficar ao sol.
Nunca mais vou colher flores.
Porque ele grasna assim?
Est� zombando das pessoas que moram embaixo na cidade...
e causam problemas.
Est�-lhes dizendo:
''Porque n�o cuidam das vossas vidas?
Ou sobem at� ao topo de uma montanha por uma vez.
Ficariam muito melhor.''
O que est� a fazer?
-Queijo. -Posso tentar?
A suas m�os est�o limpas?
Tudo bem, tente, ent�o.
Precisa fazer mais for�a.
Deve ser o Peter.
Est� bem, pode ir. Eu termino isso.
- Logo vai nevar. - Como sabe?
Sabendo.
A minha av�...
disse que queria conhec�-la.
Como ela �?
Velha.
E cega.
V� as pessoas com os dedos.
- Que tal amanh�, ent�o? - Tudo bem.
- N�o se esque�a de amanh�. - N�o vou esquecer.
Vamos!
Entre a�, Daisy!
Av�, fez isso?
� para se sentar ao lado do fogo quando o inverno chegar...
comigo.
Obrigada. � lindo.
Obrigada!
Peter convidou-me para conhecer a av� dele amanh�. Pode ser?
Acho que sim.
Como o Peter vai subir aqui com as cabras, av�?
N�o vai conseguir.
Mas prometi visitar a av� dele.
Vai estar � minha espera.
Vai precisar de ter paci�ncia.
E voc� tamb�m.
Agora v� p�r roupas mais quentes.
- Aonde vai? - Ver a Heidi.
A neve est� muito alta.
N�o se preocupe, vou estar bem.
Volto antes do escurecer.
Quem � este, av�?
O meu filho.
O seu pai.
Morreu num acidente. Ele e a sua m�e.
N�o se lembra deles?
Eu era beb�, a tia Detie disse.
Como era ele? O meu pai?
Bastante parecido consigo.
Porque nunca vai � cidade, av�?
Vou quando preciso.
Peter?
Ficou maluco de subir aqui com a neve ainda fresca?
Cheguei, n�o cheguei?
- Oi, Heidi. - Oi.
Ent�o, General...
vai ter que come�ar a mastigar l�pis de novo, n�o �?
Mastigar l�pis?
No inverno, Peter precisa de ir � escola.
E acha que mastigar l�pis ajuda muito.
- N�o �? - O que faz na escola?
Aprendo a ler. E a escrever.
N�o que alguma vez me v� dar ao trabalho.
- Porque n�o? - Porque � uma perda de tempo.
Porque um pastor de cabras precisa saber ler e escrever?
Bom...
depende.
Se ele quiser ser pastor de cabras o resto da vida.
Preciso ir.
Tchau, Peter.
- Vou ter que ir � escola? - J� foi alguma vez?
A escola ficava a milhas quando morava com a tia Detie.
Sabe, ela n�o tinha tempo para me levar.
Quando vou poder visitar a av� do Peter?
Quando a neve virar gelo.
Quando vai ser isso?
Quando passar o Natal.
Natal?
Heidi...
Sim?
- Est� bem? - Estou, av�.
Feche os olhos.
Porqu�?
Vire-se e feche os olhos.
Pode abrir agora.
Av�, um tren�!
Cuidado, Heidi.
O seu presente de Natal. Lamento estar um pouco atrasado.
Puxa, � lindo! Obrigada.
Disse que queria visitar a av� do Peter.
Vamos l�!
- Av�! - Segure-se bem!
Upa!
Agora entre.
Diga ao Peter para lev�-la antes de escurecer.
Heidi, entre! Bem-vinda.
- M�e, � a Heidi. - Heidi?
Que m�os quentes!
- Onde est� o Peter? - Na escola.
Mas como chegou at� aqui?
O meu av� trouxe-me de tren�.
Como � ela, Bridget?
Muito bonita.
Na verdade, � linda.
Sim...
certamente.
Disse-lhe que ela vinha, n�o disse, av�?
E foi muito bem-vinda.
Como se saiu na leitura hoje?
- Peter, precisa aprender a ler. - Porqu�?
- Sabe ler, Heidi? - N�o.
Viu?
Um dia destes o vento vai arrancar esta casa da montanha.
D�-me a sua m�o.
A av� do Peter � cega.
Sim, eu sei.
E a casa onde moram...
as portas rangem e as janelas batem.
E a av� fica com medo quando o vento sopra...
medo que leve a casa.
Verdade?
Gostava que algu�m os pudesse ajudar.
Algu�m que entendesse dessas coisas.
Sabe de algu�m?
N�o.
Obrigada.
Bom dia.
Bom dia, Pastor.
Bom dia, amigo. Podemos ter uma palavra?
Cuidado com as mesas, crian�as!
A menina Heidi.
O que tem ela?
A professora mandou recados...
- E da�? - O que pretende fazer com ela?
N�o vou mand�-la para escola alguma.
Ent�o, o que ser� dela?
Vai crescer, com as cabras e os p�ssaros.
Ao menos n�o lhe v�o dar nenhuma m� ideia.
Ela n�o � uma cabra nem um p�ssaro.
No pr�ximo inverno, precisa come�ar a ir � escola.
E como vai ela chegar l�?
Acha que vou mandar uma menina da idade dela descer a montanha?
Podia voltar a morar em Dofli.
Que vida uma menina pode levar presa l� em cima?
A vida que ela adora, acredite.
E melhor que a vida que teria aqui...
entre pessoas que me desprezam.
As pessoas n�o pensam...
t�o mal de si como imagina.
Francamente, Pastor, n�o ligo muito para o que sentem.
Desde que nos deixem em paz.
O que quer?
Se puder recuperar o f�lego, eu digo-lhe.
Heidi, querida!
Como est� bem.
Ol�.
Perguntei o que queria.
Devia ter entendido que sempre pretendi vir busc�-la.
- O qu�? - Claro que pretendia.
Desde ent�o, s� fiz procurar um bom lar para ela.
E agora � com prazer que lhe digo que o encontrei.
Mas ela j� tem um bom lar. Aqui.
Morando no topo de uma montanha como um eremita?
Os meus patr�es t�m parentes ricos em Frankfurt...
cuja filha vive numa cadeira de rodas e anseia por uma amiga.
Uma crian�a simples da idade dela.
Algu�m como Heidi, n�o �?
lsso mesmo.
E quanto os parentes ricos lhe ofereceram por ela?
Como se atreve?
� bem do seu feitio pensar assim!
Porque a conhe�o, Detie. Conhe�o-a muito bem...
para saber que vai lucrar alguma coisa...
para vir at� aqui, depois de t�-la abandonado comigo.
J� lhe ocorreu perguntar o que Heidi acha dessa ideia?
- Ela ainda � uma crian�a. - Tamb�m � um ser humano.
N�o � uma mercadoria para ser trocada quando lhe conv�m.
� a pessoa mais ego�sta que j� conheci.
E o senhor?
� �bvio porque est� t�o determinado a mant�-la aqui.
Precisar� de algu�m para cuidar do senhor...
quando n�o tiver mais condi��es.
N�o importa que seja um velho.
Na verdade, um velho que n�o tem mais muito tempo de vida.
E quando o senhor morrer, o que lhe vai acontecer?
Mas n�o vai estar aqui, n�o �? Para qu� preocupar-se?
Soube que se recusa a mand�-la para a escola.
Se acha que vou ficar assistindo a �nica filha da minha irm�...
ser criada como uma camponesa analfabeta, est� enganado.
Se tiver que ir � justi�a, n�o hesitarei.
E ent�o, s� Deus sabe o que podem descobrir do senhor.
Leve-a, ent�o.
E estrague-a.
- Av�! - V� embora! Saiam daqui as duas!
Vamos, Heidi.
- N�o! - N�o seja tola, menina.
N�o quero ir consigo, quero ficar com o av�.
- Depois do que acabou de ouvir? - Ele n�o falou a s�rio.
Claro que falou. � famoso pelo seu temperamento violento.
N�o sabe que ele matou um homem numa briga?
Porque acha que mora aqui s�zinho no topo de uma montanha?
- N�o acredito nisso! - Acredite no que quiser.
No que o juiz vai acreditar � o que conta.
E n�o vai querer v�-lo na cadeia, vai? Ou pior.
Se eu for consigo, n�o posso voltar, posso?
Claro que pode. Quando quiser.
Agora pegue as suas coisas.
Vamos!
N�o lhe vou dizer de novo!
- Heidi, aonde vai? - Cuide da sua vida.
N�o me posso despedir da av�?
Temos que pegar o trem, n�o temos tempo. Venha logo!
A av� vai ficar t�o tristr por n�o me despedir dela.
Traz-lhe um presente quando voltar.
- Posso mesmo? - Claro que pode.
Um daqueles p�ezinhos gostosos que vendem em Frankfurt.
Jornal!
- Como se chama, menina? - Heidi.
N�o deve ser o seu nome de verdade. Como foi baptizada?
- N�o me lembro. - A menina � atrasada?
- Ou apenas impertinente? - N�o, senhora.
� que nunca esteve numa casa destas.
- Foi baptizada Adelheid. - Quantos anos tem?
Francamente, n�o me lembro, mas acho que uns 10.
- Vou fazer nove. - O qu�?
Disse-lhe que quer�amos algu�m da idade da Clara, 11 anos.
- Que livros j� leu? - Nenhum.
- Nenhum? - Ainda n�o sei ler. Nem o Peter.
Ele acha que � perda de tempo.
- Peter? - O pastor de cabras.
- O que aprendeu a fazer, ent�o? - Queijo.
- Francamente... - Perdoe-me...
mas disse que queria um tipo incomum de menina.
E Heidi, digo Adelheid, � sem d�vida incomum.
Se puder dar uma sugest�o...
porque n�o fica com ela uns dias...
e se achar que ela n�o serve, eu levo-a de volta.
Por favor, Srta. Rottenmeir. S� por uns dias.
Est� bem.
Tinette...
Tinette!
- O que � agora? - Prepare um quarto para ela.
O jantar � �s 8h.
N�o se atrase.
Se h� uma coisa que odeio � a falta de pontualidade.
Prometeram-me uma certa quantia para encontrar algu�m.
Para encontrar algu�m satisfat�rio.
Eu vejo-a em breve.
Em poucos dias, n�o �?
Quer ser chamada de Heidi ou Adelheid?
- O meu nome � Heidi. - Ent�o, vou cham�-la assim.
- Est� feliz por ter vindo para c�? - N�o.
Mas vou voltar para casa daqui uns dias...
com p�ezinhos para a av�. Por isso, n�o faz mal.
Fala engra�ado, mas acho que nos vamos dar bem.
Se n�o tem nada para fazer, posso dar-lhe ocupa��o.
Acabei de p�r a mesa.
Ent�o, pode come�ar a fazer outra coisa.
lngrata!
O que est� a olhar?
Voc� lembra-me o Peter, o pastor de cabras.
� mesmo?
E ele � muito bonito tamb�m.
Verdade?
Posso pegar aquilo?
� para eu pegar isso tamb�m?
Largue esse prato e traga os legumes!
Nunca fale com Sebastian durante a refei��o!
A n�o ser para lhe dar uma ordem.
Agora...
voc�...
dirija-se a mim...
como Senhora. Quanto a Clara...
cabe a ela dizer como deve cham�-la.
Que diabos est� fazendo a�?
Procurando erva.
Como � nas montanhas?
� lindo.
Tem muita erva e �rvores. E quando o sol se p�e...
parece que h� fogo nas montanhas.
Gostaria de ver isso um dia.
Clara, hora da sesta.
Mas n�o estou com sono!
Nada disso.
Quanto a voc�, Adelheid, enquanto ela estiver a dormir...
ficar� sentada no seu quarto at� ser chamada.
A menina Heidi...
O que tem ela?
Ela desapareceu. O que aconteceu com ela?
N�o soube, Pastor?
Eu a comi.
Olhe por onde anda!
Bom dia, Sr. Usher.
Tem uma aluna nova hoje.
Muito bem, mo�as...
para come�ar, abram os vossos livros na p�gina 6.
Obrigada.
Algum problema com as janelas?
- Podia abrir, por favor? - Claro.
Pronto.
Tente subir nisto.
S� ruas de pedra.
Estamos na cidade, senhorita.
Aonde poderia ir para ver o vale inteiro?
Precisa ir a algum lugar mais alto, acho.
Como a torre daquela igreja.
Est� vendo? Com a bola dourada.
Sim!
Onde est� a Clara, por favor?
Tirando a soneca da tarde. O que mais estaria fazendo?
Onde fica a torre com a bola dourada em cima?
- Podia me mostrar onde �? - O que me daria em troca?
- O que quer? - Dinheiro, � claro.
N�o tenho dinheiro.
Ent�o, n�o lhe vou mostrar.
Mas a Clara tem! E sei que ela me d� algum.
Quem � a Clara?
Ela mora aqui.
Vai-lhe custar dois pences.
Tudo bem.
O que est� carregando?
Uma concertina.
- O que ela faz? - Toca m�sica, claro.
Como entro?
N�o sei.
Espere por mim, caso n�o ache o caminho de volta.
- Vai-lhe custar mais 2 pences. - Tudo bem.
O que querem?
- N�o quero nada. - Quero subir ao topo da torre!
- Para qu�? - Para ver a vista l� de cima.
V�o-se embora!
Por favor! S� desta vez.
Bom...
se for deix�-la feliz.
Entre!
N�o tem �rvores em Frankfurt?
As �rvores n�o s�o tolas de viver em Frankfurt.
H� outra coisa que poderia ver.
Vai...
anim�-la um pouco.
Ali...
no ba�.
Quer um?
- Para sempre? - Claro que sim.
At� mais de um, se quiser. N�o t�m serventia para mim.
C� entre n�s...
os que n�o forem levados, ir�o para o balde.
- Balde? - De �gua.
- N�o faria isso. - N�o tenho o que fazer com eles.
N�o os posso alimentar.
- Ent�o, vou levar todos. - Est� bem.
- Mas como vou lev�-los para casa? - N�o se preocupe...
levo-os para voc�. � s� me dizer onde mora.
Na casa do Sr. Sesseman.
Do Sr. Sesseman?
Certo.
Posso levar dois agora?
- Um para mim e um para Clara? - Claro que pode.
Obrigada por me mostrar o caminho de volta.
- E o meu dinheiro? - Vou busc�-lo para si.
Finalmente! Venha!
O meu dinheiro!
Que ideia foi essa de fugir assim?
N�o fugi. S� fui at� a igreja com a bola dourada em cima.
- E conheci um menino. - Deixe-o para l�.
Est� em sarilhos. Elas j� est�o � mesa.
Venha!
Falarei consigo mais tarde...
sobre a sua falta de pontualidade.
Basta dizer por enquanto...
que foi muita travessura sair andando por a�.
Como disse?
Como se atreve a zombar de mim?
N�o zombei.
J� chega!
Ouviu? J� chega!
Calma...
Acabei de lustrar...
Segure o laranja!
Fique calma.
Ela sempre odiou gatos. Ela morre de medo deles.
- At� de filhotes? - Gatos de qualquer idade.
Mas foi engra�ado.
Lamento, mas ter� que deix�-los aos meus cuidados.
A Srta. Rottenmeier mandou livrar-me deles.
N�o, Sebastian! O balde, n�o!
Pelo amor de Deus, n�o! Acha que sou um selvagem?
Ent�o, o que vai fazer com eles?
H� um lugar no s�t�o onde a Srta. Rottenmeier nunca vai.
Ratos, sabe?
Com cuidado.
Pronto.
- O que quer? - Os meus 4 pence.
- Os seus 4 pence? - � o que ela me deve.
- Quem? - Clara.
Srta. Clara.
E saiba que a Srta. Clara nunca sai � rua.
Nem consegue andar. Como lhe pode dever 4 pence?
N�o foi ela que me prometeu.
- Foi a outra rapariga. - Que rapariga?
Cabelo castanho, de vestido vermelho.
Essa rapariga!
E isso teria sido ontem � tarde?
lsso mesmo.
� melhor entrar.
Fique � espera a�.
4 pences? Bom, n�o faz mal.
- D�-lhe isto, Sebastian. - N�o, eu dou.
Prometo que pago de volta.
Pare com isso!
Ela pediu-me.
J� recebeu o seu dinheiro. Agora saia!
Que diabos...
- O que est� a suceder aqui? - N�o...
- Sim? - Para a menina.
O que � isso?
E o que � isso?
� um presente para a menina, senhora. Ele disse...
N�o fique a� parado! Abra-o!
Abra! Abra logo!
Meu Deus...
Calma! Tudo bem...
N�o tenha medo... Eles s�o r�pidos. Bichaninho...
Tire isto daqui!
Tenha calma...
Pisou a minha tartaruga!
A Heidi precisa ir embora t�o r�pido assim?
Com certeza.
O que ser� que o meu pai acharia disso?
O seu pai?
Vai chegar amanh�.
E talvez preferisse ele mesmo decidir.
Tudo bem, querida?
-Ol�, Heidi. -Ol�, av�.
-Vamos fazer um pouco de queijo? -Vamos.
Papai!
-Bem-vindo, senhor. -Obrigado. Est� tudo bem?
Clara, querida! Como vai?
-Melhor agora, papai. -Que saudades!
Esta � a Heidi.
Mas a Srta. Rottenmeier disse que ela se chamava Adelheid.
� como a Srta. Rottenmeier a chama, mas o nome dela � Heidi.
Diga, Heidi. Voc� e Clara s�o amigas?
Sim, senhor.
Fico feliz de ouvir isso.
Poderia ter uma palavra... em particular?
� claro.
At� mais tarde.
E foi quando pisou na tartaruga, ent�o?
Depois de ser atacada por um dos felinos, sim.
-Meu Deus! -Francamente...
fico arrepiada s� de toc�-los.
E tudo isso foi culpa da menina Heidi?
Com certeza.
O que est� a dizer...
� que n�o a considera boa companhia para a minha filha?
O que estou a dizer...
� que n�o sei se Adelheid � boa da cabe�a.
Aqui, Clara.
Heidi...
podia trazer-me um copo de �gua?
�gua fresca?
- Fria, de prefer�ncia. - Claro, senhor.
Fale sobre os gatos que Heidi trouxe para casa.
Eram filhotes, papai. E ela s� quis salvar a vida deles.
- Eles iam ser sacrificados. - E o que aconteceu com eles?
O Sebastian escondeu-os no s�t�o at� encontrar uma casa para eles.
Por favor, deixe-me ficar com dois deles.
Sei que o m�dico disse que n�o fariam bem � minha sa�de...
mas vou ficar bem agora.
Quem lhe disse que o m�dico disse isso?
A Srta. Rottenmeier.
A Srta. Rottenmeier acha que dev�amos mandar Heidi embora.
N�o, pai! Desde que ela chegou, coisa maravilhosas aconteceram...
todos os dias. E ela faz-me rir tanto.
Obrigado, Heidi.
Puxa, est� bem fria!
Peguei na fonte. L� fora, na rua.
- Saiu para ir buscar �gua? - O senhor queria fria.
Obrigado.
Desculpe.
Queria falar comigo?
Queria, sim.
Preciso voltar a Paris amanh�, tenho reuni�es importantes.
E sei que posso, como sempre, deixar a casa aos seus cuidados.
Claro, senhor.
Quanto � menina su��a...
parece que Clara se apegou muito a ela.
E acho que seria melhor n�o mand�-la embora ainda.
- Como quiser, senhor. - Apesar de suas esquisitices...
ser� tratada com gentileza em todas as ocasi�es.
Claro, senhor.
E se acha demasiado cuidar dela s�zinha, ter� ajuda.
A minha m�e est� vindo visit�-la.
Obrigada, Sebastian.
- Clara, a av� chegou! - Obrigada, Heidi.
Como se atreve a tratar a Sra. Sesseman de av�?
Ela n�o � a sua av�.
Nunca se esque�a disso.
No futuro, portanto...
vai cham�-la...
de Prezada Senhora.
Prezada Senhora! Est� claro?
Sim, senhora.
Agora j� para o quarto! E fique l� at� ser chamada.
- Est� limpa? - Sim.
Nesse caso, � para ir � biblioteca.
- Aqui est�, querida. - Obrigada.
- Essa � a sua amiga? - Sim, � ela, vov�.
Entre, querida. Deixe-me v�-la.
Boa noite, Prezada Senhora.
O qu�? � assim que chamam as pessoas nas montanhas?
N�o, nunca chamamos ningu�m assim.
Nem aqui, eu lhe garanto.
Sou a av� e � assim que me deve chamar.
- Vai-se lembrar disso, n�o �? - Sim, av�.
- E qual � o seu nome? - O meu nome � Heidi.
Mas a Srta. Rottenmeier acha que devia ser Adelheid.
Ent�o, respondo assim tamb�m.
Sei que vai concordar que � melhor para ela...
ser chamada por um nome que n�o lhe cause embara�o.
Cara Rottenmeier...
se Heidi � o nome dela, � assim que deve ser chamada.
Como quiser, senhora.
- Mandou-me chamar? -Sim.
Clara est� tirando a soneca da tarde?
Sim, senhora.
E o que Heidi faz de tarde?
Fica no seu quarto at� ser chamada.
Sei.
Ent�o, traga-a aqui, por favor. Quero-lhe dar uns livros que encontrei.
D�vido que livros lhe sejam �teis, senhora.
Ela n�o foi alfabetizada ainda.
Estranho! Ela n�o parece burra.
As apar�ncias muitas vezes enganam.
E como!
Entre!
Heidi. Venha sentar-se aqui.
Encontrei uns livros para voc� ler.
Mas n�o sei ler, av�.
Ent�o, pode ver as gravuras.
O que foi, querida?
- lsto faz-me lembrar... - De casa?
- Sente muita falta, n�o �? - Do av�, principalmente.
Mesmo que n�o me queira mais.
- E do Finch. - Finch?
- � um cabrito. - Sei.
Bem, porque n�o olha outros livros?
Talvez as gravuras n�o a deixem t�o triste.
Mas gostei deste livro.
E as gravuras s�o lindas.
E a hist�ria � linda tamb�m.
Se soubesse ler...
Mas j� lhe disse que n�o sei ler, � muito dif�cil.
Quem lhe disse isso?
Peter.
Peter?
O pastor de cabras.
Qualquer um pode ler, Heidi.
Gostaria que eu a ensinasse?
Sim, por favor. Mas iria perder o seu tempo.
Veremos.
Quando a Heidi volta?
Esta.
Muito bem. E esta.
E esta...
Era uma vez uma...
A menina aprendeu a ler!
N�o seja rid�culo.
Foi a minha reac��o quando testemunhei agora mesmo.
Como pode ser, pergunto-me? Como � poss�vel, mas...
est� lendo em voz alta para a Sra. Sesseman!
Rottenmeier...
est� na hora de fazermos algo a respeito das roupas de Heidi.
As roupas dela n�o s�o apropriadas para acompanhar a minha neta.
Pod�amos cortar alguns vestidos velhos da Clara para ela.
Pensei em lev�-la at� a cidade antes de eu ir embora...
e comprar roupas para ela.
Nada muito luxuoso, claro. Ela ficaria constrangida.
Queria que cuidasse disso.
-Boa noite. -Boa noite, senhora.
Ol�, Clara.
� seu agora.
- Para sempre? - Sim.
- Mesmo quando eu for para casa? - � claro.
Mas � claro que n�o vai para casa, Adelheid.
A av� vai-se embora...
e Clara precisar� de si mais do que nunca, n�o �, Clara?
Andem!
- Adeus, crian�as. - Adeus!
Passe isso, Tinette!
- � meu! - Est� caindo aos peda�os, menina!
O que vai fazer com ele?
Queimar, � claro.
Tem roupas novas agora.
O chap�u n�o!
E podia explicar o que isto faz aqui?
- S�o p�ezinhos. - Estou vendo que s�o.
Ou eram. O que quero saber � o que est� fazendo com eles.
S�o para a av�.
- Av�? - A av� do Peter.
Ela n�o consegue mastigar p�o preto.
Ela vai achar isto muito mais duro.
Devem estar aqui h� semanas.
P�es precisam ser comidos no dia em que s�o assados.
Tire-os j� da�, Tinette.
Um pouco disto, senhorita?
N�o, obrigada.
Por favor, precisa comer alguma coisa.
N�o come h� dias.
- Algo errado com a comida? - N�o estou com fome.
Ent�o, podia sair da mesa, antes que nos tire o apetite?
Crian�a mimada!
N�o d� valor para a sorte que tem.
N�o faz mal.
Se ela insiste em morrer de fome, que seja.
Av�...
Heidi? Heidi!
O que est� a fazer?
Voc� est� bem?
N�o sei.
Ent�o, como est� se sentindo agora?
Bem melhor, obrigada.
E aonde ia ontem � noite quando Sebastian a encontrou?
- N�o sei, doutor. - Tinha sonhado, n�o tinha?
E com o que sonhou?
� o mesmo sonho que tenho todas as noites.
Estou de volta no chal� com o av�...
e h� muitas estrelas. E quando saio para v�-las...
s� vejo telhados e chamin�s.
- Os telhados de Frankfurt? - Sim.
N�o gosta de morar em Frankfurt, ent�o?
- Acho que gosto. - Sinceramente?
Mas sente a falta do chal� e do seu av�?
Muita.
� muito simples.
Ela est� son�mbula porque sente saudades de casa.
Quando ela chegou, estava t�o saud�vel.
O que importa agora � o que podemos fazer a respeito.
Caro amigo, s� h� uma coisa que pode fazer.
Sei que Clara ficar� triste...
mas Heidi precisa voltar para o av� imediatamente...
antes que definhe totalmente.
Eu levo isso, senhorita.
Heidi, vou sentir tanto a sua falta!
Tamb�m vou sentir muito a sua falta.
Mas vamo-nos ver logo, n�o vamos?
Um dia.
� claro. E agora posso-lhe escrever muitas cartas.
N�o pode ser!
S� este, Sebastian.
- Promete cuidar dos outros? - Claro que sim.
Tem a certeza de que sabe aonde vai?
Claro!
O Sr. Sesseman vai mandar o resto das suas coisas depois.
Obrigada, Sebastian. Agrade�o por me trazer para casa.
Adeus, Heidi.
Vou sentir saudades.
Adeus, Sebastian!
Adeus!
Adeus, Heidi!
Heidi!
Av�, � a Heidi.
Heidi.
� voc� mesmo, menina?
N�o chore, av�.
Eu trouxe-lhe um presente de Frankfurt.
P�ezinhos frescos.
N�o vai ter que comer p�o preto durante dias e dias.
Que presente para me trazer!
Mas voc� � o melhor presente de todos!
Agora preciso ir ver o av�.
Ele n�o morreu, morreu?
N�o!
Av�?
V� embora!
Av�, abra a porta!
� a Heidi, av�!
V� embora!
- Mas av�... - V� embora, j� disse!
E a Heidi?
Como vou saber?
Estou aqui, Peter!
Trouxe-o comigo de Frankfurt.
- Como � o nome dele? - Boris, porque � muito valente.
Vamos levar as cabras a pastar?
Acho que n�o.
� mais divertido que ficar aqui com aquele velho resmung�o.
N�o o chame assim!
Ele ficou muito magoado quando fui embora, eu sei.
Voc� disse que ele a mandou embora.
Ele estava chateado. N�o devia ter ido embora com ela.
Ela pr�ticamente a arrastou at� � esta��o.
Eu mesmo vi.
Eu podia ter fugido.
Eu tentei v�rias vezes. Mas s� dormindo.
Adeus, Heidi. At� amanh�.
- Porque voltou afinal? -Eles mandaram-me de volta.
Porqu�?
Fez algo errado?
N�o, s� queria voltar para casa.
Bom...
agora que est� aqui...
precisa de um lugar para dormir.
Sabe onde � a sua cama.
Quem a trouxe de volta?
Sua tia Detie, imagino.
N�o, o Sebastian.
Quem � esse?
O empregado do Sr. Sesseman. Ficou meu amigo.
E a sua tia Detie?
N�o sei...
nunca mais a vi depois de ela me deixar em Frankfurt.
Bom, vai fazer muito frio esta noite.
� melhor p�r o seu gatinho para dentro.
Certo, av�. Obrigada por me aceitar de volta.
E sinto muito por ter ido embora.
Desde que voltou de Frankfurt...
est� sempre entretida com um livro idiota.
Um livro n�o pode ser idiota.
ldiota � quem os l�.
Devia aprender a ler.
- Eu podia ensin�-lo. - N�o, obrigado.
Ent�o, sabe o que lhe vai acontecer? N�o sabe?
O qu�?
Um dia v�o mand�-lo para a escola grande...
onde os professores usam cartola...
e quando virem que n�o sabe ler, v�o todos gozar consigo.
- N�o v�o, n�o. - V�o, sim.
Pode mesmo ensinar-me a ler?
� claro.
Aonde vamos, av�?
Voc� vai ver.
Que lugar � este, av�?
� a casa onde eu morava, antes de ir para a montanha.
E acho que dev�amos mudar para c�, quando o inverno chegar.
Vai ser mais f�cil para voc� ir para a escola.
Gostava disso?
Desde que prometa que voltaremos para a montanha no ver�o.
Gostava de morar aqui?
No passado.
O meu filho cresceu aqui.
Acho que podemos deixar esta casa bem confort�vel.
Pegue. � para voc�, senhorita.
Viemos dar-lhe as boas-vindas, Sr. Koller.
Bem-vindo de volta.
Bem-vindo de volta.
Bem-vindo, amigo.
Bem-vinda, Heidi.
Est� ficando boa nisso.
Muito bem.
Muito bem.
Mandaram-me entregar isto.
� para si...
de Frankfurt.
Ainda pode mudar de ideia e ir conosco.
Acho que n�o, obrigada.
Voc� a odeia, n�o �?
- N�o sei o que quer dizer. - Acho que sabe.
Teve antipatia por ela desde que ela p�s os p�s aqui.
S� n�o entendo porqu�.
Ela � uma menina t�o meiga.
- Se � o que diz, senhora. - Quer dizer que n�o acha?
Eu acho...
que ela tem uma facilidade incr�vel...
de fazer com que acreditem que ela �.
Quanto a isso ser verdade ou n�o...
prefiro ficar com a minha opini�o.
Lamento por si, Rottenmeier.
Porqu�?
Porque vejo as pessoas como elas s�o?
O que pode ver nela que ningu�m mais pode?
A n�o ser que seja voc� mesma...
muito tempo atr�s.
Eu mesma, senhora?
Heidi!
Dr. Classen!
Heidi.
E av�!
-Clara! -Heidi!
Que lugar magn�fico para se morar, Sr. Koller!
Um rei o invejaria.
Tem raz�o. Um homem pode revirar a face da Terra...
e n�o encontrar melhor lugar para se aposentar que este.
Devia pensar nisso.
� mesmo! N�o seria maravilhoso?
Pod�amos vir visit�-lo todos os dias.
E n�o me lembro quando comi queijo t�o delicioso.
Tomara o ar da montanha compense as defici�ncias da minha comida.
Agora precisamos voltar para a cidade antes que escure�a.
N�o posso ficar aqui esta noite, av�?
Ela pode ficar comigo. Temos muito espa�o.
Bom...
n�o fa�o nenhuma objec��o, se o seu av� n�o fizer.
Ela pode ficar o ver�o todo, se quiser.
Posso, av�? Por favor.
O que o doutor acha?
Acho que lhe iria fazer muito bem.
Mas o Sr. Koller daria conta?
Clara n�o tem boa sa�de e est� confinada a essa cadeira.
Quando estava no Ex�rcito, trabalhava no hospital...
acho que consigo dar conta.
E eu posso ajudar tamb�m.
Nesse caso, acho que seu pai concordaria.
Obrigada, av�.
� o Peter! Precisa conhec�-lo, Clara.
Pode-lhe dar o presente.
- Esta � a minha amiga Clara. - Ol�, Peter.
Ol�.
lsto � para si.
Veio de Frankfurt.
Obrigado.
Ela tamb�m trouxe um xaile para a av�...
e um vestido para a sua m�e.
�?
- Porque ele n�o gosta de mim? - Acho que est� com ci�mes.
Todos os dias costumo levar as cabras para pastar...
mas nos �ltimos dias n�o consegui ir.
Queria poder levar as cabras para pastar um dia.
Falou-me tanto sobre isso.
Peter vai gostar de nos ver. Ele fica sempre aqui.
N�o se preocupe. Ele n�o pode estar longe.
Para voc�, Clara.
- Est� gostando das montanhas? - Muito.
N�o � maravilhoso?
Segure-se em mim.
Vamos encontrar um bom lugar para o nosso piquenique.
- Que tal aqui, av�? - Porque n�o?
Pronto.
Cuidado, Heidi!
O penhasco!
N�o!
Av�!
Peter!
Peter!
Corra j� aqui!
Socorro!
- Av�! - Segure a minha m�o!
Peter!
Socorro!
Segure a minha perna.
Av�!
- Vamos! - Estou a escorregar!
N�o consigo segurar!
Heidi...
for�a!
For�a!
Vamos!
Heidi!
Heidi!
Voc� est� bem?
Acho que sim.
Voc� est� de p�!
Fique em p� de novo.
- N�o consigo. - Acabou de ficar!
- Tente! - N�o consigo, j� disse!
Voc�s os dois, ajudem-na!
Agora larguem-lhe os bra�os.
Agora ande at� mim.
Ande!
� isso que vai fazer todo dia a partir de agora.
Durante todo o ver�o.
Muito bem. E...
Peter...
Peter vai ajudar, n�o vai?
Vou.
N�o acredito que o ver�o est� acabando. O tempo voou.
No pr�ximo ver�o pode vir ficar connosco de novo.
- N�o pode, av�? - Quando quiser.
Papai!
Clara!
Filha, como... est�...
Eu sei, papai.
- Sr. Sesseman! - Mire na cabe�a dela!
O que o fez vir morar aqui?
Porque...
n�o era bem-vindo na cidade.
- Porqu�? - Porque diziam...
que eu havia morto um homem numa briga.
E � verdade?
H� muitas coisas de que me arrependo na vida...
mas essa nunca foi uma delas.
� maravilhoso o que fez pela Clara, Sr. Koller.
E se houver algo que um de n�s possa fazer pelo senhor...
� s� dizer.
O que preciso eu que j� n�o tenha?
Av�!
Obrigada, av�.
- Jogue aqui, Heidi! - V� logo, Heidi!
Tendo dito isso...
h� uma coisa, acho.
N�o sou burro, doutor.
N�o sou s� velho.
Estou come�ando a sentir-me velho.
O que ser� da Heidi quando eu morrer?
� isso que me preocupa.
Vou-me aposentar em breve.
Estou de olho numa propriedade em Dorfli.
Ali�s, foi Heidi que me p�s essa ideia na cabe�a.
E n�o preciso dizer...
que se um dia ela ficar s�zinha...
sempre haver� lugar para ela comigo e a minha esposa.
Nem sabe como fico aliviado de ouvir isso...
doutor.
Ele machucou as costas salvando a minha vida quando a Clara chegou.
- �, eu soube. - E ainda d�i.
Ser� que � bom eu dar uma olhadela?
N�o � nada.
Ele sempre diz isso.
Vamos dar uma olhadela mesmo assim.
Como quiser.
E agora se me d�o licen�a...
vou dar uma olhadela nos cavalos.
Tudo bem mesmo, av�?
Tudo �ptimo, apesar dos seus resmungos.
Eu amo-o, av�.
E s� Deus sabe como a amo!
Venha, Heidi!
J� vou, Peter!
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.