Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
Frisian
Ga
Galician
Georgian
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
A IRM� DE SAT�
Como Exorcista Chefe no Distrito de Vaubrac,
Eu, Conde Gustav Von Helsing, tenho sido isolado pela ignor�ncia dos camponeses
atrav�s do mundo das trevas.
Mas em 18 de Julho de 1765, ocorreu aqui um evento de tal inf�mia
que eu julguei necess�rio registrar para as futuras gera��es.
Doce cora��o inocente
de quem o sono dos justos foi roubado,
dorme agora entre os anjos.
Meu irm�o. Meu irm�o.
Ela pegou meu irm�o.
N�o, isso j� chega.
Sim, chega.
- Sabe onde ela est�, crian�a? - Sim.
Vai me dizer? Diga-me, por favor.
Sim, filho, diga-nos.
Se eu lhe disser, voc� vai mat�-la?
Sim, eu a matarei.
Onde est� ela?
Ela est� na caverna acima do lago.
V�o e encontrem-na! Destruam a bruxa!
Destruam Vardella!
Esperem! N�s temos que esperar o Conde.
N�s n�o esperaremos por nada mais.
O conde ir� apenas consultar seus livros e dizer-nos que n�o � ainda tempo.
-Enquanto ele l� outra crian�a morrer�. - Temos que esperar.
Ele disse que Vardella deve ser exorcizada.
Se a matarmos, vamos t�-la para sempre em nosso meio.
Venha para fora, Vardella, imunda criatura das trevas,
irm� de sat�.
Venha e encontre teu Deus vingador.
Carreguem esta abomina��o para o lago.
Para a cadeira.
Amarrem-na � cadeira.
Tu que vai morrer, venha para o Senhor.
Segurem.
Neste dia ser�o todos v�s e seus descendentes, amaldi�oados at� a eternidade.
N�o penseis que se livrar�o de mim pois, eu, Vardella, voltarei.
Vardella retornar�.
O espeto.
Cravem o espeto.
Agora, deixem-na morrer.
Onde diabos estamos?
Na auto-estrada Sofia-Bucarest, ao que parece.
Bem, acorde-me quando o tr�fego reaparecer.
Oh, Philip, isso n�o � justo.
Bem, vamos dar uma olhada.
Uh-huh.
Sim, voc� est� certa.
Esta � a auto Sofia-Bucarest.
Abertura prevista para 18 meses.
Isso te ensinar� a n�o subestimar sua esposa.
Oh, eu nunca fiz isso, querida.
Sim.
Oh, n�o h� outro lugar em cerca de cinco milhas � frente.
H� algum hotel por l�?
N�o sei. N�o h� nenhum assinalado.
Bem, vamos dar uma olhada por a� e fazer reconhecimento.
N�o acho que ser� necess�rio.
Um homem da lei vem vindo.
Por favor.
Fala ingl�s?
N�o. eu falo ingl�s.
Espl�ndido. Estava pensando se poderia nos ajudar.
Acredito que estejamos pr�ximos a um lugar chamado Vaubrac.
Vaubrac, sim.
- Pode dizer-nos se h� pousada aqui? Ou hotel? - H� muitos hot�is de primeira em Vaubrac.
Todos os Americanos s�o bem vindos.
-Somos ingleses. - Oh.
- Agora, sobre esse hotel. - Sem problemas em Vaubrac.
- � uma cidade de pessoas, para pessoas adiantadas. - �timo, �timo.
Agora, se puder dizer-nos alguns nomes de hot�is...
Hotel Maskva � o melhor.
Tem banheiro interno e externo.
Oh, verdade? Mas h� outro hotel qualquer?
Hotel Maskva � o �nico.
Mas voc� acabou de dizer havia uma grande quantidade de hot�is.
-Todos os outros est�o fechados exceto para convidados. - Hein?
Isso mesmo.
Esta �poca acontece a comiss�o anual de treinamento para gar�ons.
Hotel Maskva � o �nico aberto.
V�o ao Hotel Maskva.
Bom hotel. V�o para l�. Boa noite.
Boa noite?
Este lugar est� come�ando a fazer-me sentir como um fugitivo do �ltimo final de semana.
Eu tamb�m. J� vejo estrelas vermelhas diante dos olhos.
-De qualquer forma, vamos agora para o "que nome � esse". - Oh, sim.
Que lugar esquisito.
� tudo t�o cheio de bizarrices e lobisomens.
Linha terr�vel, querida.
Grande alitera��o, mas uma terr�vel linha.
Bem, o que voc� acha?
Mais ou menos o mesmo que voc�.
Ser�o mais 40 milhas at� a pr�xima cidade.
Vai escurecer em breve.
Oh, a� vem o chef�o.
Completa o quadro, voc� n�o disse?
Ol�, para voc�.
Bem-vindos, bem-vindos.
Chegaram a tempo para o ch�.
Ele disse ch�?
Sim.
Ch� e p�o.
V�o passar a noite?
Temo que tenhamos que passar.
Voc�s passar�o a noite.
Eu digo, voc� fala um bom ingl�s.
Ingl�s, n�o.
Apenas quarto, comida e ch�.
Voc�s ficam � noite, mas devem ser casados para passar a noite.
Se n�o s�o casados, v�o embora. N�o podem ficar.
Bem, isso � t�pico para estrangeiros, de qualquer forma.
- Sim. - Suponho que � o gerente.
Sou o dono.
Em nome do estado, sou o propriet�rio.
Agora eu levo as bagagens at� o quarto,
e voc�s encontrar�o uma boa mesa ali para quando eu trouxer o ch�.
Soa como o melhor arranjo.
Vem, querida?
Apenas pela noite.
Mm-hmm.
Voc� conhece os Draculas, por acaso?
Ahn?
Oh, nada. Apenas uma velha fam�lia nessas paragens.
Soa familiar.
N�o, eu n�o - Tenho que levar as bagagens para dentro.
Meu, eu n�o topo esse lugar.
O qu�, voc� quer dizer o estalajadeiro?
Ele tamb�m, mas o que dizer daquele l�?
- Finge que n�o notou. - Ah, n�o consigo. � muito tarde.
Ele tem um olhar de quem quer quer falar com algu�m.
As bagagens est�o no quarto.
Isso � realmente um bom ch� ingl�s.
Aproveitem.
Qu�?
Os saquinhos de ch� est�o bastante ruins.
Com certeza.
O que eu te disse?
Com licen�a, mas acredito que voc� derrubou seu alho...
Meu o qu�?
Alho, voc� disse?
Realmente, sim.
- Posso sentar? - Naturalmente.
Esper�vamos voc�.
Gostaria de explicar a raz�o para o alho...
Voc� parecem intrigados com eles.
Desculpe-me, o que voc� �, exatamente, um guia ou algo assim?
Certamente n�o.
Sou um aristocrata.
- Um conde. - Sempre tive a id�ia de que isso era classificado como profiss�o em seu...
sob o seu regime atual do seu pa�s.
A fam�lia Von Helsing nunca se envolveu com of�cios.
Von Helsing, voc� disse?
Onde eu ouvi esse nome?
Conhece os Draculas?
Conhecer Draculas?
Minha fam�lia os exorcizou, varreu-os dessa terra,
estaquearam o mal tir�nico em seus cora��es.
Von Helsing, � de onde eu sei que vem o nome.
Claro.
Conde Von Helsing, se faz favor.
Mas certamente n�o h� fadas para que voc� possa exorcizar atualmente.
Quero dizer, o que voc� faz para viver?
Oh, eu administro. Administro.
A prop�sito, h� muito calor aqui na Transylvania.
- Voc�s talvez... - Ah, sim, claro.
Onde est� o camarada que cuida deste lugar?
Groper! Groper! Uma garrafa de slivovitz para meus amigos!
Como estava dizendo, n�o existem mais vampiros na Transylvania.
Minha fam�lia cuidou disso.
Mas lembre que a Transylvania foi a sede de uma grande, sat�nica religi�o por milhares de anos,
assim, n�o se pode ser muito cuidadoso, mesmo agora...
Quer dizer que fica por perto de modo que n�o haja novo surto de magia, � isso?
Here you are, your ex-lordship.
Sim, sim, exatamente.
O povo daqui usa dessas coisas, dentes de alho para proteg�-los.
Rid�culo, � claro.
Ainda assim, n�o se pode ser muito cuidadoso,
mesmo hoje.
Leva mais que isso para evitar os tormentos de uma bruxa determinada.
N�o me diga que voc� ainda acredita em bruxas.
Bem, nunca se pode estar absolutamente certo.
Afinal, a m�o de Sat� perdura atrav�s de muitos, muitos s�culos.
Por que ele deveria encontrar o seu final � essa altura?
Oh, � uma teoria de qualquer modo.
Deixe-me contar-lhes uma hist�ria.
Oh, n�o fiquem alarmados. Serei breve.
Oh, fa�a isso. Conte-nos.
Cerca de 200 anos atr�s, aqui em Vaubrac, havia uma bruxa chamada Vardella.
Realmente, um exemplo do mal, como s�o as bruxas.
E um est�pido campon�s que vivia aqui tentou exorciz�-la por si.
- Ah, idiota. -Sem passar pelo canais apropriados, voc� quer dizer?
Sem esperar por meu bisav�, o 12 � conde.
Ent�o, naturalmente, falhou o procedimento todo,
permitindo que Vardella pusesse uma maldi��o contra a aldeia inteira,
seus habitantes e descendentes.
Se eles tivessem tido a paci�ncia de esperar mediante o conhecimento do 12 � conde
n�o existiria nenhum perigo, perigo algum.
E voc� quer dizer que senta aqui � espera de que os efeitos da sua maldi��o surjam?
Philip, estou terrivelmente cansada.
Ah, eu lamento. Fiquei bastante absorto nisso.
Desculpe-nos, conde. Tivemos um dia muito longo e cansativo.
Oh, mas tem que ouvir o fim da hist�ria,
se � que � o fim.
Gostaria que vissem a biblioteca.
A biblioteca?
Sim. A �nica cole��o de leis demon�acas em toda a Transylvania
desde que o governo baniu a magia negra, obviamente.
Sinto terrivelmente, conde, mas estamos realmente muito cansados.
Bem, talvez voc�s me permitam mostrar-lhes alguns exemplos
amanh� de manh�, digamos por volta das dez?
- Sim, mas meio-dia seria melhor, obrigada. - Muito bem, meio-dia.
�timo. n�s nos veremos, ent�o.
Ponha isso a�.
Est� pago.
Est� na conta deles.
Qual � o problema com voc�? Torneiras correndo sangue, ou algo assim?
Eu quase desejo que estivessem.
Tudo que eu tive foram dois minutos de ducha e uma avalanche de ferrugem.
Vida longa � democracia social.
Foi id�ia sua ter uma lua de mel aqui.
Bem, a paisagem � muito bonita.
lncluindo Ladislav Groper, suponho?
lncluindo o qu�?
Meu anfitri�o.
O nome dele est� na placa l� fora.
Ele cuida do lugar.
Deus o ajude, ent�o.
Ele n�o pode fazer muito pelos neg�cios.
Oh, n�o sei.
Transylvania tem algumas lendas muito estranhas.
Muita gente aparece aqui por curiosidade.
E isso d� ao velho Von Helsing uma s�lida base para a vida, eu suponho.
Certo.
Ah, temos uma visita.
Aqui est� o passaporte.
Est� em ordem.
J� tentou bater antes, Groper?
N�o h� necessidade de bater entre pessoas da Rep�blica.
Nenhum cidad�o tem segredos vindos de cidad�os irm�os.
Nenhum cidad�o tem qualquer privacidade, � o que parece.
Privacidade gera conspira��o.
- Tenham uma boa noite de sono. - Muito obrigado.
Estava pensando se voc� teria um outro quarto?
N�o gostaram deste?
- N�o. - Mas Herr Obre dormiu aqui em sua �ltima visita.
Obrigado por nos informar. Isso faz-nos sentir muito melhor.
Querida, esta � a su�te nupcial.
Bem, talvez precise de um pequena redecora��o, mas est� limpa.
H� uma peti��o ao governo para o novo papel de parede,
- um novo telhado e... - N�o espero um novo telhado aparecendo hoje � noite por acaso?
Talvez esta noite, talvez em dois anos.
Eles t�m coisas melhores para fazer al�m de se preocupar com turistas.
Que os c�u ajudem as bruxas, em uma noite como esta.
Por que disse a Von Helsing estar�amos aqui pela manh� se sabe que partiremos de madrugada?
Apenas n�o queria nenhum velho louco perturbando nossa lua de mel.
Ah, � isso, n�o �?
Quer que eu prove?
Quero que prove.
Essa coisa parece que vai desmoronar a qualquer minuto.
Vamos arriscar.
A janela.
- Na janela. - O qu�?
Vista-se. Estamos partindo.
Oh, coitado.
Voc� bateu muito no rosto dele?
N�o o bastante.
- Philip? - Sim.
Eu realmente n�o me sinto bem vestindo-me e partindo a esta hora.
O que voc� prefere, voltar para a cama e fazer outro show para o estalajadeiro?
Oh, ele n�o se atreveria. Voc� poderia atac�-lo novamente.
Al�m disso, tomei outras precau��es.
Que precau��es?
D� uma olhada.
- Tira essa coisa f�tida daqui. - Ah, n�o. Os Goblins podem me pegar.
Com essa coisa no pesco�o s� os Goblins quereriam voc�.
Voc� me quer?
Querido.
E agora?
N�o h� nada faltando aqui.
Eu sei, ele deve ter tirado a tampa do distribuidor.
Bem, vamos logo estar de volta.
Tudo bem, onde est�?
Ah, aqui est�.
Muito obrigado.
Oh, c�o capitalista!
Porco imperialista!
Belicistas de Wall Street.
Que diabos voc� est� fazendo no o meio da estrada, Groper?
- Oh. - O casal ingl�s j� saiu, hmm?
Bem, � demais para a aldeia Vaubrac e seus lun�ticos.
Oh, eu n�o sei.
Pensei que era algo bizarro.
Ent�o foi a praga.
Oh, Philip, volte. Esqueci algo.
O qu�?
Meu alho.
Agora, algo est� errado com a barra da dire��o.
N�o me diga que tem um outro problema
- Philip. - Est� fora de controle.
Voc� apenas n�o...
N�o posso parar.
Minha esposa.
Drinque. Preciso de um drinque.
Sobre a mesa, ali.
Hoje � o dia de lembrar-lhe que voc� me deve dois favores.
Voc� tem que me ajudar a pensar.
Imposs�vel. N�o posso sequer pensar por mim mesmo.
Eu vi algo terr�vel.
Sua esposa?
N�o, mas agora um carro estrangeiro caiu no lago.
Um Volkswagen?
- N�o. - Foi um acidente.
Quero dizer, um ingl�s com sua linda esposa.
Linda? At� a minha � melhor.
Deve ter sido algum acidente.
Sem piadas. A pol�cia vai culpar-me como de costume.
-Eles est�o mortos? - S� a mulher e o outro est� muito fraco.
Muito ruim. T�o bonita.
Groper, eu nunca entendi seu gosto.
N�o casei com sua esposa.
Esque�a minha esposa. Eles est�o l� fora no caminh�o.
Se cuidarmos do homem, talvez ele diga que o acidente n�o foi culpa minha.
Porque devo ajud�-lo?
Ele cortou minha face na janela.
Por que voc� tem que faz�-lo.
Est� bem.
Eu quero v�-lo outra vez de qualquer modo.
Vamos lev�-los l� dentro. A pol�cia pode vir junto.
Vai meter-me em encrenca.
Por que eu teria que fazer isso?
Como posso ajudar se os policiais procuram um velho que espia velhinhas?
Mesmo inconsciente ele � arrogante.
N�o. Ele pode despertar.
Voc� cuida da senhora.
Que senhora.
Mantenha-os l� at� eu ter testemunhas para dizer que fui esquiar nos C�rpatos.
Mas se encontrarem-nos aqui?
Diga que fui � pol�cia.
E n�o toque nele, pelo menos at� eu estar seguro.
Por ele ele te bateu?
Estava espreitando na janela do quarto dele ou algo assim?
Eh, Groper?
Porque ele pegou sua esposa pondo os olhos em mim.
Cuidado. Lembre-se, nenhum de n�s pode dar-se ao luxo de perturbar o comiss�rio.
Ele tem uma �lcera, que � muito menos dolorosa que aquilo que teremos com esse presente aqui.
N�s?
N�s.
Onde estou?
Veronica?
O que fez com Veronica?
Eu disse: o que fez com minha esposa?
- A� em cima. - Veja.
E-Eu n�o sei.
Ela estava comigo no carro. Onde ela est�?
N�o sei. Juro. � verdade.
Ele trouxe, o motorista de caminh�o.
O que quer dizer?
Minha esposa estava comigo no carro. Ela estava ao meu lado.
Agora, o que voc� fez com a minha esposa?
- O que voc� fez com a Veronica? - Nada. Juro que � verdade. N�o sei.
Que diabos est� acontecendo? Nunca ouvi tanta...
Von Helsing, voc� tem que ajudar-nos.
- N�s tivemos um acidente, e Veronica ficou machucada... - Est� viva? Voc� encontrou-a no carro?
- Voc�? - N�o. O motorista de caminh�o os trouxe.
Aconteceu na antiga estrada do lago.
O carro caiu l�. Oh, ela est� morta.
O lago de Vardella. E isso estava no carro?
Sim. Voc� a conhece?
E quanto a Veronica?
Sim, realmente. Estou com medo, eu a conhe�o.
Sua esposa estava no carro com voc� quando o acidente ocorreu?
Sim, ao meu lado.
Voc� ainda n�o comunicou � pol�cia?
N�o, n�o, n�o, o caminhoneiro foi peg�-los.
Ele me disse que isso era melhor que eu usar o telefone.
Ele disse que poderia explicar os detalhes.
Ah, essa � a �ltima vez que o veremos.
Ele poderia ser preso por estar em um acidente.
Ele � um homem honesto, Fritz.
Ele � um amigo meu.
Isso n�o � garantia de sua integridade.
Mas como dizem, � uma boa coisa que a pol�cia n�o saiba de nada nesta circunst�ncia.
O que quer dizer com a pol�cia n�o saiba?
Ela ainda pode estar no carro. Poderia estar viva em algum lugar.
- Mas o que � isso...? - Sil�ncio. Fique quieto.
Tudo ser� feito para encontrar sua esposa.
Fa�a o que digo e ainda poderemos salv�-la.
- Salv�-la? - V� para o quarto onde ficou na noite passada.
Irei juntar-me a voc� em um minuto.
-Que diabos voc� quer dizer com... - E � vital que voc� fa�a o que digo se quer ver a sua esposa novamente.
Sob nenhuma circunst�ncia ir� dizer a ningu�m sobre isso.
- N�o, n�o. - Sob nenhuma circunst�ncia.
E n�o toque naquela mulher ali.
- Mas eu... - Eu tenho provas suficientes relativas � maneira que voc� conduz esta casa.
n�o s� para priv�-lo de sua licen�a mas para fazer sua deten��o imediata.
Nada de errado acontece aqui.
Eu dirijo uma casa limpa.
Eu sei.
Nenhum casal vem aqui que n�o seja casado,
nunca o fazem.
Baboseira.
Von Helsing, diga-me o que sabe sobre Veronica e onde est� ela?
Diga-me o quanto voc� se lembra do acidente.
Onde exatamente foi isso?
No caminho adiante da aldeia do outro lado.
Lembro que um caminh�o estava vindo em nossa dire��o.
Em seguida, a roda come�ou a puxar-me para a esquerda e...
Perto do lago?
Sim. Sim.
Perdi o controle.
Fomos direto para fora da estrada.
Ent�o eu tentei brecar mas fomos muito r�pido.
Fomos direto para o lago, e devo ter batido a cabe�a contra o painel de instrumentos.
Qual � a �ltima coisa de que voc� lembra?
De alguma maneira eu sa� do carro.
Havia um homem de p� ali.
Mais alguma coisa? Algo incomum?
Acho houve... lembro agora.
Havia uma esp�cie de coisa de madeira ao lado dele,
como uma enorme gangorra,
Mas s� vi-o numa fra��o de segundo.
Aham.
Agora, pode ser dif�cil, mas ter� que confiar em mim completamente.
N�o me fa�a perguntas agora.
Compreende?
Venha comigo.
� pol�cia?
N�o, � pol�cia n�o.
Dentro do pa�s?
Porque estamos indo pela regi�o?
O lago � abaixo.
H� algu�m ali que nos possa ajudar?
Sim, muitas pessoas. Gera��es.
Mas onde estamos agora?
Meu lar, uma vez que o governo despejou-me do meu castelo.
Por favor, confie em mim.
Aguarde um momento e teremos alguma luz.
Ah, a� estamos.
Por favor fique � vontade.
Estes s�o muito antigos e muito raros.
Estou certo que teriam um grande valor se estivessem � disposi��o de um mercen�rio.
Pegue.
N�o � bem uma prova, claro, mas suficiente para por a menina velha fora por um momento.
E esse momento pode significar apenas a diferen�a entre o sucesso e o fracasso.
A Morte de Vardella a bruxa: Sua Praga para seus Tormentos.
- Leve-me de volta. - Paci�ncia. Paci�ncia.
Eu disse leve-me de volta.
Agora, realmente, meu querido jovem, voc� tem que segurar essa.
Eu sei exatamente o que voc� est� passando,
- Mas se temos alguma chance... - Voc� est� louco.
Leve-me de volta. Estou avisando.
Por favor, seja paciente.
N�o tenho tempo para suas neuroses,
nem um minuto, nem um segundo.
- Precisamente. - Agora.
Pode me bater, se quiser.
Estou � caminho de salvar sua ador�vel esposa,
a quem eu vejo como se fosse uma filha.
E al�m disso, minha responsabilidade inclui cada ser humano em Vaubrac.
Cujo apuro � t�o grande quanto o dela.
Agora, acalme-se e ou�a isso.
Num �xtase de vingativo zelo,
o bondoso povo enxotou criatura para o lago de n�voas.
E na sexta hora fizeram dali a sede do seu castigo.
E eles ignoraram suas impreca��es e a sua prof�tica entona��o,
"Eu voltarei"
Ent�o seus algozes ficaram aterrorizados.
Em tais casos, tem sido a experi�ncia do autor
que os poderes do mal devem fazer manifesta��o por si,
- utilizando para uma fus�o a pessoa e o esp�rito de um inocente. - As chaves.
- A hora da reencarna��o �, portanto, prefaciada pela apar�ncia... - D�-me as chaves.
... do emiss�rio de Sat�, na forma como um morto.
A inquestion�vel e terr�vel selvageria da �ltima hora acordar pode ser evitada por um �nico expediente,
o impedimento da ressurrei��o seguidos do exorcismo tal como n�s iremos explicar.
Reten��o. Reten��o.
Assim, quando a terr�vel hora fechar seu c�rculo de tempo, ag�entar� e n�o mais atingir�.
Philip?
Philip!
Philip.
Philip.
Philip.
Philip.
Philip.
Retorna. Retorna tu, criatura, para as profundezas do mal.
Retorna para a hedionda mortalidade.
Retorna tu, criatura, para as profundezas do mal.
Retorna para a hedionda mortalidade.
Vardella, eu te dou mais uma vez a tua liberdade.
Eu te dou a vida.
Oh, camarada Groper. Eu sinto perturbar-lhe a esta hora.
� muito bem-vinda essa perturba��o na verdade.
Ia passando pela pousada � caminho de casa quando ouvi algo.
O que prova que n�o � surda.
Por favor, n�o zombe de mim.
Foi horr�vel, como uma risada horr�vel.
Fiquei apavorada.
Assim voc� pensou em procurar o seu tio Ladislav para um conforto, n�o?
Fiquei apavorada.
Sinto muito. Estou indo.
Oh, n�o. N�o. Fique. Fique aqui.
Venha e sente-se. Lhe darei uma bebida.
- Agora... - Oh, n�o.
Pare. Pare.
N�o!
N�o!
Ei, voc�, volte aqui.
Telefone. Pol�cia.
Ooh.
Oh, meu Deus.
Eu o matei.
Eu o matei.
O que estamos fazendo aqui?
Voc� poderia ter sido atropelado por um �nibus.
-Isso � rid�culo. - Claro.
Maldito idiota, ele me bateu com uma garrafa.
Por qu�?
Eu pedi para usar o telefone.
Philip, ela escapou.
- Do que voc� est� falando? - Vardella. Rapidamente.
N�o h� tempo a perder.
Temos de pegar o carro.
Espere um minuto, iremos � pol�cia?
O qu�?
Sim, claro. Claro.
Vardella voltou.
Infelizmente, ela escolheu o esp�rito de sua esposa para possuir.
Eu sei.
Hoje � o 200 � anivers�rio de sua morte.
Ela jurou vingan�a sobre esta aldeia antes de morrer.
Os descendentes de todos os que foram parte disso est�o marcados como v�timas dela.
A pol�cia n�o pode colocar um fim nisso?
N�o.
A �nica forma da pol�cia par�-la seria com um tiro.
E a �nica maneira de voc� reunir-se � sua esposa � manter Vardella viva
at� que tenhamos condi��es de completar o exorcismo.
sei que n�o acredita, mas s� temo que em breve estejamos tendo prova de tudo o que eu disse.
Oh, claro, eu acredito.
Pare o carro.
Agora, me diga novamente.
Tudo.
Boa noite.
Voc� est� apostando noite?
Ponha seu dinheiro.
Certo.
� o de sempre.
Bem eu n�o...
Cavalheiros, fizeram suas apostas?
Certos. Comecemos a luta.
Aqui vamos n�s.
Agora.
O padre foi o primeiro de quantos dos velhos descendentes?
Vinte e oito adultos. N�o verifiquei as crian�as h� mais de dois anos, mas h� muitos, muitos.
Bem, vou pegar as ruas neste lado da pra�a.
Bom. Se voc� a vir, me chame. Depressa.
Ao redor. Ao redor.
Vamos peg�-la ao redor.
O que vamos fazer com essa crian�a?
Ser� que ele n�o dir� a seus pais o que aconteceu?
Eu n�o acho.
Ele vai estar muito assustado. Descobrir�o aonde ele esteve a esta hora da noite.
Suponho que sim.
O que vamos fazer sobre isso?
O tiro que eu dei deveria mant�-la segura por um tempo.
Uma dose qu�drupla.
E quando ela acordar, ent�o?
N�o se preocupe com isso.
Conhe�o o lugar ideal para ela.
Voc� est� certo que isso n�o ir� mat�-la?
N�o, ela est� acostumada ao frio.
Onde est� aquele idiota?
Morto, eu acho.
Voc� acha?
Sim. Ele era um dos marcados pela vingan�a.
Ontem eu teria rido dessa declara��o.
Mas agora...
Sim, eu sei. Bem, vamos � minha gruta pegar as coisas que precisaremos de manh�.
Mas n�o � hoje o anivers�rio?
Sim, �s 6:00 da noite.
Temos tempo apenas para fazer os preparos finais se tudo correr sem problemas.
Eu sei.
Bem, pelo menos a velha bruxa n�o pode pegar os outros agora.
Supondo que ela j� n�o tenha feito isso.
O qu�, outro?
A patrulha da noite encontrou-o na capela. � o dono de pousada.
Ele � capaz de falar?
N�o, ele j� estava morto.
Ent�o ele est� obstruindo a justi�a.
Bem, o que o perturba?
Por roubar mais de uma galinha voc� n�o ir� receber mais que dois anos.
- A bruxa. -Que bruxa?
O que voc� sabe?
Acalme-se, Philip. N�o h� nada que possamos fazer no momento.
Nada que possamos fazer?
Minha esposa est� onde? Em algum tipo de mundo, n�o?
Onde est� ela?
� melhor n�o entrar nisso.
Agora, veja aqui.
Estas s�o as correntes com as quais Vardella foi presa.
- Este � o formato em cruz. - Ah, cale a boca.
N�o ag�ento mais. N�o ag�ento esperar neste lugar.
N�o compreende?
Sim, claro.
Muito bem, vamos voltar � pousada e vigiar Vardella
at� sua hora chegar.
Voc� faz isso parecer como se ela fosse dar � luz.
Realmente ela vai... e ser� Veronica.
Idiotas.
Derrube isso.
Vamos l�.
Bem, onde est� ela?
Sobre a mesa. Eu mesmo coloquei-a.
A porta estava trancada. Procurem em toda parte.
Suponho que voc� tem uma boa explica��o para a sua participa��o nisso?
Eu a encontrei... Groper encontrou-a no lago.
Eu ajudei a carreg�-los at� aqui.
- Por qu�? - Porque ele me pediu.
Por que voc� n�o foi � pol�cia, ent�o?
Groper disse que ele relataria isso.
Ser� que esta mulher falou?
Mas ela estava morta.
Ent�o, se ela estava morta como atacou Groper, hem?
N�o sei.
Acha que ela � a bruxa do lago?
Isso � uma supersticiosa e subversiva observa��o, meu amigo.
- Vou tomar nota disso. - Aqui.
Revoltante. E morta.
Leve-a para o carro.
Por qu� matou-a?
Mas eu... eu n�o a matei.
Fora do caminho.
Para fora, voc�.
Deixe essa coisa nojenta autopsiada e enterre-a o mais r�pido poss�vel.
E quanto a voc�, meu amigo, � algema de agora em diante.
O que acha que eles queriam?
N�o sei ainda.
Foi-se.
Pegaram-na. Eles v�o mat�-la.
Mas eles n�o v�o presumir que ela j� est� morta?
Ela � um corpo encontrado.
Far�o uma aut�psia e isso ir� mat�-la.
- Eles v�o arruinar meu trabalho. - Maldito seja o seu trabalho.
- Agora, para onde v�o lev�-la? - Para a cl�nica na esta��o
- Vamos ent�o. - Est� louco. Eles v�o atirar-nos na cadeia.
Nos deixar�o presos por 50 anos.
- Sou um cidad�o brit�nico, por Deus. - Oh.
Ponha a mulher morta com os outros corpos no bloco de celas.
Sim, camarada tenente.
Para dentro, voc�.
Ela cheira como o fundo do p�ntano.
V� buscar uma maca.
S� um momento, senhor, mas acredito que est� com minha m�e a�.
lmposs�vel.
Deixa-me ver, por favor. Sim, � ela. Pobrezinha.
Para dentro.
Algu�m roubou nosso carro.
Levantem. Levantem seus cachorros!
L�. Atr�s deles.
Entrem! Entrem!
Est�o atr�s de n�s no meu carro.
Se n�s sairmos dessa, lhe comprarei um Jaguar.
N�o adianta. Estou acabado aqui.
Bem, n�o tem um passaporte?
V�lido apenas para pa�ses como Checoslov�quia e da Bulg�ria.
Bem, temos os vistos tur�sticos Checos. Voc� pode vir conosco. Agora ag�ente.
Est�o ainda atr�s de n�s?
Sim, temo que sim.
Veja isto.
Bem, atire neles!
Qual de voc�s idiotas deixou uma arma no carro?
Fui eu, camarada tenente.
O que faremos agora?
Dirijam, idiotas. Dirijam!
- Mais r�pido, mais r�pido. - Mais r�pido? Est� brincando, claro.
Pegue a esquerda.
R�pido.
R�pido!
Acho que os perdemos.
ldiotas.
Depressa. Fa�a funcionar. Vamos, depressa. Comece logo.
Fa�a de novo. Seu imbecil.
Cretinos!
lmbecis.
Vamos.
O que est�o esperando?
Entrem.
- ldiotas! - Depois de voc�, tenente. Depois de voc�.
� tarde. Voltemos ao quartel.
Saia e empurre.
Empurre! Empurre!
Aguarde. Calma. Pare.
Calma. Pare. Pare.
Qual � o problema? Atire nos pneus.
N�o, n�o. Eu me lembrei.
Deixamos todos os instrumentos do exorcismo no meu carro.
- Estamos perdidos sem eles. -O qu�?
Temos de recuper�-los.
Tem que parar.
Bem, como? Eles nos pegar�o.
N�o se fizer o que digo.
Suba l�.
N�o. Pode ser uma armadilha.
Philip, voc� uma arma.
N�o sou chegado a este tipo de coisa.
N�o sou exatamente propenso a matar a sangue.
Mas se isso trouxer Veronica de volta...
Agora, tenham muito cuidado, homens.
Sem hero�smos.
N�o temos tempo a perder.
Depressa, temos que lev�-la para o lago.
Mas ainda podemos fazer isso?
Sim, eu acho. Que hora � essa?
- Cinco e quarenta e oito. - Depressa, ent�o.
Agora voc� fixa a cadeira e cuidaremos dela.
Agora, depressa.
R�pido. R�pido.
Espere, n�s vamos ter que fazer uma pequena mudan�a no ritual.
Bem, faremos isso.
Se usarmos ao espeto voc� nunca ver� sua esposa viva novamente.
Est� quase na hora. Fa�a isso, em nome de Deus.
Vinte segundos.
Vardella! Acorde!
O que aconteceu? Onde est� ela? Onde est� Veronica?
Ela deve... ela deve ter sa�do da cadeira.
Seu idiota falador.
Olhe! O lago!
C�us, estou toda molhada.
Sabe, eu n�o acredito que estamos finalmente na Checoslov�quia.
Bem, pode haver um pouco de dificuldade ao longo da pr�xima fronteira.
Ah, estou certo que voc� vai pensar em alguma coisa.
Sim, eu suponho.
Bem, onde acha que devemos deixar voc�?
Ah, na Inglaterra, se n�o se importa.
N�o h� muito exorcismo por l�, eu temo.
N�o, suponho que n�o.
Eu me sinto bastante culpado deixando Vaubrac.
Veja, n�o h� como saber o tipo de demonologia que pode revelar-se com o que se tem � m�o.
Agora, esque�a Vaubrac.
Na verdade, eu trabalharei duro fazer isso.
Oh, querida, voc� n�o gostou disso?
Vaubrac � o mais inqualific�vel, in�spito e desconfort�vel lugar sobre essa terra de Deus.
Muito bem, mas eu voltarei.
O que disse, querida?
Eu disse, eu voltarei.
Tradu��o: CAYMAN [Da Este Strigoi]
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.