All language subtitles for Gung Ho. - Randolph Scott, Robert Mitchum (1943)

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Original subtitles

"GUNG HO"

- Sincronia: Casatle - (Grupo Allied Force) - Mar/09

A HIST�RIA DOS INVASORES DE ILHA DE CARLSON

ESSE � O REGISTRO DE FATOS DO 2� BATALH�O DE FUZILEIROS...

DESDE SEU PRINC�PIO, H� SETE SEMANAS...

DEPOIS DE PEARL HARBOR, AT� SUA PRIMEIRA VIT�RIA.

QG do Corpo de Fuzileiros de San Diego, Calif�rnia.

18 de janeiro, 1942. Assunto:

"Volunt�rios para um batalh�o especial.

Um pedido foi emitido pelo general-comandante...

para que se forme j� um Batalh�o Especial."

Este batalh�o far� treino para uma miss�o no exterior.

Os que passarem as rigorosas exig�ncias desta unidade...

assumir�o servi�o imediato.

O trabalho ser� um combate pr�ximo ao inimigo.

E s� os que est�o preparados para matar ou morrer...

devem se apresentar.

Os que forem aceitos ser�o treinados.

E ter�o toda a chance de sobreviverem.

Mas deve ficar entendido que o trabalho fica acima e al�m...

do cumprimento do dever.

Antes que se inscreva no batalh�o, quero fazer duas perguntas.

A decis�o final ser� do Cel. Folham.

- Sim, senhor. - Por que quer matar japoneses?

Por isso estou aqui.

Est� certo, mas far� isso apenas estando nos Fuzileiros.

Quero saber o que faria se um japon�s...

o atacasse com uma baioneta. E estivesse naquela janela.

Eu me sentiria tolo, tenente.

Em Kentucky, a gente atira na cabe�a de um esquilo com um tiro.

N�o vejo como algo t�o grande como um japon�s...

poderia chegar perto daquela janela.

Mas haver� horas em que n�o poder� atirar.

Vai ter de chegar de mansinho e mat�-Io com uma faca.

Faria isso?

Tenente, o que um cara diz n�o pode ser usado contra ele.

N�o sai desta porta.

Tenente, j� fiz isso.

Quando um dos meus amigos, o Sheffield...

descobriu que eu estava flertando com sua namorada.

Uma noite em que fui visit�-la, ele cercou a cabana.

A garota o viu a tempo. Eu sa� e no escuro...

Tudo bem, Tadrow.

Mas ainda n�o sei por que quer se meter nesta.

Os Sheffields est�o na guerra, se um deles matar...

mais japoneses que eu, ou for condecorado...

n�o poderei voltar para casa.

Meu pai me derruba, n�o importa o meu tamanho.

Por que vai se juntar aos Raiders?

Raz�o?

Por querer participar de um grupo destes?

Com seu hist�rico poderia chegar a oficial.

E logo chegaria aonde eu levei anos para chegar.

- Qual � a raz�o? - Prefiro n�o dizer, senhor.

Eu estar aqui n�o fala por si mesmo?

N�o fala.

Me d� uma boa raz�o ou n�o me fa�a mais perder tempo.

N�o que eu me envergonhe, mas, se falar...

- diminui meu objetivo... - Fale.

Sou um ministro ordenado do Evangelho...

quando sa� da Escola Teol�gica entrei nos Fuzileiros...

e comecei a procurar uma igreja, porque achei que nestes tempos...

com tantos homens servindo, poderia fazer mais aqui.

Agora quero os homens mais perigosos.

Com eles ao meu lado, sei que v�o precisar de mim.

Desculpe, mas temos capel�es. Agora, queremos assassinos.

Cumprirei meu dever, senhor.

Acredito, Harveson.

O Batalh�o dos Raiders � uma opera��o dura.

N�o parece duro.

� o que todos dizem, ningu�m me d� chance.

De quem est� falando?

Ningu�m me d� uma chance. Em casa era igual.

Para eles, eu n�o passava de um moleque.

Moleque? De onde �? Montana?

N�o, meu nome � Frankie Montana.

Sou do Brooklyn. Queria estar l� agora.

Esse Corpo de Fuzileiros � uma engana��o!

Pare! Sente-se a�. Pare de dar uma de bravinho.

Quando eu quiser, eu lhe digo para onde ir.

Chega de coment�rios! Qual � sua raiva? Fale.

N�o tenho nenhum rancor.

Foi obrigado a entrar nos Fuzileiros?

O que acha?

� mach�o, n�o?

Quero saber por que se apresentou para esse trabalho.

- N�o precisava. - J� disse.

Todos me chamam de moleque. Cansei.

Nunca fazia nada, mas meu pai, padrasto...

j� abusava de mim, quando eu era pequeno.

Ficava bravo e n�o quis trabalhar.

Ele me expulsou quando minha m�e morreu...

e eu treinei com um pessoal da pesada.

Deixe estar. Posso ir embora agora?

Calma, filho.

Quer saber? Me chamavam de moleque, tamb�m.

S� que me chamavam assim em grego.

Numa cidade portu�ria, Portius...

de que nunca deve ter ouvido falar.

Como assim? N�o sou t�o burro.

Estive l�. Lavava pratos. Trabalhei num cargueiro.

- Era o terminal do navio. - Veja s�.

Eu vim assim para a Am�rica. Lavando pratos num navio.

E cuidava do pau de amura. Passei pelo pior.

Nunca fui a An�polis, mas pode voc� chegar l�.

Frankie, j� que somos ambos moleques, vou me arriscar.

Bom dia, sargento-major, o velho est� ocupado.

Nunca est� ocupado para receb�-Io, entre.

Obrigado.

- Claboyd. - Coronel!

Ora, ora, ora. Imaginava que apareceria.

Quando soube que estava de volta, vim dar uma passada.

Eu ficaria bravo se n�o viesse. Por favor, sente-se.

Quando foi a �Itima vez? Manilla?

Voc� esqueceu? China. A Patrulha Yankee.

Certo, mas fiquei pouco no rio.

Eu sei. Eu e a turma antiga mal acreditamos...

quando soubemos que tinha sa�do dos Fuzileiros.

Eu fiquei chateado, mas precisei fazer aquilo.

Posso contar agora. Sabe aonde eu fui?

Soubemos que estava doente e voltou para os States.

Devem ter sido dois caras do ex�rcito.

- Para onde foi? - Entrei no ex�rcito chin�s.

- Est� brincando? - N�o, fui para os fuzileiros.

Por qu�?

Estava vendo que come�aria uma guerra com o Jap�o.

Percebi que nossa primeira linha de defesa seria a China...

ent�o, eu decidi descobrir seu potencial de guerra.

Quanto tempo ag�entariam.

Me alistei no Ex�rcito Chin�s da Oitava Raiz.

Lembra daquela marcha que fizeram durante...

a Guerra Civil sobre 4.600km pelo pa�s?

A Guerra Civil foi contra os chineses?

Eu achava que era o Gal. Shreiman?

Est� brincando. � que n�o leio a sess�o de humor do jornal.

- Me desculpe. - Esquece e j� acabou mesmo.

Todos os chineses estavam unidos contra os japoneses.

E eu ouvia coisas incr�veis sobre as t�ticas do 8� Ex�rcito.

Isto veio de Xangai. Queria descobrir tudo.

Mas, como n�o podia ir de uniforme, fui sem.

- Muita luta, n�o �? - Nunca viu nada igual.

Olha esses camponeses com metade do bra�o.

Eles sempre superavam os japoneses porque...

acreditavam no objetivo da luta.

Todo homem tinha apenas um desejo: Cumprir um dever.

Aprendi muita coisa que n�o est� nos livros.

Voltei para os EU A para contar. Da�, Pearl Harbor...

...e come�a tudo de novo. - N�o pe�o nada melhor.

Vamos tentar algo novo. O QG me liberou.

Vai se divertir, antes da guerra acabar.

Espero que os japoneses tenham senso de humor.

V�o precisar.

Quero que seja meu assistente pessoal de novo.

- Aguarde as ordens. - Sim, senhor.

No que me diz respeito, voc� serve.

O resto depende do coronel. Boa sorte.

Obrigado, senhor.

Espere um pouco.

Ei, espere um pouco.

Sil�ncio. O que � isso?

- Quem � o pr�ximo? - Eu!

Eu cheguei antes.

Eu era o pr�ximo da fila, fui beber �gua...

...e ele furou a fila. - O que est�?

Parem com isso. Me d�em os documentos.

Tem o mesmo nome nos dois.

- Sou Larry O'Ryan. - Meu nome � Curt Richter.

N�o, quando diz filia��o � a mesma.

Aqui diz filia��o: Sra. Marley Richter, m�e.

Sra. Marley Richter, m�e.

Que significa isso?

Isso mesmo, temos a mesma m�e.

Minha m�e expulsou meu pai quando eu era beb�...

e casou com o pai dele. Um holand�s. Pode imaginar?

O pai dele n�o ganhou um tost�o em dez anos.

- Pode culp�-la? - Parem!

Voc� fica l�, e voc�, l�.

Diga, Richard.

Por que essa gana de levar a melhor...

e vice-versa? Voc�, primeiro.

Eu me alistei para lutar contra os japoneses...

quanto antes eu for, melhor.

- Para impressionar. - Como assim?

- H� uma garota. - Quem � ela?

- Chama-se Kathleen. - N�o a meta nisso.

- Kathleen do qu�? - Kathleen Carter.

De Boston. O pai dela � um fuzileiro no quartel...

da Marinha l�. Ele � o Sgto. Carter.

O qu�? A filha de Kim Carter? Mas ela � um beb�!

Eu a punha nos joelhos.

Est� no 2� ano da faculdade.

Continuem.

� s� isso. Ele entrou nos fuzileiros para impression�-la.

- Isso � mentira! - Sosseguem os dois!

N�o podem passar o dia assim!

Vou jogar uma moeda. Quem perder vai pro fim da fila.

- Aqui tem uma moeda. - Obrigado.

- Coroa. - � coroa.

Voc� espera e no fim da fila!

Espera a�! Deixe-me ver esta moeda!

Fiquem quietos.

Vejo que se alistou tr�s vezes e sempre pela mesma raz�o. Lutar.

Tem de ser dur�o pra ser um fuzileiro...

sen�o, aqueles macacos lhe passam a perna.

Tamb�m lutou boxe. Com que nome lutou?

Pig Iron. Fui campe�o Peso-m�dio.

Por que o chamavam de Pig Iron?

Meu pai tinha uma fazenda fora da cidade.

Eu juntava o lixo, e a garotada me chamava de Piggie.

Eu fiquei forte porque levantava as latas...

e, depois de um tempo, comecei a dar surras nos garotos.

Ent�o, pararam de me xingar. Quando fiquei grande...

me apelidaram de Pig Iron, o que n�o me incomodava.

Come�o a entender sua ficha, Matthews.

As pessoas debochavam de voc� por causa de seu trabalho.

Quando cresceu, as pessoas o admiravam pelos seus punhos.

Continuou usando-os.

Agora � sua segunda natureza, bate antes, pensa depois.

� dif�cil pensar como os meninos tampam o nariz, quando passa.

Entendo. Tem muita coisa a�.

Mas tem uma li��o a aprender. Todo trabalho � importante.

Seja que ele porte um rifle, cozinhe, dirija um caminh�o...

ou chame para a refei��o. O que conta � seu servi�o.

- Sim, senhor. - Vai servir Matthews.

Por que se apresentou para este batalh�o?

Meu irm�o morreu em Pearl Harbor.

N�o encontraram partes suficientes para enterr�-Io.

Por que se apresentou para o Batalh�o Raider?

Lutei na Espanha, lutei na Gr�cia.

Essa luta � pela mesma causa, fachismo.

Por que quer se alistar neste grupamento?

Minha irm� foi pega pelos japoneses em Manilla.

N�o tivemos not�cias dela, mas lemos nos jornais o que fizeram.

E voc�?

Sou fuzileiro h� 3 anos. Ainda n�o estive numa luta.

� minha chance.

- Por que quer se inscrever? - N�o gosto de japon�s.

Sentido!

- O batalh�o est� formado. - Obrigado.

� vontade.

Sentem-se e fiquem � vontade.

N�o ser� a �Itima vez.

Por qu�? � nossa primeira reuni�o, mas n�o ser� a �Itima.

Devem estar curiosos do que se trata.

N�o direi agora. V�o saber aos poucos.

Mas posso dizer que receber�o um treino rigoroso...

�nico na hist�ria dos fuzileiros.

Se estiverem � altura do esfor�o feito por voc�s...

poder�o apontar o caminho em que esta guerra dif�cil...

no Pac�fico poder� ser ganha.

E s� poder� ser ganha com trabalho de equipe...

com homens treinados.

Lutando juntos com a decis�o de uma m�quina.

Mas � mais que isso. Deve ser uma m�quina harmoniosa.

Agora v�o come�ar com o fundamental.

E no fundo de tudo est� a autodisciplina.

Devem come�ar acabando com todos os preconceitos.

Raciais, religiosos ou de outro tipo.

Quero que se sintam � vontade para fazer perguntas...

mesmo as embara�osas.

Podem dar sugest�es.

Seremos mais que oficiais e subalternos, seremos camaradas.

Onde eu comer, v�o comer. Onde eu dormir, v�o dormir.

Vou confiar em voc�s, antes de entrarmos em batalha.

Teremos uma reuni�o, onde explicarei planos e objetivos.

Para que cada um de voc�s possa dar uma contribui��o...

mais inteligente para o resultado. Depois teremos outra reuni�o...

para criticar o modo como a opera��o foi conduzida.

Vamos lutar, ag�entar e ganhar juntos.

� sua frente, h� uma estrada dura.

Muitas vezes ter�o comida ruim e, �s vezes, pouca.

Muitas vezes sua cama ser� um fosso enlameado.

Marchar�o at� acharem que est�o exaustos e depois...

ser�o chamados de novo, para recome�ar.

Para ag�entar tudo, ser� preciso trabalho de equipe.

Voc�s ter�o de ajudar um ao outro.

Os chineses t�m uma palavra para isso: Gung Ho.

Gung � trabalho. Ho � harmonia.

Proponho que seja nosso lema. Gung ho.

Vamos, repitam!

Gung Ho!

Pearl Harbor j� tinha acontecido havia dois meses.

De 1.500 volunt�rios, o Cel. Aceitou 900.

E nosso treino come�ou. Calestenia:

O desenvolvimento de um corpo vigoroso para...

melhor abrigar uma mente e esp�rito.

O Cel. Disse que n�o seria f�cil, e isso � dizer pouco em 42.

Nosso objetivo j� estava selecionado e atacaremos...

quando a prepara��o na tradi��o de Gung ho...

estiver completa, sabendo que sair�amos...

na hora em que estiv�ssemos em forma.

Partimos para nos tornar o 2� Batalh�o Raider.

E sabemos a raz�o para o suor e a dor f�sica...

Explicavam que esses exerc�cios e os que se seguiriam...

compensariam numa praia tomada pelo inimigo...

ou numa floresta infestada de japoneses.

Aprendemos a defender e atacar sem armas.

Pode fazer muito com suas m�os e um corpo forte...

e uma mente r�pida.

Esta � a ci�ncia do jud�.

Aprendemos a nadar atrav�s do fogo e pular.

E a ci�ncia de escalar muros e barreiras.

Qualquer coisa que o inimigo pusesse em nossa frente...

ou escondesse atr�s de n�s.

Esta � nossa arma de seguran�a, sem a qual um raider perde...

sua identidade.

Um dos nossos � um filipino, um perito na faca.

Ele nos ensinou sua centena de usos.

Pode ser um instrumento �til e inofensivo...

ou uma arma mortal.

Agora chegaram os treinos, tornaram-se mais intensos.

Os oficiais nos acompanhavam a cada passo do caminho.

Suas faixas e ins�gnias ficavam no quartel.

Sab�amos sua patente porque trabalh�vamos e dorm�amos juntos.

Mas tinham nosso respeito, pois um oficial deste grupamento...

tem de ter muitas qualidades.

Alguns morriam pela democracia, liberdade e igualdade...

mas aqui no 2� Batalh�o, ir�amos viv�-las.

E por mais duro que fosse, sab�amos que o velho...

estava sempre cuidando de n�s.

Faz�amos pontes com nossos pr�prios corpos...

e sab�amos como evitar isso.

Descobrimos que a baioneta s� faz estragos...

quando est� na ponta de um rifle.

E o exerc�cio com a baioneta � duro.

Quando chegarmos a um desfiladeiro ou uma garganta...

talvez possamos atravess�-la assim.

Sempre fa�a o inesperado.

Se trope�armos, ou cairmos, nosso corpo estava preparado...

para reagir na hora.

Um raider nunca est� fora da posi��o de ataque...

nem est� relaxado.

Est� sempre alerta para um ataque repentino...

e seu corpo � ensinado a responder automaticamente.

Mas h� algumas regras para esta luta em que estamos...

ent�o, n�s fazemos uns truques. Desagrad�veis? Sim...

mas, algumas vezes, altamente eficazes.

Em algumas das caminhadas finais pelo pa�s...

viajamos 70km em 8 horas com equipamentos e pouca ra��o.

Tem de correr quase o tempo todo.

Foram feitas para reduzirem nosso n�mero.

Reduziram.

N�o podem desistir.

Quem desistir, cai fora do batalh�o.

Vamos come�ar e vamos terminar.

Preparem seus equipamentos.

V� com calma, t�?

Seu idiota, quando vai aprender a arrumar um pacote?

Olha esta baioneta.

O que foi?

Uma dor repentina. Como uma faca.

Tenente! Tenente!

O que foi?

Uma dor repentina, mas acho que vou ficar bem.

- V� at� a enfermaria. - Sim, senhor.

Todos a postos.

Sentido!

Preparados.

Levantar armas.

Em posi��o, marchem.

Acho que � o mais perto do para�so que vou chegar.

Uma refei��o excelente, uma garota maravilhosa e...

infelizmente, o seu pai vai passar a noite fora.

O quartel nunca foi assim.

Esse � o novo modo de pegar do jud�?

Desculpe, n�o percebi que estava apertando.

N�o estava. O que aconteceu com Kurt?

Tem certeza de que ele saiu?

Estava t�o exausto que deve estar dormindo agora.

N�o atenda.

Deve ser um ex-fuzileiro querendo entrar na escola de candidatos...

vendendo assinaturas de revistas.

Fuzileiros n�o vendem revistas, meu amigo.

Kurt, que bom te ver. Entre!

- Est� mais linda que nunca. - Voc� tamb�m est� �timo.

N�o escreveu. N�o sabia que vinha.

Queria fazer uma surpresa.

Surpreendeu mesmo. Que bom ter voc� conosco de novo!

� bom estar aqui, Kurt.

Lembra de mim? Ainda estou aqui.

N�o nos lembre, estamos tentando esquecer.

Como est� minha m�e?

- Bem, me mandou te dar uma coisa. - Mandou?

Isso.

Ela mandou um para mim, tamb�m?

- Mandou. - �timo.

N�o at� que lave os pratos, como prometeu.

Pode ir fazer sua tarefa.

Ser�o os pratos lavados mais r�pido da hist�ria.

- Salve, raiders! - Salve, raiders!

Fechem o c�rculo. Aproximem-se.

Sentem-se. Pausa para o cigarro.

Quero lhes dar boas not�cias.

Seu per�odo de treino nesta �rea terminou.

Agora � pra valer.

N�o � uma guerra ortodoxa no Pac�fico.

Os japoneses s�o tenazes e duros, mas t�m uma fraqueza.

Eles t�m dificuldades de se adaptarem a situa��es incomuns.

Devem estranhar tanta �nfase no condicionamento f�sico.

Controle, coopera��o.

Foi para nos possibilitar o elemento surpresa...

capitalizando assim na fraqueza do inimigo.

Podemos aterrissar onde acham que n�o podemos.

Atravessar uma terra que julguem imposs�vel.

Isso quer dizer muito trabalho...

mas nos sujeitando a dificuldades incomuns...

alcan�amos nosso objetivo mais eficazmente...

e a um custo m�nimo de vidas humanas.

Se puderem cumprir suas tarefas iniciais...

outras podem ser realizadas, n�o h� limites.

- Podem? - Gung ho!

Vamos comer.

- Kurt, o que faz aqui? - Eu te esperava.

Kathleen, n�o tenho muito tempo, vamos nos sentar.

E ficar a s�s?

Sozinhos em San Diego? Imposs�vel.

Mas sei de um lugar em que podemos nos sentar.

Venha.

Torta de "ma�a", de creme, de cereja...

torta de ma��, de p�ssego, de lim�o e de ponta-cabe�a.

- O que vai ser? - Pode repetir, por favor,

Torta de "ma�a", de creme, de cereja...

torta de ma��, de p�ssego, de lim�o e de ponta-cabe�a.

O que vai ser?

J� separei um lugar para voc�s. O que v�o querer?

Gostaria de dois hamb�rgueres, por favor.

Eu tamb�m. N�o sabe que � a ter�a sem carne?

Justo quando estava a fim de comer hamb�rguer.

Temos a ter�a sem carne para que o ex�rcito...

possa comer toda a carne que quiser.

E o que acontece? Na ter�a sem carne...

o pessoal do ex�rcito, vem e pede carne. N�o entendo!

Ganhou. Bastam dois caf�s.

- Tudo bem. - Preciso ser contador.

Segunda, ter�a...

N�o era exatamente o tipo de lugar que estava pensando.

Queria um lugar mais rom�ntico. Como no cinema.

Com lua, �rvores. Esse tipo de coisa.

- E talvez m�sica suave. - M�sica n�s temos.

J� � alguma coisa, n�o?

� bom estar com voc� a s�s, pra variar.

Sem aquele cara de uniforme se intrometendo.

Sabe, desde sempre voc� e Larry est�o sempre brigando.

Era coisa de crian�a. N�o � mais.

Kathy, logo vamos partir.

Kurt, odeio te ver partir. Mas voc� n�o ficaria feliz...

- de outro modo. - N�o, esperei por isso.

- Me preparei para isso. - Vou sentir muita saudade.

- Mesmo? - Claro.

Isso me facilita.

N�o poderia partir sem te dizer que...

N�o sou muito bom com palavras...

n�o falo bem como o Larry...

mas queria que soubesse o que sinto por voc�.

N�o me interrompa agora, sen�o...

nunca terei peito para continuar.

Alguns caras precisam de foto da namorada para se lembrar.

Eu n�o preciso. Vejo voc� o tempo todo.

N�o importa onde seja, ou o que esteja fazendo.

Ou�o seu nome, como se algu�m o estivesse sussurrando.

Te amo tanto, que nem penso direito.

Estou fazendo papel de trouxa?

Posso pensar em voc� como minha namorada?

Contar com voc� para que me espere, quando eu voltar?

Tamb�m quero saber a resposta.

Como nos achou?

O Sgto. Corrigan disse que Kathleen estaria aqui.

- Queria v�-la. - J� viu. Suma!

Quero olhar bem.

Se n�o sair daqui, n�o vai ver nada.

Parem, por favor.

Aqui est�, pessoal. Um cafezinho quente.

- O que quer? - Um hamb�rguer.

Um hamb�rguer. Est�o me entendendo?

Hoje � ter�a sem carne. N�o entendo...

- Esque�a... - Ainda quero ser contador.

Segunda isso, ter�a aquilo, quinta, outra coisa...

Kathy, adeus.

Adeus, Kurt. Cuide-se.

Adeus, Larry. Adeus e voltem.

- Adeus, Kathy. - A gente se v�.

Estamos sob ordens, agora.

Nosso caro bando e mais 600 outros sobem a bordo...

de um transporte que nos aguarda.

Nosso destino? N�o foi anunciado.

Vamos para o desconhecido.

O grande navio se dirige ao mar aberto...

assim testemunhando a urg�ncia de nossa miss�o.

As amistosas praias do nosso pa�s v�o esmaecendo.

Pearl Harbor, 5 meses depois do dia da inf�mia.

O sil�ncio cala a todos, ao passarmos pelos escombros.

L� est�o, o Arizona com suas pontes arrasadas...

e o casco enferrujado do naufragado Oklahoma.

Suas armas frias e sem homens.

O testemunho mudo do poder do Jap�o.

H� homens no 2� Batalh�o...

que perderam irm�os naqueles navios.

Podemos ajudar a acertar as contas?

N�o ousamos falhar.

Olhem bem, raiders, foi o que o coronel quis dizer...

quando nos falou dos japoneses.

Depois de mais tr�s meses de treino intensivo...

estamos prontos. E sabemos.

Estamos confiantes, seguros de n�s mesmos...

mas n�o imprudentes.

A marinha ganhou a batalha de Coral Sea em Midway...

mas os japoneses tomaram Singapura, Burma...

as �ndias Orientais e agora amea�avam a Austr�lia e o Alasca.

Agora h� pouco para nos fazer superconfiantes.

Sabe, sempre gostei de um banho quente antes do jantar.

O que o faz pensar que vai conseguir algum jantar?

Isso vai te ajudar um pouco, Max.

Obrigado.

S� queria saber � quando come�a a guerra...

para descansar.

Escalei tantas montanhas, que me sinto um bode.

Pare�o um bode, ajo como um bode...

j� come�o a pensar como um bode.

Voc� disse "pensar"?

- Sim, por qu�? - Curiosidade.

O que ele quis dizer com isso?

Um porta-voz da marinha disse que havia...

dez mil tropas japonesas espalhadas.

E aqui um boletim que acaba de me ser entregue.

Fuzileiros americanos pousaram em ilhas do sul em Guadalcanal...

em Tunaghi. O inimigo est� contra-atacando com vigor.

A luta � selvagem e as perdas em ambos os lados...

s�o altas. Nas primeiras horas, perdemos um cruzeiro, afundou...

dois cruzeiros, um cargueiro foi danificado.

A marinha avisa que numerosas v�timas devem ser esperadas.

Ou�am-me. Chegou a hora.

Ent�o, juntem suas coisas.

- Para onde vamos? - Quando comemos?

A gente n�o vai dormir?

Est� dormindo desde que nasceu.

V�o dormir nos pr�ximos oito dias. Eu prometo.

Mexam-se! Juntem seu equipamento.

Alinhem-se em pelot�es e vamos.

Gung ho!

200 soldados, dos 1.500 que come�aram...

e estamos abrindo caminho sem comboio ou seguran�a.

Sozinhos.

N�o num cargueiro, num cruzador ou num destr�ier.

N�s nos enfiamos em dois submarinos.

� a �nica vez numa guerra americana...

mas somos os raiders...

organizados e treinados a fazer o inesperado...

Certo, homens, v�o se instalando...

� a sociedade das camas confort�veis.

Vamos andando. Mexam-se. Mexam-se.

Andem, v�o pra tr�s.

Acorde! Abaixe o pesco�o.

E eu que costumava pensar que o metr� era cheio.

Tem mais gente aqui que em toda a cidade de onde venho.

Nunca me empurraram tanto desde que meu cavalo caiu...

num estouro da boiada.

Eu n�o ligo, quando pequeno, toda minha fam�lia...

- dormia num quarto. - Em quantos eram?

Doze. Desde quando me alistei.

Faz tempo que n�o tenho not�cias.

Certo, pessoal. Sil�ncio, o Cel. Quer falar com voc�s.

Agora sabem como a sardinha se sente.

Fiquem nas suas camas o m�ximo poss�vel...

ser� melhor para todos.

N�o importa como se sintam, ou os truques que...

sua imagina��o possa fazer, ainda que fiquemos submersos...

por muitas horas, sempre haver� ar para todos.

O sistema de recondicionamento � seguro...

al�m da exigida para o m�ximo que esteja dentro do submarino.

Por enquanto, estamos parados, mas submergiremos...

o mais r�pido poss�vel e estaremos logo ao ar livre.

E ent�o, vamos ag�entar?

Gung ho!

V�o servir em uma hora, v�o se revezar ao refeit�rio...

de acordo com os hor�rios dados aos l�deres de esquadr�o.

Caras, n�o estou gostando disto.

- O que foi? Vai dar tudo certo. - Parece que est�o me apertando.

N�o pense nisto. Feche os olhos.

Ainda vejo. Nunca ag�entei ficar apertado.

- Sinto que... - Pense em outra coisa.

Pense em sua casa.

Pense nas ovelhas saindo para beber.

N�o t�nhamos ovelhas, s� su�nos.

Certo, pense nos su�nos. Conte-os.

Um, dois, tr�s, quatro...

Continue contando. Continue, Roove.

N�o d�. S� tinha quatro.

Vai ficar bem. Continue contando os quatro, sem parar.

Um, dois, tr�s...

quatro.

Frankie, esqueci de te dizer uma coisa.

Nunca falei que estive v�rias vezes no Brooklyn.

Eu costumava ir ver os Dodgers jogar.

- Brincadeira? - Claro.

Foi l� que fiz aperfei�oamento como atirador.

- Como? - Jogando coisas no juiz.

Certo, rapazes, vamos mergulhar. Relaxem.

� como andar na montanha-russa.

Isso enfiado nas costas de um sentinela fazia eles falarem...

n�o �, Parson?

Fazia com que chamassem toda a congrega��o.

Deixa ver.

Gosto de mais peso na ponta.

- Doug! - Sim, Conteraski?

Que acha do peso desta faca?

Nada mau.

Tem algum lugar onde esfaqueie um homem sem que ele d� um pio?

O cora��o � a melhor escolha.

Mas onde quer que esfaqueie, o cara vai gritar instintivamente.

Viu? Esse � um jeito deles ficarem sem f�lego.

Isso mesmo, tenente.

O melhor � muita for�a.

S� um cirurgi�o sabe como um homem � duro.

Ent�o, quando atacar um homem, d� tudo.

D� pra sentir se a navalha entrou.

Sen�o, atinja de novo. Boa ca�a.

Tem um modo ainda mais eficaz de fazer isso.

- Deixe lhe mostrar. - Eu n�o.

Deitem-se.

Sil�ncio, rapazes. Ele vem vindo.

Certo, pessoal. Agora...

Feliz anivers�rio.

Fa�a o seu desejo.

N�o deviam...

13, 14, 15... Est�o brincando?

Ele tem 16 anos?

16 aninhos e nunca foi beijado.

Voc� que nunca foi beijado.

Se tiver uma vela para cada beijo que dei...

Parados, rapazes. Que idade acham que ele tem?

Ele n�o tem um dia a mais que 60.

Sua apar�ncia se deve �s suas preocupa��es.

Certo, v�o dormir, mas antes me d�em uma faca.

Parab�ns a voc�

Nesta data querida

Muitas felicidades

Muitos anos de vida

Espere um pouco. Fa�a um desejo.

- Tudo bem. - Vamos.

Sopraram minhas velas do meu bolo.

Certo, pessoal, o coronel quer que todos tenham um destes.

O que tem a�? Papel em branco.

S�o mapas. Nos dizem para onde vamos.

Tem foto da sua namorada?

N�o, mas tem uma bela foto minha de cal��o.

- Querem um aut�grafo? - O que �?

Querem que eu explique? Estudem, seus miolos moles.

Fiquem conhecendo isso melhor que sua mulher. Se � que t�m uma.

O Cel. Vai fazer perguntas a respeito, mais tarde.

S� vejo umas ilhas desenhadas aqui.

O que esperava?

Fotos em movimento de Dorothy L'amour nas ilhas?

Seria ruim?

L� est�o elas. As Ilhas South Sea.

Lembro como era na colheita...

e aqueles trigos ondulando parecendo o mar.

Pensava se veria lugares como o Taiti, Gilbert, Marshalls?

J� quis ir l�, Frankie?

Qualquer lugar que n�o tenha sinuca n�o me interessa.

Chegaremos na �rea 7 �s 20h00.

Muito bem.

Ligue, Gunner.

Salve, raiders.

Pessoal?

A essa altura j� puderam estudar seus mapas.

Sei que est�o intrigados. Agora vou contar o segredo.

Nosso objetivo � a ilha Makin.

Chegamos na pr�xima quarta-feira.

A Ilha Makin tem sido um obst�culo, pois...

perturba nossa comunica��o com a Austr�lia.

Est� sendo sempre refor�ada...

e tamb�m de l� se pode ver as Fijis...

tornando-se, sem d�vida, um ponto de interesse.

Iremos � praia ao amanhecer, tomaremos posse...

matamos todos os japoneses e destru�mos todas as instala��es.

As dificuldades:

H� dois japoneses para cada um de voc�s.

E como s�o for�a de defesa, multipliquem isso por tr�s.

6 para 1. Estamos em desvantagem?

L�deres de pelot�o, assumam.

Ouviram o Cel. S�o 6 para 1.

Como vamos superar isso? Harbison.

- Pelo elemento surpresa, senhor. - �timo.

- O que mais? - Gung ho.

Trabalhando juntos. Tendo um plano t�o bem elaborado que...

todo homem sabe o que fazer e faz.

E isso � o mais importante, sem isso, n�o s�o nada.

Fazem parte de uma equipe, cujo objetivo � matar.

Depois de estudar o mapa ver�o coisas familiares.

O que reconheceram?

Uma praia em que vamos toda noite em Honolulu.

Aqui um pr�dio que destru�amos toda noite...

e reconstru�amos todo dia. A casa de Montgomery.

E tem uma esta��o de r�dio, para onde vamos.

Boa leitura de mapa.

Fizemos uma ilha exatamente como �.

Mas concentrem-se naquilo que devem fazer.

N�o sabem, mas desde o come�o...

foram treinados para esse ataque.

Quando chegarem l�, v�o pensar no treino.

Mais nada. Perguntas?

Quero que revejam o mapa, v�rias vezes.

Se tiverem d�vidas, perguntem.

Vou tentar esclarecer. Salve, raiders!

Salve, raiders!

Coronel, a ilha de Makin. Chegamos l� amanh�.

Contatamos o outro submarino e marcamos encontro.

�timo.

Nossa informa��o � que as partes norte e sul...

devem estar fortificadas. Mas Makin � o ponto forte.

Suponho que os japoneses patrulhem as �guas pelo ar.

J� estamos em �guas japonesas.

E devemos estar preparados para as patrulhas.

Senhor, captei uma mensagem de r�dio em japon�s.

Forte demais para ter vindo de terra...

parece mais um porta-avi�es. Falando com avi�es.

Gunner?

Sim, senhor.

Des�a os homens e os mantenha embaixo at� outras ordens.

Sim, senhor.

Turma, pode parar. Sair do conv�s.

Muito bem, rapazes, rapidinho.

Esperem, falta um. Onde est� o Tedrow?

Estava em cima, quando subimos.

N�o dorme bem, desde que estamos a bordo.

Fica a noite toda contando su�nos.

Coronel, deixamos um homem em cima.

Podemos fazer algo, capit�o?

Esta��es de batalha? Emergir.

Parece que desta vez ele se safou.

Vazamento de �gua na sala de oficiais.

Tudo bem.

- Calma, rapazes. - Nada de s�rio.

Olha, estamos quebrando. A �gua est� entrando!

- Pra tr�s! - N�o me engane!

Vamos afundar. Vamos afundar!

Quer come�ar um p�nico?

Desculpe, senhor.

De volta pra sua cama.

Ningu�m o acha covarde.

Isso pode acontecer com qualquer um de n�s.

Sabiam que um cara pode morrer aqui?

Todos em seus postos. Levantar perisc�pio.

Certo, senhor.

Desculpe, capit�o.

Teria chance descendo antes de ver de onde vieram os avi�es.

S�o ordens, Cel. S� temos dois torpedos...

com ordens de us�-Ios apenas para defesa.

E minhas ordens s�o de lev�-Ios at� l�.

E isso quer dizer todos.

Em frente.

Em frente.

Temos de nos apressar para que possam ir a terra...

- antes que seja tarde demais. - Sim, senhor.

- Todos � frente, 2/3. - Todos � frente, 2/3.

- Calma. - Relaxa.

Larry, por que n�o toma daqueles rem�dios de est�mago agora?

Faria isso, mas est�o com minha garota, longe daqui.

- Que garota? - A minha, Kathy.

Parem com isso. Parem com isso.

O Cel. Tem instru��es finais.

Rapazes, isso � o que esperamos. A ilha Makin foi avistada.

E nosso encontro com o outro submarino teve sucesso.

Teremos de estar em terra, antes do sol nascer.

Ao p�r-do-sol, todas as nossas miss�es devem ser realizadas.

Nenhum japon�s vivo, na ilha.

Os dois submarinos ficar�o submersos de dia.

Ao escurecer, emergir�o para nos levar embora.

Devem entrar a bordo, sen�o, ser�o deixados.

Vamos entrar sob as condi��es mais favor�veis poss�veis.

Quando entrarem na luta, � com voc�s.

Usem suas cabe�as e Deus os aben�oe.

� aqui. O objetivo de seis meses de treinamento.

E oito dias de viagem ap�s Pearl Harbor.

Em uma hora saberemos se os japoneses podem ser vencidos.

Saberemos se esses seis meses valeram ou foram em v�o.

Saindo bote N� 1!

Preparar N� 2. Entrem antes.

T�nhamos dificuldades em subir nos botes.

A �gua entrava e inundava os botes.

Mas um por um saltamos...

para o servi�o � frente. Para o desconhecido.

Houve admira��o aos olhos da equipe do submarino...

enquanto nos dirig�amos para terra firme.

Com a meia-luz do amanhecer...

a ilha ficava claramente vis�vel.

E o inimigo? Ele nos viu?

H� artilharia na ilha, por que n�o abriram fogo?

Quantas metralhadoras precisar�amos na praia?

O Cel, Gunner e o capit�o disse que este � o momento...

em que os nervos falham.

Nossos inimigos, os japoneses...

est�o nos vendo agora. Devem estar.

Por que n�o atiram?

Matar ou ser morto.

Mais uns metros. Cara, que sil�ncio!

Estamos l�, nossos p�s est�o na terra.

Agora, raiders, vamos!

- Envie os observadores. - Certo, senhor.

Pe�a a Gunner para mandar o oficial comandante.

Sim, senhor.

Estamos aqui.

Se forem em dire��o ao sul, este � o posto avan�ado deles.

Sim, senhor.

Browning, voc� manda seu grupo para a ala esquerda.

Deste ponto em diante, cada um aja o mais r�pido que der.

Agora, pessoal, n�o atirem.

Havia metralhadoras japonesas na emboscada.

Temos de mudar de planos e trabalhar r�pido.

Montana, Pig Iron, Tedrow.

Victor, Orion, aten��o neste ponto com as metralhadoras.

Marks e o resto me sigam no flanco esquerdo.

Usem a cabe�a.

Pig Iron, � respons�vel por este grupo.

Sim, senhor.

Boa sorte, garoto.

Sabem o que t�m a fazer. Eu fa�o o ataque e voc�s me cobrem.

Miloc � esquerda, Kurt � o pr�ximo.

Depois Larry, Frankie e Tedrow.

Avante.

Parece que Piggie levou um tiro.

�, talvez eu tenha melhor sorte.

Kurt, s� queria dizer que era mentira quanto a Kathy.

Sempre quis que achasse que ela gostava de mim.

N�o gosta. E eu n�o a amo.

Acho que me acostumei a disputar tudo com voc�.

E ela apareceu. Voc� � um cara s�rio.

Nunca foi bom mentiroso.

Larry!

Frankie, o que est� fazendo?

O Cel. Sempre disse que, se fic�ssemos presos...

para usar a cabe�a. E fazer o inesperado.

Eu era campe�o de corridas.

Mas nunca fiz isso.

Comece a atirar agora, d� algo para se preocuparem.

Frankie, o que fez foi her�ico. Estou orgulhoso de voc�.

Obrigado, tenente.

Parta daqui. Vai ficar bem.

Ponham-no aqui.

E a�, Pig Iron, o que tentaram fazer com voc�?

N�o consegue falar? Um fuzileiro mudo.

Nada mal.

Quer saber, quase levou a pior, mas vou dar um jeito.

Doutor, aqui, por favor.

Ag�ente firme, eu j� volto.

D� uma olhada nisso.

Obrigado, Piggie.

Carter leve um grupo para observar a �rea do hospital.

A gente o cobre l� com fogo de metralhadora.

- Harbison, pegue � esquerda. - Vamos.

Kurt!

Chris chamando CP.

Espere, Chris.

Coronel, Chris quer falar com o senhor.

Posto de comando falando, diga, Chris.

Avi�es vindo do leste.

Estou vendo, Chris. Mantenham suas posi��es.

N�o atirem nos avi�es. Entendido, Chris.

Entendido.

Todas as companhias respondam, por favor.

Todos os comandantes de companhia apresentem-se...

no ponto de encontro B.

Os avi�es mudaram a situa��o.

Como sabem, nossa posi��o � aqui.

A esta��o de r�dio � aqui. E est� direcionando os avi�es.

Temos de derrub�-la antes que pe�am refor�os.

- Quantos homens temos? - Doze.

Chamando CP. Chamando CP.

Parceiros, estamos a 50 metros da esta��o de r�dio.

Estou com 12 homens sob meu comando.

Estamos esperando que o Ten. Browning apare�a...

no flanco esquerdo.

Estamos sendo atacados, mas estamos firmes.

McBride, chamando McBride.

Responda, McBride.

- Onde est� o capit�o? - Est� checando o hospital.

- Fique ouvindo. - Sim, senhor.

Bela tarde.

Se fosse em casa, eu estaria ganhando por isso.

Eu ganharia 60. Quanto ganhava?

N�o vejo tanto dinheiro desde que me alistei.

No que gastaria, se tivesse?

Sei no que gastaria em casa. Primeiro, chamaria a Bubbles.

Que gata!

Esque�a, ela nunca vai dar bola pra mim.

Eu iria comer galinha frita.

Que acha de entrarmos em greve?

Vamos logo com esse trabalho...

antes que os filhos da... do sol nascente cheguem...

- e peguem voc�s nesta moleza. - Pode deixar, seu burocrata.

Sabe, acho que eles n�o v�o gostar de nossa bandeira aqui.

N�s sabemos que somos americanos.

Escutem, o Cel. Sabe o que faz.

Andem logo antes que os ataquem com um tanque.

Sim, senhor. Estou indo, senhor.

McBride parou. O r�dio foi desligado.

Estava perto da esta��o. V� o mais perto que puder...

...e fa�a um relat�rio. - Sim, senhor.

- Quero que volte. - Eu voltarei, senhor.

Cad� o refor�o?

Temos de ser r�pidos, antes que eles se espalhem.

O que faz aqui? Por que n�o est� com seu grupamento?

Est�o emperrados por causa da esta��o de r�dio.

- E da�? - Isto pode marcar muitos pontos.

Entendi, Kossarowski. Tome o meu rifle.

Ponha a m�quina em funcionamento.

Vamos l�.

Parece que vamos ficar por aqui uns tempos.

Tem mais luta no sul da ilha.

Tomara, Harbison.

Sim, Hardiev, fale.

Sim?

Quantos?

Est�o chegando em 2.80? Certo.

Relat�rio, senhor.

Recebemos informe que...

uma grande for�a est� chegando em 2.80.

- A que dist�ncia? - Est�o perto.

N�o sabiam exatamente.

Chamando todas as companhias. Retirem-se para novo alinhamento.

Inimigo chegando por ar.

Todas as companhias para Posto de Comando A.

Comandantes retirando-se em ordem.

Sim, senhor.

Mandou bater em retirada. Aqui lan�amos nossa armadilha.

Ir mais pr�ximo ao hospital.

�gua.

�gua.

Vamos, eles est�o entrando.

A� vai, raiders. Ai vai!

Vamos!

Venha!

- Agora entendi. - O qu�?

O Cel. Mandou pintar a bandeira para atra�-Ios.

Agora v�o atirar neles mesmos, viu?

N�o atirem. Viemos em paz.

N�o atirem. Nos rendemos.

Vamos mat�-Ios de qualquer modo.

N�o atire, se est�o dispostos a se render.

Sabem quando levaram a pior.

Talvez.

Pegou eles, Lou?

Peguei.

Seja feita a Sua vontade...

assim na Terra como no C�u.

TOD A A RESIST�NCIA ACABOU

Venha, senhor, o navio est� chamando.

Cel. Falando.

A intelig�ncia do r�dio indica for�a-tarefa japonesa...

165 magn�tico. Velocidade 16 n�s. Responda.

Entendido. Vamos apressar as opera��es.

Entendido.

A intelig�ncia de r�dio indica grande for�a-tarefa japonesa...

vindo nesta dire��o.

- Quando v�o chegar? - � noite.

Temos de concluir as opera��es e voltar ao submarino...

antes que eles cheguem.

Pegue o esquadr�o de demoli��es e derrube todas as instala��es...

que sobraram na ilha.

N�o deixe nada que possa ser de uso para o inimigo.

Browning, leve seus homens para a lagoa...

e os prepare para o embarque o mais r�pido que der.

Rapazes, preparem seus equipamentos. Vamos embora.

Vamos explodir tudo. N�o deve sobrar nada.

Brenner?

- Voc� viu o Transport? - Sim, senhor.

Ele n�o vai voltar conosco, senhor.

Coronel.

Coronel!

Cap. Dunphy chamando.

Sim, Cap. Dunphy?

Onde est�o seus homens, Cel? Eles deixaram a praia?

A intelig�ncia informa que destr�ier inimigo se aproxima...

a toda velocidade.

Vai chegar antes do que o esperado.

Pode se apressar, Coronel?

Estamos indo o mais r�pido poss�vel.

A maioria est� a caminho...

o resto se prepara para sair agora.

Aten��o todos!

� imperativo que evacuemos os feridos imediatamente.

Vamos l�!

O carinho com que os feridos foram tratados...

pelos nativos nos causou simpatia e aten��o.

E o partilhar de uma causa comum.

Mas 30 dos nossos morreram por um ideal comum.

Temos de viv�-lo.

Vamos, Kurt.

Tudo resolvido, senhor.

Deixamos o lugar com as cargas preparadas.

Elas v�o explodir quando sairmos da ilha.

�timo. Temos de sair j�. Mexam-se!

E a�, Frankie? Como est�?

Bem, senhor.

Fiquei preocupado por um tempo.

Posso fazer alguma coisa?

Sim, me diga, quando vamos para T�quio?

Isso � um segredo militar.

Vamos p�-Io a bordo. Cuidado com ele.

Pessoal do conv�s ajudem com as macas.

- Preparar para zarpar. - Preparar para zarpar.

A seus postos.

Certo, homens. Sentados.

Homens, pode ser cedo demais para dizer...

que a parte dos raiders est� cumprida...

pois estamos longe de casa e navios de guerra japoneses...

est�o se aproximando de n�s. Mas vou me arriscar.

Voc�s mostraram o caminho.

Seja o que se fa�a nos dias vindouros...

isso foi uma ofensiva de primeira...

e n�o sem a perda de homens que eram como irm�os.

Mas qual ser� o futuro para os que restarem?

Nosso curso � claro. � para n�s, neste momento...

com a lembran�a do sacrif�cio de nossos irm�os ainda fresca...

para dedicar nossas mentes e cora��es e corpos...

ao grande caminho que est� em frente.

Temos de ir em frente e nos dedicar � tarefa monumental...

de assegurar que a paz, que � uma causa sagrada...

seja justa, eq�itativa e conclusiva...

e al�m disso, jaz a a miss�o de fazer disso...

um credo para nossos filhos e filhas que se baseia...

na liberdade, pela qual estes homens morreram.

Gung ho!

- Sincronia: Casatle - (Grupo Allied Force) - Mar/09

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