All language subtitles for The Secret Invasion 1964 HDTV 1080i-CG

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Original subtitles

A Invas�o Secreta

Tradu��o - tuc�o -friendsharePT.org Setembro de 2011

Alto!

Benvindos, cavalheiros.

Jean Saval.

Prisioneiro na ilha do Diabo.

Dez anos sem liberdade condicional

por roubo de pintura famosa, O inverno, de El Greco.

Conhecido como o mestre do disfarce.

Terence Scanlon.

Pris�o Dartmoor, Inglaterra.

Membro do Ex�rcito ilegal Republicano irland�s.

Especialista em demoli��es,

cumpriu 18 anos de uma condena��o de 25

por atividades revolucion�rias contra a Coroa.

Parece que n�o gosta dos ingleses, Scanlon.

N�o tem muito do que gostar.

Agora que trabalha para n�s vai nos querer muito bem.

Simon Fell.

Prisioneiro em Leavenworth, Estados Unidos.

De 10 a 20 anos, dois anos cumpridos.

Falsifica��o.

John Durrell.

Alcatraz.

Nacionalidade e origem desconhecidas,

acredita-se que seja assassino pago.

Esperando sua execu��o por matar sua amante.

Roberto Rocca.

Pris�o O Ramle, L�bano.

Organizador de atividades criminais internacionais, 20 anos.

Graduado...

Graduado em psicologia, literatura grega cl�ssica

e engenharia estrutural.

� raro que um homem utilize a sua educa��o para

planejar crimes.

Me pareceu uma carreira desafiadora.

Podem ir. Esperem l� fora.

Sentem-se.

Quero deixar bem claro

que eu n�o os escolhi para esta miss�o.

Mas o Servi�o de Intelig�ncia acredita que seus raros talentos

poderiam ser �teis.

Mas n�o pensem que estar sob minhas ordens

ser� mais f�cil que estar em suas pris�es.

Todos receberam indultos para fazerem esta miss�o.

Um de voc�s salvou sua vida.

Deram sua palavra que cooperariam.

Espero que cumpram.

Quanta coopera��o espera?

Pode nos adiantar alguma coisa?

A �nica coisa que posso lhes dizer

� que ir�o � parte ocupada da Europa.

e o que fartemos ser� perigoso

mas de grande import�ncia para o resultado da guerra.

� tudo o que nos dir�?

S� saber�o o que precisam saber.

Provavelmente faremos algo magn�fico!

Provavelmente ser� uma miss�o suicida.

Mantenham as cabe�as baixas! Usamos muni��es reais!

Dispare nele tamb�m.

� necess�rio esta maldita viagem?

� necess�rio esta maldita viagem?

Foi necess�rio essa maldita viagem?

N�o me ofereci para uma miss�o suicida.

Sairei daqui caminhando e n�o pararei at� chegar em territ�rio neutro.

� um longo caminho.

Qual � a dificuldade?

Se me pegarem, falsificarei os documentos de um soldado ingl�s e direi que estou perdido.

Se quiser tentar, irei com voc�.

Trato feito.

Algu�m mais?

Os b�rbaros n�o tem nada de whisky irland�s.

Irei com voc�, muchacho.

E voc�?

N�o apoio as causas perdidas.

Isso disseram os brit�nicos na rebeli�o irlandesa.

Silencio! Vamos!

E a sua palavra?

Nossa palavra?

Nossa palavra no vale nada !

N�o o acordem, companheiros.

Olha que coisinha.

A bela adormecida. Deixe-me acert�-lo...

Scanlon! Deixe-o em paz.

Saval, que est� fazendo?

Estudo sua express�o. � a chave de tudo.

Olhem o que encontrei, companheiros. Outro uniforme e artigos de papelaria!

-Bom. -Algo mais?

Nada.

Traga os papeis, Scanlon.

S� tem este. Toma, companheiro.

Volte a dormir!

Necessito de algo que tenha sua assinatura.

-Trata de abrir a gaveta. -Quer que eu abra?

Que coisa mais f�cil.

Com esta coisinha, � como ter a pr�pria chave.

Aqui est� sua identifica��o.

Por acaso � Natal? Que bom...! Whisky.

Tenho que beb�-lo com os olhos fechados.

Tome.

Desculpe, senhor.

N�o h� destino nesta libera��o.

H� quanto tempo est� neste departamento?

-Tr�s anos, senhor. -Se esqueceu da regra fundamental.

''S� deve saber o que precisa saber.''

-Sim, senhor. -Muito bem. Cuide-se.

S� �amos comer algo, senhor.

Muito est�pido e infantil.

Se divertiram, mas se isto acontecer quando estivermos em a��o,

que Deus os ajude!

A invas�o da It�lia come�ar� em alguns dias.

Mas para que tenha �xito,

precisamos de outra frente nos Balc�s

para romper as defesas alem�s.

Seremos a segunda frente? Atacaremos todo o ex�rcito alem�o?

Espero que n�o.

Os guerrilheiros dos Balc�s est�o prontos para atacar,

e trabalharemos com eles.

E se tivermos �xito, criaremos um grande inferno nos Balc�s

que destruiremos todas as divis�es panzer entre Trieste e Roma.

Sim, mas os alem�es tem os italianos.

Agora, sim.

Mas h� um homem

que pode transferir todas as for�as de ocupa��o italianas aos guerrilheiros.

Nosso trabalho

� persuadi-lo para que o fa�a.

Quem � este homem?

Ainda n�o o conhecemos,

mas a partir de agora fazem parte da invas�o.

Milhares de vidas dependem de voc�s.

Quem sabe seja a oportunidade de pagar � sociedade

por todo o dano que causaram.

Mesmo?

Que mal sorte com essa neblina.

Quem sabe seja boa sorte.

Nenhum barco alem�o pensaria que h� algu�m em uma noite assim.

� mesmo?

Bonitos camarotes, n�o?

Escute, Rocca.

A tentativa de fuga do Cairo foi um fiasco,

mas dessa vez � s�rio.

-A It�lia est� muito perto. -Em torno de 65 quil�metros.

H� um bote amarrado a este barco.

Voc� fala o idioma.

S� devemos ficarmos nas montanhas at� que acabe a invas�o

e logo voltamos para buscar os outros.

Nada me espera na It�lia.

N�o tem que ficar por l�. Partiremos.

Nada me espera em nenhum lugar.

Al�m do que, esta aventura me diverte, e a voc�, n�o?

Que italiano louco.

Est� bem, irei sozinho.

Espere. Escute!

H� algo ali.

Desligue o motor!

Um de seus homens escapou.

O qu�?

Calma, homem.

N�o sei o que fala, mas, de todo jeito, a resposta � n�o.

Aparentemente, calculei mal outra vez.

Nunca pensei que Fell tentaria isso na miss�o.

Escutem.

Quando nos aproximarmos do barco alem�o,

o capit�o tentar� distra�-los o maior tempo poss�vel,

e os atacaremos por tr�s, pela �gua.

Ha, n�o. N�o espere que eu participe de brigas de rua.

N�o est� nas ruas.

Durrell!

Scanlon, venha comigo.

Vamos, rapazes. R�pido!

Vamos, levantem-no. Com cuidado.

Est� morto.

Voc�...

Ponham na �gua o bote pequeno.

Devemos afundar o barco.

Estamos mais seguros aqui.

-Scanlon? -Sim?

Consegue colocar explosivos de maneira

que a parte traseira do bote afunde quando quisermos?

Posso faz�-lo dan�ar se quiser.

Assim que nos aproximarmos da praia, n�s o afundaremos.

O abandonaremos a tempo e nadaremos at� a costa.

Odeio admitir, mas � um plano genial.

-Scanlon, em frente. -Sim!

-L� est�o as luzes da costa. -Tem raz�o.

-Petar? -Aqui em cima!

Bom. Vamos!

Minha garganta � muito pequena para o meu cora��o.

Petar!

Petar!

-O enganamos, n�o? -Sim.

Sou Marko, coordeno o Ex�rcito Guerrilheiro neste distrito.

-Comida e descanso ap�s uma longa viagem. -Obrigado.

Sim, comida para todos os demais.

N�o teria algo para beber, n�o?

-Claro que sim. -Genial!

Olhem isto!

Bom.

� correto desfrutar bons momentos quando se tem chance.

Antes de anoitecer, estaremos na fortaleza alem�,

a cidade forte de Dubrovnik.

Escutem.

Nesse forte est� o homem que devemos libertar.

O general Quadri, comandante das for�as de ocupa��o italianas.

Estamos arriscando o pesco�o

para tirar um palha�o de seu pr�prio quartel?

N�o, ele � prisioneiro dos nazistas.

Eles suspeitam que ele esteve em contato com agentes aliados,

mas n�o o denunciaram porque � muito amado pela sua gente

e o usam como fantoche para controlar os italianos.

O vigiam dia e noite para que n�o atue por sua conta.

Que certeza tem que ele agir� por sua conta?

� italiano, mas n�o � fascista.

e s� deve lealdade total � seus homens.

Se conseguirmos libert�-lo antes da invas�o,

colocar� seus homens ao nosso lado.

Quando entraremos em Durbrovnik?

Come�aremos agora mesmo.

Viajaremos em duplas.

-Fala nosso idioma? -Me defendo.

-Voc�s dois v�o juntos. -N�o, eu irei com Fell.

Fala s�rvio?

O que? N�o creio que n�o,

mas ficaria muito bem com ela.

Ela te far� entrar.

Mila?

L� tr�s, o que disse a Mila?

Perguntei a ela se tinha medo de ficar com o homem de olhos mortos.

-Por qu�? -Ela tem visto muitas mortes.

Seu marido foi assassinado diante dela quando seu beb� ainda estava em seu ventre.

Ela acha que Durrell � um assassino?

Sim. Nunca tinha visto a morte caminhando com a forma de um homem.

Dubrovnik.

De aqui se v� como ela sempre foi.

ROCCA: Agora viemos para libert�-la.

e quem a libertar� de n�s?

e quem nos libertar�

de n�s mesmos?

-Fa�amos o trabalho. -Sim.

Eu falo ingl�s.

Ah, sim?

� am�vel em tentar nos ajudar.

S� tentamos ajudar � n�s mesmos.

e a n�s n�o?

Algu�m sabe como?

Gosta dele?

O que importa?

Dever�amos voltar a atuar nesse cen�rio. Todos os guardas deram risadas.

V� at� a cozinha, garota, e comece a cozinhar.

Marko, Rocca, aproximem-se.

Rocca, preste muita aten��o.

Estes mapas mostram a constru��o do forte

e as mudan�as depois da ocupa��o nazista.

Das poss�veis entradas, o servi�o de intelig�ncia escolheu esta.

Esta?

� um rio subterr�neo, antes usado como sistema de esgotos.

Ainda flui debaixo da cidade,

mas n�o � mais usado.

Confio na intelig�ncia brit�nica,

mas, no final das contas, s� confio em mim mesmo.

Logo veremos.

Quer uvas?

O quartel general est� atr�s da pra�a.

A entrada do rio est� embaixo da guarda.

Aumentaram o n�mero de guardas nas �ltimas semanas.

Sabem que a invas�o � iminente, s� n�o sabem onde ser�.

Nossa tarefa � ainda mais dif�cil.

Recente?

N�o, os alem�es j� n�o marcam as tumbas.

Vem muita gente visitar?

N�o acredito, mas � f�cil averiguar.

Sim, senhor. E o coveiro?

Um velho que s� fala com os mortos.

Mas n�o nos delatar�.

Onde est� a guarni��o alem� mais pr�xima?

A 300 metros daqui, atr�s dessas paredes.

Teremos que trazer as ferramentas.

Tudo deve ser feito � m�o.

N�o podemos usar explosivos, s� se...

O qu�?

Bem, n�s veremos.

Vamos entrar aqui.

Eu pe�o o seu Perd�o.

Come�aremos a cavar aqui.

Certo.

Quanto falta para o meu turno?

Quinze minutos.

Se o pessoal de Monte Carlo pudessem me ver agora.

Voc� sabe que eu estou arriscando uma grande carreira?

Um dedo quebrado, uma unha infectada e pronto!

Umas semanas a mais, companheiro,

e ser� membro dos Gr�mios da alta sociedade.

O que est� acontecendo a� embaixo? O que aconteceu?

Vi um dos mais recentes defuntos.

Defuntos recentes? Do que esta falando?

N�o voltarei l� para baixo.

Rocca, o t�nel est� muito lento. S� nos restam 3 dias.

Entraremos a tempo.

Temos pouca margem de tempo. A miss�o n�o falhar�, voc� me ouviu?

-Cavaremos sem parar. -A toque de caixa.

E se nos descobrem l� fora � noite...

-Correremos o risco. -Correr� sem mim.

Far� o que eu lhe digo.

Eu trabalharei

E Svetlana tamb�m.

Quanto mais vai demorar?

Chega.

Quero fazer minha parte.

Disse que chega.

As vezes pode ser muito gentil.

Volte para a sua casa e v� alimentar o seu beb�.

V�.

Posso copi�-lo at� dormindo.

Bom garoto.

Prenderam Petar.

-Quando? -Eu os vi na rua,

depois de sair do cemit�rio.

Podemos confiar nele?

Sim.

Mas se o torturarem, quem sabe?

Devemos suspender a opera��o at� estarmos seguros.

E se Petar falar,

teremos que abandon�-la.

Abandon�-la?

Abandon�-la?

N�o abandonaremos a miss�o at� que n�s seis estejamos mortos!

Claro que n�o.

N�o morrerei para provar tua coragem.

O que te guia, Mace?

N�o � s� uma miss�o para voc�, � uma cruzada pessoal!

Agora, me escute voc�. Meu irm�o n�o perdeu a vida...

-Seu irm�o? -...para que um covarde...

O que aconteceu com seu irm�o?

Bem, eu lhes direi.

Eu estava � servi�o da intelig�ncia Balc�nica em 1942.

Meu irm�o era um oficial a meu comando.

O capturaram, e o levaram ao Forte Dubrovnik.

Que culpa voc� tem?

Eu queria uma certa informa��o interna.

E ele se entregou para consegui-la.

Torno a lhe perguntar.

Por que foi sua culpa?

Esperei demais para libert�-lo.

Assim que espera restituir sua honra, ter sua vingan�a

e sua reputa��o militar de volta?

Por que o destitu�ram do cargo, Comandante?

Sim, est� certo.

Me destitu�ram do meu cargo.

N�o pude...

N�o pude continuar por um tempo.

Esta miss�o e t�o sua, como nossa agora.

Concordo que � urgente.

Petar talvez queira ser leal, mas talvez n�o consiga.

Teu povo pode distra�-los?

Explodir um posto de guarda,

fazer algo que encubra o ru�do de uma explos�o na tumba?

-Faremos algo. -Devemos ir a tumba agora mesmo.

Quem sabe Scanlon possa abrir uma entrada pelo esgoto

sem chamar aten��o.

Algu�m deve levar os explosivos.

J� � quase hora do toque de recolher. N�o podemos estar nas ruas.

Eu irei

e levarei meu beb�.

Se me pararem, direi que ele esta doente.

N�o tem outro jeito?

N�o ha outro jeito mais r�pido.

O resto de n�s, iremos pelos telhados, mas levar� mais tempo.

De acordo.

Para quando chegarmos, Scanlon ter� posto os explosivos.

Bom, amigos, andando. R�pido.

Ele falou!

Se formos capturados, necessitaremos de algu�m do lado de fora.

Esperaremos.

Quando sa�rem, estaremos observando.

Sinto muito, mas o cheiro deste lugar come�a a me molestar.

Vai se acostumar.

� o cheiro da eternidade.

Amigo, n�o � de falar muito,

mas quando diz algo, N�o � muito engra�ado.

Fique quieto.

Silencio.

-Mila... -Fique quieto.

Continuem andando! Vamos!

Vamos!

-Toda a guarni��o nos procura. - Eu pude ouvi-los!

O que aconteceu?

Uma coisa muito ruim aconteceu, Rocca.

Durrell

matou o beb�.

Por que?

Te direi por qu�. Porque ele gosta disso.

Podemos seguir sem ele!

-Espere. -Calma!

Foi um acidente. Me entenderam?

Ela me contou tudo. O beb� come�ou � chorar.

Ele n�o pode evitar. Foi um acidente. Entenderam?

Mila.

Mila.

Agora deve ir.

Leve teu filho ao coveiro.

Ele se encarregar� de seu corpo.

N�s...

Rezaremos por sua doce alma

e por voc�.

Scanlon.

Pode explodir o caminho at� a pris�o?

Sim, mas h� a possibilidade de que desabe.

Quais s�o as chances?

50 por cento.

-Bom, vamos fazer. -Sim.

Eu falo com voc�s naquele que acredito que seja o seu idioma.

H� uma bateria de morteiros apontada para o esconderijo de voc�s.

Podem se renderem e ser considerados prisioneiros de guerra

segundo a conven��o de Genebra,

ou podem serem reduzidos � p�.

Trinta segundos para tomarem uma decis�o.

Est� louco? Vamos explodir nosso caminho para fora daqui.

Espere !

Ningu�m de n�s

sobreviver�amos ao sair por ali.

Por favor, se v�o se render,

saiam pela porta, um a um, e sem armas.

Nosso objetivo era entrar na pris�o.

Pelo menos, isso conseguimos.

Se sairmos daqui, nos matam um a um.

O que acha, Rocca?

Vamos.

Creio que dois homens inteligentes, que lutam em lados contr�rios,

podem confiar um no outro, por um momento.

Creio que n�o.

� uma das consequ�ncias da guerra.

Nos convertemos em inimigos por decreto geral de um dia para o outro.

N�o podemos esquecer o decreto geral?

N�o.

Estes uniformes decidem por n�s.

Ambos somos prisioneiros.

Sendo assim.

Vamos com calma.

Nome, cargo e n�mero de serie.

Meu nome � irrelevante.

N�o tenho cargo algum.

E o �ltimo n�mero com que me identificaram

foi 61235.

-Por que est� aqui? -Por duas raz�es.

Mas n�o posso dizer-lhe nenhuma das duas.

Seu vinho � excelente.

Se voc� persistir nesse tipo de atitude,

deverei recorrer � medidas mais duras.

Eu acredito em voc�.

Acho que n�o fui claro o bastante.

H� homens em meu comando que podem deixar um homem no inferno para sempre.

Creio que julgaram mal Petar Marasovic.

O que quer dizer?

Morreu antes de dizer todas as informa��es que queriam.

Petar Marasovic.

V�? Seu certificado de �bito.

Vir�o em seguida. O que temos agora?

Se tivesse os ingredientes certos explodiria essa porcaria.

Posso falsificar sua assinatura, e com algum equipamento, seu selo.

-Bom. -Ele � um pouco mais baixo,

mas os �culos ajudam. Farei essa parte.

Voc�s devem se sentir em casa. Para mim � algo raro.

Espero que estejam aproveitando dormir assim.

Amanh� come�aremos um outro tipo de interrogat�rio.

Em pouco tempo, alguns ou todos

tentar�o acabar com suas vidas.

Creio que o Comandante tem talento na arte de quebrar homens.

N�o podemos falar muito r�pido,

mas n�o h� porque suportarmos tudo o que ele tem para nos oferecer.

Precisamos de uma est�ria falsa.

Diremos que somos um grupo da intelig�ncia

que prepara uma invas�o nos Balc�s.

Amanh� come�ar� a press�o .

Bem, com qual nos divertiremos primeiro?

O baixinho?

O vaidoso?

O calado?

N�o nos esque�amos do pensador.

O que importa.

Todos ter�o sua oportunidade.

� uma promessa.

Atrav�s do tempo, o homem tem demonstrado grande habilidade

na arte de causar dor nos outros.

N�o tenho nada � dizer.

Falemos como homens razo�veis.

Reconhe�o em voc�, o porte e a disciplina de um oficial brit�nico.

Muito bem.

Sou o Major Richard Mace a servi�o de Sua Majestade, 343602.

Um come�o.

Um come�o, Major.

Sente-se, Major.

Um cigarro?

Por favor.

Como est� o caviar?

Melhorando.

� v�mito puro.

-Genial. -Genial?

Isto nos servir� como selo de goma.

Ent�o veio visitar a tumba de seu irm�o?

Sim.

Eu lhe mostrarei esta tumba.

O mar a rodeia.

Me lembro que seu irm�o era um ingl�s muito resistente.

N�o falou uma palavra desde que chegou

at� que se foi.

Creio que teremos mais �xito com voc�.

Bem, quem sabe? � o mais completo que j� vi.

O cara que construiu este lugar realmente usou a cabe�a.

Ele pensou que algum dia poderia tamb�m estar preso aqui,

porque se pode fugir daqui.

S� necessito de uma simples ferramenta,

que n�o tenho.

Um come�o, senhores.

Deixarei que o Major Mace os conven�a � cooperar um pouco mais.

Tenham um bom dia.

-Com cuidado, amigos. -Vamos por ali.

Toma.

Obrigado.

Santo Deus.

Por qu� n�o usou a falsa est�ria?

Por que?

N�o lhe disse nada.

S� quem eu era.

Quero que o Comandante saiba porque vai morrer.

Eu o encontrei.

Quadri.

Eu estava saindo do escrit�rio do Comandante,

e l� estava ele.

Onde?

No corredor entre a enfermaria e o pared�o para o mar.

e ali enterram os mortos.

Levam um morto da enfermaria

at� o pared�o para o mar?

Provavelmente.

Criaremos um corpo especial.

Sim, se n�o, seremos n�s a acabarmos como cad�veres.

� �bvio que o Capit�o Mace n�o � um homem muito persuasivo.

Nenhuma informa��o nos foi dada.

Creio que devemos experimentar mais.

Quem ser� desta vez?

N�o, n�o, hoje n�o.

Quem sabe resolva cooperar depois de ver como os outros ficaram.

Me parece...

Sim.

Becker!

Quanto pode aguentar?

Scanlon � t�o pequeno. Come�ava a gostar dele.

N�o goste muito de algo, voc� n�o suportaria v�-lo morrer.

N�o me venha com conselhos, assassino. Voc� destr�i tudo.

N�o sente a dor humana.

N�o sinta.

Voc� fazendo esse ru�do!

Pare.

Pare!

Rocca, que diabos � isso...?

Necessitamos de uma coordena��o precisa

ou falharemos.

Estou estando meus dedos uma vez por segundo. Isso se tornar� autom�tico.

Voc� come�a dizendo: ''101, 102, 103.''

Deve ser autom�tico, tamb�m.

Ser� seu rel�gio.

E todos devemos estar sincronizados para agir no momento exato.

Criem um tic de um segundo em todo seu corpo.

Pois lembrem-se que um estalo de dedos

pode salvar-lhes a vida.

Quero explicar minhas t�cnicas.

O Major Mace n�o disse muito, mas n�o quase nenhuma persuas�o.

O Irland�s contou uma est�ria com credibilidade depois que rompemos suas articula��es.

O pr�ximo experimentar� mais coisas

At� que eu esteja certo que obtive a verdade.

Voc�.

Desculpe.

Tudo bem.

N�o tocaram na m�o que uso para escrever.

Onde est� o selo?

N�o acreditava que aguentaria tanto.

Voc� foi bem, l� em cima.

Se lhes dermos tudo com facilidade,

v�o desconfiar.

Eles cobriram as feridas do Scanlon. Por que as suas n�o?

Eles aprenderam que os homens podem algumas vezes suportarem uma grande dor f�sica,

ent�o se quebram

diante de uma sutil d�vida em sua mente.

O medo da infec��o.

Est� quase pronto. Est� muito bom.

Bom trabalho, Fell.

Se tivesse algo para fazer uma picareta,

sair�amos daqui rapidinho.

Aqui. Esta � um folha de papel oficial que peguei do escrit�rio Comandante

enquanto buscavam �gua para me despertar.

Voc�.

Bom.

O que fizeram desta vez?

Nada.

Quando v�o nos executar?

-A todos menos voc�, eu suponho! -Basta !

J� disse, a tortura foi sutil.

Agora est�o plantando a semente da disc�rdia entre n�s.

Agrade�a-o. Voc� estava quase morto.

Vamos. Relaxem!

Haver� muito tempo para morrer depois.

O tempo � mais curto do que pensam.

Amanh� estaremos livres

ou mortos.

Escutem.

Come�aremos o �xodo com homens em tr�s pontos.

Me alegra ver que um de voc�s decidiu ser uma pessoa sensata.

Entre meus s�cios me conhecem como o amante, n�o como guerreiro.

Claro que quero que seus camaradas comprovem o que me disse.

Companheiros.

Mesmo assim, ter� que ficar um dia ou dois junto com eles.

E ser� melhor para eles que creiam que hoje n�o ser

um sujeito.

Voc� n�o quer dizer v�tima?

Um homem direto.

Gosto disso.

Diga-me.

Vejamos, desde o come�o.

Tudo come�ou no Cairo h� um m�s.

Guardas!

Podem me ouvir? H� um homem ferido!

Pelo amor de Deus, abram!

H� um homem ferido!

O plano era realizar uma invas�o nos Balc�s.

Seu companheiro, o calado,

tentou suicidar-se.

Cortou os pulsos,

profundo, mas n�o o suficiente.

Dev�amos estabelecer linhas de seguran�a,

alertar os guerrilheiros, sobre os campos minados e defesas.

� essencialmente o mesmo que me disseram seus companheiros.

Quero saber por que faziam um t�nel at� a fortaleza.

O que queria daqui?

� o centro de suas opera��es.

Quer�amos interceptar as linhas.

N�o � o bastante.

A verdade � muito maior que isso.

Sim.

A verdade �

que nunca saber�.

Est� a ponto de morrer.

General Quadri!

N�o temos tempo para explica��es.

Somos aliados e nos enviaram para lev�-lo at� os guerrilheiros.

Que querem de mim?

Silencio

e obedi�ncia imediata a nossas instru��es.

� uma armadilha.

Se vieram me matar, disparem.

N�o irei com voc�s.

Eu sinto, general Quadri. N�o h� tempo para convenc�-lo.

Alto!

Alto!

Me acertaram!

Estou ferido.

Continuem. Vamos!

- Fell! Vamos. -N�o consigo. V�o!

Durrell!

Por aqui!

-Alto, companhia ! -Alto, companhia !

Bom, vamos.

Estamos aqui em cima !

Aqui est�o!

Vamos, peguem as cordas.

-Estou bem. Vamos. -N�o. Morrer� sangrando.

Est� bem.

Est� bem, vamos.

Vamos.

Em marcha !

Durrell, o que pensa que est� fazendo?

Suba a colina.

Agora, fiquem bem a�, meus amigos,

e n�o se movam de sua toca nas rochas.

Ser� uma visita que n�o esquecer�o.

Scanlon lhes tr�s um presente Ser� uma grande surpresa

No se atrevam a moverem-se.

O que eu trago Abrir� os olhos

O que eu trago N�o se vende em barracas

Fiquem quietos.

Porque o que Lhes trago

Os explodira em...

Basta. N�o posso continuar.

N�o se renda.

Cruzaremos o rio e seguiremos rio abaixo. Vamos.

N�o, voc�s cruzem o rio.

Farei com que me sigam.

Vou ser um osso duro de roer.

Agora depende de voc�, Rocca. Est� no comando.

Ponha-se em marcha.

Vamos.

Rocca?

Vamos.

Onde est�o os outros?

Morreram.

Este homem n�o � o general Quadri.

Meus homens est�o morrendo por sua culpa, impostor.

Durrell!

Leve-o para dentro.

N�o podiam confiar no General,

mas precisavam dele para controlar as tropas,

assim que o mataram

o substitu�ram por um s�sia.

Por um momento, me enganou.

� quase id�ntico a ele.

Ent�o

nos matamos por um impostor.

Rocca, por que me deteve?

Para salvar o nosso amado general Quadri.

Por que deixar que nos detenham?

Por que?

O usaremos.

Terminaremos a miss�o de Mace.

Limpe seu rosto.

Queremos que se mostre bem.

Regressaremos a fortaleza.

O levaremos conosco.

O grande impostor agora tem trabalho.

N�o os ajudarei.

Voc�s sabem!

Conduzir� suas tropas para lutarem contra os alem�es,

ou meu amigo te matar�,

muito lentamente

e sentir� muita dor.

-Quadri! Quadri! -Quadri! Quadri!

Repararam quanto me querem?

Matem-me agora

e ver�o o que acontece.

Conduzirei meus homens a lutarem com os alem�es.

Se me matam por isso,

meus homens os matar�o.

E voc�s morrer�o em v�o, porque eles lutaram pelo seu general morto,

do lado dos alem�es.

-Quadri! Quadri! -Quadri! Quadri!

N�o, se pensarem que um alem�o o matou.

FIM

Tradu��o - tuc�o -friendsharePT.org Setembro de 2011

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