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Original subtitles

Era uma vez...

O acidente naquela noite o fez desej�-la...

Ele n�o podia dormir, comer e nem trabalhar.

Onde ela se escondia dele?

Como ela p�de esquecer daquela noite?

Ele n�o abriria m�o do seu destino,

e a procurou em todos os lugares.

Mas quando finalmente a encontrou, quase ficou louco...

...porque ela ia se casar com outro homem.

Ele prometeu a si mesmo que n�o desistiria.

Ela lembrou dele e da noite.

Ele tentou faz�-la sua esposa.

Mas quanto mais tentava, mais complicava tudo.

"Amanh� eu te amarei"

OBJETO MISTERIOSO AO MEIO-DIA

Sempre que for venerar Buda,

compre nossos incensos.

Lembrem-se da marca, "Chatra Lotus,"

com misturas de ervas tailandesas.

Livre de toxinas e...

olha o atum chegando, de Mar Glong...

Atum defumado e salgado...

Temos v�rios tipos de mariscos.

Molho de peixe para o seu cozido, tr�s garrafas por dez baht.

Molho de caranguejo-ferradura por doze baht.

Podemos ir al�m?

Temos lula desidratada e peixe vermelho.

Molho de peixe para o seu cozido, tr�s garrafas por dez baht.

Molho de caranguejo-ferradura por doze baht.

Atum defumado e salgado...

Olha o atum chegando...

Gentileza sua ter trazido essas garrafas.

Quantas garrafas para voc�, duas ou tr�s?

Tr�s garrafas por onze baht.

Eu n�o conseguia pilot�-los. Sempre vomitava.

Eu morei l� por tr�s meses, at� que meus pais chegaram.

Disseram que n�o podiam ficar...

porque s� comiam arroz glutinoso, e n�o arroz cozido.

Ent�o quiseram partir, mas n�o tinham dinheiro.

Est�vamos na casa do meu tio.

Eu o respeito muito.

Meu pai disse a ele: "N�o temos dinheiro para voltar de �nibus."

"Bem..." disse meu pai,

"Pode ficar com a minha filha em troca da passagem de �nibus."

Ent�o meu tio o pagou.

Foram 1,700 baht.

Eu n�o os conhecia.

� noite... no quarto,

eu acordava com meus tios conversando.

Ela dizia: "Eu gosto dela, � uma boa garota."

"mas como um pai pode vender sua filha?"

Eu nunca me esqueci disso.

Nunca esqueci o que o meu pai fez.

Ele n�o ligava para o que eu sentia.

Ent�o nunca mais fui para casa.

Eu fui t�o tola depois.

Vendi minha m�quina de costura, meu arroz, tudo...

e fui para Bangkok.

Tem mais hist�rias para nos contar?

Pode ser real ou n�o.

O que mais posse te dizer, real ou n�o...?

Qualquer hist�ria... de livros ou algo assim.

Um livro...?

Olha o atum chegando...

Digamos que havia uma casa.

L� havia um garoto deficiente...

e uma professora que vinha ensin�-lo todos os dias.

Ele nunca p�de ver o mundo exterior.

Ent�o ela trazia v�rias fotos para ele.

Ele estava feliz de poder estudar como os outros.

Seus pais contrataram um professor, mas nunca estavam em casa.

Mas alegro-me em v�-lo com um bom professor.

O que voc� faz no mundo hoje?

S�o todos iguais?

E esse aqui?

Seis baht?

� 60 ou 80?

Faz por 50?

J� � o menor pre�o.

"Meu cabelo ficou pronto," disse a professora.

"Essas simples coisas femininas"

Ele me perguntou se estava com medo. Eu n�o estava.

Ele disse que me mataria se eu n�o sa�sse.

"Mataria da pior maneira," ele disse.

Ent�o puxou meus cabelos e pisou no meu p�.

Levantou meu rosto e abriu meus olhos.

Ent�o jogou p� de pimenta nos meus olhos.

A professora tamb�m precisa cuidar do seu pai.

Como posso ler isso?

Papai, ou�a a m�dica.

Deve ser culpa do barbeiro.

Todos os meus amigos limpam as orelhas no mesmo barbeiro.

E est�o bem.

Voc� precisa de um aparelho auditivo.

Ent�o ouvir� bem melhor.

Quanto custa?

Por volta de 38,000 baht.

Parcelamos a instala��o. Pergunte na recep��o.

Preciso pensar sobre isso, ele n�o tem plano de sa�de.

Minha filha n�o gosta de mim, doutora.

Papai!

Sempre que ligo a TV nas not�cias ou m�sicas...

Mas � muito dinheiro.

Ela diz que est� muito alto.

Ou�a...

Eu explicarei para voc�.

Mas quando vai na igreja...

Ou�a... se n�o fizer algo, ir� piorar.

Mas a m�sica na igreja �... t�o alta.

Espere, estou tentando te explicar.

Se n�o usar o aparelho auditivo, os sintomas ir�o piorar.

E lembre-se: n�o tome nenhuma erva ou droga chinesa.

Pode continuar, tio.

Quando ela vai � igreja...

canta como uma louca.

� t�o alto, mas ela n�o se importa.

Eu me sinto mal.

S� quero relaxar vendo TV.

Irei receitar o mesmo medicamento.

E volte depois.

Ao menos veremos alguma melhora.

Por favor, seja paciente.

Devemos ir. Obrigada, doutora.

Cuidado com os degraus.

Doutora, voc� se importa?

D� uma olhada no meu pesco�o.

Apareceu uma linha... do nada.

Tem alergia a algo?

N�o?

Est� doendo?

S� um segundo.

- Nenhuma dor? - N�o

Mas a linha � t�o estranha.

Sim, est� bem vis�vel.

Usa algum colar?

Sim, mas uso desde a inf�ncia.

E n�o uso estou usando por enquanto.

N�o vejo outra raz�o al�m disso.

Parece que � al�rgica a algo.

Prescreverei um antial�rgico.

Ou pode comprar uma lo��o de calamina na farm�cia.

Use por uma semana. Se n�o melhorar, volte aqui.

E n�o use mais esse colar.

Mas acredito que me protege.

Bem, voc� que sabe.

Obrigada pela aten��o.

Aqui?

Atum por dez baht.

Enquanto estavam estudando,

a professora, que se chama Dogfahr,

Saiu para o banheiro.

De quantas garrafas precisa?

Tr�s garrafas por dez baht se trouxer as suas.

Para onde foram todos?

Eles se mudaram.

Esse � um peixe popular.

Quanto?

Oito baht cada, esse � um peixe Ao.

Tamb�m temos do pequeno.

Ela continua olhando para a carne seca.

60 baht. Quer molho de peixe?

- Que peixe � esse? - � chamado de "pescado."

- Pode comer? - � delicioso.

- Quanto? - Quinze baht um par.

Ent�o ele ficou desconfiado.

Por que a professora estava calada?

Ele entrou no quarto e a viu deitada no ch�o.

Provarei esse peixe hoje � noite.

Gosto muito desse peixe Ao.

Ele tentou...

Tentou abrir a porta.

Ele tentou desesperadamente ajud�-la.

Ele a arrastou para o quarto, na cama.

Ele...

Ele viu... um objeto saindo da saia dela.

Algo bem estranho.

Vov�? O que disse?

Eles vieram apenas com isso.

O objeto deve ser redondo.

Isso pode...

se transformar em uma crian�a?

Eu acho que n�o.

Sim?

Tudo o que quiser.

Esse objeto era como...

Parecia uma estrela.

Caiu do c�u e se transformou em um humano.

Habitava o corpo de um garoto.

Dentro de...

uma ou duas semanas, o garoto acordou.

Ele disse: "estou bem, estou bem."

"Eu estava sozinho"

"Podia prever tudo..."

"Conhe�o minha irm� e meu irm�o..."

"Mas agora sou apenas uma crian�a."

"N�o posso ficar com minha m�e, meu pai, nem com ningu�m."

"Ent�o eu morava nesse objeto voador."

Aquela crian�a...

Isso est� em ingl�s ou tailand�s?

O que � isso?

Quer comer o qu�?

O garoto era muito saud�vel.

Ele podia comer de tudo...

a qualquer hora.

Ele disse: "N�o sei onde meus pais est�o,"

"nem sei se est�o vivos."

"E n�o me importo."

"Estou completamente sozinho"

Papai, papai! Voc� sonhou com o qu�?

Perguntei: "Papai, pode me contar?"

Ele n�o queria me dizer...

que sua esposa falecida tinha o visitado � noite.

Por que est� fazendo isso?

Sobrou uma garrafa em minha casa.

Mais duas garrafas de cerveja que ningu�m quer.

"Voc�s devem pegar as cervejas."

"Eu n�o preciso."

O chefe da aldeia nos deu hoje de manh�.

N�o, � noite.

� noite ou ao meio-dia?

Quando levamos as laranjas para a festa?

� noite, eu acho.

N�o, foi ao meio-dia.

Certo, foi ao meio-dia.

Do que eu estava falando?

Muito bom!

Vamos l�!

Sem problema!

Voc�s s� querem me embebedar.

Isso n�o � legal.

Apenas engula!

Pode sair. Eu cuido disso.

Professora. Como saiu do arm�rio?

O que houve?

Saiu um garoto misterioso da sua saia.

E ele te botou no arm�rio.

Do que est� falando? N�o entendo.

Havia um garoto dessa altura.

Ele me disse para esperar aqui enquanto voc� estava no arm�rio.

Apenas sa� para comprar uma borracha.

Acabei de ver a tia que vende bananas fritas no port�o.

O garoto aleijado perdeu sua professora.

Da� o garoto misterioso se transformou na professora.

Ent�o...

Quando o deficiente viu...

Ele perdeu sua professora...

Aquela mulher n�o era a real professora.

Ela n�o era a verdadeira.

Queria muito ir para Bangkok.

para Bangkok.

Procurar um emprego.

Agora entendeu?

Vamos come�ar de novo.

Diga-me seu passado e eu direi o meu.

Voc� j� sabe minha hist�ria. N�o sei quem voc� �.

Sou como voc�. Na verdade temos a mesma idade.

Podemos ser amigos, certo?

Tenho outro aluno na cidade com a sua idade.

Ele mora no 22� andar. Tenho inclusive que v�-lo hoje.

Mas posso ficar aqui o dia todo.

Kom... como vai? Aqui � Peaw.

Sabia que ainda estou com aquela linha no pesco�o?

J� n�o sei o que fazer.

Na quarta-feira, achei uma linha parecida nas minhas costas.

Eram id�nticas.

Bem, espero que receba a mensagem...

e aproveite a viagem.

Quantos copos tem?

H� um trem para a volta?

Quer dividir a bebida?

"N�o tenho nenhum irm�o ou irm�," ele disse.

"Meus pais morreram. O que vou fazer?"

"Minhas pernas s�o in�teis."

Ent�o o garoto misterioso se transformou na professora.

O garoto deficiente perdeu sua professora.

Aquela n�o era a professora verdadeira.

Ela n�o era.

O vizinho subiu as escadas e viu a professora Dogfahr deitada no arm�rio.

Ele ajudou a tir�-la e a acordou.

Mas n�o sabia se era a professora verdadeira.

Minha hist�ria � desconexa.

Eu acabei de invent�-la.

- � isso. - Ent�o � isso?

Voc� entende?

Entende, Sra. Kluay?

Veja, o vizinho a tirou do arm�rio.

Ele acordou a verdadeira Dogfahr.

"N�o quer ir comigo?" Podemos cantar isso?

"Quer fugir comigo?" Sim?

"Voc� � a falsa professora."

"Como devemos fazer isso?"

Hoje � o meu dia de sorte.

Usarei meu truque no garoto deficiente.

Mal posso esperar.

Sou a falsa professora Dogfahr.

Farei o garoto acreditar em mim.

Lembra? Ela � na verdade o garoto misterioso.

Ah, que enxaqueca!

Eu estudava tranquilo. De repente haviam duas professoras.

Eu n�o sei o que fazer.

Ei, como sabe qual � a verdadeira?

Decida agora quem � quem.

Siga os seus instintos.

Meu garoto.

Como vai meu garoto? J� comeu alguma coisa?

Como vai? J� pegou algo?

N�o, minha professora nunca cuida de mim.

Nem um copo d'�gua.

Meu garoto, essa � a sua verdadeira professora

N�o se lembra de sua pr�pria professora?

� hora de se decidir.

Soube assim que voc� falou.

Essa � a falsa. Essa a verdadeira.

Estou contente.

N�s alde�es tamb�m reconhecemos o perverso.

Como se atreve nos enganar!

V� embora, n�o volte mais aqui.

V� embora.

Darei um tempo a eles.

At� verem meu pr�ximo plano.

Ela aprender� da pior forma.

O garoto misterioso est� furioso.

Ent�o ele se transforma em um gigante para matar Dogfahr como vingan�a.

Novamente, os vizinhos ajudam-na.

Ah, minha Dogfahr...

Sempre te observei e me apaixonei por voc�.

Minha inten��o � simples.

Quero proteg�-la. �s doce como uma cana-de-a��car.

Vamos para minha terra e se case comigo.

Vamos, meu amor.

Ent�o percebi que ele sempre quis a minha professora.

Sou apenas uma formiga tentando proteger a mangueira.

Esperarei at� que eu possa andar. Ent�o ele ver�.

Fim!

Por que o deficiente n�o se junta a n�s?

Estava preso na minha cadeira de rodas.

O que � isso?

Um vidro...

O vizinho decidiu arrecadar para curar o pesco�o de Dogfahr.

Em Bangkok pagam mais que isso.

Uma empresa de analg�sico ir� te patrocinar.

Quando est� em casa ele diz... "Oh, estou cansado."

Perguntei o motivo.

"Perdido," ele disse. Achei que fosse brincadeira.

"Sangrando," ele disse.

Eu estava feliz, achando que o seu oponente estava sangrando.

Ganha 500 baht por ponto?

� como um jogo.

Devia ao menos ter um roteiro.

E por que o garoto � deficiente?

Por que deficiente?

Acho que ele j� nasceu assim. Nem todos tem sorte.

Defeito na gesta��o.

Ou seus pais tentaram se livrar dele.

A m�e pode ter tomado algo para abortar.

- � poss�vel... - Sim?

- O diretor quer te ver. - Por qu�?

Para mover o seu carro.

Temos uma reuni�o?

D� um toque, certo?

Tudo bem.

At� mais tarde.

Quero a pr�xima cena como um flashback.

H� uma guerra como pano de fundo.

A mulher e o garoto sobem no avi�o.

Mas � abatido, e cai.

Ela morre, mas o garoto sobrevive.

Por isso ele ficou deficiente.

Est� bom?

Essa � sua esposa tailandesa?

A m�e dele � chinesa.

O avi�o caiu em Camboja, e n�o Vietn�.

Queremos saber... como o garoto sobreviveu?

Conte-nos do in�cio. Quem estava no local?

Eu estava com meu irm�o no aeroporto Buchetong, Camboja.

Voc� viu o avi�o cair?

Vi quando se aproximava da pista. Mas n�o era uma aterrissagem.

Mau tempo?

Mas a chuva tinha parado.

Podemos dizer que ele teve sorte, que algo o protegeu?

Uma cadeira talvez?

- Ele usava algo que dava poder? - Usava amuletos.

- Mesmo? - Um amuleto que eu dei,

e outro amuleto chin�s do seu tio.

Mas eles se foram.

- Ambos? - Sim.

Agrade�o aos tr�s convidados.

Que bom que ele est� bem.

Muito obrigado.

Tor�o para que vire um bom garoto.

At� a pr�xima quinta.

Por que est� fazendo isso tudo comigo?

N�o aguento mais.

Por que � t�o ego�sta?

Achava que �ramos parecidos.

Estou farto desse lugar. Quero ir para o outro mundo.

Adeus a todos.

- O que acha da minha professora? - N�o posso dizer.

Est� agindo como uma crian�a.

Nosso visitante se cansou de n�s e se foi.

Estou envergonhada.

Todos parecem estranhos ap�s o acidente a�reo.

Eu sinto muito.

N�o recebo nada para te ensinar.

Sempre te amei.

Seus pais me imploraram que viesse.

Est� aqui pelos meus pais?

Seus pais te amam muito.

Sou apenas uma professora.

Olhe para as outras crian�as.

Em tempos de guerra como esse, eles n�o s�o amados como voc�.

S� t�m uma refei��o por dia.

Minha fam�lia fugiu da guerra para morar em um templo indiano.

...e h� tr�s anos procuro a minha irm�.

Tudo bem. Depois conto essa hist�ria.

Voc� filmou?

� isso?

Ent�o acabou?

Vamos para casa.

Acabou, certo?

Espere, preciso filmar de novo a cena da boneca.

- Qual cena? - A que acabamos de filmar.

Quando acaba para eu ir embora?

N�o esque�a meu frango frito...

N�o precisamos dessa luz.

Ainda n�o terminei minha revista. Meu tempo � precioso.

Mas estava se escondendo e dormia no banheiro.

N�o est� funcionando.

Correrei para dar o dinheiro � vov� em casa.

E se n�o der?

A� ela me bate.

Ela quer dinheiro para uma nova "casa de esp�ritos".

O que � isso?

Arroz frito com milho.

Qual � o meu?

Venha ver a vov�.

N�o te vejo h� tempos.

Ela se parece com o tio...

ou seu bisav�.

Ela lembra seu tio... ou sua m�e.

H� outro peixe aqui. S�o dois.

...seis, sete, oito, nove.

Preciso cal�ar sand�lias?

Onde eles est�o?

Mam�e, sobrou um.

Quer brincar disso?

� um apontador de l�pis.

Lembra? Disse que colocou na bolsa?

O qu�? Um limpador de lentes?

N�o preciso disso. N�o uso �culos quando viajo.

Sabe que n�o fico bem com os �culos.

Voc� n�o foi espec�fica ontem.

Como limparei meus olhos agora? E se pegar uma infec��o?

Podemos comprar na cidade.

Como p�de esquecer?

Da pr�xima vez arrume suas pr�prias coisas.

Eu embalei sua escova de dente, sua pasta...

Voc� s� precisava ir � farm�cia.

Mas voc� ligou t�o tarde ontem... onze da noite.

Ent�o por que disse que compraria para mim?

O vizinho veio at� os dois garotos.

Deu doce a eles.

Eles agradeceram.

Perguntou se queriam ir a Bangkok.

Ele e Dogfahr pretendiam lev�-los.

Ent�o foram para Bangkok.

N�o vai dizer nada?

Dogfahr e o vizinho raptaram os garotos e levaram para almo�ar.

Essas coisas que os siameses fazem.

- Tentou no p�er? - Sim, j� est�o cheios.

Eu disse que n�o era o momento certo...

com essa economia fraca.

Com a economia assim, d� para usar uns garotos, certo?

Darei eles de gra�a, que acha disso?

Ajude-me.

Voc� est� no lugar errado.

V� para outro lugar.

Irm�o, ajude-me.

Quanto paga por eles?

Not�cias urgentes da Ag�ncia de Comunica��o.

Desculpe-nos interromper as not�cias do governo...

O governo tem uma not�cia urgente.

Para garantir a paz, o governo declarou que

s�o quase quatro anos para...

lembrar da bravura de nossas for�as armadas...

que se sacrificaram pela p�tria.

e por todas as for�as estrangeiras que resistiram aos ataques japoneses.

O governo declara oficialmente encerrada a Guerra do Pac�fico.

Pedimos que o nosso povo aprecie as boas a��es dos EUA.

Portanto, constitu�mos uma nova lei n.22 que diz:

Um: Honrem os americanos.

Um: Usem produtos americanos.

Tr�s: Ajudem a promover rela��es amig�veis,

enviando nossos jovens para estudar nos EUA.

Quatro: Os clubes noturnos devem privilegiar os homens americanos...

dando um desconto de 25%.

A partir de hoje, as leis supracitadas est�o valendo.

Mostraremos a for�a da Tail�ndia.

O povo se juntar� pela paz.

Vamos espalhar nossa liberdade...

Keng?

Iremos segurar essa liberdade em nossas m�os...

Vamos mostrar a for�a da Tail�ndia.

Nosso povo vive para a Paz.

Tailandeses, n�o importa de onde vieram...

s�o unidos pelo respeito ao pr�ximo.

Vamos celebrar nossa reputa��o...

pelo nosso pa�s e pelo nosso povo.

Dogfahr esperou l� por muito tempo.

Mas ele nunca apareceu.

Cantando!

Cantando.

Um homem que entrava os levou para um bar.

Ent�o a professora teve que trabalhar l� como cantora e dan�arina.

Ela cantava e dan�ava lindamente.

Os garotos trabalharam duro como gar�om e na cozinha.

Os garotos s� falavam entre si.

A professora se sentiu exclu�da por eles.

Os dois garotos conversavam muito.

Perceberam o que a professora sentia.

Ent�o tentaram confort�-la...

levando flores...

para fortalecer sua amizade durante esses tempos dif�ceis.

Aquela hist�ria de agora?

O garoto misterioso veio buscar flores para a professora.

Mas havia um tigre que queria devor�-lo.

Ent�o ele matou o tigre.

A professora achou que estivesse segura.

O garoto misterioso � um alien�gena...

A professora disse que as flores n�o eram suficientes.

Ent�o o garoto alien�gena disse para ela mesma ir buscar as flores.

Ent�o ela foi pelas flores. Mas havia outro tigre...

Que atacou e a devorou.

Oh, a professora morreu?

E depois?

O seu namorado...

O seu namorado...

O seu namorado descobriu.

Seu namorado, que era o deficiente, quis se vingar.

Mas n�o p�de fazer nada.

Ele tamb�m sabia que o outro garoto era um alien�gena.

"Por que est� parado a� sem nos ajudar?"

O que os garotos far�o em seguida?

- Voc� est� na minha frente. - Eles lutaram.

O alien�gena encurralou o deficiente e o matou.

Ele o esfaqueou v�rias vezes.

Depois enterrou o deficiente.

N�o, ele foi cremado.

Ent�o ele o cremou.

� o fim.

Ele tem uma ideia.

O alien�gena...

O deficiente queria se vingar do alien�gena.

Ent�o veio um bom alien�gena para a Terra...

e usou seus poderes...

Usou seus poderes para curar suas pernas.

Tamb�m deu a ele uma espada m�gica para lutar contra o alien�gena.

Ent�o o garoto alien�gena foi finalmente derrotado.

N�o vai continuar?

E voc�?

- Ela quer continuar a hist�ria! - N�o!

O Tigre Bruxa.

E o Tigre Bruxa?

Posso contar uma hist�ria do Tigre Bruxa?

Conte, � engra�ado.

- Mas eu n�o lembro! - Diga qualquer coisa.

Ent�o por que voc� n�o diz?

S� conhe�o a do Tigre Bruxa.

- Essa � boa. - Eu n�o sei.

Eu tamb�m n�o sei.

Pode dizer qualquer coisa, certo?

Era uma vez...

Um tio contou �s crian�as uma hist�ria sobre o Tigre Bruxa.

Ele disse que havia tantas florestas preservadas.

Um deles vivia com o seu sobrinho.

Ele queria que o garoto...

O tio mandou o garoto colher frutinhas.

Quando ele estava colhendo, avistou uma mulher.

Ela sentou-se embaixo da �rvore, penteando o cabelo.

O garoto conversou com ela.

A mulher se transformou em um tigre, o Tigre Bruxa.

Ela o perseguiu. Ele gritava por ajuda.

O tio ouviu o garoto enquanto o esperava.

Ent�o pegou a sua arma quando viu o Tigre Bruxa.

Ele atirou nele. Fez um estrondo.

Ent�o o tigre... morreu.

N�o, ele voou para longe.

O tigre voou de volta para a floresta.

A hist�ria do Objeto Misterioso e Dogfahr tem sido contada e atuada

pelos alde�es siameses do norte ao sul, e acabou em dezembro de 1998.

Ao meio-dia.

Crian�as!

Lavem as m�os e venham para casa almo�ar.

Legenda e Tradu��o PT-BR: gooz makingoff.org

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