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Talvez uma permanente. O que acha?
- N�o acho nada. - Gostaria muito de uma permanente.
Permanente e tintura, certo?
- Gostaria muito de uma permanente. - Vou lhe mostrar uma coisa. Espere.
Na semana passada, uma cliente fez tintura, cachos e reflexos.
Eu avisei, mas, ela n�o me escutou. Eis o que lhe proponho:
simplesmente que confie em mim e faremos algo bonito.
E voc� ficar� muito contente. Pode acreditar.
Amabilidade e bom humor, assim deve ser a vida.
Eu tinha um vizinho que tinha tudo.
Linda casa, um trabalho �timo, uma mulher bonita, filhos amorosos.
E o cara era um porre e sempre de mau humor.
�s vezes, ter tanta sorte n�o serve para nada.
Eu n�o tenho essa sorte e sou muito simp�tica? N�o �? Ent�o...
Agora vem a �gua.
- A temperatura est� boa? - Hum... Tenho problema com v�rtebras.
As cervicais, n�?
- � por isso que tem rosto cansado. - Isso � um inferno.
O inferno � relativo.
Quer que eu lhe conte o que tenho?
Esclerose m�ltipla. Soube recentemente.
Isso vem devagar e modifica todo meu sistema.
Quando estou com azar, a dor n�o se vai. Mas o que vou fazer? Deprimir-me?
Talvez eu tenha sorte e renas�a como o p�ssaro das cinzas.
Podemos ver as coisas de maneiras diferentes.
Perdi muito nos �ltimos anos. Praticamente tudo.
Ainda assim, sinto-me bem.
�s vezes, melhor do que antes. N�o � engra�ado? Como Hans, em "Gluck".
- Ent�o, o que voc� perdeu? - Quer saber realmente?
Sim, n�s duas precisamos de um momentinho, hein?
Minha �ltima namorada estava sempre se queixando de mim.
Sim, era magra e desportista, mas agora vem o melhor...
A primeira vez que visitei os pais dela, gente elegante,
na cozinha havia aqueles banquinhos, com as pernas finas, como f�sforos.
- Posso imaginar o resto. - Exatamente. Pimba. J� era.
Depois, foi amor � primeira vista.
Avancei depressa demais, n�?
- Era a primeira vez que estava l�? - Sim, h� muito n�o voltava a Berlim.
- Fui h� muito tempo. - Tamb�m notei isso.
- N�o passo desapercebida. - Posso lev�-la?
Algu�m tem que ralar muito tempo para ter um desses.
Bem, porque...
- Mas n�s dois fazemos um bom par. - Mas n�o juntos, em seu carro.
- Sou muito gordo para voc�, n�? - Gordo?
H� algu�m gordo aqui?
Bem, s� vejo um homem com formas.
Beijos!
Desculpa. Poderia abrir-me o z�per?
N�o consigo e em minha casa todos est�o dormindo.
Poxa! Oh!
Mandamos o pedido ou primeiro descansamos?
Ent�o temos que come�ar agora mesmo. Voc� tem que aplicar ativamente.
Logo, utilizando o benef�cio e o aluguel...
Voc� deve digitar o seu rendimento e extras, por favor.
Por isso n�s j� o transferimos.
Falta a aprova��o de mudan�a Centro de Trabalho.
- A aprova��o? - Sim. Voc� n�o pode mudar-se simplesmente.
Como assim? Eu cresci aqui.
De acordo com o n.� 2 do Livro II
Precisa do testemunho anterior da institui��o competente.
Ele ser� concedido se mudan�a exigir e os custos forem razo�veis.
Tive que sair com pressa. N�o tive tempo de pensar.
- Exatamente. - Eu me separei.
- Posso fazer sem consentimento? - Voc� pediu o div�rcio?
- E a menina? - Vive comigo.
Eu tinha algo ali. Cabeleireiro Krieger, em Eastgate. Tem interesse.
- Claro, me d� comich�o nos dedos s� em ver seu cabelo. - Por qu�?
O cabelo grisalho fortalece o car�ter, mas lamentavelmente s� nos homens.
Bom dia.
- Pequena?
Ol�.
Ol�, Oh!
- Ol�. - Ela � Patsy.
Meninas, gostam de desfiles de moda?
- Mam�e, temos muito para fazer. - Ei, venham.
Olhem.
Esperem. N�o. Tudo estava muito barato.
Aqui, olhe, n�o � um doce? � para voc�.
R�pido. Hoje coloquei as cal�as ajustadas. Vamos, s� uma provadinha r�pida.
D�-me uma alegria. Voc� est� sempre com as camisas velhas de seu pai.
Este � o �ltimo grito da moda. Est� bem, o pen�ltimo.
Sra. Krieger?
- Sra. K�nig? Bom dia. Sim... - Kathi K�nig, falamos por telefone.
- O melhor sal�o. Est� no auge, n�o? - N�o podemos nos queixar.
- Alegro-me por voc�. E por mim, claro. - Sim.
Os documentos. Aqui.
Meus documentos. Do jardim de inf�ncia. N�o, isso n�o � verdade.
Este � meu relat�rio final. Certificado de ensino e escola profissional.
Se precisar de algo mais... Mas disse que era s� pro forma.
- Por qu�? Aconteceu alguma coisa? - Sim, alguma coisa mudou.
- Foi � bancarrota? - N�o, n�o nesse sentido.
Bem, quero come�ar com urg�ncia. Vou defender com unhas e dentes.
- Por favor. - Sim.
�ia!
- Posso ser franca? - Claro, naturalmente.
- N�o posso contrat�-la. - Por que n�o?
Aqui, eu tenho o meu trabalho.
Posso cortar, tingir, pentear, os looks essenciais para outono e inverno.
Como posso lhe dizer? Em nossa profiss�o, cabeleireiro,
- somos esteticistas. - Sim.
E voc�...
n�o � est�tica.
Devido � roupa de trabalho, ao jaleco, j� pensei em algo.
Posso ajustar para mim. Assim, me cair� bem.
N�o tem a ver com o jaleco.
Adeus. Obrigada por ter vindo.
At� logo.
Ai!
Oh, n�o! Poxa!
Voc� tamb�m me enxerga gorda e antiest�tica?
N�o.
- Ol�, Patsy. - Ol�.
- Vamos tomar alguma coisa? - Vou me mudar. Beijos, mam�e.
- Voc� ainda n�o viu nada! Ol�, Patsy. - Ol�.
- Aonde v�o? - Ao concerto. - Sair�o assim?
Sim... eu poderia arrum�-las um pouco.
- Como se chama a banda? - Without Wax.
- Como? - Without Wax.
- Julia deu-me o ingresso. - O dinheiro � do papai.
Sim.
Sim, eu tamb�m, antes, ia sempre aos concertos.
Springsteen, U2, Madonna... Fui a todos.
- Da Nena, conheci seu pai. - Eu j� sei, mam�e.
Deixe-me falar. Ent�o...
Isso foi em Waldb�hne. Na minha frente, o cara era como um arm�rio.
N�o vi mais nada. Eu reclamei e...
Ele simplesmente colocou-me no ombro. E sim, antes dava para fazer isso.
E se n�o me engano, havia colocado a mesma camisa.
Escutem, meninas, eu poderia ir com voc�s.
Faz tanto tempo que n�o vou a um concerto. Fa�am como se n�o me conhecessem.
S� digam que fa�o parte do coro.
Enquanto a sra. Gorda estiver cantando, a �pera n�o terminou.
E sim, n�o se preocupe.
Bom dia.
Sim, posso ajudar?
- Queria falar com a sra. Krieger. - E o que lhe digo?
Que n�o sou Miss Universo, mas que posso trabalhar como um cavalo.
E isto eu posso demonstrar.
- Diga-lhe simplesmente que a gorda voltou. - Com prazer. Mas acho que ela n�o tem tempo.
Bom dia. Rey. Kathi King como o rei.
- Eu tenho uma pergunta. - Isso � muito ruim.
A ordem deve sair, n�o tenho problemas com a pol�cia.
Esta � a palavra chave. Trata-se da regi�o de Asia-Imbiss.
Talvez eles fritaram ratos. N�o importa. Tenho uma ideia,
- o que poderia fazer ali? - Asi�tico ou italiano?
N�o, n�o, um sal�o.
Cabeleireiro, frituras, n�o!
Quando eu era menina, vivia com o nariz colado nos vidros dos cabeleireiros.
Sempre olhava quando uma mulher sa�a renovada de l�
- radiante como uma rainha. - Temos um cabeleireiro.
Quer saber quanto sou boa? Coincidentemente, tenho meu equipamento comigo.
Tamb�m tenho uma ideia para seu cabelo. Um super corte. Fransen.
Pegarei seus dados. Traga-me rapidamente os documentos necess�rios:
ideia de neg�cio, avalia��o de mercado, plano financeiro,
- um m�s de aluguel, mais um dep�sito. - Quanto �?
- 2.500 marcos. - Feito.
Isso eu fa�o.
Ol�.
- Saiu para uma grande volta. - Estava com Patsy, no ingl�s.
- E ent�o? - Tudo bem.
Sempre me conta t�o pouco.
- Adaptou-se bem? - Sim.
Poder�amos tomar caf� da manh� juntas novamente.
Sabe, pequena? Quero ser capitalista.
Sei.
Sim, de verdade. Quero ser independente.
Realmente, com meu pr�prio sal�o. O que pensa?
- Acha que conseguirei. - Claro. Onde est� o telefone?
O telefone. Telefone, quak, quak.
Escute, pequena. Venha.
Sei que as coisas entre n�s duas n�o est� muito bem, mas...
Quero dizer, como antes, com casa pr�pria, jardim, autom�vel, tais.
Mas isso ainda n�o posso e deve esperar um pouco.
Mas ent�o, o que quer? Mesada maior?
- Aqui. - Obrigada.
Sim? Pois pegue. 2,700 como hav�amos combinado. 2,700.
Obrigado. At� a pr�xima, tenho que viajar brevemente.
Que as empresas solicitaram, verifica��o por amostragem aleat�ria?
Se quiser aumentar sua ALG 1 e ALG 2, pode solicitar.
- Que quantidade de ALG 1... - N�o recebeu nada? Inspecionarei.
Um momento.
- J� lhe digo que esses n�o s�o os tempos. - Por qu�? O cabelo sempre cresce.
Est� bem. Aqui est� o dinheiro solicitado.
V� at� uma consultoria.
Eles a ajudar�o com o Marketing, o Capital e o Financiamento.
- Como acha que est�? - Onde o fez?
No da Krieger.
Sabe quantos cabeleireiros abriram aqui e quebraram?
Seria uma cabeleireira em domic�lio?
Poderia ir a asilos e fazer lhes umas mechas azuis.
- Cobraria um monde de propina. Isso seria muito inteligente.
Mas eu n�o quero ser uma cabeleireira em domic�lio. Quero meu pr�prio sal�o.
Ao menos diga: Estilista. Assim n�o soa t�o subdesenvolvido.
Sim, e?
- - Antes de qualquer coisa, muito bom dia. - Sim, sim, por favor.
Gostaria de sugerir-lhe com gosto como fazer um neg�cio.
Comigo poderia ganhar muito dinheiro. Isto todo mundo quer.
Tamb�m um cr�dito.
Poxa, esta merda na sala de estar.
Agora voc� vai me escutar,
Amiguinho.
Ol�, Micha. Eu!
Quem mais? Pergunto-me por que sempre tenho que passar as camisas.
N�o deve ter mais nada para usar. Todas suas roupas est�o aqui.
N�o, n�o. Este n�o foi o motivo de minha liga��o.
Quero lhe dizer um segredo. Voc� tem piolhos no ouvido.
O qu�? Pulga � a mesma coisa.
Basta, docinho, de sussurrar ao telefone e deixe de esconder seu dinheiro.
Visite-a, quem sabe tem mais e pode dar lhe suas camisas de merda.
Bom, foi bom falar com voc�.
E o que lhe desejo, j� pode imaginar. At� logo..
- Oi, pequena. Como foi na escola? - Por onde tem andado?
Eu? No banco. Atr�s de cr�dito. Estive t�o perto.
- Ainda precisa do telefone? - Ainda preciso de...
- ver a rentabilidade... - Voc� quem escreveu isso?
N�o � ci�ncia alguma.
Voc� tem que dividir o capital total.
- Com quem falava ao telefone? - N�o o conhece.
Portanto, essas notas dizem "Expos�".
Suas op��es financeiras, or�amento, receitas e despesas, fluxo de caixa.
Quando voc� come�ar a ter lucros, esse � o ponto de equil�brio.
Oh, merda.
Um excelente bom dia.
Sim?
- N�o. Assim n�o d�. - O qu�? - Voc� � sempre t�o antip�tico.
Sairei novamente, entrarei e direi "Bom dia!"
- Muito bom dia! - Bom dia.
Bem, agora sim.
Rec�m penteada.
V� at� o KWF, eles s�o microcr�ditos. A �nica coisa � que demoram um pouco.
- Quanto? - Seis meses.
N�o, n�o tenho tanto tempo.
- Realmente, n�o tenho tanto tempo. - Entretanto, h� uma possibilidade.
- Voc� � casada? - N�o, apesar de tudo.
- Foi uma brincadeira. Sim, sou casada. - Em que trabalha seu marido?
Talvez voc� possa responder.
Se eu fosse homem, voc� me perguntaria a que se dedica minha esposa?
Imbecil.
- Oh! Tamb�m � uma empres�ria livre? - Exato, uma empres�ria em queda livre.
- O que quer fazer? - Beber algo?
- S�rio? N�o parece. - N�o! Quero dizer, depois de umas cervejas.
Sou cabeleireira. Mas minha idade diz que as bebidas s�o reais em Marzeles.
Um coveiro tamb�m � real, mas o homem quer isso?
Kathi, tamb�m cabeleireira. Procuro cr�dito para come�ar meu pr�prio sal�o.
Precisa de pias, secadores? Ficaram algumas coisas, depois da fal�ncia.
Mesmo? Levo com muito gosto.
Diga-me, tem um segundinho? Tenho uma ideia.
- Como se chama? - Silke.
Muito bom dia! Somos cabeleireiras m�veis.
Escutaram? Todos podem me escutar aqui?
- Muito bem. Sou a Kathi. - Silke.
Exatamente. O chefe disse que aqui h� uma grande demanda.
Posso ver. N�o queremos ser monstros peludos.
Aqui e ali pode-se dar uma pequena ajuda.
- Qual o seu nome? - Emil Hendrich.
- De que gostaria a senhora... - Peters.
- J� pensou em alguma coisa. - Sempre fiz permanente. Sou grisalha.
- Nunca teve vontade de fazer outra coisa? - N�o. Permanente e cor cinza prata.
O problema � que a permanente estraga o cabelo.
E o cinza prata se transformar� em lil�s, como o da Margot Honecker.
- Margot Honecker? - Nada pessoal.
Quero permanente e cinza prata. Voc� conhece a Nena?
Tamb�m � uma velha como a Honecker?
N�o, � cantora. Por�m seu cabelo n�o anda bom,
- mas com esse corte... - Iremos mud�-lo. Certo, sr. Hendrich?
Est� bem.
- Ent�o, voc� mant�m seus cachos. - Quanto � Margot Honecker,
- uma vez em penteei Willy Brandt. - N�o!
Sim, no curso. No cabeleireiro do Hotel Metropol.
O chefe havia sa�do, entre, vov�. Ordens do chefe.
Eu o examinei, 3 fios em 12 fileiras. Pensei: Fa�a alguma coisa.
Em 5 minutos, j� estava penteado. Ele disse: O qu�? J� terminou?
Pouco depois o chefe: J� terminou? E eu: Atendi o vov� bem r�pido.
Ele: Av�? N�o sabe quem �? Willy Brandt!
Muito tarde, eu pensei: Quando voc� vai terminar este?
Como voc�, com a hist�ria de Brandt. Que tarde agrad�vel passamos ali.
Isso foi verdade. Com Willy.
Verdade. Depois veio a pol�cia secreta. Tive que escrever um informe.
"O que lhe disse Willy Brandt?" E eu: O que � isso?
"Um corte de cabelo, por favor". O que acha que ele queria de mim?
Discutir sobre pol�tica? Tamb�m tem boas ideias.
Era um trabalho de merda, mas tanta grana, e todos os bares sobre a Krallet Hallo?
- Somente eu sou assim t�o descarada. - S� tem que ser simp�tica.
Mas devido ao seu trabalho, deve mudar. Eu s� lhe digo:
- Permanente, grisalho prata. Ol�! - Ainda lhe devo um corte de poodle.
- Sex on the Beach. - E voc�? Coca-Cola light?
Amiguinho, isso � servi�o? Dois Sex on the Beach!
- Boa noite, senhoras. - Ah, ol�, Klaus.
Que bom v�-la novamente. Achei que ficaria sozinha. O que bebem?
- J� pedimos. - Essa rodada � minha.
- Da velha escola? - Claro.
Para mim, uma Pils, por favor.
Imediatamente, s� tenho que...
Bem...
Nos vemos logo.
- Ele � um doce. - Gostaria de ficar com ele?
S� porque estou gorda n�o tenho que olhar s� para os gordos.
- Eu olho para os grandes e magros. - � mesmo?
Meu Michel, era todo o meu tipo. Para com�-lo. Meu ex.
Bom amante, ainda que ap�s 20 anos. Poderia empacot�-lo.
Ainda h� algo?
No �ltimo Natal, estava parado em frente � porta. Meu melhor amigo. Com Sack e Pack.
Depois da separa��o, penso e desejo que ele obtenha o que queira.
E voc�? Sempre tenho o que quero. Faz mais de um ano.
E eu, vaca est�pida...
Oh, poxa! A vida � muito porca.
N�o deixa nada de fora.
Tenho uma teoria. Quer escut�-la?
H� inala��es e exala��es.
Inaladores s�o engolidos inteiros. Eles nunca dizem Eu n�o dou mais!
Caem matando a qualquer momentos. Os exalantes queixam-se todos os dias.
Conseguem tudo com tranquilidade.
Uma lavagem de cabe�a, por favor.
Ah, sr. Hendrich, estou muito estressada.
Kathi o lavar�. Ela o alegrar�.
Por�m, a �ltima vez deu certo.
Repare, o sr. Hendrich j� est� feliz. Venha.
Assim.
Uma lavagem de cabe�a e pronto? Fiquei curiosa.
Sou o cl�ssico exalante e voc� o cl�ssico inalador.
Por isso, nos damos bem juntos.
O qu�?
Eu sou um inalador? Isto n�o � verdade.
- A temperatura est� boa assim? - Sim.
seis... oito...
- Dez... - Voc� n�o � um exalante.
- Tenha cuidado, n�o v� virar. - Sim, bem.
Pode ser que eu inale mais.
Inclusive, tenho problemas com o peso. Preciso reter mais o f�lego.
- Mas n�o caio t�o r�pido. - Se voc� o diz.
Repare.
- Com o verde, o castanho cai bem. - Reconhece este vestido.
Foi da� que tirei o modelo do meu vestido. Mas agora quero um vermelho.
O ruivo est� fora de moda. Fa�a castanho, pelo menos combinar�.
- Ol�! - Pequena, ah... ahm...
Silke, colega. J�lia, filha.
- Bom dia. - Voc�s est�o quebradas.
Isso � rid�culo. Primeiro, n�o entra em contato h� muito tempo
- e depois, n�o completa a soma. - 2 semanas, j� era tempo.
2 semanas � um meio termo. - E o que � apropriado?
Havia muitos candidatos que pagaram aluguel e dep�sito maiores.
Meu conceito. Leia-o com tranquilidade. N�o vou dizer mais nada.
Voc� prometeu colocar o dinheiro na mesa amanh�.
Por favor.
Amanh�. �s 10 horas.
O que querem que lhes diga? Eu tamb�m quero ser capitalista.
O problema � que estou sempre queimado.
Sempre estou completamente queimado neste mundo.
N�o importa. Sou m�gico. � muito f�cil. Posso provar isto tamb�m.
Peguem uma folha de m�e natureza. Elas se parecem exatamente iguais.
Aqui tenho um peda�o de folha e a enrolo.
Assim, um pouco da natureza comprimida.
E desta natureza comprimida, um pouco de energia de Eastgate.
Poderia fazer uma pequena convers�o e fazer um "Fuffi" dela.
N�o melhor ainda, produzir "Hunni".
E eu iria compr�-los de voc�s, com muito gosto. O "Hunni".
Quem, de todas as jovenzinhas, voc�, por exemplo,
- se deixaria levitar por mim? - Eu. Espere. Voc� faria comigo?
N�o h� problema, eu o faria.
� um pouco baixa para isso. Mas n�o tem problema.
Posso pedir um pequeno aplauso? Deite sobre a mesa. Isso mesmo.
O que sente, pequena? Maravilhoso?
Agora olhe profundamente em meus olhos. Para este truque tenho que hipnotizar.
Olhe profundamente em meus olhos. Maravilhoso.
Um pouco mais de energia, coloque os p�s para frente.
Simplesmente maravilho. Aqui est� Kathi levitando.
J� est� pronto, sr. Hendrich, hoje n�o tenho muito tempo.
- Mas... - Assim, pode ir levantando-se devagar.
Por favor, deixe-me passar.
O pr�ximo, por favor.
- Ficou claro? - Eh! Chega. Quem � agora?
Eh! Senhora Peters.
Bom, senhora Peters. Como sempre? Permanente e cinza prata?
- N�o, hoje, n�o. - Est� bem. Ent�o sem o cinza prata.
- Hoje � meu anivers�rio. - � mesmo? Parab�ns.
- Boa sorte e que conserve a sa�de. - S� lavar e secar?
- N�o. - Ent�o, o qu�? - N�o quero morrer como uma tonta.
Fa�a-me o que pensava em me fazer da outra vez.
- Agora? - Bem...
Como a cantora, a Tina.
Tina?
Sim, n�o a conhe�o. Mas deixarei que voc� me surpreenda.
Senhora Peters.
Senhora Peters! N�o sabe a alegria que me d�, com isso!
Alegro-me muito.
Prometo-lhe que nunca ir� se esquecer deste anivers�rio.
Menina, colocamos a sombra. Isto vai resultar em algo muito lindo.
Bom, bom. Com cuidado.
- Sim. Assim est� bem. - Obrigada.
Bem, 20 minutos e logo farei novamente.
Bom, sra. Peters.
Senhora Peters?
Senhora Peters?
Senhora Peters!
Merda.
Poxa! Como criminosas.
- Quando quiser, posso falar com seu marido. - Posso falar sozinha.
N�o deixe crescer as c�s.
Bom, venham. O que fazemos com essas coisas?
- S�o minhas. - V� l�. Sim, bom. Vamos, vamos!
Vamos, vamos. J� temos seus dados pessoais.
Esperem uma cita��o. Devem dizer tudo no Protocolo.
- O qu�? Como fazer um corte de cabelo? - N�o, como a senhora chegou a morrer.
O penteado n�o tem nada a ver com isso. Ela n�o voltou a ver mais.
- Eu disse que n�o t�nhamos tempo. - Eu n�o escutei.
Mam�e?
Pequena? E Patsy? Que lindo que voc� outra vez... Sim, isso...
Os senhores foram muito am�veis, em trazer-me at� minha casa.
Suba agora mesmo. Eu vou em seguida.
- Temos que fazer um protocolo para tudo. - Cara.
- Isso foi um favor que fizemos aos velhos - Pra que consiga o dinheiro por baixo do pano.
Voc� o diz com tanta �nfase, que n�o posso discordar.
- O que acontecer� agora com isso? - Foram confiscados. Vamos.
- At� logo. - At� logo, sr. Oberf�rster.
Pequena, estou preparando o desjejum.
J�lia?
Bom.
Agora est� certo.
Obrigada.
- Ent�o derrube-a. - Sim.
- Como vai? - Gente ruim sempre vai bem.
- Aqui, para voc�. - Pode comprar?
- Estou esgotada. Posso entrar? Tenho novas. - N�o.
- Meus sogros est�o aqui. - Bem, de cora��o, boa sorte.
- Imagine que consegui o neg�cio. - Como?
- J� paguei o dep�sito. - De onde tirou o dinheiro.
- Ah, sim, eu tinha uma reserva. - � mesmo?
- N�o me coloque em fria. - N�o, � tudo legal.
Podemos come�ar trazendo seus lavat�rios e os secadores.
- Vai ser minha s�cia. - Sempre com um p� dentro da cadeia.
Voc� s� tem grandes ideias.
Ent�o, t�! Fique a�, amarga, entre suas latas de cerveja.
Que mais?
- N�o queria coloc�-la em fria. - Est� bem.
J� disse que est� bem.
- � verdade que seus sogros est�o a�? - Sim, est�o. De verdade.
- Os caras da enfermaria. - Eles me levantaram.
Est� tudo bem, n�o aconteceu nada. Eu ca�.
Oh, n�o! N�o h� d�vida.
- Podem fazer isso? - Se podem.
- Como consigo meu pr�prio dinheiro? - Eu sei.
- Isso eu posso imaginar. - Bem, sozinha n�o consegue.
Posso perguntar como se faz?
Pode.
A primeira parte foi r�pido.
J�lia?
Ol�! Ol�!
Venha, tio Joe est� aqui.
Venham, venham, meninos.
E venham logo. Venham.
Vamos. Onde est� Tien? Tien! Tien!
Vamos, Alla. Voc� vai no pr�ximo. 10 pessoas. Aqui dentro. 10.
10 nesse carro e 10 ali dentro. Vamos.
R�pido, r�pido meninos, r�pido. R�pido e em sil�ncio.
Ol�? Sim o arroz est� cozinhando. Sim.
12 saias e 8 cal�as. E o pastel tamb�m est�.
Sim. Bem, tudo vai muito r�pido.
Tudo certo. Bem. R�pido, r�pido!
Vamos.
- O que aconteceu? - O motor pifou.
O qu�?
Motor. Pifou.
E empurrem.
O cavalo est� coxo.
Bem, o de dentro. O motor. O cavalo do motor.
Bem, Plano B. Saiam. Vamos, r�pido, r�pido. Fora, fora!
Voltem ao bosque. Esperem at� que eu volto.
- Voltarei a v�-lo Joe? - Bem.
Ei, temos problemas com a pol�cia. Onde est� o arroz.
- L� no bar. - Diga-me, est� louca? Ei!
A�!
Muito bom dia! Bom dia. T�o cedo e j� em p�?
- Claro. - Aonde vai t�o cedo?
- Jornal. - Isso � bom.
Jornal pela manh�, reparte a dor e a preocupa��o.
- Exatamente. Tenha um bom dia. - Igualmente.
No quarto, n�o! Na sala de estar!
Onde estava?
- Sim, tenho que armazenar a mercadoria! - Fale mais baixo!
- Os cachorros morderam-lhes a perna. - Quem s�o eles?
Ah, s�o amigos. Tivemos uma noite agrad�vel.
Queremos completar o que voc� fez.
- Por que isso sempre lhe acontece? - Tudo com manteiga.
- N�o tem problema. Est� tudo sob controle. - Isso me preocupa.
- Vou arrumar uma casa segura. - Afinal, fala como gente.
Novo armazenamento tempor�rio.
Mas eles n�o s�o pacotes. S�o pessoas.
- Em 3 horas virei busc�-los. - Em 3 horas?
Sim, qui�� antes. Kathi, ent�o teremos tudo em dinheiro.
- Estes olhos podem mentir? - Bem, e se...
- Minha segunda parte. - Sim, aqui tem 2,500.
E que ningu�m me corte. E que a pol�cia n�o venha.
E sempre cantem lindamente.
Cantar?
Eles eram artistas. M�sicos. Interc�mbio cultural, sei l� eu.
Com a Arte, os policiais n�o se metem, est� me entendendo?
Bom.
Quem temos de bonito aqui, hein?
Bem, vamos.
E voc� poderia ter um sal�o de manicures.
- Tchau. - Tchau.
Fiquem � vontade. De alguma maneira.
- Telefone. - O qu�?
Al�?
Micha?
O qu�? J�lia? Por que isto aqui...
Ainda n�o foi � escola?
Que coisa? Eu? N�o, eu n�o posso.
N�o pode?
N�o. Est� bem. Ent�o eu vou. Sim!
- Voc� a�, tome cuidado. Aconteceu algo. - Devemos ficar longe?
Voc�s n�o precisam ir. Sou eu quem vai. Fiquem aqui at� que Joe venha
Ele chega, toca a campainha. Um toque curto e logo 2 longos.
- Est� bem. - Entendido?
- N�o abram por nada! - N�o, abrir, n�o.
E pobre de voc�s se sumir alguma coisa.
- Bem, saiam. - Mas n�o assim.
Quem pode sair para roubar?
- De onde saiu assim? - N�o somos ladr�es.
Bom, ent�o est� bem.
Bom, agora j� vou, Man!
Obrigado, Kathi.
Bom dia, Micha.
- �amos comer alguma coisa. - Bom dia.
- Bom dia, Kathi. - Ca�arola vegetariana? Sua especialidade?
- E voc�? Nova cor de cabelo? - Sim.
Pelo que vejo, voc� precisa de uma.
H� coisas mais importantes na vida.
- Comeremos a seguir, est� bem? - Aqui continua igual a antes.
- Nem tudo. - Bom, mas quase.
Algumas coisas n�o mudam. Kathi? Para mim n�o � t�o f�cil.
- Sim, vamos direto ao ponto. - Estava, de repente, parada ao port�o.
- Conte-me dos vietnamitas que est�o com voc�s. - Vizinhos. Estamos celebrando.
- N�o quero tirar-lhe J�lia. - Voc� n�o pode faz�-lo.
- Kathi, por favor. - Eu chamo as coisas pelo nome.
Aqui, simplesmente, n�o h� lugar suficiente.
- J� disse isso para a J�lia tamb�m? - N�o.
Claro. Voc� s� quer ser o papai bonzinho. O dinheiro acabou.
- E eu tiro as cenouras do fogo! - Castanhas.
Ela precisa de muito dinheiro, mas n�o pagam como na Am�rica.
O qu�?
O interc�mbio na Am�rica. Por isso, est� economizando como louca.
Ah, sim. Estados Unidos. Sim, falamos sobre isto todas as noites.
De todas as maneiras, voc� deve se ocupar mais.
Sim.
Tem raz�o.
Tem raz�o.
Voc� me deixa nervosa. Com voc�, n�o consigo discutir.
Venha, Ratinha.
- Pequena! - Saia daqui.
- Pequena. - Saia de uma vez.
- N�o � f�cil para voc�, eu sei. - Nada. Voc� n�o sabe de nada.
- Est� bem. - Fora daqui.
J�lia, est� bem. Est� bem. Eu sei, �...
� culpa sua, culpa sua. Voc� � culpada de tudo.
Julia. Est� bem.
J�lia, est� bem. Est� bem, venha. Sim, a culpa � toda minha.
A culpa � minha. Est� bem.
Est� bem.
Ah, e agora tamb�m j� chega.
Sabe o que mais? N�o queria passar uma noite acolhedora?
Pedimos uma pizza e vamos nos castigar em frente � TV, certo?
- Quer? Pedir a pizza agora? - Sim.
Estou acabada.
Merda
- O que ainda est�o fazendo aqui? - Sentimos muito. Joe n�o veio.
Ah, n�o! O problema � meu?
O que est� olhando?
Poxa, voc� olha sempre, e olha e olha!
- Estimada sra. K�nigin.. - K�nig!
Ah, sra. K�nig, meus compatriotas e eu n�o queremos ser uma carga para voc�.
Mas gostar�amos de perguntar-lhe se poder�amos passar a noite aqui.
Bem, sempre se pode perguntar.
Boa noite.
Ol�! Eu gostaria muito. Eu n�o posso.
S� posso fazer isto com este vestido. Hoje, aprendi uma li��o.
Se aperta aqui, sai pelo outro lado.
Acho que assim est� bem. Se soubessem como se v� embaixo, absurdo.
H� um conto sobre isto. Do que h� debaixo deste vestido.
Poderia encher 6 p�ginas. � inconceb�vel.
Gra�as, � l�gico, de que forma procura faz�-lo...
P�e ao redor uma cinta de borracha e desliza no ch�o.
Mas o vestido fica acima dos joelhos.
O que...
Isto � uma loucura!
- Procuro por Joe. - Sim.
Obrigado.
Est� gostoso?
- Encontrou Joe? - N�o, mas devemos desaparecer.
Mas n�o todos ao mesmo tempo. Pode ser que a pol�cia nos observe.
Mas come.
� Xao Cai Xao Thit Bo?
Isso � carne.
- Carne de vaca? - Carne de porco. Coma.
Eu lhe mostro.
Pega essa salada,
essa... carne.
Um pouquinho.
Isto est� bom. Coma.
Coma. Est� gostoso.
Est� bom?
Deveria comer.
Os aguilh�es.
- Posso entregar algo aqui para o sr. Kemala Markandaya? - O qu�?
- Kemala Markandaya. 4� andar. - Ah, sim. Claro. Entregue-me.
- Tenho que escrever que chegou ao remetente. Tem uma caneta? - N�o.
- Posso dizer isso ao sr. Kamel. - Kemala Markandaya.
- Quem � voc�? - Schmidt.
Schmidt. Claro!
Oh, visita.
Ensaios do coral. L� l� l�.
N�s cantamos juntos.
- Can��es folcl�ricas vietnamitas. - Muito bem.
- Pensava que ainda n�o estavam cantando? - Sim, sim.
- E voc� fala vietnamita? - Sim, claro.
Forte. Forte, isto � Bulle.
Camuflagem. O homem.
A pol�cia secreta est� viva. Venha, vamos r�pido.
Todos os ingredientes a� dentro.
- O que est�o fazendo aqui, queridos? - Rolinhos de primavera.
Bem, agora enrolem.
E est� gostoso?
Chao!
N�o queria ir para Londres?
- N�s ainda temos coisas para fazer. - Temos coisas para fazer?
Ah, temos coisas para fazer.
- Vamos? - Vamos.
- Vai bem. - Bem.
Vai ficar lindo.
Sim.
Olhe.
- Ele � o Tien. - Ol�.
- Silke. Muito prazer. - Bom dia.
Muito am�vel de sua parte deixar-me essas coisas. S�o me muito �teis.
Sim, sim. Chega de ir e vir.
- Bem, a combina��o de cores. - Combina��o de cores.
- S�o restos de ferragens. - Bem, 400 e essas coisas s�o suas.
O qu�?
- Pensei que fosse um presente. - Presente.
- Este est� quebrado. - Bem, este tamb�m.
- � s� uma conex�o solta. - N�o, leve suas coisas de volta.
- 300? - 300;
- 150. M�ximo. - 250.
Agora mesmo. � sim ou n�o.
- � seu nome? - O qu�?
Os de Fiji est�o vindo agora?
Voc� sempre encontra uma raz�o. Obrigada.
E ent�o? Um pouco de cor no cabelo?
- Para que me veja como voc�? - H� piores.
Primeiro n�o � a caixa, mas a recep��o.
- E depois � mais confort�vel. - Mas por qu�? � rude.
- Aqui fazemos assim. Ponto. - Isso n�o � um argumento.
Agora n�o posso lidar com esse absurdo.
- Onde a colocaria? - Atr�s, � esquerda. No canto. Decente.
Decente. Com isso, n�o ir� muito longe.
- Onde aprendeu alem�o, Tien? - Estudei na DDR.
O que estudou?
- Engenharia, como todos. - Podia pavimentar as ruas.
- Depois da mudan�a, despediram-me. - N�o havia trabalho suficiente.
Sim, al�? O qu�?
O qu�? N�o entendo nada. N�o entendo.
Tome, creio que � sua esposa, outra vez.
- Por que � sempre t�o desagrad�vel com ele? - Eu?
Por qu�? Sou a bondade em pessoa.
Hoje em dia, est� como um pombal.
Kemala Markandaya. Carta, por favor.
O qu�?
Kemala Markandaya. Carta, por favor.
- Carta? - Kemala Markandaya. Carta, por favor.
Ah, ah, sim. Voc� �...
Kemala Markandaya!
- Est� bem. - Obrigado.
Faremos a prova. Mas se eu n�o gostar,
-ter� que vir de Londres e nos ajudar. - Est� bem.
Ent�o.
Um corte de cabelo, 5 euros, por favor.
N�o, n�o somos cabeleireiro barato.
Bonito.
E o que acontece com o lavat�rio?
- Ainda temos que ajustar a altura. - Sim, vamos.
- N�o, cara! Ainda est� muito alto. - Melhor?
N�o, agora est� muito afundado.
N�o, est� alto outra vez.
Assim.
Assim est� bom.
Bom.
Assim n�o d�, Tien.
Assim n�o d�, voc� � casado, quer ir para Londres e...
Para al�m do mais, n�s dois, isto � como
elefantes e galgos.
N�o.
Sim, � assim.
Como em um desenho. Assim n�o d�.
Isso �, creio,
totalmente imposs�vel.
- Sou muito pesada? - N�o, bem.
- N�o vai dar. - N�o.
Ah!
Desculpe-me, sinto muito.
- Com quem tenho a honra? - Bom dia, departamento de avalia��o.
- B�ttenbinder, BG. - J� estive l�.
- �s vezes, nos convencemos que cumprimos as condi��es. - Claro.
N�o h� nada a ocultar. Sempre dentro das normas.
Bom. Voc�s mesmos podem olh�-lo tranquilamente.
Aqui voc�s podem olhar tudo. Logo dou o acabamento. Bonito.
Chegou-nos um relat�rio que trabalham vietnamitas clandestinos.
N�o � s� por ser do Vietnam que ele trabalha clandestinamente.
Al�m do mais, ele � meu amigo.
Na primeira fase, s� quero registrar uma empregada
Logo vir�o mais dois, mas tempor�rios.
As pias e lavat�rios est�o em lugares separados.
E aqui o laminado, o melhor e mais aut�ntico laminado de madeira r�stica.
J� ouviu falar de produtos antideslizantes para lugares �midos.
O qu�?
Isso � mais do que abrasivo AC 3.
Em instala��es residenciais, requerem-se CA 5. L�gico que voc� sabe.
Ent�o, devo lhe dizer que sinto muito.
Ol�, mam�e.
Aqui. Pela inaugura��o.
Pequena.
Uau! Est� super lindo.
- A inaugura��o foi adiada. - O qu�? Por qu�?
Devo voltar a constru�-lo.
Colocar piso novo, para abras�o.
- E algo antideslizante. - N�o sabia disso?
Claro, mas o AC 5 � muit�ssimo mais caro do que o AC 3.
Normalmente, ningu�m liga para isso, exceto
que algu�m andou fofocando.
Ah, mam�e.
Isso ser� solucionado, mam�e, com certeza.
Claro!
Claro, vou conseguir.
Eu conseguirei.
- Diga-me, onde estava? - Apartamento 1103.
- Sabe o que disparou? - N�o fa�o ideia.
Eu tenho mais problemas de manh�, com a subida.
- Estressou-se muito ultimamente? - Muito.
- Demasiadamente. - Voc� chamou?
J� teve isso alguma vez? Pode ser uma depress�o?
Depress�o? Eu? N�o sabia.
- E de verdade, n�o sente nada? - N�o. Lamento.
- Tenho algo em todo o joelho. - Isso pode ser s�rio.
Creio que n�o � nada, tenho vontade de gritar
- quando voc� me toca aqui. - Respire fundo, inale e exale.
- Chega. Vou gritar. - N�o vai acontecer nada.
- Tenho claustrofobia. - Vou sed�-la.
N�o posso.
Sinto muito.
Pode haver outro meio, mas n�o se sinta discriminada.
Cara, Discrimina��o � meu segundo nome.
- � para os grandes, hein? - Helmut Kohl j� esteve aqui.
- Voc�s, m�dicos, sabem como nos animar. - Pronta?
Nossa!!
- Deveria seguir por mais uns dias. - Melhor n�o.
- As coisas esclareceram-se nesses dias? - Sim.
Pensei que poder�amos primeiro comer algo bom.
N�o me sa� t�o bem como Tien, mas espero que esteja gostoso.
Ele veio ao mundo com pauzinhos.
Quero dizer que este papel de arroz � muito antip�tico comigo.
Bem, para mim est� muito gostoso.
Est� bom...
Minha m�e bebia.
Nunca lhe contei isso.
� que mor�vamos muito perto daqui.
Eu era muito jovem.
�s vezes, ela ca�a em coma, deitada no ch�o do corredor.
Eu sempre tinha que encontrar um cobertor para cobri-la.
Fazia muito tempo que n�o a via. Creio que a �ltima vez voc� era um beb�.
Ela estava em p� em frente ao supermercado onde agora � a Eastgate.
Com todos os b�bados ao redor.
Oh, Deus!
Eu tamb�m queria voltar para Marzahn. Engra�ado, n�o?
Sim, � engra�ado.
De onde tirou nosso antigo vaso?
Tenho-o desde sempre. Trouxe-o de casa.
Estava sempre em casa, sobre a mesa da sala de jantar.
Mam�e.
Mam�e, n�o chore. Mam�e.
Vamos, n�o chore.
Mam�e.
Bom dia.
Bom dia.
S� queria lhe dizer, sra. K�nig, que sinto muita pena de voc�.
- O qu�? - Que voc� deva
dar-se por vencida. Talvez, naquela vez, eu n�o tinha raz�o.
Eu a via. Como se reciclava. Isto me impressionou.
Gostaria de oferecer-lhe um emprego comigo.
Como cabeleireira.
Boa senhora, prefiro cortar um dedo do que trabalhar com voc�.
Bom dia.
Mas obrigada por vir.
Ol�, sra. K�nigin.
Ah, rapaz!
- E agora? - Agora o qu�?
Ah, sim! Consegui um bom lugar para meu sal�o.
Paguei � J�lia a viagem � Am�rica. Agora ela est� estudando.
Tomara que volte logo.
Sim, agora estou em p�.
Sem namorados, sem sal�o, sem filha.
Minha doen�a me deu um descanso. Ent�o...
Vou muito bem. S�rio mesmo.
- Um pouco como Hans, em Gl�ck. - Tudo � muito dif�cil.
Sabe, o japon�s atr�s. Mio.
� meu chefe. Um bom tipo. H� umas semanas entrei aqui.
Precisa de uma cabeleireira?, perguntei. Sempre, ele respondeu.
Eu sei, hoje � uma barbearia. Mas agora o cabelo � curto.
Agora d� uma olhada.
E tudo sem permanente.
Fico feliz por cada permanente que n�o fa�o.
E?
Est� de acordo?
Bem, eu sou assim mesmo.
Legenda em portugu�s do Brasil: Lu Stoker - Doe Sangue
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