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UNITED apresenta
Legenda AlexandreMT | M4rzulo
Revis�o AlexandreMT
Fear The Walking Dead S04E05 - Laura
Pupa.
Papal, pessoas...
Veado.
Forte.
Salgado.
Trouxa.
Apropriado.
Apropriado.
Espatifar.
Afunilar.
Polpa.
Positivo.
Al�a.
Alpes.
Vira-lata.
Meloso.
Arremesso.
Ornitorrinco.
Ornitorrinco.
Vamos. Solte este bico.
Vi abutres quando o conheci. Acho que era um press�gio.
- Eram azul�es! - Relaxa, vou te tirar dessa.
N�o me tire das coisas. N�o me meta em coisas, certo?
Veja, Harold.
- Nossa, Poodles franceses. - N�o, s�o ovelhas!
Outro n�o.
De onde voc� veio?
Meu Deus.
Senhora?
Est� me ouvindo?
Jesus.
Meu Deus. Nossa.
- Preciso voltar. - N�o, est� segura agora.
Fique tranquila.
Est� bem. Tudo certo.
Voc� est� ferida.
Preciso ver o estrago, est� bem?
A boa � que n�o � uma mordida.
� o melhor que pode ter hoje em dia.
Sinto muito.
Vou tratar a ferida da melhor forma,
depois voc� dorme, est� bem?
- No quebra-sol. - N�o se aproxime.
N�o, as chaves.
Est�o no quebra-sol.
Mas...
a marcha est� ruim.
� melhor evitar a r�.
A menos que queira estragar tudo de vez.
Achei voc� na beira do rio.
Tinha um corte bem feio.
N�o � mordida ou arranhado, n�o h� com o que esquentar.
Est� bem.
Precisa de bateria nova.
Tenho tentado resolver isso.
Olha, se quer ir embora,
posso abastecer voc� com comida e �gua.
Garanta que est� descansada.
Podemos trocar o curativo tamb�m.
Est� bem?
Pode fazer isso?
- Eu n�o sei. - Eu n�o consigo.
E preciso de pontos.
Certo.
Junte os lados da ferida com uma m�o
e costure de forma espiral.
De forma espiral.
Permita-me.
- Tem certeza disto? - Costure logo.
Desculpe.
Isto � ensopado de peixe.
Mas creio que os franceses chamam isso de bouillabaisse.
Ent�o...
Sopa...
Sopa � a comida em forma liquida.
- Ent�o... - O qu�?
Eu...
Faz tempo que n�o tenho companhia.
Mas...
aproveite a sopa.
Ali�s, meu nome � John.
Obrigada, John.
Voc� tem cara de Laura, se fosse para adivinhar.
Posso te chamar de Laura por enquanto?
Eu trabalhava no Humbug Gulch aos fins de semana.
� uma pizzaria ou algo assim?
N�o. S�o tiros de mentira e la�adas para crian�as
e adultos sagazes.
Deve conhecer mais como programas do Velho Oeste.
Era algo que eu fazia por divers�o.
Voc� pode ficar o quanto quiser, Laura.
Vou embora assim que puder.
Est� bem. Mas h� comida e abrigo aqui,
at� estar pronta.
Se precisar de alguma coisa � s� pedir.
Minha nossa...
Fiz um canto para voc�.
Falei que n�o vou ficar muito tempo.
N�o...
Voc� � m�dica? Enfermeira?
Percebi que devemos priorizar seu descanso,
fiz um canto para voc� para facilitar.
- Pode ficar com a cama. - O sof� basta. N�o durmo mesmo.
- Voc� n�o dorme? - Uma ou duas horas com sorte.
� horr�vel.
Eu dormia, mas faz um tempo que n�o consigo.
Deixei uma blusa limpa em cima da cama.
- Obrigada. - Claro.
Como sabia que eu era enfermeira?
N�o � qualquer um que deixa enfiar uma agulha neles.
Voc� sempre foi enfermeira at�...
Sim.
Parece que faz muito tempo, n�o �?
Faz.
Boa noite.
Eles s�o arrastados at� aqui?
Sim. Tem algo errado rio acima.
Preciso resolver isso.
E hoje � ter�a-feira.
O que tem �s ter�as?
Ir ao armaz�m.
Um armaz�m. Costumo ir l�.
- Eu vou. - � melhor descansar.
Preciso de novos curativos. N�o quero que este infeccione.
Posso trazer para voc�.
Prefiro fazer isso sozinha.
Se estiver se sentindo bem,
acho que seria bom ter companhia.
Calce essas botas.
V�o ficar grandes, mas � melhor do que o atual.
H� cobras por aqui.
Quero poder correr se precisar.
- Isso n�o a impedir� de correr. - N�o, obrigada.
Como quiser.
Est� aqui h� muito tempo?
Um bom tempo, acho.
O que voc� fazia? Antes de tudo.
Eu era policial.
Por que n�o trouxe suas armas?
De que armas est� falando?
Pensei que policiais tivessem armas.
Elas causam mais problemas do que resolvem.
E elas atraem mais dos finados, pelo que j� vi.
Voc� gostava de ser policial?
Por um tempo.
Aquilo � seu?
Foi assim que veio parar no rio?
N�o. Dirijo melhor do que isso.
Cuidado.
Ei, amig�o.
- L� est� seu problema. - Sim, senhora.
Isso precisa ser resolvido.
Que lugar � este?
Era do Bill. Acho que era do pai dele.
Acho que foi da fam�lia por 60 anos.
- Aonde est� o Bill agora? - N�o sei.
Fecharam a estrada para reforma antes de tudo acabar.
N�o vejo ningu�m desde ent�o.
Pegue o que quiser.
N�o tem carrinho de compras.
Eu me viro.
Est� arrumando o lugar?
Todos precisam de talas e curativos.
Quando est� com problemas, � dif�cil de pensar claramente.
- Estou fazendo minha parte. - Fazia isso antes.
Que bom que tenho um trabalho que ainda � importante.
C�u Azul.
Gosta de filmes?
Estou estudado toda a cole��o.
Primeiro assisti em ordem alfab�tica,
mas sempre acabamos revendo os favoritos.
Seu sobrenome � Dorie?
�, igual ao peixe, mas com I-E, sem Y.
Seu nome � John Dorie...
igual ao peixe, e voc� gosta de pescar.
�.
Est� bem.
O que foi?
Precisaremos de uma escada.
Obrigado pela ajuda, Laura.
Tudo bem chamar voc� assim?
Laura est� bom.
N�o irei ficar muito mais tempo.
O mercado de tintas est� em crise.
- Que cara? - John Doe.
- Que John Doe? - "Eu John Doe." O que inventei.
Veja s�, g�nio.
O que faria se um John Doe entrasse no escrit�rio?
Daria um trabalho a ele e esqueceria de tudo, n�o �?
Desculpe-me se a incomodei.
Geralmente vejo filmes nas noites de ter�a.
Para ser honesto,
hoje em dia todas as noites s�o de filmes.
- S� quero um pouco de �gua. - Vou abaixar o volume.
J� vi este tantas vezes
que j� decorei todas as falas.
- Aceita? - N�o, obrigada.
Mesmo?
� a �nica forma de ele ser ouvido.
- E da�? - Ele me escreveu uma carta
e eu descobri ele. Ele se abriu para mim.
A partir de agora dizemos: "Eu protesto por John Doe."
Ele protesta contra todos os males...
�s vezes nas noites de filmes
pego doce de manteiga e caramelos
os derreto e fa�o um tipo de p� de moleque.
Voc� pegou caramelos mais cedo. Podemos juntar alguns
e ver no que d�.
Est� bem.
Vamos.
Certo. Ser� �timo.
Sou Bert Hansen, Sr. Doe.
Sou chefe da farm�cia.
Eu e minha esposa ouvimos sua transmiss�o,
ficamos bem empolgados, principalmente minha esposa.
Me fez passar a noite dizendo: "Ele tem raz�o, querida.
O problema do mundo � que somos muito ego�stas.
- Por isso todos da cidade..." - Eu perdi meu filho.
Ensine-me a pescar.
Quer uma aula mais formal ou algo mais casual?
O rio � um recurso, tenho que saber aproveitar.
Vamos l�.
Vou te arrumar uma tralha.
Pode soltar mais.
Destrave o carretel, coloque para cima e arremesse.
Bom.
Perfeito.
Mantenha um pouco esticada.
Deixe a �gua puxar.
Incline-se para tr�s!
Puxe. Puxe a linha. Boa, conseguiu.
N�o corte fundo.
Sempre para cima, entre as barbatanas.
- � bom mesmo. - �?
Obrigada por me ensinar.
Ser� muito �til l� fora.
Sim, ser� muito �til.
Tem uma cicatriz pequena.
Mas nada muito grave.
Espera.
Pronto.
Acho que estou pronta.
Est� bem.
- Vendo que estou curada. - Nada a mant�m aqui agora.
- Eu disse que iria embora. - Disse. Assim que pudesse.
- Uns dois dias para juntar... - Vai pegar seu caminho.
Acho que a brecha da ponte precisa da minha aten��o.
Precisamos de algo mais forte para fechar a abertura.
Um dos carros daquela loja ainda deve funcionar.
Eu cuido disso.
Voc� me ajudou.
� o m�nimo que posso fazer.
Como quiser.
Muito bem.
Onde aprendeu fazer isso?
Uma mulher de um acampamento onde morei.
Vai me prender?
Pedi para n�o mexer nas minhas coisas.
A ponte est� cheia de mortos. Podemos ter que nos proteger.
Voc� � boa com a faca. Isso s� vai atrair mais deles.
Essas armas guardadas n�o ir�o ajudar.
Eu as quero guardadas. N�o aqui.
Bom trabalho.
Continue reto.
John.
Atire.
- N�o. - Atire, John!
N�o!
Atire nele!
John!
Atire nele!
John!
Eu n�o fui mordido.
N�o estava t�o parto para te morder.
J� vi pessoas ficarem doente s� de se exporem a eles.
Bem, eu n�o queria que isso acontecesse.
Voc� tinha uma arma. Podia t�-lo matado antes.
- Esse n�o � o meu estilo. - O seu estilo quase te matou.
Bem...
melhor eu do que outra pessoa.
Do que voc� est� falando?
Isso n�o tem a ver com usar armas contra os mortos.
Tem a ver com usar armas.
� por isso que n�o gosta de falar sobre ser policial?
Algu�m tomou sua arma ou voc� teve que atirar?
Eu atirei.
Em algu�m bom ou mau?
Eu n�o vejo as coisas desse jeito.
Mas acho que voc� o chamaria de mau.
Foi um erro?
- Ou foi intencional? - N�o � t�o simples.
Foi um erro intencional.
Eu parei num posto, depois do meu show no Gulch,
e um cara estava assaltando o lugar.
Eu avisei que era policial e pedi para abaixar a arma.
Ele n�o ia abaixar.
Ent�o tentei atirar na perna dele...
- Est� tudo bem. - N�o, n�o est�.
Porque ele se virou,
e atirei no ponto vital da perna,
e ele sangrou at� a morte.
- Por isso mudou-se para c�? - N�o.
Por que mudou-se para c�?
Porque as pessoas achavam que eu era um her�i.
N�o importa o quanto digam que n�o � culpa sua.
A �nica coisa que importa � se voc� acredita nisso.
Laura!
John!
Obrigada.
Pode n�o se achar um her�i, mas eu o acho.
E uma pessoa honrada.
Tive muita sorte em vir parar no seu jardim.
N�o posso.
Se voc� for, vai precisar.
E eu preciso que voc� aceite.
Vou sentar na varanda.
- Qual o problema? - Deixa para l�.
Por que n�o olha para mim?
- O que foi? - Nada.
John...
Eu te amo.
Eu te amo. E n�o queria que voc� soubesse.
Por que n�o queria que eu soubesse?
Porque voc� vai embora.
E n�o quero que v�.
N�o quero que v� embora.
Se quer ficar sozinha, fique aqui. Eu saio.
Preciso que fique viva.
Se voc� estiver viva, esse mundo inteiro...
esse mundo inteiro parece vivo.
Laura?
EU TAMB�M TE AMO, SINTO MUITO
Ela te amava.
Sim.
- Talvez se eu esperasse... - N�o.
N�o existe espera. N�o nesse mundo.
Esperar...
� assim que voc� perde pessoas.
� est�pido dizer...
mas eu acreditava que ter�amos uma segunda chance.
Est�pido.
Talvez n�s ainda tenhamos.
Alicia.
Strand. Luciana. Eles ainda est�o aqui.
Eles acham que tudo que restou � lutar, matar e morrer.
- Talvez estejam certos. - Ei.
- Talvez. - Olhe nos meus olhos
e diz que � nisso que acredita.
Diga que cr� nisso e seguiremos nossos caminhos separados.
Eu n�o acredito nisso.
N�o acredito.
Estamos vivos.
N�s somos parte do mundo.
N�o vamos perder mais nenhum segundo.
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