All language subtitles for Slave Girls from Beyond Infinity (1987)

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Original subtitles

REBELI�O NAS GAL�XIAS

J� tentamos. � imposs�vel.

Bom, pegue isto!

Sei que n�o � poss�vel!

Ainda bem que n�o levou a s�rio!

Percebe que n�o me ajudou em nada?

Sim, me desculpe. Agora vou ficar calada.

Puxaremos juntas, est� bem? Pronta? Vamos.

Tenho uma id�ia.

Se invertermos a polaridade com estas correntes...

a �nica coisa que faltar� para sermos livres...

ser� roubar uma nave espacial.

Sim, claro. S� isso? Come�o a ficar preocupada.

Se pudermos provocar um curto circuito com as correntes...

Como far� com as correntes?

Um choquezinho n�o faz mal a ningu�m.

Deixe-me apoiar em voc�.

Pronta?

1, 2, 3!

Mais um pouco!

Estou quase alcan�ando, mais um pouco!

Consegui!

- Voc� est� bem? - S� um pouco queimada.

Vamos dar o fora daqui!

- Est� atrasado. - Alguma novidade?

Viu as duas que colocaram na solit�ria hoje?

Ainda n�o.

Daria tudo para poder ficar com elas!

Bom estar de volta.

Poderia dizer uma grosseria, mas n�o o farei.

- Qual o alcance desta nave? - N�o podemos escolher.

- Assim terminaremos no al�m. - Ao menos temos op��o.

Se para voc� n�o faz diferen�a, prefiro saber para onde estou indo.

D� uma olhada nisto.

Possui mega-deslizamento. Nunca dirigimos uma destas.

Funciona com indu��o at�mica.

- Vamos logo antes que pife. - Calminha, irm�zinha.

Antes preciso decifrar o c�digo de lan�amento e abrir a escotilha.

Adoraria perfurar a parede com esta nave-m�e, se eu pudesse...

mas n�o tenho certeza se temos o suficiente para darmos partida.

Precisamos de um c�digo especial para acessar o computador.

- Olhe no compartimento. - Voc� � um doce.

2 segundos e meus dedos m�gicos programar�o este brinquedinho.

- Metida. - N�o sou.

Ter�o que usar �culos de sol.

Pronto. Deve funcionar.

Cad� a igni��o?

De novo, n�o. Acho que terei que descer e empurrar.

- O que aconteceu? - Adivinha?

Se souberem que as deixamos fugir, v�o nos matar!

Motor acionado!

Propuls�o ativada!

- Vamos nessa! - Isso a�!

Ative as antenas. Vejamos at� que ponto estamos livres.

- Algo por perto? - Est� meio escuro l� fora.

Nada mesmo?

Parece que navegaremos rumo ao desconhecido.

Isso � s� um bote salva-vidas.

N�o est� equipado para viagens intergal�ticas.

Roubamos essa nave na hora certa.

Captamos algo. N�o est� muito longe daqui.

- Um farol. - L� fora?

- Confirme. - Vem daquele pequeno planet�ide.

H� algo estranho nisso.

N�o est� sinalizando uma farol seguro.

Est� transmitindo coordenadas de pouso.

Teremos sorte se encontrarmos um bom ponto para aterrissarmos.

Basta aceitar o convite de um mundo habit�vel com uma pista de pouso.

Ent�o vamos nessa.

H� algo errado!

Entramos em �rbita muito depressa! Acione os freios!

Estamos presas!

Isso n�o funciona! N�o vamos desacelerar!

Estamos presas. Talvez n�o haja tra��o!

Vamos acionar os controles.

Os motores n�o respondem! N�o consigo parar!

Estamos caindo!

- N�o h� escolha, teremos que saltar! - Sem chance!

Ficaremos na nave at� o �ltimo momento que Deus quiser!

- Esse � o fim? - Eu n�o sei o que esperar.

- O ar � respir�vel? - Logo descobriremos.

N�o esperava que terminasse assim.

Tem algu�m aqui?

Algu�m em casa?

N�o estou invadindo.

Minha nave caiu no mar do outro lado da ilha.

Acho que sou a �nica sobrevivente.

Entende a minha l�ngua? Est� programado para falar?

Ele foi instru�do a n�o falar com ningu�m.

No entanto, ele compreende cada palavra.

- Boa tarde. - Boa tarde.

Esta � sua casa?

Sim, meu nome � Zed.

� um grande prazer conhec�-lo.

Estava dizendo a ele que minha nave caiu.

- Eu sei. - Voc� sabe? Como?

Daria!

- Pensei ter perdido voc�! - N�o teve essa sorte.

Acho que ainda ficaremos juntas!

- Tive medo que n�o conseguisse. - Sei como se sente.

Que tal minha nova roupa?

Nosso anfitri�o parece disposto a tudo.

Ele n�o disse uma palavra sobre como eu estava vestida.

Parecia muito pobre para ser dona de uma nave espacial.

Eu muito menos!

Comentou algo sobre as coordenadas de pouso?

Ainda n�o tive oportunidade. N�o quis fazer muitas perguntas...

porque n�o quero ter que respond�-las.

Vak lhe mostrar� o quarto de h�spedes.

Precisa tirar logo essa roupa.

J� denunciam meu aspecto lament�vel.

L� encontrar� outras. Reservadas para tais emerg�ncias.

O jantar ser� servido em breve.

Meus convidados e eu, aguardaremos voc� para o jantar.

Convidados?

Sim. Sobreviventes de outro naufr�gio.

Outro naufr�gio?

Infelizmente, as viagens espaciais nesta �rea s�o muito perigosas.

Mas falaremos disso depois.

N�o me esperem. Tenho muito que me preparar.

E ainda estou abalada pelo golpe.

Compreendo. Talvez nos vejamos mais tarde.

Vak.

Algum problema?

N�o, nada.

Aqui est�o suas roupas.

Diga-me, porque h� grades nas janelas?

Esta � uma antiga fortaleza.

Foi constru�da por piratas espaciais e depois abandonada...

h� muito tempo.

Agora as barras mant�m os perigos da selva afastados.

Vasculhou a praia?

Pode haver mais algu�m.

Entre.

Est� deslumbrante! Caiu como uma luva.

Onde o conseguiu?

Os antigos habitantes do castelo deixaram.

Como butim.

Vak estava contando a hist�ria deste planeta?

N�o tanto quanto eu gostaria.

Terminaremos l�.

Sua amiga Tisa perguntou por voc�.

Agora me sinto melhor, obrigada.

Estou quase melhor.

Ent�o des�a e junte-se a n�s.

Precisa de algu�m que a estimule. Companhias interessantes.

Eu prometo ambos.

Daria, esta � Sheila...

e seu irm�o Rik.

- Ouvi falar muito sobre voc�. - Nada bom, espero.

Tisa n�o falava de outra coisa.

- Demorou muito a descer. - E valeu a pena esperar.

� um prazer. Duas lindas mulheres chegando no mesmo dia.

Antes de voc�s chegarem, pensei que fosse enlouquecer.

Dez dias e nada al�m de selvas.

Vejo que Rik n�o gosta da minha pequena ilha.

- Por que n�o vai embora? - N�o � m� ideia.

H� apenas um lancha e n�o est� funcionando.

Sim. Precisar� ter mais um pouco de paci�ncia.

N�o reclamaria se fosse voc�.

Sinto como se estivesse no para�so.

Estou encantada.

Todas as mordomias de uma casa no canto mais remoto da gal�xia.

Remoto at� demais. Perfeito s� para voc�, Zed.

- Pode at� ca�ar, se quiser. - Ca�ar? Aqui?

Dorme de dia e ca�a � noite.

Aposto que vai convenc�-la tamb�m.

Essa obsess�o pela ca�a, que chama de "esporte"...

n�o � um pouco inconsistente?

Animais selvagens que matam s�o chamados de "selvagens".

O homem que mata por esporte � chamado de "civilizado".

N�o � um pouco contradit�rio?

N�o acha que o animal que ca�a na selva considera o homem um esporte?

Observe aquele camarada ali, por exemplo.

Teve chance de escapar, mas n�o o fez.

Mas n�o quis. Ficou interessado em me ca�ar.

N�o me odiava por persegui-lo...

mais do que eu o odiava por tentar me atacar.

Na verdade, creio que nos admir�vamos.

Talvez. Mudaria de lugar com ele?

N�o agora.

Teria tanta esportividade pelo jogo se fosse a presa...

ao inv�s do ca�ador?

Isso � algo que nunca terei que decidir.

Este universo � dividido por dois tipos de pessoas.

O ca�ador...

e os ca�ados.

Querem ca�ar? Ent�o vamos. Daremos uma festa.

Ficaremos b�bados e lan�aremos raios lasers por toda floresta.

Um ponto de vista completamente civilizado.

Civilizado?

Sim, Rick fala de estimulantes como um prel�dio para a ca�a.

Coquet�is antes do caf� da manh�?

N�s, b�baros, sabemos que somente depois da ca�ada...

que o homem se entrega ao prazer.

Sabe o que diziam os caciques?

Ca�e primeiro o inimigo e depois a mulher.

Os selvagens pensam assim em qualquer lugar.

� um instinto natural!

Sangue escorre da matan�a, uma paix�o constr�i e a outra mata!

E quando voc�s o conhecem, conhecem o �xtase!

Perdoem-me.

Quando come�o a falar de ca�adas, me esque�o de tudo.

At� mesmo das belas mulheres.

Vai tocar para n�s?

Seria interessante v�-lo tocar este instrumento t�o curioso.

� um audiosc�pio hologr�fico transforma...

e realmente n�o sou um int�rprete t�o bom.

� fant�stico. Deviam ver o que ele pode fazer.

Bem, se conseguirem suportar...

Vou tomar um pouco de ar. Me d� a honra de me acompanhar?

Nosso anfitri�o � um pouco exc�ntrico.

Assustador tamb�m. N�o confie nele.

Por que diz isso?

N�o estou t�o b�bado como pensa.

H� algo sinistro acontecendo neste lugar.

Somos todos prisioneiros. N�o h� nada com a sua nave.

Ele mentiu quando disse que estavam consertando-a.

Ele se encontra regularmente com a nave de seus ministros.

Ou talvez ele n�o goste da nossa companhia.

H� uma semana, �ramos quatro. Os outros desapareceram.

Uma noite, ele levou o piloto ao quarto de trof�us.

- � naquela porta? - Sim.

Ontem � noite, ele chegou com um navegador.

- E n�o o vimos desde ent�o. - Perguntou por eles?

Disse que foram ca�ar.

- Quantos andr�ides h�? - Dois.

Vak, aquele, cuida da casa.

Krel, vasculha as praias e a floresta.

Vigiam cada movimento. Noite e dia.

Cuidado, est� olhando para n�s.

- Por que n�o toca mais um pouco? - Devem estar cansadas.

J� passa da meia-noite. � hora de irem para a cama.

Vak.

� noite, nos manda para a cama como crian�as malcriadas.

N�o, minha cara. Crian�as encantadoras.

Foi uma noite fascinante.

N�o quero ir dormir. Prometeu me mostrar o quarto de trof�us.

Sim, mas n�o agora. Mais tarde.

Boa noite. Foi um prazer ter nos recebido.

Boa noite.

Boa noite.

- N�o queria fazer barulho. - Por qu�?

- Minha irm� n�o est� em seu quarto. - Isso � ruim?

Neste lugar, sim. Estou preocupado.

Zed est� panejando algo envolvendo Sheila e eu.

Bebeu muito esta noite. Deve ter sido sua imagina��o.

- S� estava fingindo estar b�bado. - Por qu�?

Porque se eu estiver s�brio, serei a pr�xima v�tima de Zed.

- Aonde acha que ela foi? - Para o mesmo lugar dos outros.

Aquela porta l� embaixo.

Quase me mata de susto. O que faz aqui embaixo?

Algu�m precisava descobrir o que h� aqui.

Quando foram para seus quartos, encontrei uma chave duplicada.

- Viram o que h� nas paredes? - Sim. Far� o mesmo conosco.

- Para onde d� aquela passagem? - Tem uma nave espacial aqui.

- � melhor darmos o fora daqui. - N�o sem Sheila.

Onde ela est�?

- E aqui embaixo? - N�o sei. Ainda n�o pude olhar.

- Deve haver alguma sa�da. - � o que descobriremos.

- Sheila n�o voltou. - O que havia naquele saco?

Devemos encarar o fato de que estamos lidando com um man�aco.

S� teremos uma chance com um cara assim.

Temos que agarr�-la com as m�os.

Onde ele guarda suas armas de laser?

Sabem que ele prefere arcos e flechas.

Se ele tem armas laser, devem estar bem guardadas.

Ao menos, sabemos onde ele guarda sua nave.

Sim, mas n�o � poss�vel se aproximar dela por fora.

N�o h� grades aqui. Por que ser�?

Era o quarto de Zed. Ele cedeu � Sheila.

Muito generoso. E uma sorte para n�s.

- Temos que encontr�-la. - N�s a encontraremos.

- Vou atr�s dela. - (...)

Faltam muitas horas at� amanhecer e precisamos aproveit�-las.

- Tem uma faca? - S� esta.

Ser� o bastante.

Eu e voc� colocaremos armadilhas na selva.

Se Zed sair para ca�ar esta noite...

avise-nos se puder e tente encontrar Sheila.

Zed acha que nos pegou.

Mas talvez seja ele que seja pego.

Com ele fora do caminho, ser� f�cil enganar os andr�ides.

- E se checarem nossos quartos? - � um risco que temos de correr.

- Deseje-nos sorte. - Vamos precisar.

Depressa. Se morrerem l� fora, tamb�m responderei por isso.

Afaste-se de mim!

Se n�o me libertar meu irm�o vai te matar!

Espero que isso o deixe furioso.

E isso o fa�a agir.

Caso contr�rio, receio que ele ofere�a pouco ou nenhum desafio.

Tem personalidade.

Ser� divertido.

Acha que aguentar�?

Escute. Ouviu isso?

Sim. Se Zed n�o passar por aqui, estamos fritos.

Est�o vindo!

- O que foi aquilo? - N�o era Zed.

Acho que era algum tipo de mutante.

Algo me diz que nessa selva h� mais do que podemos imaginar.

Notou uma �rvore ca�da pelo caminho?

Claro, passamos por debaixo.

Se reunirmos alguns galhos, teremos a armadilha perfeita.

Temos tempo suficiente antes do amanhecer.

Vamos procurar.

Com uma faca melhor, j� ter�amos terminado.

Dev�amos testar este arame.

Com um simples toque, um tronco cair� destruindo tudo que h� embaixo.

Tomara que Zed seja o pr�ximo a passar por aqui.

Temos que apostar nisso.

N�o � o �nico que acha que Zed � o �nico habitante deste planeta.

J� n�o tenho a mesma impress�o.

Mais algu�m se arrasta, caminha ou desliza por aqui?

O tempo vai dizer.

� o que podemos fazer no momento. Vamos voltar.

Krel, mantenha Sheila enclausurada.

Se ela despertar, assustar� nossos h�spedes.

E devemos evitar isso.

- O sol j� nasceu. - E ainda estamos longe.

- Falta muito para chegarmos. - � noite n�o parecia t�o longe.

Perceber�o a nossa aus�ncia. Vamos!

Vak, inspecione os dormit�rios.

Certifique-se que todos nossos h�spedes est�o em seguran�a.

Que dia delicioso.

Perfeito para um mergulho matinal. Quer vir comigo?

Zed disse que a floresta � bastante perigosa.

Me sentiria mais segura se um andr�ide forte e grande como voc� me protegesse.

Claro que n�o tenho um mai�...

mas � claro que n�o vai se incomodar.

Devo inspecionar os dormit�rios.

N�o se preocupe, est�o todos dormindo.

Sou a �nica com vontade de levantar esta manh�.

Venha, vamos!

Tenho ordens a cumprir.

Se voc� n�o vem, vou sozinha.

Krel, patrulhe as praias novamente.

Me avise se encontrar algo incomum ou interessante.

Mas s� se valer a pena me acordar.

Tem certeza que esta � a trilha certa?

N�o tenho mais certeza de nada.

Bem aqui.

Voc� espera aqui enquanto eu dou um mergulho.

- O que est� fazendo aqui? - Vigiando-a.

O patr�o mandou que vigiasse os dormit�rios.

A casa toda est� sob controle.

- Tem certeza disso? - Bem, eu...

- N�o. - Devia estar vigiando a casa.

Voc� nunca pensou em toda a sua exist�ncia!

- Est� me insultando? - Est� correto.

Como faremos para que n�o nos vejam?

Chamarei a aten��o de Tisa antes que estes imbecis nos vejam.

Tisa!

Tisa!

Tisa!

- Devia retornar � casa. - N�o recebo ordens suas.

Vak, algum problema? Espero n�o causar problemas.

- N�o, nenhum problema. - Pode trazer minha toalha?

O patr�o n�o ficar� feliz com sua aus�ncia.

Voc� me desagrada, por isso eu o ignoro.

Vak, esque�a a toalha. Vou ficar mais um pouco.

- Informarei ao patr�o. - Conte para quem quiser.

Tire a camisa.

Vamos, vamos!

- Precisa ser convincente. - Vou convencer.

Homem e mulher, um �timo conceito...

que eu amo.

N�o sabia como fazer amor me fazia tanta falta at� agora.

Passamos tantas coisas...

Me fez sentir viva novamente.

J� sei o que quero.

J� sei porque lutar agora.

Obrigada.

N�o precisa me agradecer.

O prazer foi meu.

Se eu morresse hoje, n�o me importaria.

Agora, neste exato momento...

eu seria um morto feliz.

Sem d�vida, tem se perguntado por onde anda sua irm�.

� minha prisioneira.

� sua chance.

Tempo correndo. A arma foi programada para 10 minutos.

Permitirei que saia com vantagem.

Se conseguir escapar de mim at� o amanhecer...

ou me matar...

voc� ganha sua liberdade e a dela!

Vai se arrepender!

N�o � uma resposta original, mas tenho certeza...

que � uma sincera express�o de seus sentimentos.

Sugiro que se apresse. Seu tempo est� acabando.

Droga!

Os efeitos da droga desaparecer�o em breve.

N�o quero que comprometam sua lucidez outra vez.

Isso iria contra meus prop�sitos.

Desalmado!

N�o h� necessidade de mostrar essa dor!

Todos n�s temos necessidades diferentes.

Alguns mais diferentes.

H� algumas experi�ncias que s�o...

singularmente estimulantes.

Tenho minha pr�pria e especial filosofia...

de acordo com meu especial estilo de vida.

Sempre pensei que...

o melhor da vida est� perto da morte.

Coloque-a no limite...

� a� que voc� encontra a emo��o da vida.

N�o concordo com voc�.

O melhor da vida est� o mais longe poss�vel da morte!

No final, ningu�m ganha o jogo da vida.

Sim.

Mas prefiro perd�-lo o mais lentamente poss�vel.

Ter� sua chance de colocar sua filosofia contra a minha.

Uma prova de habilidades no tabuleiro de xadrez...

do meu planeta particular.

Eu pretendo ca��-las.

N�o est� falando s�rio? Vai ca�ar mulheres?

Sempre achei a esp�cie feminina o maior desafio.

Mais astuta e h�bil que os hom�logos masculinos.

S�o tortuosas, imprevis�veis.

Cheias de surpresas. Maravilhosas surpresas.

Farei o meu melhor para que nunca descubra.

Libertarei as tr�s ao mesmo tempo.

Darei-lhe facas de ca�a e uma vantagem de uma hora.

H� um templo no lado distante da minha ilha...

que cont�m armas laser de alta pot�ncia.

Se conseguirem chegar at� l�...

essas armas lhe dar�o mais do que uma chance de lutar.

Um mapa com o caminho para o templo.

- Algum �ltimo pedido? - N�o pode fazer isso.

A vida � muito preciosa para ser perdida por esporte.

� chamado Cosmos.

Aqui est�o suas garras e presas.

Espere que me forne�am um divertido desafio.

Tentaremos frustrar suas expectativas.

Eu me limitarei �s minhas armas favoritas...

arcos e pistolas.

� muito triste da sua parte nos dar tanta vantagem.

Quero oferecer todas as oportunidades para me vencerem!

Mesmo que isso estimule meus instintos competitivos.

- Quero me divertir. - N�o se eu puder evitar.

Sugiro que n�o percam mais tempo.

Uma boa vantagem � tudo.

Um �ltimo conselho: tentem n�o se perder na zona fantasma.

Quero enterrar esta faca no cora��o dele.

Vou esper�-lo aqui e preparar uma emboscada.

Ele n�o vai suspeitar.

Sozinha n�o poder� com ele.

Nossa �nica esperan�a � permanecermos juntas.

Separadas, ele matar� uma a uma. Juntas, n�s conseguiremos.

A armadilha est� por aqui.

A armadilha n�o servir� de nada.

Pelo menos n�o cairemos nela.

Sim, mas isso n�o me alegra muito.

Deixe-me ver este mapa.

Deve ser este o caminho.

Tome, precisa disso mais do que eu.

Toque nesta armadilha...

e dez toneladas de �rvores cair�o sobre sua cabe�a.

� um problema que prefiro evitar.

Cuidado onde pisa!

Na ponta dos p�s.

Parece que n�o avan�amos nada.

Em uma hora, n�o se vai muito longe numa selva.

Zed deve estar quase saindo. Chegar� r�pido aqui.

Me d� o mapa para me orientar.

N�o est� aqui. Deve ter ca�do pelo caminho.

N�o me surpreende! Devia t�-lo carregado comigo!

- Vamos voltar juntas. - N�o. Eu o perdi, eu o encontro.

- Continuem, eu alcan�o voc�s. - Cuidado com as armadilhas.

Se conseguir escapar delas.

Estou cansada.

Estou cheia disso! N�o quero ter que lutar pela minha vida!

Considere a alternativa. As cabe�as no quarto de trof�us pareciam muitos felizes.

- Estou cansada de sentir medo. - Sinto muito pelo Rik.

Sei que lamentar n�o muda nada.

Mas queria que soubesse que tamb�m sinto muito.

Obrigada. Um pouco de calor humano � muito reconfortante.

Nunca conheci muitos amigos antes de tudo isso acontecer.

Ainda n�o andamos o suficiente para saber como est� a selva.

Por que n�o voltamos pelo abismo e ajudamos Tisa?

� metade do caminho.

N�o quero que Zed a surpreenda sem podermos ajud�-la.

Se Zed encontrar Tisa, ela n�o ter� nenhuma chance.

- Temos que alert�-la. - Mas como?

S� h� uma maneira.

Sheila merecia algo mais.

Ela se sacrificou por mim.

N�o era assim que o destino tinha que ser.

- Se esta escravid�o tivesse acabado... - J� estou cheia de "se"!

Se a vida n�o fosse t�o cruel, tudo seria lindo!

Para a vida n�o importa! Olhe para esta selva!

Sobrevive matando outras coisas!

N�o por escolha, apenas por circunst�ncia.

- Zed mata por escolha. - Eu tamb�m!

Vamos voltar e acabar com ele?

Com isto? Estas armas n�o adiantar�o de nada!

N�o gosto da obsess�o que ele tem pelos arcos.

Somos alvos muito atrativos.

Deixe-me conseguir armas de verdade.

H� alguma garantia de que esse templo exista?

O que temos a perder? N�o me diga.

J� sonhou que a vida terminasse assim?

Nunca, nem em um milh�o de anos.

Milh�es de anos? Agradecerei se sobrevivermos at� o amanhecer.

Deve ser a pedra angular, mas nada acontece.

E se esse mecanismo n�o estiver mais funcionando?

"Da vida � morte...

� o alcance do homem."

Se esta parede representa a morte, esta deve representar a vida.

Ao meu comando, empurraremos as duas ao mesmo tempo, est� bem?

Agora!

Essa deve ser a zona fantasma que Zed mencionou.

Foi muita considera��o dizer que as armas estavam aqui.

Tenho a sensa��o de que o espa�o e o tempo n�o contam aqui.

E se nos separarmos?

Tisa! Tisa!

Tisa!

Voc� est� bem?

J� tive pesadelos, mas nada como isto.

N�o toque! Foi assim que o ativei.

Foi atingido por raios laser.

- Ele j� � hist�ria. - A hist�ria costuma se repetir.

� mesmo?

Aqui est� algo que poderia mudar o futuro.

Veja por si mesma.

Ainda temos que encontrar uma sa�da antes que apare�am mais dem�nios.

N�o d� para ver nada.

Significa que teremos que usar outros sentidos.

- Percep��o supers�nica. - O que � isso?

� isso! Isto emite ondas sonoras mortais.

Se dispararmos num raio de 360�...

O raio nos mostrar� onde fica a sa�da.

Exatamente!

Vamos nessa!

- Acha que temos chance? - N�o sei.

A morte � sempre incr�vel para os outros, nunca para n�s!

Tisa!

- Como se liga isso? - � ativado pela voz.

N�o deve ser um propblema para voc�.

Propuls�o conectada.

Motor acionado.

L� vamos n�s!

Direita... esquerda...

Des�a em 20 graus.

Devagar ou vamos bater.

Para cima! Para cima!

- O que houve com a dire��o? - Tire-nos daqui, e r�pido!

T�nhamos que roubar uma nave t�o cara?

Sabe quanto custa umas destas?

Ele se foi. O que faremos?

O universo � imenso. Repleto de maravilhas.

Vamos explor�-lo. Descobrir novos mundos.

Juntas.

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