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- Sim? - Onde est� Liuba? - Ainda n�o retornou, madre.
- Traga-me o cesto de costuras. - Ok.
Entre!
- Onde est� Liuba? - Ainda n�o voltou por causa do mal tempo.
Caiu, mas acho que recolhi tudo, com exce��o do ovo de madeira.
Vou ter de esperar at� que a luz retorne.
Parece que est�o batendo.
J� estou indo!
- N�o havia percebido. - Uma menina est� mal, me ajude.
Liuba!
Espere...
- O que aconteceu? - Est� presa pelas pernas.
- O que aconteceu? - Ela bebeu muito.
- Est� vomitando desde o Hotel Lodge at� aqui. - Por aqui.
- N�o conte para a Madre Superiora. - Liuba, como n�o farei isso?
- Estou indo. - Espere, primeiro deve ver a Madre Superiora.
Ela pode se irritar conosco.
- O que voc� fez?
- Voc� voltou de l�? - Ela bebeu um pouco demais.
- Alguns clientes a fizeram beber. - Sabe quantos anos ela tem?
- 17. Apenas 17 anos! - Ela n�o quis denunciar-lhes a policia.
- Ela come�ou a gritar! - O telefone est� estragado...
- Conhece o Doutor Hall? - L� de Moline? - Esse mesmo.
Dev�amos faz�-lo vir agora.
Eu irei agora, antes que a neve torne imposs�vel voltar aqui..
Lhe acompanho.
- Tem algu�m ai? - Onde est�? Ajude-me!
- Sou eu! N�o aguento mais! - Estou indo.
Gra�as a Deus! Estou presa aqui desde quando acabou a luz.
- Como pode n�o ter me ouvido? - � que Liuba est� mal.
- Ela foi de novo at� aquele albergue. - Mais uma vez!
- Onde est�? - na parte de cima.
- Tem certeza que a Senhora Shields est� em seu quarto? - Sim.
Deixe-nos a s�s.
Dessa vez os dois pagar�o! Ela e seu filho!
Bom.
Dr. Hall est� de f�rias, Estou cuidando de seus pacientes.
- aqui eu tenho ordens? - Sim. Venha.
- A menina est� melhor? - N�o para de chorar. Ela sabe que ser� punida..
Finalmente voltou a energia!
- Sim, senhora Shields? - Estou chamando � uma hora!
A energia havia acabado e Liuba est� muito mal.
Agora paralisou totalmente?
A excessiva dilata��o da pupila faz supor que seja...
- Drogas? - N�o podemos desconsiderar.
Ela tem apenas 17 anos! O Bispo confiou-a a mim.
Sou respons�vel por qualquer coisa que lhe aconte�a.
O homem que a jogou no albergue tem duas acusa��es por estupro.
Para esse tipo de investiga��o precisamos de um ginecologista ou um obstetra.
Considerando a situa��o, posso lhe sugerir uma colega que agiria com discri��o.
Se forem me examinar, descobrir�o que...
Para ele estar� acabado!
V�o mand�-lo para a pris�o, mas ele prometeu se casar comigo.
- � o primeiro homem que quis casar comigo. - N�o deveria acreditar nele!
- Ent�o cuidarei de voc�. Eu sempre sonhei com isso! - Espere, voc� est� mal.
Ele ter� de mim tudo o que ele quiser...
...quando estivermos casados e ele n�o precisar� mais depender de sua m�e.
Pare com isso! Somos do povo e n�o ganharemos nada com isso.
Talvez sim! Mas ele n�o acabar� na pris�o.
E poder� livrar-se de sua m�e.
Pagou os agiotas Ficar� muito rico...
...e eu tamb�m!
Mas n�o posso de modo algum ser examinada.
Se voc� tamb�m quiser mudar seu futuro, ajude-me a salv�-lo!
prometo-lhe que amanh� sua vida se tornar� bel�ssima!
Tal como n�s duas sempre sonhamos!
O que aconteceu com aquela idiota?
Estava b�bada e provavelmente drogada. Imagine aonde ela queria chegar!
Agora estamos procurando um obstetra que venha examin�-la.
Quer ficar gr�vida do meu filho e for��-lo a se casar com ela!!
N�o compreendeu o seu plano?
Sim, amanh� de manh�. � muito importante.
Muito bom!
A obstetra vir� logo pela manh�. Tem um carro que anda sobre a neve.
- Pela manh�? - Sim.
- N�o quer reconsiderar? - N�o.
Lembre-se que muitas coisas podem acontecer em uma noite.
Tenho medo de ouvir novamente essas coisas...
...e n�o poder... - Nossos telefones est�o a�.
Poder� nos ligar � qualquer momento.
Este � o seu encefalograma de cada noite dos dois �ltimos meses...
N�o existe nenhuma anomalia. As coisas que voc� ouvia foram embora pra sempre.
O rem�dio que lhe d�vamos para dormir era �gua pura: Um placebo.
Tudo isto era apenas um placebo?
Mais ou menos!
- Recorda como eram suas noites h� 15 anos atr�s? - Sim
- Vir� algum parente? - N�o, nenhum. Mas eu sei o que eu quero fazer.
Antes de internar-me eu trabalhei em restaurantes.
Lembro-me do fant�stico espaguete que preparou no �ltimo Natal!
- Estava delicioso. - Obrigado.
Parab�ns!
- Fa�a uma boa viagem. - Obrigado. - Parab�ns!
- Cuide-se! - Sentirei sua falta.
- Seja feliz, voc� merece! - Obrigado.
- At�. - Se cuida! - Mandarei um telegrama por dia.
Boa viagem.
At�.
-para onde? - Perto da esta��o dos �nibus.
- Bom dia. O Senhor Gadner me aguarda. - Sim. Pode acompanh�-la?
- � ali. - Obrigado.
Est� tudo escrito aqui; o resultado das vendas do apartamento...
...da mob�lia, dos livros e do carro de seu marido...
� esta quantia que o Professor lhe deixou quando morreu.
- Eu n�o pensei que fosse t�o rico! - Ele nos ajudou.
O restaurante de sua tia era muito famoso nesta �rea.
Com toda certeza n�o vai falir!
-por isso eu terei... - N�s fizemos uma concess�o de 400 mil d�lares
Parece-nos uma quantia suficiente.
Assim espero.
- J� foi conhecer o local? - Est� agendado para daqui a meia hora.
- � ela? - Sim. Prazer. - Muller. Muito prazer.
- Creio ter encontrado o lugar certo. -Esperamos que sim!
Encontra-se no lugar onde todos os jovens v�m � noite
Aqueles t�m dinheiro pra gastar! Sabe quando me v�m as id�ias?
- N�o. - Sempre a noite! N�o consigo dormir.
Tenho que comer.
No sil�ncio da noite observo o microondas ou a geladeira...
...e as id�ias aparecem!De improviso!
Incr�vel, n�o?
- a� est� Snakes Hall. - E' enorme!
Apenas a parte de baixo � alugada, o resto � um dep�sito do munic�pio
N�o usado h� 20 anos!
H� um pequeno problema no teto que cedo ou tarde consertar�o .
- De que �poca? - A constru��o data do in�cio do ano 900...
...Um farmac�utico que fez fortuna com o veneno das serpentes.
Fez um analg�sico.
Mas por anos � propriedade do munic�pio. Certamente depois de uma fal�ncia!
- E' horr�vel!! - Presta aten��o por dentro, mudar� de id�ia.
Espero. Na Am�rica consideramos as cobras como s�mbolos f�licos.
Bom!
Aquelas escadas s�o pr�ximas � parte n�o alugada.
Venha. Por aqui.
Veja, n�o � incr�vel?
O verdadeiro dono negocia bem! Quase tudo lhe serve
Esperava uma cozinha assim?
N�o se sente bem?
Posso beber um pouco de �gua?
Aqui a tem.
- E' fresca. - Obrigado.
- Est� melhor? - Sim, obrigado. - Quer ver o resto da casa?
Davenport nunca teve um restaurante assim
Mas n�o precisa decidir agora. Pode pensar primeiro.
Existiu por tantos anos, pode ser retomado agora!
Fico com ele, se o aluguel � baixo como foi dito.
- Certo. - Ent�o fico com ele.
Retornei, Giulio.Finalmente mantenho a promessa!
Voc� � a primeira pessoa que vem aqui em 17 anos!
-L� Dentro? - N�o, obrigado, aqui mesmo.
- Obrigado. -Espero.
Se um cliente quiser comer comida italiana, em um m�s abrimos.
- Far� o fetuccine? - Sim.
- Espero. - L� fora tem muitas cobras. Voc� tamb�m ter� algumas por dentro!
Estou indo!
a mob�lia.
- S� uma carga basta. -Mora algu�m aqui?
- Onde? -no andar de cima.
N�o!
- Fa�o-os descarregar? - Sim. - For�a, descarreguem!
-Trouxe caf� quente - Obrigado.
H� tamb�m alguns pap�is a assinar.
- Inova��es na licen�a? - Se esperarmos pelo Munic�pio...
...n�o a teremos antes do natal por sorte, ele � o Padre Amy.
-Quem �? - Sem ele aqui n�o seria poss�vel obter nada.
� bom que o conhe�a.
Todas as cadeiras e mesas v�o para a sala de almo�o, � direita.Obrigado.
- Vincent? - Sim, Vincent Natale.
- E' italiano? - De Roma. L� eu tenho uma enoteca junto com um amigo.
- Mas ele morreu de c�ncer. - Sinto muito.
Estava dif�cil permanecer l� sem ele e s� vim aqui pelo meu irm�o.
Ele trabalha na cidade e me falou desse restaurante italiano.
- Serve como um expert em vinhos? - Sim.
Se n�o estiver interessada, eu digo.
N�o sei como ser�o as coisas, � uma experi�ncia.
Para mim est� bom, me ajudar� a n�o pensar muito em Mario.
- Sou padre Amy. - Estou muito atrasada?
N�o, eu que estou adiantado.
- Bom... - Eu a acompanho � mesa. - Obrigado.
-Est� boa uma mesa da qual se v� o rio? - Certo!
- Ol�! Como est�? - Padre Amy! Que prazer!
- Boa noite. - Boa noite.
E' uma hist�ria terr�vel! Creio que h� n�o nada mais atroz!
- Foi acusado por dois de seus estudantes de terem sido... -molestados?
-Foi denunciado? - Saiu no jornal.
Foi suspenso do ensino e permaneceu trancado em casa por um longo tempo...
...sem luz e sem telefone.
-N�o posso imaginar! - Era verdade?
Somente uma carta an�nima de uma pessoa mentalmente perturbada.
- Pensou que fosse verdade? - Sim, e n�o consegui me perdoar.
Quando descobrir-se que � mentira, ser� f�cil consegui-lo.
Desde aquela noite, n�o houve nem mesmo uma explica��o
...mais nenhuma. - a vida foi removida!
Sinto muito. Obrigado.
S� voltei porque est� enterrado aqui, e aqui nos conhecemos.
Cursou Literatura Rom�ntica em algumas institui��es do local
...e eu trabalhei em um restaurante do qual ele era cliente.
me deixou curiosa! Sa�mos num domingo qualquer...
...e me pediu em casamento sem que houvesse nada entre n�s.
Nem mesmo um beijo!
- E voce estava casada! - Prometeu-me que uma vez na pens�o...
...que me ajudaria a abrir meu pr�prio restaurante.
est� mantendo a promessa!
- Essa semana ter� sua licen�a. - Obrigado.
- Vamos. - Sim.
- Obrigado. - Porque escolheu aquela casa?
O aluguel � baixo e a cozinha � bem equipada.Devo recusar?
� um detalhe do lugar.
- Devo preocupar-me? - N�o creio, � uma hist�ria muito velha!
- A acompanho? - N�o, obrigado,eu resumi um guia
- Boa noite. Farei o poss�vel para ajud�-la. - Obrigada.
> E' aqui, Egle!
> Aqui est� ele, Egle!
>Voc� tem que vir!
>aqui est� seu ovo
>Finalmente o encontrei novamente
N�o acontecer� de novo.Deve se convencer de estar completamente recuperada.
Devo dizer uma coisa.
A voz dessa noite n�o era a mesma que eu havia ouvido antes.
- Falava com algu�m. - Com quem? - Com Egle.
- Quem �? - � o nome que uma freira me deu no asilo na It�lia.
Dizia que era meu nome secreto.
Ela me chamava "Egle", Como a voz da outra noite.
> Ningu�m sabia daquele nome...
...exceto ela!
� seu subconsciente que se auto pune com essa tortura
Por sorte � facilmente decodific�vel.
Porque disse n�o ter o Brunello? Que � isso?
- J� est� vendido - N�o pode pedi-lo?
Sim, mas n�o podemos garantir o tempo de entrega.
Este � o quarto vinho que ela diz n�o possuir
- Sinto muito. - Posso falar com um respons�vel? - O patr�o? - S�m.
- No topo da escada � direita. - Obrigado.
Fiquei sabendo que aquele lugar foi alugado para ser um restaurante.
- sim, um restaurante italiano. - Por que justo naquela casa?
- Por que n�o? - Deviam t�-lo destru�do h� 40 anos atr�s...
quando o juizado pediu sua demoli��o. - por que?
Minha m�e foi massacrada l� dentro!
- O que quer dizer? - Seu empreendimento nasce sob uma m� estrela.
Se me recordo!
Se fosse verdade que naquela casa tivesse sido cometido um delito?
Por que n�o me disseram? Isso explicaria muitas coisas.
- Por exemplo? -Est� vazia h� muito tempo e o aluguel � muito barato.
Chegou. Pode me deixar l�.
Talvez saibam algo mais sobre a cidade, onde seu irm�o trabalha.
Sim, me informarei.Voc� � muito atenciosa.
Agora funciona tudo de novo.
Eu encontrei um aparato daquele per�odo.
- Qual periodo? - Aquele mon�stico.
- Qual mon�stico? - Eu n�o sei.Assine aqui.
N�o sei nada desse lugar. Aluguei do Munic�pio.
- N�o conhe�o outro - Melhor assim!
- O que eu tenho que saber? - Barney! - O que �?
Eu tinha raz�o: n�o sabia nada.
O que eu tinha de saber?
E' uma hist�ria violenta, mas j� faz muito tempo.
- Agora ningu�m mais se lembra dela. - N�o continue sem me contar.
- Por favor! - Era um pensionato para mulheres regido por freiras
- at� o fim dos anos 50 -E ent�o?
-Teve de ser fechado - Por que?
E' tarde, n�o nos esperar�o.
- Espera! - O telefone � ali...
...mas pode nos chamar por qualquer problema.
N�o! Espera!
Hoje um homem me disse que nessa casa
...sua m�e foi massacrada.Por que n�o me disse?
N�o quero abrir um restaurante nessa situa��o estranha.
- Ele s� queria assust�-la - Rende despesas no final das contas?
Calma, senhora, se quer rescindir o contrato Do contrato, eu me ocupo
E procuramos um outro lugar.
- "City Time". - Quero consultar jornais antigos.
No momento o arquivo n�o est� dispon�vel.
� parte do arquivo...
...pode ser que conhe�a uma grande casa chamada "Snakes Hall"?
Para edif�ciios hist�ricos nosso especialista era Ally.
- Pode encontr�-lo no Bar do Max. - Quando? - Sempre!
Snakes Hall?Um romance escrito como curinga da biblioteca?
- � verdade que mataram uma mulher? - Tr�s.
-N�o � poss�vel! -A Madre Superiore e duas h�spedes nobres.
Uma era Wittenmeyer, filha do louco que construiu aquela casa.
-Como aconteceu? - Apenas me lembro...
...as duas velhas, A Madre Superiora e uma novi�a que trabalhava aqui.
As duas mulheres e a Madre Superiora......
...Foram cortadas em v�rias partes com um cutelo ou coisa parecida...
...Que n�o foi mais encontrado.
> Em volta da casa n�o havia pegadas na neve.Foi um enigma.
- Por que? - Quem come�ou o massacre n�o podia sair
...sem deixar tra�os. -N�o poderia ter feito antes de nevar?
N�o.Uma das v�timas, a velha Wittenmeyer...
...telefonou para pedir ajuda antes de tamb�m ser assassinada
A recepcionista do Hotel Lodge que recebeu a chamada
...disse que estava amanhecendo e n�o nevava mais.
Seu depoimento tornou inexplic�vel o caso.
Que fim levaram as duas garotas?
N�o foram mais encontradas, vivas ou mortas.
E a mulher da biblioteca?
> Paula Hardyn, uma mentirosa.Fique longe dela!
- Ol�. Procuro a respons�vel pela biblioteca. - quem?
- Paula Hardyn. - N�o trabalha aqui. V�m para suas pesquisas.
-H� algum endere�o dela? - N�o.
- Mas se vier, darei seu recado. - Obrigada.
Mande Syracuse aqui.
� o mais velho no servi�o, de modo que deve saber mais que n�s.
O que se come? -Onde? -No seu restaurante italiano!
- Pizza de pepperoni e salsinha? - Me procurava?
-A respeito do massacre no Snakes Hall. - Sim.
- Voc� j� era nascido. - O rapaz de agora...
...trabalhou para n�s h� muito tempo Tamb�m vieram dois inspetores federais.
Mas n�o ficaram muito.
Ao final disseram que foram as duas garotas
...que n�o foram mais encontradas.
N�o se assuste, sou Paula Hardyn.
Me deram seu recado.
Estava febril, mas passa tudo quando se fala em Snakes Hall.
Minha entrada n�o � mais permitida
- Era proibido por causa das investiga��es da pol�cia. - Venha.
O doutor Wittenmeyer era um et�logo Havia descoberto...
...a propriedade analg�sica do veneno de alguma serpente
Ficou muito rico mas morreu poucos anos depois
Deixou este edif�cio para uma comunidade de freiras...
que fizerem dele um pensionato.
Na semana do natal de '57 permaneceram apenas dois h�spedes
...Wittenmeyer e Shields, inimigas mortais nessa �poca.
Shields tinha um filho, Las, um depravado
...que sempre tinha problemas com a justi�a
H� 10 anos est� numa cadeira de rodas
Por anos espera a demoli��o deste pr�dio.
E n�o � s�! Sua m�e foi uma das v�timas do massacre.
A aut�psia concluiu que as v�timas foram perfuradas por uma lan�a
...no colo, no peito, em ambos os olhos!
Quem viu as fotos da pol�cia ficou perturbado!
Ningu�m conseguiu formular uma hip�tese plaus�vel...
...e a arma nunca foi encontrada.
Sabe-se tudo a respeito das tr�s mulheres assassinadas. Mas e das duas garotas?
Quem eram? Como se chamavam?
Eram menores e sob a tutela do instituto religioso
...e a justi�a determinou revelar alguma coisa apenas para os iniciados.
Se tivessem reaberto o caso eu inquiriria contra tudo
...devo dizer muita coisa.
- Pronto? - Creio que voc� tem sorte!
H� um local vizinho ao North Park, em um grande centro comercial
600 metros cobertos e um estacionamento para 400 carros. O visitaremos amanh�
Vai se apaixonar assim que v�-lo!
N�o lhe parece fant�stico?
O lugar ideal para levar a fam�lia para almo�ar
Tive que convencer o propriet�rio
Mas fiz por voc�!
E renuncio minha porcentagem.
Por essa vez!
- Por que tanta generosidade? - N�o est� entendendo?
Na minha idade sente-se rid�culo quando acontece qualquer coisa de especial...
N�o entendeu?
>
>O que quer fazer? N�o podemos dormir
Existem listas de ordens religiosas?
- Alguma novidade? - N�o, preciso de um favor para uma pessoa.
Espera...� aqui!
Sei que North Park se tornou uma alternativa.
-Teremos de refazer as licen�as. - Sim.
- Onde est� Padre Paul? - Em seu estudio. - Obrigada.
- Por nada. - Obrigada.
Aquele edif�cio foi uma doa��o da fam�lia Wittenmeyer
...Ao Bispo Hayes nos anos 40
As freiras que se ocuparam cuidando dos pacientes?
Houve v�rias freiras e v�rias novi�as.
- Em 1957? - � o que parece. - Obrigada.
� um milagre ter aqui, n�o deixarei escapar a ocasi�o
"Egle Lanzillo, conversa."
"�rf�. Benevento, Italia."
- Encontrou o que procurava - Posso lhe falar?
- N�o aqui, no confession�rio. - Certo.
- E'a primeira vez. - Que se confessa? - Sim.
-Eu preciso falar com algu�m. - Coragem!
Pouco depois do suic�dio de meu marido...
...estive em uma cl�nica psiqui�trica.
Via coisas que ningu�m via e ouvia coisas que ningu�m ouvia.
Estavam na minha mente.Essa tormenta recome�ou!
Mas a voz que eu ouvi, a presen�a que senti...
...era diferente das anteriores.
Tive a sensa��o de que eram verdadeiras
A prova est� no registro que eu controlei.
Sei que parece absurdo, mas deve acreditar em mim!
Lembra-se como foi estranho ter escolhido aquela casa?
- Deve ficar longe de l�! - N�o posso faz�-lo t�o r�pido.
- Por que? - Estou segura...
...que o que est� acontecendo comigo n�o � uma coincid�ncia.
Sinto haver a possibilidade de ajudar algu�m.
que intenta se ocupar dela e proteg�-la
Isso � mais importante do que meras sugest�es!
Devia imaginar que estaria enlouquecendo!
Espere! Me escuta...
Este � um lugar pequeno e as pessoas adoram falar!
- Sei que queria tudo isso longe... - se algu�m soubesse que sente a voz...
...perderia sua credibilidade.
O banco e o Munic�pio dariam um jeito de faz�-la desistir do projeto.
-Ent�o me ajude! - E o que eu posso fazer!V� embora depressa!'
farei, mas me permita voltar outro dia.
Aqui n�o � lugar de pergntar sobre uma hist�ria que todos querem esquecer!
- Sinto muito... - N�o � nada.
- Est� bem? - Sim, obrigada.
- Obrigada. - De nada. - Vamos.
- Posso lhe falar? - Retorno r�pido, querida. - Tudo bem.
Aqui est� um contrato.
- E' uma fundi��o dessas partes? - Era. H� muitos anos atr�s.
Meu av� era o �nico capaz de trabalhar com o ferro dessa maneira.
Isso foi feito exclusivamente para aquele maluco.
- Aquele de Snakes Hall? - O pr�prio!
Ele lhe encomendou a produ��o dessas grades.
O acompanhei muitas vezes ali dentro.
Era muito quente!
Com o frio do inverno as serpentes morreriam.
Quando entrava ali parecia estar no deserto!
Se viu montarem as grades, sabe onde ficam as sa�das de ventila��o!
Estavam em toda a casa, da cozinha at� o �ltimo pavimento.
Aqueles ignorantes escapavam do ch�o e se enfiavam l� dentro.
Um sujeito de Credit Island, magro como uma anchova......
Se infiltrou para capturar uma, mas a serpente o mordei.
-Morreu na mesa da cozinha. - E' poss�vel entrar por qual sa�da??
Se se for pequeno e magro como aquele homem, se pode entrar.
Um al�ap�o aqui...
...um outro aqui...
A porta estava aberta.Decidiu-se devolver a transfer�ncia.
Sim, pouco tempo.
Procuravam funcion�rios. Encontrei rapazes para a cozinha e criados.
-Me diga quando quiser v�-los - - Com muito gosto, mas n�o agora.
Faz a planta da casa. Fiz de muitas universidades!
Fa�o para passar o tempo...
Errei ao n�o prestar aten��o aos rumores sobre essa casa.
-Mas outros locais ser�o ideais para voc�- Certo.
- Poderei vir em outra hora e encontr�-la? - Certo.
N�o me agrada deix�-la aqui sozinha.
- Tranque-se bem a� dentro - ok.
- Tchau. - Tchau.
Ahh!
J� est� aqui! Perdoa-me a bagun�a, vivo s� �...
Remontei a cama, me sinto sem for�as.
Ent�o?
N�o sei com quem posso falar...
H� qualquer coisa de incr�vel que olha pela passagem daquelas duas garotas.
Todos pensam que sou louca, mas n�o � verdade!
Eu sei e lhe digo para n�o confiar em ningu�m dessa cidade
Creio ter a prova de que aquelas duas garotas...
...n�o deixaram mais a casa depois de terem cometido os homic�dios.
- Come pode dizer isso? - Sei onde elas se escondem.
Provavelmente morreram l�.
S�o suas presen�as, suas vozes ali!
Imagina sentir as vozes dos mortos?
-Disse que n�o havia ningu�m. - Eu acreditei...- Tenho sido uma idiota!
- Pronto? -A assustei? Sou Vincent Natale.
Meu irm�o est� preocupado, quer que eu fique um pouco aqui fora.
Disse que se meteu em problemas indo � pol�cia e � fundi��o.
Se quer descobrir alguma coisa, tente o depoimento da recepcionista.
- Qual? - Aquela do hotel Lodge.
Aquela noite era o �nico telefone que funcionava.
Nos arquivos do tribunal h� apenas dois testemunhos.
A feita pelo xerife e a do processo.Completamente diferentes!
- Posso ajud�-la? -Quero consultar as atas de um procedimento penal......
...realizado por este distrito. - Diga-me os nomes dos acusados.
Uma era menos e tinha um nome estrangeiro...
Egle Lanzillo. Era italiana.
- L A N Z I L L O. - Exato.
- O processo de Snakes Hall? - Sim.
-Sinto muito, as atas est�o em segredo. - O que quer dizer?
O juiz que conduziu o debate declarou-os inacess�veis.
- A menos que voc� n�o fa�a parte do caso - N�o fa�o.
-N�o posso ajud�-la. - Ok.
Obrigada.
Com licen�a! Sem querer ouvi o que voce disse.
Me chamo Ella Murray, sou uma advogada.
-H� um m�s salvou a vida do meu filho - Sim, me lembro.
- Prazer em v�-la novamente - Irei ajud�-la.
Posso fazer qualquer coisa.
- A tarde estou sempre em casa - Obrigada.
Sei que ningu�m mais vai falar comigo!
As coisas que descobriu n�o agradaram a algumas pessoas.
Vim aqui para ajud�-la, embora esteja doente!
Quem se ocupou de procurar as duas garotas?
Se descobrir alguma coisa, deve falar com algu�m!
Por que foi determinante a demiss�o da recepcionista?
Sabia a hora exata do homic�dio.
- Eram dois testemunhos diferentes! - Como sabe? - Eu sei!
Continua a n�o confiar em mim. Tenho not�cias terr�veis!
Algu�m que � muito importante aqui est� se ocupando de voc�
...do seu passado e da morte do seu marido!
Quer me chantagear para me fazer manter sil�ncio?
Fez mal em n�o confiar em mim, agora est� realmente sozinha!
O cad�ver foi exumado h� uma semana atr�s.
-Eu sou a vi�va e sequer fui informada! - Conhecia a irm�.
- Giulio n�o tinha irm�s!! - O que resulta tudo em ordem.
- Para onde levaram? - A Concord, onde vive a irm�.
- Pronto? - N�o queria perturb�-lo...
N�o se preocupe.
Algo muito forte far� de tudo para que eu n�o v�.
Usando os meios mais cru�is e terr�veis!
Uma irm� de Giulio, que nunca existiu...
...Levou pra longe seu corpo. Outra louca me amea�a!
- Quem a amea�a? - Uma mulher.
Disse que algu�m est� investigando meu passado...
...como se eu devesse tem�-lo.
- Temer o qu�? - Que algu�m descubra alguma coisa comprometedora
-Voce n�o tem nada a esconder. - N�o sei o que pensar...
...nem a quem me voltar... Eu o chamei... - Me escute!
Se deixar aquele lugar, n�o dever� mais se preocupar.
V� r�pido para longe dali!
� ela!
- Estou contente em v�-la. - Salve. - Venha.
Ele � Lester MurrayJunior, Tem 8 anos.
- Oi, Lester. - Oi.
Entremos.
N�o sei se consigo entender a fundo o que h� pra se provar...
...quando seu marido a traiu - Creio que sim.
- Voc� n�o � casada - Eu fui.
- H� muitos anos atr�s. -Meu marido n�o quis...
...que se fale nesse assunto porque seu av�...
...o juiz Lester Murray emitiu aquela senten�a apressada...
...devido �s duas menores das quais nada � sabido.
As duas mo�as n�o teriam nenhuma vantagem com o massacre.
- Quem teria? - Apenas as Shields.
Com a morte da m�e herdariam uma fortuna
Com todo aquele dinheiro encontrou algu�m que fizesse tudo ficar esquecido...
...todo o assunto. Entendeu porque quero ajud�-la?
- Por que? - Somente voc� teve coragem de desafi�-lo!
-N�o pode consultar as atas
...daquela farsa de processo?
- N�o me serve mais. - Por que?
- O que mudou? - Estava descobrindo a verdade...
...mas encontraram um jeito de me fazer desistir. - N�o o faria!
-Por que n�o? - Eu a ajudaria mais do que imagina.
> Egle, quieta, n�o deve comover-se!
Eu sei que uma de voc�s de chama Egle.
Egle Lanzillo.
� de origem italiana, como eu.
Egle � um nome muito bonito.
Deve ter sido uma bela mo�a!
A outra mo�a...
Voce tamb�m estava aqui aquela noite, mas n�o sei o seu nome.
Logo irei para longe daqui para sempre.
E ser� um novo dia.
Qualquer um que entre aqui ser� apenas seu inimigo.
> Liu... Liu...
- Liu...? > Liuba.
Liuba! Liuba!
Te chamavam assim?
> Devia se casar comigo!
> O doutor quis...
- Quis? > Que viessem me visitar!
>Assim eu n�o me casaria mais.
>Ele seria condenado - Quem?
Quem � ele?
O filho da senhora Shields? Ia casar-se com ele?
> Sim? - Preciso falar com a senhora Murray. E' urgente.
- Um momento. - Obrigada.
-O que aconteceu? - Descobri uma coisa terr�vel.
Devo falar com algu�m.
-Nesse caso, algo deve ter acontecido comigo - Venha.
Las est� l� em cima com meu marido e os outros.
- Jure que n�o me prender� como louca! - Por que?
As duas garotas, acabando condenadas por homic�dio...
...ainda est�o l� dentro, escondidas naquela casa.
Mas agora eu seu como provar a inoc�ncia delas.
Encontrei um motivo.
- Senhora, est�o perguntando por voc� - Estou indo depressa.
Um motivo n�o � suficiente para provar inoc�ncia
...� necess�rio saber o que disse a recepcionista.
- As atas do processo? - Sim! - Tentarei obt�-las.
-Onde � o lugar? - Daquela parte, at� o fundo.
Feche a porta.
Estamos seguras at� o t�rmino das li��es.
Fique perto de mim.
Aqui est� o que me perguntou.
Os interrogat�rios, a requisi��o, a senten�a.
- Como conseguiu? - N�o me pergunte!
- O que procuramos? - Os nomes das meninas.
-As acusadas? - Sim. - Ok.
"Procedimento contra Egle Lanzillo e Liuba Bransk..."
"...condenadas � revelia." - Liuba!
Aqui est� o diret�rio das testemunhas de acusa��o e de defesa.
- Foi uma defesa de of�cio - A� est�!
"Rina Hines, nascida em 10 de agosto de 1932 em Bettendorf, Iowa..."
"...musicista, temporariamente recepcionista do hotel Lodge..."
- E' ela! - Abro o seu testemunho - Sim.
Se a senhora wittenmeyer ligou quando ainda nevava...
...como a recepcionista disse em seu primeir interrogat�rio...
...qualquer um poderia ter entrado e sa�do sem deixar tra�os.
Ent�o em frente ao juiz mudou sua pr�pria vers�o.
Disse estar confusa.
E que a senhora Wittenmeyer ligou ao amanhecer...
...cinco horas depois, quando havia parado de nevar.
- Como posso estar certa que tenha mentido? - Encontrando-a.
Nasceu em 1932, h� cerca de 70 anos.
- Sim eu me lembro. Chamava-se Rina. - Rina Hines? - Sim.
Sim. Substitu�a Lillian que esperava seu primeiro filho.
- Quando Lillian voltou, que fez Rina? - Voltou a tocar.
Tocava o acorde�o como se fosse uma orquestra inteira!
- E lhe faltavam dois dedos! - Dois dedos? - Exato!
Parecia sentir uma orquestra inteira...
-J� vai - Sim, devo ir. Obrigada!
- Pronto? - Ella, sou eu, descobri uma coisa - Diga-me.
- Estou vindo da recepcionista - Como a encontrou?
Foi mais f�cil que o previsto.Procurei-a muitas vezes.
Pode ser perigoso.
- Procuro algu�m que fique com Lester e vou com voc� - N�o!!
Quero ter certeza que � ela mesma a recepcionista.
- Te ligo depois - Espere!
-N�o soube? - O que? - Saiu � rua ontem a noite
- Para onde? - Ao hospital St. James. Coisas mais graves vieram de l�.
Com licen�a. Paula Hardyn. Internou-se ontem a noite.
- Est� em recupera��o. - Posso v�-la? - N�o s�o permitidas visitas.
- Obrigada. - Passe para mim todas as oberva��es amanh� de manh�.
Amor, devo sair e papai ainda n�o voltou...
...voc� n�o pode ficar sozinho aqui Vamos. - aonde?
Aqui perto, mas voltaremos logo.
Lodge Hotel, Como posso ajudar?
- � Tina? - N�o, sou Bea. -Uma hora tr�s uma mulher italiana...
- Agora podemos voltar pra casa? -S� um momento.
- h� algu�m a�? - Mamae, agora vamos!
Rina Hines...
� ela, verdade?
Por que n�o me disse?
Mudou seu depoimento porque algu�m a tem amea�ado...
...Mas agora n�o deve mais ter medo.
Foi o filho da senhora Shields...
...a andar por Sankes Hall aquela noite...
...durante a neve, certo?
que o diga!
- Sim. - Ele assassinou aquelas tr�s mulheres?
Quando as encontrou l� em cima...
...sua m�e e a Madre Superiora...
...j� estavam mortas.
Agora quem matou a senhora Wittenmeyer? Foi Las?
Rina!
N�o se preocupe, est� morta! N�o poderei pedir a reabertura do processo.
Ela estava em Snakes Hall naquela noite durante a neve...
...e matou a Wittenmeyer, a �nica que permanecia ainda viva
Ela � uma dessas mulheres capazes de se dedicarem aos problemas dos outros...
...mas que teve a m� sorte de ser a pr�xima.
Aqui temos �timos jornalistas, leia o suplemente dominical...
...Cont�m um artigo sobre uma mulher que se casou com um homem doente...
...Com s�ria dificuldade na �rea sexual...
...E um desejo desesperado de ser protegido de si mesmo.
Ela, ao inv�s de ajud�-lo, o denunciou por uma carta an�nima.
O magistrado demonstrou com facilidade que foi ela quem escreveu a carta.
O infeliz marido se enforcou...
...Depois de ser apontado por todos como "O Monstro".
Me perdoe se eu tive alguma d�vida sobre sua participa��o na acusa��o p�blica!
Eu a avisei...
..."A sua empresa nasce sob uma m� estrela."
Ella!
Ella, me responda!
Ella!
> Egle est� zangada com voc�.
> Vieram para nos capturar.
Voc� os mandou, n�o �?
Voc� tamb�m quer me for�ar...
...a usar isso?
As freiras no inverno usavam-no como quebrador de gelo...
...Al�m de usar para bloquear a porta!
Com aquilo que assassinou aquelas mulheres?
T�m sido muito excitante...
...n�o �, Egle?
Naquele momento Las chegou...
...e arrombou a porta da Wittenmeyer.
Ent�o enfiou isso em sua boca para faz�-la ficar quieta!
- Onde est� Egle? - Quer v�-la?
Aqui est� ela.
A minha amiga do cora��o!
Minha unica amiga!
Tenho te procurado por tanto tempo...
...os primeiros anos depois daquela noite.
E Las continuavam a dizer que se f�ssemos encontradas...
...Ser�amos condenadas � cadeira el�trica.
- Lembra-se de mim, Egle? - Ajuda!
Lester... meu filho...
Lester!
- Lester! - Sim.
Lester,voc� est� aqui?
- Sim. - Sou a amiga da mam�e.
Segure minha m�o. A v�?
>A crian�a conseguiu escapar...
...de dentro da casa onde sua m�e estava gravemente ferida no abd�men
>� necess�ria uma transfus�o. Vamos lev�-la ao St. Regis Hospital.
Aqui � Young, de Snakes Hall. escoltaremos a ambul�ncia
- A mulher ferida � nora do juiz Murray. > O agressor?
>A crian�a fala de uma velha assustada
...mas aqui est� apenas uma mulher em estado confuso que chora.
> Estamos inspecionando a casa, mas est� tudo tranquilo >Um momento!
> Foi encontrado um caix�o com um cad�ver em decomposi��o.
> Te assustaram, Egle?
> N�o deve ter medo!
>Voc� sabe que eles � que t�m de ter medo de n�s.
>Ent�o ningu�m acreditar� naquela mulher!
> Agora est� escuro, Egle.
> Quer uma can��o de ninar para dormir?
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