All language subtitles for Our Daily Bread (King Vidor, 1934) POR

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Original subtitles

DAVID SHEPARD APRESENTA UM PR�LOGO PARA ''NOSSO P�O''

O PRODUTOR E DIRETOR KING VIDOR APRESENTA...

SEU FILME DE 1934 SOBRE A DEPRESS�O NOS EUA.

FECHADO

N�O H� VAGAS

Des�nimo, medo e fracasso pararam a na��o.

A Depress�o assombrou os EUA.

Nessa �poca, pessoas pulavam de janelas em Wall Street.

Pessoas viviam em barracos.

Muitos est�dios faziam filmes glamurosos.

Achavam que o p�blico queria ver pessoas bem vestidas.

Em parte, � verdade.

Mas eu senti que n�o queria ser uma prostituta...

para ganhar dinheiro com os est�dios.

N�o queria ser o garoto bonzinho de uma produtora.

Li um artigo...

que dizia que a esperan�a era voltar para a terra...

e negociar habilidades, n�o dinheiro.

O Governo est� construindo comunidades rurais...

para as pessoas cultivarem os pr�prios alimentos...

com a ajuda de pessoas em situa��es melhores.

H� poucas coisas para descarregar.

Mas isso � tudo que a fam�lia tem...

depois que o pai ficou desempregado por um ano.

Alguns vieram quando a col�nia era constru�da...

e fizeram as primeiras planta��es.

Ap�s quatro meses, continuam se entendendo.

Esses homens j� tiveram bons empregos.

Mas agora s�o fazendeiros e est�o se saindo bem assim.

Por exemplo, as planta��es de milho est�o bem.

Eis um fazendeiro inspecionando o milho.

Ele diz que est� bom.

Esses carpinteiros e pintores que j� foram assalariados...

ajudam a construir casas e outros pr�dios.

Este � o primeiro templo do local.

Na floresta, em meio ao sil�ncio...

os homens agradecem ao Senhor.

O ''New Deal'' deu a eles a chance de trocar o trabalho...

por moradia, alimentos, roupas e educa��o para os filhos.

Talvez aqui surja uma ind�stria que d� dinheiro aos colonos...

e os torne consumidores novamente.

Essa hist�ria fala sobre utilizar a terra para sustento...

e isso chamou muito a minha aten��o.

Tinha um contrato com a MGM e levei a hist�ria a eles.

Perguntei se gostaram, mas eles ficaram com medo.

Era realista demais para um est�dio grande.

Eles queriam fazer outras coisas.

Minha �nica sa�da foi fazer sozinho.

Hipotequei minha casa e fiz empr�stimos para o filme.

O filme ainda existe e � visto ap�s tantos anos.

N�o lucrei com ele mas n�o pensei nisso.

Mas acabei empatando, n�o perdi nada.

E ainda hoje tenho a emo��o...

de v�-lo exibido em universidades, festivais...

sendo comentado e apreciado.

ESTE FILME FOI APROVADO PELA ADMINISTRA��O...

DE PRODUTORES E DISTRIBUIDORES DOS EUA.

NOSSO P�O

INSPIRADO PELAS NOT�CIAS DA �POCA

S� porque Voc� � voc�, querida

E s� porque eu sou eu

Nossas vidas se unir�o Sem l�grimas nem suspiros

Apesar dos anos Passarem devagar

Ver� que eu te amo

S� porque eu sou eu, querida

E voc� � voc�

Disse mesmo que viria hoje.

Pode nos dar mais alguns dias? Meu marido tem algo em vista.

Al�m disso, um parente vem nos visitar hoje...

e sei que ele nos ajudar�.

Sei que tudo ficar� bem em dois ou tr�s dias.

O senhorio est� irritado com seu marido como inquilino.

Mas vou tentar adiar para depois de amanh�.

Mas � o limite. Se seu marido n�o arranjar dinheiro...

� melhor deixar as malas arrumadas quando eu voltar.

Muito obrigada, Sr. Crumb. Sei que ele conseguir� dinheiro.

Bem... adeus.

Ol�!

Foi aquele urubu que vi descendo a escada?

Ele nos deu at� depois de amanh�.

- Como foi? - A mesma hist�ria.

Quatrocentos homens e s� uma vaga.

Parece que n�o vou arranjar nada.

John, o tio Anthony est� na cidade.

Ele me ligou e o chamei para jantar.

Ele pode arranjar um trabalho para voc�.

Por que fez isso? Podemos nos virar sem ele.

Trabalho � trabalho, n�o importa de onde vem.

Mas ainda temos dois dias. Pensarei em algo at� l�.

Agora temos que pensar em como conseguir um frango.

Por que frango?

Seu tio n�o pode comer hamb�rguer, como eu?

Ele pode, mas n�o ir� comer hoje.

E como vamos conseguir um frango?

Do mesmo jeito que conseguimos o hamb�rguer.

Agora v�, temos muita coisa para fazer.

Bem, qualquer coisa para manter a fam�lia em paz.

Por mim, tudo bem.

- Ol� Schultz, meu velho! - Ol�.

Que tal um frango para eu pagar depois de amanh�?

Foi o que disse h� dois meses.

N�o caio mais nessa!

Dinheiro na mesa!

- Ei, o que est� pensando? - E o que eu fa�o?

Entro num concurso ou numa loja de penhores?

Obrigado.

O que est� tentando promover ultimamente, John?

Acredite ou n�o, um emprego.

� bom saber que colocou um pouco de ju�zo na cabe�a.

Experimente ficar numa fila por 3 horas com 400 homens...

esperando uma �nica vaga.

O que houve com seu esposo...

que queria enriquecer sendo promotor?

Parece que ele caiu na realidade.

Sim, caiu. Ele est� se esfor�ando. N�o est�?

Agora... isso � bom.

N�o pode fazer algo por ele, tio?

Deixe-me pensar... n�o sou diferente de ningu�m.

Tamb�m fui atingido. E muito.

John, caridade nunca foi meu forte.

E hoje n�o � diferente.

N�o quero favores, s� uma chance para trabalhar.

Ou�a s� ele!

Tem lido jornais? Aquela coisa de voltar � terra?

Parece que � a �nica sa�da.

Veja, uma carta do banco...

sobre a hipoteca de um terreno que tenho.

Fazenda. O valor atual � praticamente nada.

O banco n�o quer, nem eu. Ia deixar para l�.

Mas pode significar algo a voc� ao menos por enquanto.

� claro que pode fazer a coisa render e pagar ao banco.

- Que tal isso? - Ora, tio Anthony.

� muita gentileza.

Posso escrever um livro sobre o que n�o sei de fazendas.

Mas mendigar deve ser pior. Quando posso ver o lugar?

Isso depende de voc�.

O que acha, Mary?

Qualquer coisa � melhor que enfrentar cobradores todo dia.

Se acha que � bom, por mim tudo bem.

O senhor tem um mapa? Pode anotar o endere�o?

Fica muito longe? Quando podemos ir?

A cerca de 280 km ao sul, h� uma cidade chamada Arcadia.

Passe pela rua principal, vire � esquerda e siga uns 1 0 km...

Nada mal, n�o?

Ele deve ter tido trabalho para achar esse lugar. Ainda bem.

Veja, um moinho. Sabe para que serve?

Para dizer a dire��o do vento.

�. N�o! Do que est� falando?

Deve achar que � uma mula.

O pai deve ser mula. Ou a m�e, qual �?

Nenhum dos dois. Ou os dois. N�o sei!

E tem a casa.

Achei que ele estava brincando quando falou da casa.

E... uma lareira.

E tem um barrac�o de ferramentas...

com p�s, enxadas e dois rastelos velhos.

E achei outro c�modo cheio de sementes.

Puxa! Vou come�ar amanh�.

Essa fazenda produzir� alimento como nunca.

A carne est� pronta.

John, a torrada!

Aposto que nunca tinha dormido em galhos de pinheiros.

Faz c�cegas!

Aprendi a fazer quando era escoteiro.

Agora ponha o cobertor. Isso mesmo.

O cheiro � bom.

Que tal meu travesseiro?

Parece bom.

Cubra-se com esse.

A� est�.

Bem, boa noite.

Boa noite.

John...

O qu�?

Voc� est� t�o longe. N�o pode vir mais perto?

Puxa vida, estou bem acomodado aqui.

Sabe... tenho medo de andarilhos.

Que coisa!

Ei, por que n�o fica em cima daquele buraco...

para entrar debaixo do carro?

Obrigado, � uma boa ideia.

Isso � mesmo uma furada!

Arrumo o pneu e s� tenho isso de combust�vel.

Gostaria de ajudar mas n�o tenho combust�vel.

Vai para longe?

Estava indo para a Calif�rnia, ou talvez l� perto.

Mas acho que n�o vamos chegar l�.

� complicado. De onde sa�ram?

Eu era fazendeiro no Minnesota.

Mas tomaram minha fazenda.

�, deve ter sido dif�cil.

Aposto que conhece tudo de fazenda.

Eu tamb�m acho. Fa�o isso h� anos.

Que tal trabalhar nesse lugar comigo?

Cheguei aqui ontem e n�o entendo muito de fazenda.

Diga, amigo, est� brincando?

N�o � brincadeira. Entre, vou abrir o port�o.

Viu como vai?

Corta a terra como se fosse bolo de chocolate.

Isso � �timo.

Aposto que gostaria de sardinha hoje, para variar.

N�o como nada desde ontem � noite.

- Ol�. - Ol�.

Minha esposa achou que gostariam de comer coelho.

Vamos j� para l�. Muito obrigado.

Ser�o bem-vindos.

Ora! Que tal isso?

Senhora, da pr�xima vez que quiser coelho...

use um peda�o de arame e um la�o assim...

e o coelho vem... e � pego!

E quando n�o o pego, eu o fa�o parar...

Quem pensaria nisso?

Que maravilha!

E essas cenouras estavam junto com o mato que cortou ontem.

- John! - Quer dizer que...

Claro!

Quem iria saber? Cenouras crescem no mato.

N�o!

Estava pensando no quanto aquele homem fez em um dia.

Deve ter muita gente na mesma situa��o.

Dirigindo por a� at� acabar a gasolina.

Ou�a, se um homem pode fazer o mesmo que ele em um dia...

dez homens podem fazer dez vezes mais.

Sabe, um encanador, um carpinteiro, um pedreiro...

uma comunidade cooperativa.

Onde o dinheiro n�o � t�o importante.

Voc� me ajuda, eu ajudo voc�. Boa ideia, n�o �?

Se acha que � bom, por mim tudo bem.

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E continuam chegando, dezenas deles. Veja!

Vamos l�!

Fa�am fila!

- Qual � seu of�cio? - Barbeiro.

N�o tem utilidade. E voc�?

Vendedor de carros.

O que voc� faz?

Passo roupas de alfaiataria.

Aqui � uma fazenda, n�o um hotel.

- Encanador. - Isso sim!

- Carpinteiro. - N�o brinca!

Sou violinista.

Ou�am, falarei com voc�s, fiquem em seus lugares.

N�o adianta me pressionar.

N�o sabe nenhum of�cio? Consertar uma m�quina...

trabalhar o solo. Sabe usar as m�os?

S� sei usar as m�os. Mas s� para fazer m�sica.

- Sabe, estamos construindo... - Por favor, me d� uma chance.

Tenho m�os fortes, dedos fortes.

Posso aprender, s� me deixe trabalhar. Fa�o qualquer coisa!

- N�o v� embora, parceiro. - Obrigado.

- Sou pedreiro. - Muito bem!

- Obrigado. - Senhor, senhor...

eu aro o solo, planto sementes. Planto qualquer coisa.

- O que voc� faz? - O que precisa ser feito.

Leu a placa? Queremos homens com of�cios...

como fazendeiros, carpinteiros, mec�nicos.

Tem algum trator?

Pode chamar de trator.

Eu dirijo o trator.

Conhece algo sobre agricultura?

Eu disse que dirijo o trator.

Senhor, ou�a, precisa me ouvir. Terei um filho, est� perto.

- Como assim? - N�o eu, minha esposa no carro.

Por que n�o me disse? Mary, ele ter� um filho.

- Meus parab�ns! - Obrigado.

Sou agente funer�rio.

Quando capit�o Jones e seus homens...

chegaram neste continente, o que fizeram?

Ficaram reclamando do desemprego ou do dinheiro?

N�o, come�aram a trabalhar para gerar empregos.

Constru�ram as pr�prias casas e cultivaram alimentos.

No Mayflower havia um agricultor, um m�dico...

um soldado, um contador e assim por diante.

E � isso que temos aqui!

Se viveram sem donos de terra e contas, tamb�m podemos!

Precisamos nos ajudar ajudando outros.

Temos a terra e temos a for�a!

E n�o h� nenhum �ndio para nos escalpelar.

N�o precisam ficar, podem ir quando quiserem.

Mas, se ficarem, precisam trabalhar para termos sucesso.

Amigos, tenho dois sacos de batatas no meu carro.

Sugiro colocarmos tudo que temos para o bem comum.

Dinheiro, comida, tudo.

Pode pegar minhas tr�s galinhas e o galo.

Tenho um rel�gio de ouro de vinte d�lares.

Tenho dois sacos de flores.

Eu dou meu ouro.

Aqui est�o meus cinco d�lares.

Tenho um d�lar aqui!

Maravilhoso, maravilhoso!

Muito bem, voc�, das batatas, como se chama?

George Washington Hanibal.

Muito bem, Hanibal, � nosso comiss�rio.

Com todo o prazer, senhor.

Quem tem o rel�gio de ouro de vinte d�lares?

Aqui est�.

Cuidar� do dinheiro, das finan�as.

Est� bem.

Amigo presidente e amigos, que tipo de governo teremos?

Bem... o que a maioria decidir.

Ent�o sugiro fazermos uma alian�a secreta...

e estabelecermos uma nova democracia!

Foi esse tipo de conversa que nos mandou para c�.

N�o! Devemos ter um governo socialista.

O governo deve controlar tudo, inclusive os lucros.

Nada disso! Sente-se!

Esperem, me deixem falar.

Nem fa�o ideia do que voc�s est�o falando.

S� sei que temos um bom trabalho aqui...

e precisamos de um chefe.

E John Sims � o melhor chefe!

Sims para chefe! Tr�s vivas!

Viva!

Estamos no ex�rcito agora Atr�s de um arado

N�o vamos ficar ricos Cavando buracos

Estamos no ex�rcito agora

Estamos no ex�rcito agora Atr�s de um arado

Bem, rapazes, depende de n�s.

Vamos come�ar aqui.

Anda!

Puxe o arado.

Vamos l�!

Muito bem, homens, peguem as ferramentas e vamos plantar!

Certo, Frank!

Vamos, rapazes!

RUA 42 BROADWAY

Ei, carpinteiro!

Sim?

Eu sou pedreiro.

Construo sua lareira se fizer a arma��o da minha casa.

Tudo bem!

Eu me atrapalho com essas pedras.

Eu tamb�m n�o sou bom com madeira.

Como a aula est� indo?

Est� indo bem. E meu sapato?

Bem, bem!

Ei! Essa terra � minha.

Sua terra? Eu cheguei primeiro. E vou fazer...

J� tinha escolhido ontem. N�o tenho culpa se n�o sabia.

- Cai fora! - Nada disso.

- N�o pode se dar bem assim. - N�o?

Muito bem. Agora saia daqui.

Construa sua casa. Ele n�o vai mais incomodar.

Avise se tiver mais problemas assim.

Estou de olho em voc� e quero que entenda isso...

aqui n�o tem lugar para gente como voc�.

Ou colabora, ou vai embora.

Teremos lei e ordem aqui.

Nem que eu tenha que limpar a sujeira pessoalmente.

Limpe o nariz e se comporte.

A LOJA MAIS CONFI�VEL TROQUE OU VENDA

TENHO EQUIPAMENTO DE PASSAR...

ROUPAS DE ALFAIATARIA.

QUERO CARRINHO DE BEB�...

FRALDAS, ALFINETES, CHARUTOS.

FA�A SUA OFERTA.

Sra. Grundy, quer o jornal de domingo?

Claro.

N�o chora, beb�!

Vai dar um jeito naquilo, queira ou n�o!

Bom dia! Como vai?

Bom dia, Frank.

Bom dia, Ralph. Aqui...

Michael?

Ei! O que est� fazendo?

Veja!

Deu certo, n�o deu?

Deu certo. O que acha disso?

D� mais seguran�a, confian�a.

Como se tivesse algu�m cuidando de n�s.

John.

As pessoas n�o precisam se preocupar.

N�o quando t�m terra.

� como... uma m�e.

� maravilhoso!

Est� saindo!

Chris!

Voc� tinha mesmo raz�o!

� Pai Poderoso...

agradecemos por esta gloriosa evid�ncia...

de sua prote��o perp�tua e sem limites.

Santificado seja seu nome, pois tornou a terra f�rtil...

para nosso trabalho ser produtivo.

Somos gratos por essa prova de seus cuidados.

� pela f� e esperan�a e com sua ajuda...

que n�o ficaremos sem nosso p�o.

Seu � o reino, o poder e a gl�ria hoje e para sempre.

- Am�m. - Am�m.

Venha depressa, pai. � um menino.

Um menino! � um menino!

Nunca tive tantos cuidados na vida.

Voc� merece.

O barulho est� alto demais, mam�e?

E devem parar de comemorar porque tive outro beb�?

Eu adoro isso!

Tem um belo filho, Sr. Cohen.

Nem me diga!

Espero que algum dia eu possa fazer o mesmo por voc�.

Pegue meu cart�o. Sr. Hanibal, meu cart�o.

PASSO ROUPAS VIRE...

VALE UM CHARUTO QUANDO EU TIVER.

Ei.

O XERIFE COLOCAR� EM LEIL�O A PROPRIEDADE...

CONHECIDA COMO FAZENDA ROGER S. WILSON.

- N�o � aqui? - Isso mesmo.

- N�o s�o donos da fazenda? - N�o somos.

� t�o linda.

Olhe bem, querida. Pode ser nossa �ltima chance.

Chris disse que quanto maior o milho, mais bonito ele fica.

Com as folhas balan�ando ao vento, sem parar de crescer.

�, eles ficam mais alto que eu, aqui em cima.

John! N�o quero sair daqui.

John! John! O xerife chegou!

Vamos, querida.

Tenho autoriza��o da Corte Suprema de colocar em leil�o...

a propriedade em Centre County...

conhecida como Fazenda Roger S. Wilson...

com aproximadamente 160 acres em Ottaway...

completa, com constru��es e equipamentos...

para saldar a d�vida de US$4.482,17...

com o Banco Central City.

Aceito lances pela fazenda. Qual � a oferta?

Quem come�ar� o leil�o?

Eu dou um...

Ei, o que est� pensando?

N�o quer dar um lance, senhor.

Quem come�ar� o leil�o?

Vamos, senhores, deem um lance.

Dou US$ 1 ,75.

- O que disse? - Um d�lar e sete cinco.

Isso � uma piada? S� a hipoteca � quatro mil...

e a propriedade vale quatro vezes mais.

Dou US$ 1 ,85.

Isso � rid�culo!

US$ 1 ,85 por esta fazenda valiosa.

Esse leil�o n�o pode continuar. Vamos!

Conhece a lei, xerife.

Teve dois lances, a propriedade deve ser vendida.

Quem disse isso?

Lei Estadual, artigo 46, se��o tr�s, pode olhar.

Muito inteligente.

Muito bem, tenho US$ 1 ,85 por esta bela fazenda.

Mais algum lance?

O pre�o rid�culo de US$ 1 ,85 por esta linda fazenda.

Vamos, pessoal, deem um lance.

Este lugar vale mais que isso.

- Decidimos que, como come�ou tudo isso e � nosso chefe...

queremos lhe dar a fazenda. - Isso mesmo!

N�o vou abrir m�o disso e nem sei como agradecer.

Mas de onde tiraram essa ideia?

Donald e eu quer�amos pagar 95 centavos.

Odiamos ter que pagar US$1,85.

Voc�s s�o �timos...

e, se continuarmos juntos, podemos passar por essa.

E a comida, at� nossa colheita?

D�-me tr�s homens e um carro e trago muitas ma��s.

Tem um fazendeiro na estrada que cria porcos.

Talvez nos d� alguns para pagarmos depois da colheita.

Vamos trazer carne para casa!

Minha esposa sabe pegar coelhos, vai ajudar.

Isso � �timo! Faremos isso amanh� cedo.

Entre.

Vi a claridade, espero que n�o se importem.

Nenhum pouco.

O que � isso? Uma reuni�o de gangsteres?

N�o, trabalhamos aqui, somos fazendeiros.

Diga, que lugar � esse?

Estou dirigindo na chuva h� cinco horas.

Devo ter pegado a estrada errada em algum lugar.

Meu pai bebeu demais na �ltima cidade em que passamos.

- Bebeu? - Desmaiou no banco de tr�s.

J� deve estar afogado.

- Seu carro � aquele? - �.

Ser� que podem traz�-lo aqui para ele se recuperar?

Claro!

- Vamos, dois grand�es. - Est� bem.

- Louie. Cad� o Louie? - Claro.

S� fui beber �gua.

- O que est�o esperando? - Vamos l�.

Quando minha esposa se recuperar, ir� cozinhar.

- Est� chovendo muito. - � bom para o milho.

- Pode ir at� ali se secar. - Obrigada.

� melhor chamar o m�dico, Pikes.

Esse velho estava b�bado, mas agora est� morto.

Morto? Tem certeza?

Reconhe�o um presunto quando vejo um. N�o �?

Ei, Pikes! Espere um minuto!

� melhor chamar o agente funer�rio.

Agente funer�rio? Minha nossa!

Ei, Spike, me ajude aqui. Vamos lev�-lo para o celeiro.

Tudo bem.

Voc� est� sendo muito forte.

Papai n�o vai ficar t�o mal ali.

Ele sempre quis morar numa montanha.

Se puder ficar aqui, como me disse ontem...

vou desfazer as malas.

Talvez seja melhor ficar com ela.

Acho que ela quer ficar sozinha.

Quase tivemos outro funeral aqui ontem.

Louie pegou Jake Welder perto do dep�sito de mantimentos.

- S�rio? - �. Imagina a coragem dele?

Ia vender nossas coisas l� fora.

Disse que a mulher dele queria um r�dio!

Desse jeito, durar�amos menos que uma semana.

- O que voc� fez? - Eu o alertei.

Mas da pr�xima vez que fizer algo assim, ser� expulso.

Pode acreditar!

Ela parece bem melhor.

Bem...

Nos vemos no almo�o. Tenho trabalho na cozinha.

Est� bem.

N�o vai se sentir solit�rio.

Sem repeti��o hoje.

N�o estou de dieta.

Mas ficar� se n�o trouxerem nada para eu cozinhar.

- N�o pode me dar mais? - Calma a�.

- Tome. - Obrigado.

Como ela est�?

Vamos, estou com fome.

D� espa�o.

Que gentileza.

- Aqui � bacana. - �.

Tem uma bela vista.

A vila foi uma boa ideia.

Um lugar bom para ter algo.

Vou abrir um sal�o de beleza.

Foi um convite especial do chefe.

O que foi? O gato comeu sua l�ngua?

N�o sei quanto tempo ficar� aqui, nem por que veio.

Aquele homem n�o pode sair daqui.

Nossa, voc� prev� as coisas!

Meia caixa de batatas.

Meia caixa de batatas.

- Uma d�zia de cebolas. - Doze cebolas.

Tr�s quartos de um saco de feij�o.

Eu comeria tudo isso.

Um peda�o de ma��. � melhor trazerem frutas hoje.

Sempre fico mais feliz quando como fruta.

Entre.

Ol�.

Ol�, Louie.

- Tr�s latas de tomate. - Tr�s latas de tomate...

Como estamos?

N�o t�o mal. Eu espero.

Seis quilos de a��car.

Por qu�? Tem alguma ideia?

N�o, nada especial, s� quero saber.

N�o venha piorar as coisas com essa sua cara feia.

Sally!

Acho que precisa de dinheiro.

�, seria bom.

Seis ab�boras...

Dois sacos de farinha de milho...

Ele � uma cara bacana.

N�o gosto dele. Me d� arrepios.

J� chega.

- Quero saber uma coisa, Chris. - Claro, o que �?

Qual � a situa��o da comida?

Bom, n�o � nada boa. Essa � a verdade.

Alguma chance de conseguir em algum lugar?

Os homens saem todo dia atr�s de coelhos e veados...

Sabe que n�o tem mais coelhos nem veados por aqui.

- � verdade. - Ei... veja isso.

RECOMPENSA DE US$ 500 FUGITIVO DA LEI

Deve ter pensado isso de mim.

Sim. Mas o que isso tem a ver com nossa comida?

Quinhentos d�lares tem tudo a ver.

- Como? - N�s dois vamos at� a cidade.

Voc� volta com quinhentos d�lares e sem mim.

Traz a recompensa para a fazenda.

- O que acha que eu sou? - A fazenda precisa de comida.

� melhor passar fome do que entregar um amigo.

V�o me pegar de qualquer jeito mais cedo ou mais tarde.

Esqueci que vi esse papel.

Essa � a verdade.

Vou ajudar com o beb�. At� mais.

Est� bem.

Primeiro me trata mal e depois me assusta.

- Seu carro funciona? - Acho que sim, por qu�?

N�s dois vamos at� a cidade.

- O que vamos fazer, nos casar? - N�o.

Dir� ao xerife que � a Sra. John Sims.

O xerife? Como assim?

Eu conto depois. Pegue seu carro.

- Ol�. - Ol�.

O que est� pensando?

Sally, esse lugar est� acabando comigo.

N�o diga isso, querido.

Vamos dar um passeio.

A lua far� voc� esquecer as preocupa��es.

N�o acha?

Vamos.

Esse violinista deve estar apaixonado.

Sempre espero algo com um luar assim...

mas nada acontece.

Que engra�ado, tamb�m penso isso �s vezes.

� gentil comigo desde que cheguei.

- N�o... - Sim, parece diferente.

N�o � como os outros. Acho que elegante.

- N�o sou diferente de ningu�m. - Acho que � um cara bacana.

�, eu tamb�m pensava assim.

Mas n�o pode arranjar comida apenas sendo bacana.

Precisa de dinheiro.

Quer que esse lugar d� certo mais que tudo no mundo.

O que acha?

Ficaria feliz se tivesse muito dinheiro?

Qual � a brincadeira?

N�o � brincadeira.

Quinhentos? De onde veio isso?

''CHEFE, OS 500 V�O AJUDAR AT� A COLHEITA DO MILHO...

E PODER� TER VACAS, PORCOS E GALINHAS.

TODOS AJUDARAM E ESSA � A MINHA PARTE.

ASSINADO, LOUIE. CHRIS EXPLICAR� TUDO''.

Pode imaginar? Fazer isso por n�s!

Quinhentas pratas! Puxa vida!

Mary ficar� surpresa. Venha!

Dev�amos tirar uma foto daqui e mandar para o Louie.

Boa ideia.

Vou voltar pro Oregon Com meu bandolim

�, Suzana N�o chore por mim

Vou...

Foi cortar o mato de novo?

V� ver se estou na esquina!

O milho est� lindo.

�, est� bonito, verde, de bra�os abertos para o sol.

Mas est� com sede. Com muita sede.

Quer um bom gole d'�gua.

S� mais uma chuva.

Aposto que teremos chuva antes do final de semana.

Espero que esteja certo, chefe.

O que sabe do Louie?

Nosso advogado disse ao juiz por que Louie se entregou...

e o juiz prometeu dar uma pena leve.

Ent�o est� tudo bem?

� claro!

Vou voltar pro Oregon Com meu bandolim

�, Suzana N�o chore por mim

Vou voltar pro Oregon Com meu bandolim

SECA

Chris.

O que acha?

Senhora, se o sol continuar por tr�s ou quatro dias, j� era.

Veja. O milho est� morrendo. N�o sei o que faremos.

N�o tem �gua o bastante no po�o para ajudar?

N�o.

Mas n�o podem trazer de outro lugar?

E o reservat�rio? Fica muito longe?

Cinco ou seis quil�metros.

Mas n�o podemos trazer o bastante em baldes ou tanques.

Mas tem bastante gente aqui. E muitos carros.

As pessoas est�o desanimadas.

O dinheiro acabou e, se n�o chover, n�o teremos colheita.

Ouvi homens dizendo que v�o embora.

John.

Venha c�.

Sente-se.

Qual o problema?

Nenhum. Nenhum problema.

Deve ser alguma coisa. Est� perturbado.

- N�o est� normal. - Estou dizendo, n�o � nada.

John, trabalhamos, passamos fome, fazemos tudo juntos.

Nunca escondeu nada de mim. O que �, John?

O que eles esperam que eu fa�a?

Que voe e d� um soco numa nuvem de chuva?

Eles olham para voc�, John. Atr�s de orienta��o e ajuda.

Querem acreditar em voc�, o escolheram como l�der.

Quem pediu para me escolherem?

Tamb�m posso cometer erros, n�o posso?

Sou humano. N�o posso fazer chover.

Ningu�m espera que fa�a.

Mas mantenha a perspectiva. Volte a ser o chefe.

Fa�a-os pensar que n�o est� preocupado.

N�o mais do que eles.

Esse lugar � terr�vel. N�o h� futuro aqui.

N�o � lugar para um homem com grandes ideias.

De que adianta? Tenho ideias maiores que este lugar.

- Coisas grandes! - John! N�o � voc� falando.

� outra pessoa, um estranho.

Sou eu, sim. Finalmente fiquei esperto, s� isso.

Estou cheio. Cansado desse lugar!

N�o quero mais saber. Desisto!

Obrigada, estava mesmo cansada dessa m�sica.

N�o quer sentar?

Sally, n�o sei o que h� entre voc� e John...

mas ele n�o � o mesmo desde que chegou aqui.

E pe�o que o deixe em paz!

N�o me culpe. O que posso fazer se ele gosta de mim?

Pela primeira vez na vida, John est� fazendo algo bom.

E, se continuar assim, vai arruin�-lo.

Vai arruinar as chances de felicidade dessas pessoas.

Felicidade? N�o me fa�a rir!

Esse lugar vale alguma coisa?

E quanto ao John, significo mais para ele...

do que voc� e toda essa fazenda juntas.

Sally, disse que podia ficar o quanto quisesse.

Agora quero que v� embora.

Ent�o agora � a chefe.

Sabe que n�o pertence a um lugar como esse. Saia!

Est� bem. Eu vou.

Voc� vai? Vai, Sally?

Claro. Claro que vou.

- Obrigada. - Tudo bem.

Mas o John vem comigo.

- John n�o vai com voc�. - N�o?

John n�o vai a lugar nenhum com voc�.

N�o tenho medo disso.

Posso ajudar voc�?

N�o, est� tudo bem.

Est� sempre fazendo alguma coisa.

Tricotando, essas coisas.

Voc� tamb�m faz muita coisa, sabe?

�, acho que sim.

Tenho muita coisa para tomar conta.

Deve ficar cansada �s vezes.

� meu trabalho.

John.

O qu�?

Aonde vai?

N�o sei.

Vai ver os rapazes?

Por qu�? Est� tudo correndo bem.

Sabe que a fazenda ficaria perdida sem voc�.

�. Bom, at� mais tarde.

John!

Lembra do dia que os brotos nasceram?

Claro que lembro. Por qu�?

N�o foi lindo? Lembra como se sentiu?

Sim, foi bacana.

O que quer fazer? Matar n�s dois?

N�o fa�a isso, me deixa nervosa!

� melhor voc� dirigir.

Escute. A velha usina de for�a est� funcionando de novo.

- Sabe o que isso quer dizer? - N�o, o qu�?

Que a �gua est� correndo a tr�s quil�metros da fazenda.

E da�?

Chris disse que a irriga��o salvaria a colheita.

Venha, querido, vamos embora, est� tarde.

Ele disse que se consegu�ssemos �gua em cinco dias...

Esque�a, querido, n�o pense nisso. Pense � frente.

Voc� e eu. Vamos viajar.

Em quatro dias podemos cavar uma vala...

para levar a �gua � planta��o.

Voc� � bom demais para cavar valas.

Tem que ficar com algu�m que d� valor a voc�.

Tem que ficar comigo.

Eu vou voltar.

Se voltar, j� era! Nunca mais vai me ver!

Johnny!

Ou�am! A velha usina de for�a est� funcionando de novo.

Tem �gua naquele riacho a tr�s quil�metros daqui.

Precisamos trazer essa �gua at� nossa planta��o.

Temos cinco dias e tenho uma ideia para fazermos isso.

Teremos que trabalhar sem parar.

�, e o que voc� far�?

Eu vou trabalhar com voc�s.

V�o me ajudar ou desistir como c�es medrosos?

� engra�ado ouvir voc� falando assim.

� por sua causa que estamos nessa situa��o.

Esque�am o que acham de mim! Pensem em voc�s!

Pensem em suas casas, esposas e filhos.

Pensem em tudo pelo que trabalharam.

Pensem em perder tudo porque n�o quiseram arriscar de novo.

Chris, disse que a irriga��o salvaria a colheita.

Se trabalharmos sem parar...

poderemos cavar uma vala e trazer a �gua.

Isso salvaria a colheita, n�o?

Homens, isso significa tudo para voc�s.

Vamos tentar!

Chris, o que me diz?

Vou pegar minha p�.

- Acha que vai dar certo? - V� pegar sua p�.

- Se voc� vai, tamb�m vou. - Muito bem.

- Eu tamb�m vou! - E pode me levar junto.

E eu tamb�m!

Juntos vamos vencer!

- � isso a�, John! -Vamos l�, John!

Vamos l�, amigos!

Muito bem, chega de conversa, vamos come�ar.

Ser� de meio metro?

Comecem a um metro e meio do riacho.

Vou na frente marcando o caminho.

Muito bem, primeira as picaretas e depois as p�s.

Vamos l�, vamos cavar direto para a mata.

- Cuidado. - Alto e com for�a.

- Balancem esse sino. - Deixa comigo.

Nossa!

Vamos l�!

Muito bem, rapazes. Por aqui.

Podemos ir direto.

Ponha uma estaca a� e outra aqui.

Ajude aqui.

Tire isso do caminho.

Cuidado para n�o cair.

Vamos l�.

Vamos em frente, continuem.

Vamos l�, vamos l�.

- Vamos em frente. - N�o � como no cinema.

Em frente, irm�os, em frente.

Tenha cuidado com minha picareta e terei com a sua.

Vamos l�.

Tire a terra, n�o jogue.

Olhe a pressa. Temos muito pela frente.

Vamos l�.

Muito bem, aqui, rapazes. Ajudem aqui! Depressa!

Vamos, todos juntos.

Anda! Anda! Vai, cavalinho!

Saia da frente.

- Vamos l�. - Saia da frente.

Saiam da frente.

Joguem as pedras para l�.

Vamos, rapazes, vamos fazer uma estrada aqui.

E ent�o, Frank? � por aqui?

�, aqui mesmo. E v�o em frente na dire��o daquela �rvore.

Est� bem.

Ei, amigo! Vamos fazer uma curva aqui!

Vamos l�!

Estou logo atr�s.

- Por aqui n�o d�. - Nem por esse lado.

Vejam, podemos ir pelo meio.

Est� bem, tirem as �rvores que vamos em frente.

O machado � meu.

Tirem a �rvore do caminho, podem cortar.

Podem cortar que vamos passar.

Cuidado, l� vai ela.

Por aqui, rapazes. Est�o enxergando?

Sim, senhora.

E as mulheres t�m um bom peda�o de presunto?

Teria feito lanche de presunto, se tiv�ssemos presunto.

Estou com sede igual �queles milhos.

Estou com fome desde as seis da manh�.

Mais caf�?

N�o, obrigado, vou voltar ao trabalho.

At� mais.

Caf�?

�timo, obrigado.

Aqui est�.

Obrigado.

O que est�o esperando? Essa �rvore � a pr�xima.

Joguem os troncos aqui.

Vamos, depressa.

Aqui no buraco. Vamos, rapazes.

Cuidado, madeira!

Muito bem, eu pego desse lado.

Coloque a�. Podem trazer as chapas.

Olha as chapas chegando!

Deixe que eu termino aqui.

Ponha esse peda�o a�. Isso deve segurar a �gua.

Continuem do outro lado, temos que fazer as �gua passar.

Vamos l�, do outro lado.

O que est�o pensando? Que est�o de f�rias?

Vamos, rapazes.

Vamos voltar para o riacho! Vamos!

Ei, esperem o atrasado. Atrasado!

- Pode cavar mais. - Estou com voc�s, amigos.

Precisa beber �gua.

A� est� o comit� de boas-vindas.

Esta � a �ltima estaca.

A vala est� pronta!

Terminamos!

Acabou!

Tudo pronto!

Pode soltar!

Solte a �gua!

A �gua est� escapando!

Vamos l�, empurre!

Est� bem.

- Vou amarrar com o arame. - Isso, passe o arame!

Tudo bem.

Curiosamente, ''Nosso P�o'' foi um instrumento pol�tico...

na campanha governamental da Calif�rnia em 1 934.

Executivos conservadores da United Artists...

atrasaram o lan�amento do filme naquele Estado...

at� depois das elei��es, para n�o influenciar os espectadores...

a apoiar o candidato democrata Upton Sinclair...

cuja plataforma de acabar com a fome na Calif�rnia...

lembrava as ra�zes socialistas do filme de Vidor.

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