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Original subtitles

Cara, ele vive, coroa, ele morre.

Quem � voc�?

-Obrigada. -Pelo qu�?

Por salvar minha vida.

N�o est� aqui h� muito tempo, e j� estou em d�bitos com voc�.

Cait!

Vamos ver esses olhos de perto.

-Pai, sou eu. -Cait!

-Cait! -Estou aqui.

Ontem, enviei um mensageiro para negociar com seu pai.

-Ele sabe que voc� est� aqui? -Forma��o!

Do nada, eles nos cercaram.

-Quantos? -Duas dezenas, talvez mais.

Quantos morreram?

-Creio que ningu�m sobreviveu. -Exceto voc�.

Isso � meu. N�o toque nisso.

Todas escrituras s�o proibidas. Elas s�o trabalho do diabo.

Isso � o que nosso pai acredita, n�o voc�!

Se ele soubesse o que voc� me disse,

teria feito o mesmo que fez com nossa m�e.

Agora os druidas v�o decidir o seu destino.

Ent�o me lan�ar� aos ventos.

Saiba disso. Voc� est� morta para mim.

Sua filha Kerra.

-Receio que... -Receia o qu�?

Ela mant�m segredos de voc�.

Que segredos?

Os druidas s�o os olhos dos deuses.

Talvez queiram ver isso.

Equipe inSanos Apresenta...

Britannia Episode 4

Legenda: deberle | Sk@llTow

Legenda: AlexandreMT | AlanCristianoBr

Legenda: sk�ad�

Revis�o: DSergio

Eu lavei.

Quer que eu agrade�a?

Em primeiro lugar, n�o devia ter tocado na Grande Pedra.

Bem, voc� pegou de volta, n�o pegou?

Por que n�o disse a ele que a filha dele morreu?

Para que ele pudesse dormir.

E quando ele acordar?

Pensei que voc� tinha uma miss�o.

-O acampamento � por ali. -Meus planos mudaram.

-Desde quando? -Desde que eu vi o General.

Desde que olhei nos olhos dele.

E?

Eu vi uma coisa.

-Viu o qu�? -N�o sei.

Ele n�o � um homem.

Ele � outra coisa,

alguma coisa...

muito, muito forte.

E o que vai fazer?

Tenho que pensar nisso.

Ontem, voc� sabia de tudo.

Hoje, nada.

Tem certeza que � o homem para esta miss�o?

N�o seja rid�cula. Claro que sou.

Mas eu nunca disse que seria f�cil.

Se eu fosse voc�,

seguiria para o oeste,

para Crugdunon.

O Rei Pellenor te proteger�.

Toma.

-O que � isso? -Misture com bastante �gua.

Lave as bacias uma vez por dia,

e ele poder� chegar at� a cidadela.

Fique fedida.

-� voc�, filha? -Sou eu, pai.

-Onde estou? -Est� seguro,

mas temos que sair daqui.

Consegue ficar em p�?

Claro que consigo. N�o sou t�o velho.

Est� confort�vel?

N�o vou mentir.

Agora, n�o est� muito confort�vel.

Onde ela est�?

Ela se encontrou com os romanos, negociou com eles secretamente,

depois que eu proibi.

Por que voc� foi?

Para impedi-los de crucificar nosso povo.

E o que os romanos querem em troca?

Ou foi um favor para voc�?

Prometi que tentaria convencer meu pai a falar com eles.

O que � a Roma para voc�?

Voc� serve a quem?

Minha lealdade pertence � minha tribo.

Sua m�e usou essas mesmas palavras.

Minha lealdade � somente com minha tribo.

Ela mente.

O que s�o essas coisas?

Artefatos romanos da �ltima invas�o,

escondidos em seus aposentos.

Minha m�e os deu para mim. Na noite que voc� a levou.

Ela foi um sacrif�cio para os deuses.

Assim voc� decidiu.

Ela sabe que as escrituras s�o proibidas.

Somente os deuses t�m o poder para escrever a verdade.

Ent�o n�o pode l�-los.

N�o mais do que as runas que escreveu no face do meu pai.

Voc� teme os deuses?

Os deuses conhecem meu cora��o.

-Voc� teme os deuses? -Eu os temo.

Mas se amar minha m�e os irrita, ent�o n�o s�o meus deuses.

Acaba de tomar uma decis�o muito importante.

Agora os deuses tomar�o a deles.

� ruim para a moral mant�-lo vivo.

Desde quando perdoamos insurgentes?

Malditos que matam seus companheiros?

Quando estiverem em um lugar que preciso conhecer.

Desta forma, s�o chamados de "espi�es".

Espere.

Ainda n�o est� bem, est�?

Mas quando estiver,

quero saber de tudo.

Costum�vamos ficar assim quando �ramos pequenos.

Lembra-se do que costumava dizer para mim?

Que voc� morreria antes de deixar algu�m me machucar.

Voc� fez um voto.

Um juramente do pequeno pr�ncipe.

Fiquei t�o impressionada.

Eu tinha apenas seis, sete anos.

Para ter

um irm�o t�o s�rio e maduro me defendendo.

Eu te liberto deste voto.

Posso lidar com meu pr�prio destino.

Voc� acha que sou fraco.

N�o.

N�o.

Voc� tem que prometer-me uma coisa.

Quando for rei...

far� suas pr�prias escolhas.

N�o se incline � vontade dos druidas.

Voc� n�o pode deixar que nos destruam.

Prometa-me.

Voc� sabe o caminho para fora daqui.

Pela manh�, estaremos na costa.

Navegando duas noites, estaremos em G�lia.

E que tipo de recep��o nos aguarda l�?

N�o posso esperar tanto tempo.

Eu estive muito distante.

As vozes foram claras.

Est�o pronto para seguir a vontade dos deuses?

Estamos.

Os deuses decidiram...

que voc� ser� o sacrif�cio, Rei Pellenor.

Voc� deve se entregar a eles.

N�o!

Voc� aceita o julgamento dos deuses?

Aceito.

Eu sabia que quando ele morresse,

eu me tornaria rei.

Mas n�o estou pronto.

N�o estou pronto para v�-lo partir.

Irm�.

Parab�ns.

Parece que os deuses foram piedosos.

-Para alguns. -Com licen�a.

-J� falou com eles? -Com quem?

Como assim, "quem"?

Os druidas.

Precisa da ben��o deles.

Voc� � um monstro.

Sei por que n�o tem coragem de falar com eles.

Porque, no fundo, voc� sabe que � muito fraco

para nos governar.

Prove que estou errada.

Olhe-me nos olhos e mostre que n�o tem medo.

Quando olho para voc�, tenho medo de algo.

Temo que os deuses sejam loucos de nos unir para sempre.

Se n�o vai falar com eles, eu irei.

Enviei mensageiros ao seu general,

para que nos garantam passagem aos nossos cemit�rios,

em troca de sua vida.

Qual a coisa mais assustadora que pode me dizer agora?

Qual �, sem d�vidas, a pior coisa

que eu deveria temer?

V�rias legi�es navegaram at� suas ilhas.

Mas minha legi�o,

a Nona,

� a pior coisa no mundo que voc� iria querer encontrar.

Temos um general.

Aquele...

Aquele homem...

A arma dele n�o � uma espada.

A arma dele � voc�.

Ele usa seu bra�o direito contra o esquerdo,

e faz seu olho esquerdo desconfiar do direito,

e antes que perceba...

Voc� ter� arrancado seus olhos,

e tirado fora seu maldito cora��o.

Seu maior medo.

O nome dele � Aulus Plautius.

General!

Acabaram de matar uma de nossas tropas,

e agora querem passagem segura?

-Para onde? -O cemit�rio sagrado deles.

Chamado de Pal�cio Amber.

Nesse ponto, o velho Aulus teria crucificado o mensageiro.

Eles est�o com Vitus. Como prisioneiro.

Querem usar Vitus como troca para passagem segura.

Vitus � s� um homem.

Um homem que esteve dentro da cidadela deles.

E quero saber o que ele sabe.

Voc� est� bem?

Estou.

Estou bem, s�...

Acho que tenho...

Voc� sabia disso.

Sabia que eles sacrificariam o rei deles, n�o sabia?

-Voc� fez isso acontecer. -Eu n�o. Os deuses.

Os deuses deram a palavra.

Diga que seu povo ter� passagem segura

em troca do nosso optio.

Em nome de Cantii, n�s agradecemos.

Agora, suma de vista.

Pegue 4 homens e sigam-no. Mantenha dist�ncia segura.

Quero saber tudo sobre esse Pal�cio Amber.

-Meus fi�is anci�os. -O Rei foi purificado.

Somente n�s o tocamos agora.

Quando os druidas leem essas runas para mim,

e eu sei, finalmente, como os deuses me veem,

creio que ficarei satisfeito.

Espero que digam-me que fiz o meu melhor.

E os Cantii ir�o prosperar.

Muito depois de termos ido...

para o Outro Lugar.

Vejo voc�s l�, irm�os...

E irm�.

O sol est� brilhando.

Posso sentir no meu rosto.

Ele est� brilhando.

Vamos descansar um pouco.

� um longo caminho at� Crugdunon.

N�o vamos para l�. Vamos para casa.

Islene est� esperando por n�s.

Pai...

Eu menti para voc�. Islene est�...

Islene est� morta.

Desculpa. Eu n�o sabia o que dizer.

Sinto muito.

Afaste-se de mim. Afaste-se!

Islene!

Islene!

Posso falar com voc�?

Os romanos vir�o a Crugdunon.

Mais cedo ou mais tarde, eles vir�o.

Para que nossa tribo sobreviva, os Cantii precisam de um rei

que possa ficar contra os romanos,

um rei forte.

O seu marido, Phelan, n�o � forte?

Ele � o sucessor natural.

� verdade que tenho um marido forte.

Mas o nome dele n�o � Phelan.

O nome dele � Lindon, de G�lia.

-O homem que voc� me escolheu. -Os deuses que o escolheram.

Os deuses sabem que Phelan � fraco.

Foi por isso que me entregaram Lindon.

Os deuses querem que voc� tenha filhos.

H� algum problema?

Lindon e eu teremos muitos filhos.

Juntos, podemos liderar nosso povo pela escurid�o.

� por isso que venho at� voc�.

Voc� que fala pelos deuses.

Voc�s que s�o como as pragas.

As ondas.

Fome. Sol.

Se soubesse quem eu era, n�o estaria aqui.

Perdoe-me.

Vim falar do meu cora��o.

Voc� ao menos conhece seu cora��o?

Voc� j� o viu?

Eu reconheceria seu cora��o se eu o segurasse em minha m�o,

tocasse-o com esses dedos.

Quente... Ainda batendo...

Ent�o eu poderia te conhecer, Amema dos Cantii.

Pe�a chuva.

Pe�a ao falc�o para poupar o rato.

Pe�a, e voc� ver�

que o que est� acontecendo aqui est� al�m de n�s.

Sempre esteve al�m de n�s.

� lindo.

N�o se assuste.

Ele gosta de voc�.

V� � tenda dele esta noite.

Chupe o pau dele.

Ent�o talvez, os deuses sorrir�o para voc�.

Legion�rio!

Senhor.

Para que...

Pelo o qu�, senhor?

Hero�smo.

Bravura em situa��es extremas.

Est� muito comovido para me agradecer. Eu entendo.

Brutus Marius...

A Ordem de Brit�nia.

Tenho um trabalhinho para voc�.

Quando ele come�ar a falar, voc� vem me buscar.

-Entendeu? -Sim, General.

Pode ajudar a reavivar a mem�ria dele.

Que merda...

Voc� deu mirtilos para a Rainha.

Deve dar um fim neles.

N�o destrua o ninho.

Precisamos dos ovos.

Est� perfeito. Nada de ossos?

Precisamos de alguns mais, e maiores, se conseguir.

-E de penas. -Iremos fazer flechas?

Como ferveremos os ossos? N�o temos panela.

N�o vamos fazer flechas.

Uma armadilha, n�o �? Precisaremos de uma isca.

V�. Encontre os ossos.

Tenha cuidado.

-Com certeza � o bastante. -N�o.

Foi o que os deuses ordenaram.

Verificou os celeiros hoje?

-Verificarei amanh�. -Pois bem...

Certifique-se que esteja tudo bem.

Os guerreiros precisam comer, ou tornam-se negligentes.

-N�o quero proceder assim. -S�o os prop�sitos dos Reis.

Somos chamados para servir, para agradar os deuses.

Tornei sua vida dif�cil.

Com as decis�es que tomei.

Eu amava sua m�e.

Mas quandos os deuses disseram que ela devia morrer...

Eu devia ter fraquejado?

Devia t�-los desafiado?

N�o, n�o, n�o.

Rogo para que voc� sirva bem a nosso povo.

� tudo que desejo, pai.

Ele n�o quer me ver.

Sinto muito.

Achei que a noite passada tinha sido minha �ltima.

E?

Quando meu irm�o se tornar Rei...

Ainda seguir� casado com a Rainha dele.

Nossa tribo precisa disso para manter-se unida, Lindon.

N�o.

Sabe que quando quer algo, voc� consegue.

N�o estarei presa a homem nenhum.

Ainda d� tempo.

Fale com sua filha. Perdoe-a.

Eu imploro.

N�o, n�o...

E n�o!

Quando eu tinha sua idade,

um dos anci�es bateu as costas dele,

e a esposa dele chamou os druidas.

O druida que veio

usou um ninho de pardal, ossos de coelho,

penas de corvo

e colocou as m�os cobrindo-os.

E, quando ele terminou,

o velho Ruggan veio andando da cabana dele

como se nada tivesse acontecido.

Ele fez o tempo voltar.

Fez tudo parecer como era antes.

Ele suplicou ao sol, e o sol...

Recuou, cruzando o c�u, e o dia nasceu de novo.

O dia nasceu de novo, e � isso que iremos fazer.

E a minha Islene vir� caminhando pelas �rvores,

como se nada tivesse acontecido.

V�? Entende agora?

-Compreende o que faremos? -Sim, pai.

Hoje, voc� carrega um rei.

-Est� contente agora? -Siga com os outros.

-Estaremos l� no p�r do sol. -Voc�s, druidas,

pensam que s�o como o vento.

Como terremotos.

Mas n�o s�o, n�o �?

Como poderiam ser?

Voc� v� com claridade.

Os deuses te concederam boa vis�o.

Observe com cuidado.

Contemplem a for�a de Roma!

Contemplem a for�a de Roma!

Contemplem a for�a de Roma!

Sulis, eu imploro.

Ou�a minha s�plica. Volte atr�s no tempo por mim.

Devolva-a em seguran�a.

Devolva-a espontaneamente.

Eu suplico, Sulis.

Ou�a minha s�plica.

Terra, prepare-se para receber nosso irm�o.

Devolvemos-lhe como uma crian�a.

Isento

de suas preocupa��es mundanas,

e despojado

de orgulho e sofrimento.

Diga-me o que est� escrito.

Voc� era Pellenor, Rei dos Cantii,

escolhido dos deuses.

Os deuses levaram sua amada esposa.

Seu cora��o, opunha-se,

mas voc�, obedecia os deuses.

Uma escurid�o adentrou em voc�.

Trouxe trevas sobre teus filhos,

e voc� estava destru�do.

Um pai dilacerado.

-Um Rei falido. -Fiz a vontade dos deuses!

O que mais dizem as runas?

-O que mais? -Isso � tudo.

N�o...

Eu era mais do que isso! Bem mais!

� isso que voc� tem a levar para o outro lado.

N�o...

N�o!

N�o!

N�o...

Kerra!

Perdoe-me.

N�o sei como.

Mas se a sua f� for verdadeira...

vamos nos encontrar no outro lado.

J� parou, n�o foi?

Os deuses pararam o sol!

Islene!

-Estou aqui! Pode vir! -Pare, por favor.

Posso ouvi-la. Ela est� por perto.

Sulis, eu te imploro.

Ou�a minha s�plica. Volte atr�s no tempo.

Devolva-a em seguran�a. Devolva-a espont�neamente.

Por onde andam, meus deuses?

Onde est�o, meus deuses?

Ajoelhe-se.

A partir desta noite,

voc� � a Rainha Kerra dos Cantii.

Seus olhos, a partir de agora, nos conduzem.

O que eles veem?

Quando tive frio,

voc� me aqueceu.

Quando eu chorava, voc� me consolava.

Por tua causa,

sou parte integrante.

Quando for crian�a outra vez,

fraca e indefesa...

Eu te protegerei.

Eu te protegerei.

WEB-DL: Pix

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