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Original subtitles

There's some dudes in a bar with busted heads and broken jaws

- Tomba Carreta

There's some pimps in their graves Who blew those pimps away?

Tomba Carreta

There's a girl that's so fine with stars in her eyes

- Who'd she love and who loved her? - Tomba Carreta

Que é?

- Você ainda não acordou? - Já.

- Carreta! - Que horas são?

Está na hora de cuidar dos negócios. Temos que agarrar Garrity.

Ah, irmão, qual tua pressa? Ele ainda está atrás das grades. Você recebeu...

Os papéis de autorização? Estão aqui. Não volte a dormir!

Venha me buscar na esquina da Bouchett, entendeu?

- Entendi. - Que bom.

Francis, esqueci da tua comida ontem! Perdoe-me por isso!

Você mijou em minha camisa! Minha última camisa limpa!

Seu maldito filho de uma puta! Pode sumir daqui já!

Fique contente se a Annie chegar para cuidar um pouco de você.

Vai devagar!

Pare de bixisse.

- Resolveu matar a gente? - Vai ser bem rápido.

- É porque sentou no banco da morte. - Meu sagrado Senhor!

Eu não te vi oferecendo o carro.

O meu carro? Você não vai destruir meu carro novo, negão! Não, não.

- Inferno, você é um fode-mães sujo! - O quê?

- Você fede a mijo! - Ei, eu não sou sujeira.

Ninguém está dizendo que você é um sujeira.

Só que você é um negrão que cheira mal,

Por que sua mulher não gosta de mim?

Você tem que entender que ela é uma senhorita de classe média...

...e você, só um filho da puta tosco.

- Naturalmente que ela não te suporta. - Tá, tá, tá.

Vamos nessa!

- Ei, qual teu problema, mocinho? - Pode trazer seus cupinchas, Juiz Advogado.

Nós não trazemos cupinchas nenhum por aqui.

Trazem sim. Olha aqui a cópia emitida pela corte, da fiança e...

a autorização para prender o pervertido de nome Garrity. Não é você?

- Acho que vou conferir com o major... - Vai com calma...

Senhor, eu não faço idéia do que é esta conversa.

General, isto é um mandato de prisão.

- Vocês dois são da polícia? - Seguimos rastros.

Ele violou a condicional, e nós vamos levá-lo de volta.

Olha só como temos aqui um casalzinho de caçadores de recompensas negros!

- Vou ligar para o major, conferir. - Pode ir com calma.

Você vai trazê-lo até aqui, ou teremos que entrar e arrastá-lo?

Se quiser. Ou então que tal se vocês tentarem de novo no próximo Dia das Mães?

Porque daí não vai ter nenhum problema para conseguir entrar.

Vai brincar consigo mesmo, seu caipira!

- O que vai fazer? - Que merda, preciso de pneus novos.

- Parados! - Esquerda traseira, branquelo!

Dave, apenas se você conseguisse ouvir...

O que eu deveria fazer? Deixá-los dirigir como se fossem donos do lugar?

Não é pra deixá-los dirigir, era apenas ter me deixado ligar para o Major.

Fizemos o que deveríamos ter feito. Nós os paramos, não foi?

Esse cara fugiu da cana. E agora eu posso fazer o que for para rendê-lo e ir a julgamento.

Garrity é um bom homem. Já foi ferido por duas vezes, enquanto cumpria o dever.

É claro que ele tem lá seus problemas. Passa a maior parte do tempo no quartel.

- Vocês, civis, não fazem idéia... - Não trouxe violino nenhum.

Será que já estiveram em combate? Conseguem imaginar o inferno que é lá?

Não, irmãozinho. Eu sou uma bicha.

- Esta é uma base militar, sr. Carreta. - Garrity estuprou uma garota de 13 anos.

Rasgou suas roupas de baixo, deixou-a bem aberta e bateu na menina até quase matar.

- Sr Carreta, estas coisas levam tempo. - Lambuze com graxa toda sua bunda!

- Pega leve, ele é Major. - Pra mim podia ser até General de 5 estrelas.

Vai dizer o que quando a imprensa falar que está acobertando um comedor de criancinhas?

Olha, eu...eu...eu...

Podem deixar Garrity sair da base...

...usando roupas civis.

Obrigado, Major...

...pelos pneus novos.

Depois.

Sabia que só podia ser estúpido, já que é um caçador de recompensas.

Mas você valhe quanto pesa.

Já ouvi dizer sobre você, Crreta.

Do que me contaram, esperava um gorila de duas toneladas.

- Mas você é só mais um preto. - Que tal calar a boca?

Mas por quê, seu beringela superdesenvolvido?

Abre a boca uma vez mais e teus dentes vão rolar pelo chão.

Você fica bem valente quando tem as pessoas algemadas, não é?

Vamos nessa, já está bom! Já não bateu nele o bastante?

Inferno, Carreta. Precisava ter batido tanto nele?

Ele provocou...

Vamos por aqui. Qual o problema por aqui, Rei?

- Quanto pagam por um vampiro desses? - $50 mais despesas.

- Traga um desses por dia, durante um ano... - E a gente vai parar de patifar com você.

Pode consertar as coisas comigo me arrumando um passe para ver a Annie.

- Quem? - Já sabe, minha boneca querida!

Sargento, Jesse James chegou.

Não, Carreta. Tomba

Sim. Só um pouco.

Ele disse que você tem dois minutos, e que pode deixar teu canhão aqui.

Ei, irmão, pode avisá-lo de que isto não é nenhum canhão. Sacou?

Ei, olha só! Ele não aguenta esperar o dele.

Diga, irmão. Cadê aquela velhota reclamona com quem sempre anda?

Irmão , aquela é minha esposa!

Ah, meu Deus!

Ei, coisinha negra linda.

Calem a boca! Vadias inúteis.

Tomba, qual o galho?

Nada.

- Você está bem? - Sim.

Agora eu cumpro pena. Não vou deixar as coisas sobrarem.

Esta é minha garota! Não deixe esta besteira te deixar mal!

- Eu não aguento aqui. - Sei bem disso.

Quando eu sair, Tomba, a gente não pode sair por aí?

Para onde quer ir?

Tanto faz. Estamos juntos há tanto tempo mas nunca fomos para lugar nenhum.

Acabou o tempo.

Eu volto aqui amanhã, certo?

- Sabe como que o Jota Dê chamou minha mulher? - Como?

Uma das minas de gingado no traseiro.

E dá pra discordar disso?

Ainda vai chegar um dia que você vai quebrar o pescoço. Por que não tenta comprar um?

A última vez que fui te ouvir, tomei penicilina na bunda.

- Todo mundo precisa, pelo menos uma vez! - Alguns até duas.

Vão soltar minha mulher amanhã e mal consigo esperar por isso!

Você vai ficar enfurnado nela por dias!

Aí você acertou! Enterrado até o talo!

- E pra que ela queria outra televisão? - Eu também não sei.

- Valeu a pena estes 30 dias? - O juiz deu 30 dias, não fui eu.

Todo mundo disse, "Vá ter com Nate Dinwiddie. Ele consegue mexer teu marido."

Mulher, não vem me enrolar.

A fiança custava $1.000. Só pro advogado são $100.

Se sustarem o cheque, ou então seu marido desistir de você, eu me queimei por milzinhos.

O que você quer dizer com sustar? Ah, não, não o cheque de Anna May.

- O teu contato já voltou? - Não.

- Que fim levou o Garrity? - Do outro lado da rua.

Bom.

Aqui não é uma seguradora. Eu sou fiador de fianças. Não aceitamos cheques, por aqui.

- Tem quanto aí de dinheiro? - $75.

- Tem algum cartão de crédito? - Pode ser com cupons de desconto?

Ah! Pode se levantar.

- Não é você lá em cima? - Sim. Mm-hm.

Ei, eu já te vi jogar.

Mack Tomba Carreta.

Mack Vira Caminhão.

Você se machucou, não foi?

É preciso talento. E também coragem para se fingir machucado.

Coragem, este jogo é só sobre isto.

- Muito obrigado. - Não seja por isso.

Volte para a cadeia. Eu cuido das outras coisas.

De pé.

- Ei, irmão, quem é a grandona? - O marido dela foi preso dirigindo bêbado.

Se eu tivesse uma mulher dessas, também estaria bebendo.

Ainda não tinha cuidado de você?

Pode ir embora daqui!

Obrigado.

Jerry, ele ainda pensa que as mulheres do Tahiti andam por aí de peitos de fora.

É isso aí! É onde vou me aposentar!

Cara, o Tahiti parece com a praia de Miami.

Caralho. Ainda vou conseguir comprar um barco e navegar por lá!

Queria que vocês dois discutissem depois que eu recebesse.

- Deixe que escrevo um cheque. - Um o quê?

- Fogarty ligou. Ele tem um alguma coisa. - Tenha o que tiver, eu não aceito.

- Estou de férias. - De férias?

A mina dele, ela sai hoje!

Aquela assaltantezinha vai voltar para as ruas?

Um dia ela vai roubar suas cuecas e vender!

- Sai da minha aba, Papai Doc. - Irmão, ele está certo!

Você devia mandar essa menina de volta para a ganguezinha do Dalton.

- Por que ela não trabalha? - Ela já esteve nesse caminho...

- É melhor só ser uma menininha dos outros... - Deixe que eu a endireito!

E o que você pode fazer por ela? A cadeia não a endireitou!

- Ele tem razão. - Que diabos acontece aqui?

Aqui chamamos baralho de baralho.

Nem, estamos chamando-a de assaltante!

A mulher me curte e eu a curto também. Não vou cortar o barato dela!

Ninguém pede pra cortar o barato de ninguém. É só cortar as mãos da vadia!

Esqueçam suas besteiras e saiam da minha aba.

Você devia ia ter com Fogarty. Ele falou que o trampo paga 5 notas.

Seu maledeto! Vamos lá, acelerando!

Isso não é um tanque, cara! É o carro novo da minha patroa!

Deixe-me ver o que suas novas rodas conseguem fazer!

Cuidado aí com as multas!

- As ruas estão livres. Vamos lá, cai dentro. - Você não está pronto...

Não acredito que não conseguiu! Ele não ganha de um trem!

- Está pronto agora? - E você?

Segura aí, Tomba, a gente tá indo! Vamos embora!!

- Uh-oh. - O que isso quer dizer?

- Olha no que me enfiou agora, negrão! - O carro é teu, não é meu!

Bom dia, policial.

- Este carro é teu? - O banco me deixa dirigir...

- Tinha visto a placa de PARE? - Ela estava coberta pelas folhas...

- Deixe-me ver sua identificação. - Olha só, que coisa...

...cara, pensa em uma foto feia!

- Que são essa risadas? - Nada, policial!

Podem dar risada da multa!

Você têm um carrão, mas deveria saber dirigir com cuidado.

Desculpe-me, Fogarty. A fiança perdeu efeito já tem 24 horas.

Deixe-me ter mais um dia!

- Desculpe. - Você não faz idéia de como me fará bem!

- Tenha mais cuidado ao escolher clientes. - Aonde diabos eu estou?

Sr Davidson, poderia parar de interromper este tribunal?

Mil desculpas, senhor Juiz.

Olá, Tomba, Jerry. Que bom vê-los.

Chegou um negócio aqui facinho para vocês...

O nome do cara é Richard Leroy Johnson. Mas também é conhecido como Jacaré.

O último paradeiro foi um terreno baldio. A fiança custa $30.000. Desde ontem, desaparecido.

Não conheço mais ninguém que poderia capturá-lo.

Tragam-no para casa, e cada um de vocês ganha 250 mangos.

É um cara que já tem antecedentes. Isso custa $800.

$800 por um negão fuleiro?

- O cara é só cafetão! - Ele tem dois antecedentes.

- Você já falou isso. - Um dos antecendentes, foi por cafetinagem.

E qual é a outra acusação, Fogarty?

Legal então. 400 mangos, Jerry.

O que ele não quer dizer é que foi por agressão premeditada.

Uma estudante, que o Jacaré tentava aliciar, mandou ele ir procurar sua turma.

O Jacaré enxarcou o cabelo da menina com gasolina e puxou um fósforo.

O pai da menina foi atrás do Jacaré. O Jacaré destruiu seu rosto,

e escreveu as iniciais dele na bochecha.

Mil pratas.

- Não. - Tchau.

Carreta, eu não vou te pagar uma milha!

- Você não vai dirigir meu carro. Nem peça! - Deixa-me dirigir!

Dez, nove, oito, sete, seis...

- Carreta! Vai com calma. - O homem tem problemas...

- 500 cada um. Pense direito. - Tá querendo enrolar quem?

Jacaré vai atirar em quem quer que for atrás dele. Temos que ganhar dele.

Beleza. Uma milha.

Não dá. E quanto mais eu penso, mais é não.

Carreta, você conhece nosso trampo. Se perder isto, a companhia de seguros me manda embora.

- Preciso do Jacaré para ficar vivo. - Ninguém mais irá atrás dele, não é?

Nem.

- $1,000. - Cada um.

Como é? Carreta!

Você tem noção do quanto isto vai te custar, se ninguém o capturar?

Não tem ninguém que você confia além da gente.

Então, é cagar ou sair da moita.

Calminha, irmão. Porque não joga um pouco de golfe?

Você tem os dois piores negrões cuidando deste caso.

- É melhor deixar esta vadia quieta. -Para apanhar o galo, veja como vão as galinhas!

Olha só aquele pedação de bolo de chocolate!

Controlem-se!

- Você é a Dorinda? - Quem quer saber?

Eu que perguntei, sou eu mesmo.

Cala a boca!

Você não parece ser tira, mas tem cheiro de problema.

Problema? Eu? Se fosse problema, não ia ter chance nenhuma com a senhorita.

Diga-me uma coisa...

tudo isso aí é tão bom quanto parece?

Nem sempre se tem tudo aquilo que você quer, neném.

Nada aqui veio da Sears, nem da Roebuck, negrão.

Aonde estrá o Jacaré? Perguntei aonde está o Jacaré!

- Quem é Jacaré? - Fiquei devendo um rango para ele.

Pague para mim, e se eu o ver, eu pago a ele.

Já é o bastante. Passa a régua em minha conta e deixe que a Francesinha pague.

Francesa!

- Assine esta conta. - Sim, mamãe.

- Já disse que o Jacaré não está aqui. - Aonde ele está?

Ele foi para o Alaska, caçar ursos polares.

Já te disse que preciso falar com ele.

Eu aviso que te encontrei, então pode pegar essa grana...

e enfiar no meio do cú, seu caçador de recompensas filho duma puta!

- Espere um pouco. - Espere você, mocinho.

Só quero que você encontre o Jacaré, pra ele poder cortar tua garganta!

- Você não entendeu nada! - É só seguir as pistas, negrão!

Pare! Parado!

Siga aquele carro! Atrás dele!

Ande logo com o caminhão ou estouro teus miolos!

- Atrás daquele carro. - É aquele ali! Atrás dele!

Tem alguém que vai ter a foto impressa no jornal...

Na primeira página, é? Que maneiro!

- Cuidado com o carro, Carreta! - Só vou bater o pneu...

- Cuidado. - Calma aí, já entendi.

Sim, mas a minha mulher, Carreta!

Tem alguém aqui a fim de fazer uma grana?

Vou dar uma nota de $50 para cada um que impedir dois valentões atrás de mim!

Eu quero sangue! Faça esses negrões nascerem de novo!

- Filhoduma, pra onde foi? - Estou aqui!

Ninguém se mexendo nem um milímetro, puta merda!

Dor de cabeça numero 39, otário.

- Cara, ele disse que vocês eram marginaizinhos! - E nós somos.

- Agora vamos lá, todo mundo baixando as calças! - Vamos logo, vocês ouviram!

Se alguém perguntar, diga que foram atropelados por um Carreta.

Mack Tomba Carreta.

O que acontece aqui?

Merda. Se soubesse que era o Tomba Carreta, teria cobrado bem mais do que os $50.

Acho que vamos ter que dar cabo nesse cafetão.

Sim. Isso se ele não nos matar antes.

E o que vou fazer com meu carro?

É só dar um tapa no radiador. Amanhã fica pronto.

Está prestes a conhecer a realeza, Jerry.

Pode ir se misturar com as meninas. Tenho um negócio para discutir.

- Mack Tomba Carreta, como vai você? - Beleza. Qual a treta, Duke?

- Conheça meu sócio, Jerry Barnes. - Prazer.

- Consegue lembrar da Lucille e da Betty? - Hey! Ainda gostosas, não é?

- Olha só, como você cresceu! - Você também. E aumentou para todos os lados.

Estou usando fertilizantes bons, mãezinha...

- E como vai o Nate? - Nate ainda não comprou um barco.

Traga um drinque a estes cavalheiros, Lucille.

- O meu pode ser breja. - Traga-me mais um crème de menthe.

- Você está bonitão, Duke. - Já passei muito perreiro, como se vê.

Hoje eu estou feito. Só bebo, e penso nas minhas lembranças.

Quantas lembranças lindas!

Quem é este?

O que você sabe sobre um cafetão de nome Jacaré?

Jacaré? Bastardo e inglório.

Ele é o cachorro louco dos cafetões.

Eu o quero para mim. Acabaram os dias para ele.

E tome muito cuidado com o fogo cruzado.

- Por que diz isto? - Dizem por aí que tem mais gente que o quer.

- Gente quem? - Um traficante chamado Azul da Harvard.

Já está por aqui faz uns dois anos.

Começou bem pianinho, mas agora quer estabilidade.

Tentou abrir uma biqueira. Jogatina. E o que mais você pensar.

- E pra que quer o Jacaré? - O Jacaré levou a mulher do Azul.

Uma loiruda, chamava ela de...

Ei, Betty, qual era mesmo o nome da vadia do Azul?

- Torcida do Stalingrado. - Saquei.

Filhote, estão fervilhando uma guerra civil entre cafetões lá fora.

- Não fazem mais cafetões como faziam. - Não iguais a você, certamente.

- Bico calado e de volta ao trabalho - Sim, paizão.

Fiéis cordeiras.

Aonde encontro esse tal Jacaré?

- Talvez o Duque tenha se enganado. - O velhote não erra. É melhor esperar.

Ele ganhou 15 minutos...

- Esse é ele? - Eu disse que o velhote não erra!

Ei cara! Espera um pouco!

- Calminha, cavalheiros. - Queremos algumas respostas.

Trabalha faz tempo nesta região da cidade? Já conhece todo mundo por aqui, não é?

Estamos fazendo uma pesquisa. Comparação de personalidade pelo lixo.

-O que achou do apartamento1309? - É um cafetão negro.

- E qual é o lixo dele? - Apenas ouvidos de padres e advogados sabem...

Eu sou padre.

- Milhares de papéis de bala, vazios! - Droga.

- Onde mora o trafica? - Isso é informação secreta.

Este é o fim da grana. Aonde mora o traficante?

- É tua vez de ser o cara ruim. - Você faz isso melhor do que eu.

Quem está aí?

Jacaré.

- Não queremos lhe machucar. - Eu mato esse rato.

- Você não trabalha para o Jacaré? - Não, vocês pegaram o cara errado.

- Cadê o Jacaré? - Calma, cara, nós somos amigos.

- Eu não sei. - Agora só te sobrou mais uma chance.

Cadê suas asas, varejeira?

Espera aí! Depois da rua 105.

- O que lhe parece? - Deixa eu ver se ele está ai.

Vamos dar o melhor da finesse. Chegar chutando a porta, para entrar atirando.

Nem, o tamanduá velho aqui podia ir lá pedir um pouco da coca.

- Ele vem para fora, a gente colheta ele. - Vamos tentar deixá-lo vivo.

- Será que é difícil? - Você vigia a casa, eu chamo os tiras.

Entendi.

Você conhece o jogo. Quando fica bom, é porque você morreu.

- E eu digo o que para ele? - Conta que está com uma parada boa.

- Jacaré, não vai atender? - É seu trabalho. Atende logo, biscate sonsa.

Olá.

- Acho que é para você. - E como poderia ser para mim?

...maluca do pedaço.

Fala!

Por que infernos me ligar neste número? Você já foi mais esperto.

Foi mal, cara, mas é que... estou com um negócio que é explosivo, saca?

- Sim, mas por que ligar aqui? - Porque eu precisava, irmão. Entende?

- Tem mais gente com você? - Diga a ele para deixar você entrar.

- Deixa-me entrar! - Eu vou é cortar tua garganta!

Maldito papagaio de gírias!

- Quanto tempo ainda tenho? - É um pouco pior do que isso...

- Mas e quanto a mim? - O que é que tem você?

- Faça um favor. Chame os tiras. - Para que você quer os tiras?

- Parado, vagabundo! Sem se mexer! - Ei, galera. Não precisa de nada disso.

Tenho mais grana nos bolsos do que vocês ganham em um ano. Podem ficar com ele.

Paradinho.

- Machucou você? - Nem, eu sou indestrutível.

- Olha só, parece que vamos ganhar um bônus. - Pode crer.

Puta.

Ele morreu.

- Só nos dê nossa grana. - Vocês vão ter que aceitar um cheque.

Eu levei uma facada. Não estou com saco para tuas besteiras. E $100 a mais para cada.

- Para quê? - Despesas médicas.

Podia jurar que aquele maledeto ia me mandar de volta para a Última Ceia.

Já viu que a gente não fica nada mais novo...

E ainda vou ter que ouvir um montão dela hoje de noite.

- Da velha patroa, não é? - Ah, é...

Diga que foi uma mijada de sapo, no teu braço.

Tem vezes que acho que era melhor parar.

E depois, fazer o quê?

Talvez, roubar alguns bancos.

- Maldição. Annie. Que merda! - Ela rouba televisores.

Ficar de gracinha contigo me fode a mente. Será que pode pelo menos pagar as bebidas?

Mas, Tomba...

- Sabe quem sou? - Desculpe o atraso. Tive que descontar um cheque.

Pelo menos, podia ter trazido algumas flores.

Trouxe algumas cervejas.

E o Francis, ele está bem?

Ah sim, tudo bem com Francis. Ok, Annie, pode falar.

- Você devia ter ido me encontrar. - E eu fui...

Fiquei 30 dias naquela pocilga e você me visitou cinco vezes.

Seis.

E agora quer me dar cerveja, e depois meter comigo.

Então tá. A gente para e faz um rango, antes de tudo.

- Você podia dizer que me ama - E eu te amo mesmo, neném. Não dá para ver?

Ah, sim, dá para sentir pelo cheiro da tua boca.

Ok, então foi eu quem errou.

Mulher, como senti tua falta.

Mãezinha, você não vai conseguir manter todas as coisas funcionando, sem o Jacaré.

Venha cá, sua putinha preta.

Teu corpo me pertence. Eu digo o que você pode ou não pode fazer com ele.

- Entendeu? - Eu nunca disse que estava indo embora.

Fique quieta!

E agora, suas vadias, vamos sentar. Eu quero falar com vocês.

Qualquer uma que pensar em ir embora vai sentir meu pé esquerdo enfiado.

- O quê? - Calada, vadia drogadita.

E estas duas que foram embora, é melhor aprenderem a vender xana na Islândia...

porque, se as ver por aqui de novo, eu mesma corto suas malditas gargantas!

Vejam só, nós somos uma família.

E é por isso que vamos ficar juntas.

Hoje, tenho um monte de negócios importantes para cuidar.

Quando chamá-las, quero que cheguem rebolando certinho essas bundinhas.

Me ouviram? Hein?

É para saírem e fazer tudo certinho.

E, Raquel, tire essa jaqueta idiota.

Andando!

- Dorinda. Você está maravilhosa. - Oi, Reno.

Sei que não é a hora e nem o lugar, mas temos que conversar sobre as coisas.

Eu digo a hora e o lugar.

- Sinto muito sobre o Jacaré. - Muito obrigado, das Neves.

- Eu sei que está difícil para você. - Pois é. Mas estou contente que vocês vieram.

Antes que você diga mais algo, trouxe um negocinho para desanuviar.

- Com certeza que podia usar agora, das Neves. - O que você trouxe aí?

- Tem algo para colocar nessa colher? - Não sou o Homem das Neves à toa...

Você é bem rápido, das Neves!

- Ei, Desmond. - Ei, neném.

Está sabendo que ofereci um quarto de milhão pelo seu rancho.

É claro que você também ganha uma porcentagem.

Mas que merda é esta?

Não viemos até a casa deste morto filho duma mãe para fazer comédia.

- No que vocês pensaram? - Está bonitão, Azul!

Nem o próprio Deus estaria melhor. Estou rico. Sou uma gracinha e bonitão.

- E em que infernos anda pensando? - Vamos sentar para conversar.

- Já estou aqui, puta! - Para mim está bom.

- Isso é legal. - O que você quer?

Um balde de sangue.

Quero o negrão que estragou o Jacaré.

Espera aí. A gente está no negócio das meninas. Não é pra matar.

O Jacaré era nosso amigo.

Seria mostrar-lhe respeito.

Deixa disso, irmão!

Quanta grana você vai gastar neste trampo? Tomba Carreta não é nenhum suja-fraldas.

"Teria sido bom, mas eu não estava aqui..."

Suas coelhos bastardos.

O que vocês acham que administro? Um galinheiro?

Cavalheiros, conheçam minha família.

Todas são o filé das vadias. Pura dinamite que vale $238 mil.

É o Banco Central usando calcinhas.

Docinho fez $17 mil, no ano passado.

Veludosa Senhorita Sophisticada fez $20. Antes era modelo, em Paris.

Jess e Annette fizera cada uma 22 e meio.

Mostrem-lhes as máquinas, gatinhas!

Viram o que acontece com quem é bom?

Esta é a Catraca. Ela fez 26 e meio.

Ela se chama Catraca porque você tem que pagar para sair e para entrar.

China, venha aqui, benzinha.

China fez 29.

Belíssima espécime de carne oriental.

Esta é a Francesinha. Jacaré costumava chamá-la de Boeing 747.

Mostre-lhe porque, mulher!

Ela fez 27 mil e 500.

E esta é a doce Annette Mostre-lhes seu sorriso, minha maravilha.

Ela fez 30 mil no ano passado.

- Cadê meu neném? - Bem aqui.

Esta é a Tiffy.

Esta vadia lucrou $37,500 e só trabalhou meio período.

Inferno! Os clientes dela achamque ela é boa de transar.

A chamam de coronel Sanders, porque é rápida nos dedos e na língua.

Ah, mãezinha. A senhora tem uma bela família!

Pode acreditrar nisso, negrão..

Isso aí,senhoritas, podem ir cuidar das suas coisitas.

E agora, quem vai matar o negrão para mim?

Acabaram de ver US$238.000 balançando a bundinha só para vocês.

E se não têm nenhum respeito pelo Jacaré, podiam pelo menos respeitar isto...

Quero a cabeça do arrombado do Tomba Carreta.

Aquele que matá-lo, ganha minhas meninas enquanto eu for dona deste lugar.

- Agora, podem responder. - Quanto mesmo, dona?

Metade. 50 por cento.

Está feito.

Já fiz minha oferta.

Dorinda, você está tentando mijar de pé.

- E vai deixar um monte de gente molhada. - Sei bem disso.

Porque não tem nenhum moleque aqui que seja homem o bastante para gelar Tomba Carreta.

E você esperava o quê?

Ele é um malandro querido, não um xerifão.

Já posso me despedir de vocês,

porque tem muitos de vocês aqui que não tornarei a ver.

Dorinda, você está sendo tão dramática que até parece que tem uma lei no Congresso...

ou o Exército dos EUA para tirar Tomba Carreta da sua cola.

Val...

Vou virar pai de algumas órfãs.

- Por que pensa assim? - Só te disse "Que tal arrumar um trabalho?"

- Mas estraguei alguma coisa? - Será que você estragou alguma coisa?

Parece até que você está tentando se livar de mim, docinho.

- Neném, não quero me livrar de você. - Então que merda é esta de arrumar trabalho?

Já cansei de ir te encontrar na cadeia.

Então, que tal arrumar um trabalho?

- Acho que você já tem algo esquematizado... - É só admitir.

O último trabalho que deixei, tive que jogar uma máquina de escrever no pé do meu supervisor.

- Ele vivia me passando a mão boba... - Sei, já ouvi esta história. Balelas.

Não tem nada para se fazer preso, só olhar para as paredes e sobreviver aos valentões.

Como é possível você me entender tanto assim?

Por que pensa que eu te entendo?

Ai!

- Chega aqui. - Fica longe de mim, seu escroto.

Vem cá!

Ei! É ele ali!

- É o Tomba Carreta, cara!. - Olhá lá, cara, é ele.

Você disse pra matar um cara. Mas aquele é o Tomba Carreta.

Qual o problema? Temos trabalho a fazer.

- Pensa bem, cara! - Qual é!

Que se dane, cara.

- Tomba, conhece estes caras? - Já te disse que não sei quem são.

- Então porque a gente levou bala deles? - Também não sei, mas vou descobrir.

Entre logo. Feche a porta.

Quer o que, cara?

Só vim te ver...cara.

E que foi aquele tiroteio todo, lá fora?

É que os céus estão prestes a se abrir sobre tua cabeça.

Melhor aposentar. Tirar uma folga.

Largado numa praia por uns 90 anos.

Você tem dez segundos.

E um.

Dois. Três.

Quatro. Cinco.

Seis. Sete.

- Calminha, lindinho. - Oito.

A Dorinda é esperta.

Tenho que tirar o chapéu para ela.

Ela sabe que quem matar Carreta vai tomar conta daquele puteiro limpo.

Eu tomo conta das meninas e de Dorinda. Você administra o estabelecimento.

Não é para acabar que nem com o Reno.

Desmond, por que o nervosismo? Temos apólice de seguros.

Se é o Carreta, vai precisar mesmo.

- Qual a tabela? - US$ 20.000.

- Dez pra ti, dez pra mim. - É bem isso.

Quer o que de café da manhã?

Um?

O que você acha?

Que porra, Francis. Aonde quer ir, catso?

- Ela é minha, Francis! - Oi, oi, Francis.

Espera! É melhor você ir...

Nossa, teu sangue é mesmo de barata!

- Ninguém nem coçou a bundinha do Carreta! - Você só pode estar de bincadeira, das Neves...

Melhor desistir, mãezinha. Tem um jeito bem melhor.

- Olá, minha mãe. Azul, ele está aqui! - Traga-o para fora. Vocês, de volta para dentro.

- Será que posso falar um oi? - Vai logo, cara...

Você anda se mentendo em merda. E desse jeito vai viajar e cair...

- E quando acontecer, eu não vou estar por perto. - Tudo é questão de escolha.

- Vem comigo ou não? - Azul, e vocês todos, seus filhos das putas, estão loucos!

Sai da minha frente, filho de uma puta!

- Acredito que veio tratar de negócios. - Está vendo meu pau na tua mão?

- E quem é ele? O lacaio provador? - Ele vai vasculhar tua goma.

- Merda, negrão, aqui não é a Casa Branca. - É melhor abrir caminho.

Reno morreu, Toro desapareceu e também o Fontana. E o das Neves, ultimamente, pisando em ovos.

- Não dá para desistir do trabalho? - Eu vim para livrar tua pele dele.

- Minha pele anda muito bem. - Tua pele está na água fervente, sem nenhum bote.

O que acha que vai acontecer quando o Carreta perceber que você virou suas armas contra ele?

Pode ir dando adeus à tua pele e a esta coleção de vadias que tem.

E agora? Resolveu virar homem?

Você já passou dos 30, e o tempo continua esgotando.

A última vez que tive que vender minha xana eu tinha 15 anos,

foi quando descobri que podia vender as outras garotas...

E porque você tinha trabalhando aquele negrão crocodilesco.

Sim, e agora ele recebe correspondência das marmotas. Posso contar minha oferta?

Qual porra de oferta?

Eu mato Tomba Carreta por metade da parte do Jacaré.

- Você está louquinho da silva. - Pelo menos, te sobra um pouco para se aposentar.

Pode enfiar esta aposentadoria, negrão. Eu só quero a cabeça de Tomba Carreta.

25 por cento da fatia.

Se para você estiver bom, então pode dizer que estamos de acordo.

- Espera um pouco aí, Azul. - Já ouviu o que falei.

Comprei uma seguradora e ela fica no aeroporto. Sim ou não?

Vamos nessa, Val.

Azul.

Ok.

Acione a seguradora.

- E como vai esta seguradora? - O pessoal anda levando o próprio lixo para fora, atualmente...

Tem um monte de amador no mercado, se chamando de matador profissional.

Wendell, conheça alguns dos meus amigos de escola.

Este é o Panamá.

Joe Dante. AI Reed.

- O do Docinho. - Sempre me chamam assim.

Isso vai demorar muito? Já está tarde para ir embora desta Detroit...

Virou crente, Al?

Só acredito é na arma da minha maleta.

Olha lá, Harvard. Temos entrada para a área VIP.

- Quanto é? - 20 mil.

$500. É mais fácil.

Venha amanhã até as 8h com quinhetinhos, e seu filhote vai chegar até as nove.

Está certo. Pode ser. Tchau.

- Que negócio é este aqui? - Não podemos perder tempo!

Nem podemos nos repetir.

- O que vocês querem? - Você vai ouvir, e ouvir bem.

- Não tenho dinheiro algum aqui! - Estes senhores vendem seguros.

E você tem um amigo cujo nome é Tomba Carreta.

A morte dele foi encomendada.

Chame-o, para que ele receba o prêmio.

Não atenda.

- Alô. - Tomba, aqui é o Nate.

Você está bêbado. Vai dormir.

- Por favor, venha em casa. - Diga que é um trampo grande, e você se confundiu.

- O quê? - Um trampo grande. Me confundi.

Mano! Eu estou chumbado, e cansado, e...

Ah, Deus, Tomba! Querem te matar!

Alô? Nate?

- Alô? - Jerry, olá.

- O que você quer? - Estava dormindo?

Não, cara. Estava numa mão de pôquer. O que você quer?

- Nate está estranho. Disse que precisava de mim. - Mas agora? Seus bêbados filhosdumas!

Nate não parecia estar bem. Vá ver o que ele queria. Te encontro lá!

- Merda. - Preciso ficar sóbrio, cara...

Aí sim!

- Seguro de vida para o morto, meu camarada. - Este não é o Carreta.

- E quem diabos é este? - É só mais uma isca.

Mas por Deus, vocês mataram o cara errado.

Ele ligou, apareceu um cara, nós atiramos nele.

Era para termos pedido alguma identificação?

Nâo. Apenas mereçam os $20 mil que estamos oferecendo. Só isto, já basta!

Ei, Al. E que tal a gente prestar uma visitinha à casa do Carreta?

Não vai ser mais tão fácil assim...

Você esteve fora do negócio de seguros por muito tempo, amigão.

Tomba Carreta é igual a um buldogue, tem olhos até na bunda.

- E acabamos de soltar a coleira. - É melhor ir embora desta cidade, Azul.

Ou vai acabar sujando estas mãozinhas lindas. Vou te descolar uma arma.

Se você descolar o estabelecimento, ou o gerencio.

O acordo era este, e não o Carreta fungando no meu colarinho.

Aquele que joga o jogo, é porque sabe quanto custa.

Ele está seguindo uma trilha de sangue, e ela leva direto até você!

Traga-o até aqui. Está me entendendo?

- O quê? - Já ouviu o que disse. Só fazer assim!

- Posso ajudar? - Viemos visitar Nate Dinwiddie.

- Perdão, mas ninguém pode vê-lo sem... - Pode nos deixar sozinhos, por favor?

Ele não está nesta ala. Já cansei de pessoas forçando a entrada como se fossem donas do lugar.

Papai Doc?

- É você, Tomba? - Sim.

Ei, neném, como vai?

Annie? Eu estou bem, neném.

Têm me mantido tão dopado que eu...

Mataram Jerry.

Quem fez?

- Estavam atrás de você. - Quem?

Até tentei perguntar pra que isso...

...mas só continuavam me batendo.

Falando em seguro...

Eu não queria ligar.

Um qualquer de nome Azul. Era ele que estava lá.

- Azul de Harvard? - Eu não queria ligar.

Está tudo bem.

Ah, Deus. Estou um trapo.

Ei, algumas pessoas fariam qualquer coisa para tirar umas férias, não fariam?

Ah, sim.

Se quiser ver aquelas tetinhas do Tahiti, é melhor descansar bastante e melhorar.

Durma bem, Papai Doc.

Tome cuidado, rapaz.

Annie, tome conta dele por mim, por favor.

Vou sim.

Olha ele lá, tenente.

Maldito seja! Que infernos acontece? Vamos lá, eu não sou obrigada a aturar esta merda...

- Te chuto a bunda! - Ei!

Ai, merda.

Eu vi teu parça. Fiquei na espera a noite toda.

Espere por mim lá dentro do carro... No carro, é o que disse.

- Não quero esperar no carro. - Vamos logo.

Disse-me o Nate que ele descobriu nada. E agora é você. Quem fez isto?

Não sei. Mas quando descobrir, vou explodí-los para o inferno.

Se violarem a condicional, eles são seus. Do contrário, a dor de cabeça é minha.

- Eu é que vou pegá-los. - Você tem licença para andar armado.

Não faça nada para perdê-la, pois acho que tem alguém querendo tua pele.

Eu sei disto.

É melhor mirar certinho.

Eu vou deixar um oficial na porta do Nate.

- Obrigado. - É só rotina.

Quem fez isso com o Francis?

- Tomba, pegaram o Francis. - Não tem nada que possams fazer.

- Vamos embora daqui! - Ah, Deus.

Tomba, eles vão tentar pegar você na próxima.

- Annie, é melhor ir para tua mãe por uns tempos. - Eu não vou!

- Sim, você vai sim. - Vou a lugar algum sem você!

Agora, olha. Tentaram me pegar usando vocês, e vão tentar de novo.

- E por que a gente não vai embora daqui, Tomba? - Porque eu ainda tenho que pegar cada um deles.

- Tomba, eles vão te matar. - É o que eles vão ter que fazer.

Porque me devem...e eu vou atrás de receber!

Vamos parar com este absurdo. Vamos fazer compras!

- Vou te comprar um vestido. Qual teu número? - Sou tamanho médio.

- Senhorita, aonde ficam os médios? - Siga nesta direção.

- Fica aqui. Vamos lá! - Você disse que a gente ia sair!

- A gente está saindo. - O que é isso?

Vamos lá. Vamos tentar vestir este.

- Onde fica o provador? - Siga naquela direção, senhor.

Fica logo ali. Vamos lá, rápido!

Mm-mm.

- Este foi o único que serviu. - O único que serviu.

- Vista-o. - Tomba, não posso! É um vestido de noite.

- Por que não posso usar aquele com que entrei? - Neném, use este agora para mim!

Pegue a bolsa e encontre-me no carro.

- E quem vai pagar pelo vestido? - Não esquenta. Deixa que eu cuido disso.

- Onde está o segurança? - O quê?

Aonde está seu maldito agente de segurança?

Logo ali.

Ah, Christo.

O Desmond está? Sou amigo da mãe dele.

- E qual o nome dela? - Dona Ann.

- Você consegue fazer melhor do que isto. - Não vira um estorvo.

Estorvo nenhum.

Oooohh!

Se não abrir esta porta, vai ganhar a maior lavagem intestinal da vida inteira! Abra!

Como conseguiu chegar aqui?

- Você é Desmond? - Isto depende.

Ah-han.

Nenhuma das meninas é, então acho que só pode ser você.

- O que você quer? - Aonde está o Azul, teu parça?

Não tenho um assistente de nome Azul.

Devagar. Esta coisa me custou muita grana!

Essa não é minha chance. Olha aqui um cafetão, uma casa cheia de vadias...

E quem está sendo ferrado sou eu!

Não.

- Onde foi que disse que o Azul estava? - Não tenho a menor idéia.

- Onde ele está? - Cara, é só grana!

Se não me disser onde ele foi parar, esta vadia vai pagar um boquete neste cano...

- Espere! - Aonde?

Na última casa, nas montanhas. 2170, Sierra.

- Doutor, como ele está? - Ele ficou querendo saber de você.

- Ele vai sobreviver? - Acho que sim.

Acabou a hemorragia interna, mas aquele olho não vai mais ser de qualquer utilidade.

O medicamento o mantém bastante sonolento, não assuste se de repente ele desmaiar.

- Doutor, ele já sabe? - Sobre o olho??

Sim.

Papai Doc. Como vai?

Ah, sim. E você, está bem?

Cancelei aquele seguro para você.

- Quem fez cair a casa? - Azul. Ele tem um trampo com meu nome.

E já chegou até ele?

Achei um laranja dele. Ainda não cheguei até ele, mas vou.

Tome cuidado. Ele é liso.

Vai fazer o que você menos espera.

Espero que ele tente, mesmo.

Aqui. Este era do Jerry.

Ponha em baixo do colchão.

- E o que vou fazer com isso? - Você pode precisar.

- Seu filhoduma, sua pele é minha! - Pode tentar, só sei de mim.

- Vá ter certeza que o puto morreu. - Eu não vou lá fora!

Filho de uma puta, Tomba Carreta. É melhor esconder sua cara bastarda.

É melhor não aparecer, filho duma puta! Fique onde está!

Duvido que você aparece e mostra essa sua cara suja!

Achei este moleque aqui, Carreta.

Vou é dar o fora daqui!

Você não vai a lugar algum, sua putinha preta caipira.

Já sei do que todas as putas estão falando.

Vocês só sabem transar, então podem tentar achar um jeito de ficarem por aqui...

Todas as putas estão despedidas.

- Arrume suas coisas. - Tire as mãos de mim! Merda!

Pode levantar o traseiro. Vai, sumindo daqui!

Eu não entendo... Para fora do meu quarto.

Teu tiro saiu pela culatra. Passei o couro do Azul e é melhor você já dando linha!

Tomba Carreta, tudo o que quiser, pode ter.

Deixe para lá esses moleques das gírias. Você e eu podíamos fazer dinheiro.

Feche esta matraca, vadia.

Antes de conseguir sair, sua pele vai ficar guardada.

Você não mataria uma mulher.

Ah, merda.

- Ei, perdeu a noção? - Em que diabos está pensando?

Tudo o que fiz, fiz por você.

Não queria que acabasse espalhado pelas ruas.

Eles tentariam chegar até mim através de você.

Olha, mulher, deixe para lá essas abobrinhas e entre no carro.

Pode me deixar em paz?

Neném, eu te amo.

Olha lá. Até consegui arrumar nossas coisas.

Prometi que ia te levar para longe. Preciso de ti.

E olha só...

...mais um mijão!

- Me dá aqui. - Ah, não. Vem cá...

água vermelha, são carlos, sp, brazyl. verão 2020. sincroniza & tradussa por @rlalmeida, sobre versão em inglês de @JulieClayton

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