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Original subtitles

Sim, deixei ontem � noite,

e achei que talvez j� tivesse os resultados.

A que horas o laborat�rio abre?

9h?

Tudo bem, voc� j� fez isso zilh�es de vezes.

N�o pode p�r contra a luz, mexer um pouco,

e ent�o dizer o que...

N�o... claro. Sim.

Estou brincando.

Me ligue assim que poss�vel.

Muito obrigada.

Sinto-me honrado em receber o pr�mio Siegal

e tenho consci�ncia de todas as pessoas

cujos esfor�os permitiram esta realiza��o.

Minha equipe de apoio.

Meus amigos promotores do gabinete.

Todos os ju�zes e advogados

e funcion�rios da corte... Est� chato, n�o �?

N�o devia mencionar esses grupos individuais.

Como preferir.

N�o est� prestando aten��o porque est� entediada.

-N�o � verdade. -Ent�o, s� est� sendo rude?

N�o. Eu estou absorvendo a energia do seu discurso.

Disse que s� queria ensaiar, arrumar os detalhes.

Eu devia apreciar a ironia.

Voc� adora me criticar, mas hoje,

quando preciso de cr�ticas, voc� se recusa.

-Justin... -Esque�a! N�o importa.

N�o, ou�a. � porque ambos sabemos

que voc� prepara isso h� um m�s.

E sabemos...

que est� t�o bom quanto podia ser.

O que est� acontecendo com voc�?

-O que quer dizer? -Voc� s�... N�o sei.

Est� com o olhar estranho.

Meu Deus. � o meu rosto.

Tudo bem, encontro voc� no restaurante �s 12h30.

Mas agora, preciso ir levar uma bronca.

-Pelo qu�? -Ainda n�o sei.

12h30.

� o fim dos tempos?

Sinto muit�ssimo.

Espera, o qu�? O que eu fiz?

Cometi desacato? Fiz algo de novo?

Ainda n�o, mas o dia mal come�ou.

Chegou cedo. Pareceu importante.

Sim, senhor. S� queria mostrar

que tenho grande respeito pela corte.

Isso requer mais do que olhar para o rel�gio.

-N�o uso rel�gio. -Explica muita coisa.

Danny e Ralph Sabbatino, irm�os.

Boa sorte.

Tudo bem, qual � o problema?

Mant�-los longe do meu tribunal.

Sim, senhor. O problema deles.

Vagas de estacionamento.

S�rio? Isso parece t�o...

Pequeno? Sempre � com eles.

Essas s�o as evid�ncias, as mo��es,

e outros detritos da justi�a

que eles v�m arquivando por anos,

contando uma ladainha de queixas mesquinhas

que os fizeram vir ao meu tribunal.

A disputa do estacionamento n�o vai acompanh�-los.

Sim, senhor. Resolverei isso.

Est� programado para amanh� �s 9h.

-O qu�? -9h.

Juiz, fala s�rio.

Esses caras claramente est�o compensando

problemas de relacionamento no tribunal.

Voc� n�o pode me dar um dia para arrumar isso.

-Sim, posso. -N�o, n�o pode.

Amanh� de manh�, a 3km da costa,

ferei uma cerim�nia para meu pai.

Jogarei suas cinzas no mar.

Seu pai foi um grande homem.

Obrigada.

Ent�o, posso ter um pouco mais de tempo?

-N�o. Voc� consegue. -Fala s�rio!

Provavelmente.

N�o pode me prender se n�o der certo.

Se quer acreditar nisso...

Ralph Sabbatino vir� �s 10h, e Danny �s 10h30?

Tudo bem, sim, salas separadas,

at� eu ter a chance de falar com eles.

Absolutamente.

Caf�, bolinhos, biscoitos...

tudo que fa�a homens rabugentos

se sentirem confort�veis, seria �timo.

Srta. Reed.

Sou eu.

Meu nome � Goran Pavlek.

Sou o vice-c�nsul da Cro�cia.

E preciso de sua ajuda.

Sr. Pavlek...

-Goran. -Goran. Adoraria ajudar.

Se quiser agendar, ligando para o escrit�rio,

Preciso que entre no carro.

Sinto muito, mas tenho um compromisso.

Srta. Reed, � importante. N�o tenho tempo.

E seu Departamento de Estado indica...

-Ligou para o Dpto. de Estado? -Adido de baixo n�vel, mas sim.

Contaram da ajuda ao Consulado da Col�mbia e da Nicar�gua.

Do que se trata?

Uma de nossas cidad�s veio para c� visitar a neta

ap�s a morte da m�e da menina.

-Tudo bem. -A mulher quer que a menina,

que tamb�m possui passaporte croata,

volte para casa com ela.

Isso � triste, mas n�o � algo que requeira media��o.

Mas o guardi�o da menina, um americano, se op�s.

Agora a av� trouxe a garota ao Consulado,

e se recusa a sair.

-Ela a sequestrou. -Esse � o 'X' da quest�o.

Da perspectiva americana, a conclus�o deve ser �bvia.

Mas temo que o povo Croata

insista que eu reuna a menina e sua fam�lia.

Tenho um compromisso agora.

Meu trabalho � servir aos croatas

contruindo uma ponte para seu belo pa�s.

Agora esta ponte est� em perigo de desabar.

Voc� n�o quer que se torne p�blico.

Meu carro est� � sua disposi��o, se facilitar as coisas.

Afinal, estamos falando de uma garotinha.

Jogo sujo, Goran.

Muito, muito sujo.

Vejo que � uma mulher com um ponto fraco.

S� hoje.

Srta. Reed, acha que � capaz de resolver isso r�pido?

N�o sei, mas � assunto familiar n�o h� raz�o para achar

que se tornar� um incidente internacional.

Tire as m�os de mim! N�o pode fazer isso.

Est�o tentando roubar minha filha.

Sequestraram minha filha!

Tire as m�os de mim!

Odeio quando estou errada.

N.E.R.D.S. @NERDSubs

Abeinha | Sajater Bru123 | Tay

Lenon | Wandy

S01E10 Bridges

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-Sr. Marshall? -Preciso voltar l�.

Sou Kate Reed, uma mediadora.

-Quero minha filha! -Pode se afastar, por favor?

Est� tudo bem.

Quem � voc�?

Fui trazida para resolver a situa��o satisfazendo todos.

Por que n�o nos sentamos e me conta o que est� havendo?

Tudo bem? Certo?

Vamos.

Chamei os policiais.

Eu disse que Veronika estava l�,

e disseram que n�o podem fazer nada.

Sim, mas apesar de estarmos em S�o Francisco,

o Consulado � tratado como se fosse a Cro�cia.

Mesmo os nossos policiais n�o podem entrar sem permiss�o.

E eu fico parado?

Por que n�o senta e me diz

por que Renata foi ao Consulado para come�o de conversa?

Porque ela quer levar Nica de volta para a Cro�cia

para ficar l� para sempre, e eu disse n�o.

Por que ela a tiraria de seu pr�prio pai?

N�o sou o pai biol�gico.

-E onde ele est�? -N�o sei.

Ningu�m sabe. Ele nunca apareceu.

Tudo bem. Voc� e Renata j� tiveram problemas antes?

Ela � uma sogra.

Sempre tem opini�o sobre algo.

Mas n�o achei que fosse t�o ruim

a ponto de tentar roubar a minha filha.

E Theresa, ela queria que voc� ficasse com Nica?

Hav�amos come�ado a papelada da ado��o.

E ent�o ela morreu.

Eu estava ao lado de Nica.

Eu que a abra�ava quando chorava.

Dava comida.

Eu a levava � escola.

N�o estou dizendo que Renata n�o a ame,

mas sou o pai da Nica.

Certo, ent�o eu vou l� dentro,

vou fazer meu trabalho,

e vamos resolver isso.

Sabe que os irm�os Sabbatino est�o aqui? Os dois.

Eu sei. Estou presa.

N�o se preocupe, eu comprei torta.

O que te fez pensar que uma torta vai acalm�-los?

� um tipo de caf� da manh� e sobremesa.

Apenas os distraia.

-Distra�-los? -Sim.

Mantenha-os felizes e no pr�dio.

Eles n�o s�o felizes desde as primeiras viagens espaciais.

Nunca � tarde para come�ar.

Juiz Nicastro n�o ficar� feliz se eu estragar sua media��o.

-Leo... -Sim?

Estou tendo um dia muito estranho

Sim, entendo.

Mas a srta. Reed est� aqui para ajudar-nos.

-Renata, Kate Reed. -Ol�.

Renata, gostaria de conversar um instante

para decidirmos a melhor solu��o para todos:

voc�, Pete e principalmente Veronika. Oi.

Goran, talvez possa conseguir algo para ela comer?

E voc� eu podemos ir at� a sala de confer�ncia.

N�o vou a lugar nenhum sem minha neta.

Acho que seria melhor n�s conversarmos em particular.

Por ela.

Ela deve ficar com a sua fam�lia.

Sim, mas n�o vai conseguir isso buscando asilo no Consulado.

N�o tive escolha.

Pete n�o conseguia ver a verdade no que eu dizia.

Mas ele ama Nica.

Ele n�o � o pai da Nica.

Mas n�o significa que n�o possa cuidar dela.

Enquanto Thereza estava viva, sim, eles eram uma fam�lia.

Mas agora o lugar dela � comigo,

com as tias, tios e primos.

Com os que conheciam a m�e dela.

Pete e Theresa iniciaram os procedimentos para ado��o.

Tem certeza de que o que Thereza iria querer?

O que Thereza queria era ver a filha crescer

e ter seus pr�prios filhos.

Para isso, tenho que fazer o que � melhor para ela.

Vou ficar at� poder levar Nica para casa.

Quando tiver um filho, finalmente ver� o seu cora��o.

� dif�cil quando seu cora��o morre antes de voc�.

Querem alguma fruta?

Ele parece ser um cara que come frutas?

Sim, ele � um verdadeiro exemplar de f�sico.

Certo, parem a briga.

Escrit�rio de Kate Reed.

O qu�? Aqui?

N�o o mande ao escrit�rio.

N�o, n�o... N�o...

J� volto.

Danny, a torta estava �tima.

Vamos nos arrepender de voc� ter comido isso.

-Educado. Muito educado. -O que isso significa?

Que ter� g�s suficiente para nos levar at� Pittsburgh.

Sr. Smith.

Sim.

Ol�, sou Leonardo. Assistente da Kate.

Prazer em conhec�-lo.

Voc� quer um caf�?

Estou aqui para ver Kate.

Ela n�o est�.

-Eu espero. -Isso � �timo.

Vamos � recep��o l� embaixo

para v�-la assim que ela chegar.

Aquelas cadeiras parecem confort�veis.

Sim, s�o bem confort�veis.

Mas as l� de baixo, posso dizer...

Cara! Aquilo sim � conforto.

Ol�.

Agrade�o pela visita.

-Claro. -Maravilha.

Veio dar alguma informa��o para n�s?

Vim encontrar a Kate.

Kate?

Tem algo queimando, dentro...

da minha cabe�a.

Voc� � David Smith.

E ela n�o te contou.

Isso � �timo

Vamos ao meu escrit�rio, temos muito o que conversar.

N�o sei se me ouviu antes, mas vim ver Kate.

Voc� foi preso e tem licen�a para vender bebidas,

o que � uma viola��o da condicional.

Voc� ouviu isso?

Meu escrit�rio � por aqui.

-A Nica est� vindo? -Ainda n�o.

-Isso n�o � certo. -Falei com Renata.

Ambos querem o melhor para Nica.

N�o, eu quero.

-Eu entendo. -N�o vou ficar aqui.

Mas, Pete, n�o h� o que fazer.

Tirarei Nica de l�.

N�o te deixar�o passar.

Pense no que est� fazendo. N�o quer fazer esc�ndalo.

Tudo o que fizer refletir� na sua aptid�o para manter Nica.

Minha aptid�o? Renata a sequestrou.

Mas voc� tem prefer�ncia agora.

-Saia. Sai! -Peter, n�o!

H� c�meras de seguran�a e guardas.

N�o ficarei longe dela.

Sim, mas se fizer uma loucura, a pol�cia vai te afastar dela.

N�o vou te deixar subir.

Eu te disse.

Sim, senhor. Eu entendo.

Pensei ter cheirado fuma�a, entrei em p�nico e puxei.

Senhorita, isso � para voc�.

Eu mere�o. Realmente mere�o a multa.

Vou pagar imediatamente. Prometo.

-N�o a vejo. -Sabem que foi um alarme falso.

Voc� pagar� isso. Goran, conhece Pete Marshall?

O guardi�o legal da Veronika.

Em meu pa�s n�o chamamos isso de atitude comedida.

-Sim, � verdade. -Ali est�!

Nica! Nica!

Chamarei a pol�cia!

E eu o Departamento de Estado.

-Precisa sair. -Parem com isso.

Calem a boca!

Temos 2 pessoas que querem o melhor para ela. Bom come�o.

Se voc� chamar a pol�cia, e voc� o Departamento de Estado

teremos muita gente com interesses pr�prios.

Pe�o at� o fim do dia para resolver isso.

Prometo que consigo.

-Voc� vem comigo. Vem. -N�o vou.

Voc� vem. Por que se n�o vier, ele ir� te prender, n�o �?

-Infelizmente sim. -Viu. Eu disse. Agora vamos.

Eu disse morre. Voc� morre.

Certo, este � o Autumn wind Ranger.

-Ele n�o tem essa habilidade. -Pro inferno que n�o tem.

Viu como ele �? O que eu disse?

Regras significam nada para ele.

Olha quem fala, faz tudo fora das regras.

Talvez se fizesse o mesmo n�o estiv�ssemos aqui.

Certo. Viu? Isso � bom.

Viram como jogos de tabuleiro ensinam coopera��o?

Ele n�o entenderia coopera��o nem se senta-se em cima dela.

E voc� n�o aprenderia nem com a bunda.

-Outro, Sr. Sabbatino. -O que isso quer dizer?

Palavras. Bl�, bl�, bl�.

Meu Deus! Estou virando a Kate.

Quando olho aquela enorme pilha de arquivos

na minha mesa todas as manh�s.

Algumas vezes sonho em me livrar de tudo.

Sabe, s� jogar fora.

Mas a justi�a n�o � f�cil,

nem deve ser, pois � muito importante.

N�o estou falando nada que voc�s j� n�o saibam.

Todos n�s trabalhamos demais, nos estressamos demais

e n�o temos descanso.

Mas estamos lutando do lado certo juntos.

E por isso estou grato.

E estou grato por este pr�mio, e agrade�o muito a todos.

Obrigado. Obrigado.

Obrigado. Obrigado.

Pode segurar isso pra mim? Obrigado.

Obrigado. Eu agrade�o. Obrigado por vir.

Parab�ns, Justin.

-Sim, parab�ns. -Quem � voc�?

Ele �...

Por que veio?

Sinto muito.

Deixa eu adivinhar, ficou presa em outra media��o?

-Sim. -Esperarei ali.

N�o, n�o. N�o vai a lugar nenhum.

-V� passear. -Eu espero.

Se for embora, te procuro e te mato.

Entendi.

Voc� est� irritado.

Eu sei. Sinto muito.

-Perdi seu grande momento. -Sem desculpas?

Sem defesas espirituais das suas inten��es?

-N�o. -O que est� havendo com voc�?

-Nada. -Eu odeio quando voc� mente.

-N�o minta para mim. -Justin, n�o estou mentindo.

Esta n�o � a hora nem o lugar.

Qual �, isso � rid�culo.

Se tem algo a dizer, me diga.

-N�o direi. -Se tiver algo a dizer,

para me dizer, me diga aqui e agora.

Conta agora ou nem precisa.

Estou gr�vida!

-Belo discurso. -Obrigado, cara.

Tony. Parab�ns.

Obrigado.

O assessor do prefeito quer conversar.

Talvez queira uma doa��o.

-�, talvez. -Quem sabe?

Kate, obrigado por me ligar de volta

do lado de fora do pr�dio.

O que est� fazendo?

David Smith est� no meu escrit�rio.

Era o que ia te dizer se me retornasse.

Eu estava ocupada.

David Smith?

Leo, por que n�o leva o sr. Marshall

ao meu escrit�rio e talvez... obrigada...

lhe d� um copo de caf� e uma revista ou algo assim.

David Smith. Uau, Lauren.

Fico feliz que tiveram a chance de se conhecerem.

Espero que tenham uma �tima conversa. Agora...

Como ousou n�o me contar que o encontrou?

O que posso dizer?

Eu n�o era de compartilhar desde a pr�-escola.

-Kate, vamos falar sobre isso. -Tudo bem, Lauren...

Estou prestes a ser mandada para a pris�o

ou criar um incidente internacional.

E nem s�o as partes mais tristes do meu dia.

-Pare. -N�o tenho tempo para isso!

Leonardo, onde est�o os irm�os Sabbatino?

Na sala de confer�ncia.

Senhores, desculpem o atraso.

Meu nome � Kate Reed. Serei a mediadora hoje.

Oi, sou Danny Sabbatino. Prazer conhec�-la.

Oi, Danny. Prazer.

Sou Ralph Sabbation.

Ralph. � assim que vai funcionar.

Cada um de voc�s vai explicar o problema,

e depois ir�o propor uma solu��o.

Se ela n�o for aceita pelos dois, proporei uma.

Se essa n�o for aceita iremos todos para a cadeia.

Fala s�rio!

N�o podemos ser presos por isso.

-O qu�? -Eu disse...

Disse que n�o podemos ser presos por isso.

-Desculpe, o qu�? -N�o podemos ser presos.

N�o ouvi. O qu�? Pode se aproximar? N�o ouvi.

Tudo bem, eu cosnegui ouvir.

Mas voc� pode e vai para a pris�o

se continuar a ignorar a ordem judicial

de mediar esse problema.

Ou seja, voc�, vinha j� para c�.

E voc�, j� relatou o problema? Vamos.

Atr�s da nossa lavanderia h� duas vagas livres.

Uma � minha e a outra do meu irm�o

mais velho, menor e careca, Ralph Sabbatino.

Enfim, ele gosta de estacionar perto das linhas.

M�s passado, fui trabalhar de carro

e esse palha�o repintou as linhas

para o meu espa�o ficar menor, e o dele maior.

E agora n�o consigo nem sair com meu carro novo.

Claro que n�o consegue.

Comprou um convers�vel de portas enormes

s� para me acertar!

Duvido que tenha comprado o carro por isso.

Por que mais seria? Garotas?

Com licen�a, Casanova, agora � o garanh�o?

-Tudo bem. -Eu peguei Ann Marie Gentile!

-Do que est� falando? -Fui mais longe com a m�e dela.

Vai sonhando. Esque�a.

-Ei! -Eis o problema...

-Ele � um pequeno... -Por 38 anos!

-Minha vida toda. -Est� acabado!

-Voc� � um an�o. -Um an�o?

� minha culpa eu ter nascido alto?

-Kate... -Eles nunca v�o concordar.

-Eu concordo. -Ent�o...

Sim? Goran, ol�.

Eu j� vou.

Preciso voltar ao Consulado.

Devo mandar os meninos para casa?

N�o, nunca voltariam. Acho que querem ser presos

para terem algo a mais para culparem um ao outro.

Voc� os mant�m aqui.

E quem sabe, eu volte a tempo de irmos todos para a cadeia.

Est� pronto?

Fique aqui.

Se eu lhe der o sinal, saia do pr�dio casualmente.

Certo.

Achei que ir�amos deixar as autoridades fora disso.

Veronika foi � cozinha comer um lanche.

De alguma forma, ela burlou a seguran�a.

-Onde ela est�? -N�o sabemos.

Procuramos no pr�dio inteiro. Ela n�o est� aqui.

O que est� dizendo?

-Fale em ingl�s! -� sua culpa!

Ela fugiu do Consulado, aonde voc� a levou!

Acabaram?

-Isso n�o ajuda a ach�-la. -Kate, preciso procur�-la.

E voc� vai, comigo e com a pol�cia.

Ent�o, aonde ela iria?

Eu... eu n�o...

Ela iria para casa.

Certo, a pol�cia est� checando.

�timo. Onde mais?

Ela estaria no jardim da escola.

N�o da escola dela. Perto de casa.

Ela vai l� e fica com as amigas. Sentam nos balan�os e conversam.

H� tamb�m um lugar legal onde ela encontra as amigas.

Devemos ligar para a Rebecca, Renee e Miranda.

S�o amigas no Facebook, postam sempre.

Devemos ver l� e na Pinkberry, a 2 quadras da escola.

-Sabe mesmo o hor�rio dela. -Claro que sim. � minha filha.

Escutem...

Voc�s dois querem cuidar da Veronika, certo?

Por�m n�o h� mais dois lados.

H� somente uma garota perdida na cidade.

Entregarei esta lista ao policial e voc�s responder�o

todas as perguntas do Oficial Van Doren, sim?

-Sim. -Voc� entendeu?

Sim.

Vamos precisar daquele carro.

Claro.

Poderia falar com o funcion�rio do juiz Nicastro, por favor?

Est� tirando �gua do joelho.

H� algu�m para falar a respeito de problemas no hor�rio?

-Qual o problema? -Nenhum.

Ent�o, por que estou falando com voc�?

-Juiz Nicastro? -Sim.

Ol�. Sou Leonardo Prince, assistente de Kate Reed.

Ela quer um prolongamento na media��o do Sabbatino.

Juiz, isso �... � s�rio.

-Kate o considera... -Sr. Prince.

-Sim, Excel�ncia? -Diga para ela resolver.

Direi, senhor.

-Eu te liguei 3 vezes. -Justin, oi!

Voc� jogou a bomba e depois fugiu.

Voc� meio que me for�ou a dizer.

Por qu�? Por que sempre tenho que te fazer me contar algo

que me envolve, que muda minha vida?

N�s precisamos falar sobre isso.

Eu sei, mas eu... agora n�o posso.

A filha do cliente que est� comigo fugiu.

E a pol�cia est� interrogando ele e a av� dela.

� sempre assim com voc�... sempre o caso, n�o �?

Se trata de uma garotinha de 10 anos.

Mesmo que fosse um elefante de 30 anos!

-Justin. -� um beb�, Kate.

� o nosso filho. � algo importante.

Prometo, assim que acharmos...

Esque�a.

Eu te ligo.

Voc� teve uma reuni�o de neg�cios com Teddy?

N�s crescemos juntos.

N�s �ramos amigos.

E n�s t�nhamos um neg�cio juntos.

Na vizinhan�a n�o h� distin��o, sabe?

H� para mim.

� porque voc� � da parte rica.

Meu marido era um homem honesto

que se manteve nos maiores padr�es morais.

-Acho dif�cil de acreditar... -No qu�?

Que ele se associaria a mim?

-N�o disse isso. -Estava impl�cito.

Est� descrevendo um homem que eu nunca conheci...

Que fundou essa firma com dinheiro de fraude?

Onde conheceu Teddy?

-Na �pera. -Teddy odiava �pera.

A� que se engana. Tanto que estava no conselho.

O que Teddy gostava era de estar em uma posi��o de poder.

Voc� amava Teddy. Eu tamb�m.

Voc� confiava nele.

Eu tamb�m.

Mesmo com ele escondendo informa��es no seu julgamento,

que lhe custou 12 anos de pris�o?

Isso � rid�culo. N�o faz sentido.

N�o espero que voc� entenda.

E francamente, n�o me importo mais.

Vim avisar a Kate que deixarei a cidade.

Agora, v� em frente e arquive a notifica��o

ou o que for.

Estou indo embora.

Na verdade, n�o.

Voc� n�o vai a lugar nenhum.

R�pida com as amea�as, mo�a.

A emenda de Teddy para te incluir no testamento

foi posta � prova.

Agora, pode arquivar um protesto,

mas levar� anos para resolver.

Se prepare para grandes contas legais.

Ou... posso comprar a sua parte.

Eu n�o amea�o. Eu ajo.

Voc� �...

-Realmente... -Sim, eu sou.

Nica?

Veronika!

-Espera, espera. -Ela vai ficar bem?

-Preciso falar com ela. -Obrigada por nos chamar.

Ela chamou por voc�.

-Por mim? -Sim, vamos.

Estarei aqui se precisar.

Oi.

Desculpe dar problemas a todos.

Querida, est� tudo bem.

Eles s� estavam assustados, s� isso.

Eu sei.

�s vezes...

�s vezes eu fujo das coisas tamb�m.

Voc� faz o que precisa.

Pode me ajudar a fugir?

Veronika...

N�o sabia como dizer o que queria dizer.

Sim... Falar...

� a parte dif�cil.

Eu amo a minha av� e o Pete.

Amo aos dois.

Isso � uma coisa boa. N�o �?

� uma coisa muito boa.

N�o quero ter que escolher.

Eles me far�o escolher.

Querida...

Est� tudo bem.

Voc�s dois esperam por mim ali.

E voc�, pequena, por que n�o vem comigo?

Leo, que te apresentar a Veronika.

Ol�.

-Prazer em conhec�-lo. -Encantado.

Leo vai cuidar muito bem de voc�.

-Certo. -Sim,

essa � a minha mesa. Muita coisa legal.

Olha s�...

N�o tocarei em nada.

Isso � bom porque a maioria das coisas...

N�o, querida, pode tocar no que quiser.

Pode brincar com essas coisas.

Nada quebra tamb�m.

Pode se divertir. Vai fundo.

Onde est�o os irm�os Sabbatino?

Mandei-os para a lavanderia, literalmente.

N�o. N�o, n�o.

N�o tenho tempo para isso.

Eu resolvi o problema.

-O qu�? -Sim.

Est� feito. Quer ver as mensagens?

N�o os drogou, n�o foi?

N�o. Quase me droguei, mas meu corpo � um templo...

Resolveu o problema?

N�o sabem ainda porque est�o ocupados brigando.

Diga a eles.

Eu estou... chocada.

Quer dizer "n�o te pago o bastante".

Como sabe? Voc� � o homem, como...

Voc�s dois v�m comigo.

-N�o acredito... -N�o tem direito...

N�o fugiria se estivesse feliz.

Est� louca? Ela fugiu de voc�!

Este est� sendo um dia dif�cil.

Nika se perdeu... voc�s ficaram nervosos.

Ambos ficaram nervosos e culparam um ao outro.

Ainda n�o acabei!

Mas ela foi achada. Ela est� bem.

E ainda assim est�o discutindo.

Pensem nisso.

Agora, tenho outros assuntos para resolver,

para evitar medi�-los da cadeia.

Fiquem aqui, com calma.

Voltarei em uma hora e resolveremos isso.

Temos que resolver.

Leo e seu irm�o costumavam brigar por sobremesa toda noite.

Ent�o, seu pai prop�s uma solu��o.

Um deles cortava a sobremesa pela metade

e o outro escolhia o peda�o que queria.

Ent�o, Danny...

Danny. Sim. Voc� repinta a linha

e, Ralph, voc� escolhe o lugar.

-Certo. -Se estiver na esquerda,

entra por tr�s. Na direita, entra pela frente.

Agora, ambos andaram pelo meio,

se um de voc�s estacionarem no meio,

ambos estar�o ferrados.

Justo?

-Justo. -Justo.

Excelente. Direi ao juiz Niscatro.

Obrigado, doutora.

Estou feliz que resolvemos.

Sim, � ela.

Os resultados. Certo. Sim, eu...

Certo. Obrigada.

-Comemos todo dia. -Louco.

Todo dia. Todo dia comemos isso.

Eu quero a cust�dia permanente.

-Voc� n�o � o pai dela! -Me diga como isso!

-Me diga! -N�o tem seu sangue!

S�rio?

Est�o aqui desde que sai e continuam na mesma?

Crian�as s�o preciosas.

N�o sabemos como entrar�o em nossas vidas.

N�o sabemos como a deixar�o.

Precisam descobrir como dividir Veronika.

Porque se n�o, algu�m decidir�.

Um juiz. Uma assistente social.

Um advogado.

Algu�m que n�o ama Veronika.

Algu�m que tem que adivinhar o que � o melhor.

Ou tentar encaixar sua preciosa e �nica Veronika

em uma plano padr�o.

� isso que voc�s querem?

N�o. Ningu�m quer isso.

Mas � o que acontece o tempo todo.

Vamos ao tribunal porque n�o conseguimos ou n�o queremos

resolver nossos problemas.

Se amam Veronika, provem.

Conversem um com o outro.

E se n�o conseguirem descobrir como resolver isso,

ent�o nenhum dos dois a merecem.

Voc�...

Voc� realmente ama a Veronika.

Voc� tamb�m.

Kate.

Agora n�o, Lauren.

Sim, agora.

N�o sente. N�o vou demorar.

Estou cheia das suas gracinhas.

E eu estou cheia das suas.

Ent�o, acho que j� estou de saida.

Empate.

Vou dizer o que disse ao seu amigo David Smith.

O testamento do Teddy foi colocado � prova.

Como foi colocado � prova?

N�s temos partes iguais nessa firma.

Espera, isso est� incorreto.

Eu sou a administradora. Minha parte tem maior valor.

Lauren, n�o tenho tempo ou paci�ncia

-para suportar suas bestei... -Est� despedida.

-O qu�? -Agora voc� tem tempo?

Quer uma explica��o?

Tudo bem, voc� � insubordinada,

insignificante, sempre chega atrasada.

E quer saber, Kate, n�o gosto de voc�.

Eu sou a Reed da Reed e Reed.

N�o comece, Kate.

Estou preparada para isso. Voc� est�?

Foi o que pensei.

Voc� n�o pode...

Arrume suas coisas.

Lauren Reed.

Joe, oi. Que bom que ligou.

David Smith te deixou um recado.

Parece que ele est� indo a algum lugar.

-Preciso de um minuto. -Kate...

Oi.

Justin est� aqui.

Oi.

N�s vamos conversar.

Vamos descobrir o que fazer, est� bem?

Sim.

-O m�dico ligou. -Certo. E?

Quando te disse antes, que estava gr�vida,

s� tinha feito exames de farm�cia.

Liguei para o m�dico, s� para ter certeza...

Eu n�o estou gr�vida.

Estar em um relacionamento com voc�...

� como a manh� de Natal.

Uma crian�a que corre para debaixo dessa linda �rvore

com todos aqueles presentes embaixo.

Mas assim que chega l�, bombas come�am a cair.

-Eu gostaria... -O qu�?

Kate, o que voc� gostaria? Que voc� fosse diferente?

Voc� n�o seria voc�. Est� tudo relacionado.

Essa � a vida com Kate Reed...

Natal e bombas.

Justin...

Espera. Pensei que tinha dito que queria conversar.

Sabe por que vim aqui?

Vim para dizer que dever�amos continuar casados.

Porque pensei que ter�amos um filho,

ent�o faria sentido ficarmos juntos, certo?

E agora?

Kate, voc� tem essa paix�o por pessoas, justi�a

e vida e isso � maravilhoso.

Quando voc� � calorosa e maravilhosa...

Voc� � linda, e voc� � frustrante e irritante.

E um pouco maluca. Passo metade do meu tempo

pensando no quanto eu te amo,

e a outra metade desejando nunca ter te conhecido.

Justin.

Kate?

Vou para casa.

Oi, Kate.

S� queria agradecer. Voc� � uma mulher de palavra.

Minha ponte ainda est� constru�da.

� o meu trabalho.

Construo pontes.

Obrigado.

O qu�?

Juiz?

Os irm�os Sabbatino, n�o vir�o.

Voc� os matou.

N�o...

Meu assistente, Leonardo,

pensou nesse plano maravilhoso...

N�o me importo. O importante � que

eles n�o vir�o e voc� n�o vai ser presa.

Muito bem.

Voc� n�o tem um lugar aonde precisa ir correndo,

ou v�rios outros lugares?

N�o, hoje n�o.

Eu tenho para onde ir.

E estou indo.

Quando Teddy estava vivo...

Todas as pe�as do quebra-cabe�a,

pareciam se encaixar.

Ele tinha um jeito de arrumar as coisas.

Acordos...

-Pessoas. -Sim.

Teddy tinha uma influ�ncia poderosa.

Sempre teve.

Ainda tem, sabe.

Ainda tem.

Indo navegar?

Sim.

Com meu pai.

Vou sair e fazer... Aquilo.

Se vai jogar as cinzas no mar, precisar� de permiss�o.

Eu tenho uma.

Por coincid�ncia tenho um formul�rio.

-Quer que eu envie? -Sim, claro.

Voc� tem combust�vel?

Sim. Digo, � s�...

Espera. Deixa eu...

� melhor assim porque eu n�o sei navegar.

Vou para o escrit�rio empacotar as coisas.

-Leo. -N�o, tudo bem.

-Me conhece melhor que isso. -Tudo bem porque...

Melhor assim, posso terminar meus quadrinhos.

Est� bem, termine r�pido.

Porque eu voltarei.

Ouviu?

Eu voltarei!

Voc� sabe que � verdade.

Certo?

Voc� sabe!

Eu voltarei.

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