Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Legendas: Edição e Sincronismo Equipe Perazza® cps.art@terra.com.br
- Bom dia, rapaz. - Bom dia.
Estamos perdidos. Por aqui tem alguma mina desativada?
- Tem muitas minas velhas por aqui. - É explorada por um tal Sand.
- Samuel Sand. - É o meu pai.
Não me diga, rapaz!
O seu pai e eu caçamos búfalos juntos no exército.
Achamos que seria uma boa idéia fazer-lhe uma visita.
Sigam mais uns 5 km e no segundo desfiladeiro virem para oeste.
- Como se chama, rapaz? - Max.
Muito obrigado, Max.
Não se meta nisto, squaw!
- Muito bem, onde está o ouro? - Calma, calma.
Vamos lá, Sam.
Sam, não vale a pena resistir.
Não há ouro, Jesse! Convença-se disso.
Trabalha numa mina que dizem ser desativada.
- Descobriu alguma coisa valiosa. - E estaria vivendo assim?
- Não queremos tudo, só a metade. - De nada!
Anda por aí espalhando ouro como neve.
- Ganho um dólar por dia! - Pagou na loja com uma pepita.
Trabalho há dois anos. Uma pepita... 38 dólares... Nem paga as pás.
Não viemos de tão longe para discutir.
Vai nos dizer onde está, Sam, ou será a última coisa que dirá!
Calma, rapaz.
Um bonito traje de castor. É você que faz, squaw?
Há 15 anos que não tiro o escalpo de uma índia...
...mas não me esqueci de como se faz.
Deixem ela em paz! Por favor, deixem ela em paz!
Já disse que não há ouro. Juro! Não há nada!
Não tenho medo.
Max...
...os dois estão mortos.
Não pode fazer nada! Max!
Max, não entre aí! Não entre!
Max, vem comigo para a cidade.
- Nem parecem pessoas. - Já não sofrem mais.
Não quero que ninguém os veja assim.
Nunca.
Vá embora, deixe-me sozinho. Por favor.
Meu Deus!
Max, pobre criança!
- Venha morar conosco. Falo sério. - Não posso.
Temos muitas terras e muito trabalho.
- Tenho que encontrar estes homens. - E se os encontrar?
- Deus não gosta de vingança. - Poupa o sermão, Ben.
É só um garoto, e eles são homens cruéis e duros!
- Vá atrás deles! - Elvira!
Se ele não for atrás deles, quem irá?
- A lei. - Que lei?
Max, pelo menos, espera um dia. Descansa.
Talvez consiga pega-los antes que vendam o cavalo cinzento.
Toma, Max.
Sra. McCanles, tenho uma arma, um cavalo e 8 dólares. Já basta.
Bom, então, boa sorte. Não se esqueça do caminho de volta.
Lembrarei dos dois pela vossa bondade.
Quem diabo é você?
O meu nome é Max. Max Sand.
- É apenas um garoto. - Índio.
- Mestiço. - Está sozinho?
Fala, rápido.
Estou seguindo três homens que mataram os meus pais.
- Pensei que fossem vocês. - Somos nós?
Não.
- Há quanto tempo está seguindo eles? - Há três ou quatro dias.
- Quando comeu pela última vez? - Há dois dias.
Vai buscar os cavalos e venha comer conosco.
Por que não volta pra casa enquanto ainda tem chance?
Não tenho casa.
Como podem ser tão amáveis... depois do que tentei fazer?
Muita gente neste mundo é tola como você.
Além do mais, todos nós já fomos jovens. Não fomos?
Não se mexa, senhor!
Agora, se vire! Com as mãos para o alto.
Quero apenas comida e um cavalo.
Há anos que não via uma arma dessas.
Não se aproxime.
- Não vai funcionar. - Não se aproxime, já disse!
O cano está enferrujado, o cão está quebrado...
...e já não fabricam mais munições dessa arma.
Quer trocar?
Queria comer alguma coisa.
Já deve ter comido uns 11 kg de comida nos últimos três dias.
Não vai encher nunca?
Desculpe. Não percebi... Sei que é difícil arranjar comida.
- Bem, acaba de comer, se puder. - Eu posso.
Não esperava tanta generosidade sua.
Achou que eu ia jogar você aos chacais?
Tinha todo o direito. Eu ia matá-lo, se tivesse tido chance.
Está acostumado a matar?
Já matei alguns veados e coelhos.
Alguma vez atirou em um homem?
Não.
E quer matar três?
E acha que vai conseguir só por ter a razão ao seu lado?
Preciso de ajuda.
Aqui, eles enterram um xerife toda semana.
É uma questão de matá-los antes que eles me matem.
Quer me mostrar como usa essa arma?
Vire-se e fique de frente para o sol.
Acerta nisso!
Vá para casa garoto, e pelo caminho mais curto.
O sol estava batendo nos meus olhos e eu não estava esperando.
Acha que eles vão ficar todos quietinhos...
...e te avisem para poder fazer pontaria?
- Acerto num coelho a 70 metros. - Um coelho não atira de volta.
E como vai manejar uma espingarda dentro de um bar?
Nunca estive num bar.
Só pra encontrar esses caras, vai ter de ir a todos os bares,...
...casas de jogos e bordéis daqui até ao México.
Acha que está procurando três padres?
Que vai acabar com eles quando estiverem saindo da igreja?
Eles roubam, por serem preguiçosos para trabalhar, e matam por prazer.
Escondem-se como ratos no lixo.
Se quer pega-los, vai ter de comer, beber e se enfiar nesse lixo com eles.
- Farei o que for preciso. - Não é assim tão fácil.
Encontrá-los é uma coisa, matá-los é outra.
Pensarei em algum modo.
Vendo armas e munições para homens desse tipo há 15 anos.
Conhecem mais modos de torturar e matar do que você alguma vez já sonhou.
Matam pelas costas, fazem emboscada, cortam-lhe a garganta.
A seu favor você só tem essa vingança cega de índio.
Sou meio branco.
E está indefeso.
Veja se você consegue fazer isto...
...quando estiver meio bêbedo, ou meio dormindo,...
...ou dentro de um quarto escuro, ou a cavalo. Então terá alguma chance.
Uma pequena chance.
- Me ensina? - Eu vendo armas. Não ensino a matar.
- Então aprenderei sozinho. - Não viverá tanto tempo.
Obrigado pela comida e pelos conselhos, Sr. Cord.
- Vou seguir meu caminho. - Para onde? Como?
Mesmo que lhe ensinasse alguma coisa, não bastaria.
Enquanto anda à procura deles, tem de comer,...
...precisa de roupa, comida, cavalo, sela, arma, munição, dinheiro...
Como vai conseguir isso? Vai acabar roubando e matando.
Vai ficar igual a eles. Não vê isso?
Só vejo o meu pai estendido no chão coberto de sangue,...
...todo queimado e retalhado, com a cabeça arrebentada.
E a minha mãe...
...cortada ao meio e com a pele toda arrancada.
Deus nos ajude!
Apanha esse bronze. Esses cartuchos custam um centavo e meio cada.
Sente-se.
Gosta de pôquer?
Não. Não muito...
- Sabe jogar cartas, não sabe? - Não.
Bem, acho que posso ensinar-lhe. Bebe.
Bem... eu...
- Também não bebe? - Não.
Para onde vai, é melhor estar preparado.
A mão mais baixa que pode pegar é um par. Dois iguais.
Depois dois pares, depois três iguais,...
...depois uma seqüência.
Três iguais como?
Três qualquer coisa. Três "9", três "10", três valetes.
- Qual delas é o dez? - Não sabe ler?
- Nunca fui à escola. - Nem escrever?
Se eu soubesse escrever, saberia ler.
- Sabe fazer alguma coisa? - Saque!
É um desperdício de bom uísque.
Para onde você ia, não ia precisar de uísque.
Um dez tem dez pintas. É igual ao número de dedos dos pés.
Max! Tenha calma por aqui.
É uma cidade pacata, conheço umas pessoas e negocio com elas.
Tudo bem. Mas, Sr. Cord, se vir...
Sim, eu sei. Se vir um cavalo com a marca SS, lhe chamo.
Toma lá um dólar. Compra doces para você.
Sim, senhor. Posso ajudá-lo?
Uma lata de pêssegos. Uma lata grande, por favor.
Os melhores pêssegos do leste no Oeste.
Pode abri-la?
Sem cobrar mais por isso.
Tem algum livro que ensine a ler e a escrever?
"McGuffey's Primer". Ai embaixo das escadas.
Só pode tirar um depois de saber ler e não sabe ler até tirar um.
É este aqui.
São 25 cents dos pêssegos e dez cents do livro.
As idéias não pesam muito, mas os pêssegos sim,...
...e o transporte é pelo peso. Seis livros... Não importa.
A maioria das pessoas tem mais fome na barriga do que na mente.
Eis a sua primeira decisão.
Aquele sinal em cima diz Silver City, no Colorado.
O segundo, aquele ali, diz Donner, Califórnia.
Aquele do fundo... vê?
Esse diz Sonora. É no Sul, no Velho México.
Ora, eu não posso dizer para que lado deve ir.
Se quer apanhá-los, é melhor ir para onde há dinheiro.
Quando eles têm, gastam. Quando não têm, roubam.
Sr. Cord, não sei como é que algum dia poderei te pagar...
Não é preciso.
Se cansar de perseguir esses caras, me procura e falaremos sobre isso.
Não adianta sacar isto. Boa sorte, Max.
Bang, bang...
Muito bem.
Ter uma coisa destas é apenas parte da coisa.
A outra parte é conhecer a natureza humana.
Isso vai durar o resto da sua vida, por isso, não confie em ninguém.
E depois vai querer planejar os seus movimentos. Escolher o local da luta.
Não fazer ameaças, mas nunca virar costas a uma. Está ouvindo?
Adeus, Max.
Adeus, Sr. Cord.
Não confie nem num amigo.
- Vai logo, Struther. - Estou ficando branco.
Struther, depressa por favor.
As senhoras estão chegando.
As senhoras estão chegando.
Struther, depressa. As senhoras estão subindo.
Pink... Red...
O gato comeu a sua língua?
- Meu Deus, é esperto. - Walter? Olá.
Quer ir lá embaixo beber um copo? Cale-se.
Olá, cowboy. Bem-vindo à cidade.
Tenta o quarto ao lado.
As brancas são mais populares. Me deixaram para você.
- Navajo? - Kiowa.
Também sou Kiowa.
Sim ou não?
Cinco dólares...
...por algumas perguntas.
Procuro três homens. Eles andam juntos.
Um deles chama-se Jesse, tem uma cicatriz no pescoço,
...carrega uma faca e talvez monte um cavalo cinzento.
Passam muitos homens por aqui.
Compra uns mocassins pra você.
Por que os procura?
Torturaram e mataram uma mulher.
Kiowa, como você.
Um homem...
...tem uma cicatriz aqui.
Trabalha lá em baixo na mesa de baralho.
- Mas pode não ser o mesmo homem. - Onde ele guarda o cavalo?
Na cavalariça, do outro lado da rua.
Por favor, não diga a ninguém que eu lhe disse.
- Senhor. - Sim?
- Aquele cinzento está à venda? - Acho que não.
Pertence ao Jack Langely, ali do bar. Não acho que ele queira vender.
Jesse!
- Alguma carta, rapazes? - Você! Que está dando cartas!
- Jesse quem? - Jesse covarde! Jesse assassino!
- Assassino de mulher! - O meu nome é Jack Langely.
Quando matou os meus pais, era Jesse.
Eu sou Jack Langely. Onde foram esses homicídios?
- Hudson, como é que me chamo? - Jack Langely.
- Há quanto tempo trabalho aqui? - Há um ano, ano e meio.
- Mais alguma coisa? - Levante-se.
- Eu não estou armado. - O meu pai também não estava,
...quando o amarrou a um poste e lhe arrebentou a cabeça.
- Ouça... - Sei o que estou fazendo.
- Ele monta o cavalo do meu pai. - Eu monto o meu cavalo.
- Com uma marca SS? - Eu o comprei.
- Tenho a fatura no meu quarto. - É justo! Vamos vê-la!
Ouça, rapaz.
Se o Langely fez o que disse, eu deixo que o mate.
Mas, se ele tiver a fatura, pode ser o homem errado.
Vamos ver.
Venham os dois.
Parece a sua mãe lutando, rapaz.
Devia ter levado você a um alfaiate pra te costurar.
Aquele "McGuffy Reader" evitou que a faca chegasse ao abdômen.
Quando acabar aí, segue teu caminho.
Como vai poder montar a cavalo com todos estes pontos?
Isso é problema dele.
Rapaz, matou um homem e pelo que diz, com razão.
Fez o que tinha que fazer, e eu faço o mesmo.
Se não fazer você sair daqui, haverá mais mortes.
- Tem amigos? - Não.
Uma índia tem perguntado por você. Talvez ela possa ajudar.
Onde...? Como...?
Voltou para nós cheio de problemas e dores. É bem-vindo.
- Há quanto tempo? - Muitos dias.
Delirou com a febre sobre a morte do seu pai e Tabinaka,
a filha do meu irmão.
Fica aqui com o seu povo.
A Neesa tornou-se a vergonha dos Kiowa.
Mas ela o trouxe para casa.
É bom. Talvez os dois façam bem um ao outro.
Fica aqui.
Não, volta já para lá. É água quente e faz bem.
"Vê... a rã..."
"...num tronco."
"O Rab vê a rã..."
Estás aqui há três semanas. Nunca ri, nunca sorri.
"A rã vê o Rab? O Rab..."
Aprende a ler não para ser sábio, mas para o ajudar a matar homens.
"A rã vê o cão. O Rab corre..."
Pensa que me tornei dançarina, porque era má?
Foi porque estava cheia de ódio e estupidez...
"Vê a lâmpada..."
Se houvesse um remédio que alterasse o que fui, tomaria.
- Conhece algum? - Neesa, não tem nada a ver contigo.
Sinceramente, nada.
Se eu descobrisse um remédio, eu próprio tomaria.
- A sério? - É verdade.
Vê a lâmpada?
Se apagou.
- Não vai resolver, Neesa. - Porquê?
Porque terei de partir em breve.
- Quando? - Uma manhã destas já terei partido.
Esteja à vontade.
Procura alguma coisa em especial?
Só nomes. Não sou nenhum ladrão.
- Que tipo de nomes? - Amigos do Jesse Coe.
É amigo do Jesse Coe?
Fui eu que o matei.
O meu nome é Angie.
Sra. Coe.
Pode chamar-me "A Viúva Coe".
- Não sei o que dizer. - Eu sei.
Obrigada.
Fale-me dos homens com quem ele andava.
Parece jovem,
mas para matar o Jesse Coe com uma faca
é preciso ser um homem e tanto.
Sabe onde eles estão? Sabe o nome deles?
Acho que o nome de um deles é...
...Bowdre, Bill Bowdre.
Ele queria que o Jesse assaltasse um banco com ele, na Louisiana.
- É uma pena que ele não tivesse ido. - Porquê?
Porque eles foram apanhados. Foram para a prisão.
Havia um outro.
Não sei o nome dele...
É só isto que eu sei.
"Bando... do Oeste..."
"...Assalta..."
"...Banco..."
"...de Nova Orleans."
"Dois..."
Capitão, que palavra é esta?
A palavra é "detidos".
Que significa isso?
Significa... apanhado.
Diz aqui para onde foram levados?
Não, mas quando um tipo é apanhado a assaltar um banco aqui,
enfiam-no na Prisão Estatal.
Muito obrigado.
BANCO
- Corbin? Como quer o seu? - Dinheiro, tanto faz.
- Sand. Como o quer? - Quero todo. Nesse saco.
- Max... - Cale-se!
- O grosso do dinheiro está no cofre. - Para trás!
Fique aí!
Desta vez é só um, Diretor.
Dois anos. Assaltou um banco.
Dois anos de trabalhos forçados.
É a única coisa que temos aqui.
Começando por mim, tudo neste lugar é mau e miserável.
O calor, os mosquitos, a comida, a vida.
Não há nada para fazer de dia senão trabalhar,
e nada para fazer à noite senão dormir.
Não há muros nem cercas.
O pântano é o nosso muro, quilômetros e quilômetros dele,
cheio de água suja, areias movediças, cobras e malária.
- Alguma pergunta? - Não.
Não, senhor.
Não, senhor.
Só mais uma coisa.
Nunca me enfureça.
- Pé Grande! - Sim, senhor diretor.
- Põe-no na cama do Miller. - Sim, senhor diretor. Vamos.
É ali.
Não olhe para esta pistola, rapaz, eles querem que se tente.
No caso de querer saber, sou um preso com privilégios.
Ali dentro!
Não tem nada, rapaz, exceto um cobertor e as suas roupas.
Banho e barba uma vez por semana. Uma lâmina para todos.
Esta é a sua cama. Pertencia a um tal Miller.
- Ele morreu. - É o único modo de sair daqui.
Estão sempre a tentar, através dos pântanos.
Os cães andam atrás de dois.
Tentaram assaltar um banco em Nova Orleans.
- Bowdre... - E Strayhorn. São seus amigos?
Não. Li no jornal. Eles conseguiram?
Ninguém conseguiu desde que estou aqui.
Vamos à serralharia lhe pôr estas pernas de ferro.
Preocupado com alguma coisa, rapaz?
- Sim. - Vamos!
Pé Grande!
Traga todos para verem isto.
Vamos!
Pé Grande!
Ouçam! O Strayhorn morreu no pântano.
O Bowdre vai desejar ter morrido também.
Depois de cumprir a pena dele, cumprirá a do Strayhorn.
Pensem nisso... muito!
- Um homem fica onde cai. - Ele vai se afogar!
O diretor está vendo.
Voltem para o refeitório! Mexam-se!
Volta já para lá, rapaz. Mantém o fogo até de manhã.
- Quando é que durmo? - Não deixe o fogo apagar-se.
- Ele está me castigando, não está? - Fez muitos inimigos aqui.
Para que saiba, também fez muitos amigos.
- Obrigado pelo que fez por mim. - Teria feito a mesma coisa.
Não sei. Talvez um dia o possa ajudar.
Talvez possa. Um dia.
Não lhe vi já em algum lugar?
Voltem ao trabalho. Chega de conversa.
Não sei. Talvez.
- Já esteve em Santa Fé, Max? - Não.
Bowdre, que aconteceu, o que correu mal?
Nós os perdemos. Talvez fosse Juarez.
Juarez? Não me parece.
Não tinham um plano?
Claro. Planejamos andar depressa e não ser apanhados.
- Como foi aquilo lá fora? - No pântano?
Exatamente como o diretor disse.
Quilômetros de pântano, areia movediça,
cobras venenosas, mosquitos... tudo o que mata.
Não há comida. Não se podia beber a água. Andamos aos círculos.
- Pra mim chega de pântano. - Sim? Eu vou.
- Como? - Ainda não sei.
- Mas e se eu descobrir um modo? - Pra mim chega! Não conte comigo.
Não posso. É o único homem com quem eu arriscaria ir.
- Está uma bela noite. - Para pessoas com armas e chicotes.
Calma, amigo. Faço apenas o meu trabalho.
- E como gosta dele! - Gosto de viver... como você.
O problema aqui é que nem podemos escolher os amigos.
Isto é uma coisa nova. Para onde vamos?
- Eles não lhe disseram? - O quê?
Vamos limpar estes terrenos para campos de arroz.
É por isso que estão todos tão felizes.
- É bom? - Eles têm mulheres lá, amigo.
Observa com atenção!
Escolhe uma. Dá-lhe um grande sorriso.
Sorriso?
- Para quê? - Não sabe?
O diretor nos aluga aos donos da plantação.
Ele fica com o dinheiro, mas nós ficamos com as mulheres.
Sim? Como?
Um sábado à noite por mês, enquanto trabalhamos aqui,
ele as deixa entrar nas casernas.
Deixa as mulheres irem à caserna?
Sim! A princípio eu também não acreditava.
- E podemos falar com elas? - Falar com elas?!
Para de sonhar com mulheres! Pensa num barco!
Só consigo ver, sentir e pensar numa mulher!
Com um barco é fácil passar nos pântanos. Não há cobras...
- Tem de saber para que lado ir. - Já pensei nisso.
Na água, na comida e numa arma. Mas agora comecemos pelo barco.
Vamos! Ao trabalho!
Trabalhem. Vamos!
Vamos!
Depressa.
- Por que será essa demora? - Vai ver o diretor mudou de idéia.
Se mudou, mato ele com as minhas próprias mãos!
Como está, Max?
Elas vêm, não vêm?
Apaguem as velas!
Elas virão, agora que as velas estão apagadas.
- É jovem ou velho? - Sou jovem.
Eu também.
- Como se chama? - Max.
Eu me chamo Pilar.
- Que fez para vir parar aqui? - Nada de importante.
- Matou alguém? - Não.
Ainda bem que não fiquei com um que mata.
Não, tentei roubar dinheiro.
- Para uma mulher? - Não.
Tem um modo diferente de falar. Não é daqui, certo?
Não, não sou daqui. Sou do Oeste.
Lá é seco... e limpo.
Nasceu aqui?
Nasci aqui e passei a vida enfiada na água até os joelhos.
- Possivelmente morrerei aqui. - É prisioneira aqui, como eu...
Mas um dia eles te libertam.
Se odeia isso tanto assim, por que não faz algo?
- Fazer algo? O quê? - Vai embora. Foge.
- Fugir? Como? - Num barco.
Comigo.
Está interessada, Pilar?
Bowdre...
Acho que ela vai nos ajudar. Está me mostrando um barco.
- Não vejo barco nenhum. - Ali, junto àqueles arbustos. Vê?
- O que ela quer em troca? - Ir conosco.
Não. Gosto muito de mulheres, mas não quando estou fugindo.
Sim. Mas se perdeu, não foi?
Ela nasceu e cresceu aqui, conhece estes pântanos. Temos de levá-la.
Como vai tratar de tudo?
- E precisamos de uma arma. - Eu sei.
É melhor acabarem com a conversa. Não têm muito mais tempo para isso.
Vão enviar vinte homens para outro campo, na próxima semana.
E você está na lista, Max.
Aí vêm elas! Aí vêm elas!
Pilar!
Ouça, Pilar, tenho de falar contigo. Vamos lá para fora.
Eles vão ME levar para outro lugar na próxima semana.
Talvez vá para um lugar melhor, de onde seja mais fácil fugir.
Pode ter muros de pedra. Podemos nunca mais nos ver.
Temos de sair daqui antes disso.
Não é fácil arranjar um barco sozinha.
É a única saída. Se vamos ficar juntos, temos de ter um barco.
- Que me acontecerá depois? - Eu tomarei conta de VOCÊ, Pilar.
Traga-me o barco, mostra como se sai daqui, e eu a liberto.
Começará uma vida nova.
me trata bem, Max. É só isso que eu quero.
- Estará lá, com certeza? - Vou tentar.
Tentar não serve. Tem de estar lá.
Duas horas depois do sol se pôr, encontre comigo à beira do pântano.
Leva o barco para lá, mesmo junto ao cipreste.
Voltemos para dentro, Max. Estou com medo.
Se não estiver lá, e eles me apanharem, sabe o que me farão?
Eu estarei lá.
Max, vai tratar-me bem, não vai?
Sim.
...seis, sete, oito, nove, dez, onze...
...treze, catorze, quinze, dezesseis, dezessete, dezoito, dezenove, vinte.
- Com certeza que é aqui? - Sim.
Aquela Cajun mentirosa, nojenta, porca!
- Não há barco nenhum! - Cale-se!
Mal o Pé Grande descubra, virão atrás de nós! Devíamos tê-lo morto.
Sobe!
Mordeu-me alguma coisa!
Vamos!
Joe...
Se não o apanharmos, cumpre a pena dele.
Se ele matar um dos meus homens com a sua arma, o enforco!
Sim, senhor diretor. Eu o apanho.
Pilar, para que lado?
Para a direita.
Tenho de ver.
- Segura nisto. - Pão?
É uma boa cataplasma.
Direita!
Garrafa!
Podia ter usado água do pântano para isso.
Pilar...
- Como se sente? - Não sei.
Sonolenta.
É a febre... é só isso.
Max... Não vamos sair daqui, não é?
Vamos sair daqui, Pilar. Diga-me só se estamos indo bem.
- Não tenho a certeza. - Dá um palpite.
O melhor que conseguir.
Continua por ali.
- Que tem ela? - Foi mordida por uma cobra.
Não pode ir pelo que ela diz, não está nela! Estamos perdidos!
Nós estamos bem. Não estamos perdidos. Vamos para oeste.
- Como é que sabe? - Sei. O Sol.
O Sol?
Quem pensa você que é? Algum índio nojento?
É verdade. Sou um meio índio nojento. E a minha mãe era índia!
Max!
Max Sand!
Juro que não os matei! Não tive nada a ver com aquilo...
Eu estava lá fora tratando dos cavalos. Foi o maluco do Jesse Coe!
Mas ele pagou por isso. Alguém o matou.
- Eu! Quem estava com o Coe? - O Fitch. O Tom Fitch.
Dois caras com quem eu andava... Não sabia como eles eram.
Onde está o Fitch?
Nas minas de ouro na Califórnia. Foi a última coisa que soube.
Eu não queria fazê-lo... Eles me obrigaram.
- Está com medo, Bowdre? - Sim, estou!
- Como a minha mãe estava? - Me dá uma oportunidade!
- Não atire! - Dá-me uma oportunidade!
- Como você deu ao meu pai? - É louco!
Era por isso que queria fugir... para poder matá-lo!
Que planeja para mim?
Estariam a atirar a quê?
Não sei. Foram cinco balas. Resta uma.
Se não conseguimos avançar, eles também não conseguem.
Eles têm um barco, não entende?
Não posso fazer nada para lhe ajudar,
a não ser que saiamos deste pântano depressa.
Não sei onde estamos.
Ar fresco vindo de terra seca faz nevoeiro.
- Amanhã poderá estar livre. - Procurarei um médico, alguém...
Não pode parar. Será apanhado.
- Me deixa. - Não podia fazer isso, Pilar.
Quero que o faça!
É um animal vil, porco!
Mentiu. me usou para matar!
É pior do que o homem que matou!
Não queres saber de mim nem de ninguém.
Me mataria também, se tivesse de ser.
- Não. - Não?! Já matou!
Não vai morrer, Pilar. Prometo.
- Prometeria qualquer coisa! - Não lhe deixarei.
Quem pensa que é? Deus?
- Vai embora. - Pilar...
Vai embora! Não quero morrer em pecado a olhar para a sua cara!
Desculpa...
Sinto muito.
TRIBUNAL DE EL DORADO
Tem andado a perguntar por um homem chamado Tom Fitch?
- Sim. Ele é meu irmão. - Já ouvi falar dele.
Ouviu?
Há uns dois meses, ele passou por aqui. Lá para norte.
Como era ele?
Mau como você. Do tipo de quem está sempre à procura.
- Espero que continue à procura. - Espera?
Sim, porque sairá da cidade, mal o seu cavalo seja ferrado.
- Vai sair, não vai? - É o mais provável.
Sem dúvida.
- Três reis. - Tom Fitch...
Soube de um Joe Fitch que trabalhou na mina, 90 metros abaixo do solo.
Ainda está lá.
E houve um Carrot Fitch, ruivo, mas isso foi no Forte Wayne.
Não... Tom Fitch não me diz nada.
Algum motivo em especial para procurá-lo?
Ele é meu irmão. Tenho um recado de casa.
- O encontrá um dia destes. - Espero que sim.
Vou pôr os cavalos na cerca.
2500 DÓLARES PELA CAPTURA DE MAX SAND
- Tem café? - Sim.
Por que está olhando? Ainda não viu?
- É muito bonito. - Feito do vestido de uma índia.
- Chamada Sand? - Sim... Sim!
Quem iria pensar que um rapaz ranhoso daria importância a isto?
É o índio que há dentro dele.
Um dos melhores com a faca era o Jesse Coe. Ele o matou com uma.
Procurou o Bowdre até à Louisiana.
Se deixou prender só para o matar e depois fugiu!
- Tem um caso bicudo, Fitch. - Um caso bicudo!
O rapaz é um monstro. Não é humano.
Ele não mata pessoas. Ele executa!
Sim... ele executa!
Trabalho difícil, não é? Passar o tempo...
Estou trabalhando. Simplesmente não vê.
Me dá uma bebida.
Que raio de modo de começar o dia.
Não me queixo. Por que o faria você?
Se o fizesse, teria mais vinte anos de vida, ou outra pessoa os teria.
- Bom dia, Buck. - Bom dia.
Pensei ter-lhe dito para sair da cidade.
Bem, não imaginei que havia pressa.
Sr. Fitch, tenho uma calibre 45 com gatilho auxiliar.
O mais leve sobressalto e ela dispara... sozinha.
Faz um buraco maior do que uma bala de canhão.
Se vire e ponha as mãos no balcão.
Ponha as algemas nele.
Ouvidos bem abertos e boca fechada.
- Como vamos encontrar o Fitch? - Ele nos encontrará.
Ele fez dívidas pela cidade inteira.
Fui o primeiro a reparar que havia algo errado. O xerife prendeu-o ali...
- Sirva-nos três uísques. - Sim, senhor...
Mas ele não era mau tipo. Um pouco difícil, mas interessante.
Como se chamava ele?
Fitch. Tom ou Joe Fitch, algo assim. Não me lembro.
Aqui está... seis moedas.
Fitch!
Fitch, é o Beckwith. Está aí dentro?
- Estou aqui. - Prepara-se. Vamos tirá-lo daí.
Este não é o Fitch!
- Quem é você? - Tom... Tom Fitch.
Tenta outra vez!
- Agora, quem é você? - Tom Fitch!
Dêem-lhe mais!
Que se passa aqui? Respondam-me. Que se passa aqui?
- Estão tentando matar este homem? - Largue essa corda!
Só depois de descobrir o que se passa.
Ninguém aponta uma arma a um padre!
- Quem diz isso? - Eu! É o Cipriano que diz!
Pela Virgem Maria, falo a sério!
Acredito em você. Vamos embora!
- Nunca esteve numa igreja? - Não.
E... o que acha?
Não sei. É um pouco estranho.
Já O viu alguma vez?
Sim, uma vez, na ponta de um fio de prata.
É o filho de Deus,
que desceu à terra para pregar o amor como exemplo.
Deve-se ter esquecido de alguém. Aquilo parece pior que a forca.
- Não foi jantar. - Não trabalhei esta tarde.
Sabe, padre, este quarto é pior do que algumas celas em que já estive.
De certo modo, ambos somos prisioneiros aqui.
Eu, por escolha, e você, pelas circunstâncias.
- Filho... - Padre, pare de me chamar "filho".
- O meu pai está morto. - Eu sei, Max.
Vai ficar aqui algumas semanas. Tire proveito delas.
- Discutindo com você? - Pode ler.
Trouxe-lhe um livro. A Bíblia.
Há séculos que os homens o lêem.
- De que trata? - De tudo o que é importante.
Para mim, só há uma coisa importante.
Encontrar e matar um homem. Uma vingança inútil e primitiva.
Tratarei de o fazer.
Porquê, quando há outra metade de si para ser descoberta?
Também herdou uma tradição de religião, filosofia e consciência.
Não compreendo essas palavras.
A diferença entre o certo e o errado.
Saber quando não se deve estar errado.
Se a metade civilizada de si alguma vez acordar, Max,
e com a ajuda de Deus, podia tornar-se um homem completo.
Com a ajuda de Deus,
a minha perna fica boa depressa e eu vou-me embora!
Boa noite.
- Padre. - Entre, Max.
Vou embora agora e quis devolver-lhe a Bíblia.
Esteve muito tempo com ela. Por que não fica com ela?
Bem... lembro-me das coisas que interessam.
Olho por olho.
- Que direção vai seguir? - Vou para norte.
Parece estar bem, saudável, repousado, vivo.
Muito diferente de quando o encontrei. Sente-se.
Padre, quero agradecer-lhe pelo que fez por mim.
Talvez um dia possa recompensá-lo por isso.
Max, por favor, sente-se um momento.
Queria mostrar-lhe uma coisa.
Veja isto.
Decerto uma fotografia não lhe fará mal.
Esse lindo casal, este homem e esta mulher jovens,
veio de muito longe, de uma antiga civilização européia,
procurar uma nova e prometedora vida no Oeste americano.
Pelo caminho, um grupo de índios atacou as carroças.
Mataram e escalparam os dois,
depois de se permitirem uns grosseiros prazeres índios.
Duas das crianças foram penduradas pelos tornozelos.
Esmagaram-lhes a cabeça.
A terceira criança foi poupada e cresceu, sozinha,
desejando apenas vingança...
Acredite, Max,
foi preciso mais coragem para refrear a tentação óbvia
do que ceder.
- Somos homens diferentes, padre. - Não.
Aquela era a minha família, Max.
Fui o único que sobreviveu.
Não o faça mais.
Pare, enquanto ainda pode. Salve-se, Max.
Não diga o que fará e o que não fará.
Lembre-se apenas de que, quando sair daqui,
Deus vai consigo.
Não me esquecerei disso.
Esperem!
É o tipo que estava usando o seu nome.
- Disse que ele estava morto. - Deixámos o como morto.
Você aí! Valentão!
- Me dá jeito uma pessoa como você. - Para fazer o quê?
- Importa-se? - Sim, importo.
- Quem é você? - Smith... Nevada Smith.
- Pareces duro. - E estou.
Como queira.
Mas, se quer ganhar muito dinheiro depressa, siga-me.
Põe o seu cavalo na cerca. Leva o meu também e depois entra.
Não, esperem!
Rudabaugh, lá para cima. Cipriano, atrás da porta. Vocês, espalhem-se.
Em breve descobriremos quem ele é!
Você fica aí. Você vai para aquele quarto.
Ótimo.
Entra! Anda!
Anda, sente-se. Sente-se aqui.
Diga lá, Smith...
Conta-me...
- Por que utilizou o meu nome? - Ouvi falar de você.
Quando me apanharam, disse o nome que me veio à cabeça.
Com o meu nome verdadeiro, sou procurado.
Não sabia que estava por estas bandas.
É procurado?
procurado porquê?
Por tentar ganhar a vida do modo mais fácil... como você.
Eu?
- Já me tinhas visto? - Que me lembre, não.
Tem família viva?
- Por que quer saber? - Calma, Smith.
Por vezes, quando fugimos, a família pode ajudar.
A última vez que me lembro,
tinha mãe, pai e duas irmãs, uma casada.
- Que tem aqui, Fitch? - Já chegamos.
Diga-me, já ouviu falar de um Max Sand?
Sand? Sim, vi uns cartazes dele de "procura-se".
Mas nunca me cruzei com ele. Porquê?
Matei os pais dele.
- E então? - Ele anda à minha procura.
É meio índio. Se há coisa que não suporto é um mestiço.
Claro que entendo como acontece.
Não há nada melhor do que uma squaw. Concorda?
- É um dos meus divertimentos. - Meu também.
Pára! Toma...
Por que não usas tabaco bom?
Que acha dessa bolsa?
- Nunca vi igual. Onde a arranjou? - Foi uma espécie de oferta.
Vamos ao que interessa.
Disse que lhe dava jeito um homem como eu. Para quê?
Vamos roubar um carregamento de ouro. Dou-lhe os detalhes amanhã.
Até lá, por que não descansa e fica a conhecer a turma?
Está bem.
Usa um dos quartos lá em cima.
Até já.
Max!
Nada. Estava falando com o...
Eles tiram dali uns 250 mil dólares em ouro por mês.
É grande de mais para atacar e muito bem guardado.
Eles não sabem, mas estão cavando o nosso futuro.
Uma vez por mês, há um transporte de ouro.
Dois homens na carroça e doze guardas.
Vamos ter doze homens à espera.
Não andarão muito depressa com uma carroça cheia de ouro.
Colocamos nos alforjes e seguimos em doze direções diferentes.
- Divisão igual? - Não. O que conseguirem apanhar.
Não teremos muito tempo, mas levaremos o suficiente para uns anos.
É provável que alguns de nós sejam mortos... Lhe assusta?
Não. Não tenciono ser um deles. E mais ficará para os outros.
Gosto de você! Gosto dele, tem senso de humor!
Viúva negra, valete de copas, dama de copas,
às de copas, outra rainha...
Dêem-me essas garrafas!
Isto não é nenhuma catequese...
...mas ninguém bebe mais até estar tudo terminado!
Não quero cavaleiros agitados nem gatilhos nervosos.
Isto não vai ser nenhuma pândega de vaqueiros num sábado à noite.
Vamos avançar depressa, atacar forte e fugir!
- É cada um por si. - Atiramos a matar?
- Há outra maneira? - Não.
O carregamento sai às 8h. Acordaremos às 5h. Perguntas?
- Boa noite. - Boa noite.
- Está pensando em quê? - Em como vou gastar esse ouro.
- Atira em frente! - Tenciono fazê-lo.
Max!
Max!
Eles descem por aqui e dirigem-se para lá.
A estrada é esta.
Rudabaugh, levas três homens para aqui. Escondam os cavalos.
Beckwith, levas três homens e prepara uma barricada aqui.
Nada passa. Estou falando da carroça.
Cipriano, você e dois homens deste lado.
Eu certifico-me de que eles não voltam para trás.
- Sozinho? - Sim, sozinho!
- Não é preciso se zangar. - Eu dou as ordens!
Disparem depressa e matem. Os condutores primeiro.
Temos de agir depressa, antes que cheguem reforços.
Ao primeiro tiro, nos aproximamos todos. Perguntas?
Não cometa erros, Max Sand.
Se eles não lhe apanharem, apanho eu!
Olha só para isto!
Max! Max Sand!
- Sou eu! - Max...
- Max, estou sem balas! - Então, saia daí!
Está bem.
Está bem.
Já vou.
Estou indo.
Estou indo, Max.
Porquê a minha mão? Por que não eu?
Porque quero vê-lo implorar!
Implore. Implore!
Implorar o quê?
Implore, como a minha mãe e o meu pai.
A sua mãe?
Sim.
Toma.
Talvez queira isto.
Vá lá...
Acaba com isto!
Acaba com isto!
Por amor de Deus, acaba com isto!
Esperou anos. Portanto, acaba com isto!
Vá lá...
Acaba comigo...
Acaba comigo!
Não tem coragem!
Covarde!
Acaba comigo!
Não merece ser morto.
Me mata... me mata!
Covarde!
Não tem coragem!
Covarde! Covarde!
Não tem coragem! Não tem coragem!
Covarde! Covarde!
Legendas: Edição e Sincronismo Equipe Perazza® cps.art@terra.com.br
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.