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22 ANOS ANTES DO NASCIMENTO DE CRISTO
BAIAE, BA�A DE N�POLES
Bela e grandiosa N�mesis.
Gloriosa Deusa da vingan�a.
Sou Octavia.
Filha de Atia Balba Caesonia.
Por que n�o atende minhas preces?
Faz um ano que meu filho morreu.
Quanto tempo preciso esperar?
Meu cora��o est� g�lido e partido.
Entregue-me o assassino do meu filho,
o vil escravo, Aprio.
Sacrifico a horda de gados da minha fazenda em Mil�nia.
Eu imploro!
Conceda-me a vingan�a.
Imploro por vingan�a!
Griots Team apresenta:
S01E08 "HAPPINESS"
Eu sou Caesar Augustus!
E darei a qualquer um,
cidad�o ou escravo,
cem mil em ouro pela cabe�a do traidor,
Marcus Messalla Corvinus.
Estamos procurando o seu mestre.
Dominus!
Um de voc�s deve saber de algo.
Para aonde seu mestre foi.
E aonde ele espera chegar.
Alguma resposta?
Absolutamente nada?
Obrigado!
Piso, eu e Gaius estamos indo embora de Roma.
Sic�lia, Gr�cia, �sia, S�ria...
Ficaremos fora por anos.
Isso explica a elimina��o dos dissidentes primeiro.
Para fazer o que � preciso, o Gaius deve estar vivo.
Ele tem que sobreviver.
E voc� tamb�m, � claro!
O fim justifica os meios.
Tra� todos os meus princ�pios,
um ap�s o outro,
pois creio que seu plano de restaurar a Rep�blica
� a �nica chance que nos resta.
Mas ele depende de muitas vari�veis.
A mais importante � Drusus.
Um jovem de 16 anos
que nem imagina o que voc� espera dele.
H� um problema.
Que problema?
Drusus n�o est� � altura.
A ele falta discernimento
e intelecto pol�tico.
Ent�o � isso? Acabou?
N�o!
Precisamos de outra pessoa.
Precisamos do Tiberius.
Tiberius!
S�rio? Voc� o conhece?
Ele despreza Roma e suas pol�ticas.
Ele s� quer uma biblioteca na colina.
N�o importa o que ele quer. Ele ser� persuadido.
Ele n�o ser� persuadido a isso.
� preciso querer! Dispor-se a morrer por isso!
Aceite, Livia! Acabou.
Nada acabou! Eles s�o jovens, t�m tempo.
Estou lhe dizendo que n�o h� tempo!
Ficar� fora por anos. Talvez voc� nunca mais volte.
E se voltar, talvez eu n�o esteja aqui.
Precisamos saber. Eles precisam saber!
Eles n�o est�o prontos. Ainda n�o.
Eu preciso saber.
Quando se tem a minha idade,
nunca se sabe o que est� por vir.
� ele!
Cidad�os: gkarnikow - �linda - AlzWitch71
Bee - TINTIM - Trench21P
TatianeVS - thainasa Lari.Witch
Senadores: mahhnobre - �linda - Trench21P
Imperatriz: Sassenach
Para aonde est�o indo?
N�o esper�vamos que voltasse t�o cedo, m�e!
Odeio quando me chamam de m�e.
Como gostaria que a cham�ssemos,
m�e?
Amanh� vou ao mausol�u com o Piso.
Na terceira hora, preciso que v�o.
Desculpa. Por mais divertido que pare�a,
a prioridade � encontrar o Corvinus.
N�o � mais.
Acho que ser� uma conversa s�ria.
Provavelmente.
Eu n�o irei.
Sim, voc� vai.
- N�o vou, n�o. - Eu n�o vou sozinho!
Vai sozinho, sim.
Com certeza, n�o!
Domini, com licen�a! Onde � a casa de Octavia?
Descendo aquela rua.
Voc� n�o est�...
O qu�?
Pronta.
Eu disse que quero ir embora, e voc� n�o fala mais comigo?
Temos uma grande propriedade fora de Roma.
Quero uma chance para fazer dar certo.
Nossa pr�pria terra, nossas pr�prias coisas.
- Para o nosso filho. - Eu disse que iria.
Ele se v�o por muitos anos! N�s nem ir�amos com eles.
Voc� � livre desde os quinze anos,
mas isso n�o significa nada.
Para voc� ou para Livia.
Voc� ainda a segue em todos os lugares.
Mesmo quando ela est� matando pessoas.
Dedicou sua vida inteira a ela.
Porque voc� tem medo de ter a sua pr�pria.
Eu n�o quis desrespeitar.
Eu ia te contar.
Posso pedir mais uma coisa para voc�?
Eu vou ao mausol�u amanh�.
- Claro. - Com os meninos.
Ele n�o seria o primeiro.
E certamente n�o ser� o �ltimo!
Est� me deixando louca!
Ent�o o elefante diz ao homem nu,
como voc� respira com isso?
- Entendeu, Gaius? - Livia!
Est�vamos prestes a enviar um grupo de busca.
Aqui, senta aqui.
N�o?
- J� acharam o Corvinus? - � s� uma quest�o de tempo.
Todas essas execu��es s�o mesmo necess�rias, Gaius?
Todos eles tiveram julgamentos justos, m�e.
- Quantos estavam l�? - Deveria se casar novamente.
- O qu�? - Sirva de exemplo.
- Sirva voc�! - Voc� j� saiu do luto.
Quando eu sair do luto, Gaius, eu o informarei.
Me dizer o que fazer,
enquanto deixa esse homem, Primus,
culpar meu pobre filho morto por sua trai��o.
Voc� devia estar vingando a honra da fam�lia,
n�o se deixando rastejar para o ex�lio.
O �nico homem que voc�
deveria matar.
Deveria ter vergonha, Gaius Julius.
Espero que seu navio afunde em uma tempestade.
Com licen�a, Domina.
O qu�?
Onde est� o Primus?
L� embaixo no porto.
Esperando por uma recompensa e um navio para Atenas.
Est� tudo bem, m�e?
Prometemos perd�o a ele.
Era mais um desejo
do que uma promessa.
Espero n�o ter interrompido
seu agrad�vel jantar com Scribonia.
- Ela veio com Octavia. - O qu�?
Deitados como se fossem casados ou algo assim.
- Ela salvou nossas vidas. - Ela traiu o amante dela.
- Chamo isso de lealdade. - Foda-se a sua lealdade!
Est� abandonando o Primus.
A esposa dele dormia com o Crassus.
Ent�o, ele � tolo, n�o traidor.
Igualmente perigoso.
- Ele mentiu por n�s. - Ele culpou Marcellus.
Quem mais ele culparia?
Isso est� matando minha irm�!
Olha,
Primus est� escapando com a honra dele,
a vida, e muito do meu dinheiro.
Ent�o, o perd�o...
O perd�o pode esperar um pouco.
Certo.
Podemos fazer isso agora.
Abraxas?
Senhora.
Voc� estava com ci�mes.
Do que exatamente?
Antigone vai nos deixar.
Ela nunca vai te deixar.
Acharam ele.
Aprio.
Algu�m enterrou o corpo dele na floresta.
Em Baiae.
Perto da vila e do porto.
- Tem certeza? - Tenho.
Ele estava com o anel que dei a Marcellus.
Enterrado?
Todo esse tempo procurando pelo mundo,
e l� estava ele, o tempo todo. Bem aqui.
Como ele foi enterrado?
Algu�m o matou.
Primeiro, claro.
Sim.
Eles acharam isso com o corpo.
� um diploma de liberdade,
no nome dele, do seu mestre,
Titus Marcius Memor.
� falsificado, claro,
perfeitamente executado, j� que Marcellus era dono dele.
Sabemos que,
ap�s matar meu filho,
ele foi silenciado.
O que leva � pergunta:
Por quem?
Gostaria de ficar sozinha.
Octavia. Octavia, h� algo que n�o lhe contei.
Escondi de todos.
Sobre o Marcellus.
Quando todos acharam que Gaius iria morrer...
Sim.
Marcellus esperava ser nomeado seu sucessor.
Ele tinha amigos que esperavam tamb�m.
Amigos poderosos.
Se Gaius morresse,
Marcellus executaria os dois filhos da L�via.
Ela e Antigone seriam exiladas pelo resto de suas vidas.
- N�o, imposs�vel. - Ele mesmo me disse.
- � mentira! - N�o � n�o!
Foi tudo planejado.
Ele tinha suas raz�es, assim como seus amigos.
Livia...
Livia me disse,
que eu n�o o conhecia.
Voc� est� esquecendo de algo.
Se eu sabia,
quem mais sabia?
E se a Livia sabia?
O que qualquer m�e faria para proteger seus filhos?
E Antigone � especialista em rem�dios.
Scribonia?
O que eu fa�o?
O que eu fa�o?
Porto de Ostia.
Alcan�aremos as carro�as no caminho.
Sim, senhor.
Tem certeza disto?
Dei minha palavra.
Perdoe-me por descobrir assim.
Bem, afinal,
voc� � livre.
Eu sou?
Todos vivemos em um emaranhado de sentimentos e obriga��es,
e a hist�ria, sabe,
que voc� tem com as pessoas.
N�o estou certa se eu sei o que � liberdade.
Toma.
Eles est�o aguardando l� dentro.
Voc� � contra isto?
- Estou assustada. - Eu tamb�m.
Tenho medo deles n�o fazerem isso.
Tenho medo de que fa�am.
Pai,
estamos te dando este vinho da casa de Antigone, em Nepi.
Vinte anos atr�s, ap�s a batalha de Filipos,
eu trouxe o corpo do seu av� da Gr�cia.
A m�e de voc�s
fez um juramento sagrado ao esp�rito dele.
Restaurar a Rep�blica pela qual ele morreu.
Ela se casou com o inimigo.
E o transformou de um criminoso em um tirano.
Para que Drusus pudesse herdar.
Herdar o qu�?
O poder do padrasto.
Para devolv�-lo ao Senado.
O qu�? Voc� sabia disso?
N�o.
Depois de entender o princ�pio, � uma dedu��o simples.
O padrasto sabe porque voc� se casou com ele?
N�o foi bem assim.
No come�o foi a sobreviv�ncia.
Ent�o, veio o amor.
Mas depois disso,
comecei a ver as possibilidades.
- Sim, aposto que sim. - Tiberius!
Com o sangue e sacrif�cio deles,
seus ancestrais constru�ram a Rep�blica de Roma.
Ent�o seu pai traiu tudo.
Pela honra de nossa fam�lia, cabe a voc� consertar isso.
A maioria dos meus amigos deu suas vidas por isso!
Mostre algum respeito, porra!
O que ter�amos que fazer,
exatamente?
Ajam como fariam de qualquer maneira
no ex�rcito, no Senado.
Servindo lealmente � Roma e ao seu padrasto,
mas quando chegar a hora, estejam prontos.
O resto podem deixar comigo.
Voc� faz isso parecer t�o simples.
Seu irm�o n�o pode fazer isso sozinho.
Ele precisa de sua ast�cia, sua genialidade.
Sem isso, sem voc�, ele nunca ter� sucesso.
Ele nunca sobreviver�.
Eu fa�o. Eu farei.
Eu, n�o!
Ele acabar� sendo morto.
Assim como todos aqueles que j� desafiaram
Caesar Augustus,
filho do divino Julius.
Eu n�o farei isso.
N�o por voc�,
e nunca por uma ideia pol�tica.
Ent�o fa�a por Drusus.
Ele � um tolo.
A Rep�blica est� morta.
Assim como seu pai.
Assim como para mim,
voc� est�.
Espere. Aonde voc� vai?
- Ela n�o falou s�rio. - Sim, falou.
N�o, n�o falou.
Pare.
Tiberius.
Esque�a! Deixe-o ir.
Eu sei aonde ele vai.
Quero que Tiberius parta hoje.
A promessa foi sua.
N�o dele.
Por favor pe�a ao Tycho para fazer os arranjos.
Ent�o...
O que est� acontecendo?
Voc�s quatro estavam em Baiae quando Marcellus morreu.
Por que est� lembrando disto?
Surgiram novas informa��es.
Agora sabemos que o escravo foi assassinado em Baiae.
Acharam ele enterrado na floresta perto da vila.
Agora somos for�ados a considerar,
que Livia possa de fato ter sido respons�vel.
Livia?
Esta � a coisa mais louca que j� ouvi.
Por que diabos Livia seria respons�vel?
D�i muito ter que dizer isso,
mas Marcellus estava
planejando matar Tiberius e Drusus
quando ele sucedesse meu irm�o.
Mas, Aprio envenenou Livia.
- E eu e Julia. - �, mas voc� n�o morreu, n�o �?
- S� Marcellus morreu. - Isso � estupidez. Foi o Aprio!
Sim, Marcellus atacou ele.
Eu vi. Pouco antes do jantar. Aprio estava furioso.
Esta explica��o n�o corresponde mais.
O escravo n�o trabalhou sozinho.
Ele recebeu muito dinheiro. Claramente da Livia.
O que a Livia fazia l�, em primeiro lugar?
Ela odeia praia.
E onde o escravo conseguiu o veneno?
Antigone deu algo a Marcellus antes dele morrer.
Ela nos deu a todos algo para beber.
�gua do mar, para vomitar.
Sim, mas Marcellus n�o vomitou. Apenas morreu.
E Antigone odiava Marcellus. Todo mundo sabe disso.
E ela conhece de venenos. Todos sabem disso, tamb�m.
Ela n�o conseguiria matar Aprio. Nem a Livia.
N�o.
N�o, ent�o isso deve ter sido o Tycho.
Ele deixou a casa pouco antes do jantar.
Para aonde ele foi?
Algu�m o viu novamente naquela noite?
Qual o objetivo de tudo isso?
Temos que destru�-la.
Como ela destruiu meu filho.
- Gaius precisa saber. - M�e, por favor!
Livia n�o deve saber nada sobre isso.
Sem aviso.
N�o devemos dar a ela tempo, para preparar sua mentiras.
Isso est� totalmente compreendido?
Voc�s entenderam?
Iremos ver o meu irm�o imediatamente.
Bem, isso � o fim do noivado de nossa irm� com Drusus.
N�o posso acreditar.
E Tiberius, n�o vai ter ningu�m.
Ent�o, o que voc� acha?
� poss�vel que ela tenha matado Marcellus?
Se foi, ela salvou minha vida.
Estou feliz que ele est� morto.
Sempre estive e sempre estarei.
E o arrogante escravo de merda dele.
Dever�amos fazer algo.
O qu�?
Sinto sua falta.
Embora te veja todos os dias, sinto muito a sua falta.
�s vezes, tem que lutar pelo que deseja, Iullus.
�s vezes tem que tom�-lo.
Talvez seja hora de escolher um lado.
Odeio gaivotas.
Elas comem tudo.
Assim como voc�.
Primus!
Bem-vindos � �stia.
Trouxemos um presente.
- Esta � uma honra inesperada. - Ter�amos que vir mesmo.
Estamos pensando em expandir o porto.
- Precisamos de mais bord�is. - Ele quis dizer armaz�ns.
Fico muito agradecido.
N�o esquecemos dos amigos.
Caso contr�rio, nossos amigos nos esquecer�o.
Encontrei um navio para Atenas, parte amanh�.
Se tiver que fazer um pequeno ex�lio,
fa�a no menos pior.
O vinho n�o � ruim, e viver com os gregos,
as mulheres s�o gratas.
� bom estarmos do mesmo lado novamente.
Sempre estivemos do mesmo lado.
Eu n�o sabia nada sobre isso.
- Corvinus e Crassus, eu... - Claro.
Claro, estou me divorciado da Porcia.
Pe�a � Livia para arrumar outra na sua aus�ncia.
Ela adora esse tipo de coisa.
- Escreverei para ela. Obrigado. - �timo.
Bom, voc� demorou.
- Eu prometi a Octavia. - Voc� prometeu � Livia, tamb�m.
Ponha-o no navio para Atenas. Eles podem jog�-lo ao mar.
Leve essa carro�a de volta para Roma.
Varica.
- Ele estar� l�. - Vou deix�-lo � vontade.
Varica!
Nero Drusus.
Uma honra t�-lo aqui de novo. Vinho para nosso convidado.
- Procuro pelo meu irm�o. - Por aqui.
Temos novos tipos de alem�s, a prop�sito.
Posso sempre envi�-las mais tarde, se voc� desejar.
Dever�amos falar sobre isso.
Afinal, acha que pode ser feito?
Na teoria?
Tiberius.
Digo, deveria ser incr�vel, entende?
Fazer hist�ria assim. N�s dois.
Restaurar a honra da fam�lia.
Vingar o vov�. A Rep�blica.
N�o estou assustado.
Ao menos, ela est� certa em uma coisa.
N�o posso fazer sem voc�.
Ela matou o Marcellus.
- M�e. Est� �bvio agora. - O qu�?
Significa que ela tamb�m matou nosso pai.
N�o sabemos disto.
Eu sempre soube.
� o que acontece com as pessoas que se envolvem com a m�e.
Elas morrem.
Ela � um monstro.
Assim como o Gaius.
� assim que funciona.
� como eles funcionam.
Atrav�s dele, ela tem o poder.
E quando ele morrer, ser� atrav�s de n�s.
Nunca tem fim.
N�o tenho medo de morrer, Tiberius.
Tenho medo de n�o viver.
Mas...
Sou apenas um tolo.
Tia Livia, perdoe-me.
Tycho me disse que estava aqui.
� importante.
Eu tenho algo a negociar.
Algumas not�cias.
Mas quero algo em troca.
Um casamento com a Julia ser� muito bom para mim.
- Politicamente. - Ela se casar� com Agrippa.
Claro.
Mas ele n�o viver� para sempre.
E quando ela estiver dispon�vel
quero que voc� resolva.
Para mim.
E n�o, por exemplo, Tiberius ou qualquer outro.
E n�o me diga que n�o pode.
N�o direi.
Algo mais?
Sim.
Quero ter prest�gio, como o Tiberius e o Drusus.
Sou filho de Marcus Antonius,
e estou cansado de ser deixado de lado.
Devia estar feliz por n�o estar morto.
Temos um acordo, tia Livia?
Voc� quer muito.
Eu trouxe muito.
Calma! Devagar! Devagar!
Encontraram o Corvinus.
Ele est� em Tuliano.
Posso me juntar a voc�?
Qual � seu nome?
Valeria.
Voc� est� presa.
Voc� e eu.
N�s dois.
Em um quarto onde n�o entra luz.
Desejando que haja uma porta para fora do escuro.
N�o h� porta.
Apenas paredes e escurid�o.
E tudo o que buscamos,
qualquer um de n�s, � um pouco,
de felicidade.
M�e.
O que voc� quiser.
Corvinus.
Gaius manda lembran�as.
Ele n�o p�de vir.
Sou um cidad�o romano e um senador.
E tenho direito a um julgamento p�blico.
Isso � mais do que conseguiremos.
Voc�s s�o dois tiranos. O que esperavam?
Ainda tenho direito a um julgamento.
Eu sei, e conseguirei um.
Mas n�o precisa estar l�.
Espere!
Vou te contar quem matou o Marcellus.
Eu sei quem matou o Marcellus.
Todo mundo sabe quem matou a porra do Marcellus!
N�o quero que encontrem o corpo ou o reconhe�am.
Voc� queria nos ver?
Ent�o, Tycho.
O que aconteceu com Aprio de novo?
- Aprio? - O espanhol.
Eu disse ao Tycho para mat�-lo.
E eu matei.
Eu dei minha palavra a ele!
Sua palavra teria matado todos n�s.
N�o era sua decis�o!
N�o pod�amos deix�-lo vivo e, no fundo, voc� sabe disso.
Ele tinha que ser silenciado.
Mas ele n�o foi silenciado.
- Enterrei na floresta. - N�o fundo o suficiente.
Eles o encontraram.
Eles sabem. Eles sabem tudo.
O que fizemos, como fizemos e por qu�.
- Sinto muito. - Octavia est� em casa
com as filhas, esperando Gaius.
E agora,
lutaremos por nossas vidas.
Todos n�s.
Podemos fugir.
Agora. Voc� e eu.
Chegaremos � costa em um m�s Poder�amos desaparecer.
- Para sempre. - Estariam admitindo a culpa.
Nunca parariam de procurar.
- Perder�amos tudo. - Exceto nossas vidas.
E a do nosso filho.
Se ficarmos, podemos perder isso tamb�m.
Voc� viria conosco?
N�o.
Eu sou filha de Marcus Livius Drusus.
N�o quebro minha palavra e n�o fujo.
Voc�s devem escolher por si mesmos.
Porque � isso que significa.
Liberdade.
Agrade�o seus servi�os.
E suas amizades.
Jamais esquecerei voc�s.
Para onde iremos?
Egito?
Eu ainda devo ter fam�lia l�.
� uma esp�cie de lar.
N�o para mim.
Eu nasci em Roma.
Minha m�e nasceu em Roma. E a m�e dela antes dela.
Eu sou uma cidad�.
Esta � meu lar.
E ela � minha irm�.
Eu escolho ficar.
Vamos.
Tem certeza?
Temos.
Que coisa terr�vel a L�via fez com o Marcellus.
O que Marcellus fez com ela.
E o que estou fazendo agora.
Maridos e esposas.
M�es e...
filhos.
Veneno e sangue.
N�o h� fim para isso.
Nunca h� fim para isso.
Marcellus merece vingan�a.
N�s tamb�m.
Eles est�o aqui.
Gaius, tenho algo terr�vel para lhe contar.
� sobre L�via e Marcellus.
E Antigone e Tycho.
Eles mataram meu filho.
Piso est� aqui. Desculpe pelo que eu disse.
N�o deixarei nada acontecer com voc�.
Porra!
Tiberius.
Ela est� morta.
Tiberius. A garota!
Eu n�o sei porque voc� veio aqui.
- O que fez? - O que aconteceu?
O que voc� fez, Tiberius?
Eu estava conversando com a mam�e.
Varica � dif�cil.
Voc�s dois devem sair!
Venham. Leve-o para casa, agora.
Eu lidarei com o Varica. Continuem.
Se h� um plano,
agora � a hora.
Foda-se ela!
Todo mundo est� aqui.
Espero que tenha deixado comida, estou faminta.
Est�vamos todos nos perguntando,
se voc� envenenou Marcellus.
- Me desculpe, o qu�? - Meu filho.
- Voc� o matou? - Seu filho?
Porque eu faria isso?
Sabia que Marcellus planejava matar Drusus e Tiberius?
- O qu�? - Voc� sabia?
- N�o sabia! E n�o acredito. - Ele mesmo me disse.
- Bem, ele n�o me disse. - Voc� sabia.
Voc� sabia!
Estava pagando a escrava alem� na casa da Scribonia,
assim como pagava o Aprio na minha!
- O qu�? - A escrava admitiu tudo.
Ela ouviu o Marcellus e depois se reportou a Antigone.
- � mentira. - Fica quieta, liberta!
Voc� n�o tem o direito de falar aqui!
- O que est� acontecendo? - O escravo, Aprio,
foi encontrado morto em Baiae.
Seu corpo foi enterrado. Escondido.
Voc� acha que eu o matei?
Claro que n�o. Voc� mandou o Tycho fazer isso.
E Antigone deu o veneno a Marcellus.
- N�o sabemos. - Certo, eu paguei
- para ela me envenenar tamb�m. - E todo mundo.
Meio, motivo e oportunidade, L�via.
Voc� teve todos os tr�s.
Se voc� acha que fui eu, levante-se e diga!
Algu�m tem que defend�-lo! Ele est� morto!
Meu irm�o est� morto! Deveriam ser torturados.
- N�o somos escravos. - Mas eram. Qual a diferen�a?
A diferen�a � que eles n�o s�o escravos!
- E nada de tortura. - Gaius, preciso saber.
- Ela tem que... - Torture-me!
Parem!
Parem!
Parem! Todos voc�s.
Sua escrava alem�, sua testemunha.
Traga-a aqui.
Deixe-a resolver isso.
Deixe ela falar.
Eu a vendi.
Ela pode ser encontrada?
Sim, claro que ela pode ser encontrada.
Ent�o encontre.
Agrippa, certifique-se que a escrava seja encontrada.
Traga-a de volta.
- Gaius. - Marcellus est� vingado.
O escravo est� morto.
Deixe-me lev�-la para casa.
- Irm�, deixe-me lev�-la... - Quem matou o escravo?
- Venha. - Posso ir sozinha!
Isso est� longe de terminar, Octavia.
Tudo menos isso.
O que voc� acha?
Acho que escolhemos um lado.
Agora ela nos deve.
Ent�o?
Ele sabe.
Mas ele est� guardando para si mesmo.
Por qu�?
Agrippa nos contou.
Voc� matou ele?
Marcellus?
Ele ia matar voc�s dois, ursinhos.
E o pai?
N�o.
Meus amores.
Fui eu.
A m�e de voc�s n�o sabia nada sobre isso.
Passaram-se anos at� eu contar.
Por qu�?
Porque ele mereceu.
Eu farei.
Eu vou ajud�-lo.
Drusus.
Eu farei.
M�e.
Quero que se certifique
que Scribonia nunca encontrar� aquela escrava.
N�o que L�via fosse deixar outra ponta solta.
Foi Marcellus quem desembainhou a espada primeiro.
Ele n�o estava pronto.
N�o para a Livia.
- Nem perto de estar. - N�o h� provas.
O que voc� vai fazer?
N�o sei.
N�o vou falar sobre isso de novo,
com mais ningu�m, nunca.
Nem voc� falar�.
Podem ir. Obrigada.
Amo voc�, Livia Drusilla.
Eu tamb�m amo voc�.
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