All language subtitles for I Believe in You (Dearden, 1952)

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Original subtitles

Confio em Ti (1952)

Caso n�mero cinco. Johnson, Merit�ssimo.

Johnson...

O caso que adiou na semana passada.

Sim. Sim, j� me lembro.

O agente de vigil�ncia est� na sala?

Sim, senhor.

Ah, o Sr. Phipps!

- Vejo que continua conosco. - Sim, Sr..

Bem, bem!

Tenho certeza que todos nos sentimos aliviados ao saber.

Que pode me dizer sobre o caso, Sr. Phipps?

Creio que o adiei para que voc� pudesse investigar.

O rapaz passou muito mal em casa, Merit�ssimo.

Onde a influ�ncia moral n�o � boa.

Misturou-se com um grupo de jovens com antecedentes penais.

Parece estar sinceramente arrependido do acontecido,

...e seu desejo � que n�o volte a se repetir.

Acredito nele, Merit�ssimo,

...que qualquer confian�a que se deposite nele, estaria justificada.

Obrigado, Sr. Phipps.

Johnson, voc� foi tolo.

No entanto, uma vez que o agente de vigil�ncia pensa que ele lamenta,

...eu lhe darei outra chance.

Deix�-lo-ei um ano em liberdade vigiada pelo Sr. Phipps,

...quem lhe aconselhar�, ajudar� e defender�.

Em liberdade vigiada pelo Sr. Phipps durante um ano...

Sr. Phipps, agente de condicional. Ainda parece implaus�vel para mim.

H� somente um ano,

...eu era o que se chama um homem ocioso.

Foi uma experi�ncia relativamente nova.

Por ter poucas col�nias, o Departamento Colonial...

...realizou uma s�rie de cortes.

Eu fui um deles.

No come�o, agradou-me a volta para a Inglaterra, mas,

...por algum motivo, n�o aproveitava do �cio que tanto desejava.

Tinha a sensa��o de que devia fazer algo.

Que faz aqui em cima?

Deixe-me em paz!

Voc� estava nesse carro, hem?

Eu n�o fiz nada!

Ser� melhor que entre e se explique.

Eu digo que n�o fiz nada!

Pelo amor de Deus, pare de chorar!

Bem, de que se trata?

Sa� com um jovem. N�o sabia que tinha roubado um carro!

Deveria lhe levar � pol�cia.

Oh, n�o fa�a isso! Desta vez me prenderiam!

Ent�o esteve metida em outros problemas...

Estou em liberdade vigiada.

Como se chama?

Norma. Norma Hart.

Bem, Norma, que vamos vamos fazer com voc�?

Trata-se de um assunto muito s�rio, sabe?

Oh, sabia que era decente! Farei qualquer coisa.

Voc� � muito complacente.

S� pensei...

Seus pensamentos ficaram muito claros.

Mas tenho que fazer algo a respeito.

� pol�cia n�o, por favor. � pol�cia, n�o!

- Diga isso a Matty. - Quem � Matty?

Minha agente de condicional.

Entendo. Ser� melhor que diga a ela que lhe recolha.

Olhe, eu n�o devo deixar voc� estragar meu jantar.

Ser� melhor que coma algo enquanto esperamos.

Obrigada!

Onde posso localiz�-la?

No 8819 de Mayfair. A Srta. Mathieson.

Parece uma boa garota se conseguir lhe conhecer um pouco.

Em meia hora conhece melhor que eu em um ano, Sr. Phipps.

Oh, n�o. N�o quis dizer isso.

Mas tenho experi�ncia para tratar com pessoas dif�ceis.

Nas col�nias, sabe.

- Entendo. - Ela est� muito confort�vel.

� evidente.

- Posso lhe assegurar... - J� chega, Norma.

Pegue suas coisas, por favor, e me acompanhe.

- Bem, eu s� ia... - Falaremos mais tarde.

- Muito obrigada, Sr. Phipps. - Venha comigo, Norma.

Vamos, Norma, poder� chorar � vontade em meu escrit�rio.

Tente conhec�-la um pouco. Com certeza que ser� gratificante.

Muito gratificante. Isto � seu?

Tem raz�o. Sinto muito.

N�o leve assim. A vida dos agentes est� cheia de decep��es.

E ainda assim gosta?

Gostar?

Nunca parei para pensar nisso. Imagino que sim.

Vale a pena.

Adeus, Sr. Phipps. Obrigada por se incomodar.

A ideia estava tomando forma em minha cabe�a...

...quando fui � audi�ncia do caso de Norma.

O agente da condicional est� na sala?

Sim, Merit�ssimo.

Que pode me dizer sobre o caso, Srta. Mathieson?

Deve se lembrar, Merit�ssimo, que quando se apresentou com Bennett,

...o senhor a deixou em liberdade vigiada durante dois anos.

Mostrou certa melhoria.

Consegui um emprego para ela como assistente de loja,

...e seu trabalho � satisfat�rio,

...mas passa seu tempo livre em clubes e sal�es de dan�a.

Como sabe, Merit�ssimo, a m�e dela morreu.

E o pai dela trabalha de noite e n�o pode control�-la como gostaria.

Mas se o Merit�ssimo decidir que continue em liberdade vigiada,

...tenho certeza que responder�. Conseguiremos algo �til.

Obrigado, Srta. Mathieson.

Que pode me dizer sobre o homem, Sr. Dove?

Esteve em liberdade vigiada durante um ano,

...mas receio que conseguimos muito pouco.

De qualquer modo, n�o acho que seja um caso sem esperan�a,

...embora que ainda n�o mostrasse seu desejo de se lhe ajude.

Deseja que continue, Merit�ssimo?

- N�o, creio que n�o, Sr. Dove. - Muito bem, Merit�ssimo.

Ouviu o que disse seu agente de vigil�ncia,

...e devo admitir que fez todo o poss�vel para lhe ajudar,

...mas parece que est� disposto a desperdi�ar as oportunidades.

Enviar-lhe-ei � pris�o durante seis meses.

Por aqui.

Bennett, seis meses.

Quanto a voc�,

...parece que tem a confian�a de sua agente de vigil�ncia.

Vou lhe dar outra chance.

Ficar� em liberdade vigiada pela Srta. Mathieson durante outro ano.

Ent�o eu soube que este era o tipo de trabalho que ela queria.

Um trabalho que valesse a pena.

Esse com certeza poderia fazer.

E olhando para tr�s,

...duvido que o Minist�rio do Interior tenha compartilhado minha confian�a.

Suponho que foi uma sorte que o servi�o de vigil�ncia estivesse...

...muito escasso de pessoal.

Creio que n�o me consideravam um material muito promissor.

Mas eles me aceitaram. Provisoriamente, por assim dizer.

Feche essa porta!

Que quer?

- Meu nome � Phipps. - Quem?

Phipps. O novo agente auxiliar de vigil�ncia.

V� por aquele corredor.

H� um letreiro na porta.

Sinto muito, n�o o vi.

Est� bem, Sr. Phillips, eu vou lhe indicar.

Aqui, eles nunca a pegam.

Antes deixam que se converta em queijo.

Por esse corredor. E boa sorte. Precisar� dela, Sr. Phillips.

Obrigado. Eu me chamo Phipps.

Desculpem-me, qual � o escrit�rio do Sr. Dove?

O segundo.

Ter� que esperar sua vez como todos os outros.

- A Srta. Mathieson? - Creio que n�o est�.

Sou Phipps. O assistente do Sr. Dove. Posso lhe ajudar?

Diga � Srta. Mathieson que o exame de sangue de Rhoda Dean...

...deu positivo. Tem sarna.

E pode dizer a ela que Violet Hodge tem l�ndeas vermelhas.

- Sim. Vermelhas. - Muito obrigada.

Ent�o minha esposa veio com hist�rias, n�o?

Pois que a concedam a separa��o. Ficarei feliz em me livrar dela.

Se me disser qual seu problema...

� muito dominante.

E sabe que se um homem n�o for o chefe de sua casa, est� melhor morto.

Sim, claro.

Meu pai dizia isso. S� que morreu antes de tempo,

...porque minha m�e era muito para ele.

At� que encontre casa.

Bem, n�o posso demorar. Deixei o carro l� fora...

...e como est� perto da delegacia, podem me roubar. Adeus, chefe.

� novo aqui, verdade, querido?

Muito novo.

Em que posso lhe ajudar, Srta....

Senhora. Crockett. Fico feliz que tenha vindo.

Talvez agora fa�am algo.

- O Sr. Phipps, verdade? - Sim.

Bem-vindo. Srta. Jones, o Sr. Phipps. Ele nos ajudar�.

Como vai?

Desculpe. Eu os tenho por aqui, Srta. Jones.

Foram enviados pela esposa do magistrado.

Aqui est�o!

Acho que valer�o a pena a Sra. Clark. H� outro par por aqui...

Diga-me sua data de nascimento.

16 de novembro.

Escorpi�o! Eu sabia. Escorpi�o e Le�o. Somos voc� e eu, querido.

Vamos, Sra. Crockett, j� pode ir embora.

Quer uma x�cara de ch�, Sr. Dove? Preparo em um instante.

Esta manh� n�o, Sra. Crockett.

Fico feliz que tenha vindo. Talvez agora fa�am algo.

A melhor combina��o de todas. Escorpi�o e Le�o!

Vai se acostumar com a Sra. Crockett.

� um caso de desaven�a conjugal.

H� anos que concederam a ela a separa��o e nunca se tornou efetiva.

N�o podem localizar o marido dela.

- Aqui tem, Srta. Jones. - Obrigada.

- Voc� n�o corre, eu imagino. - Correr?

N�o, muito velho.

Alguma outra prova? Lan�amento de martelo ou de peso?

Sinto muito.

Que pena!

A delegacia obter� muitos maus resultados este ano.

Deixe suas coisas aqui.

Come�aremos pelos rec�m-chegados �s celas.

Pelo caminho lhe mostrarei a delegacia.

Vejo que o amigo Crump esteve.

Outro caso de separa��o. Voltar� com ela.

Faz anos que est�o assim.

Sempre pedindo a separa��o para depois fazer as pazes.

Vai se acostumar.

Ou�a, Sr. Dove. Ontem � noite voltou a fazer, e diante das crian�as.

Est� bem, Sra. Tyson. Depois me conta.

Deixou um olho roxo em Alfie.

Conhecer� alguns clientes com o tempo.

Um minuto, Sr. Dove...

Sim, mais tarde. Por aqui, Sr. Phipps.

Receberei todos.

Sr. Dove! N�o foi nosso Ben!

Veremos o que diz o julgamento, certo, Sra. Pollard?

N�o sei quem causa mais problemas, se os clientes ou os familiares deles.

- Ah, a Srta. Mathieson! - Algu�m mais para uma solicita��o?

- J� conhece a Srta.... - Bom dia, Sr. Phipps.

- Veio cedo! Continue assim! - Algu�m telefonou para dizer...

...que Rhoda Dean tem sarna e Violet Hodges, l�ndeas.

- Outra vez. - Vermelhas, pelo que parece.

Belo come�o de dia. Se eles me escutassem, raspariam todas elas.

A Matty de sempre. N�o diz nada s�rio.

Algu�m para pagar a fian�a? Bom dia, Sr. Dove.

- Bom dia, Sargento. - Bom dia, Sr. Dove.

Meu assistente, o Sr. Phipps.

- Encontrou o lugar? - Sim, obrigado.

- Os corredores. - Tem o adiado. Esse A. Hooker.

Esse � realmente mau, Sr. Dove.

E como fala! Inclusive me aborreci.

Gostar�amos de ver Hooker e Braxton.

Bert, que entrem os cavalheiros.

Hooker, cela cinco. Braxton, cela sete.

Obrigado.

Sejam bonzinhos, ou Bert n�o os deixar� sair.

- Bert, hora do desfile de beleza. - Est� bem, sargento.

Aqui est� seu ch�, sargento.

Qu�? Sem colher? Terei que usar meu apito novamente.

Bem, rapazes. S�o as dez, senhoritas.

A sess�o abre �s dez, e os primeiros casos s�o os dessas...

...senhoritas infelizes.

O jovem Hooker est� l�. D� uma olhada.

Fora daqui!

Eu cuidarei do Sr. Hooker. Ele � um jovem dif�cil.

Andamos mal de tempo, ent�o ter� que falar com Braxton.

Bert.

Est� aqui por agredir um agente de pol�cia no estrangeiro.

Braxton, o Sr. Phipps falar� com voc�.

Converse um pouco com ele. Estarei na sala para seu julgamento.

Julgamento n�mero dois. Agora tenho que ir ao n�mero um com Hooker.

Bem,

...Braxton, qual � o problema?

N�o estava armando problema. Dormia tranquilamente.

Tinha tomado umas cervejas, sabe?

E ent�o aquele policial chegou e a confus�o come�ou.

Sim, mas, onde estava dormindo?

Na porta da Cooperativa. Que tem isso de mal?

N�o me teria visto se n�o tivesse ido fumar um cigarro.

N�o se permite que as pessoas durmam na rua, j� sabe.

Empurrei nele o cigarro pela garganta.

Com a viol�ncia s� consegue piorar as coisas.

Diga-me,

...por que adota esta atitude agressiva com a pol�cia?

N�o sei. Quando estou no mar, estou bem.

O mar e eu somos amigos.

� quando estou em terra esperando um navio.

N�o sei o que acontece comigo.

N�o se trata de nenhum em particular. Para mim, basta ver o capacete.

N�o sou capaz de afastar meus punhos de suas caras de bobos.

Sim...

O caso contra este homem foi demonstrado.

- Esteve nos tribunais? - Sim, Merit�ssimo.

Em tr�s ocasi�es por agress�es a agentes de pol�cia.

Na �ltima vez, foi sentenciado a 30 dias por ataque violento a um Sargento.

- Acaba de sair da pris�o, Merit�ssimo. - Bem, bem!

Parece ter se transformado em um h�bito.

N�o tem uma casa?

N�o me querem em casa, Merit�ssimo.

Ah, n�o? Por qu�?

Quero lhe ajudar!

Tem algo a dizer?

Ontem mesmo sa� da cadeia, senhor...

mas os policiais me esperavam. Devia saber.

N�o pedi sua opini�o sobre a pol�cia. Embora seja esclarecedora...

O Sr. Dove est� aqui?

N�o, Merit�ssimo. Mas o Sr. Phelps est�, talvez possa ajudar.

Quem � o Sr. Phillips?

O novo agente de vigil�ncia, Merit�ssimo.

N�o o vejo.

Faria o Sr. Phillips a gentileza de se levantar, por favor?

Receio que apenas sou o assistente do Sr. Dove...

...e este � meu primeiro dia e...

N�o ou�o uma s� palavra do que diz, Sr. Phillips.

Faria a gentileza de subir no estrado?

Resista.

O quanto antes, por favor.

Bem, Sr. Phillips, que pode nos dizer sobre este homem?

Falei com o prisioneiro, Merit�ssimo...

...em nome do Sr. Dove.

� evidente que teve problemas em casa.

Sim, o prisioneiro j� nos disse, Sr. Phillips.

Quero saber o que voc� prop�e.

Talvez falando com o pai dele para que o aceite...

E acha que conseguir�amos?

Creio que � poss�vel, Merit�ssimo.

Ah, bem, bem.

Ent�o deixarei o caso pendente de seu relat�rio, Sr. Phillips.

Ele se chama Phipps, Merit�ssimo.

Ah! E isso muda tudo, verdade?

Um momento, Sr. Chips.

Agora n�o. Estamos muito ocupados.

Adeus, Sr. Chips.

Braxton adiado sete dias. Lewis, voc� � o pr�ximo.

Vou ao julgamento n�mero um. N�o se deprima.

N�o me deprimirei.

Caso n�mero catorze, Merit�ssimo.

Ele � acusado de bagun�a e usar linguagem impr�pria.

- Seu caso � o pr�ximo, senhorita. - Obrigada, sargento.

Como vai o novato?

O Sr. Pyke est� fazendo que passe dificuldades.

Ao contr�rio de Evans e Wilson, que n�o respondem � indulg�ncia,

...creio que se pode fazer algo no caso de Hooker.

N�o est� bem em casa, o que o levou �s m�s companhias.

N�o tem pai, e a m�e tem pouco controle sobre ele.

Se conceder a ele liberdade vigiada, morando em um albergue,

...acha que poderia ajud�-lo?

- Sim, Merit�ssimo, eu acho. - Obrigado, Sr. Dove.

E voc�s, Evans e Wilson, j� estiveram anteriormente ante mim.

O aviso que lhes dei ent�o e as senten�as leves,

...n�o tiveram efeito sobre nenhum.

Esta vez ir�o para a pris�o durante tr�s meses.

Quanto a voc�, Hooker,

...ouvi o que disse o agente de vigil�ncia,

...e j� que � seu primeiro delito,

...vou lhe deixar em liberdade vigiada durante um ano,

...com a condi��o de que voc� resida no albergue designado.

Est� de acordo?

Sim, senhor.

Sr. Dove,

...encarregue-se que compreenda as condi��es da ordem.

Sim, Merit�ssimo.

E pelo amor de Deus, n�o continue se fazendo de bobo. N�o vale a pena.

- Pr�ximo caso. - Vamos.

Evans e Wilson, tr�s meses. Hooker, liberdade vigiada, um ano.

Venha, Martin, cabe a voc�.

Adeus, Charlie. Seja bonzinho.

- Adeus, Buck. Adeus, Dai. - Por aqui, Hooker.

Caso n�mero quatro...

Solte-me, sim? Fa�a o que lhe diz o mestre.

Ei! Vamos nos ver quando sa�rem!

Compreender� que estar� sob vigil�ncia nos pr�ximos doze meses.

Doze...

E os outros, s� tr�s meses! Isso � justi�a?

Foram enviados � pris�o.

- Voc� morar� em um albergue. - � o mesmo, n�o?

N�o, Hooker, n�o � o mesmo.

Procuraremos um emprego, mas ter� que dormir no albergue.

Vir� aqui uma vez por semana.

E responder� as perguntas que fizermos.

Wilfred Pickles deveria fazer seu trabalho.

Poderia fazer isso muito bem.

E agora coma alguma coisa no caf� em frente.

Que lhe sirvam comida e bebida por uma Libra e seis centavos.

- N�o pegarei uma indigest�o, hem? - N�o se queixe.

J� pode ir embora.

Se quiser olhar, ponha uma moeda na caixa, curioso!

Volte aqui.

Se voltar a se comportar assim vai se ver ante os tribunais.

Se n�o quiser a liberdade vigiada, ningu�m pode lhe obrigar.

V� embora e se apresente aqui quando lhe chamar.

- Isso ser� divertido. - Sim.

Lamento n�o ter estado l�. Ent�o se encarregou de Braxton.

- Sim, tenho que falar com o pai dele. - Est� bem.

O primeiro dia e j� entrou na batalha. Vamos ver, Baker, Benson...

Braxton. Aqui est�.

Sim, Braxton mora em Lewisham. D� uma olhada em sua ficha.

E, a prop�sito, visite Alfred Potter. Mora em Deptford. N�o veio.

E se n�o se importa, leve Hooker ao albergue.

Hooker!

Outro lote de roupa de beb�. O terceiro desta semana.

S�o muito gentis. Sempre nos mandam coisas.

Quem precisa algo disto?

Enviarei a Malborough Street. N�o temos muitas m�es solteiras.

Mas esta capa, � bem o que preciso.

Qu�?

A Sra. Crockett passar� melhor o inverno.

Importa-se, Srta. Mathieson? A Sra. Thomas veio para a audi�ncia...

Sim, leve-os ao meu escrit�rio.

Um segundo, Srta. Andrews.

- Estar�o entretidos com isto. - Oh, obrigada.

Venha, querida. Vamos, Robert.

Ser� melhor que leve Hooker ao albergue.

- Sim, tentarei pegar um t�xi. - Um t�xi?

Seria uma longa caminhada...

Por que n�o vai de metr� ou de �nibus?

� tudo uma experi�ncia.

Receio que n�o pode reclamar gastos por ir de t�xi.

N�o.

� engra�ado, mas passeando por seu distrito, com seus pr�prios p�s,

...mant�m-se em contato. Assim chega a conhec�-lo.

L� vai o velho Dove. Quem ter� problemas?

E eles n�o se importam de vir falar sobre isso.

Sabe, conhe�o tantas pessoas...

Tantas...

Como � esse antro que vamos?

- Sei tanto quanto voc�. - Estaria melhor na cadeia.

Na cadeia sempre se aprende. Pode-se aprender muito.

A aprendizagem exige certo grau de aplica��o mental.

Est� bem, zombeteiro, cale-se.

- E voc� tamb�m, curioso. - Comporte-se, Hooker.

Quanto tempo estarei nesse antro?

N�o pensei nisso, na verdade.

N�o pensei nisso, na verdade!

Se for descuidado, eu fujo.

Nesse caso, evite-me a viagem e fuja agora.

Bem! Voc� � um agente de vigil�ncia muito estranho!

- Est� cheio. - Vou com esse jovem.

Sinto muito, amigo, est� cheio.

Hooker! Des�a do �nibus! Hooker!

Hooker!

Uma vez acomodado Hooker no albergue,

...fui em busca do pai de Albert Braxton.

Devo confessar que sempre havia pensado em Londres...

...em termos de Knightsbridge e St. James,

...mas naquele primeiro dia, vislumbrei minha Londres do futuro.

At� que cheguei a Lewisham onde Braxton morava,

...n�o percebi que a pasta que continha a ficha de Albert...

...continuava fechada sobre a mesa do Sr. Dove.

Talvez fosse melhor abordar o caso com a mente totalmente aberta.

Ou assim me consolei por meu esquecimento.

Que pretende fazer? Entrar � for�a?

Procuro o Sr. Braxton.

Pisou em minhas margaridas. Voc� � muito desajeitado.

Sinto muito.

O Sr. Braxton est�?

- Papai est� l� atr�s. - Obrigado.

Boa tarde.

- O Sr. Braxton est�? - � poss�vel.

Meu nome � Phipps. Agente de vigil�ncia.

- Vim lhe falar de Albert. - N�o me diga.

� o segundo furo da semana.

As crian�as jogam tachas na rua. Se eu pegasse uma, arrancaria a pele.

- Sim. Sobre Albert... - Que h� com ele?

- Saiu da pris�o h� dois dias. - O mais velho � minha tristeza.

Mas voltaram a prend�-lo por...

...vagabundagem e por resistir � autoridade.

- Quer voltar para casa. - Pode querer...

Pagou por seu �ltimo delito, e al�m disso, n�o foi muito grave.

- N�o? - N�o. Na verdade, n�o.

Qu�? Bater em um policial?

Qualquer um de n�s poderia ter feito o mesmo,

...com um esp�rito de divers�o, claro.

Voc� teria feito?

N�o. Se me pergunta, suponho que n�o.

Nem eu.

Mas Albert me deu a entender que a pol�cia o tinha jurado.

Pode ser um caso de um agente provocador...

De agente, nada.

N�o tenho nada contra a pol�cia, compreenda-me.

Eu tento.

imagino que parte do trabalho deles � que d�o uns golpes...

E a parte de Albert � dar neles, imagino.

N�o, n�o queria dizer isso exatamente.

Ent�o que diabo queria dizer?

Sabia, Sr. Phipps,

...que para prend�-lo precisaram de quatro agentes,

...que Albert se livrou deles e atacou o sargento da delegacia?

E sabia, Sr. Phipps,

...que quando os quatro agentes tiraram Albert deles,

...o sargento da delegacia tinha os dois olhos inchados,

...havia quebrado quatro dentes e o nariz?

N�o. Receio que n�o sabia.

Eu supunha.

E h� algo mais que gostaria de assinalar, Sr. Phipps.

Eu era o sargento da delegacia.

E isso � por ter pisado em minhas margaridas.

P�s!

P�s doloridos! P�s com bolhas!

P�s molhados! P�s frios!

E assim foram marcando os dias...

...durante aqueles primeiros meses como agente de vigil�ncia.

Levaram-me a lugares que nunca havia ouvido falar.

Que n�o sabia que existiam.

Acho que alguns nunca existiram.

Sim, siga at� chegar ao sem�foro.

Passe o primeiro, e o seguinte, onde ficava o velho Palais,

...vire � direita. Mas n�o � totalmente � direita.

� como virasse � direita seguindo seu nariz.

Volte a perguntar quando chegar. Qualquer um lhe dar� informa��es.

A menos que tenha azar e bata com um desses estrangeiros.

Ol�!

- A Sra. Williams mora a�? - Sim.

Olhe...

Se procura mam�e, ela saiu.

Obrigado.

Parecia que muitos n�o queriam que os ajudasse...

...por muito que tentasse.

Pelo menos, eu.

Hooker, por exemplo. Empregado em uma empresa de transportes.

Como vai, Hooker? Que acha do trabalho?

Maravilhoso. Hist�rico.

Olhe, Hooker, tem que cooperar comigo. N�o entende isso?

Fa�o o que me ordena, n�o?

Volte na pr�xima semana.

No come�o estava assombrado. Depois desanimado.

E depois exasperado. Finalmente...

Foi pelo velho Frost, na verdade.

O encontraram dormindo na rua, em algum lugar.

Quando o trouxeram, parecia um fardo de trapos.

Fiz que o limpassem e o levaram a um asilo.

Mas n�o queria que acabasse assim.

Havia me incomodado muito naquele caso.

Bem, Frost, trago boas not�cias.

Localizaram seu filho. Est� casado. Tem fam�lia e mora em Enfield.

Consegui convenc�-lo de que tinha o dever de lhe aceitar.

Vai morar com ele.

- N�o me diga. - Sim.

Olhe, v� aquele velho de l�?

Sim, mas Frost...

Ningu�m espera boas maneiras em um lugar como este...

...mas tem o terr�vel h�bito...

...de bochechar o ch� na boca antes de engolir.

Parece-me algo horr�vel!

Frost, ouviu o que lhe disse?

Sobre Cyril? Sim.

O velho que est� sentado ao lado dele,

...diz que se n�o se comportar, vai quebrar a cara dele.

Saberemos na hora do ch�.

Frost,

...eu convenci seu filho para que lhe leve para casa. N�o quer ir?

N�o. Estou bem aqui.

Mas foi muito gentil.

� engra�ado pensar que n�o o reconhecesse, mesmo tendo visto.

Sim, claro. Faz muito tempo que n�o o v�, mas logo se acomodar�.

H� uns quarenta anos.

Estou vendo sua cara assustada, pobrezinho.

Eu o vi um dia quando saia da escola. Ele tinha dado a ele meia coroa...

...para que comprasse um presente de anivers�rio.

Mas a tirei antes de que tivesse ocasi�o de gast�-la.

N�o acho que tivesse mais de sete anos.

Tinha as pernas finas e cabelos cachados, como a m�e.

Sabe que esse menino nunca chorava?

Parecia que ia chorar, mas nunca fazia.

Estive prestes a devolv�-la.

Quase me arrependo de n�o ter feito isso.

A vida correu muito bem para ele.

- � construtor. - Ah, sim?

Frost, n�o quer ir morar com seu filho?

N�o, acho que n�o.

Olhe, v� aquele homem de l�? Foi milion�rio.

O homem mais rico de Hyde Park.

Claro que tamb�m tem seus h�bitos. Todos t�m h�bitos.

N�o sabem de onde v�m seus h�bitos...

Venha na pr�xima semana, Sra. Meath. Ou antes se tiver alguma d�vida.

Obrigada, Srta. Matty. Assim farei.

Entre, Norma.

Sente-se.

Isto n�o pode continuar assim, Norma.

Tr�s empregos em dois meses!

N�o � minha culpa. Estou em liberdade vigiada, e n�o me deixam em paz.

Todos me vigiam!

N�o pode flertar com todos os que entram na loja!

Qu�? Com esses velhos? N�o estou t�o desesperada!

Provavelmente n�o.

O grave foi seu modo de falar quando a dona lhe corrigiu.

- Teve que lhe despedir! - Bem que eu esperava.

Eu creio que n�o.

A Sra. Sharpe � muito compreensiva.

Ela � uma cadela velha.

Isso � muito infantil.

N�o percebe que lhe tratam com benevol�ncia, Norma.

Tempos atr�s teriam lhe metido na cadeia!

Est� em liberdade vigiada e me assegurarei que aproveite.

Escute-me.

A Sra. Sharpe ofereceu-se a lhe readmitir.

Trabalhar� no escrit�rio.

Creio que se d� bem com os n�meros.

Ter� que aprender muito, mas conseguir�.

Eu tentarei, senhorita.

Podia ter lhe levado aos tribunais por isto.

Mas acreditou em voc�. Pelo amor de Deus, n�o me falhe!

Desculpe-me, Srta. Mathieson. A respeit�vel �rsula.

Querida...

Bem, Norma, volte na pr�xima semana e me diga como vai.

- Sim, Srta. Matty. - Pobrezinha.

- V� logo, Norma! - Sim, Srta. Matty.

Querida Matty!

Como se atreve a se apresentar aqui nesse estado?

Em que estado?

Estou um pouco alegre, verdade?

Prometeu que n�o voltaria a se embebedar.

Eu n�o estou b�bada. Tenho catarro. Olhe como estou magra!

- Oh, tenho certeza disso. - V� embora, Matty! Pesada Matty!

Este escrit�rio � muito pequeno.

Pode tomar conta dela at� que se acalme? N�o quero denunciar isto.

- Venha comigo. - Oh. Vamos?

J� esteve b�bada alguma vez, Matty?

Refiro-me a estar totalmente b�bada.

Receio que n�o.

Ent�o como sabe se � bom ou ruim estar b�bada?

Venha comigo.

Mas eu o amo! E quero mostrar como sou magra.

Pode me mostrar. Vamos.

Venha tomar um drinque um dia, Matty.

- Ser� um prazer. - Venha comigo.

Sim, mas vai ver, perdi muito peso!

- Boa noite, Sr. Phipps. - Ol�, Crump.

Vim buscar minhas coisas. Ela me aceitou outra vez.

Quer que examinem minha cabe�a. Mas sabe, a carne � fraca.

Sr. Phipps!

Eles nunca pegam, est� aqui desde esta manha.

Por favor. Sou a Srta. Macklin. Dos edif�cios.

- Querem envenenar meu gato. - Quem?

Os vizinhos ao lado.

Ent�o diga isso � pol�cia.

Eles nunca me ouvem. A �ltima vez eles foram muito rudes comigo.

Olhe, se disser o acontecido a esse agente, com certeza ele atender�.

Meu pobre gato. Agente!

- Que aconteceu, Srta. Macklin? - Est�o envenenando Bertie.

Continuam?

Sim. Sabe, � algo que jogam no leite quando n�o se est� olhando.

Oh, bom! Obrigada. Estava esperando o leite.

Como continua, Matty? Como continua sem ficar louca?

Que problema tem?

Tenho todos. Esse velho, Frost.

Tinha ajeitado tudo para que fosse morar com o filho dele.

Tive muitos problemas.

E mudou de ideia.

Tem certeza de ele que queria ir?

Tem certeza de que o filho dele queria que fosse?

N�o ser� o que voc� acha que consertaria a vida deles?

Como diz?

Sinto muito, mas acho que ainda n�o compreendeu.

N�o � fazer planos para as pessoas, � fazer planos com elas.

Deve ver as coisas do ponto de vista dos outros.

Na verdade, n�o lhe agradam, hem?

- A que diabo vem isso? - Agradam-lhe?

Frost, Hooker, Macklin, Crump, e os outros.

� um emprego. Os m�dicos t�m que agradar seus pacientes?

Devem tentar compreend�-los.

Tentei compreend�-los de todos os modos imagin�veis.

E pode fazer isso sem que lhe agrade?

Parece muito perigoso n�o usar a abordagem objetiva.

N�o seja t�o pomposo e dogm�tico!

Sei muito bem que voc� n�o � bobo, mas...

...por que n�o se p�e ao n�vel deles?

...em vez de observ�-los de cima como faz um...

...bot�nico que gosta de besouros? - Garanto que nunca pensei.

Nunca pensou que vestido assim bastaria para assustar os cavalos,

...e n�o falemos das pessoas que tenta ajudar.

Sinto muito.

Devo me desculpar por ser como sou.

Filho de escorpi�o! Tenho uma mensagem para voc�.

Por favor, Sra. Crockett, agora n�o.

- N�o custar� me escutar, escorpi�o. - N�o, em outro momento.

Mas trouxe meu �lbum especialmente para que o veja!

- V� embora, Sra. Crockett. - Mas, n�o quer ver meu �lbum?

N�o, Sra. Crockett. Receio que n�o.

Deveria dar uma olhada.

Sra. Crockett, volte, sim?

Gostaria de ver seu �lbum.

Sabia que mudaria de ideia.

Ser� um prazer para voc�, escorpi�o.

N�o mostro a qualquer um, eu lhe asseguro.

Aqui est�.

Quem?

Clinton Parkes, o pintor.

- N�o ouviu falar dele? - Sim, vagamente.

- Esse � um dos seus quadros. - Muito bonito.

Sim. Lindo, verdade, querido?

Esse � outro. Esse foi na academia.

Sim, acredito.

Imagino que este tamb�m.

Sim, gostava que usasse o cabelo assim.

Seu cabelo?

Sim. Sou eu. Era modelo dele. N�o tinha me reconhecido?

N�o, acho que n�o.

No come�o, claro.

Surpreender-se-ia da quantidade de c�pias que se vendeu deste.

Essa tamb�m � voc�, verdade?

Claro que sim, bobo!

Que � isso?

"Tableaux vivants". Sabe, quadros animados no palco.

Dediquei-me a faz�-los quando Clinton morreu.

- Profissionalmente? - Claro.

Eu era a Madame Clinton Parkes. H� anos no topo.

Pergunte a qualquer um!

Uma rosa inglesa.

� um dos meus favoritos.

Devem ter sido muito bonitos.

Muito bonitos.

Limparei e prepararei todos meus vestidos.

Est�o na Am�rica. Eu os deixei na esta��o.

- Acha que estar�o bem? - Suponho que sim.

Voc� ser� meu empres�rio.

Primeiro faremos uma grande turn�.

J� foi empres�rio alguma vez, escorpi�o?

N�o.

Oh, n�o importa, d� no mesmo Logo aprender�.

Volte outro dia e conversaremos sobre isso, Sra. Crockett.

Voltarei quando a lua mudar, escorpi�o.

Voc� e eu temos que estar unidos.

Adeus, Sra. Crockett.

Que aconteceu?

Ficou velha.

Que se pode fazer?

Escutar, somente. � a �nica coisa que querem.

Algu�m com quem falar. N�o ficar sozinhos.

Em todos os julgamentos h� uma Sra. Crockett.

Acho dif�cil dizer a eles para irem embora.

- Ei, Charlie. - Sim?

- Hoje passei por sua rua. - E da�?

�s nove e quinze. Vi sua m�e.

Manda-lhe lembran�as, Charlie.

Obrigado por nada.

Voltou.

- Quem voltou? - Seu novo pai.

Devolva, Charlie!

Apague esse riso de sua cara!

J� chega, Hooker.

Bem, rapazes. A divers�o acabou! Continuem com o que estavam!

Ser� melhor que chame o agente de vigil�ncia dele.

Se voltar a lhe pegar desgostando sua m�e, quebro seu pesco�o!

E agora, volte ao Borstal, ou onde lhe tenham mandado.

Eu n�o faria isso.

Fico feliz em lhe encontrar, Hooker.

- Quero conversar com voc�. - V� embora daqui!

Estou cansado de lhe seguir, Hooker.

Vou falar com sua m�e.

Escute, v� l� em frente e tome uma x�cara de ch�.

Eu lhe pegarei dentro de uns minutos.

- Como sabe que lhe esperarei? - N�o sei.

Mas imagino que n�o quer voltar aos tribunais,

...e eu tampouco desejo.

Venha.

Procuraremos uma solu��o entre os dois.

Sim?

Quero falar com a Sra. Hooker, se estiver em casa.

- Quem � voc�? - Meu nome � Phipps.

Calma, Tom. � o agente de vigil�ncia de Charlie.

Agente de vigil�ncia, hem? N�o fez muito bem �quele pirralho.

- Se quiser, entre. - Obrigado.

Acabo de ver Charlie, Sra. Hooker.

Lamento o que aconteceu.

N�o sei o que fazer com ele, eu lhe asseguro.

Creio que talvez tenha me enganado com ele.

Talvez haja coisas sobre ele que ainda n�o sei.

N�o para bisbilhotar. Por favor, entenda.

S� pretendo ajud�-lo.

N�o quer se sentar, Sr. Phipps?

Tom, traga outra cadeira e uma x�cara de ch�.

- Gostaria de uma x�cara de ch�? - Sim, gostaria. Obrigado.

Sempre acontece o mesmo.

Temos problemas cada vez que Tom volta do mar.

Entendo. N�o tenho o prazer de conhecer...

- Tom. O Sr. Haines. - Como vai?

Charlie estava muito bem at� que o pai dele morreu na guerra.

Fiquei sozinha com ele.

Tudo ia mal e estava sozinha at� que apareceu Tom.

Claro. Quando foi isso, Sra. Hooker?

Quando foi, Tom?

Que mem�ria! No Natal de 44.

Minha �ltima licen�a na guerra.

- Oh, obrigado. - Sim, foi ent�o.

Foi quando Charlie come�ou a se comportar assim?

Tentei me aproximar do garoto.

Gosto das crian�as e sinto falta das minhas.

Foram com minha esposa, quando me abandonou antes da guerra.

Foi in�til. Sempre se comportou mal estando eu em casa.

E continua igual.

Tom n�o se divorciou, Sr. Phipps.

Por isso est� assim.

Sim, � muito dif�cil para ambos. Isso eu vejo.

Obrigado, foram muito atenciosos.

E obrigado pelo ch�.

Agora tenho que ir conversar com Charlie.

- Um ger�nio muito bonito! - Foi Tom quem plantou.

Verdade? � lindo!

Adeus, Sra. Hooker. E n�o se preocupe muito.

Adeus.

E diga a Sra. Hooker que talvez agora possa ser �til ao rapaz.

Qu�? Que tenho ci�mes desse grande...

- Sim. Ama sua m�e, n�o? - Eu a odeio.

Ela ama muito voc�.

Sim? E por que ele me expulsava de casa quando aquele gorila estava l�?

V� logo. V� brincar com as crian�as, Charlie.

Crian�as... Elas descobriram.

Todos os policiais do distrito me procuravam. Eu a odeio!

Se a odeia, por que voltou em casa quando soube que Tom tinha voltado?

- O motivo n�o foi esse. - Eu acho que sim.

Desde pequeno se incomodou que tenha ocupado o lugar de seu pai.

E essa � sua forma de demonstrar isso. � uma rea��o psicol�gica natural.

- Bem! Estou louco! - N�o, n�o pense isso.

- E por que lhe preocupa? - N�o sei, Hooker.

Deve ser porque goste de voc�.

Sempre disse que voc� era um agente de vigil�ncia muito estranho.

Recebi outro relat�rio da Sra. Sharpe, Norma. N�o est� mal.

N�o poderia conseguir agora que me deixem ir ao baile, senhorita?

Encontrou quem lhe leve?

N�o, mas uma vez l�, � f�cil.

Esse � o problema.

N�o sei que fazer com meu tempo.

Por que n�o vai a um clube juvenil? Encontrar� garotas de sua idade.

Esse � o problema.

Vamos ver como posso lhe tirar desse problema.

Voc� violou as condi��es com seu comportamento no albergue.

- Espera que volte l�? - Claro.

Tenho um emprego. Por que n�o posso estar em casa?

Porque o juiz lhe enviou a um albergue.

Mas se cumprir com seu trabalho e n�o fizer nenhuma bobagem,

...� poss�vel que lhe consiga permiss�o para morar em casa.

Promete?

Est� bem, eu prometo.

Sim, e essa � a condi��o voc� cumpre sua parte.

- Est� bem. - Espere aqui.

Perd�o, s� queria falar com...

- Ol�, Sr. Phipps. - Ol�. - Norma!

Receio que o Sr. Dove foi embora.

S� preciso que me aconselhe em uma coisa.

Sim, claro.

Bem, Norma, volte na pr�xima semana.

- Muito bem. Adeus, Sr. Phipps. - Adeus, Norma.

Senhor! Que susto me deu!

Um cliente de �ltima hora...

�s sextas-feiras, trabalho at� tarde.

- Por que est� aqui? - Curioso!

Eu sou um caso psicol�gico.

Ent�o que est� louco.

Sente-se!

Vou para casa.

Que pressa tem?

Um cigarro?

Sente-se!

Isso.

Qual � seu caso?

Sabe-se todas as respostas antes de lhe dizer. Mas n�o � ruim.

O meu est� louco.

Gosto dele. Sa� com ele uma vez.

- Ah, venha c�! - � verdade.

- Vinho de Porto e tudo! - O velho Chips, um Dom Juan?

Saia daqui!

Bem, n�o sa�mos, na verdade.

- Nos encontramos. - Como?

Isso n�o � da sua conta. Mas eu gosto dele.

N�o � um mau sujeito. Estou estudando isso

A aventura da m�e dele � a chave de sua neurose, obviamente.

Sim, mas tenha cuidado ao explicar isso a Hooker.

N�o vai pensar que � um caso interessante.

Bem, enviarei Hooker ao albergue.

Obrigado.

Bem, Hooker, j� pode...

- Ainda estou aqui, Sr. Phipps. - Sim, eu vejo. Volte ao albergue.

Telefonarei ao diretor para informar.

Norma, pensei que tinha lhe despedido. V� imediatamente.

Sim, Srta. Matty.

- Posso ir tamb�m, Sr. Phipps? - Sim, j� lhe disse.

Lamento o que lhe disse outro dia.

- Fui terrivelmente grosseira. - E tinha toda a raz�o.

N�o toda.

Eu descontei em voc�.

Pelo fracasso que tive com �rsula. Foi algo imperdo�vel.

- Mas, por favor, perdoe-me. - Claro.

Boa noite.

Imagino que n�o vai querer vir jantar algo comigo.

J� � um pouco tarde. Uma x�cara de chocolate e a cama. Sou assim.

Mas gostaria de tomar um drinque.

Oh, bem! Eu tamb�m!

Vinho do Porto?

N�o, obrigada. Para mim, n�o.

Voc� � surpreendente!

Eu diria que sou muito previs�vel.

E deixa uma vida c�moda para ser agente de vigil�ncia?

Eu diria que n�o h� nada de previs�vel. Sobretudo em sua idade.

N�o lance... E voc� o qu�?

Tampouco me parece a t�pica agente de vigil�ncia.

Isso n�o existe.

N�o, suponho que n�o.

Desde quando se dedica a isto, Matty?

Desde 43.

E antes?

Tudo me parece t�o distante!

Mor�vamos em Weybridge. Em uma casa velha.

Mas o jardim chegava at� o rio.

N�o � engra�ado que seja ver�o sempre que voc� olha para tr�s?

Suponho que �ramos uma fam�lia muito convencional,

...mas naqueles tempos era divertido.

N�o havia muitas coisas que nos preocup�ssemos...

...al�m do campeonato local de t�nis.

Acredite ou n�o, jogava muito bem.

Sim, era divertido.

E ent�o a guerra, eu imagino.

Foi pelo que se meteu nisso?

De certo modo, sim.

Mas durante a guerra, dirigia uma ambul�ncia.

At� 43?

Sim.

Tenho que ir embora.

Muito obrigada.

Eu aproveitei um pouco.

Eu tamb�m.

Eu lhe acompanharei at� em casa.

Tem que acertar quatro partidas de cinco.

Nove apostas a seis centavos... Quatro schillings e seis centavos.

Fechem essa...

Oh, � voc�, Sr. Phipps.

- Bom dia, sargento. - Bom dia.

- D�-me a lista de presos? - Sim.

- Hoje tem um bom grupo. - Obrigado.

Quero ver Stevens, por favor.

- Bert, acompanhe o Sr. Phipps. - Obrigado.

Seja bonzinho ou Bert n�o lhe deixar� sair.

Est� bem!

Sr. Phipps.

Por que me enviaram um m�dico?

N�o tenho nada, verdade?

Sente-se, Eric.

O juiz acha que voc� n�o estava bem quando roubou aquele dinheiro.

- Foi por isso. - Oh, mas eu estava bem!

Eu queria ir ao parque de divers�es, eu fico louco!

E isso que n�o ganho nada nunca.

- Talvez algum dia tenha sorte. - Imagino que sim.

Hoje voltar� ante o juiz. Estarei com voc� na sala.

Verei sua m�e. Ela tamb�m estar�.

Obrigado, Sr. Phipps.

- Bom dia, Sr. Phipps. - Bom dia, Albert.

Minha esposa gostou muito dos cobertores que mandou.

- Bom dia. Sra. Stevens? - Sim.

Sou o agente de vigil�ncia no julgamento, Sra. Stevens.

S� queria lhe falar um momento de Eric.

Por favor, sente-se.

Oh, obrigado.

Sei que esteve muito ansiosa, Sra. Stevens.

Mas estou aqui para tentar ajudar seu filho.

- N�o sou um policial. - N�o, senhor.

Sabe que estava pendente de uma revis�o m�dica,

...mas o tribunal quer conhecer seu hist�rico,

...por isso vim lhe ver. - Eric n�o tem nada.

� mais sens�vel que outros jovens. Isso � tudo.

Por isso nunca se adaptou � escola.

Mas quando est� comigo, est� bem. Eu o entendo, sabe.

Claro.

Mas teve problemas de aprendizagem na escola...

N�o compreendem os garotos como Eric.

N�o se incomodam com as pessoas que s�o diferentes.

N�o quero lhe obrigar a dizer algo que lhe cause dor, Sra. Stevens.

Acreditamos que Eric n�o � um ladr�o,

...mas temos que saber por que pegou esse dinheiro.

N�o pretendia fazer isso. Eric nunca faria uma coisa assim.

Mas talvez n�o fosse totalmente consciente do que fazia.

Voc� � igual a todos os outros. Insinua que Eric tem alguma coisa.

� diferente.

Oh, deixe-o voltar comigo! Por favor, deixe-o voltar.

Comigo est� bem. Eu o entendo.

Vamos, Sra. Stevens. Por favor, n�o fique aborrecida.

Tenho certeza de que o tribunal ter� uma postura indulgente.

Mas querem saber seu hist�rico. E agora, sentando-se...

Fale-me sobre ele.

Onde foi � escola? Que trabalhos pode fazer?

Pequenas coisas como essas...

Onde est� Matty? Quero ver Matty.

Oh, vai lhe receber j�.

Muito obrigada. Onde est� Matty? Quero ver Matty.

Vamos, Iris. Oh, entre, Sr. Phipps.

Est� bem, Iris, estarei na sala no dia de sua entrevista.

Obrigada, senhorita.

Dar�o a voc� uma x�cara de ch� enquanto espera.

Ol�!

- �rsula est� l� fora. - Eu sei. Acabo de v�-la.

Creio que viria bem a ela uma temporada na cadeia.

L� n�o teria bebida.

Mas conseguiria algo pior. Notoriedade barata.

Que desculpa pode ter?

� �bvio que nasceu cercada de todas as comodidades.

Quando a guerra come�ou, tinha 17 anos.

Apaixonou-se por um piloto.

Esqueceu-se dos anos da guerra?

Sempre com a sensa��o de que aquela seria a �ltima festa...

Ent�o ele foi morto.

� uma trag�dia, mas o mesmo aconteceu a outras mulheres.

Claro que sim. A milhares de mulheres.

E gra�as a Deus n�o est�o nesse corredor.

Milhares de mulheres fazem suas compras, mas s� levam uma...

...aos tribunais por roubar algo que n�o podia pagar.

Poderia esquecer tudo de muitas maneiras.

Mas teve que escolher a bebida.

Tenho pena.

Sinto muito, Matty.

Receio ter me tornado objetivo novamente.

Pois eu tamb�m serei. Enviarei �rsula a um convento,

...se conseguir a ordem.

Caso n�mero tr�s. Eric Stevens, Merit�ssimo.

Bem, Stevens, negaram-me a acreditar que voc� seja um ladr�o.

Como sabe, um m�dico lhe viu e tenho aqui seu relat�rio.

Como em seu caso se trata de uma prova, tenho que ler para voc�.

Diz:

O hist�rico deste jovem demonstra que � emocionalmente inst�vel...

...e que facilmente confunde a realidade com a fic��o.

Sua instabilidade, junto com esse grau de defici�ncia mental,

...o impede de diferenciar plenamente o que est� bem e o que est� mal.

Se seu estado piorar,

...o que parece prov�vel,

...pode ser considerado demente.

Mesmo que j� tenha 21 anos de idade, sua idade mental � de 11 anos.

Sr. Phipps...

Sim, Merit�ssimo?

Neste caso, concederei a liberdade vigiada durante dois anos,

...com a condi��o que n�o v� a um parque de divers�es nesse tempo.

Fa�a o que puder por esse rapaz.

Sim, Merit�ssimo.

Vamos.

Ou�a, Sr. Phipps, que fez com Ben?

Ben? Que Ben?

- Pollard. Deveria saber bem disso. - Ele foi preso.

Foi solto h� tr�s semanas. Disse-me que estava com voc�s.

- N�o o vimos. - Ent�o continua sendo mentiroso.

- N�o chame meu filho de mentiroso! - Voc� � seu vigilante, n�o?

N�o sei onde est�. E neste momento, n�o posso dizer que me importe.

Bem! Que h� com esse?

Com certeza que n�o se joga de cima!

Claro que sim. N�o � t�o alto.

Ent�o vamos ver! Quero ver!

Est� bem. Vou saltar.

Oh, n�o, Charlie. Pode se machucar.

Quem? Eu?

Sim, voc�, Tarzan. Venha, tomemos sol.

- Ol�, Charlie. - Ol�.

- Quem �? - Uma garota que conhe�o.

Venha, Norma...

Que me importa!

A que horas tem que trabalhar esta noite?

- �s sete. - Oh, � cedo.

Quero deix�-lo.

N�o deixe! Tem que ganhar dinheiro.

Conhe�o outro modo de ganhar.

Que n�o lhe peguem tentando isso!

Olhe a vov�! Quer um cigarro?

N�o est� com frio, verdade?

Boa Norma...

Charlie Hooker...

- Sr. Phipps! - Ol�, Srta. Macklin.

Sr. Phipps, o gato est� morrendo.

N�o prova o leite. Sabe que os vizinhos envenenaram!

Amanh� passarei por l�, Srta. Macklin.

- Irei lhe visitar. Que acha? - Vir�?

Ah, obrigada, Sr. Phipps.

- Tem um minuto, Sr. Dove? - Sim, � j�, Sra. Wilson.

- Demorar� muito, Sr. Dove? - N�o, assim que eu possa.

Faz tr�s noites que Jimmy n�o vem para casa, Sr. Dove.

Verei que posso fazer, Sra. Evans.

- Sr. Dove... - Depois.

Oh, Sr. Dove.

- Receberei voc�s quando puder. - Sr. Dove...

- Sim, assim que eu puder.

Que diabo faz aqui?

Bom dia, Matty.

Imagino que os m�dicos s�o uns incompetentes.

Eles n�o sabem o que est�o fazendo, hem?

Um homem est� t�o bem como se sente.

E como voc� se sentiu na sexta-feira quando lhe mandamos para casa?

Mas estou bem. N�o era nada. Eu juro.

J� sabe o que o m�dico disse: Tr�s meses de descanso.

E que diabo faria durante todo esse tempo?

Sim? Entre.

O caso foi adiado. Brown no n�mero dois.

Sim, irei imediatamente.

- Bom dia. - Outra vez n�o, Joyce.

Por que n�o procura um emprego normal?

Qu�? E pagar impostos?

Entre, Sra. Meath.

N�o sei por que fiz, Srta. Mathieson. N�o precisava...

N�o gostaria de seu trabalho por nada do mundo.

Bom dia, Sr. Phipps.

Qu�? Outra vez?

S� alguns dias at� que eu encontre hospedagem.

Isso est� se transformando em um h�bito.

J� n�o ser�. Estou farto. Podem lhe conceder a separa��o.

- E desta vez falo s�rio. - � muito dominante.

Bem, Hooker, entre.

Filho de escorpi�o! Eu mudei de lua. Marte est� no ascendente.

Mais tarde, Sra. Crockett.

Tomaremos uma boa x�cara de ch�. Vamos, Hooker.

Vamos p�r um neg�cio!

Que n�o se repita, Sra. Meath. Volte na semana que vem.

Sim. Obrigada, Srta. Mathieson.

Norma, n�o esperava lhe ver esta semana. Aconteceu algo?

- Hooker, como vai o emprego? - Muito bem.

Ou�a, cumprir� sua promessa?

Disse que me tiraria do albergue se me comportasse bem.

- Sim, verdade. - E cumpriu?

Sim, na companhia de transportes est�o muito contentes.

Que voc� faria se eu lhe prometesse uma coisa e n�o fizesse?

Escute...

Meus amigos sa�ram da cadeia. Eu continuo com minha condena��o.

- Voc� havia me prometido! - Cale-se!

O juiz que p�s a condi��o que morasse em um albergue,

...foi transferido para outro tribunal. - E da�?

Poderia falar com o Sr. Pyke...

- Aquela velha raposa? - O Sr. Pyke n�o � um...

O Sr. Pyke � um magistrado s�bio e com muita experi�ncia.

Tenho certeza que dar� sua permiss�o.

Quer dizer que posso procurar casa?

Bem, sim, n�o vejo por que n�o.

Obrigado, Sr. Phipps. Muito obrigado!

O que eu ouvi sobre Norma e seu menino de olhos azuis?

N�o sei, o qu�?

Querem se casar.

Bem, bem! Desejo-lhes muita sorte.

N�o aprovar� isso, verdade?

Sim, aprovo. N�o v�? � bem o que Hooker precisa.

Hooker? E que me diz de Norma?

Tamb�m ser� bom para ela.

- � o melhor que podia acontecer a eles. - Eu n�o aprovo. Na sua idade!

N�o impe�a isso, Matty.

Encontraram-se. � a primeira coisa aut�ntica que acontece em suas vidas.

Se voc� proibir, ser� um golpe duro para eles, e isso n�o lhes far� bem.

Mas Hooker est� no albergue.

Falarei com Pyke para ajeitar isso.

Diverte-se fazendo-se de cupido!

Sim, verdade.

E al�m disso, tenho raz�o, n�o?

Escute, Norma, pequena idiota.

N�o aprovo isso em absoluto.

E seu pai? Que dir�?

Aceitou. Fica feliz de que me tirem de suas m�os.

E como acha que viver�o?

Os dois temos trabalho.

Sim, tudo est� muito bem...

Entendo os sentimentos de voc�s, mas...

...� repentino demais.

Deveriam se conhecer melhor antes de pensar em se casar.

Sim, senhorita.

Norma...

Est� bem.

Fala s�rio?

Ao Sr. Phipps parece uma boa ideia.

- Talvez tenha raz�o. - Oh, Srta. Matty!

Pare. Ter� muito tempo para chorar depois que tiver casado.

Tome. Para que compre alguma coisa.

E que seja algo �til. Um pano de cozinha ou algo assim.

Oh, obrigada, senhorita!

E agora v� embora antes de que me fa�a chorar.

Podemos fazer!

Vamos. Obrigado, senhorita!

Ol�, Matty.

Que houve?

Estou coberta de flores de laranjeira?

Claro que n�o.

Pois deveria, depois de tudo o suco de laranja � que eu bebi...

Os bares abrem e passo pela frente deles sem olhar.

Oh, fico feliz! Sente-se.

- Pegue um cigarro. - Obrigada.

- N�o gostaria de uma x�cara de ch�... - Sim, gostaria.

Eu lhe surpreendi, hem?

Entre.

� uma bobagem gastar gastar em boas cal�as.

...quando a �nica coisa que se v� � a metade superior. N�o �?

Sim, senhor, � verdade.

Bem, que deseja?

Trata-se de Hooker.

O Sr. Quayle o deixou comigo em liberdade vigiada antes de ir.

E acho que agora seria melhor anular a ordem de que more no albergue.

Pois eu n�o, Sr. Phipps.

Mas se analisar o caso...

Analisei, Sr. Phipps.

Se eu tivesse tratado desse jovem no come�o, teria ido ao Borstal.

Talvez, senhor, mas a verdade � que foi para um albergue.

O albergue j� fez seu trabalho e se continuar nele, pode piorar.

E se o soltarmos volta � companhia dos velhos amigos dele,

...pode piorar muito mais r�pido.

Eu prometi ao rapaz...

...que se comportando bem...

N�o tinha esse direito, Sr. Phipps.

Tinha certeza que o Sr. Quayle aceitaria minha recomenda��o...

Talvez, Sr. Phipps.

Mas acho que sua recomenda��o est� errada.

Bom dia.

Se me permite dizer, o senhor, n�o viu esse jovem.

Eu o conhe�o muito bem. Existe a possibilidade...

De que me engane? Existe.

Nenhum juiz tem o dom da infalibilidade.

Por outro lado, tenho um pouco mais de experi�ncia, n�o �?

Hooker continuar� no albergue at� o fim se sua liberdade vigiada.

Bom dia, Sr. Phipps.

- Sim, mas senhor... - Isso � tudo.

Bom dia.

N�o sabe quanto me alegro.

Assim n�o ter� que me aguentar muito tempo.

Que diabo faria sem voc� gloriosa ovelha negra?

Eu administraria.

- Oh, perdoe-me. - Sou eu, Sr. Phipps.

Santo Deus! � �rsula!

At� a pr�xima semana, Matty.

N�o teria reconhecido.

Sou uma boba, mas acho que essa jovem se recuperar�.

Isto chegou para sua distribui��o.

Problemas com Pyke?

N�o quer anular a ordem.

Tenho que dizer a Hooker que deve continuar no albergue.

Maldito Pyke! Maldito Hooker! Malditos sejam todos!

Hooker, est� aqui seu agente de vigil�ncia. No escrit�rio.

Pronto, pessoal. A partir de hoje, n�o contem comigo.

Ol�, Sr. Chips. Esperava que viesse.

Encontrei casa perto do trabalho.

S�o 18 schillings por semana, ent�o economizarei dinheiro.

Tenho m�s not�cias para voc�, Charlie.

- Falei com o Sr. Pyke. - E...

Bem,

...tem que continuar aqui at� o fim de seu per�odo de liberdade vigiada.

- Mas me prometeu. - Sei que fiz isso, mas...

N�o havia nenhum "mas" que eu me lembre.

Prometeu me tirar daqui se me comportasse bem, e eu cumpri!

Pergunte ao diretor!

Eu sei, Charlie.

Fiz tudo que prometi, � a �nica verdade.

N�o, n�o � a �nica, Charlie...

Voc� zombou. Eu me recuperei e zombou de mim.

Est� bem, Charlie, eu falhei. E sinto muito.

Mas tamb�m h� Norma. N�o falhe com ela.

Norma?

- Que quer dizer? - Tamb�m se modificou.

N�o foi f�cil para ela.

Mas ter voc� dado a ela algo que vale a pena. N�o falhe com ela.

Ficar� como uma louca quando disser a ela que n�o podemos nos casar.

Ser�o s� tr�s meses.

E poder�o se casar com a b�n��o do Sr. Pyke.

- Qu�? Esse velho... - J� chega, Charlie.

Ent�o temos que continuar assim... Tendo que olhar sempre a hora.

Tenho que voltar ao trabalho. Tenho que voltar ao albergue.

- S� ser�o tr�s meses, Norma. - Isso � o que pensa.

Esse idiota e suas promessas!

O velho Chips n�o � mau. N�o foi culpa dele.

Defende-o agora!

A culpa de que n�o possamos nos casar n�o � minha.

De que valeu tudo?

Olhe o que conseguimos melhorando!

N�o podemos estar juntos. N�o temos dinheiro.

Esque�a disso, Norma. Vamos tomar um ch�. Ainda tenho tempo.

Ch�!

Ou champanhe ou nada, suponho.

Um bom come�o para o que viveremos a partir de agora.

- Que mais posso fazer com meu sal�rio? - Nada. Esse � o problema!

Ol�, Norma.

Jordie!

Quando saiu?

Ontem. Venha tomar um drinque.

N�o.

Por que n�o?

Agora tudo � diferente.

Ah, sim?

Mas n�o impede que dois velhos amigos tomem um drinque, n�o?

Digo que tudo � diferente!

N�o, para mim n�o �.

Cresceu enquanto eu estava na cadeia.

Que tem feito, Norma?

Foi ao baile?

N�o me permitem.

Oh, entendo.

Transformaram voc� em uma boba, n�o?

Sim.

Pobre Norma. Que vergonha!

Que vergonha!

Adeus, Charlie Hooker.

Bom dia, Srta. Macklin.

Oh, Sr. Phipps. Que agrad�vel surpresa!

Entre, entre!

Esta � minha pequena sala.

Muito confort�vel. � onde guardo todas as minhas coisas.

Tudo o que meu querido pai deixou.

Sim. Tem uma grande cole��o.

Imagino que � seu gato.

Fico feliz em v�-lo t�o cheio de sa�de!

E por que n�o deveria estar cheio de sa�de o pobre Bertie?

Os vizinhos do lado n�o tentam envenen�-lo?

Que coisas t�o estranhas pode pensar!

N�o me disse que seu gato corria perigo por culpa de seus vizinhos?

Por que acredita que querem envenenar Bertie?

S�o muito amigos dele. N�o � verdade, Bertie?

Ent�o est� tudo bem. Srta. Macklin.

N�o tem por que se preocupar.

Se me der licen�a, tenho que ir embora.

Tenho que fazer duas outras visitas.

Olhe que acredita que algu�m queria envenenar Bertie...

Oh, Sra. Northgate, quero lhe apresentar o Sr. Phipps.

Acaba de me dizer algo muito engra�ado.

Sabe que lhes acusou de querer envenenar o pobre Bertie?

Oh, bem!

N�o quis dizer nada diante deles para n�o ferir seus sentimentos.

Mas n�o � Bertie quem querem envenenar, sou eu.

Quatro horas e meia.

- Ganhamos um drinque. - J� levam bastante a bordo.

Qu�? Isso? Forte demais. Vem, Charles?

N�o, tenho um compromisso.

- Quando descarregamos, chefe? - Ter� que ser amanh�.

Adeus. Adeus, Jim. At� logo.

- Leve-o para cima, sim? - Muito bem.

Charlie!

Charlie, lamento o de ontem � noite. Verdade que sim!

Tenho um presente para voc�. Dez Libras.

- Podemos nos divertir com elas. - N�o quero me divertir.

Ontem � noite queria.

Estava enjoada. Isso � tudo.

Sim...

Charlie, de onde tirou esse dinheiro?

- De uns amigos. - Por qu�?

Por fazer um servi�o para eles.

Que quer dizer?

O caminh�o que acabo de trazer est� cheio de u�sque.

N�o, Charlie, n�o deve.

N�o pretendia dizer o de ontem � noite.

Estava louca. Quero continuar como agora. Tudo melhorar�.

N�o precisamos de dinheiro f�cil.

Eu amo voc�, Charlie. Amo de verdade.

Nunca tinha falado desse modo.

Devolva o dinheiro.

- Est� bem, Norma. - Oh, Charlie!

V� encontr�-los agora. Eu espero em casa.

N�o me meterei nisso pela garota.

- N�o quero problemas. - Est� bem.

Ol�, Charlie.

Ol�, Buck.

Que � isto?

As dez Libras. Eu n�o as quero.

A que vem?

N�o me meterei nisto.

J� se meteu, Charlie. Como se chega a esse u�sque?

N�o lhes direi nada mais.

Escute, Charlie, querido. Ontem � noite nos contou muito.

E levou a grana.

Dai. Eu estava errado na noite passada. Eu estava puto.

Tinha discutido com minha garota. Sejam bonzinhos, rapazes.

Vamos nos casar e prometi a ela...

Est� bem, Charlie. Mande-nos um peda�o do bolo.

- Obrigado! - Oh, para ambos.

Muito obrigado!

- Ei, � Charlie Hooker? - Sim, por qu�?

S� queria lhe avisar. Afaste-se de Norma.

De Norma? Quem � voc�?

- Jordie Bennett. - E da�?

Estive na cadeia.

Esperamos muito tempo pela noite passada, Norma e eu.

� verdade?

N�o sei! Nunca o havia visto!

Venha tomar um drinque.

- � verdade? - Foi sua garota. J� conhece.

Que houve?

Voc� devolveu?

Que houve, Charlie?

- N�o esteve com ele, verdade? - Com quem?

Com Jordie Bennett.

Quem lhe disse?

Ele. N�o � verdade, n�o �?

Que lhe disse?

Que ontem � noite esteve com ele e...

N�o, Charlie, n�o foi assim, eu juro!

S� tomei um drinque com ele. Eu o deixei no clube.

- Espera que eu acredite? - Tem que acreditar. Eu o odeio!

- Esteve com ele, n�o? - Sim, mas...

Hoje n�o far� nada com ele.

N�o, Charlie, n�o!

Charlie!

Tomemos um drinque. Depois falaremos de neg�cios.

- Pensei que tinha ca�do fora! - Posso mudar de ideia.

Claro.

Ol�, Charlie.

- Ol�, Sr. Phipps. - Fico feliz em lhe encontrar.

Disse a Norma sobre o albergue?

Sim. Eu disse a ela. Norma e eu terminamos.

N�o importa, Sra. Meath. Tem que vir uma vez por semana.

Sinto muito, Srta. Mathieson. De verdade.

Apresente-se amanh� �s seis horas.

Sim, Srta. Mathieson.

Ol�, Sr. Chips.

Oh, ol�, Matty.

Algum problema?

N�o estou muito feliz com Hooker. Voltou com os amigos dele.

- Isso � ruim - Disse-me que Norma e ele terminaram.

Esse � o problema.

Olhe, tenho que fazer uma visita perto de Norma. Por que n�o vem?

Adoraria.

�s vezes me pergunto se somos �teis para eles.

Vamos, Norma, do que se trata?

Ontem � noite estive com Jordie Bennett.

N�o sei com Charlie soube, mas soube, E pensa...

Oh, Sr. Phipps! Tem que det�-los!

Deter quem?

Charlie trouxe um carregamento de u�sque.

Ele e os amigos v�o roub�-lo. Tem que det�-los!

Venha, Norma, querida. Tenha calma!

Tem raz�o. Devemos det�-los antes de que fa�am isso!

- Se sair mal, ser� c�mplice. - Eu me arriscarei.

- Aonde vai? - Procurar Hooker.

N�o devia permitir que o Sr. Phipps fosse!

- Devia chamar a pol�cia. - Que quer dizer?

Charlie n�o sabe, mas Jordie est� com eles.

Tem uma arma. J� utilizou. Utilizaria em qualquer momento.

- Em que dire��o? - L� em cima.

A que horas Jordie chegar�?

Quando estivermos preparados.

Vamos. N�o temos a noite toda!

Este � o que tem o u�sque.

Est� bem, vamos l�.

Que est�o fazendo?

Sr. Phipps!

� um idiota, Hooker! Quer passar sua vida na cadeia?

- Fique onde est�. - Bem, Evans, voc� me conhece.

Voc� tamb�m, Wilson. Deixe isso j�.

Quem � voc�?

Vamos embora!

� muito arriscado descarregar!

Tem raz�o. Levaremos tudo. Siga-me no carro.

Vamos embora!

Pol�cia! Vamos! Pare!

N�o podemos deix�-los l�. Delatariam.

Vamos!

Vamos! Deixe-o!

- Sr. Phipps, v� embora! - N�o penso ir.

Se a pol�cia nos pegar, estamos perdidos.

R�pido, atr�s destes caminh�es!

Venha!

- � culpa sua e de Norma. - Hooker, engana-se com Norma.

- Quero que saiba disso! - Cale-se!

Por que se preocupa com voc�?

Por que todos temos que nos preocupar por um teimoso?

N�o sei, mas ela se incomodou.

Ela ama voc�, Charlie. N�o sei por que, mas ama voc�.

Solte-me!

Vir� em sil�ncio?

Posso explicar quem sou!

Poder� explicar ao juiz!

- Meu nome � Phipps. - Muito bem, Phillips, mexa-se.

Sempre disse que era um agente de vigil�ncia muito estranho.

Vamos!

� uma hist�ria muito original, Sr. Phipps.

Realmente excede minha experi�ncia.

No entanto, parece-me que n�o teve um culminar muito digno.

E voc�?

N�o, senhor.

Fico feliz que estejamos de acordo.

Sei que falhei e apresento minha demiss�o.

N�o me diga.

Bem, todos os agentes de vigil�ncia t�m o direito de fazer isso.

Se me permite, gostaria de lhe pedir que trate Hooker com indulg�ncia.

Oh, bem! Espero que n�o tente ensinar minha profiss�o outra vez.

N�o, senhor. Tinha toda raz�o.

Nunca devia prometer a ele que sairia do albergue.

Agora entende, n�o?

Sim, senhor, e por ter feito isso agora se encontra em um aperto.

� um bom rapaz, senhor...

Parece ter falhado!

N�o, senhor. Com todo respeito, eu falhei com ele. A culpa foi minha.

Pe�o-lhe encarecidamente que seja indulgente com ele.

Parece muito interessado por esse jovem.

Parece-me que voc� quer aliviar sua consci�ncia, Sr. Phipps.

� apenas que gosto do rapaz, senhor.

E tenho f� nele. E...

Sim, Sr. Phipps?

Bem, eu...

Por favor, n�o gagueje.

Eu disse tudo o que podia.

Muito bem, Sr. Phipps.

E agora tenha a gentileza de permitir que continue meu trabalho.

Sim, senhor.

Vamos! Tem que se acalmar!

Minhas queridas bandeirinhas, Matty.

Tudo para nossos amigos bobos.

Que fez com o dinheiro?

O dinheiro. Onde est�?

Eu fixei bandeirinhas em todos eles. Nos velhos. Em todos.

Quis ajudar nossos amigos bobos.

Gastou embebedando-se.

S� foi um drinque, Matty.

Eu tamb�m me sinto como uma boba.

Oh, boba! Olhe para ela? Olhe para ela!

Leve-a com as outras b�badas. N�o posso fazer mais!

Venha comigo, jovem.

Matty. Quero ficar com Matty. Sinto-me como uma boba!

Vou me demitir, Matty.

Demitir? E Hooker? N�o � o caso que come�a agora?

Sim.

Mas n�o suporto estar presente na morte.

N�o pode se demitir agora.

Hooker ir� para a cadeia.

Mas, e os outros?

Os que conseguiu melhorar, os que chegaram a lhe conhecer!

� in�til, Matty. Eu deixo.

Ser� melhor que diga isso ao Sr. Dove.

Sim.

Vim me despedir, Sr. Dove.

Matty me disse.

Bem, teria que acontecer.

Mas n�o estou t�o mal de sa�de como os m�dicos disseram.

Gostaria de continuar algum tempo mais, mas v�...

Mas voc� e Matty atender�o meu pessoal, verdade?

Aos que nos fazem perder tempo tamb�m.

Ser�o pacientes com eles?

Estive revisando meus arquivos.

Aqui h� um relat�rio completo sobre todo o meu povo.

Quero lhe dar isto, se a aceitar.

Sei que sou um bobo e sentimental, mas guardei tantos segredos...

E sabe, de certo modo,

...esta velha pasta foi minha vida.

Tantas pessoas entraram e sa�ram dela.

Tantos velhos amigos. Tantos...

L� vai o velho Dove, com sua pasta de m�sico.

Um dia qualquer um dir�: L� vai o velho Chips...

Johnson, o caso adiado. No n�mero dois, Sr. Dove.

Obrigado.

Johnson � seu, n�o?

Sim. � isso...

Bem, n�o quero lhe entreter...

Eu fico, Matty.

Fica?

Podem me expulsar, se quiserem, mas at� que fa�am isso...

N�o far�o isso.

Fico feliz que fique, Sr. Chips.

Eu tamb�m, Matty.

Voltei com minha senhora,

...e pensei que gostaria de saber. - E estes s�o Regunald e Elaine.

V� ao que me refiro? Ela � muito dominante.

N�o demorarei. Tenho que ir ao julgamento.

Sr. Phipps. Deixaram de me envenenar.

- Oh, fico feliz. - Agora utilizam g�s.

Visite um m�dico, Sra. Macklin.

� a esposa do m�dico quem faz isso!

Filho de escorpi�o,

...nosso destino est� unido. Amanh� viajaremos pelo mundo.

Falaremos quando sair do julgamento, Sra. Crockett.

Sr. Phipps, queria lhe perguntar outra vez...

Receberei todos daqui a pouco. Agora n�o posso.

- Oh, Sr. Phipps, quero... - N�o demorarei, Sra. Stevens.

Portanto, em seu caso, Hooker, decidi n�o lhe mandar para a cadeia.

Seu agente de vigil�ncia influiu em mim para tomar esta decis�o.

Pode agradecer muito a ele.

Prolongarei seu per�odo de liberdade vigiada seis meses, mas...

...seguindo o conselho do Sr. Phipps,

...n�o exigirei que more no albergue.

Espero que a confian�a que tem em voc�, seu agente...

...n�o seja infundada.

O pr�ximo.

Charlie!

Hooker, liberdade vigiada prolongada seis meses.

Voc� � o pr�ximo, Johnson. Venha, Hooker.

Caso n�mero cinco, Johnson, Merit�ssimo.

O caso que adiou na semana passada, Merit�ssimo.

Ah, sim. Eu me lembro.

O agente de vigil�ncia est� na sala?

- Sim, Merit�ssimo. - Ah, Sr. Phipps.

Vejo que continua conosco!

- Sim, Merit�ssimo. - Bem, bem.

Tenho certeza que saber disso � um al�vio para todos.

Obrigado, Merit�ssimo.

Que tem a me dizer sobre este caso, Sr. Phipps?

Creio que o adiei para que voc� fizesse suas indaga��es.

O rapaz passou muito mal em casa, Merit�ssimo,

...onde a influ�ncia moral n�o � boa,

...misturou-se com um grupo de jovens.

Alguns dos quais t�m antecedentes penais.

Mas parece lamentar sinceramente o acontecido

...e promete que n�o voltar� a acontecer.

Creio Merit�ssimo, que a confian�a que depositemos nele,

...estar� justificada. Eu acredito nele.

Tradu��o das legendas: PARENTE - SERGIPE - BRASIL - 2

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