All language subtitles for Karhozat (Damnation-1988) Hungarian Magyar-Bela Tarr

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Original subtitles

Estrelando

Um filme de

M

MO

MOV

MOVI

MOVIM

MOVIME

MOVIMEN

MOVIMENT

MOVIMENTO

MOVIMENTO C

MOVIMENTO CI

MOVIMENTO CIN

MOVIMENTO CINE

MOVIMENTO CINEM

MOVIMENTO CINEMA

MOVIMENTO CINEMA L

MOVIMENTO CINEMA LI

MOVIMENTO CINEMA LIV

MOVIMENTO CINEMA LIVR

MOVIMENTO CINEMA LIVRE

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DANA��O

Me deixe entrar!

Para qu�?

Me deixe entrar!

Andei pensando as coisas.

As pessoas precisam aprender a tomar suas pr�prias decis�es.

Estou ficando aqui com minha fam�lia.

Vou tentar fazer com que nossa filha

Seja diferente de n�s.

Ela ter� uma vida diferente.

N�o precisaremos explicar para ela.

Me deixe entrar!

V� embora!

Por que n�o pode me amar?

Eu te amo e sabe disso.

Voc� n�o tem nada a perder, Karrer.

Tudo que est� em risco � sua pr�pria pele.

Olhe ao seu redor.

Voc� frequenta 5 bares podres por dia.

Desmaia em seu beliche toda noite.

Est� na hora de voc� sair daqui por um tempo.

O que me diz?

N�o pode continuar bebendo conhaque barato para sempre.

Isso serve apenas para te insensibilizar.

Destr�i seu c�rebro e incha seu f�gado.

Conheci um velho mendigo cujas m�o tremiam tanto

que amarrou um cachecol em seu pulso para levar o copo at� a boca.

Ele n�o ficou por aqui muito tempo.

Nunca estive no exterior. Uma mudan�a me faria bem.

V� at� este endere�o,

apanhe o pacote e traga aqui.

Voc� ganha 20% para custos de viagem.

Deixe um pouco mais tentador para mim.

� apenas isso que ganha.

N�o � pelo dinheiro.

Mas n�o tenho vontade de sair daqui.

Voc� que sabe. Queria ajudar...

E se...

Conhe�o uma pessoa

Que buscaria o pacote,

pelos 20%.

Mais gasolina.

Gasolina? Voc� nem sabe dirigir.

Estou falando de outra pessoa.

N�o posso confiar em qualquer um.

Nem eu.

Est� acabado

Tudo acabado

Fim

N�o haver� outro

N�o ser� bom

Outra vez

Nunca mais

Talvez nunca mais

� como um pesadelo

Tudo isso

Talvez

Onde haver� algu�m novo?

De onde ele vir�? Se vier

Ou n�o vir�

nunca mais?

Talvez nunca mais

Aceite-me ou deixe-me � tudo que tem

Que se pode fazer?

Voc� perdeu as palavras

Por�m, n�o pode ir

Est� acabado h� muito tempo

� bom que exista utopia

Bom saber

N�o ficarei aqui muito tempo

Aceite-me ou deixe-me

Diga, querido, por que?

Terminar agora?

E n�o haver� outro

N�o ser� bom

Outra vez

Talvez nunca mais

Ele tem minha alma/

As coisas seguem seu caminho

Sem ele Este mundo � �rido

Com ele A vida � plena e feliz

Tonto

Nunca mais

Talvez nunca mais

Est� acabado

Tudo acabado

N�o h� final

Nenhum final agora

N�o pode desaparecer

E n�o desaparecer�

Nunca mais

Nunca, talvez

Talvez nunca mais

Deixe minha esposa em paz!

Voc� est� entendendo errado.

Entendo. Tudo bem.

A pr�xima vez que te encontrar aqui.

Quebro seu pesco�o.

Ele � completamente louco.

Aceite meu conselho,

E n�o saia procurando confus�o.

V� para casa agora e durma.

Apenas ir�o te meter em confus�o.

Essa mulher �...

uma bruxa.

E seu marido est� sem sa�da.

Nunca se safar�, n�o com todas as d�vidas que tem.

� o que acontecer� com quem mexer com aquela mulher.

Ela � uma sanguessuga.

um p�ntano impenetr�vel.

que te atrai e te engole.

Este � o triste final de tudo, filho.

Abotoe seu casaco direito.

Nunca se sabe com esse tempo.

A n�voa entra pelas cavidades, para dentro dos pulm�es.

se deposita em sua alma.

Saberemos ao que se apegar quando este mundo explodir.

boca a boca, cora��o a cora��o, estrela a estrela.

N�o haver� vergonha mais e o v�u ser� retirado.

Estou falando do v�u de Maya.

Que obscurece nossas mentes.

Gorgey era um grande estrategista.

ele disse � Paskevich:

''Olha, se quiser matar h�ngaros, o fa�a com uma guerra interna.

''Tudo que pe�o � um milh�o.

''E a minha honra?

''Quem seria testemunha?

''Quem iria saber?''

� verdade...

Poderia oferecer isto para um outro mas pensei em voc�.

A viagem � apenas tr�s dias.

Pega o pacote e o traga de volta.

- Quanto? - 20%.

Tudo bem.

Desta forma, ser� uma agrad�vel hist�ria familiar.

Mas terminar� como qualquer outra hist�ria

Porque hist�rias terminam mal.

Hist�rias s�o todas, hist�rias de desintegra��o.

Os her�is sempre se desintegram.

E se desintegram sempre da mesma forma.

Caso contr�rio,

N�o seria desintegra��o, mas renascimento.

E n�o estou falando de renascimento mas de desintegra��o.

Desintegra��o irrevog�vel.

portanto, o que est� para acontecer aqui

� apenas uma forma de ru�na entre as milh�es que existem.

e se te colocarem na cadeia devido as suas d�vidas,

n�o conte com uma ru�na tempor�ria.

Pois esta ru�na � sempre final

como a ru�na geralmente �.

Ao mesmo tempo,

talvez haja uma maneira de impedir esta ru�na.

principalmente com dinheiro, e n�o bancando o her�i.

Talvez uma s� fenda consiga ser tampada...

Eu gosto da chuva.

Gosto de ver como a �gua cai pela janela.

Sempre me acalma.

N�o penso em nada, apenas vejo a �gua cair.

N�o estou preso a nada. N�o mais.

N�o dependo de ningu�m.

Vou-me embora.

Pois nada � est�vel aqui.

N�o posso confiar em ningu�m.

Sei que estou s�. Sei bem.

Mas n�o posso desistir E n�o vou desistir.

as multid�es das grandes cidades me aplaudir�o. Serei triunfante.

N�o deixarei que os outros me arrastem

Deve-se voltar � beleza.

Redescobrir a vida.

A alegria das grandes coisas.

O sabor de vit�ria e sucesso.

E a� � que falhou.

Porque desistiu.

matou o amor e a dec�ncia que havia em voc�.

Terminar� mal.

Porque n�o se pode viver sem amor e dec�ncia

pode ser que realmente seja mais forte que eu

N�o sabe do que sou capaz.

E n�o posso.

Conhece o velho Testamento, jovem?

''embora soprem a trombeta

e deixem tudo preparado,

ningu�m ir� � batalha, pois minha ira est� sobre a multid�o.

Fora est� a espada, Dentro a peste e a fome.

Aqueles no campo morrer�o pela espada,

aqueles na cidade ser�o devorados pela fome e pela peste.

Todos que sobreviverem e escaparem, ir�o �s montanhas,

gemendo como as pombas dos vales,

cada um por seus pr�prios pecados.

m�os ficar�o moles, joelhos fracos como a �gua.

o horror cair� sobre eles.

jogar�o sua prata nas ruas

seu ouro ser� impuro.

seu ouro e prata n�o os salvar�o no dia da ira do Senhor.

n�o poder�o satisfazer sua fome ou encher seus est�magos com eles,

pois os fizeram cair no pecado.

viro minha face para eles,

e profanam meu lugar sagrado.

a terra est� ensanguentada e a cidade cheia de viol�ncia.

trago a mais perversa das na��es

para tomar posse de suas casas.

quando o terror chegar,

buscar�o paz, mas n�o haver� nenhuma.

buscar�o a vis�o do profeta

os ensinamentos da lei do sacerdote haver� desaparecido.

assim como os conselho dos idosos.

As m�os das pessoas das terras ir�o tremer.

os tratarei de acordo com suas condutas

e pelos seus pr�prios crit�rios os julgarei.

e ent�o saber�o...

que eu sou o Senhor''.

Voc� tem que ir. N�o vou te impedir por mais tempo.

- Vamos jantar fora. - Nossas contas est�o acertadas.

N�o h� nada para voc� aqui.

N�o entendo.

O que n�o entende?

Ainda n�o entendo.

um dia entender�.

Quero entender agora.

- Ent�o entenda agora! - Mas n�o entendo.

um dia entender�.

Vamos sair para jantar.

Me largue!

seu nojento!

Acalme-se!

voc� n�o vai se safar! De jeito nenhum!

Ir� apodrecer como um rato!

- Voc� est� completamente louca! - Me deixa em paz!

Deixe-me ir!

- Acalme-se! - Saia daqui!

- Me deixe em paz! - Pare com isto!

Deixe-me ir! Saia daqui!

- Me deixa em paz. - Me ou�a!

- Desculpe-me. - Estou farto de voc�.

Eu n�o queria te machucar. Pare ou eu te mato!

Me deixa em paz!

Eu n�o queria te machucar. Voc� sabe que n�o.

Fique longe de mim.

Voc� tem raz�o sobre tudo.

Eu admito que voc� est� certa sobre tudo.

Voc� sabe que eu te amo.

Eu n�o posso mentir para voc�. Eu irei mudar.

Eu prometo que irei mudar, mas voc� ter� que me ajudar.

Me bata se voc� quiser...

Quando voc� olhou para mim ontem,

me dei conta de algo.

percebi que, entre voc� e um mundo sempre fora de alcance,

h� um estranho e vazio t�nel.

Eu n�o conhe�o ningu�m mais que conhece esta estrada.

Voc� est� esperando sozinha na entrada do t�nel.

porque voc� conhece algo que eu nem mesmo posso dar um nome.

algo t�o profundo e cruel

que eu jamais entenderei.

Eu me dei conta que eu nunca vou poder me aproximar deste mundo.

Eu apenas posso desej�-lo, porque est� oculto sob uma luz e um calor

que n�o posso suportar.

N�o sou capaz de crer nisso, nem de renunci�-lo

Ontem eu percebi que havia cometido um grave erro.

Se eu te perdesse,

seria o meu fim irremedi�vel,

pois eu nada sei sobre esse mundo inef�vel.

e como voc� faz parte dele,

voc� me guiar� nele. Isto nunca pode mudar.

Por favor n�o me rejeite.

Deixe me v�-la e eu farei qualquer coisa para voc�.

Chute-me, cuspa em mim e eu irei voltar outra vez.

para voc� chutar e cuspir novamente.

Porque voc� tem raz�o,

a absoluta raz�o.

E eu realmente te amo.

Voc� vai ficar a� parado?

Eu sento � janela e observo completamente em v�o.

Por anos e anos eu estive sentado l�,

e algo sempre me disse que enlouqueceria num instante

Mas eu n�o enlouqueci num instante,

e eu n�o tenho medo de enlouquecer

porque o medo da loucura poderia significar

que teria de me apegar a algo.

No entanto, n�o me apego a nada.

N�o me apego a nada, mas tudo se apega a mim.

Eles querem que eu os olhe.

Para olhar para o desesperan�a das coisas

olhar para um vira-lata do lado de fora da minha janela,

sob um c�u de peltre na chuva torrencial

que caminha at� uma po�a e toma sua �gua.

Eles querem que eu olhe o esfor�o desprez�vel

que todos fazem ao tentar falar

antes que caiam dentro da sepultura.

Mas n�o h� tempo, pois j� est�o caindo.

E eles querem que essa irreversibilidade das coisas me enlouque�am

mas no pr�ximo segundo eles n�o querem que eu enlouque�a.

Uma vez eu quase falei sobre isso com uma mulher.

Eu a contei que a odiava, que eu nunca a tinha amado.

Eu j� n�o a odiava assim como eu nunca a amei.

Eu queria saber se faria sentido dizer isso.

Eu a contei que eu odiava sua ternura, sua fidelidade

seu ser t�o elegante e preciso.

Eu estava revoltado com a confian�a cega na qual ela se prendeu a mim.

ela olhou para mim com desaprova��o

e foi para esquentar meu jantar.

Eu apenas fiquei ali parado gritando.

Por tr�s dias, nos ficamos em casa. ela continuava a andar atr�s de mim.

Ela come�ou a chorar apenas no segundo dia.

ela chorava em sua camisola.

Ela n�o solu�ava, apenas choramingava. lamentando-se, im�vel.

Ent�o ela se arrastou para um canto e n�o se movia.

Eu estava olhando para sua camisola.

Tudo que eu vi foi a camisola, aquela camisola de nylon rendada.

Ent�o eu pulei sobre ela.

Eu a puxei e a rasguei.

Mas ela ainda n�o entendia,

ela apenas continuava a me agarrar e a repetir algo para mim.

Ent�o ela foi para o banheiro e trancou a porta.

Eu apenas observei as ca�ambas de carv�o no horizonte

e as contei.

Ent�o eu comecei tudo de novo e as contei novamente.

Eu n�o sei quanto tempo permaneci ali.

Estava amanhecendo quando arrombei a porta.

Estava l� o que esperava,

mas mesmo assim me impressionou.

Eu n�o podia acreditar

que aquele corpo t�o delicado podia conter tanto sangue.

Assim como nunca acreditei

que poderia haver algu�m em que eu poderia confiar da maneira em que confio em voc�,

algu�m que poderia me fazer crer que vale a pena falar.

Eu sei que voc� entende que eu te amo e que isto n�o est� acabado.

E que voc� � capaz de sair desta hist�ria assim como de qualquer outra.

E eu n�o quero nada,

apenas acho que dev�amos sair desta pocilga para sempre

e jamais perder um ao outro.

ent�o agora sou eu que voc� quer olhar?

Eu faria as coisas mais desprez�veis para fazer voc� me escolher.

Talvez.

Mas meu marido chega amanh� a noite.

O problema � tenho medo de crian�as

Porque aqueles olhos azuis brilhantes e inocentes

aquelas tran�as loiras

e aquelas vozes tilintantes

ocultam um furtivo e astuto poder

cujo prop�sito � manter

a loucura da desesperan�a.

Dar um novo incentivo

para a realidade que bate nossos t�mpanos,

para ridicularizar toda resist�ncia,

sem a menor chance de salva��o.

Contudo, proclamam um instante de salva��o.

- a pr�pria ressurrei��o -

de maneira tal, que n�o podemos escapar de sua elemental continuidade.

Talvez isto apenas signifique que eu desisti.

que sou um covarde, um terr�vel covarde.

Eu nem mesmo ouso ter a esperan�a de que meu destino ir� mudar para melhor.

Tudo que eu fa�o � dar desculpas pela covardia ante a n�usea.

Que tal pensar pelo menos uma vez em algo que n�o seja voc� mesmo?

N�o consegue entender?

Eu envelheci.

Sou uma ru�na que n�o se atreve a fazer nada.

Este � um claro sintoma do envelhecimento.

Mesmo antes que os seus dentes caiam,

antes de ficar calvo,

antes de destruir seu f�gado,

sua coragem te abandona e voc� n�o tem mais os culh�es

para fazer o que teria feito antes

com a m�nima chance de sucesso.

Seu problema � que voc� v� as coisas pelo seu pr�prio �ngulo.

Voc� acha que faz diferen�a

entre o que voc� pensa sobre voc� mesmo e os demais.

Voc� devia se dar conta que as coisas tem uma ordem no mundo

e voc� n�o pode fazer nada para mud�-la.

Outros envelhecem, tamb�m.

Voc� acha que todos n�s somos covardes?

N�o.

Eu sei voc�, � muito cauteloso.

Certo certo. Beba. Estou fechando.

Me d� mais uma.

Esta � a �ltima.

Eu gostaria de saber

o que faz voc� pensar que ir� sobreviver a tudo e a todos?

Por qu� as coisas n�o te afetam?

Eu n�o entendo isto.

H� muitas coisas que voc� n�o entende, Karrer.

N�o importa.

Beba! Voc�, tamb�m!

H� sempre uma chance de escapar.

Pode haver rachaduras na estrutura das coisas.

Mas sempre h� uma possibilidade.

Apenas voc� n�o ir� aproveit�-la!

Se eu n�o quebrar seu pesco�o, algu�m o far�.

Voc� acabar� mal, estou certo disto.

Um brinde a isso.

E a voc�!

Cada vez menos eu consigo suportar esse seu amigo.

O que h� de errado com ele?

Eu n�o gosto de pessoas

que tentam te enganar desde o princ�pio.

Tem muito o que aprender antes de me enganar.

Ele n�o devia tentar �s minhas custas.

Ele te enganou?

O pacote estava aberto.

- Coisas est�o faltando. - Por que n�o pergunta a ele?

Ele diria que foi danificado durante a viagem.

Est� muito danificado?

Eu tenho minha margem de seguran�a.

Mas eu preciso ser de confian�a.

Voc� me conhece,

as pessoas podem falar comigo,

discutir as coisas. Eu tenho um bom cora��o.

Ele devia estar contente por eu ter lhe livrado de problemas.

Eu nunca entenderei tipos como ele.

Eu vou ficar apenas sentado aqui, de luto por voc�, querida.

Contando o tempo at� chegar aos 70 anos.

N�s nunca tivemos um filho.

Mas outros tinham mais a perder.

Mas eu n�o irei te ver ap�s a morte, amor.

Porque eu n�o acredito na morte.

E voc� tem suas d�vidas.

Estou no crep�sculo quando penso em voc�

Eu vejo sua testa cansada na poeira.

Que am�vel e colorida multid�o. Uma festa.

Dancem!

Bra�os e pernas, cinturas e ombros.

trabalhando em perfeita harmonia!

O jeito que falam...

movimentos,

vislumbres que elevam o dan�arino sobre os problemas terrenos.

A juventude � t�o encantadora!

Acredite em mim,

n�o ha nada como encontrar um ao outro,

quando h� m�sica que esquenta o cora��o.

Duas m�o juntas,

um p� pressente onde o outro ir� pisar.

E o segue, n�o importa onde o outro pisa.

Porque acredita que ir�o voar da� em diante

em cada balan�o e giro.

Quem sabe? Talvez...

est�o voando.

Adiante, meu jovem,

antes que seja tarde demais.

Acredite em mim, n�o h� nada pior na vida de um homem

de quando se d� conta que aqueles que ama,

estes que ele sente como amigos...

bem, quando de repente resulta

de adentrarem um caminho fatal

e n�o conseguem mais encontrar o caminho adequado.

Porque seus pecados os impedem

de se tornarem cidad�os honestos novamente

pois eles perderam a oportunidade para sempre

de viver em liberdade, com a consci�ncia limpa

sob a prote��o da lei, desfrutando de seus dias.

Ent�o esta atroz tens�o interior que me trouxe aqui

deixando o afetuoso amigo em mim de lado

para cumprir minhas obriga��es,

por causa do meu profundo respeito pela ordem.

Por favor n�o considere meu relato como um caso confidencial.

Mas como conversa fiada.

E eu o autorizo, se necess�rio,

a mencionar meu nome,

pois eu lhe contei tudo,

ciente de minhas responsabilidades,

e encarando todas as consequ�ncias...

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