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Voc� devia ter partido quando mandamos.
Fa�a o que o Sr. Teller disse, Talby.
Tenho dinheiro a receber.
- Sem um cavalo... - Eu te darei um cavalo
e voc� encontrar� $50 no alforje.
- Gosto de fazer por merecer. - Voc� fez...
Do jeito dif�cil.
Wyoming � um lugar grande, Talby.
N�o volte.
Fique longe de Laramie, ouviu?
� para isso que s�o os $50, dist�ncia.
Metade �ndio � �ndio completo para mim.
Voc� cometeu o erro de trabalhar para uma squaw Sioux.
Nenhum homem branco tem o direito de fazer isso.
Agora, fa�a o que mandamos. Fique longe de Laramie.
N�o h� por que morrer por uma mesti�a.
N�o h� por que bater num homem depois que ele est� derrotado, Herbie.
N�o � civilizado.
- Ele estava falando muito, pai. - N�o foi por isso que bateu nele.
Fique longe daquela �ndia.
- Tinha que contar a ele, n�o? - Faz parte do meu trabalho, Herbie.
Estou cuidando de voc�.
Aqueles selvagens mataram meu irm�o.
Os vi uivando e rindo enquanto faziam isso.
Ele era seu parente de sangue, nunca esque�a disso.
Agora, v� se deitar.
N�o posso dizer que o culpo, ela � muito bonita.
N�o esque�a do nosso acordo.
Basta seguir me pagando e n�o h� por que se preocupar.
Voc� quer a terra dela e te ajudarei a consegu�-la.
Mas n�o sou hip�crita, Sr. Teller.
N�o desperdice suas palavras de �dio contra os �ndios em mim.
O HOMEM DA LEI
Estrelando John Russell, como o delegado Dan Troop.
E Peter Brown, como o ajudante Johnny McKay.
Produzido pela Warner Brothers.
A MESTI�A
Olhe, Sr. Fane.
Voc� nunca pediu pelo dinheiro antes da reuni�o do gado.
As coisas mudaram. Seu pai estava vivo antes.
Eu sou t�o diferente do meu pai?
Bom dia, delegado.
Agora, olhe aqui, Srta. Lebeau. O pagamento tem que ser a vista.
- Ora, eu gerencio um armaz�m. - E eu gerencio um rancho.
N�o estou pedindo caridade, voc� receber� seu dinheiro.
Duas mulheres n�o deviam gerenciar um rancho.
Por que n�o diz o que realmente quer?
Ora, n�o sei do que est� falando.
N�o sabe?
Bem, te ajudarei.
O que realmente quer dizer � duas �ndias.
N�o, eu nunca disse isso.
S� por que n�o tem coragem para isso.
Olhe aqui, Srta. Lebeau.
N�o tenho que ouvir esse tipo de conversa.
Agora, saia daqui. E leve sua m�e com voc�.
Vamos.
- Tire a m�o dela. - N�o ouviu o que ela disse?
Voc� ouviu o que eu disse.
Por favor, venha.
- Vamos embora. - Tudo bem, m�e.
Iremos.
Selvagens, � isso que s�o.
S�o?
Voc� n�o pensava assim quando o pai dela estava vivo.
Bem, ele as mantinha na linha, e � isso que precisam...
Algu�m para mant�-las na linha.
- O que posso fazer por voc�, delegado? - Nada.
� melhor manter isso aberto.
O ar aqui dentro � ruim.
E voc� acha que o dono do armaz�m est� pensando por si mesmo?
Nem pensar. Tenho gado e um comprador.
Eu pago sal�rios justos
e n�o consigo manter meus vaqueiros.
O Talby sequer voltou para receber o sal�rio.
Ele estava com mais pressa que os outros dois.
N�s sabemos o que aconteceu com meu empregado, Sr. Tate.
Sabe ou acha?
H� uma diferen�a.
Andarilhos seguem em frente.
Tudo bem.
Eu n�o sei o que aconteceu com eles.
Mas sei que o Sr. Teller comprou minha nota do banco.
Isso � apenas um bom neg�cio.
Eu faria o mesmo se tivesse o dinheiro do Josh.
- Mas isso n�o prova nada. - Aquela terra � minha...
E me segurarei a ela.
Imprima o mesmo an�ncio, Sr. Tate.
E sublinhe a palavra "homem".
Deve haver um em algum lugar do Wyoming.
Soube que Josh Teller te ofereceu um pre�o justo pelo seu rancho, Rene.
Talvez sua m�e seja mais feliz na cidade.
Eu nasci naquela terra, delegado.
Eu a amo. Minhas ra�zes s�o profundas.
E nada mudar� isso.
Bem, o que acha, Harry?
Todo mundo aqui parece dizer o que pensa.
- � melhor ouvir de voc�. - Tudo bem.
Acho que voc� sabe, t�o bem quanto eu,
que o Teller � a causa de todos os problemas dela.
- E se for verdade? - Voc� n�o � de baixar a cabe�a, Dan.
- Acha que eu faria isso, Harry? - N�o, eu n�o acho.
Mas h� pessoas na cidade que fariam isso.
Eles n�o trabalham para a lei, eu trabalho.
E enquanto eu trabalhar,
Teller � inocente at� prova em contr�rio.
Aumente o an�ncio da Rene, eu pegarei a diferen�a.
- N�o haver� an�ncio. - O que quer dizer?
Voc� acaba de me dar uma ideia para um editorial.
Sim, senhor.
Coisa de primeira p�gina.
- "Procura-se... " - "Um homem. "
Voc� chama isso de liberdade de imprensa.
Liberdade para que?
Para que selvagens semi-nuas se tornem donas de terra?
As Labeaus n�o s�o selvagens e n�o andam semi-nuas.
Conhe�o esse povo, Tate.
D�-lhes um cent�metro e querem um acre.
Ora, quase todos voc�s perderam um amigo ou parente
para os ataques do Sioux.
Lembro dos problemas com �ndios t�o bem quanto qualquer um.
Mas isso est� no passado.
Continue escrevendo coisas assim e ter� que recome�ar.
Eles mataram meu irm�o, Tate, e n�o sou de esquecer.
Selvagens incivilizados, � isso que s�o.
E nada mudar� isso.
H� bondade e maldade em todos n�s, Teller.
Tamb�m fizemos coisas com os �ndios que � melhor esquecermos.
Te pagamos para proteger nosso interesse, delegado.
Que tal seguir fazendo isso?
� o que pretendo.
Vamos proteger o interesse do Sr. Teller.
Quem sabe?
Algu�m pode roubar o cavalo dele enquanto ele est� aqui tagarelando.
� s� mandar, Sr. Troop. E vou prender aqueles tr�s.
Se achasse que fosse ajudar, eu mesmo teria feito isso.
H� muitas pessoas na cidade que n�o gostariam de te ver
fugindo do Teller.
- J� me viu fugir de algu�m, rapaz? - N�o, eu n�o vi.
E n�o come�arei agora.
Teller tem um lema:
"�ndio bom � �ndio morto. "
Teller s� precisa ficar repetindo isso alto o suficiente...
E at� as pessoas decentes come�ar�o a se perguntar.
Voc� poderia t�-lo parado, Dan.
N�o faria diferen�a.
Ele est� l� vendendo �dio e aquelas ovelhas est�o comprando.
Quando acabar,
ele ser� capaz de incendiar o rancho dos Lebeaus.
- N�o ser�, n�o. - N�o haver� nada para par�-lo.
Haver� eu.
E eu.
Fique aqui.
Suba e des�a a rua com esse distintivo.
Se houver algum problema de verdade, mande me chamar.
Certo.
Voc� sair�, Dan?
Voc� ouviu o que Teller disse sobre proteger o interesse
dos pagadores de impostos. Pelo que sei,
Rene Lebeau paga seus impostos.
Certo.
Isso deve segur�-lo por um tempo.
Bem...
Falar sozinha � mal neg�cio.
- O que faz aqui? - N�o.
Isso n�o � muito soci�vel.
Saia da minha terra.
Tome uma dose.
Bem... Isso n�o � jeito de agir.
Afinal de contas...
Um cavalheiro tem o direito de cortej�-la.
Deixe-me passar.
Agora, eu receberei aquele beijo.
Ent�o, � isso.
Voc� a quer para si?
Feche sua boca suja.
E saia daqui.
Estou indo.
Mas eu voltarei.
Talvez com ajuda.
Teller.
Voc� tem um jeito engra�ado de mostrar que n�o suporta �ndios.
Agora, diga isso quando falar com seu pai.
Est� bem?
Ele voltar�.
E eu estarei aqui.
� melhor descansar um pouco.
- Estou bem. - Eu disse para descansar.
Se voc� n�o estiver cansada, eu estou.
Estou cansada, sim, mas valer� a pena
quando vir a cara do John Teller quando eu pagar aquela nota.
Voc� n�o nasceu para isso.
Nunca tive reclama��es.
Estou falando sobre trabalhar no rancho.
Apenas dois tipos de mulher deveriam gerenciar um rancho:
Uma mulher grande que trabalhar� at� cair...
Ou aquela que tem filhos o suficiente para compensar a falta de empregados.
Sou mais forte do que aparento.
Com rela��o a filhos, o tempo cuidar� disso.
�.
Bem...
� melhor voltarmos ao trabalho.
Bem...
Como eu disse, pai, Troop passou a noite l�.
Ele est� trabalhando naquele lugar para ela?
Ent�o? Est�?
� o que parece, pai.
Bem, acabou.
- O que quer dizer? - Voc� tem 6 meses sem aquela �gua.
Irei atr�s de outro trabalho.
Passei a maior parte da minha vida construindo esse lugar.
N�o desistirei agora, nem voc�.
Tire a m�o de mim.
Lidar com um bando de andarilhos, � uma coisa.
Enfrentar o Dan Troop, � outra.
Ele n�o entende aquele tipo de linguagem.
Bem, h� uma linguagem que n�o usamos com ele ainda.
- Qual? - Dinheiro.
- Quase todo mundo tem um pre�o. - Certo, n�s tentaremos.
Mas, se n�o funcionar, estou fora.
Voc� est� certo, Bates. Cert�ssimo.
Est� na propriedade errada, n�o est�, Teller?
Voc� tamb�m, delegado.
Tinha certeza de que saberia que estou trabalhando para a Rene.
Como ela est� te pagando?
Voc� n�o aprende f�cil, n�o � mesmo, Herbie?
Seja claro com ele, Sr. Teller.
Pensamos que estaria melhor na cidade, delegado.
Digamos... Com $500 no bolso?
Te farei um favor, Teller. Agirei como se n�o tivesse ouvido isso.
Saiam do meu caminho.
Bem...
L� se vai sua �ltima chance.
Quando voltarmos ao rancho, voc� pode me pagar.
Ora, � claro, Bates. Se � assim que quer.
Bates.
N�o...
Ou�a, Sr. Teller.
- Se est� preocupado comigo falando... - N�o piore as coisas, Bates.
� uma pena.
Ele era um dos melhores homens que j� tive.
O pessoal gostava do Stam Bates. � melhor contarmos a eles.
Voc� n�o est� fazendo sentido, pai.
Voc� n�o contaria a ningu�m sobre isso.
O que?
Que o cavalo do Bates voltou ao rancho com a sela vazia?
Lsso n�o ajudaria o delegado Troop, ajudaria, Herbie?
Sim, n�o ajudaria, pai.
Mam�e.
V� se deitar.
Voc� deve estar t�o cansada quanto n�s.
Voc� a viu trabalhando como um homem.
Ela � forte, te dar� filhos.
Mam�e.
V� se deitar, mam�e.
Est� tudo bem, Sra. Lebeau. Eu entendo.
Voc� n�o devia ser muito dura com ela.
N�o � f�cil viver em dois mundos.
E ela segue os costumes ind�genas.
H� coisas piores do que ser honesta.
Eu deveria ser honesta?
Gostaria disso?
N�o.
E claro que meu sangue �ndio n�o tem nada a ver com isso.
Espere. Estou cansado dessa conversa.
Voc� est� sozinha atr�s de uma poeira vermelha.
� conveniente se esconder atr�s dela, n�o?
Voc� est� me machucando.
Voc� est� machucando a si mesma mais ainda.
Est� tarde. Come�aremos cedo.
Para que n�o haja d�vidas, voc� � toda mulher, Rene.
E o homem que a tiver, ser� sortudo.
Mas voc� n�o liga e desliga o amor como �gua de uma bomba.
Apareci quando precisou de mim. Voc� � jovem, haver� mais algu�m.
Bates? Ele perdeu muito sangue.
Havia sangue na sela do Bates.
Ele est� deitado em algum lugar e voc�s sabem quem o matou.
Por que tem tanta certeza de que ele est� morto?
Voc�s j� viram o Troop atirando. Ele n�o erra.
Eu poderia te prender por isso, Sr. Teller.
Johnny...
Voc� prender� a cidade toda?
N�o h� um homem aqui que n�o conhecia o Stan Bates.
Al�m disso, todos gostavam dele.
Talvez ele estivesse interessado na garota Lebeau,
mas isso n�o � motivo para se matar um homem.
A maioria de voc�s n�o � muito boa em ouvir.
Alguns de voc�s sequer vivem em Laramie.
Mas eu conhe�o o Dan Troop e apostaria minha vida na sua integridade.
Bem, s� h� um jeito de descobrirmos. Falando com o delegado.
Teller tocou o sino e o est�o seguindo como ovelhas.
Vamos.
Vamos l�.
Troop? Dan Troop?
- O que � isso, rapaz? - N�s faremos as perguntas, delegado.
Voc� fala demais, Teller.
E n�o fui capaz de par�-lo at� agora.
� sobre o Bates.
O Sr. Teller disse que voc�s discutiram sobre a garota �ndia.
Ela tem um nome, Fane.
Use-o.
� f�cil ver o que est� acontecendo.
Agora eu sei por que estava t�o ansioso para ajud�-la.
N�o posso dizer que o culpo.
Eu s� n�o mataria o Bates.
Qualquer outra morte cometida, ser� cometida por n�s.
Eu n�o tentaria nada, delegado. Basta vir conosco.
Para onde?
Vasculharemos essas terras at� encontrarmos o Bates.
- Voc� pode nos poupar o trabalho. - Sim.
Sim, acho que posso.
Sra. Lebeau.
Voc� gosta de falar, Josh.
� melhor dizer a seu filho para esquecer disso.
Ora, voc� estava mentindo desde o in�cio.
Voc� fez a metade da cidade de tolos.
Ningu�m faz um homem de tolo, Fane. Johnny, leve-os.
Sim, senhor.
Vamos.
Bem...
N�o sou muito de palavras, Srta. Lebeau, mas...
Bem, tudo que posso dizer � que sinto muito.
O quanto?
Bem... Muito.
N�o h� nada que eu n�o faria para tentar compensar pelos seus problemas.
Bem, h� cerca de 200 cabe�as de gado no riacho,
voc� pode lev�-las a cidade.
Pode considerar feito. Vamos, rapazes.
Eu...
N�o planejaria deixar a cidade.
- Irei v�-lo assim que puder cavalgar. - N�o h� pressa.
Leve o tempo que precisar.
Enquanto isso, eu ouviria a Sra. Lebeau.
Ela tem v�rias ideias interessantes.
Lembra daquele homem sortudo do qual falamos?
Quanto mais sorte se pode ter? Ele ainda est� vivo.
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