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A LEGI�O DOS RENEGADOS
Ivestown, aqui vamos n�s.
Seus covardes safados,
� melhor correrem ou explodo suas cabe�as.
N�o atire, senhor, N�o falei s�rio.
Pode levar tudo que tenho.
Obrigado, mas n�o preciso de nada agora.
Exceto uma informa��o. Qual Ivestown voc�
- me aconselharia a morar? - Senhor, se ouvir a raz�o,
- voc� ficar� longe das duas. - Por que? O que h� de errado?
Nem, na cidade que quer viver eles n�o gostam de estranhos.
Na outra, bem, voc� tem uma boa chance de morrer de fome.
- Como assim? - Sabe, os primeiros colonos
ficaram com as terras boas ao oeste
do riacho e criaram uma cidade.
Ent�o, os que vieram depois
tiveram que ficar com o que restou.
No lado leste. Nada cresce l�.
H� muitas rochas. E viver l� n�o � f�cil.
� uma cidade que se dividiu em duas se��es.
Isso mesmo, h� um riacho entre as duas.
E quem � de uma cidade n�o vai a outra,
a n�o ser que procure problemas.
- O que aconteceu com voc� agora? - Um homem, Lafe Barton,
de Ivestown Leste pediu alguns vestidos para a sua loja na �ltima
vez que estive aqui, depois que cruzei a ponte para entreg�-lo,
aqueles dois homens me pararam e me expulsaram da cidade.
Meu bom homem, voc� pode process�-los.
Persegui��o indefens�vel contra o seu sustento.
- Eu devia process�-los? - Com certeza, ficarei feliz
em cuidar do caso. Sou advogado.
Filho, n�o h� lei em Ivestown e nem chance de come��-la.
Agora tenho certeza de que deveria voltar.
Voc� est� latindo para a �rvore errada, um cacto.
Nasci em um lugar com diversos cactos, eu meio que gosto deles.
Diga-me, quem � o homem que comanda Ivestown?
Voc� logo descobrir�.
Bela cidade voc� tem aqui.
N�o diga. Quando ouviu tudo isso?
Espero n�o estar te incomodando.
Por favor, me d� uma bebida.
Me ajude, este homem precisa de um m�dico.
Quem precisa de um m�dico?
Deixe-o em paz.
- Este homem est� muito ferido. - Sei disso, estranho.
E eu disse para deix�-lo em paz.
Eu disse que ele precisa de um m�dico e cuidarei disso.
Devagar, senhor. Estou atr�s de voc�.
Largue esta arma.
Leve o Barton para o outro lado da ponte.
- De passagem? - Talvez.
Mas posso ficar se gostar do lugar.
N�o fique t�o apegado at� descobrir o que quer.
- Qual � o nome do meu amigo? - Aquele � o famoso Les Harper.
- Ele � famoso pelo que? - Pelos seus vigilantes.
A lei e ordem na cidade.
Ent�o ele � o chefe dos vigilantes, heim?
N�o �, n�o. Esse velho tolo n�o sabe o que fala.
Agora, cale-se e saia daqui, doutor.
Voc� j� bebeu o suficiente.
Voc� est� errado, meu amigo, voc� nunca deveria...
N�o estou errado. Vamos, saia daqui.
- Doutor Denton, voc� est� bem? - Nunca estive melhor, crian�a.
- E voc�? - Obrigada, sinto muito.
Lhe aconselho a andar devagar por este cemit�rio.
- Respeitar os mortos e tudo mais. - Te achei muito rude.
Ivestown n�o � um cemit�rio.
Sou Ellen Ives, filha de Henry Ives.
Neste caso, pe�o desculpas � voc� e a Ivestown.
Diga ao seu pai que seu tio Les est� ficando...
ele est� ficando muito... Esque�a, eu digo a ele.
Adeus.
Seu tio Les. Se trata do Les Harper, srta. Ives?
- Sim, voc� o conhece, sr...? - Me chamo Jeff Toland.
N�o posso dizer que o conhe�o exatamente, mas espero conhec�-lo.
- Pretende ficar em Ivestown? - Sim, pretendo.
Ent�o voc� pode cuidar do doutor Denton.
Ele � um velho querido, mas ultimamente... voc� sabe.
Sim, eu sei. Ele diminui sua velocidade.
- N�o foi isso que eu quis dizer. - Tentarei cuidar do doutor.
Obrigada. Por sinal, sr. Toland.
- Qual � a sua profiss�o? - Sou advogado.
Advogado? Mas advogados precisam
de tribunais para trabalharem, xerifes e ju�zes.
N�o temos nada disso em Ivestown.
Mas ter�o.
Ivestown est� crescendo. A ferrovia passar� por aqui.
� por isso que estou aqui. Deus ajuda a quem cedo madruga.
Bem, adeus. Boa sorte.
Adeus.
Parece chique, sr. Jeff. Minha m�e disse que pode
ficar conosco se for permanecer em Ivestown essa semana.
Essa semana? Diga a sua m�e que n�o sairei daqui.
Isso � legal. Nosso �ltimo h�spede
partiu de repente. Igual a todos ultimamente.
Talvez eles falem muito, Eddie. Senhor, estou em d�bito com
voc� pela sua ajuda ontem.
Isso significa que pretende exercer a lei em Ivestown?
- � assim que me sustento, doutor. - Voc� me parece muito saud�vel
para um advogdo. Pensei que fosse um encarregado.
J� fui, o rancho � um �timo lugar para se estudar a lei.
Pena que escolheu Ivestown para se estabelecer.
- Por que? - A �nica lei aqui � a dos vigilantes.
Foi o que eu soube. Les Harper e seus rapazes.
Henry Ives � o chefe, Harper s� segue suas ordens.
- Ives? - Eddie est� certo.
Vamos entrar, essa luz machuca meus olhos.
N�o se sabe quem pode estar escutando.
A quest�o agora � quem comanda os vigilantes, heim?
Ives come�ou e ainda � o chefe. Mas ultimamente eles tem agido
como loucos, n�o acredito que o Ives ordenou que fizessem o
- que eles tem feito. - E voc� suspeita do Harper?
N�o suspeito de ningu�m, n�o � seguro.
- At� mais, pai. - Certo, at� mais tarde.
Henry Ives est� vindo nesta dire��o com o Les Harper.
- Eles n�o perdem tempo, perdem? - � melhor se armar, filho.
Acho que n�o. Se esconda no quarto dos fundos.
Bem, sr. Toland, foi um prazer conhec�-lo.
Poder�amos ter sido bons amigos.
Toland.
Senhores, em que posso ajud�-los?
Me chamo Henry Ives.
Este � meu cunhado, Les Harper. Ele me disse que se conheceram.
Mas n�o socialmente. Como vai, sr. Harper?
N�o precisamos de advogados nesta cidade, Toland.
Isso � uma quest�o de opini�o, Harper.
N�o viemos discutir, viemos te dizer.
S� um instante, Les. Sr. Toland, acho que
merece uma explica��o sobre o nosso posicionamento.
Quero que v� embora daqui com sentimentos amig�veis.
Ficaria feliz em ouv�-lo, senhor. Quer sentar-se?
Obrigado.
Bem, para come�ar, deixe-me lembr�-lo que a hist�ria do oeste
� de viol�ncia e derramamento de sangue.
Cada novo assentamento tem sido tomado por bandidos e assassinos.
Como determinei que Ivestown seria o lar de fam�lias pr�speras,
tomei provid�ncias para que esse tipo
de bandido n�o firmasse ra�zes aqui.
- Ent�o formou os vigilantes? - Exatamente.
Com a aprova��o do governador do territ�rio.
Sabemos como cuidar dos bandidos.
Primitivo e perigoso.
Todo homem tem direito a um julgamento p�blico.
E se o seu comit� de vigilantes cometer um erro?
Qual ser� a chance deste homem receber justi�a?
Todo caso � julgado honestamente.
N�o fazemos nada at� termos certeza
- absoluta de que estamos certos. - Uma boa teoria para uma
comunidade pequena, mas Ivestown est� crescendo.
A ferrovia passar� por aqui neste outono.
Haver� muitos problemas que seu comit� n�o poder� resolver.
- Sei disso, mas acontece... - Voc� n�o precisa se explicar
para um advogado meia-boca. Para ser simples, n�o o queremos
por aqui criando problemas. Ent�o, a n�o ser que tire
aquela placa e arrume um emprego, voc� ter� que seguir em frente.
- Se eu n�o fizer isso? - Voc� far�.
Ou voc� tentar� fazer comigo o que fez com o Lafe Barton.
O que houve com o Barton?
Ele tem uma ioja em Ivestown Leste.
N�o tem?
Ele atravessou a ponte b�bado ontem procurando por problemas.
- Tivemos que mand�-lo voltar. - N�o queremos esse tipo de coisa.
- Voc� entende isso, n�o? - Sei que o Lafe Barton
atravessou a ponte tentando localizar
um carregamento que foi roubado.
- Ele foi espancado. - Essas hist�rias s�o velhas.
N�o acredite nisso, sr. Toland. Isso pode lhe causar problemas.
E por favor, pense no que dissemos.
- Passar bem, senhor. - Passar bem, senhor.
- Tio Les! - Ellen.
H� um homem procurando por voc� no El Dorado.
Tudo bem. Vamos, levante, seu tolo.
Voc� odeia paz e tranquilidade, n�o?
- Logo em um cemit�rio. - O tipo de paz que odeio
� aquela que � for�ada �s pessoas atrav�s de abuso e terror.
E � isso que ter�o aqui enquanto
seus vigilantes foram a lei e a ordem.
Voc� n�o sabe do que fala, sr. Toland.
Esta � a melhor cidade do territ�rio.
N�o duvido que haja qualidade
em um comit�, mas com o homem errado no comando, ele se torna
uma arma perigosa. Como acontece aqui.
Tenho certeza de que meu pai ficar� interessado na sua opini�o.
Voc� a tratou mal depois dela t�-lo
salvado de levar um tiro nas costas.
Tiro? Quem tentou atirar em mim?
Les Harper, quando voc� estava brigando.
Devo uma ao sr. Harper.
Quanto tempo lhe deram para ficar?
- N�o me lembro de ter ouvido. - Voce n�o se...?
Ou�a, filho, n�o tente enfrentar o Henry Ives.
Eu n�o pensaria nisso. Henry e eu seremos grandes amigos.
O Henry s� precisa do conselho certo.
Pai.
Pai, o sr. Toland disse que o comit�
aterroriza e abusa das pessoas.
Besteira, crian�a. Receio que o sr. Toland
seja do tipo briguento. Ele � um jovem ansioso,
- procurando por brigas. - Do jeito que ele falava, eu...
Tenho algumas coisas para dizer ao sr. Jeff Toland
quando voltar a v�-lo.
Duvido que ele ficar� aqui tempo o suficiente para ouv�-la.
Voc� est� errado, Henry. Ele ficar�.
Acho que o comit� decidir� sobre isso.
Henry, voc� j� parou para pensar que os tempos est�o mudando?
H� pessoas gan�nciosas naquele comit�.
Dif�ceis de se lidar. S� voc� consegue control�-los.
- E se algo acontecer com voc�? - Imagino que o Les poderia
- assumir meu lugar. - Pai, o tio Les acabou
de tentar atirar no sr. Toland pelas costas.
Voc� deve estar enganada.
Mas ele apontou sua arma para ele.
Ele s� tentava assust�-lo. N�o deixe sua imagina��o
tomar conta de voc�, querida. V� para casa agora.
Mas, pai...
Me pergunto se o Toland est� certo.
N�s podemos ter problemas com o comit�.
Queria ter certeza.
Eles est�o descarregando instrumentos de vistoria.
A ferrovia. Finalmente estaremos no mapa.
Sim, como o Toland disse, n�s cresceremos.
Tenham cuidado com esses intrumentos, rapazes.
Vou fazer uma reuni�o para ver se
querem continuar com os vigilantes.
Se a maioria quiser se desfazer, avisarei � todos.
Elegeremos um xerife, organizaremos a lei.
Fique perto dele, vigie-o, descubra onde passar�o
os trilhos e quando.
Les, avise a todos que faremos uma reuni�o esta noite.
Quero apresentar a ideia de extin��o,
pode ser a coisa certa a fazer agora.
Falou com o advogado tolo de novo?
N�o, mas estou pensando no que ele disse,
aqueles homens s�o vistoriadores da ferrovia.
Eu sei disso e voc� est� falando em nos desfazermos.
Voc� sabe o tipo de bandidos que seguem os trilhos.
- Quem cuidar�deles? - O xerife, uma lei organizada.
Somos organizados. Por que n�o espera
- para ver como ficam as coisas? - Bem, talvez esteja certo.
Quando come�ar�o a construir a ferrovia?
Eu n�o sei, a vistoria leva tempo.
Gostaria que se apressassem.
Ser� que o doutor est� bem? Ele dormiu aqui ontem � noite.
- Doutor! - Doutor!
Doutor, voc� est� bem? Sabe quem eram?
- Voc� os reconheceu? - Eles usavam m�scaras.
Eles n�o falaram, n�o � bom advinhar nomes por aqui.
"Saia da cidade. Voc� � o pr�ximo."
Comit�.
N�o sou ruim advinhando.
Sabia que n�o devia ter ficado s�brio.
Algo sempre acontece quando fa�o isso.
Srta., gostaria de um belo par de luvas para cavalgar?
- Achei que as tinha deixado aqui. - O setor de luvas fica por aqui.
- O que aconteceu? - Bem, algu�m me visitou
ontem � noite e deixaram isso.
- Por que te mandaram partir? - Eles n�o gostaram da minha
opini�o sobre o comit�. - Mas n�o entendo.
Meu pai disse ao dr. Denton na minha
frente que iria seguir seu conselho
e talvez acabasse com o comit�. Ele far� uma reuni�o hoje � noite.
Seu pai � um homem muito inteligente.
Lembre-me de cobr�-lo pelo conselho jur�dico.
Voc� est� brincando.
Sinto muito. Talvez eu deva me preocupar.
Sabe, se tivesse que deixar a cidade, eu n�o saberia que estrada
pegar para sair daqui. Acha que se d�ssemos
uma volta agora, voc� poderia me mostrar o caminho para sair daqui?
Voc� � imposs�vel. Vamos.
Gostaria de atravessar a ponte e ver a cidade do outro lado.
� l� que fica Ivestown Leste, n�o?
�, mas n�o fa�amos isso.
O tio Les diz que essas pessoas s�o foras da lei e criminosos.
Pelo que eu sei, eles s� querem viver decentemente.
Bem, vamos ver quem est� certo.
V� com calma.
Voc� est� bem?
Me desculpe, senhora. N�o quis acertar seu cavalo.
- N�o estou ferida. - Mirei em voc�.
- Vejo que me enforcar�o agora. - Esquecemos a corda, filho.
- Cuidaremos disso na pr�xima vez. - Por que queria me acertar?
Por que seus cavaleiros espancaram meu pai por nada.
- Como se chama, filho? - Lafe Barton, como meu pai.
Diga ao seu pai que o Jeff Toland disse para ele n�o desistir.
- Os tempos est�o mudando. - Com certeza direi a ele.
Mas tome cuidado com ela. Aposto que ela � uma espi�.
N�o sou, n�o. Juro por Deus.
- Jura mesmo? - Juro mesmo.
- Acredita em mim agora? - Acho que podem passar.
N�o, obrigada, n�o quero me esquivar de mais nenhuma pedra.
Por que n�o vai, sr. Toland?
N�o se livrar� de mim assim t�o f�cil.
Voc� deveria me mostrar as estradas.
Bem, a aula acabou.
V� maravilhar os nativos, deixe-os olhar para um advogado de verdade.
Bela conversa. Tudo bem, eu vou.
Se for atingido por um pedra, te processarei.
Deixe-a ir. Vamos ver meu pai.
Tudo bem, suba. Te darei uma carona.
Vamos.
- Conseguiu? - Sim.
Cuidado para n�o rasgar as cal�as.
S� quero que me d� uma lista dos crimes que os vigilantes cometeram
por aqui para que eu possa entregar ao Henry Ives.
N�o farei nada contra o comit�. O povo daqui pensa da mesma forma.
Eles nos deixaram de m�os atadas.
Mas eles est�o quase acabados, a pr�pria filha do Henry Ives
disse que ele far� uma reuni�o para dissolv�-los.
N�o aposto no que uma mulher diz.
Bem, se for mais que uma promessa, posso contar contigo?
N�o sei. � mais seguro esperar para ver.
Bem, se mudar de ideia, me avise.
- Adeus, sra. Barton. - Adeus.
- Adeus, filho. - Adeus, mo�o.
N�o consigo entender, faz uma semana
e o Henry Ives n�o fez a reuni�o.
- Vejo que ele mudou de ideia. - Doutor, ouviu algum rumor na
- cidade sobre a reuni�o? - N�o, mas acabei de saber
que o Harper comprou o El Dorado e o est�bulo.
Apostando que a ferrovia o usar� como dep�sito.
Ele ter� um bom lucro, se estiver certo.
Como vai a vistoria, sr. Martin? Terminou?
- Daqui a uma semana, eu acho. - Muito cedo para dizer por onde
- ela ir� passar? - Sim, muito.
Bem, me avise se tiverem algum problema.
Sim, aviso. Obrigado.
Martin est� vindo.
Descubra o que ele quer com aquele advogado e nos encontre aqui.
Sairei daqui assim que empacotar essas coisas.
N�o se apresse, doutor,
acho que precisaremos de voc� como testemunha.
Quero registrar esta vistoria antes
que todos saibam que ela est� pronta.
Mandaremos na dilig�ncia pela manh�.
Bom.
Mas soube que seus vistoriadores ainda est�o trabalhando.
Um blefe.
Nos protegendo dos interesseiros.
- Pelo custo da ferrovia? - N�o, a ferrovia n�o pretende
tirar vantagem de ningu�m, ela s� pede uma chance
de comprar a terra por um pre�o justo dos pr�prios donos.
- E n�o de especuladores. - Isso � justo.
Soube que um dos nossos cidad�os
comprou quase a rua principal toda.
Rua principal? Isso � uma pena.
Olhe esse relat�rio, meu garoto.
Ent�o a ferrovia n�o passar� por Ivestown?
N�o. Encontramos a terra que precisamos,
mas ela fica em Ivestown Leste.
Dura, seca e montanhosa.
A ferrovia n�o passar� por este lado.
Ent�o o povo de Ivestown Leste finalmente ter� uma chance.
Sim, mas receio que o povo daqui n�o aceitar� isso muito bem.
Harper e alguns dos seus amigos n�o v�o.
Mas quando eles descobrirem,
espero que n�o haja mais vigilantes.
Doutor, venha c� testemunhar isso, por favor.
Aqui est�. Firme como uma rocha.
- Aqui est� o pagamento. - Obrigado, senhor.
Passar bem, senhores, e espero que mantenham isso em segredo.
- Pode deixar. - Passar bem.
Meu primeiro pagamento.
Ent�o?
Eles falavam sobre algu�m comprando
propriedades na rua principal.
Sou eu, n�o tenho interesse em engan�-los, rapazes.
Mas Martin achou que era uma piada.
Falou que era uma pena.
O que? Por que?
N�o sei, n�o consegui ouvir mais nada.
Quem mais estava no escrit�rio do Toland?
- O dr. Denton. - Denton, heim?
- Ol�, doutor. - Ol�.
- Bom dia, doutor. - Ol�.
Voc� machucou o p�. V� contar a ele.
Ei, doutor, pode dar uma olhada no p� do Leighton?
- O que aconteceu? - Um cavalo pisou nele.
Ele foi montar e o cavalo pisou no meio do seu p�.
N�o sei se est� quebrado.
- � o esquerdo, doutor. - Vamos tirar essa bota.
Espere um pouco, doutor. Preciso de uma bebida primeiro.
- Vamos tirar essa bota. - Seja compreensivo, doutor.
S� uma bebida.
N�o vou ao bar, olharei ele aqui.
- Preciso de uma bebida. - Tudo bem.
Segure um bra�o.
- O que est� fazendo? - Acabei de ganhar meu
primeiro d�lar e vou pendur�-lo na parede como recorda��o.
- Est� vendo? - Esse � um honor�rio muito grande
- para estas partes, estranho. - Isso n�o � honor�rio.
Isso � um pagamento. Acabei de reconhecer
- a firma do Dave Martin. - A vistoria est� terminada?
O sr. Martin � o �nico que pode lhe dizer isso.
Eu n�o me importo o suficiente para perguntar.
S� ouvi meu tio dizendo ao meu
pai que eles j� deviam ter acabado.
Ele estava se perguntando onde constru�riam o dep�sito.
Pode dizer ao seu tio Les que ele
descobrir� junto com todos os outros.
- E n�o antes. - Jeff Toland,
se acha que vim aqui espionar... Seu tolo...
Vim te dizer que foi �timo de sua parte
ajudar o doutor a se reerguer, mas...
- Sinto muito. - Mas n�o farei isso.
- Te acho horr�vel! - Por favor, espere.
Ent�o o Martin fez o relat�rio e
voc� assinou como testemunha, heim?
Sim, minha m�o nem tremeu. Firme como uma rocha.
- A vistoria foi boa? - Um belo relat�rio.
Ele o enviar� amanh�, mas n�o conte a ningu�m.
- Ele � cheio de informa��es. - O dep�sito ficar� aqui?
- Tente outra vez. - Onde fica o est�bulo.
- Voc� est� errado, meu amigo. - Onde ent�o?
Se prepare por que ser� um choque.
O trem n�o passar� por aqui. Ele passar� por Ivestown Leste.
- Onde em Ivestown Leste? - Ele apagou.
Temos que pegar aquele relat�rio antes que seja enviado, vamos.
Eles procuravam por informa��o. Bem, eles conseguiram.
Est� faltando algum dos seus documentos?
N�o, eles s� foram estudados. Algu�m deve ter dito que o
relat�rio estava aqui.
Eles n�o souberam de mim.
Talvez sim, indiretamente.
- Sinto muito, sr. Martin. - Est� fora do meu controle agora.
Mas preciso dizer que estou desapontado.
Receio ter deixado essa informa��o escapar, doutor.
Est� dizendo que voc� falou sobre o relat�rio?
N�o, mas a Ellen Ives deve ter advinhado.
N�o a convenci com minha mentira e isso � o mesmo que contar.
Mas o que estava no relat�rio, sr. Jeff?
Dinamite o suficiente para explodir Ivestown Leste.
- N�o vem, doutor? - N�o quero entrar agora.
Doutor, o que faz aqui a esta hora da noite?
- N�o consegui dormir. - A� vem eles.
- Reconhece algum deles? - N�o � o Ives,
n�o tenho certeza sobre o Harper. Pode ser ele ou n�o.
Descobrirei.
Ou�a, filho, n�o se meta com eles.
- A culpa � minha. - Talvez voc� n�o seja o culpado.
Talvez a srta. Ellen n�o tenha falado sobre aquele relat�rio.
Sabe, outra pessoa pode ter descoberto.
N�o, s� n�s dois sab�amos. Ela falou sim.
Talvez ela n�o tivesse a inten��o.
As vezes as pessoas falam sem querer.
N�o quero nada com esse tipo de pessoa.
Te vejo depois, doutor. Vou segu�-los.
N�o sem mim.
Abra a porta.
N�o me mate, te dou meus cavalos, meu dinheiro.
N�o queremos seu dinheiro. Queremos essa propriedade.
Mas se tomar meu est�bulo, como sobreviverei?
Minha fam�lia vem do M�xico na semana que vem.
Por favor, senhores, o est�bulo n�o � grande coisa.
Assine esse recibo.
Isso n�o far� diferen�a.
Aqui est� seu pagamento, voc� tem 48 horas para deixar a cidade
ou voltaremos.
Quero dar uma olhada no rosto deles.
N�o tenho certeza de que quero isso.
N�o se eles olharem para mim.
Eles est�o indo para a loja do Lafe Barton, vamos.
N�o fique agitado.
Abra a porta, Barton.
Espere aqui, doutor.
Estou indo.
Barton, voc� tem 48 horas para deixar a cidade.
- O que eu fiz? - Muita coisa.
Tudo que tenho est� investido aqui.
D�-me uma chance, rapazes. Venderei o lugar assim que puder.
Voc� vender� agora, $50 � pegar ou largar.
Assine.
Mas tenho cinco vezes esse valor s� de material.
N�o posso vender por isso, tenho que cuidar da minha fam�lia.
Pare de enrolar. Assine.
Seu valent�o!
Ladr�es, assassinos...
M�os ao alto!
Eles deixaram um para tr�s.
- � o Tom Lane. - Sabe quem eram os outros?
- N�o, gostaria de saber. - Pegue essa arma, doutor.
Recibos de venda.
Feitos para todas as propriedades em Ivestown Leste.
Qual � o nome do comprador?
Ao portador. Bem espertos, heim?
Sem nome, sem culpa.
Estou bem m�e, pare de chorar.
- Como vai, sr. Toland? - Como vai, amigo?
Onde conseguiu isso?
Antes das luzes apagarem, ataquei o homem que estava
for�ando meu pai a assinar o documento.
Acho que arranquei do seu cintur�o.
Te dou um d�lar de prata por ele.
Fechado.
Ele ficar� bem. A bala atravessou.
Leve-o para a cama e mantenha o ferimento limpo.
- Ele estar� de p� em uma semana. - Em uma semana?
- Estaremos longe daqui. - Te deram 48 horas, n�o?
D�-me 24 horas, talvez voc�s n�o tenham que partir.
- O que pretende fazer? - Vou falar com o Henry Ives.
- � s� o que posso te dizer agora. - N�o entendo o por que.
Mas apostarei em voc�.
Pensei que tivesse deixado a cidade, meu jovem.
Sinto muito em desapont�-lo. Mas partirei assim que consertar
o erro que cometi ao falar demais com a pessoa errada.
Se fala de mim, n�o contei a ningu�m
sobre aquele relat�rio terr�vel.
- Ent�o como... - N�o fale comigo.
Eu te odeio. Adeus, pai.
O que est� havendo?
Sr. Ives, voc� sabe por onde a ferrovia passar�?
Ainda n�o. Mas tenho uma ideia.
O dep�sito deve ficar perto do El Dorado.
N�o, senhor, ela passar� por Ivestown Leste.
E voc�s de Ivestown n�o ganhar�o nada.
Se isso � verdade, o povo de l� enriquecer� imediatamente.
Talvez sim. Deixe-me cont�-lo o que
aconteceu ontem � noite.
Voc� tem uma terr�vel gangue dentro da sua organiza��o.
E nada impedir� o homem que a lidera
de conseguir essas propriedades.
Enquanto os vigilantes existirem, esse homem ter� prote��o.
As pessoas n�o podem ver atrav�s de m�scaras.
Mal posso acreditar se o que diz � verdade
o quanto antes acabarmos com isso, melhor.
- Tenho provas. - Farei a reuni�o esta tarde.
Descobriremos a verdade.
- Se dissesse que sinto muito... - V� embora, sr. Toland.
Se esperar um minuto, posso me ajoelhar...
Pode parar de me seguir? N�o quero escut�-lo.
Viu o que acontece com garotinhas que n�o ouvem pedidos de desculpa?
Voc� � bonita at� quando est� com raiva.
Voc� � imposs�vel. O que farei com voc�?
Posso beber um copo de limonada se voc� oferecer.
Voc� ganhou. Vamos a minha casa.
O que houve, Henry?
Quero reunir o comit� imediatamente.
- Claro, a que horas? - �s 16:00 hs.
- Prazo curto, n�o? - � algo que n�o pode esperar.
Bem, parece que teremos problema de novo.
Les mostrar� a ele quem � o chefe de uma vez por todas.
Avise a todos na lista que nos reuniremos �s 16:00 h.
- E agora, o que houve? - Alguns homens escondidos
atr�s das m�scaras dos vigilantes tentaram for�ar o povo de
Ivestown Leste a vender suas propriedades.
N�o diga. Quem te disse isso?
- Jeff Toland. Les, receio que esteja
na hora de nos desfazermos. Devia ter feito essa reuni�o a
uma semana atr�s, como planejei depois de falar com o Toland.
Talvez sim. Mas por que a pressa?
Explicarei isso na reuni�o.
� a primeira vez que ele se atrasa assim.
- Sabe por que ele nos chamou? - Um homem chamado Jeff Toland
- est� criando problemas. - O jovem advogado, n�o?
J� o vi por perto.
O que ele faz nessa cidade? N�o queremos um advogado por aqui.
Certo.
A reuni�o vai come�ar.
Henry est� atrasado, quando chegar, ele fala.
Enquanto isso, � melhor saberem por que estamos aqui.
Eu e o Henry estamos tendo problemas
com um homem chamado Toland.
Ele � advogado e est� indo a Ivestown Leste para agitar o
pessoal de l� para se livrarem dos vigilantes.
Esta � a ideia do Henry e o quanto antes melhor.
Na �ltima vez que vi o Henry ele estava convencido em se
desfazer dos vigilantes e eleger um xerife.
Henry sempre teve suas raz�es e dev�amos ouv�-lo.
Eu e o Henry est�vamos conversando sobre isso,
mas isso foi antes que o relat�rio da ferrovia fosse entregue.
Rapazes, a ferrovia passar� por
Ivestown Leste e ficaremos sem nada.
- N�o podemos fazer algo? - S�o todos pol�ticos corruptos.
N�o deixaremos eles escaparem. Somos os primeiros colonos,
aquela terra pertence � n�s. Digo para tomarmos o que � nosso.
Espere um pouco, voc� est� falando de roubo.
Sim, n�o queremos isso.
Bem, eles n�o est�o nos roubando?
O que dizem, rapazes?
Vamos tomar o que � nosso por direito.
Certo, vamos votar. - Por que n�o esperamos o Ives?
Eu cuido dele. Votaremos agora.
Vamos.
Henry Ives, Clem. O encontrei na trilha.
- Baleado nas costas. - Traga-o, rapazes.
- Tem id�ia de quem fez isso? - Posso advinhar.
- Quer me contar? - Ainda n�o.
Preciso checar algo primeiro.
Os vigilantes est�o reunidos ali.
- N�o esperaram por ele. - Talvez alguns soubessem
que ele n�o apareceria. Fique atento, doutor.
Vou ao rancho contar a Ellen.
Toland acabou de trazer o corpo do Henry Ives.
O encontrou baleado nas costas.
Ou�am, pessoal, os votos foram � favor de expulsarmos eles.
Henry Ives foi baleado, ele est� no coveiro agora.
- Como isso aconteceu? - Jeff Toland o encontrou.
Trouxe-o, baleado nas costas.
Toland encontrou o Henry baleado.
Aposto que est� mentindo, ele deve ter atirado no Ives.
Vamos peg�-lo.
Quando o Toland chegou a cidade, ele disse que mataria quem
- fosse contr�rio a ele. - Isso � mentira, Les Harper.
Eu estava no quarto dos fundos e ouvi tudo.
- Ele n�o fez essa amea�a. - Seu...
Espere um pouco.
N�o h� por que discutir, rapazes.
Toland n�o parece algu�m que atiraria pelas costas.
Jeff foi ao rancho do Ives contar a Ellen.
Ele n�o faria isso se tivesse matado seu pai, faria?
Acho que n�o h� por que nos precipitarmos, rapazes.
Talvez o doutor esteja certo. Levarei alguns rapazes comigo
para conversarmos com o Toland. Se ele for honesto, tudo bem.
Se n�o, o prenderei para o comit�.
� justo, Harper, concordo com isso.
Para mim est� bom.
N�s somos a lei e como o Henry sempre disse.
"A lei n�o toma partido." - Ele ser� tratado com justi�a.
Mas n�o esque�am por que o Henry convocou esta reuni�o.
O que votamos para fazer. Assim que eu voltar,
vamos tomar Ivestown Leste.
Ainda n�o acho que isso fa�a sentido.
Voc� votou, quem estiver em d�vida pode se retirar.
Vamos.
Pegue-o antes que ele alcance o Toland.
Algu�m n�o queria que ele falasse naquela reuni�o.
Devem saber que ele ia seguir seu conselho.
0 tio Les...
Vamos falar sobre isso quando chegarmos � cidade.
� o doutor. Ele est� ferido.
- O que aconteceu, doutor? - Eles est�o vindo atr�s de voc�.
- Por que? - Por atirar no Henry Ives.
- Quem come�ou isso? - Harper, ele est� vindo.
� melhor ir. Ele chegar� a qualquer momento.
Voc� n�o tem chance. Fa�a-o ir, srta. Ellen.
- Talvez ele a escute. - Voc� precisa ir, Jeff.
Voc� tem que ajudar o Lafe e
o pessoal esta noite, eles precisar�o.
- Os vigilantes? - Harper atacar� Ivestown Leste
- assim que se livrar de voc�. - Estarei l�.
Jeff, fui eu quem falei sobre aquele relat�rio.
- N�o foi a srta. Ellen. - Est� tudo bem, doutor.
Voc� realmente ajudou, este duelo tinha que acontecer.
- Por favor, v�, rapaz. - V�, Jeff.
Cuide dele, Ellen.
- Onde est� o Toland? - Voc� o ver� em Ivestown Leste.
- Devo ir atr�s dele? - Deixe-o ir.
Vamos para o rancho, n�o temos tempo a perder.
Partiremos para Ivestown Leste imediatamente.
Lembre-se, tomem tudo de uma ponta da cidade a outra.
- E n�o peguem leve. - N�o tem como saber o que
a ferrovia comprar�, ent�o temos que tomar tudo.
S� n�s pioneiros temos direito aquela terra.
- Ficaremos ricos. - Ei, e o Toland?
Ele tentar� nos impedir, tomem cuidado com ele.
E lembrem-se, ele � r�pido no gatilho.
O homem que matar o Toland
escolher� primeiro quando dividirmos a terra.
Vamos.
Manuel.
Me encontre no Barton em 5 minutos.
O que est� havendo?
N�o h� tempo para explicar agora.
Para o Barton imediatamente.
Para o Barton imediatamente.
Joe, para o Barton imeditamente.
S� um instante, pessoal. Por favor.
Voc�s foram avisados para sa�rem.
E dev�amos ter ido quando
- tivemos a chance. - Sim, mas voc�s n�o sabem
que um certo grupo de vigilantes quer controlar estas propriedades
por que a ferrovia passar� por Ivestown Leste.
- Ent�o � isso. - O que podemos fazer, senhor?
Podemos mandar uma mensagem ao governador
dizendo que o Henry Ives est� morto e que os vigilantes
est�o fora de controle.
- Que exigimos que ele os desfa�a. - Enquanto isso, eles nos matar�o.
Bem, podemos nos juntar e lutar.
Pode contar comigo. E voc�, Barton?
Bem, ficarei se o restante for ficar.
Rapazes, tenho uma ideia. Nos separaremos de Ivestown,
elegeremos um xerife e tudo que os vigilantes fizerem aqui
- ser� contra a lei. - E n�o poder�o
se esconder atr�s de m�scaras.
Nomeio Jeff Toland como nosso primeiro xerife e solicito que ele
comece a trabalhar imediatamente. O que acham disso?
A�� est� sua resposta, Toland. Voc� foi eleito.
Farei meu melhor.
- S�o os vigilantes. - V�o com calma, pessoal.
H� algo acontecendo no Barton, cuidarei dele eu mesmo.
Voc�s tr�s, venham comigo. O restante, ao trabalho.
S� assim teremos uma chance justa.
N�o se movam, pessoal, e ningu�m ser� ferido.
N�o queremos problemas onde h� mulheres e crian�as.
S� queremos o Jeff Toland pela morte do Henry Ives.
Falem! Onde est� o Toland?
Em um minuto esquecerei que h� mulheres e crian�as aqui.
O que est� te segurando desta vez? Na �ltima vez que esteve aqui,
voc� n�o foi t�o atencioso.
Pessoal, n�o preciso dizer que esse
homem � um mentiroso e um assassino.
Na �ltima vez que esta loja foi
atacada e o pequeno Lafe foi ferido,
ele perdeu esse ornamento do seu cintur�o.
D�em uma olhada.
Comparem voc�s mesmos.
Les Harper, voc� est� preso por tentativa de homic�dio.
Esperem um pouco, rapazes. Deixe-os irem.
Temos o chefe do bando, por que n�o fazer dele um exemplo?
Faremos isso legalmente, Lafe. Voc� tem uma cadeia forte?
H� um ugar do outro lado da rua que servir� perfeitamente.
Traga-o!
Temos que tirar o Harper de l�.
Tive uma ideia. Vamos!
Ele ficar� preso.
Algu�m iniciou um inc�ndio no norte da cidade.
Peguem alguns baldes d'�gua e cuidem deste inc�ndio depressa.
H� outro do outro lado da cidade.
Isso � um truque para tirar o
Harper da cadeia. Vamos!
Ele se foi, sabia que era um erro prend�-lo.
� com voc�, xerife. O que fazemos agora?
- Vamos atr�s deles. - E cuidaremos de todos eles.
S� assim estaremos seguros. O que dizem, pessoal?
Esperem um pouco. Por favor, pessoal.
N�o fa�am nada que v�o se arrepender.
A maioria dos vigilantes n�o s�o da gangue do Harper.
D�-me uma chance de pegar o Harper,
farei ele contar quem s�o os culpados.
Voc� nunca o trar� de volta.
Receio que o Barton esteja certo.
N�o, esperem. D�-me uma hora.
Se eu n�o voltar, voc�s podem fazer o que quiserem.
- Isso � justo o suficiente? - Esperaremos meia-hora.
Meia-hora ent�o.
Onde est�o o restante dos rapazes?
Sumiram quando ouviram que o
Toland havia te pegado.
- E se ele vier aqui atr�s de n�s? - Quantas muni��es temos?
O suficiente para uma semana e muita comida.
Bom, vamos nos proteger e se vierem atr�s de n�s,
cuidaremos deles.
N�o funcionar�, Harper.
Dever�amos ter esperado. Prometemos meia-hora ao Jeff.
Cansamos de esperar.
- Desistimos, Toland. - Saiam com as m�os para o alto.
- � melhor desistir, Harper. - Para mim j� basta, Toland.
Est� tudo bem.
Jeff, aqui est� a carta do governador.
Abra, por favor, Ellen.
"Parab�ns, nada mais de vigilantes,
lhe desejo sorte como xerife. "
Parece que voc� tem falado bem de mim, doutor.
Eu e a cidade toda. Voc� deveria emoldurar
e pendurar isso na parede ao lado da sua licen�a
de casamento, srta. Ellen.
Licen�a de casamento? Doutor...
N�o soube, senhorita? Voc� vai se casar.
- Isso me parece intimida��o. - Como seu advogado,
devo aconselh�-la e dizer que n�o tem chance de recusar.
Talvez eu devesse ter estudado direito.
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