All language subtitles for 0 VALE DOS MASSACRES(1951)Montana Desperado.Legenda PtBr by elizeuflu

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Original subtitles

0 VALE DOS MASSACRES

O James Wyatt foi o terceiro a ser morto no Rancho Duplo B.

Acho que n�o sou grande coisa, como xerife.

N�o fale assim, Ben. A culpa n�o � sua.

O Wyatt era um completo estranho para todos n�s.

Ele provavelmente tinha algum inimigo que o seguiu at� aqui,

atirou nele e foi embora. Coisas assim acontecem, voc� sabe.

Uma vez, sim.

Possivelmente duas vezes.

Mas tr�s homens serem mortos, no mesmo peda�o de terra, n�o sei.

Estou inclinado a concordar com o Sr. Berry, Xerife.

� at� mesmo poss�vel, que no passado,

todos os tr�s tenham pertencido a uma quadrilha ou algo assim.

Isso � teorizar demais, Ron.

N�o. Tem mais coisa nisso.

Algu�m aqui por perto, ou algu�m que conhece esta parte do pa�s,

est� querendo o Rancho Duplo B.

Por que algu�m iria querer aquele velho lugar?

Est� fechado e n�o tem nenhum animal l� h� anos.

Talvez algu�m esteja tentando evitar que seja reformado.

Ele controla o suprimento de �gua da parte superior do vale.

Deve ser isso. Mas quem?

Ainda acho que a morte daqueles homens,

tem algo a ver com o passado deles.

Talvez voc� tenha raz�o. Obrigado a ambos por terem me ajudado.

- At� logo, Ben. - Adeus, Xerife.

- At� logo, Ron. - At� logo, Berry.

- Tio Ben... - O que aconteceu, Sally?

- Atiraram no papai. - Onde ele est�?

No rancho. Um dos rapazes o encontrou esta manh� no pasto.

Ele... ele est� morto. Levou um tiro pelas costas.

� melhor voc� sentar.

Sally, tem algo errado?

O pai dela foi morto ontem � noite.

N�o...

Oh, Ron, quem poderia ter feito uma coisa dessas?

Ele n�o tinha nenhum inimigo no mundo.

Ele devia ter, Sally. Algu�m que n�o conhecemos.

Mas n�s o iremos encontrar e ele vai pagar por isso.

Sim, Sally. N�s o encontraremos eu lhe prometo.

ARRENDAMENTO JOHN RINK

ARRENDAMENTO ROBERT FOLEY

ARRENDAMENTO JAMES WYATT

ARRENDAMENTO GEORGE GARTH

Tem algu�m em casa?

O que posso fazer por voc�?

Eu trouxe um cad�ver.

Quem �?

George Garth.

- Como aconteceu? - N�o tenho certeza.

Ouvi um tiro no Rancho Duplo B,

e vi um cavaleiro mascarado entre as rochas.

Fui at� a casa do rancho e encontrei ele.

Pergunte o que ele estava fazendo no Rancho Duplo B, Xerife.

Talvez n�o seja uma m� ideia conferir a arma dele.

Um cavaleiro mascarado nas rochas!

Eu cuido disso, Jim.

- Deixe-me ver a sua arma. - Claro, Xerife

O seu amigo parece um pouco desconfiado de mim.

Eu dificilmente traria o cad�ver da minha v�tima para a cidade,

em plena luz do dia, n�o �?

Esta arma n�o foi disparada recentemente.

Ele pode ter disparado e depois a limpou.

Um assassino esperto talvez achasse que � uma boa ideia,

trazer um cad�ver e alegar que o encontrou.

N�o gosto de ser chamado de assassino. Lembre-se disso.

Este rifle foi disparado recentemente.

Com certeza que foi. Matei um coelho para o jantar.

Voc� ter� que contar uma historia melhor do que esta.

Pelo menos, uma que possa provar. Pegue a arma dele, Jim.

Entre.

Fa�am guarda at� a chegada do agente funer�rio.

Um homem faria papel de bobo, carregando uma pele de coelho,

apenas para ter um �libi. n�o acha, Ben?

Voc� me perguntou por que eu estava perambulando pelo Duplo B.

Bem, acontece que sou o dono dele, apenas isso.

Johnny Mack Brown! Ora, quem diria?

- Eu jamais o reconheceria. - Faz muito tempo, n�o �, Ben?

E eu me sentiria muito mais feliz se voc� afastasse esta arma.

� claro. Deixe-me pensar...

Eu n�o vejo voc� desde que terminou os estudos e fugiu.

Oh, Jim, este sujeito n�o � um assassino.

Eu o conhe�o desde que nasceu.

- Devolva a arma dele. - Desculpe, Sr. Brown.

Acho que ando um pouco assustado.

O Garth � o quarto homem que � morto naquele seu rancho.

Sim, eu sei. A prop�sito, como voc� se chama?

Este � o Jim Berry, um dos seus vizinhos.

- Prazer em conhec�-lo, Sr.Berry. - Obrigado.

Da pr�xima vez tentarei ser mais amig�vel.

Esque�a.

Ben, eu gostaria de ter uma conversinha com voc�

Sabe, temos muitos anos para colocar em dia.

Com certeza, que temos.

E tenho algumas coisas para lhe dizer,

que voc� n�o vai gostar muito.

Isso pode demorar um pouco. � melhor voc� se sentar.

Parece bastante s�rio. Acho que n�o est� nada feliz em me ver.

Bem, estou e n�o estou.

Primeiro, deixe-me perguntar-lhe:

Por que decidiu voltar para c�,

depois de todos estes anos de perambula��o.

N�o lhe culpo por perguntar.

N�o consegui entender por que um homem,

se amarraria a um �nico lugar.

Eu queria ver o pa�s. Bem, eu o vi.

Lutei na guerra, juntei-me aos patrulheiros por alguns anos,

e ent�o comecei a me lembrar como era bacana o Duplo B.

Ent�o passei em Kansas City, no escrit�rio do meu advogado,

e falei para ele n�o arrendar mais o local.

Foi quando fiquei sabendo da r�pida mudan�a de inquilinos.

Ent�o decidi voltar para c� e descobrir do que se trata.

Mas voc� escolheu um momento muito ruim, para se estabelecer.

Aquele homem que voc� acabou de trazer,

� o quinto que foi morto no vale.

- Quinto? - Isso mesmo.

Lembra-se do Fred Wilson, que morava na divisa ao sul.

O Sr. Wilson foi assassinado? Por qu�?

Se soub�ssemos isso. ter�amos a resposta de todos esses crimes.

A �nica conclus�o l�gica � que algu�m est�,

tentando conseguir o controle completo do vale.

Aqui.

O Rancho Duplo U, do Wilson fica no extremo sul,

e ele controla metade do suprimento de �gua.

O seu rancho fica aqui, no extremo norte,

e voc� controla a outra metade.

O riacho come�a no seu rancho e desce at� aqui no meio,

onde Ralph Norse e Jim Berry tem ranchos.

E eles dependem de voc� para terem �gua.

Sei o que voc� est� pensando, mas acredite em mim.

Ambos s�o fazendeiros honestos e n�o matariam um homem pelas costas.

E eu respondo por eles.

O meu advogado recebeu ofertas de ambos.

Eu sabia que ia voltar, ent�o n�o vendi.

Apenas tire da sua cabe�a que qualquer um deles,

tem alguma coisa a ver com isso

N�o sei quem mais pode ser. mas n�o s�o eles.

E, Johnny, at� que tenhamos esclarecido isso,

n�o fique no Duplo B.

Obrigado, meu velho, mas sei me cuidar.

Johnny. voc� n�o entendeu. Quem est� fazendo isso,

n�o vai parar por ningu�m e nem por coisa alguma.

N�o vou deixar que me afugentem.

Estou aqui e vou ficar.

Sei que faria isso. Tenha cuidado.

Obrigado, meu velho. A gente se v�.

Ol�, pessoal. Precisam de ajuda?

Pode apostar, que sim.

Ei, por acaso voc� n�o seria a Sally Wilson?

Sim. Como voc� sabe?

Tenho que me lembrar da primeira garota, que ensinei a cavalgar.

Johnny Mack Brown. Quando voltou?

Hoje de manh�. Tive uma longa conversa com o Xerife Ben.

Ele me contou tudo. Lamento o que aconteceu com o seu pai, Sally.

Obrigada, Johnny. Este � o Ron Logan, o meu noivo.

Ron, este � o Johnny Mack Brown. Ele � o propriet�rio do Duplo B.

- Prazer em conhec�-lo, Johnny. - Digo o mesmo.

Ent�o, Sally, voc� finalmente aprisionou um homem.

- Quando � o casamento? - Daqui a duas semanas.

O Ron vai me ajudar a cuidar do Duplo U.

Espere um pouco, querida. Digamos que vou tentar.

Sou apenas um engenheiro de minera��o, n�o entendo muito,

de cuidar de rancho ou de gado.

Voc� aprende com o tempo.

Precisa apenas um bocado de trabalho duro, s� isso.

Falando em trabalho, voc� pode levantar isso para mim?

Claro, que sim.

Ficarei contente em lhe ajudar em tudo que puder.

Estou me instalando no meu rancho e criarei algumas cabe�as de gado.

Mas, Johnny, at� que peguem o assassino que est� � solta no vale,

n�o � seguro para voc� morar no rancho.

A Sally est� certa. Seja quem for, parece ter rancor do Duplo B.

Tr�s homens j� foram mortos l�

Quatro. Encontrei um cad�ver hoje de manh�. George Garth.

Voc� n�o deveria morar l�, Johnny Pode ser assassinado tamb�m.

Talvez.

Esta parte do pa�s parece azarada.

Tento convencer Sally a vender o rancho e mudar para longe.

N�o, Ron jamais cederei.

Quantas vezes tenho que lhe dizer isso?

Mas, Sally, com o dinheiro que teremos com a sua propriedade,

poder�amos nos instalar em qualquer lugar.

N�o posso deixar de pensar que � tolice,

ficarmos onde as nossas vidas correm perigo.

Ah, agora sou uma tola? Deixe-me dizer-lhe uma coisa.

Prefiro ser tola, do que covarde.

N�o sou covarde, Sally. voc� sabe muito bem disso.

Mas voc�, age como tal.

Se e assim que voc� se sente.

- E, ent�o? - Ei, ou�am, voc�s dois.

Sally, ele est� apenas zelando por voc�, s� isso.

Voc� tem o mesmo temperamento dif�cil de quando era crian�a.

Voc� tem toda a raz�o, Johnny.

A prop�sito... se voc� se deparar com resqu�cios de ouro ou prata,

na sua propriedade, n�o deixe de me avisar.

Trabalho para a Cia. de Minera��o, do Meio Oeste, em Saint Louis,

e naturalmente est�o interessados na extra��o de minerais.

Na verdade, � por isso que estou aqui.

Voc� pode ganhar algum dinheiro extra.

Eu preciso mesmo disso,

mas estarei bem ocupado, deixando a minha casa arrumada.

Por que voc� mesmo, n�o d� uma olhada?

N�o acho que achar� qualquer ouro mas pode ter cobre ou chumbo.

�timo. Vou l�, ent�o.

�timo. Nos vemos mais tarde.

At� logo, Johnny.

- Talvez, ele n�o esteja em casa. - Onde mais, ele estaria?

Ol�! Ei, Sr. Brown, est� em casa?

Sim, estou em casa. Quem �?

- Jim Berry. Quero falar com voc�. - Pode entrar.

Pode deixar, que eu falo.

Desculpe, cavalheiros.

Com o que tem acontecido por aqui, recentemente,

temos que ter muito cuidado.

Isso mesmo. Espero que tenha esquecido a tolice que fiz hoje.

Claro, eu entendo. Esque�a.

Este � o Hal Jackson, o meu capataz.

Sr. Jackson, prazer em conhec�-lo.

Ol�.

Entrem, sentem-se.

Bem, Sr. Brown, acho que � melhor eu ir direto ao ponto.

Estou interessado em comprar o seu rancho.

Eu sei. Tanto voc� quanto o Norse tem tentado comprar o meu rancho,

h� muito tempo. Bem, eu n�o mudei de ideia. N�o vou vender.

Sabe, Sr. Brown, ningu�m teve sucesso com ele durante anos.

Mas acho que tenho uma equipe grande o bastante,

para mant�-lo funcionando de novo.

E para afugentar quem que esteja atirando em quem mora aqui.

- � isso, n�o �, Hal? - Isso mesmo.

Lamento, mas n�o vou vender.

Brown, voc� � um tolo!

N�o t�o tolo, quanto voc� pensa.

Sei que quem for o dono deste rancho,

vai controlar o suprimento de �gua da parte superior de todo o vale.

N�o me surpreende que voc� o queira comprar, Sr Berry.

N�o gosto da sua atitude, Brown.

Est� insinuando que queremos controlar todo o vale.

Fique quieto, Hal.

N�o estou insinuando nada, Jackson.

Voc� mesmo que pensou nisso. Quem quiser muito o meu rancho,

poderia at� mesmo matar para conseguir o controle dele.

Ora, seu.

J� apanhei bastante.

Voc� tem um belo golpe de direita, Jackson.

- Voc� tamb�m. - E n�o tentou sacar a arma.

Parece que eu o julguei mal.

- Aceita? - Claro.

Apague esta lamparina!

Bem, quem quer que fosse, cavalgou para longe.

N�o adianta tentarmos segui-lo na escurid�o.

- Foi ferido gravemente? - N�o � grave demais.

� apenas um ferimento superficial.

� melhor voc� passar a noite aqui e cuidarei disso por voc�.

E voc� tamb�m ser� bem vindo se quiser ficar, Sr. Berry.

N�o, obrigado. Vou embora.

Quanto mais cedo eu voltar para o meu rancho, mais vou gostar.

- Tem certeza, de que ficar� bem? - Claro, claro.

- At� logo, Sr. Brown. - At� logo.

Venha, vamos at� a cozinha. Vou cuidar disso para voc�.

Obrigado por cuidar de mim, Johnny.

Esque�a. Acha que est� forte o suficiente para cavalgar?

Claro, estou bem.

Preciso voltar para o rancho do Berry.

Tenho trabalho a fazer, sabe?

Eu tamb�m.

Tenha calma, Hal. Estou indo para a cidade,

a n�o ser que voc� queira que eu v� junto.

N�o, eu consigo me virar

Obrigado de novo, Johnny.

Bom dia, Johnny. Como v�o as coisas?

Nada boas, Ben. Quero falar com voc�.

- Tem um minuto. - Claro, entre.

O que est� pensando, Johnny?

Encontrei este rifle amarrado a uma �rvore na estrada,

que leva ao meu rancho.

A estrada estava bloqueada e quando tentei contorn�-la,

este rifle disparou. Se eu estivesse montado no momento,

estaria morto agora. Portanto, estou desistindo.

N�o o culpo.

Mas eu estava com esperan�a que voc� fosse ficar aqui,

para me ajudar a limpar essa bagun�a.

Decidi voltar para casa e me instalar, porque estava cansado,

de levar tiros durante a guerra. Portanto, vou vender.

Diga... para quem voc� vai vender?

N�o faz qualquer diferen�a para mim. A quem pagar mais.

Berry, Norse, at� mesmo o jovem Logan.

Pois pode esquecer quanto ao Berry.

Ele vendeu o rancho dele para o Norsen, hoje de manh�.

Atiraram nele ontem � noite tamb�m. Est� l� fora se despedindo.

Acho que isso o elimina.

Vamos nos despedir, mesmo assim.

Lamento muit�ssimo que esteja indo embora, Sr. Berry.

- Eu tamb�m, Sally. - Desejo-lhe muita sorte.

- Digo o mesmo para voc�. - Obrigado, a voc�s dois.

- Bom dia, pessoal. - Ol�, Johnny.

Fiquei sabendo que est� de partida, Berry.

- Pode apostar que sim. - Qual foi o problema?

Leia isso.

BERRY. ESTE � O SEU �LTIMO AVISO.

V� EMBORA DO VALE SE QUISER CONTINUAR VIVO.

- Voc� viu isso? - Sim, queria saber quem o enviou.

N�o me importo. J� vi o suficiente.

Depois de quase ter sido morto ontem � noite,

decidi acreditar no que o bilhete diz.

Cavalguei at� o rancho do Norse e vendi o meu para ele.

O Norse, hein? Ele sabia desse bilhete?

Sim, ele recebeu um igualzinho.

- O qu�? - Isso mesmo.

Mas o Norse disse que vai permanecer e lutar.

- Ele que fique, eu vou embora. - Estarei logo atr�s de voc�.

- Johnny! N�o vai desistir tamb�m? - Sim, Sally. Vou vender,

para o Norse ou para voc� e o Ron.

Eu bem, que queria poder comprar, Johnny, mas...

Bem. n�o tenho dinheiro suficiente.

Parece que o Norse vai ficar com o rancho.

Diga-lhe quando ele vier para a cidade.

Ele n�o vir� por algum tempo. Come�ou a organizar tudo de manh�.

Vou esperar por ele, no meu rancho.

- Adeus, Berry. - Adeus, Johnny.

- Muito boa sorte - Obrigado.

AGENCIA POSTAL

L� vai o �nico homem que eu achei que poderia ter resolvido isso.

Acho que ele poderia fazer.

Sim, mas eu n�o o culpo por ir embora.

Nem eu.

Ol�, Ron. O que lhe traz, at� aqui?

Not�cias muito boas, Johnny.

Voc� tem dep�sitos de cobre na sua propriedade.

� mesmo? Entre me conte sobre isso.

Segui a sua sugest�o, escavei no seu rancho, enviei amostras,

para a companhia e adivinha s�.

Eles querem comprar a sua propriedade.

Espero que voc� a venda para eles, porque se voc� fizer isso,

aceitam me manter como supervisor da opera��o de minera��o.

Veja, recebi este telegrama hoje de manh�.

"Amostras de minerais favor�veis.

Autorizamos voc� assinar cheque em nome da companhia,

em cinco mil d�lares pela propriedade. Por favor, prossiga.

Assinado Companhia de Minera��o do Meio Oeste, Saint Louis."

Bem, isso � �timo, Ron. Mas voc� n�o teme,

que isso v� impossibilitar que voc� more por aqui?

Francamente, sim, mas � um caso de vender o rancho dos Wilson,

e mudar para longe desta parte do pa�s ou ficar aqui.

- Claro que Sally quer ficar aqui. - Eu entendo isso.

Ela nasceu aqui. Quer um pouco de caf�?

Parece bom.

No que me diz respeito,

a sua companhia pode comprar a minha propriedade,

a n�o ser que o Norse ofere�a um valor mais alto,

o que eu duvido, que ele fa�a.

Ele n�o falou com voc� ainda?

N�o, mas estou esperando.

- Johnny? Johnny? - O que foi, Sally?

O Ralph Norse, foi morto ontem � noite.

- O qu�? - Sally, tem certeza?

Sim, o xerife acabou de trazer o cad�ver dele.

Bem, isso resolve tudo. O rancho � seu e voc� � bem vindo.

- Vou fazer uma nota de venda. - N�o precisa, tenho uma aqui.

Est� tudo preenchido. O cheque tamb�m.

Mas, Ron, n�s vamos comprar este lugar?

Bem, n�o somos n�s, exatamente que vamos compr�-lo, Sally.

Pertencer� � Meio Oeste, mas talvez algum dia possamos comprar deles.

E ent�o teremos dois dos melhores ranchos do vale.

- Aqui est�. - Obrigado, Johnny.

Estou feliz em fechar o acordo e triste por voc� estar de partida.

- Pois eu n�o estou. - � melhor eu ir at� a cidade,

para enviar o telegrama para a companhia

Vem comigo, Sally?

N�o, quero conversar com o Johnny.

Oh, Est� bem, querida. Nos vemos mais tarde no rancho.

Sente-se, Sally.

E ent�o, o que tem em mente?

- Voc� n�o vai reconsiderar? - Reconsiderar o qu�?

Partir. N�o quero que voc� v� embora.

- Tenho medo. - N�o estou indo embora.

Mas eu n�o entendo. pensei que...

Sally, voc� precisa manter isso em sigilo.

Tenho um plano e acho que vai funcionar.

Ora, ora. Eu sabia disso o tempo todo.

Eu percebi que voc� n�o � do tipo que desiste, Johnny.

O que voc� est� fazendo aqui, Hal?

Pensei em lhe pedir um emprego. agora que o meu patr�o vendeu.

Que tal?

Est� contratado. E a primeira coisa que quero que fa�a � levar a Sally,

para o rancho dela e a manter l� at� receber not�cias minhas.

- Mas, Johnny... - N�o, ou�a, Sally, lhe explico...

tudo mais tarde, quando eu tiver mais tempo.

No momento,quero que v�o embora.

Preciso estar sozinho para que o meu plano funcione.

Vamos, vamos, Sally.

- Ei, ouvi um disparo de arma. - Tamb�m ouvi.

- Ser� que o Johnny... - Vou voltar. V� para o seu rancho.

V� buscar o xerife, Sally, o mais r�pido que puder.

- Mas e quanto a voc�? - Eu posso me cuidar.

V� em frente. Siga pelo caminho de tr�s.

- Quem me derrubou do cavalo? - Era um cavaleiro mascarado.

Se eu n�o estivesse � frente dele, ele n�o o teria deixado como fez.

Ele estava descendo. Eu estava a espera dele.

A� vem ele.

- Consegue manejar a arma? - Claro que sim.

Mantenha-o coberto daqui. Vou por tr�s, tentar cerc�-lo.

Onde est� o Johnny?

Est� l� nas rochas, com aquele assassino mascarado.

Deixe-me pegar o seu cavalo, Sally.

Fique aqui. Vamos em frente.

� melhor cuidar deste ombro, Hal. Vamos entrar.

Parece que o nosso homem desapareceu em pleno ar.

Temos que vasculhar estas rochas at� encontr�-lo.

Voc� tem alguma ideia de quem � ele, Johnny?

- Claro. - Quem � ele?

Isso vai lhe responder.

- Como se sente, Hal. - N�o t�o mal.

Fique aqui e descanse.

Vou at� o rancho buscar uma carro�a,

para lev�-lo at� o Dr. Evans.

�timo.

Odeio deixar voc� aqui sozinho,

no entanto e se ele voltar?

N�o se preocupe, com o Johnny e o xerife indo atr�s dele,

ele ficar� o mais longe poss�vel.

Al�m disso, ainda sei como manejar uma arma.

� o Ron!

Ol�. Sally. Vi o seu cavalo e decidi dar uma parada.

Que bom que fez isso! O Hal est� l� dentro e foi gravemente ferido.

O que aconteceu com voc�, Hal?

O cavaleiro mascarado atirou em mim.

Tem alguma ideia de quem seja?

N�o, mas o Johnny e o xerife foram atr�s dele.

Quando eles o pegarem, colocar�o um fim em toda essa matan�a.

Voc� tem raz�o, Sally. Mas no momento o mais importante,

� levar o Hal ao m�dico.

V� buscar a carro�a. Vou ficar aqui cuidando dele.

Sally, aquele n�o cavalo do Ron Logan?

Sim, ele est� l� dentro com o Hal.

Solte a arma, Xerife.

Isso mesmo.

Agora chute-a para c�.

Voc� nunca vai se safar com essa, Logan

Espere e ver�.

- Ron, ent�o � voc�? - Isso mesmo, Sally.

� realmente uma pena ter que desiludir voc�,

mas ter� que entregar a sua propriedade para mim.

- Nunca farei isso! - Ah, far� sim.

A n�o ser que queira ver o Xerife e o Jackson baleados.

Voc� n�o ousaria.

Est� bem, Sally, voc� est� pedindo por isso.

Vou atirar primeiro no Jackson, pois voc� parece gostar mais dele.

- Johnny, ele ia matar a todos. - Eu sei, Sally.

E pensar que ia me casar com ele!

N�o � culpa sua que ele tenha feito isso.

Voc� chegou bem a tempo, Johnny.

Como voc� sabia que o Logan, era o culpado?

Ben, leia a carta para eles.

Caro Sr. Brown. Em resposta � sua pergunta, nossos registros mostram,

que a corpora��o conhecida como Cia. de Minera��o do Meio Oeste,

licenciada por este Estado, menos de seis meses atr�s. O �nico dono,

aparentemente o �nico que possui a��es da companhia,

� um tal de Ronald L. Logan. Sem endere�o.

Atenciosamente, H. Fanning, Controlador do Estado do Missouri.

Quando o Logan me deu este cheque pela minha propriedade,

eu sabia que n�o era bom.

E imaginei que ele ia querer me matar para peg�-lo de volta.

S�o os meus rapazes.

Vou pedir para que levem o Logan para o agente funer�rio.

- N�o sei como agradec�-lo, Johnny. - N�o precisa, Sally.

Agora que este vale est� seguro,

por que n�o deixa o Hal, cuidar do rancho para voc�?

Mas, Johnny, pensei que eu ia trabalhar para voc�.

N�o acha que a Sally precisa da sua ajuda mais do que eu?

Bem, sim, claro.

Que tal, Sally, vou trabalhar para voc�?

Com certeza, Sr. Jackson.

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