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� errado, Juanito. Ele n�o deve faz�-lo.
Escute.
Juanito, como eu lhe disse antes,
h� muita viol�ncia no mundo agora.
Al�m disso, h� outro motivo.
N�o quero que nosso amigo Sabata se machuque.
Mas os Murdocks merecem morrer, padre.
Voc� sabe que os Murdocks roubaram tudo o que era nosso.
- Precisam ser punidos. - Juanito...
Esqueceu o que lhe ensinei?
Precisa tentar perdoar.
N�o se deixar levar pela vingan�a.
- Eu sei, padre. - Diga isso a Sabata:
Ele n�o deve arriscar o pesco�o por causados irm�os Murdock.
Diga que nossas ora��es est�o com ele.
Ele n�o precisa lutar.
Como nosso bom livro costuma dizer:
- O Senhor resolver�. - Sim, padre.
Imploro que tenha cuidado, meu filho!
Que o senhor esteja com voc�.
O Senhor � Sabata!
Viol�ncia demais.
1867 - O M�xico sob domina��o de Maximiliano da �ustria
estava fervilhando com revolucion�rios.
Em posi��o!
Avan�ar!
- Vinte d�lares. - Dez d�lares nos irm�os Murdock.
Cem d�lares nos irm�os Murdock. Ningu�m vai apostar no desafiador?
E voc�, Ballantine?
Cem d�lares.
No preto.
Voc� pode gastar dinheiro, n�o pode?
S� para eu ficar calado.
Preto � a minha cor favorita. Sempre ganho com preto.
TEXAS AG�NCIA DE CA�ADORES DE RECOMPENSA
� melhor sairmos todos daqui.
Pode ser que as coisas esquentem. Vamos.
Procuro um certo homem para um trabalho especial.
- O nome dele � Sabata. - Agora n�o! Vamos!
Est� tudo preparado para voc� partir em grande estilo, n�o notou?
Sabata! � melhor faz�-lo virar!
Comecem a atirar quando parar!
Gosto deles no ch�o.
Parece que os Murdocks foram pegos de vez.
Entendeu?
Desculpe.
N�o derramou o �leo de Bernie. Tome.
- Sem �leo, sem dinheiro. - Me d� isso!
O homem que queria...
Acho que posso encontr�-lo.
Voc� j� viu o coronel Skimmel.
Que tal? Vai aceitar?
Esperava que fizesse esse servi�o para mim.
Obrigado.
Adeus.
- O que est� fazendo aqui? - Achei que poderia precisar da minha ajuda.
Posso ir com voc�?
Fa�o tortillas deliciosas.
Tenho outra tarefa para voc�.
Entregue isso ao Padre Mike.
Diga que os Murdocks ganharam...
...suas recompensas.
E que eles fizeram uma contribui��o.
Ol�.
Ent�o?
Quanto ganhou, Ballantine?
Uma ninharia.
Estou aqui para algo mais importante.
Coronel... Skimmel.
Poder�amos...
...trabalhar juntos.
"SABATA ADEUS"
Ei, voc�!
N�s, Austr�acos temos olhos em todo lugar.
Se quer um conselho,
esque�a aqueles mexicanos.
O que � isso?
Me ponha no ch�o, seu porco!
Corte e me solte!
Vou mat�-lo por isso, seu cachorro americano imundo!
Juro que vai pagar!
Lanque imundo!
Aguente firme, volto j�.
Seu desgra�ado, vou peg�-lo!
Voc� toca muito mal.
Chegue at� o port�o e ser� um homem livre.
Sujeito � habilidade do coronel.
D�-lhes uma chance.
Solte, dois, tr�s ou quatro deles juntos.
Viva a revolu��o!
Agradecemos sua ajuda, Garcia.
O coronel Skimmel ser� muito generoso com voc�.
Garcia Mareno!
Fez muito bem, querido Garcia.
Voc� nos ajudou a descobrir esse plano revolucion�rio imundo.
Tamb�m salvou a minha vida. Isso n�o ser� esquecido.
Nosso amado imperador, Maximiliano, e seu soldado humilde est�o muito gratos.
Na gaveta embaixo do navio modelo
encontrar� seus 20 peda�os de ouro.
Obrigado.
A chave est� a�.
Abra.
Perfeito.
Como sempre.
� o pior tipo de informante. Por ouro ele trairia a pr�pria m�e.
Ou a n�s!
Meu pai, almirante von Skimmel, costumava pendurar esses traidores no mastro.
Todos aqui?
Manuel Garcia Otello!
Juan de Los Angeles.
Jesus Tribalta.
Lu�s Miguel Cotero!
S�o todos bons. S�o seus para a miss�o.
Espero que aprove.
Esse seu dinheiro...
Quem o comprou?
Est� vendido para aquele porco Skimmel?
Ele � um espi�o Oca�o!
Septiembre!
Afastem-se do traidor!
Gitano!
Gitano!
O flamenco da morte.
S� preciso de Gitano e Septiembre.
Aquele ouro vai nos comprar armas.
Seremos mais fortes que seus soldados e ningu�m poder� nos impedir.
O homem que vai ajud�-lo � um soldado.
Um mercen�rio.
� tarefa dele descobrir quando o ouro sai de Guadalupe e que estrada deve seguir.
Ele tamb�m j� acertou tudo com o homem que vende armas.
Ele est� esperando por voc� na cidade de Kingsville, Texas.
- N�o esque�a a senha. - Eu sei.
Ainda h� outra coisa que me preocupa.
Devemos deixar a revolu��o nas m�os de um mercen�rio?
Desse sim.
Ele n�o � problema, Escudo.
� Sabata.
�timo.
Uma garrafa de Tequila.
Est� fedendo aqui.
Est� com cheiro de porco.
Est� sentindo algo, Septiembre?
Seu amigo n�o tem nariz, ou ent�o � mentiroso.
Voc� est� com um cheiro de porco horr�vel.
Voc� � muito cheio de si para ser um juiz.
Ent�o?
Ent�o?
Quando quiser.
N�o � suficiente ter perdido um amigo?
Tome uma cerveja.
Aposto que o cheiro n�o o incomoda mais.
Agora ele vai aprender a fumar.
Muito obrigado, homem.
Diga-nos de que precisa.
Qualquer coisa por Benito Juarez.
Esse � o nosso homem.
� Sabata.
Amigo, Oca�o nos mandou aqui.
Bela t�cnica, n�o?
� a pr�tica.
A �ltima vez que toquei isso...
Aqui est�.
Foi no dia de S�o Cristov�o.
Tenho p�ssima mem�ria, tenho que anotar tudo no livro.
Nunca fico sem ele.
Esperem por mim l� fora.
O coronel Skimmel gosta de artistas como eu.
Ele fica � vontade comigo. Em Guadalupe pode-se dizer que sou como algu�m da fam�lia.
Eu posso passear pelo forte todos os dias.
Vendo coisas. Ouvindo coisas.
Voc� conhece o coronel Skimmel?
Uma vez ele me desafiou no tiro.
Dificil ganhar dele.
Permanece assim.
A quatro m�os seria perfeito, n�o?
S� trabalho sozinho.
Que pena.
O coronel Skimmel tem dois pianos.
Por que n�o se junta a mim?
Eu toco a melodia.
PARA PIANO - QUATRO M�OS FRANZ SCHUBERT
Amigo, o seu colega do piano est� conosco?
Se eu puder evitar, ele fica de fora.
E eles?
- Tem certeza que n�o t�m problema? - Claro! Quem acha que s�o?
Os dois? Refugos do museu local.
Os dois s�o muito bons! S�o meus dois falc�es, minhas duas �guias.
Dois abutres voadores.
N�o acredita em mim?
Viu isso?
O que foi que lhe disse?
E esse � Septiembre.
Quer ver algo incr�vel? Olhe.
Vai!
Voc� � louco?
- N�o tem com que se preocupar. - Se pegarmos o ouro.
Tenente Steiner!
Cuidado...
- Pronto. - Vamos l�.
Expedi��o... avante!
V�o!
Coronel Skimmel, nunca vou acabar seu retrato.
Esta � a sua vig�sima cidade.
Vejo que anota tudo, � uma boa id�ia.
Muitos grandes artistas t�m p�ssima mem�ria.
Tempo � dinheiro.
� o que os americanos pensam.
Mas eu sou um austr�aco e para um austr�aco, o tempo n�o existe.
N�o... eu n�o franzo assim as sobrancelhas.
Meu rosto � mais alegre. Preste aten��o na boca.
Seu sorriso � t�o bonito, coronel.
Preparando uma carro�a de gr�os, estava feliz como se estivess enviando p� de prata.
Voc� n�o deixa passar nada, amigo Ballantine.
Como j� lhe disse, coronel,
Minha mente nunca descansa.
Os pe�es est�o clamando por vingan�a.
O M�xico � um prato cheio para revolu��es.
Vamos esmag�-las.
J� tomei as precau��es necess�rias.
N�s austr�acos sabemos exatamente o que estamos fazendo.
Est� tudo planejado.
Foi planejado, organizado e estudado at� o �ltimo detalhe.
� inevit�vel e matematicamente perfeito.
- Os austr�acos s�o homens de a�o, meu amigo. - Coronel... por favor.
Nunca faltamos com a palavra. Nosso amado imperador Maximiliano � nosso modelo.
- Com licen�a. - E nossa for�a!
Muito melhor.
Pronto.
Algu�m se meteu no nosso jogo.
Protejam-se, r�pido!
Protejam-se!
- Viva a liberdade! - M�xico livre!
Viva Benito Juarez!
O que est� havendo?
- Muito bem. - Vamos sair daqui.
Vamos.
Adeus, amigos.
Jos�!
Jesus! Juan! Meus irm�os! Meus amigos!
Amigos, sejam recebidos pelo Senhor que est� no c�u.
Maldita seja sua m�e!
Dois falc�es sem asa. Eu era o que saltava mais alto antigamente.
- Verdade! - Que mentira deslavada.
Vamos pegar o ouro.
Austr�aco.
Vamos.
Esperem por mim! Me d� a m�o, Gitano!
Conseguimos, Sabata!
Um ba� cheio de ouro.
Para comprar armas.
Muitas armas! Armas para matar Maximiliano e mandar os austr�acos de volta!
Viva o M�xico! Viva a Revolu��o!
Escudo.
Ele est� com essa cara porque queria todo o ouro para ele?
N�o, ele � naturalmente assim. Nasceu com essa cara.
� verdade. Quando ele nasceu houve uma grande tempestade.
Seu anivers�rio � no dia 2 de Setembro?
Est� errado, amigo.
Deve ser dia 2 de Novembro, dia dos finados.
Muito bem, tenente.
Traidores devem levar um tiro nas costas.
Escudo comandou os rebeldes mexicanos.
Eu tamb�m vi Sabata com eles.
Eu o conhe�o, ele � um grande atirador.
Foram em dire��o ao Texas.
- Obrigado, tenente. Pode ir. - Sim, senhor.
Material de escrita.
Estamos com problemas muito s�rios.
Eles n�o v�o chegar longe.
Eles t�m um servi�o de intelig�ncia eficiente no Texas.
Seria mais f�cil guardar cada saco de ouro individualmente, ao inv�s de em um ba�.
- Muito mais f�cil. - Esse ba� n�o deve ser descarregado.
- N�o agora. S�o as ordens. - � verdade. N�o podemos abri-lo.
Esperem por mim no Mosteiro de San Juan.
Eu vou para Kingsville.
Os vendedores de armas estar�o esperando.
Ballantine tamb�m.
Ballantine? Eu...
O pianista.
At� mais.
� Sabata.
Cavalheiros...
Sua arma, por favor.
Vender armas � uma profiss�o perigosa, n�o �?
Desmaio com vis�es desagrad�veis, por estar de capuz.
Voc� � um homem inteligente, Sabata. Eu o respeito.
Por que voc� anda com a esc�ria?
Eles fazem mais o meu g�nero.
Voc�s n�o.
Posso fumar?
Esqueci que eu mesmo fumei o �ltimo.
Tudo bem. Compro mais com seu ouro.
N�o vou nem perguntar onde est�.
Vou usar um pouco a l�gica austr�aca.
Na verdade, j� foi descoberto.
Quando se tem muito ouro, n�o h� muitos lugares onde guard�-lo.
Como o mosteiro de San Juan.
Desculpe, n�o sou dessa par�quia.
Mesmo assim, vamos garantir um funeral de respeito para voc� aqui,
em Kingsville.
Assim como todos os seus amigos Mexicanos.
Eu volto. Eu lhe garanto.
Seria bom voc� relaxar enquanto espera o sr. Fulgian voltar.
N�o, obrigado. N�o bebemos pelos mortos.
S� bebo com os amigos.
N�o com voc�.
Desculpe-me por dar as costas.
Esque�a Sabata, � sua casa, afinal de contas.
Septiembre!
Venha tomar uma dose.
Isso n�o vai funcionar, tente outra.
Seu irm�o?
O sol est� alto.
E onde est� ele?
N�o gosto desse lugar, � muito silencioso.
O sil�ncio � a morte.
Somente os passos de Escudo podem ser ouvidos na terra seca. O resto est� morto!
At� voc� parece estar morto.
V� para o inferno.
E o ouro, l� fora.
Sabe, do jeito que as coisas est�o, essa � a chance de lev�-lo.
Chance de quem?
Como posso saber?
Poderia at� ser a minha chance!
Voc� acreditou, n�o foi?
Por que n�o minha?
Manuel.
Estamos cercados. Vou tentar afast�-los. Cuide da carga.
Essas armas americanas n�o s�o muito boas, s�o?
Gitano!
- Primeiro vamos pensar no ouro. - Pode ir para o inferno com o ouro! Gitano!
Gitano!
Parem! N�o atirem!
Gitano, amigo! Que sua alma seja recebida pelo Senhor no c�u!
Seu idiota! Quer que eu morra do cora��o?
- Vamos, amigo. R�pido. - N�o tentem nada. Est�o cercados.
Os malditos austr�acos v�o nos matar agora.
- M�os ao alto. - N�o, voc� primeiro.
Amigo.
Eles pegaram o ouro!
Lourinho, onde pensa que vai?
Sabata, que bom que apareceu aqui.
Diga que eu n�o estava roubando. Eu s� achava que um de n�s tinha que cuidar do ouro.
Gitano, o flamenco da morte.
Por qu�? Por que me impediu?
� justo, afinal foi ele quem nos avisou sobre o carregamento de ouro.
Ele?
Ele disse que estava protegendo o ouro.
N�o h� motivo para n�o acreditar.
- N�o? - N�o.
Os vendedores de armas foram mortos.
Agora, s� podemos dar o ouro a Oca�o.
Vamos cuidar disso.
Acho que vou junto. Tenho que receber o resto do meu pagamento.
Eu tamb�m.
Dele.
N�o se preocupe. Agora vamos.
Todos os austr�acos da regi�o estar�o procurando por n�s agora.
Nossa primeira parada � em Eagle Pass, na fronteira do M�xico.
Agrade�a Sabata por n�o termos lhe matado desta vez.
Se seu truque maluco tivesse funcionado,
teriam se vingado em mim!
Acabou de salvar minha vida.
Dizem que se salva a vida de algu�m, passa a ser respons�vel por ele, para sempre.
Isso me faz sentir seguro.
E sobre o ouro... Eu e voc�.
- Meio a meio? - O que ele est� falando?
- Est� sugerindo uma nova id�ia. - Diga que suas id�ias n�o valem nada.
Eu o conheci e soube imediatamente que ele n�o valia nada.
Sabe por qu�?
Por que ele tem uma boca grande.
Tudo pronto.
Admitam, guardar o ouro aqui foi uma �tima id�ia.
- Acha que est� tentando nos enganar? - Apenas n�o o perca de...
mira.
Vamos!
Ballantine, ol�!
Faz tanto tempo!
Ainda sou sua modelo favorita, n�o sou?
N�s... nunca terminamos aquele quadro, n�o foi?
Sabata! Saia da� com seus amigos imundos!
Sen�o mataremos todo mundo!
Parem!
N�s vamos embora.
Sabata!
- O que est� fazendo aqui? - Tenho informa��o para voc�.
Os austr�acos est�o sendo derrotados. Nosso povo tomou Las Palomas e Trincheiras.
- Como sabe disso? - Sou mexicano, ent�o eu sei.
H� quanto tempo est� me seguindo?
V�.
Volte para o padre Mike.
Se voc� est� dizendo, Sabata.
Est� bem. Cuidado.
Vou assim que eu acabar.
Escudo!
Onde est� a carro�a?
Pela �ltima vez! Onde est� a carro�a?
Manuel.
Foi por uma boa causa. Que sua alma seja recebida pelo Senhor.
Foi honrado com seus atos at� o fim.
Sim e voc� ser� um modelo.
Um exemplo entre os nossos homens.
Jos�, Juan, Jesus.
Voc� ser� homenageado no M�xico durante muito tempo.
Se eu esquecer, que eu seja lan�ado no �ltimo dos infernos!
Quase esqueci! Onde est� Ballantine?
N�s �amos procur�-los agora.
Certo?
Fique com ele. Tome.
� seu.
Uma quantidade de ouro dessas, dividida por tr�s,
permite que tr�s pessoas vivam em paz e abund�ncia.
Vamos?
Ficaremos.
Ballantine!
Agora vamos todos.
O dinheiro � para a revolu��o.
Claro, para a revolu��o.
Todo esse lindo ouro transformado em armas.
- Canh�es... - N�o vou tocar nele!
Que tal tentar comprar a paz com ele?
Essa quantidade poderia ser dividida por 5.
Contribui��o para minha caridade favorita.
- Eu. - N�o! S� ser� usado pela revolu��o!
Os austr�acos est�o se retirando. Desistiram.
- Como sabe disso? - H� maneiras.
Isso � conversa, n�o acredito em voc�.
Ent�o n�o acredite.
Sei que planejaram isso no Texas, mas n�o vou deix�-lo roubar a revolu��o!
M�es, irm�s, esposas e namoradas...
- Todas chorando e todas culpando voc�. - Eu? Mas por que me culpar?
Voc� quer transformar esse ouro inofensivo em morte e destrui��o.
Lembra dos seus amigos mortos?
Juan, Jos�, Jesus.
Manuel.
N�o! Eles est�o mortos mas o desgra�ado do Maximiliano n�o!
O M�xico precisa ser libertado!
Viva a liberdade do M�xico! Viva a revolu��o!
Muito bem, voc� venceu.
Acho que realmente pertence ao povo.
A� vem a revolu��o!
Sr. Ouro.
Hoje, dia 26 de Abril, estou finalmente rico!
Ouro!
Areia.
Arriscamos nossa vida e deixamos que matassem nossos homens.
Para qu�? Uma caixa de areia?
Devemos ser loucos!
O que vem f�cil, vai f�cil.
Vamos pensar pela l�gica austr�aca.
Um carregamento de ouro sai de Guadalupe.
Um bando, n�o de mexicanos,
mas de austr�acos vestidos como mexicanos atacam e fogem com o ouro.
A culpa recai sobre a revolu��o.
Mas o coronel Skimmel n�o sabia que n�s aparecer�amos.
Agora ele sabe que n�s sabemos.
Ele pode ser um oficial,
mas n�o esperem que seja um cavalheiro.
Um m�sero saco do ouro de verdade.
Em cima.
Skimmel, aquele ladr�o ordin�rio.
Cavalheiros, foi divertido, mas n�o posso mais perder tempo.
Quero desejar a todos uma boa sorte.
Especialmente voc�, Escudo.
Vai ser dificil convencer os revolucion�rios
que n�o foi voc� quem roubou o ouro.
Sabe o que vai acontecer?
Acho que vai acabar pingando gordura na fogueira.
Vai ser colocado num rolete, com uma ma�� na boca.
Guarde suas balas para a revolu��o.
Adeus.
Adeus!
Sei o que est� pensando. S� preciso dizer a Oca�o que eles roubaram o ouro.
Voc�s s�o covardes! Eles confiam em mim, n�o preciso mentir!
Sr. Oca�a, os franceses em Candelas e Atienza
receber�o refor�os do ex�rcito de Skimmel.
Poder�amos atacar o forte pela retaguarda, do Texas.
Atravessamos a ponte em Guadalupe.
Uma revolu��o n�o vai causar um incidente internacional.
Gaviota ser� tomada, depois estaremos prontos.
Assim que chegarem as preciosas armas, atacaremos Candelas e Atienza.
Quanto aos austr�acos de Skimmel, atrav�s da serra � imposs�vel.
Mas eles poderiam escapar
pelo norte, no Texas, pela �nica ponte ainda controlada pelos austr�acos. Esta.
Em Guadalupe.
Perdito, � uma tarefa para voc�.
Exploda a ponte de Guadalupe.
Kingsville � para l�.
Mas Skimmel...
Quero receber meu pagamento pelo retrato.
Quanto cobrou?
Um ba� de ouro?
S�rio?
Acabaria sendo fuzilado.
- Tenho um plano. - Esque�a.
Mas � s�rio. Vamos...
Meio a meio?
Dividiremos em cinco partes iguais.
Como?
Com os tr�s?
Deus sabe onde est�o.
Para onde vai?
Ponte de Guadalupe.
Em frente!
Skimmel!
Skimmel, temos que ser r�pidos.
Gaviotas ser� tomada pelos revolucion�rios.
Abra!
Antes de anoitecer toda a guarni��o marchar� para Candelas, para ajudar os franceses.
Devemos ir ao Texas de manh� � paisana. Passando por vendedores de cerveja.
Os rebeldes est�o bloqueando o caminho.
- Como podemos evit�-los? - N�o v�o nos pegar.
Assim que passarmos a ponte, vamos explodi-la.
Ol�.
Trouxemos um presente para o cel. Skimmel.
� Sabata.
Por precau��o.
Acabamos com dois l� dentro.
N�o v�, temos planos para voc�s.
Perdito! Deixe Sabata em paz!
Ele trabalha para n�s!
A ponte tem que ser explodida! S�o ordens de Oca�a!
Admiro sua lealdade.
Mas com a ponte destru�da, como vamos chegar aos vendedores de armas do Texas?
Somos n�s agora! N�o vamos mais obedecer ordens de Oca�o.
Adeus e boa sorte.
Agora, lourinho...
Agora vamos acertar! Vamos ver quam vai acabar no rolete!
Chega.
Sabata, voc� sempre se mete!
- Dessa vez vou quebrar a cara dele... - Precisamos dele.
Ele � o �nico que sabe onde est� o ouro.
Lourinho.
Quatro horas de luz.
N�o h� tempo a perder.
Pode levar uma medalha para dar sorte,
mas n�o meu rel�gio.
N�o � por que � seu. Septiembre gosta de m�sica.
Soldado, o tenente Sprayer quer v�-lo. Est� esperando.
- Sim, sargento. - Finalmente ser� dispensado.
- J� estava na hora. - Claro.
J� passou muito da hora.
Miguel, n�o tem o que fazer aqui?
Sabe que cidade � essa? Uma cidade esquecida.
- O comandante n�o se importa se morremos. - Tem raz�o.
- E nos culpam por todas as derrotas. - Homens, sigam-me!
N�o h� outro caminho.
Septiembre.
Quem �?
Foram-se.
Bela hora para ficar sem muni��o.
Palha�o!
Tome o lugar do guarda. Voc� tamb�m, Gitano.
� imposs�vel atravessar o acampamento.
Posso abrir o port�o de tr�s do dep�sito.
De l� h� um atalho para o sal�o.
- Oi. - Boa noite, sr. Ballantine.
Vamos! O ouro est� pr�ximo de n�s.
Voc� � louco.
Ningu�m o deixou l�. N�o seria o lugar onde eu deixaria.
� seguro.
Esconderia em um lugar imposs�vel de achar.
Enterrado no ch�o, talvez no cemit�rio.
Talvez a� dentro.
Consegue ler isso?
Cerveja.
Vamos.
Esqueceu seu livro.
Obrigado por peg�-lo.
- Conseguimos! - Parem! N�o se mexam!
Voc� � a �ltima pessoa de quem eu teria suspeitado.
Meu amigo culto.
Reviste-os.
N�o, sargento. Deixe com ele.
Para ele escrever os �ltimos desejos. Eu garanto que ser�o respeitados.
Eu n�o lhes daria a honra de serem mortos por um pelot�o de fuzilamento.
Parar!
� esquerda, volver.
Baixar arma!
Soldado, venha c�!
Escreva no seu livrinho, lourinho.
- Eu o encontro no inferno. - Tarde demais.
Pelot�o, carregar!
Abra.
Bem onde eu deixei.
Vamos, idiota.
Preparar, apontar!
Major Metternich!
Gostaria que esse di�rio fosse entregue a...
...minha m�e.
N�o se incomode, major.
Eu jogo para voc�.
Corram!
Siga-me, Septiembre!
Mais um tiro de canh�o e estaremos todos mortos.
DINAMITE
Sabia.
Ladr�o.
N�o � mais meu.
N�o precisarei mais dele.
O ouro!
O ouro... Diga aos outros...
Ouro...
A arma!
Est� bem.
Qual a proposta?
Por que acha que existe uma?
Se n�o houvesse uma j� teria me matado.
Certamente.
- Ordene que seus homens saiam. - Eles j� foram longe demais.
Querem o ouro deles.
S� eu sei onde est� o ouro.
E voc� n�o vai consegui-lo.
A n�o ser...
que fa�a um acordo comigo.
Sinto muito. N�o tem acordo.
Lembro do concurso de tiro de Louisville.
Voc� foi o �nico homem que me venceu, Sabata.
Que pena, n�o ter� outra chance de me vencer.
Nada pode vencer um povo superior.
Quem sabe?
�s vezes, uma id�ia � suficiente.
Fulgian confessou.
O ouro est� embaixo do navio modelo.
Fique do jeito que est� e puxe.
Voc� tem um c�rebro e tanto.
Septiembre pode usar isso.
Espere!
Ele queria que eu abrisse isso.
Eu teria morrido!
Tem mais algum truque para mim?
Est� enganado! Isso � um grande erro!
Eu cumpri o meu dever! Meu dever!
- N�o � culpa minha. - Covarde.
Porco!
N�o me mate!
N�o pode fazer isso!
Voc� n�o pode fazer isso!
Agora voc� me diz onde est� o ouro.
Onde est� Ballantine?
Como p�de fazer isso?
Ele roubou o lourinho.
Pobre Ballantine.
Morrer no momento do nosso triunfo.
T�o art�stico! T�o generoso!
E o mais honesto de n�s todos.
Eu choro por ele.
Que sua boa alma v� para o c�u e seja recebida pelo Nosso Senhor!
Espere! Isso significa que s� somos quatro!
Dividiremos a parte dele.
O que � isso?
Eu n�o...
Ouro.
� ouro!
Septiembre, onde voc� esteve?
O que est� procurando?
Ele era o melhor de n�s, n�o era?
Vamos l�.
Adeus!
N�o!
N�o!
N�o!
Lourinho, que pena que n�o conseguiu escapar!
N�o!
N�o podem fazer isso comigo!
- Estou do seu lado. - Seu traidor mentiroso!
A parte de Ballantine vai para minha caridade favorita,
Eu.
Voc� � um ladr�o como ele! Seu filho da... Quero dizer...
Nunca conheci sua m�e, conheci?
Pessoal!
V�o me deixar ajudar a pegar o ouro?
Ou n�o? Seus filhos da...
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