All language subtitles for Walk Like a Dragon (Western 1960) Jack Lord, Nobu McCarthy & James Shigeta

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Original subtitles

A Califórnia nos idos de 1870 era áspera e violenta.

Havia muitos homens, mas poucas mulheres.

Então garotas eram importadas secretamente e ilegalmente da China,

e vendidas como escravas. Elas eram usadas,

mas eram desprezadas e isoladas.

Esta é um história daqueles tempos... Isso aconteceu.

A ESCRAVA CHINESA

Sr. Bartlett.

Você está com o carregamento de equipamento de mineração de Jerichó?

Sim, chefe. Está tudo pronto.

-Traga a carroça. -Certo.

Pode passar.

-Vamos, Angus. -Certo.

O que acha de Frisco?

Já perguntou a ele?

Fale baixo.

Você pode falar com sotaque, mas eu não farei isso.

Tudo bem. Você é quem sabe.

Sr. Bartlett, o rapaz chinês quer uma carona.

Não tem dinheiro. Ele quer ir para Jerichó.

O tio dele pagará lá. Pode levá-lo, por favor?

-Quem é seu tio? -Ele é dono da lavanderia de lá, senhor.

Ele se chama Wu Chang.

Onde aprendeu falar inglês desta forma?

Missionários americanos na China.

Tudo bem, Jack. Suba à bordo.

Obrigado, mas me chamo Cheng Lu.

Acabo de chegar à Califórnia.

Vá com calma.

Ei, Jack. Venha cá.

Isso é uma casa?

Não.

É um mercado de escravas.

Mercado de escravas?

Acabamos de lutar uma guerra por causa da escravidão.

Cavalheiros.

Primeiro, algo para tentar qualquer homem.

Kim Sung, de Macao.

19 anos.

Propriedade nova.

Ela é bem educada. Fala vários idiomas.

Não fala inglês, mas aprende rápido.

E é treinada para agradar.

Nunca casou. Cavalheiros, lances.

$100 por ela?

Está falando que aquela garotinha será vendida para um bordel?

Ofereceram $200. Quem dá $300?

Ofereceram $300.

$400.

Ofereceram $400. Quem dá $500?

-$450. -Por favor, ela é preciosa.

-$450! -Cavalheiros.

-$500. -$500.

Por favor, cavalheiros. Dou-lhe uma, dou-lhe duas...

$600. $600.

-$700. -$700.

Ofereceram $700. Ofereceram $700.

$700! Por favor, cavalheiros.

A jóia da China. Dou-lhe uma, dou-lhe duas...

$750 em ouro.

Quem dá mais?

Eu disse $750 em ouro.

Vendida por $750 em ouro.

Aí está ele.

Aonde esteve, homem? Estamos prontos para partir.

Aqui está a conta.

-Está tudo certo? -Sim.

Aqui está seu recibo.

Você está livre. Vá embora agora.

Vá. Livre.

Vá.

Vá.

-Diga que ela está livre. -Eu não entendo.

Mandei dizer a ela que está livre.

Ela é sua responsabilidade agora. Ela não tem lugar para ir,

exceto voltar.

-Você a comprou. -Você a comprou?

O que mais eu poderia fazer? Esse era o único jeito de tirá-la de lá.

Qual é o problema com você? Está com o demônio na cabeça?

-Volte para as suas mulas. -Com prazer.

Elas são mais inteligentes que você.

Diga a ela.

O que ela está dizendo?

Sr. Bartlett, se me emprestar o dinheiro,

eu a tiro das suas mãos.

-Você o que? -A comprarei de você.

Ela vale o dinheiro.

Não compramos e vendemos pessoas por aqui, Jack.

Não mais.

Olhe isso.

De onde ela vem, Angus?

Nunca vi uma chinesa por aqui antes.

-Linc a comprou em San Francisco. -A comprou?

-Sim, a adquiriu. -O que fará, Linc?

Trouxe-a para te dar sorte?

O que está fazendo?

Não. Vamos.

Levante.

Levante.

Vá se deitar.

-As mulas estão dormindo, Linc. -Bom.

Você vigia primeiro.

Bons sonhos, mestre Lincoln.

Vá se deitar.

Não. Não.

Olhe.

Vá se deitar!

Jack, venha cá.

Diga para ela ir se deitar na carroça.

Ela perguntou o que fez para desagradá-lo.

Sr. Bartlett...

Ela foi treinada para agradar.

Se fosse você, eu dormiria um pouco, Jack.

Vamos.

Por que insultá-la?

Ou é por que ela é chinesa?

Te disse para dormir um pouco.

Aqui.

EQUIPAMENTO DE MlNERAÇÃO

Agora, durma, heim?

-Fique longe dela, entendeu? -Só estava falando com ela.

Você pode ter ideias.

Só o mantive por perto para dizê-la o que quero.

Fique longe dela ou arrancarei essa trança.

Você teria que me matar primeiro.

Vocês são iguais a mulher quando se trata de cabelo, não?

Não somos. Isso nos enoja.

Por que não o corta, então?

Se fizer isso, nunca poderei voltar para a China.

Por que?

Fomos conquistados há séculos e nos mandaram usar tranças em desgraça.

Se andarmos nas ruas da China sem, somos executados...

Imediatamente. A trança é nossa vergonha.

Eu não entendo vocês, bárbaros.

Meus ancestrais já eram civilizados quando os seus viviam em cavernas.

Mais um comentário desse, Jack, e irá andando para Jerichó.

Fique longe dessa garota. Isso é uma ordem.

Saia.

Mikey, Coronel!

Entregue o material na mina. Te vejo no escritório amanhã.

Dê-me essas roupas.

E a garota?

A levarei também. Coloque-a atrás de mim.

Vamos, moça.

Sr. Bartlett.

Obrigado pela carona. Pegarei o dinheiro da passagem.

Esqueça.

Sente-se.

Mãe?

Olá, mãe.

Pãezinhos frescos, heim? Devia estar me esperando.

A cidade inteira está te esperando.

-É verdade? -O que?

Você comprou uma pagã?

Fale.

Achei que pudesse usar um pouco de ajuda em casa.

Você enlouqueceu, Linc?

Espere até vê-la. Ela é muito esperta.

Eu aturo muitas coisas, Lincoln.

Como o fato de morar comigo quando devia ter sua casa.

Como gastar seu tempo com aquela estrangeira.

Todos somos estrangeiros aqui, mãe.

Desperdiçando sua vida com jogo e bebida.

-Mãe. -Eu aturo tudo isso.

Mas não aceitarei que compre uma pagã e traga para minha casa.

Vá com calma. Ela está lá fora.

O que acontecerá com ela se não a recebermos?

Eu não me importo. Só sei que não viverei

ao redor de uma pagã que está ligada ao diabo.

Por que mais a compraria se ela não o tivesse enfeitiçado?

Vão para casa! Vão, depressa!

Sumam.

Ferverei um pouco de água.

Se vai ficar, é melhor ela tomar um banho.

Você, garota.

Você segue.

Viu o que eu quis dizer?

Imagina ser ensinada a fazer isso.

Vamos entrar.

Agora...

Deite-se na cama.

Para baixo da coberta.

Isso aí.

Boa noite, Kim Sung.

Não. Não.

Deite-se.

Que o Senhor abençôe seu sono, pobrezinha.

-Boa noite, Lincoln. -Boa noite, xerife.

Senhora.

-É verdade? -O que?

A moça.

Está tudo calmo esta noite, não?

Deixe que se matem. É isso que eles querem mesmo.

Quando a Espanha governava a Califórnia,

éramos civilizados. Havia música, violão...

Lembre-se, Lincoln, sou um De Vega.

Um Don.

-Ei, quer o distintivo? -Tenho problemas o suficiente.

Vamos, garoto chinês.

Quando ele acordar, diga-o para ter cuidado aonde atira.

Ele não estava atirando em você, Linc.

Esse rapaz desceu a rua como se fosse um homem branco.

Ele devia ter ficado no lugar dele.

Te disse para cuidar das suas maneiras, Jack.

Ele é novo aqui. Eu cuido dele.

Você tem uma faca?

Por favor, não.

Suma.

-Mas não sei aonde ir. -Desça o beco e...

Vamos. Eu te mostro.

Quer morrer? Vamos tomar uma bebida.

-Eu cuidarei do Linc. -Vamos.

LAVANDERIA

Wu?

Wu?

Ah, Sr. Bartlett. Fez boa viagem?

Esse rapaz diz que é tio dele. O trouxe de Frisco.

Pagarei pela passagem. Quanto custa?

Esqueça isso.

Diga ao chinês como viver em Jerichó.

-Ele é louco. -Cuidarei disso.

Cuidarei disso.

Eu cortei.

Você não precisa dela na América.

E não desejo voltar á China.

Eu gosto daqui.

Não entendo o que está havendo.

Você fala inglês perfeitamente, mas falava com sotaque há pouco.

Você diz gostar, mas nos tratam como porcos.

Vale a pena. Sente-se.

Sente-se.

Se quiser permanecer vivo, você tem que seguir certas regras.

Se quiser ficar aqui e ganhar dinheiro, você falará com sotaque.

Fico feliz que tenha chegado á salvo, com sua trança intacta.

Agora, conte-me as notícias.

Eu não gosto daqui.

Estou pronto para o combate, capitão.

Faz tempo que não ouço isso, Diácono.

De fato. Vamos ver, Vicksburg, Shiloh.

Gettysburg.

Os anos te trataram bem. Louvado seja o Senhor.

A você também, seu velho pecador. Ainda está vivo.

Os bons morrem primeiro.

Aqueles com o coração seco vivem para sempre.

-De passagem? -Não, mandaram me chamar.

Parece que a Srta. Raide é incomodada de vez em quando.

Parece que teremos paz e tranquilidade para variar, heim?

Se o Senhor permitir.

Posso?

Pérola, heim?

E você, Linc? Você mora aqui?

Sim, tenho uma linha de fretes. Vamos, te pagarei uma bebida.

Isso é arroz, caso não tenha reconhecido.

Leve para casa e mande-a cozinhar para você.

-Prefiro o que você cozinha. -Então provou a comida dela, heim?

Tenho um presente para você. Quer?

Não.

Até mais.

Olá, Linc. Como estava Frisco?

Gelada e nevoenta.

Entre.

Touro!

Touro!

Olá, Raide.

Me chamo Lili Raide.

Claro.

Não corte algo que não te pertence.

-Explique-se. -Não tenho que explicar nada.

-É por isso que sou solteiro. -Sei de uma razão melhor.

Eu não me casaria com você nem se me pedisse.

Devo pedir e descobrir?

Não desperdice seu fôlego.

Não se preocupe. Não farei isso.

Não pedirei.

Se comportará ou devo partir?

Presente para você.

Qual é o problema com você?

Com ciúmes de uma garota chinesa.

Sabe que eu nunca tocaria numa delas.

-Por que a comprou, então? -Acabei de te dizer.

Não gosto de ter que explicar o que faço.

Bem, eu conheço os homens.

Vocês não veem cor quando se trata de mulher.

E você não é diferente.

E sei quando está mentindo para mim.

Você parece uma esposa.

Mais uma palavra e partirei.

Venha cá.

Venha cá.

Um ovo.

-Um ovo. -Bom.

-Um. -Bom.

-Três. -Muito bom.

Bom dia, senhora.

Bom dia, Wu.

Meu sobrinho. Novo garoto chinês.

O que está fazendo, garota? É só o Wu da lavanderia.

Diga ""bom dia"".

Diga ""bom dia"".

Bom dia.

-Vamos a cozinha. -Cozinha.

Cozinha.

Você espera.

Bartlett é um homem sortudo. Ela é linda.

Você me emprestaria $850?

Você acha que pode comprar ela dele?

Ele a comprou? Por que não a venderia por lucro?

Você aprova a escravidão?

-Eu quero aquela mulher. -Você é mais louco que pensei.

Agora, ouça-me. Você veio aqui

para ganhar dinheiro o suficiente para recuperar suas terras

e tirar sua família da escravidão. Isso é tudo.

Isso não é tudo, tio.

Também vim por que acreditei que esta era a terra do homem livre.

Você é um tolo. Nenhuma terra é livre.

Mas o que isso tem a ver com a garota escrava?

Só sei que a quero.

E juro pelos meus ancentrais que, em breve, não importa o custo,

andarei com orgulho, como um dragão, em Jerichó.

Eu gostaria de jogar, por favor.

Você!

Saia daqui!

Garoto chinês, venha cá.

Vai convidá-lo para sentar aqui?

Linc não se importa com cor, por que eu faria isso?

Eu me importo.

Não me sento com negros, amarelos ou peles vermelhas.

Sou parte índia, amigo.

Devia ter me dito.

Vai deixar ele se safar disso?

Por que não? Você devia ter contado a ele.

Diácono.

O moinho de Deus tritura lentamente...

Senhora.

Sente-se. Estamos jogando Draw.

Apostem, rapazes.

Pôquer.

Sinto muito. Não sei como jogar.

Que tipo de jogo você joga?

Fantan, mahjon, pai gow.

Pai gow?

Está com sorte, Jack. Você não perderá aqui.

Pense num jogo, rapaz. Qualquer jogo.

Na China, as vezes apostamos em baratas.

Baratas?

Isso não é a China. Não jogamos com insetos.

Vá para casa e guarde seu dinheiro.

Vá pegar suas baratas, rapaz.

Levante a taça e aposte em qual barata chegará ao limite do círculo primeiro.

É impossível trapacear.

Devemos marcar uma.

$50 na branca.

Eu pago.

-Raide, $100 na branca. -Eu pago, Tuffy.

Vão em frente.

Vamos, preta! Por aqui!

Vamos, preta.

Vamos, preta.

Saia daqui.

Meu dinheiro.

Engraçadinho. Por que não faz a barba?

-Aposto $150 na branca. -$150 na preta!

Linc, aposto $100 que a branca ganhará de novo.

Apostado.

Vamos. Vão.

Mova-se!

$500 na branca.

Vamos, branca.

Branca!

Vamos.

Ele te disse que era honesto.

De agora em diante, nada mais de baratas!

$1.000.

$750 que gastou na garota, mais o lucro.

Foi por isso que joguei.

Te disse uma vez, Jack. Não compramos e vendemos pessoas aqui.

Fora.

Vamos! Saia daqui!

Volte para o seu lugar.

Se fizer isso de novo, eu te mato.

Como?

Me esfaqueará pelas costas, talvez?

Chinês, pare. Saiam daqui!

Vamos. Saiam!

Todos entendemos sua intolerância, Masters.

Mas você ofendeu a índia errada ontem a noite.

Saia da minha frente, Diácono.

Faça sua prece, irmão Masters.

Você é um cadáver.

Por que o Diácono não é preso?

Foi legítima defesa. Esse homem sacou primeiro.

BARBEARIA

Sou eu, o chinês Cheng, Sr. Diácono.

O que você quer?

Te vi hoje. Você foi magnífico.

O Senhor estava comigo. Veio fazer uma prece pelo morto?

Não, Sr. Diácono. Eu...

Você poderia, por favor, me ensinar a atirar?

Aqueles que vivem pela arma, morrem pela arma.

Na casa do Senhor?

Encontre um lugar em Chinatown.

Conte a alguém sobre isso e arranco suas orelhas na bala.

Não. Não.

Acertei a mão dele e saquei rápido.

A velocidade do saque nem sempre importa.

Observe.

Lá.

Você nunca será tão rápido.

Mesmo aleijado, o senhor de palha ainda vive.

A essa hora, eu já estaria morto

e o homem lá embaixo estaria furando minha alma com um forcado.

Como meu professor costumava dizer,

não deixe nenhum coveiro escrever o seguinte no epitáfio:

""Aqui jaz o saque mais rápido na cidade.""

E, como meu professor era um perfeccionista...

Ainda estou vivo para curtir a vida.

Ele sempre me disse que a ideia era matar.

Nabo.

Faca.

""Sal.""

Colher.

Chamamos de Bichano.

-Por que, mestra? -Por que são como gatinhos.

Por que não os chamam de felinos?

Oh, você ilumina a casa toda com seu sorriso, menina.

Vou subir e me deitar um pouco.

É o rapaz com a roupa. Hoje você pode falar inglês com ele.

Nossa. Ele ficará surpreso e orgulhoso de você.

Muito bem. Obrigado, senhor.

E acho que o inglês também é bonito.

Era para ser uma surpresa.

Por favor, fale inglês comigo.

Minha mestra deseja isso.

Você aprendeu más maneiras com seu inglês.

Talvez não seja sua culpa.

Eles te contaminaram.

Con.. Contami...

Contami...

Significa sujar, como roupa suja.

Não é certo falar sobre meus mestres de tal forma.

Você esqueceu seu lugar, mulher.

Não é errado honrar meus mestres, senhor.

Você gostaria que eu fosse seu mestre?

Qualquer escrava ficaria honrada em viver na sua casa, senhor.

Você fala inglês muito bem. Você aprendeu rápido.

Tenho sorte, senhor.

Meu próprio dono acha que vale a pena me ensinar.

Eu gostaria de tê-la na minha casa.

A porta.

Kim Sung?

Não há por que ficar aqui. Eles não se consideram seus donos.

Venha comigo. Você será mais feliz com seu povo.

Pertenço a esta casa.

Você me pede para fazer o mesmo que acusa esse povo.

Até que seja vendida, eu não posso sair daqui.

Com que frequência ele recolhe as roupas?

Duas vezes por semana, mestre.

Mas...

Se desejar, eu lavo a roupa.

Você tem o suficiente para fazer.

Eu levo isso.

Não é pesado.

É pesado para uma garotinha como você.

Aonde a quer? No fogão?

-Ela vai? -Sim.

Assim?

-Talvez seja melhor ir sem mim, heim? -Você só vai a igreja

duas vezes ao ano, e a páscoa é uma delas.

-Não te agradei, mestre? -É claro que agradou,

e ele não é seu mestre. Agora, suba.

-Vamos, Kim. -Mas, senhora...

Escravas andam atrás de seus donos.

Você não é uma escrava e não somos seus donos,

e todos andaremos juntos. Agora, venha comigo.

Coloque seu lenço.

Congregação, o inverno passou,

a chuva acabou e se foi, as flores aparecem na terra,

o tempo da cantoria dos pássaros chegou.

E a voz da tartaruga é ouvida em nossa terra.

Quando vi Linc e Mãe Bartlett entrando na casa do Senhor...

Por um momento, como todos vocês,

pensei que meus olhos me enganavam.

Mas não era engano, pois lá estava ela,

a garota chinesa.

Somos todos filhos de Deus.

Bom dia.

Obrigado, Will. Foi um ótimo sermão.

Eu que devo lhe agradecer.

Por favor, volte, Srta. Kim.

Não o vemos com frequência, mas quando vemos, não esquecemos.

Se tiver um momento, gostaria de falar sobre o coral.

Claro, Will.

Linc, pode levar a Kim para casa?

Vamos, Kim.

Ela é sua mulher, mestre?

-Quem? -Aquela com olhar de fogo.

Muitas mulheres estão com fogo nos olhos hoje, Kim.

Como aquela, mestre.

A coragem daquele homem de trazer uma pagã á casa de Deus.

-Aonde fica o oceano? -A oeste.

Atrás daquelas montanhas.

Por que? Quer atravessá-lo de novo?

Não, mestre. Não hoje.

Não ontem.

Pela primeira vez na vida...

Eu sinto como se pertencesse a um lugar.

-Estou tão feliz. -Não tem nenhum parente?

Não.

Eu cresci como uma serva escrava

numa casa grande, com muitos quartos.

Minha mestra gostava tanto de mim que treinou minha mente, mãos

e me protegeu.

Então...

No ano da ""fumi""...

""Fumi""?

-Não, fome. -Fome.

Fui vendida e revendida.

Até o dia que me comprou.

Fico feliz de ter feito isso.

Não gostaria de ser beijada?

Eu não sei o que é beijo.

Beijo é quando tocamos os lábios.

Assim.

Achei bom.

Eu te quero.

Fico tão feliz que nenhum homem tenha tocado em mim.

Rezarei para os meus Deuses e seu Deus...

Para seja um filho homem.

O que foi, mestre?

Nada.

-Mas te desagradei. -Não.

Quero tanto te agradar.

Você me agrada o suficiente, Kim.

Temos que ir. Vamos.

-Onde estiveram? -Nas montanhas.

Foi maravilhoso, mestra.

Leve isso para a cozinha.

-Quer algo, mãe? -Sim.

Conversar.

Sobre o que?

Não brinque comigo, Linc.

Te vi olhando para ela pela primeira vez.

-Você é muito esperta, não? -O que planeja fazer?

Eu não sei.

Só sei que, de repente, ela não parece diferente.

Talvez ela devesse viver com seu próprio povo.

-Por que, mãe? -Bem, ela é jovem.

Ela precisa criar um lar só seu.

Há aquele rapaz legal.

Aquele rapaz legal quer comprá-la de mim.

Você sabe como eles tratam suas mulheres.

Ele nunca se casaria com ela. Ela só seria sua escrava.

E você, Linc? Você casaria com ela?

Você a aceitaria como nora?

Eu não sei, Linc.

Se fosse apenas nós dois, sim.

Mas há outras pessoas.

Há problemas.

Você soa como o restante da cidade, mãe. Vamos esquecer isso.

Não, por que não quero que nenhum de vocês dois sejam feridos.

E não permitirei que tenha um caso com ela na minha casa.

-Pode me deixar cuidar da minha vida? -Não estou pensando só na sua vida.

Sim, mestra? Há trabalho para mim?

-Um dos seus Deuses, criança? -Sim, uma Deusa.

Espero que ela possa ajudar tanto quanto o meu.

Está com problema, mestra?

É sobre você e meu filho.

Não precisa se preocupar, mestra. O mestre me quer agora.

Eu terei a honra de carregar seu primeiro neto.

Você não pode, Kim.

-Não sou digna? -Isso não tem nada a ver.

Você não pode por que não é certo.

Mas é uma honra para mim ser a mãe dos filhos dele.

Eu e as crianças teremos um lar e seremos muito felizes aqui.

Não, Kim. Não!

-Mas é meu dever para com seu filho. -Talvez na China, mas não aqui.

Prometa-me.

Prometa que não agirá como uma esposa a não ser que se case.

-Mas, por que? -Por que...

-Por que estou dizendo. -Mas...

Promete?

Te obedecerei, mestra.

Você é uma boa garota.

Agradeço ao Grande Espírito pelo meu mestre me desejar.

Mas, por favor, faça sua mãe mudar de ideia...

Depressa.

Por favor?

Quem é o palhaço?

Fogos de atifício não deviam te incomodar, Linc.

Não, espere. Eu só estava brincando.

Eu só estava brincando.

Linc?

Você confundiu as datas. Estamos em abril, não em julho.

-Não fui eu que me confundi. -Só um instante.

O que acabou de fazer não foi muito sábio.

Não?

Não, e o que fez ontem também não foi muito sábio.

Como isso é da sua conta?

Quando leva uma chinesa á igreja, é da conta de todo mundo.

Se quiser levá-la a igreja, a levarei.

Logo você pedirá para comermos com ela.

Não fique se achando.

Ele esqueceu das notas que temos. O negócio dele depende do banco.

Primeiro, você abandona nossa língua, agora, nossos Deuses.

-Não abandonei nossos Deuses. -Então, por que foi ao templo com eles?

Por que minha mestra queria.

Não se pode sentar em contemplação em tal lugar.

O lugar é cheio de gente que canta e não para de falar.

Bárbaros.

O que foi?

O mestre prefere suas camisas brancas mais firmes e...

E não gosta que a molhe quando estiver passando.

Me desculpe. Me disseram para falar isso.

Ele parece gostar de me desmerecer na sua frente.

Sou um homem tão bom quanto ele, Kim Sung.

Eu sou.

Você foi com ele ás montanhas de carroça.

Sim.

Foi lindo.

Você não deve passear com ele ou ir ao seu templo, Kim Sung.

Você não é meu mestre.

Não posso receber ordens de você.

Eu a compraria dele, se pudesse.

Te levaria de volta para a China, onde é nosso lugar.

Talvez eu não deseje ser vendida.

O que faz acordada a essa hora da noite?

Estou esperando pelo mestre. Ele pode querer comer.

Ele não voltará esta noite. Vá para a cama.

Kim, você está apaixonada pelo meu filho?

O que é estar apaixonada, mestra?

Significa que você quer estar com um homem e...

Com ninguém mais.

Carregar seus filhos,

cuidar dele quando estiver doente e...

Sorrir com ele quando estiver feliz.

Acho que é ser feliz fazendo centenas de coisas.

Limpar, cozinhar, costurar...

E se preocupar.

Por que sua preocupação pertence apenas a ele.

Para uma mulher...

Se apaixonar significa pertencer.

E ser feliz por pertencer.

Então, estou apaixonada pelo seu filho.

Isso é errado, mestra?

Eu...

Eu não sei, criança.

Teve sorte, Linc?

Tentou Bodie?

Juniper?

Deve haver negócio em algum lugar. Não há nenhum aqui.

Gabeth cancelou.

E todos os outros.

E o Peter quer falar com você sobre as notas.

O que você fará?

Como diabos eu saberia?

Levarei esse aqui.

São $20, Sr. Bartlett.

Coloque na minha conta, por favor.

Sua conta já está muito alta. Dinheiro, por favor.

Obrigado. Devo embalar?

Não, obrigado.

Temos nos encontrado nos lugares mais improváveis.

-Gostei do seu chapéu. -Obrigado.

Já aprendeu chinês?

A mamãe me mandou buscar o vestido. Até mais, Raide.

Nossa. A Sra. Bartlett deve ter encolhido.

Por que comprou um vestido para ela, Linc?

Eu não sei. Achei que ela gostaria.

São momentos como esse em que sinto falta da ajuda do seu pai.

Ele saberia o que te dizer.

Ele não tinha direito de ter ido para a guerra.

Um homem velho como ele.

Um homem tem direito de defender o que acredita.

Seria muito difícil, filho. Você e a Kim.

Talvez não.

Ela poderia se passar por branca em quase todos os lugares

se usasse a roupa certa.

-Posso entrar? -Sim, mestra.

-Você está adorável. -Não estou, não.

-Não posso usar isso. -É por que é estranho.

Você se acostumará.

Falarei com mestre.

Sendo a Deusa dela,

talvez possa ajudar o meu.

E de alguma forma, fazer com que tudo dê certo.

Eu...

Eu cuidarei do seu presente...

Mas não posso usá-lo.

Qual é o problema, Kim?

Eu sou quem sou.

Você ficaria linda com roupas assim.

Você ficaria lindo com cabelo longo e uma trança, mestre?

Não. Acho que não.

Por mais que eu reze...

Nem mesmo seu Deus pode mudar a cor da minha pele.

Ou a sua.

Eu gosto da sua cor, Kim.

Não.

Você gostaria que eu fosse branca.

Mas eu não posso ser.

Não importa o quanto eu deseje.

Então não precisa mudar de roupa.

Seria...

Seria melhor se me vendesse, mestre.

-Cheng quer me comprar. -Não te venderei para ninguém.

Você casará comigo, Kim.

Sr. Bartlett.

-Mestra. -Sim, eu sei.

Você me daria sua benção?

Chegamos ao fim das aulas.

Sou rápido o suficiente para matar qualquer homem?

Nunca se sabe até o dia.

Mas te ensinei tudo que sabia.

Um conselho, irmão.

Não vá a cidade usando um desses. O pessoal ficaria muito ofendido.

Lembre-se de Eclesiastes: capítulo 1, versículo 2.

-Aonde conseguiu isso? -Eu comprei, tio.

Com essa arma, qualquer homem pode andar com orgulho aqui.

Não se mede um homem pela sua capacidade de matar.

-Quer que eu entre com você, mãe? -Não, rapaz.

Xerife.

Mas ela a levou a igreja da maneira mais ousada possível.

E com a roupa mais indecente...

Queria seda, não? Vamos por aqui.

Espero que ela não demore o dia todo.

Will?

-Bom dia. -Linc.

-Você tem um minuto? -Claro.

Se importa, Susan?

Não precisa ir.

Will, você casaria eu a Kim?

-Obrigado. -Linc.

Casamento faz parte do meu trabalho.

-Quando quer que seja? -Eu posso ir a Carson City.

Qualquer casamento que for feito, eu faço aqui.

Obrigado, Will.

Você não vai realmente casá-los, vai?

Casamento é algo sagrado, Susan.

Ele é um homem e ela é uma mulher.

O bom Senhor não se importaria, então por que faríamos isso?

Não servimos qualquer um nessa loja.

-Bom dia, Sra. Bartlett. -Um ótimo dia, Sra. O"Leary.

-Vim devolver isso. -Não coube na...

-Sua empregada? -Não.

E ela não será minha empregada por muito mais tempo.

Ela será minha nora.

-Sua nora? -Você me ouviu.

Agora, vamos ver sua seda.

Branco, talvez? Para um vestido de noiva.

Kim não usa vestidos. Ela não gosta.

Você a deixará se casar usando calça?

-Você usou quando se casou, não? -Não para que vissem.

-Sou uma mulher respeitável. -Fico feliz em ouvir isso.

Talvez esteja na loja errada, Sra. Bartlett.

Talvez eu esteja.

Então vá aonde o restante dos pagãos negociam.

A Chinatown.

Vamos.

Mãe Bartlett?

Pode dizer ao seu filho para vir pegar suas coisas?

-Estou limpando a casa. -Vejo que está vestida para isso.

Kim, aonde você vai? Volte aqui.

-Isso é algo que devo fazer, mestra. -Kim...

Mas...

Entre.

Pode me dar, por favor?

Além de serví-lo, o que mais faz por ele?

Por favor?

Isso é tudo. Aqui.

Essas coisas deveriam ficar com você. Como sabe,

uma mulher não é o suficiente para um homem.

O que?

Meu marido pode querer visitá-la de vez em quando.

Seu o que?

Meu marido.

Eu serei sua primeira esposa.

O banco me deu 30 dias.

Seu pai quebrou uma vez. Ele conseguiu superar isso.

Vamos tentar outra cidade.

Sim, senhor. Por favor, entre.

Soubemos que irá se casar.

Você não deve se casar com ele.

Não espero sua benção, senhor.

Não é minha benção que me preocupa, Kim Sung.

Vocês não terão paz juntos.

No futuro, talvez.

Mas não na nossa época.

Nós podemos tentar.

Ele já perdeu sua linha de fretes por sua causa.

Há outras cidades.

São todas parecidas. Somos um povo paciente.

-Nossos costumes... -Não tenho povo ou costumes.

Eu nasci escrava e fui vendida como escrava.

Ele me libertou e nunca mais serei uma escrava.

E as crianças? Já pensou nelas?

Sim.

Acredito que nosso amor as protegerá.

Você acha que o amor dele por você durará?

Sim.

Eu o amo.

Talvez seja suficiente.

-Bom dia. -O que você quer?

Posso falar a sós com você?

Não precisa ir.

Eu soube que está com problemas financeiros.

Quero te dar $1.000.

-Como da última vez? -Não, eu estava errado.

Comprar e vender pessoas é errado. Me desculpe.

É um empréstimo, se quiser.

Não pego dinheiro emprestado de pessoas como você.

Então venda-me seu cavalo por $1.000.

Ele não vale $50.

Sr. Bartlett, você salvou minha vida um vez.

-Quero recompensá-lo. -Quer nada.

Você quer aquela garota e não a terá. Agora, saia daqui.

Saia daqui. Eu disse para sair daqui!

-Eu vou te matar. -Tente.

Qual é o problema com você?

Você compra uma garota chinesa e perde seu negócio por causa dela.

Então um homem vem ajudá-lo e você o joga na rua.

Ouça, Linc!

Ninguém é perfeito.

Mas você é um perfeito lunático!

E não trabalharei para um louco.

E nunca tocaria em uma.

Feche a porta.

Há algumas damas do outro lado da rua.

Elas podem ficar chocadas.

-Só estou aqui para parabenizá-lo. -Obrigado.

Só quero lhe desejar felicidade.

Obrigado novamente.

Receava que meu desejo se tornasse realidade.

Mas queria que se tornasse realidade, heim?

Nenhuma mulher fica feliz em perder.

Para onde devo enviar o presente de casamento?

Pode manadar para minha casa.

Então não se mudará para Chinatown?

Agora sim, Raide.

Linc, eu sempre soube que era bravo, só não sabia o quanto.

Você não se importa com o que os outros pensam.

É por isso que fez isso comigo!

É melhor fechar a porta dos fundos também.

Não estou dizendo algo que a cidade toda não tenha dito.

-Mas você fala alto. -Alguém tem que fazer isso

para que possa escutar.

Linc, há algo chamado barreira da cor e você não pode ultrapassá-la.

Eu sei, sou parte índia.

Você pode roubar, matar, vender sua alma ao diabo,

mas você não pode casar com uma pagã suja.

Olhe o que fala, sua...

Você não chega aos pés dela.

Obrigado, Lili. Obrigado.

Oh, Linc.

Me ajude.

Não sei o que fazer.

Eu sei que o amo.

Mas...

Isso é o suficiente?

Eu prefiro morrer do que ferí-lo.

-Você me acha divertido? -Sim, mas já demos risada.

Agora, saia daqui.

Eu disse para sair daqui.

Uísque, por favor.

Aonde aprendeu a atirar assim?

Lhe dei um bom conselho, por que não o aceitou?

Não te paguei por conselho.

Ora, seu miserável. Não me diga que o ensinou.

Isso não importa, e sim, o fato de eu ter tido um bom professor.

-Minha bebida, por favor. -Faço o seu trabalho.

-Livre-se dele. -Espere um pouco.

Um homem tem direito a uma bebida.

Dê-me essa garrafa.

Dê um copo ao homem.

Eclesiastes, capítulo 1, versículo 2.

""Vaidade de vaidades, diz o pregador.

Tudo é vaidade.""

Lamba o chão.

Eu disse para lamber o chão.

-Não tenho problema com você. -Eu tenho com você.

De joelhos.

Não para você ou qualquer homem.

Então só me sobrou mais uma coisa para ensiná-lo.

Como morrer.

Diácono.

Sinto muito.

Eu não tinha problema com você.

Só com o Linc Bartlett.

-Ele? -Sim.

Eu não acreditaria se não tivesse visto.

Foi um duelo justo.

Me pergunto se ele conseguirá derrotar o Linc.

-O que? -Ele foi atrás do Linc.

Vá contar ao Linc. Saia pelos fundos.

Vá!

Ei, xerife?

Desmonte desse cavalo.

Desmonte!

Kim?

O vestido está pronto.

Pegue sua arma, irei matá-lo.

Você me desrespeitou e pagará por isso.

Eu entendo como se sente.

Eu não devia ter feito o que fiz. Me desculpe.

Estaria com medo por que matei meu professor?

Então o Diácono te ensinou, heim?

Quem acha que ensinou o Diácono? Pare de procurar problema, Jack.

Vá para casa.

Acho que você é um covarde.

Te encontrarei na rua.

Se tiver que matar, matarei em público.

O que faz com isso?

Por que precisa de uma arma?

O rapaz da lavanderia quer me matar.

Se aceitar esse duelo, Lincoln Bartlett, será assassinato.

Fique fora disso, mãe. Não tenho escolha.

-Ele me chamou de covarde. -Achei que não se importasse

-com o que dizem ou pensam. -Não me importo sobre algumas coisas.

-Então, por que casará com a Kim? -O que ela tem a ver com isso?

Tudo.

Se não tivesse me metido, você não casaria com ela.

Você só casará com ela por que eu e os outros fomos contrários.

-Ouça-me. -Fique fora da minha vida.

-Fique fora disso. -Vocês não lutarão por mim.

Kim, você me ama, não?

É por que te amo que não o destruírei.

Não se preocupe. Cuidarei de todos que saírem da linha.

Preciso voltar para Chinatown, onde é meu lugar.

Seu lugar é aqui, comigo!

Talvez um dia pudéssemos ser felizes.

Mas não no nosso tempo.

-Cheng... -Ele não estará por perto.

Agora, entre.

Nenhuma mulher te salvará.

Saque!

Quer mudar de ideia?

Não.

Mas, desta vez, atire para matar.

É você que quero salvar. Por favor, leve-me para sua casa.

-Por favor. -Você aceitaria ser uma escrava?

-Levante-se. -Me solte, Linc.

Você disse que eu era livre para fazer o que quisesse.

Eu quero que o Cheng me leve de volta para o meu povo.

Isso é América, não China. Você não precisa ser escrava de ninguém.

Seria mais fácil ser escrava na casa do Cheng

do que esposa na sua.

Por favor.

Por favor, me ajude. Por favor.

Te comprei para impedir que fosse escravizada.

Nunca deixarei isso acontecer. Agora, volte para casa.

Nem todas as mulheres na China são escravas.

Quer prova do meu amor por você?

Aqui. Corte.

Não!

Uma esposa deve obedecer seu marido.

Um homem não faria tal coisa. Por favor.

Preciso de você, Kim Sung.

Preciso de você.

Se quiser ir com ele, não a impedirei.

Te amo e quero casar com você.

A vida é sua, Kim.

Preciso de você, Kim Sung.

Juro pelos meus ancestrais que a farei feliz.

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