All language subtitles for Tuppen 1981

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Original subtitles

- Ol�. - Ol�.

Ol�.

�GUIA

Um de duas pe�as � mais bonito.

- Podes experimentar o meu. - Obrigada.

- Tenho de comprar um para as f�rias. - Com outro padr�o, sen�o mato-te!

N�o, um de duas pe�as!

- Que horas s�o? - Meio-dia e um quarto.

- Raios! Posso levar a tua bicicleta? - Claro. Aonde vais?

H� uma encomenda do meu irm�o, de Nova Iorque, no autocarro!

- Ficas de olho nele? - Em quem?

O nosso rapaz de sonho...

- Ele vem hoje? - Sim, no autocarro do meio-dia.

No autocarro? Ele vem de t�xi, de certeza.

Tamb�m n�o te vais encontrar com ele, Hj�rdis?

Vamos! Ele talvez seja algo entre o Errol Flynn e o Tyrone Power.

Sil�ncio!

Venham!

Onde est� a minha bicicleta?

Saltos nas colinas, emo��o com as meninas D�-lhe bem, n�o interessa a quem

Um, dois, tr�s, quatro...

COOPERATIVA

Um, cantar...

Saltos nas colinas, emo��o com as meninas D�-lhe bem, n�o interessa a quem

Um, dois, tr�s, quatro...

- Ol�! - Ol�!

- Ol�, linda! - Allan! Ol�!

- Parab�ns, Allan! - Aonde v�o?

- Ol�! - Aonde v�o?

- Para a fronteira norueguesa. - Ol�.

- Vamos parar aqui! - Ol�.

- Como te chamas? - Hj�rdis.

- Como te chamas? - Cecilia.

Allan, cospe o rap�.

- N�o podem parar aqui? - N�o podemos.

- Que pena. - Querem vir?

- Sobe. - Tens for�a?

- �s bonita! - Ol�!

- Como te chamas? - Barbro.

Barbro?

- O que fazes esta noite? - Querias saber, n�o �?

- Isto � t�o solit�rio, aqui. - N�o podes vir dan�ar?

N�o posso.

- Posso dar-te boleia. - N�o, n�o me atrevo a sair.

Que tal vires ao acampamento comigo e com uns amigos?

- Temos espa�o nas nossas tendas? - Temos espa�o nas tendas.

Pelot�o! Marchar em frente!

Allan.

Allan!

- Adeus, cuida-te! - Adeus, Barbro!

- Adeus, querida! - Adeus!

- Quando tens de partir? - N�o fa�o ideia.

Escreves-me?

- Escreves-me? - Claro que escreve, sen�o escrevo eu!

Allan, aquela c�moda. Achas que a compre?

Sim, compra!

- Tlim-tl�o, ent�o! - Ol�!

Berglund!

Adoramos-te!

Barbro!

Vejam! Ali est� ele.

O homem dos teus sonhos, Hj�rdis.

- � mesmo o Tyrone Power. - Pois...

Parece ele, n�o �?

Como o adoro!

- Hj�rdis, o plastificante chegou. - Chegou?

- F�brica de t�xteis �guia? - Ottilia Andersson.

Ottilia. Um belo nome, uma bela rapariga. Sou o Cederqvist, o engenheiro.

- � voc� o engenheiro? - Sim, exatamente.

Bem-vindo a Ryd. Sou o capataz, Sr. Karlsson.

Sr. Cederqvist.

- Levo-lhe a bagagem? - Sim, por favor.

Decerto que seremos bons amigos, Ottilia.

- Sr. Cederqvist. - Cecilia.

- Sr. Cederqvist. - Gerda.

- Hj�rdis. - Certo. Gerda, Hj�rdis.

- Karin. - Karin.

- Ella. - Ella.

- Lisa. - Lisa.

- Barbro. - Magda.

- Cecilia, n�o �? - Sim.

Esta � a �sa.

Obrigado. Sr. Cederqvist.

Senhor!

At� breve.

Bom dia, Cecilia.

Bom dia.

Bom dia.

- Com licen�a. - Vamos ver do outro lado.

Conseguimos fazer algumas poupan�as aqui...

Ser� uma nova era na f�brica, presumo.

Espero que sim.

- Depende de como olha para as coisas. - Tem raz�o.

Imagino que as vejo do meu ponto de vista, e o senhor as veja do seu...

- E as raparigas o vejam do delas. - Sim.

S�o feitos em D�sseldorf...

Fica melhor... vou mostrar-lhe quando passarmos a esta parte.

- Bem-vindo, a mim e �s minhas meninas! - Obrigado.

D� mais uma volta com o Sr. Karlsson. Os meus clientes alem�es chegaram.

- Vemo-nos no escrit�rio. - Est� bem.

- Vamos por aqui. - Sim.

- Sr. Cederqvist, est� livre esta noite? - Claro.

- Vamos dar um jantar. � bem-vindo. - Obrigado.

Obrigado.

- Ele veio! - Veio?

- Como � ele? - Um t�pico sabich�o.

- A Hj�rdis acha-o giro. - Como um pelicano. Reparem no nariz dele!

- Parece mais um dachshund, n�o achas? - De todo!

A t�o esperada invas�o inglesa e americana come�ou...

N�o! Aconteceu... Um buraco enorme!

Tenho tra�as no meu vestido. Tens caixa de costura?

- Tens caixa de costura? - Ajudas-me com o cabelo?

- N�o tenho tempo. - �sa!

- Olha aqui... - Sim, podes dan�ar com esses.

- �sa, tens caixa de costura? - Est� junto � janela.

Fica-te bem. Tamb�m t�m um azul-claro. S�o 8,25 coroas.

Desde que tenha dispensa nas f�rias.

Se tivesses usado isso na pra�a, ele teria desertado.

Olha! Tenho de o provar!

Raios! N�o vieram meias de nylon!

- Um Glen Miller! - E pastilhas el�sticas! Tantas!

- Uma lata de gr�os de caf�. - Karin!

Olha!

Boa noite. Beija-me!

O teu irm�o tem muito bom gosto!

- Onde est� a pega? Quem a tinha? - Estava debaixo da cama da Hj�rdis.

Karin, podes ajudar-me com o cabelo?

- Enfim, ele n�o estava a usar alian�a. - Quem?

- O Cederqvist. - � o fim do Tyrone Powers.

- A s�rio? - Parecia uma pit�o faminta.

- Vamos dan�ar. - Sim!

Posso? Queres?

Olha!

Tens mais?

- Podias convid�-lo para dan�ar. - Pois podia.

- Nunca te atreverias. - Atreveria, sim.

- Queres apostar? - Sim...

Sim. Maldito galo!

- Espero que goste, Sr. Cederqvist. - Sim, obrigado.

- Maravilhoso! - Vou preparar um bom jantar de domingo.

Caseiro.

- N�o h� muitos em Estocolmo, pois n�o? - N�o.

Costumo mandar frangos ao meu primo, todos os meses.

Chama-se Johansson.

Trabalha na Asea. Sven G�sta Johansson. Conhece-o?

N�o, Estocolmo � grande.

- Coma outra bolacha. - Obrigado.

S�o caseiras, mas o caf� � dif�cil.

Nunca h� selos que cheguem.

Boa tarde, Sr. Cederqvist.

Boa tarde.

Boa tarde, senhoras. � a �sa, n�o �?

- Sim. - E a Hj�rdis e Gerda? Boa tarde.

Ent�o, o que se faz numa tarde de ver�o em Ryd?

Andamos de bicicleta. Ou fugimos para a cidade para beber um caf�.

Fogem?

Esta noite h� um baile em Bj�rkbacken.

Est� bem.

Ent�o, se quiser ir dan�ar ou assim...

Infelizmente, fui convidado pelo diretor, por isso, n�o posso ir.

Quer uma pastilha el�stica? S�o da Am�rica.

Do meu irm�o em Nova Iorque.

Obrigado!

Muito atenciosas. Boa tarde.

Espero que entenda. N�o quero mulheres no quarto.

Com certeza, Mna. Lundberg.

Claro que n�o!

Pap�?

Posso comer um chocolate?

- Disparate! � uma idiotice absoluta! - � quest�o de partilhar trabalho, pai.

- Gest�o cient�fica. - Estupidez!

- Mas... - Os trabalhadores operam as m�quinas.

N�o � assim t�o simples, pai.

- Sa�de, herr Schulze! - � nossa.

Temos grandes planos para o futuro.

N�o �, herr Cederqvist?

Sim, n�s merecemos e os trabalhadores saem a ganhar...

� Bj�rkbacken.

H� um baile em Bj�rkbacken.

Sim, pois h�.

Tarde demais, Sr. Cederqvist. Desta vez.

- Boa noite. - Boa noite.

- Boa noite. - Boa noite.

- Boa noite, Sr. Cederqvist. - Boa noite, �sa.

Quer boleia?

Olha!

Boa noite, Sr. Cederqvist!

Obrigado pela boleia.

- Boa noite. Podemos dan�ar noutro dia. - Exato.

- Obrigada. - Obrigado.

Refa�a essa sequ�ncia. Pronto!

Depois troca rapidamente. Pronto!

Vamos ver se consegue levar v�rias bobinas. Tr�s de cada vez.

- Assim? - Sim, isso mesmo. Depois, p�e aqui.

Exato, � mais r�pido assim. Isso mesmo.

Est� a correr bem, n�o est�? Muito bem.

Certo, vamos ver aqui. Est� tudo bem?

Pode tentar lev�-las com uma m�o?

S� com uma m�o. Certo. Est� melhor?

- Depois, puxa para baixo. Exato. - Sr. Cederqvist?

- Sim? - Chega.

Certo. Continue.

COMBATES DE BOXE HIST�RICOS

Que combate!

Se n�o est� ocupado, pode ajudar a limpar aqui.

Sim.

H� tantas fibras no ar. Agarram-se � roupa.

- Precisa de limpar muito? - N�o, uma vez por semana.

Certo.

- Ol�. - Ol�.

Obrigado pela �ltima vez.

- Entendo. Tome. - Obrigada.

Posso ajudar?

Obrigada.

� divertido trabalharmos juntos.

Pensei ir � cidade esta noite. Ir ao cinema.

Talvez jantar no Hotel da Cidade. O que achas?

- Decerto que vai ser bom. - Duplamente bom com boa companhia.

Vamos no autocarro das 18h30?

Meu Deus! As raparigas iriam falar!

Sentamo-nos em lados opostos do autocarro e encontramo-nos na cidade.

- Bolacha? - N�o, � melhor n�o.

Podia parecer uma coincid�ncia.

- Claro, mas n�o gosto de vadiar. - Ent�o, est� aqui sentado?

Normalmente, temos esta sala s� para n�s.

O teu Allan vem este fim de semana?

- Est� na fronteira com a Noruega. - Ter� de ser amor por correspond�ncia.

N�o com o Allan, ele mal sabe escrever.

Escreve �sa com "O".

Osa?

Ordem dos Santos Aben�oados.

Tamb�m costumam escrever mal o meu nome.

Cederqvist com "s" e com "kv".

- Eu escrevo com "qv". - � bom saber.

Sim...

Na sala de jantar do capataz, t�m toalhas brancas e servi�o de mesa.

E comida de prato.

Sr. Cederqvist?

O seu tabuleiro, Sr. Cederqvist. Aqui, limpamos o que sujamos.

- Sr. Cederqvist! - Espera, deixa ver!

- Mas o livro � dele. - Espera! Precisamos dele.

N�o sejas louca!

Mais uma vez. Agora!

Obrigado.

- Refa�a essa sequ�ncia. - Sequ�ncia?

Fa�a o mesmo outra vez, os mesmos movimentos. For�a. Mais uma vez.

Leve-os. Certo, comece... agora!

Fa�a a mesma sequ�ncia outra vez.

Espere. Se fizesse assim... Se trabalhar antes com a m�o esquerda...

Depois, d� a volta. Vejamos se funciona. Comece... agora!

O temporizador est� a postos. Talvez cheguemos �s olimp�adas.

Gostaria de ver isso. Os 100 metros de obst�culos.

Nem uma palavra, tu fazes nata��o em terra!

J� tens a tua medalha de ouro. Quarenta anos com um trabalho de merda!

Pode n�o ser o melhor local de trabalho...

- Se pud�ssemos fazer algo... - Eis o meu relat�rio semanal.

As minhas recomenda��es est�o na primeira p�gina,

e a produ��o prov�vel e aumento de lucro na �ltima.

- O que tens aqui sobre a Maria? - Em tempo desnecess�rio gasto?

Em percentagem, o tempo gasto a falar com outros trabalhadores � 1,73 %,

e atrasou a intensidade e regularidade do trabalho em 4,52 %.

- Isso � alto. - Muito alto.

E tamb�m assobio. Temporize isso, Sr. Cederqvist!

Desnecess�rio. Mas pode ser positivo.

Ela tem certas particularidades que atrasam o fluxo de trabalho.

Ela tem ali um movimento de bra�o repetitivo,

uma corre��o repetida do equipamento, e uma tend�ncia para arquear as costas.

Est� tudo aqui.

- Isso � tudo em percentagem? - Sim.

Isso � incr�vel.

Pesado na garupa Lento e bem chalupa

Ainda contas como sendo f�cil

Sr. Cederqvist? Vamos servir caf� e p�es caseiros no sal�o da igreja.

Obrigado, mas n�o posso ir.

Hj�rdis, o galif�o est� � espreita!

- O galif�o? - O teu querido.

Ol�, Sr. Cederqvist.

Hj�rdis, porque n�o o convidas para um caf�?

Porqu� renunciar Um �nico, pequeno e silencioso flirt

O momento pode nunca mais surgir

Sr. Cederqvist, aqui est� livre.

Faz essa sequ�ncia outra vez.

Ol�. Quero quatro p�es de canela.

- E tamb�m vou pagar isto. - Espero que sim.

Sr. Cederqvist, tem aqui uma cadeira livre.

N�o, obrigado. Vim s� buscar isto.

- Quanto �? - Noventa �res.

Tome uma coroa. Obrigado.

Recebemos o relato de que a tentativa de invas�o de Dunkirk foi um fracasso.

Ao mesmo tempo, as fortes divis�es blindadas e de infantaria alem�s

contra-atacaram a sul de Caen.

Os bombardeamentos aliados a cidades alem�s recome�aram

com ataques violentos a, entre outras, Hamburgo, Col�nia...

Ol�, Sr. Cederqvist.

Ol�, Lisbeth.

Pronto. Calma. Adeus, ent�o.

- Depressa, vamos embora! - Vou j�!

Gerda? Podes levar outro cobertor?

Espera por mim, Barbro.

�sa, que tal isto?

"Um engenheiro de m�todos deve, em primeiro lugar,

dar aos trabalhadores a sensa��o de que t�m valor."

- �sa, significas algo para o Cederqvist? - Sim, talvez.

Vejamos.

- O que foi? - A b�blia do Cederqvist.

"Pequeno Guia do Engenheiro de M�todos."

Pequeno guia para cronometristas e galif�es.

- Onde o arranjaste? - Esqueceu-se dele na cantina.

- Quem quer? - Posso provar?

Ele n�o se fez a ti, Ottilia? Na cidade?

Sim, mas dei-lhe logo com os p�s.

- E tu, Karin? - At� agora, safei-me.

� s� esperares, Karin. Vamos tentar, prometo.

N�o tens hip�tese. N�o com esse corpinho!

N�o. Um tipo como o Cederqvist nunca desiste.

Exato! Ou�am: "A paci�ncia do engenheiro de m�todos deve ser ilimitada.

As suas promessas devem ser poucas, mas inabal�veis."

Aqui, que descri��o!

"O engenheiro de m�todos deve ter bom aspeto,

porque as apar�ncias podem irritar as pessoas.

Como � sabido, h� pessoas que n�o s� s�o est�pidas, mas tamb�m o parecem.

Alguns s�o inocentes e imaturos, outros s�o os chamados..."

Mas que...

Meu Deus!

- Que loucura! Olha para isto. - N�o!

Aqui. Este � o t�pico Cederqvist:

"O engenheiro de m�todos � encorajado a sorrir.

Um sorriso caloroso e sincero.

Os n�o sinceros s�o rapidamente desmascarados."

Olha ali!

Ou�am isto: "Aprenda os nomes das pessoas,

interesse-se genuinamente pelos outros."

Ol�.

Est� vazio.

Boa tarde, Sr. Cederqvist.

� dif�cil com o caf�. As etiquetas n�o chegam.

N�o h� muito em Estocolmo, certo?

Costumo mandar alguns frangos por m�s ao meu primo.

Chama-se Johansson. Trabalha em Asea.

- Sven-G�sta Johansson. - Boa tarde, Sr. Cederqvist.

Esteve a chover?

Foi dar um mergulho?

Acabei de chegar da cidade. Fui a um hotel com o meu noivo. Comemos fais�o.

Provavelmente era corvo. Pobre coitado, est� a tremer!

N�o pode ir para casa da Mna. Lundberg assim. Eu trato de si.

Vamos, logo estaremos em casa. Tenha calma que sentir� menos frio.

O meu noivo foi casado. � casado. � de Estocolmo.

� formado em engenharia. � generoso e faz o que � correto.

Mas uma pessoa de Estocolmo n�o distingue um fais�o de um corvo!

Vamos entrar para ver se encontramos algo seco.

Estique os bra�os. Isso mesmo.

Pronto! Salte para a cama.

Eu arranjo-lhe calor mais depressa do que as mi�das de quem anda atr�s.

Devia esquec�-las.

N�o seja tolo, meu querido. Eu sei muito bem o que move um homem.

� isso mesmo! Sim...

E n�o custa nada. J� vi...

que passou um mau bocado.

Holger!

- Vai come�ar! - Strand assume a lideran�a.

Gunder H�gg aproxima-se

e em grande velocidade o campo avan�a pela curva norte.

E o intervalo de tempo � 55 segundos e seis d�cimas!

Um intervalo de tempo chocante!

Faltam 100 metros. H�gg acelera na curva sul.

Arne apressa o passo para tentar ultrapassar, mas n�o consegue.

E vai cruzar a meta... agora! E agora, Arne.

� um novo recorde mundial! Maravilhoso!

Ele verificou tudo. Estava a tremer! E sou mesmo lenta.

E de repente somos racionalizadas.

Olha, o galif�o!

- Bom dia, Sr. Cederqvist. - Lena!

- Da pr�xima, leve cal��es de banho. - Sente-se melhor hoje, Sr. Cederqvist?

O que faz, na verdade, nesta f�brica?

Sr. Cederqvist, esqueceu-se do chap�u. No rio!

MULHERES

Em Norrk�ping, atiraram o engenheiro de m�todos ao rio.

Faz essa sequ�ncia outra vez. Agora!

Para!

MULHERES

Desculpe!

� s� um segundo.

� urgente!

MULHERES

Anda!

Temporize, Sr. Cederqvist!

Senhor, por favor... Senhor!

Karlsson!

Corta a energia!

Corta a energia!

Ol�! Aproximem-se.

Por favor, aproximem-se todas!

Por favor, aproximem-se!

Depressa!

Guardem ali o carrinho por enquanto.

Depressa, por favor.

Bem, est� na hora de termos outra conversa s�ria.

Gra�as a n�s, meninos e meninas, a na��o tem conseguido dormir bem.

O que acham que vai acontecer quando a guerra acabar?

As fronteiras ir�o abrir e a competi��o ir� intensificar-se.

Talvez haja hotentotes a tricotar luvas numa ilha do Mar do Sul

que ser�o vendidas a metade do pre�o no nosso pa�s. Temos de nos preparar!

Racionalizar e reestruturar, juntos!

O papel do Cederqvist � esse. N�o est� aqui para separar,

mas para nos ajudar a fazer com que a �guia voe cada vez mais alto.

O nosso objetivo � comum: maior produtividade e...

sal�rios maiores.

Ao apoiar o Cederqvist, apoiamo-nos a n�s.

� por isso que vamos parar com este tipo de disparate.

Algu�m tem perguntas?

N�o. Rep�e a energia, Karlsson!

Karlsson, por favor, desligue!

Depressa!

Vamos repetir a can��o. Eis a nota.

Rodamos e tecemos, cetim e cretone

L�, algod�o e seda

Com a m�sica lado a lado das bobinas

O barulho da ansiedade diminui

Tecemos, zelamos pela seguran�a da Su�cia

E protegemos a sua liberdade e honra

Espera, para! Gerda e Cecilia, o que est�o a mastigar?

O que �?

O que t�m na boca? Tirem-no imediatamente.

Muito bem. Vamos recome�ar. Lembrem-se de onde colocar as tens�es.

Rodamos e tecemos, cetim e cretone

L�, algod�o e seda

Com a m�sica lado a lado das bobinas

Raios, meninas!

Ol�! A reuni�o do sindicato!

J� come��mos.

- Entendem a ordem legal? - Sim.

Declaro a reuni�o aberta.

N�o falarei do que se passou hoje, mas, se se repetir... por Deus!

O que fazes, Cecilia?

N�o queres ir? Claro que devias ir. � importante!

Tens de o ouvir.

JUSTI�A PARA TODOS INJUSTI�A PARA NENHUM

Como disse antes, se isto se repetir,

haver� consequ�ncias.

Podem ter a certeza disso.

O sindicato aprovou o estudo. Apoiar o trabalho do Cederqvist � o nosso dever.

O estudo tamb�m � para n�s. Pode aumentar os nossos sal�rios.

- Mas mantenham a dist�ncia, meninas. - Ele trabalha pelo nosso bem.

Isso mesmo. Uni�o e solidariedade.

Tamb�m se aplica fora do trabalho, sen�o, o socialismo est� condenado.

Chega disso.

Chega disso! Temos uma pergunta sobre um ber��rio.

A gest�o da f�brica assumiu alguns compromissos.

- Gosta de cavalos? - N�o, n�o gosto.

- Vou aprender a montar. - O qu�?

Vou aprender a montar. Gostava de ter um cavalo meu.

N�o, n�o devias.

- Ol�, Hj�rdis. - Ol�.

- Aonde vais? - � cidade. Vou ao cinema.

- O que vais ver? - Ainda Ser�s Minha.

Pela terceira vez!

- Com a Lana Turner? Tem �timas cr�ticas. - Sim.

- Parece interessante e agrad�vel. - � uma loucura como � bom.

Gostava de o ver, um dia.

- Talvez possamos v�-lo juntos? - Sim...

� uma pena que seja s� para adultos, mas Lisbeth...

Podemos ir a uma matin� ao domingo.

- Olha! A Hj�rdis! - Com o galif�o!

Venham!

Hj�rdis!

Hj�rdis, vem connosco!

- Eu ia s� ao cinema. - Vimo-lo juntas na segunda-feira.

Queria v�-lo outra vez.

Tenho uma pequena melodia para ti

Foste uma inspira��o, j� o admiti

Quando chegou a hora de partir Eu n�o queria, nunca, ir

Serei uma mem�ria para fazer sorrir

Ver-te mais uma vez

Com a mesma alegria, talvez

E essas palavrinhas de amor

Que partilh�mos

Sinto no meu interior

Que n�o me achas inferior

Um encontro combinado

Nunca devia ser negado

Acho que esta noite nos separaremos

N�o h� palavras para o que faremos

Ver-te mais uma vez

Com a mesma alegria, talvez

E essas palavrinhas de amor Que partilh�mos

Assim como os sonhos fogem, os anos deixam-nos.

A felicidade da juventude corta o cora��o.

- Thorsson. - Cederqvist.

� a cauda que dirige.

Est� bem...

Posso perguntar o que faz o Sr. Cederqvist?

- Sou engenheiro de m�todos na �guia. - Na �guia?

A �guia. As palavras voam alto...

... e os pensamentos ficam em terra.

O amor...

O amor, meu amigo, raramente morre de subnutri��o, mas ami�de de saciedade.

Entendo.

� a cauda que dirige.

� uma loucura. � isso que �.

Gest�o cient�fica.

A sua profiss�o � gest�o cient�fica.

Mas como � a sua vida? Solit�ria!

Est� rodeado de 200 mulheres e a sua vida � solit�ria.

Boa noite, Sr. Cederqvist!

Um velho amigo. Demasiado velho e demasiado amigo.

Um ovo podre estraga a omeleta toda.

Vai tomar um pequeno-almo�o continental com as damas mais belas.

Jante, beba, dance com mulheres musculadas.

Voe at� ao C�u no seu pr�prio produto, len��is �guia!

A sua segunda casa, Sr. Cederqvist.

O quarto 32 � seu, esta noite.

E sempre que precisar.

Esta noite, bebemos!

Amanh� ser� o propriet�rio de um carro desportivo.

Um excelente modelo pr�-guerra. Tem carta, n�o tem?

- Sim, mas dinheiro... - Dinheiro!

O que � o dinheiro? � apenas papel!

Presta��es, sem problema.

Que bonita aquela manh� quando o vento mudou de dire��o

e a vida soprou a praia iluminada pelo Sol.

Qu�o belo � acordar e renascer.

Ouvir, mais uma vez, o grito estridente de uma andorinha.

� este. Veja. Setenta e cinco coroas por m�s! Feij�es!

Um milagre t�cnico, um incentivo ao amor.

� seu, se o quiser.

Cem guitarras tocam uma serenata para ti

Todas as guitarras da cidade tocam assim

Sr. Cederqvist! A s�rio!

Isto deve ter custado uma fortuna!

Dinheiro, Mna. Lundberg. O que � o dinheiro?

- Um caf�, antes de sair? - Desculpe, o dever chama.

S�o gr�os de caf� verdadeiros, n�o borras.

Caf�. O que � o caf�?

- Ol�, Mna. Ottilia. - Ol�, Sr. Cederqvist.

- O que aconteceu? - A corrente est� sempre a sair.

Est� bem. Vejamos o que podemos fazer.

Tecnologia vulner�vel.

Se correr mal, n�o vai longe. � uma das pe�as vitais.

� o anel da corrente que est� torto.

S�o penas dois ou tr�s mil�metros, mas � o suficiente.

� o suficiente.

� uma pena que a Mna. Ottilia tenha tais princ�pios.

- Sen�o... - O qu�?

Sugeria que viesse ao hotel comer alguma coisa.

Obrigada, seria fant�stico.

Tenho algo para fazer. Volto j�.

AJUDA NORUEGUESA UM POVO FRATERNO ACORRENTADO

- Bem-vindo, Sr. Cederqvist. - Obrigado.

- O carro � do seu agrado? - Inteiramente...

- E o meu quarto? - Est� ao seu dispor.

Algum pedido especial para o quarto?

Posso sugerir uma garrafa de porto Croft? � muito popular.

Uvas, gramofone com discos apropriados ao prop�sito, talvez? � urgente?

N�o, de todo. Vou jantar com a donzela em quest�o.

Mas claro. Primeiro, jantar com a donzela em quest�o.

Obrigado.

Algum princ�pio conta licor e caf�?

N�o, agrade�o.

Acho que n�o devemos ter demasiados princ�pios.

- Sa�de! - Sa�de.

Que acabemos por ser bons amigos. Sinto isso desde o in�cio.

Que pena, o �ltimo autocarro j� partiu.

- Ai sim? - E � domingo, n�o h� mais carreiras.

Infelizmente, n�o posso conduzir.

Insisto em conduzir s�brio.

- Uma quest�o de princ�pio? - Sim, isso mesmo.

Ent�o, ambos teremos de ficar na cidade.

Tem raz�o.

Tem raz�o, n�o temos alternativa.

Tem raz�o.

As dormidas j� foram providenciadas.

Tenho um quarto vago no hotel � minha disposi��o.

Ent�o, se n�o achar...

Por outro lado, ningu�m ter� de saber.

Se formos discretos.

Anda c�, Lasse.

- Mam�, a av� est� pronta. - Ainda bem.

Diz ol� ao senhor.

Este � o Lasse. Faz hoje 8 anos.

Entendo. Parab�ns, Lasse.

Ele vive com a minha m�e. Temos de ir.

- Muito obrigada. - Obrigado.

E a bicicleta?

Eu levo-lha, claro.

- Quer um bilhete da lotaria? - Certo...

Custam 25 �res.

Obrigado.

- Pode ganhar 10 mil. - A s�rio?

Obrigado.

Tirou um em branco?

Quem n�o arrisca, n�o petisca. Faites vos jeux...

Olha para o carro. Meu Deus! Que classe!

O galif�o tem um carro!

- � a bicicleta da Ottilia. - �? Tens a certeza?

Olha, � a bicicleta da Ottilia!

- Onde estiveste a noite passada? - Na cidade com a minha m�e.

A s�rio? Com o Cederqvist na bicicleta?

Que noite!

Ottilia, vais l� para cima. Foste transferida para a inspe��o.

Estou a ver. Parab�ns!

Mna. �sa!

Que carro t�o bonito! � mesmo encantador.

Talvez queira dar uma volta, um dia?

Sim!

- Quando? - Quando quiser.

- No s�bado? - Sim, perfeito.

Favores e favores rec�procos. Tamb�m j� me deu boleia.

Ainda bem, iria � cidade fazer compras, de qualquer forma.

- Combinado para s�bado, ent�o. - �timo!

Arranjei uma maneira de mudar isto um pouco mais depressa,

para que uma pessoa possa operar as duas unidades.

Depois podemos levar duas pessoas desta m�quina

e podemos libertar mais duas das m�quinas um e seis.

Talvez at� algu�m daquela m�quina.

- Grandes mudan�as. - Sim, mas s�o necess�rias.

- A Ottilia foi para a inspe��o, sabias? - N�o!

Sim. Esteve na cidade com o Cederqvist a noite passada.

Pois, � preciso encantar o galif�o.

Ol�.

O que achas de ser promovida para a tecelagem, �sa?

Para qu�? N�o faz diferen�a.

Acha que vai caber?

Veremos. Provavelmente, sim.

� muito bonita, mas muito cara.

Mas o que � o dinheiro?

Eu e o Allan j� a vimos muitas vezes.

- L� est� ela. - Certo.

- N�o � linda? - Sim, encantadora.

- As minhas desculpas. - N�o h� problema.

- Ol�. - Lembro-me da menina.

E o jovem...

- � sobre a c�moda, n�o �? - Exato.

- � encantadora. - Sim, muito.

E o jovem j� est� livre do ex�rcito?

- Pois... - Parab�ns. E agora pretendem casar?

- Sim. - Pois...

Pois, podemos dizer que sim.

Onde iremos de lua de mel?

Lua de mel? Viena, talvez?

- Paris? - Paris...

Paris, ent�o!

- Bem... - Obrigado.

D�-me um momento. Tenho de fazer uma coisa.

Parem, cavalheiros...

Um momento.

- O quarto? - Est� � sua espera.

N�mero 32. Est� tudo preparado.

Gramofone, discos, porto Croft, uvas frescas. Boa sorte.

Lamento, cavalheiros, mas temos as nossas regras.

Poderia recomendar o restaurante do Hotel Ferrovi�rio.

- Que jantar de casamento fant�stico. - Sim.

Jantar de casamento!

- Sa�de, Allan! - Sa�de.

Tem alguma coisa contra o nome Sten?

Allan ou Sten, n�o faz diferen�a.

N�o... � sua, Osa!

Olhe para o seu dedinho.

Ningu�m trata dele?

Sa�de, dedo.

�sa...

No hotel...

Por acaso conhe�o o porteiro daqui e...

Meu Deus! Estou cansada... N�o podemos ir j� para a cama?

C� est� uma...

E c� est� outra.

Desculpe.

Certo.

Ol�, Sten.

Sten � um nome muito bonito.

Allan tamb�m � giro.

Sten, Allan... Stallan!

�sa!

O Allan chegou!

O Allan chegou! Allan!

- Ol�! - Ol�!

Anda! Vem ver. N�o � bonita?

Vem ajudar!

Anda!

Vem ajudar!

Pega daquele lado.

Pode largar, Sr. Cederqvist.

Largue.

Esperem... Tenham cuidado!

Certo, por aqui.

� bonita, n�o �? Cuidado com a bicicleta.

Podem p�r ali.

Obrigado, Sr. Cederqvist.

Onde raio estiveste?

- �amos buscar isto... - N�o importa!

- Deixa-me levar tamb�m. - �amos busc�-la juntos...

- Mas � bonita. - Que bela surpresa.

- Ol�. - Ol�, Mna. Gerda.

Entre, por favor!

O tempo est� fant�stico.

- O tempo est� fant�stico. - Sim.

- Sim? - Sim!

- Bem, cheg�mos. - Obrigada.

Sim, tenho um irm�o em Nova Iorque. Adoro a Am�rica.

Tencionas l� ir quando a guerra acabar?

Sim.

Meias de nylon. Carros.

O seu irm�o mudou-se for good?

Sim. Very good.

Em Nova Iorque.

Entendo.

Est� a fazer-se tarde. How about dinner and some wine?

Yes, I do.

Perguntei se �amos jantar juntos.

Pois, entendo.

Sim, por favor.

- Obrigado. - Sim, por favor.

Cuidado.

Pergunto-me...

Como ser� trabalhar na inspe��o?

- Tens pastilha el�stica, Gerda. - Pois �.

Provavelmente, n�o sou boa para a inspe��o.

Pois n�o?

Sim, Mna. Gerda. � boa.

- Muito bem. - Obrigado.

- Sim, � um hotel lovely. - Lovely, sim.

I love it!

- Vemo-nos na f�brica, ent�o. - At� l�, ent�o!

Adeus.

Ol�. Vieste � cidade?

- O que fazes? - Vou ao cinema.

- Posso ir contigo? - N�o.

� muito chato. Horr�vel. Vi-o na segunda-feira.

- � dif�cil, com um grande casamento. - N�o ser� assim t�o grande.

- Obrigada pelos desejos. - N�o tem nada que agradecer.

� um pelo bule de caf�.

- Esta noite. - Sim.

Esta noite n�o � tarde demais. Quanto todos tiverem sa�do.

Oxal� tivesse vindo a noite passada.

Queria v�-la assim, antes que fosse tarde demais.

Tenho de o fazer. Enquanto ele est� vivo.

Entendo.

Nunca.

Nunca mais.

Ir� esquecer-me em breve.

Pedirei a Deus que me ajude a libertar-me dos meus desejos!

E ser-lhe-ei fiel. Sempre. Saiba isso.

Ebba.

� forte e bondosa.

Quando a conquistei, tornei-me uma nova pessoa.

Sinto que me lembrarei de si enquanto viver.

Uma noite dar-lhe-ei tudo o que sinto...

para que nada reste e seja doloroso.

Nunca se aproximou tanto de mim como agora.

Sinto a sua alma t�o pr�xima...

Merda!

- Isto serve? - Claro, desde que fa�a lume!

- Isto chega? - Sim.

Raios!

Tecemos, lutamos pela seguran�a da Su�cia

- � in�til, sem estarmos todas. - Onde est� ela? Algu�m sabe?

- Na cidade, acho eu. - Ela saiba que �amos ensaiar!

E protegemos a sua liberdade e honra

Agora a tempestade piora Longe da nossa casa

Vamos juntos afastar as nuvens

E giramos um futuro de felicidade e luz

Para a Su�cia se tornar um s�tio melhor

- Onde estiveste? - Desculpe, estou atrasada.

Atrasada! Devias estar aqui h� uma hora!

Com a m�sica lado a lado das bobinas

O barulho da ansiedade diminui

Esperem, meninas. Parem um minuto.

Aonde foi a Karin. Sabem?

Vamos recome�ar do "lado a lado".

Com a m�sica lado a lado das bobinas

O barulho da ansiedade diminui

- Ol�, Sr. Cederqvist! - Ol�.

Problemas com g�s de lenha?

Sim. Chegar� uma senhora �s 7 horas.

Entendo. Efici�ncia.

O melhor resultado da produ��o no menor espa�o de tempo.

N�o, de todo. Ficarei com o quarto durante uma semana.

O neg�cio est� a expandir. Tem sucesso. � agrad�vel � vista.

Que tal um xerez no quarto antes de jantar? Por aqui.

Ol�. Agora trabalhas aqui?

- O que foi? - O Cederqvist.

- Foste racionalizada? - N�o, trabalho compartilhado.

Carro para l�, carro para c�. N�o fa�o mais nada.

- Diz uma piada, sen�o adorme�o. - Bem...

- Que tal sexta-feira �s 8 horas? - �timo.

Ol�.

- Vamos dizer que sim. - Est� bem.

Ol�! Mna. �sa?

Gostaria de passar outra tarde na cidade?

N�o faz sentido. Vou-me embora.

Eu e o Allan vamos casar.

Mas foi um �timo s�bado.

A variedade � o tempero da vida!

Fa�a o mesmo. For�a!

Certo. Refa�a a sequ�ncia.

Obrigado. Mais uma vez. Espere.

For�a. Comece agora!

Obrigado. Refa�a a sequ�ncia. For�a.

Obrigado. N�o! Refa�a a sequ�ncia. Afaste isso. Certo!

O mesmo, de novo. Pare! Continue agora!

A mesma coisa.

O mesmo movimento, de novo.

Certo. Pare a�!

Sim, uma mensagem. O compromisso das 8 horas passou para as 7.

- Bolas! Vou estar no cinema. - Com a senhora?

N�o!

- Meu Deus! - Partilha de trabalho, talvez?

- Resolva isto. - Onde devo ir buscar a senhora?

- Est� aqui escrito. - Com licen�a.

A conta da semana passada. Os meus servi�os est�o inclu�dos.

O sil�ncio do espa�o infinito, que deseja e tem sede de lux�ria.

O Sr. Cederqvist pede desculpa, mas foi v�tima da sua pr�pria chama.

As suas asas est�o queimadas.

Ele n�o evita o fogo, mas est�, como se pode dizer...

algo indisposto.

Conta estar restabelecido na quinta-feira �s 8 horas. � conveniente?

A menina senta-se silenciosa e fielmente.

Talvez uma viagem de carro seja favor�vel.

O Sr. Cederqvist manda cumprimentos. Est� tudo em ordem. Entre...

Onde est� o Sr. Cederqvist?

O Sr. Cederqvist?

Quarto 47.

- Obrigado. - A Mna. Persson pode descer.

N�o se preocupe. O Sr. Cederqvist est� quase a chegar.

Sobe as escadas, quarto 11.

- E ent�o? - O quarto 11 est� � espera.

Mna. Cecilia, uma rapariga encantadora.

- Ajude-me. - Lamento.

Sou um pouco antiquado.

A divis�o de trabalho e a racionaliza��o t�m limites.

N�o precisa de f�rias, de vez em quando?

- � mais divertido. - Por favor, Thorsson, ajude-me!

Na verdade, � a cauda que dirige. Mas sempre a mesma sequ�ncia?

- � cansativo. Esgotante! - Por aqui, por favor.

Maldito galo!

L� vem a nossa nova inspetora.

Mais 20 coroas por m�s. Nada mal, Ottilia.

Voc�s s�o todas umas grandes idiotas!

- O que ganham em p�r-me de parte? - � assim que eles fazem.

- D�o benef�cios a umas e a outras n�o. - Eu n�o pedi benef�cios!

A minha bicicleta avariou e ele levou-me � cidade.

- Isso n�o tem nada de mal. - N�o, n�o tem. Nesse caso, n�o.

Mas h� outras que n�o t�m tantos escr�pulos. N�o h�?

Imaginamos que tipo de talentos especiais s�o necess�rios para ser inspetora.

O mundo est� cheio de violetas

Onde quer que v�s

Se tiveres sol no teu cora��o

A primavera s� existe

Para que o dia mais cinzento possa florir

Se simplesmente sorrires e entenderes

Que o mundo est� cheio de violetas

Onde quer que v�s

Bem, isto n�o me parece bem.

Faremos um curativo daqui a umas semanas.

Mas devo perguntar o nome da rapariga. H� uma lei, como sabe.

Pode tirar o curativo. J� sarou.

Bem, como se chama ela?

- Maria Bengtsson. - Certo.

Maria Bengtsson. Sim, Maria abafa-o-som.

� uma velha conhecida.

Esteve com mais algu�m, depois disso?

�sa Eriksson.

Gerda Skogsberg, Hj�rdis Nilsson,

Karin Petr�n, Barbro Karlsson,

Magda Fors, Lisa Almqvist...

Qual o motivo da vossa vinda?

- O Cederqvist. - O Cederqvist.

O Cederqvist?

O Cederqvist.

Como �ltimo n�mero, iremos apresentar a pir�mide de Qu�ops.

Espreita!

- Como est�o as coisas com o Allan? - Bem.

- Vamos casar. - O qu�?

O Allan j� n�o quer, mas vai correr tudo bem.

As f�rias est�o a chegar.

Como manda a tradi��o, encontramo-nos aqui

para olhar para o passado e para o futuro, sob o signo da �guia!

O ano passado foi de grande sucesso para a �guia.

Produzimos e vendemos mais len��is do que alguma vez na nossa hist�ria.

E quase me atrevo a afirmar

que o pr�ximo ano ser� de ainda maior sucesso.

Sob a lideran�a do engenheiro Cederqvist, introduzimos estudos de m�todos

por forma a alcan�ar uma maior efici�ncia.

As altera��es �s rotinas de trabalho criaram certos problemas.

O Cederqvist continua a ser o �nico que...

Que nos eleva, que far� a nossa �gua voar.

HOMENS

Meninas? Podemos falar sobre isto?

N�o h� motivo para... Irei colocar o problema ao gerente.

N�o podemos acalmar-nos e falar sobre isto? Meninas?

Meninas!

... e anuncio com tristeza e pesar que algumas nos deixar�o hoje.

Algumas que j� n�o executam qualquer fun��o, infelizmente.

Agradecemos hoje a sete trabalhadoras pelos seus servi�os.

Karin Andersson, medalha comemorativa.

Eva Katarina Backman, medalha comemorativa.

- O que v�o fazer? - Sim!

- N�o! - Sim!

N�o, larguem-me! Parem!

N�o! Parem! Parem!

V� l�, corvo! Galif�o!

O nosso destino � estamos juntos! Somos uma s� pessoa, uma s� na��o.

E temos um objetivo comum: fazer a �guia voar!

Rodamos e tecemos, cetim e cretone

L�, algod�o e seda

Com a m�sica lado a lado das bobinas

O barulho da ansiedade diminui

Tecemos, zelamos pela seguran�a da Su�cia

E protegemos a sua liberdade e honra

Mas que raio? Merda! Maldito carro!

Raios!

Porra!

Agora a tempestade piora Longe da nossa casa

Vamos juntos afastar as nuvens

E giramos um futuro de felicidade e luz

Para a Su�cia se tornar um s�tio melhor

Aquele n�o �...?

- Roubou a minha bicicleta! - Depressa!

- Est� a fugir! - Vamos l�!

Viva a Su�cia.

Pela liberdade, por um futuro comum.

Pela �guia.

Venham! Vamos!

Venham!

Venham!

Legendas: Raquel Santos

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