All language subtitles for Rebel.2021.S01E09.1080p.WEB.h264-GOSSIP

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Original subtitles

Vou jantar com voc� se ainda quiser.

Significa que vou considerar uma rela��o monog�mica com voc�.

Anteriormente em "Rebel"

- Tudo bem. - Ent�o, tudo bem.

Sabe se h� uma caracter�stica na v�lvula da Stonemore

- que deixa as pessoas doentes? - Sim.

Meu pai teve um filho com uma mulher chamada Allison.

Quero ficar chapada, mas n�o de verdade,

ent�o vim aqui. Posso dormir aqui?

Ficou bravo quando eu trouxe a Ziggy

a� foi ter um beb� com outra pessoa?

Saia do barco. Vou embora.

Enquanto a Corpora��o Stonemore vai a julgamento hoje

defendendo sua revolucion�ria v�lvula mec�nica,

a defensora do consumidor, Annie Flynn Ray Bello,

o rosto no caso contra eles,

enfrenta acusa��es de embriagues e desordem

no meio de rumores de problemas no casamento

e comportamento cada vez mais err�tico.

Acho que os dois estavam b�bados.

Com certeza, ambos estavam gritando.

Sou grato que o mundo finalmente est� vendo essa mulher

- pelo o que ela �. - Que seria o qu�?

Ela � uma vigarista.

N�o tem educa��o, nem conhecimento.

� basicamente uma golpista

que usa o sistema legal para dar os golpes.

Estou ansioso para ir ao tribunal.

Desligue!

- Meu Deus. - Sinto muito, querida.

N�o. Fique quieto.

Precisa estar aqui, mas n�o pode falar.

Por isso que Benji n�o fez acordo.

Porque agora ele tem o j�ri enviesado contra nosso caso

porque meu nome est� atrelado

e minha reputa��o � um lixo.

� um lixo essa semana. Mas o novo ciclo vai mudar...

O julgamento � essa semana.

Aonde voc� pensa que vai?

- Vou dar uma volta. - N�o!

Grady, sente-se!

Voc� n�o manda em mim, Lana.

Grady, juro por Deus!

Se voc� j� me amou, vai se sentar agora.

� dia de julgamento e tem rep�rteres no gramado.

N�o podemos alimentar essa hist�ria de jeito algum.

Droga.

- Estacione ali. - Ziggy, quer dizer algo...

Ziggy, sua m�e � alco�latra?

Sua m�e foi para reabilita��o?

Sua m�e � abusiva ou s� negligente?

Minha m�e n�o � o problema.

Meu pai � um mentiroso traidor que nunca me quis!

Esse � o problema! Falem disso.

- Ziggy! - Ziggy.

Por que ele n�o ligou?

Por que me preparo para o tribunal? Alguma ideia?

Est� me ligando?

A filha adolescente de Annie Flynn Ray Bello

confirmou rumores

que os problemas conjugais de Bello

podem ser a causa de sua �ltima crise p�blica.

Meu pai � um mentiroso traidor que nunca me quis!

Esse � o problema! Falem disso.

Acho que esse � o porqu�.

Bom dia, Zig.

- Podemos ir tomar caf�? - A m�quina est� quebrada.

- Tem caf� na casa. - Queria ir a uma cafeteria.

- M� ideia. - N�o pode me manter preso.

N�o � isso. Estou te protegendo.

- Voc� estava assustado. - S�rio?

Porque voc� parece um policial

me proibindo de ir a uma cafeteria.

Estou aqui para te proteger e levar ao tribunal.

Se n�o quer c�meras na sua cara,

sugiro que tome caf� na casa.

� culpa sua. Voc� causou isso.

Est� quase acabando.

Eu vou pegar o caf�.

S�rio, Zig, n�o foi legal.

Foi uma emboscada! N�o tinha pra onde ir!

Deu uma exclusiva e viralizou.

- Avisamos para n�o comentar! - N�o comentei!

Claro que te queria, Zig! Como acha que n�o?

O nome disso � manipula��o, pai.

Todos precisam se acalmar!

- Manda ela se acalmar! - N�o fale assim comigo!

- Meu Deus! - N�o fale isso para mim!

- Com quem est� falando?! - Tanto faz!

Qual � o seu problema?!

REBEL | S01E09 | Trial Day

Meu pai � um mentiroso...

- Qual sapato? - que nunca me quis!

- O que foi isso? - Ziggy deu uma declara��o,

- iniciou um novo ciclo. - S�rio? O que ela disse?

Podia soar menos animada. Nossa irm� est� sofrendo.

Tem raz�o. � que a imprensa n�o est� do lado da mam�e agora,

ent�o estou sim um pouco animada.

Embora sinta pena da Ziggy e queira matar o Grady

e seja muito confuso. Mas que sapato?

O rosa diz "Quero festa."

O preto "Meu cliente � inocente."

Mas minha namorada diz que ele � culpado,

- ent�o v� com o rosa. - Namorada?

Voc� n�o usa essa palavra desde...

- Becky no segundo ano. - Becky no segundo ano!

- Ela era t�o legal. - Legal demais para mim.

Igual a Misha.

Misha n�o � legal demais para voc�. Fria demais talvez.

Metida demais?

- Acho que eu a amo. - O qu�?

Digo, eu poderia am�-la.

Se eu me amasse, eu...

poderia am�-la.

- Conto para ela? - N�o. Voc� sumiu da outra vez.

Eu sei, foi cruel, porque o ex dela mentiu por dois anos.

- �? - Era o orientador dela,

e ela acreditou quando ele disse que ia se divorciar,

que precisava de tempo pelos filhos.

Mentira, ele era rec�m casado.

- Droga. - Ent�o ela n�o confia mais,

eu n�o quero me apegar, e � como...

N�o sei o que fazer. Eu...

falo como me sinto? Tento conquist�-la?

N�o. Com certeza n�o.

Seja companheiro.

Seja o cara incr�vel que voc� � e ela ceder�.

- Certo. Obrigado. - Certo.

- E eu odiei os dois sapatos. - Tarde demais.

Boa sorte. Digo, espero que perca,

mas espero que cause uma boa impress�o.

Obrigado, irmaoz�o.

Vamos l�.

N�o entendo por que n�o houve acordo.

O qu�mico � incontest�vel.

- Tem alguma teoria? - Eu tenho.

Sim.

� ela. S� um instante.

- Sim? - Deixe-me falar com eles.

- N�o � uma boa hora. - Deixe-me falar com eles.

Deixe-a falar. Ela nos trouxe aqui.

- As pessoas erram. - Erram feio.

Oi, pessoal.

Eu queria desejar boa sorte.

Queria dizer que voc�s v�o conseguir.

Seu caso � justo,

e salvar�o milhares de pessoas no mundo todo.

E pe�o desculpa pela foto da pol�cia.

N�o � o que parece.

- Parecia uma rata b�bada. - Eu n�o estava b�bada, Jason.

Mas isso n�o importa agora. O que importa agora � o caso.

� maior que eu, ou qualquer foto minha.

Helen, isso � gra�as a voc�.

Voc� organizou. Voc� lutou.

Agora v� l� e ven�a.

Obrigada.

E voc� est� �tima, Helen.

Gra�as � voc� me sinto �tima. Vamos.

Ela est� bem demais. N�o posso deix�-la depor.

Pe�a que ela retire um pouco do batom.

E Cruz, me escuta...

Voc� consegue. Conseguiu o qu�mico.

E Benji tentando usar essa coisa toda

da imprensa me perseguindo?

Isso nunca teve nada a ver comigo.

Ele � um idiota. Voc� n�o. E isso est� no papo.

Dia de julgamento.

Melhor que Natal, n�o �?

E aquela foto da pol�cia,

foi a estrela no topo da �rvore.

Cruz?

V� l� e acabe com esse escroto.

Mrs. Bennet l Henderson TinTin l Helo

Rayusca l nani killingscylla l Debcarda

Lua l Amand@ TatiSaaresto

Revis�o: Lais Rosas

Todos de p�. Departamento 1 da Corte Superior

da Calif�rnia, pelo Condado de Los Angeles,

est� agora em sess�o.

Presidindo a Merit�ssima ju�za Katerina Bobiak,

Por favor, sentem-se.

Admito que estou surpresa de estar aqui hoje.

Eu esperava not�cias sobre um acordo.

N�s dois, Excel�ncia.

Meu cliente prefere enfrentar um j�ri, Excel�ncia.

Nesse caso, vamos prosseguir.

Oficial, traga os jurados.

- Voc� quer ir numa reuni�o? - N�o, definitivamente n�o.

Zig, hora de ir ao tribunal.

- Voc� vai ao tribunal? - N�o posso, sou uma distra��o.

Mas voc� pode e deve.

M�e, sua foto da pol�cia est� em todo lugar.

Sabe como isso � constrangedor para mim?

Voc� precisa ver os memes!

- Eu sou um meme? - Voc� n�o � um meme.

Voc� virou v�rios memes.

"Quando uma boa noite de sexta se torna um p�ssimo s�bado."

"Quando voc� tomou todas e dorme no lixo."

"Quando seu secador de cabelo estraga."

E, "Mam�e e seu novo mandado."

- Esse � o meu favorito. - O Cruz n�o vai ganhar hoje.

E n�o posso v�-lo perder o caso porque o papai n�o me queria.

Ziggy.

Seu pai te ama. Era um momento complicado.

Eu tamb�m estou zangada com ele.

Mas voc� tem direito de ir ao tribunal e ver Cruz vencer...

E ele ganhar�, pois minha foto n�o significa nada.

E porque temos o qu�mico e ele confessou tudo.

Voc� merece ir ao tribunal ver o Cruz ganhar.

E eu preciso que algu�m v� e me atualize por mensagem

porque vou enlouquecer se n�o acompanhar.

- Quer ir a uma reuni�o? - Sim.

- Acho que n�o preciso dizer... - N�o falarei com a imprensa.

Obrigada!

- Voc� est� bem? - Defina bem.

Sem pensar em suic�dio, ou homic�dio no momento.

N�o vou mentir, tenho algumas fantasias

de atropelar o Grady com meu carro.

- Eu tamb�m. - Mas n�o pretendo fazer isso.

Ent�o, pela sua defini��o, sim, estou bem.

- Est� no tribunal? - N�o. Por algum motivo,

Cruz quer um cardiologista e n�o um ginecologista.

- E n�o est� curioso? - Claro que estou.

Mas Misha est� nervosa, n�o quero piorar a situa��o.

H� alguma chance de, por amor a sua m�e,

que trouxe a sua cabe�a gigante ao mundo,

e sofreu uma ruptura vaginal que exigiu nove pontos...

Voc� consideraria ir ao tribunal e me enviar atualiza��es?

Porque, eu entendo, Misha est� nervosa,

mas eu estou a beira de um colapso nervoso.

Um "por favor" teria bastado, n�o precisava citar a ruptura.

Tudo bem. O que quer que funcione.

Devemos poder confiar em nossos m�dicos.

Mas, para isso, precisamos poder confiar

nas empresas que fornecem aos m�dicos as ferramentas...

que usam para nos curar.

Mas ao olhar os rostos neste tribunal...

ver�o pessoas que foram gravemente feridas

pelas pessoas que eles confiaram para cur�-los.

Por isso este caso � importante.

Porque o que voc� decide neste caso

poder� ter verdadeiro impacto... n�o s� nessas pessoas,

mas em como as empresas de dispositivos m�dicos

far�o neg�cios no futuro.

A Stonemore Medical Corporation

n�o perdeu tempo, nem gastou dinheiro

para testar...

sua v�lvula card�aca em seres humanos

antes de coloc�-la no mercado,

e essa decis�o feriu gravemente as pessoas.

Quando souberam que seu produto estava ferindo pessoas,

eles n�o fizeram nada.

E � isso que provarei a voc�s.

Eles envenenaram pessoas, sabiam disso...

e se recusaram a parar.

Isso n�o deve s� dar-lhes raiva, deve lhes assustar.

Por mais que voc� nunca precise de uma v�lvula,

vai precisar de um m�dico.

E voc� precisa poder confiar no m�dico.

Obrigado.

Sr. Ray.

Senhoras e senhores do j�ri,

vesti um terno azul esta manh�,

e o sol nasceu esta manh�. Ambas as coisas s�o fatos.

Mas seria um absurdo eu acreditar

que porque eu vesti meu terno azul,

eu fiz o sol nascer.

S� porque duas coisas s�o verdadeiras

n�o significa que est�o conectadas.

Essas pessoas que o Sr. Cruz...

representa, est�o doentes. � um fato.

E eles tem v�lvulas card�acas da Stonemore.

Tamb�m � fato. Mas s� porque duas coisas s�o verdadeiras

n�o significa que est�o conectadas.

Os demandantes e o Sr. Cruz devem provar

que a v�lvula card�aca causou a doen�a deles

e Stonemore sabia disso, mas ignorou.

Pe�o que ou�am cuidadosamente se h� prova disso.

N�o se deixe levar por hist�rias emocionais.

Olhe al�m da coincid�ncia e insinua��o

e procurem as evid�ncias concretas

que ligam a v�lvula card�aca � doen�a dos demandantes.

Voc� n�o vai encontrar.

Obrigado.

- Voc� est� bem? - Sim, s� estou...

- sacudindo meus bra�os. - Estou vendo. Por qu�?

Energia de ansiedade. Preciso me livrar, e isso ajuda.

Sei que parece doideira, mas o que � mais doido,

sacudir os bra�os como uma estranha

ou ter um ataque de p�nico por n�o querer fazer cena?

Isso.

- � uma sensa��o boa, n�? - At� que sim.

Eu sei demais.

Sobre as brechas da ANVISA. Madruguei lendo sobre elas.

Quero nunca precisar de um novo quadril.

- Um quadril? - Ache o modelo mais velho

se precisar de uma pr�tese de quadril, joelho

ou v�lvula card�aca. Qualquer objeto estranho

que algu�m v� costurar no seu corpo,

busque pelo modelo mais velho.

Porque esse ter� sido testado em humanos.

As novas n�o precisam, por terem direito, pela brecha da ANVISA,

que foi vendida � ind�stria m�dica por malditos pol�ticos.

- O que �? - Como assim?

Por que voc� est� me olhando assim?

N�o sei, acho que �...

O amor.

O qu�?

Eu poderia, quase...

Deixe para l�.

Se importa se eu assistir? Minha m�e pediu

para eu narrar tudo em tempo real.

Voc� � um bom filho.

Eu tamb�m.

Eu poderia, quase, deixe para l�, tamb�m.

Espero que seja mais esperta l� dentro.

Voc� estava na beira da morte.

Sim, e meu m�dico ir� confirmar isso mais tarde.

E como est� desde a retirada?

Nunca estive com tanta energia.

- Est� saud�vel. Forte. - Saud�vel n�o sei,

mas forte sim. Estou de luto pela minha neta.

Que morreu com 2 dias por causa da Stonemore.

Protesto. Falta de provas.

Mantido. Tire essa linha do registro.

Helen, voc� est� melhor fisicamente?

Fisicamente, estou inteira.

Emocionalmente, nunca mais estarei.

Nada mais. Obrigado, Helen.

- Claro. - Sr. Ray, a testemunha � sua.

Sra. Peterson, possu� hipocondria

ou doen�as psicossom�ticas na fam�lia?

- Eu n�o sei... - Deixe-me te ajudar.

Qual era o nome mesmo, Sr. Chapman?

Wilhelmina Harper.

Certo.

Minha mem�ria n�o � a mesma

desde que pus a v�lvula.

Wilhelmina Harper era m�e do meu pai.

E ela foi internada, brevemente, durante o surto de poliomielite.

Ela teve poliomielite hist�rica.

Ent�o, ela n�o testou positivo para p�lio, mas manifestou

- os sintomas da poliomielite? - Sim.

O c�rebro � muito poderoso.

Pode manifestar sintomas reais com base em cren�as.

Acha poss�vel ocorrer o oposto?

Aliviar sintomas f�sicos

- com base em cren�as? - Eu n�o sei.

Tipo, e se voc� acredita que a v�lvula te adoece

- at� que retirem ela? - Protesto. Especula��o.

Mantido.

- Sua av� saiu da cl�nica? - Sim.

- Como trataram dela l�? - Eu n�o sei.

N�o deram placebo a ela, dizendo que era uma vacina?

Minha av� era uma alco�latra

que batia nos filhos e marido com uma vassoura.

N�o sou nada parecida com ela.

E as viv�ncias dela n�o mudam as minhas.

Mas geneticamente...

� dif�cil saber o que se herdou.

Protesto. Est� atormentando a testemunha.

- Mantido. - �ltima pergunta.

Como conheceu Annie Flynn Ray Bello,

a defensora, que lhe apresentou o Sr. Cruz?

Protesto. Relev�ncia.

Retiro a pergunta, Excel�ncia.

Nada mais com essa testemunha.

- O que aconteceu? - Acabou a primeira rodada.

Vez do outro time.

- Aonde voc� vai? - Ao tribunal.

- N�o, n�o vai. - Vou sim.

- Sai da minha frente. - Os rep�rteres n�o v�o deixar.

H� milhares de memes seu sendo uma b�bada malvada.

- Era voc� que estava b�bado. - Eu sei.

B�bado, dirigindo um barco, e quase me matou.

Sorte sua n�o ser preso por homic�dio!

- Agora sai do meu... - Eu sei, e sinto muito.

Mas se voc� sair daqui agora

e bagun�ar mais o caso do Cruz,

� o fim para o dinheiro de faculdade da Ziggy.

N�o importa o que h� entre n�s dois,

a menina n�o merece sofrer por isso.

Est� bem.

N�o vou sair. Mas vou pegar um ar.

- N�o deixe ela sair. - Eu te disse, n�o vou sair.

Eu s� quero fazer algo �til.

Eu tenho que fazer algo.

N�o acho que ele possa testemunhar assim.

Ele n�o est� nada bem.

Nem sei quando um ataque de p�nico termina e outro come�a.

Eu o amo, mas estou come�ando a odi�-lo.

Bem-vindo ao meu mundo.

- S�rio?! - E o seu filho secreto?

V� embora, Grady.

Querido.

Eu preciso falar com voc�.

Acho que preciso tomar uma vacina contra hepatite B.

Corre solta na pris�o. Hepatite C tamb�m,

e eles n�o t�m vacina para isso,

mas h� muitas pessoas boas na pris�o.

H� pessoas boas na pris�o e eles merecem

boa comida e �gua pot�vel.

E t�tano. Quero dizer, eles n�o... eu s�...

Quero tomar a antitet�nica antes de irmos ao tribunal.

Certo, vou descobrir onde posso conseguir uma...

Sabe onde consigo a antitet�nica?

N�o, voc� provavelmente... Deixa para l�.

- Meu Deus. - Tudo bem, olha.

V� dar um passeio e tomar um pouco de ar.

Acalmar Karsten ser� algo �til para mim.

N�o fale com a imprensa!

Como se sentiu durante o tempo

em que usou a v�lvula Stonemore?

Eu sofri imensamente. Intensamente.

Profundamente. Qualquer adv�rbio que imagine.

E alguns adjetivos tamb�m.

E como sua vida foi afetada pela doen�a?

Para come�ar, meu namorado me deixou.

N�o foi um relacionamento perfeito.

Ele n�o era esperto e te diria que eu n�o sou gentil, mas...

De qualquer forma, quando comecei a ficar doente,

fiquei realmente infeliz e ele foi embora.

Mas voc� chegou a remover a v�lvula?

Sim. Porque minha cunhada trabalha para a seguradora,

ent�o ela mexeu uns pauzinhos.

Ela d� os piores presentes de anivers�rio,

ent�o ela compensou falsificando alguns documentos para mim.

Eu estava brincando.

Isso foi uma piada.

Quando eu fico nervoso eu fico �cido. Desculpa.

- Professor. - Sim?

Como se sentiu quando a v�lvula foi removida do seu corpo?

A remo��o reparou tudo.

Exceto minha personalidade.

Isto est� ligado?

Desculpe. Sim.

Obrigado, professor. Sem mais perguntas, Excel�ncia.

O senhor foi acusado, recentemente,

de atacar um aluno da universidade que trabalha?

- Protesto, relev�ncia. - Reformularei.

Professor, quebrou as costelas de um aluno?

- Protesto! - Mantido.

Nada mais, Merit�ssimo.

Se eu morrer na pris�o, prometa

que dar� minha pesquisa a outro cientista.

Algu�m brilhante, e que pense fora da caixa.

Estou t�o perto de consertar isso.

- Estou t�o perto. - Karsten, me escuta.

Sei que se culpa pelo sofrimento dessas pessoas

e voc� acha que esse novo revestimento de v�lvula

vai resolver tudo, mas n�o vai.

Quando voc� testemunhar,

a v�lvula estar� fora do mercado de vez.

Eu n�o posso viver com isso.

Todas aquelas pessoas, todo o trabalho.

N�o. Preciso terminar meu trabalho.

Precisa me deixar terminar meu trabalho.

Ele n�o conseguir� testemunhar assim.

N�o. Ele precisa de um sedativo.

Deus.

Todos n�s precisamos de um sedativo.

Por que n�o?

N�o posso prescrever sedativo para quem n�o � meu paciente.

N�o sei o hist�rico dele. Posso perder a licen�a.

Tudo bem. � para mim.

- M�e... - J� viu meu hist�rico,

sabe que seguidores de regras arbitr�rias me deixam louca.

N�o � uma regra arbitr�ria.

N�o vou ter essa conversa com voc�.

Conseguimos! Conseguimos!

Trouxe o Randall, e ele tem Diazepam.

Preciso disso agora, com ele assim.

Certo. Estamos bem, Nate. Como est� indo no tribunal?

Estou falando com voc� em vez de ouvir a Misha testemunhar.

- Volte l� e vai me atualizando. - Eu...

- A v�lvula estava corro�da? - Sim.

E elas n�o deveriam corroer.

- Nada? - Nem um pouco.

Nem um pouco.

- Qual � sua teoria? - Nosso estudo percebeu

que pacientes com a v�lvula Stonemore

tinham altos n�veis de n�quel, comparado com os sem a v�lvula.

Ent�o, a teoria � que...

a corros�o libera n�quel na corrente sangu�nea,

e o n�quel causa autoimunidade,

e foi isso que fez o f�gado da Helen parar.

- Protesto, especula��o. - Mantido.

Claro que � especula��o, antes que eu pudesse estudar

- a Stonemore roubou. - Protesto.

- Mantido. - Ou mandaram.

- Protesto! Sem fundamentos. - Mantido.

A v�lvula simplesmente sumiu do laborat�rio

- onde nada some? - Protesto! Excel�ncia.

Dra. Nelson, vou alert�-la para evitar sarcasmo,

por mais tentador que possa ser.

Certo.

Que tal isto?

Eu sou uma cientista.

Como cientista, � meu trabalho

apresentar teorias e tentar prov�-las.

Se isso fosse uma tese,

a teoria que eu tentaria provar...

A teoria mais prov�vel, considerando tudo,

� que algu�m, a mando da Stonemore,

talvez um dos advogados, roubou a v�lvula.

- Protesto! - Mantido.

Dra. Nelson, em sua opini�o m�dica,

a v�lvula da Stonemore est� fazendo mal?

Na minha opini�o m�dica,

em certos pacientes, est� causando mais do que mal.

Est� matando.

Sem mais perguntas, Excel�ncia.

Sr. Ray?

O qu�? N�o.

Isso tem que vir de voc�.

Dra. Nelson, nota-se que voc� � uma violadora de regras,

dado seu desempenho aqui hoje.

Srta. Ray, fa�a a pergunta.

Dra. Nelson, voc� tem o h�bito de mentir,

exagerar e enganar?

N�o tenho.

Voc� teve um relacionamento ad�ltero com um colega casado?

- Protesto, sem relev�ncia! - Vou reformular.

Enquanto estava em uma rela��o com o seu mentor casado,

foi coautora de algum estudo com ele?

- Protesto, sem relev�ncia! - Mostra o car�ter da doutora.

Ela est� especulando e teorizando.

Portanto, seu car�ter, sua confiabilidade,

se ela faz sexo por poder, � relevante.

Ela teve um relacionamento amoroso

com um mentor casado.

Quem sabe que tipo de ajuda ela ganhou?

Quem sabe se podemos confiar na opini�o m�dica dela?

Ela est� saindo com o co-autor do estudo da Stonemore,

e eu acho que isso mostra um padr�o que � relevante.

Eu discordo, advogada.

N�o s� � irrelevante,

como acho essa linha de questionamento repugnante.

Sr. Cruz, sua obje��o ser� mantida,

e o j�ri n�o deve considerar a informa��o, n�o confirmada,

sugerida pela defesa, nesse questionamento.

Sem mais perguntas, Excel�ncia.

Pelo amor de Deus, toma a p�lula.

Eu n�o vou tomar. E voc� n�o pode me obrigar!

Pelo amor de Deus. Eu posso tomar?

Se ele fosse um gato, eu seguraria a nuca

e enfiaria na garganta dele.

Voc� � da Stonemore, n�o �?

Est� tentando me envenenar.

- Querem me envenenar, Randall. - Certo, j� chega.

Karsten, chega de drama.

N�s n�o somos da Stonemore, e voc� n�o � a v�tima aqui.

Sua ci�ncia est� ferindo pessoas,

e voc� tem a oportunidade de corrigir isso.

E vamos te proteger ap�s voc� testemunhar.

Mas n�o podemos fazer isso

a menos que voc� se acalme e tome a droga da p�lula.

Voc�s n�o podem me proteger.

N�o mais.

Lana, � a Zig.

- Voc� pode atender? - Sim.

- Oi, Zig. Tudo bem? - Lana?

� o Sean.

Esperaremos uns minutos para o sedativo fazer efeito.

A� voc� vai se abrir comigo.

Porque sei que voc� est� escondendo algo.

Ent�o voc� vai se acalmar e vai me ajudar a te proteger.

Rebel, era o Sean.

Zig est� na emerg�ncia em St. Godwin.

Ela teve uma overdose.

O qu�?

Emerg�ncia! Emerg�ncia! Saiam!

- Saia do caminho! - Rebel!

- Poderia comentar? - Saiam do caminho!

Por favor, Rebel!

Eu n�o dei informa��es a Cassidy contra voc�. Eu estava...

- Estava o qu�? - Falando com minha irm�!

Estava falando sobre meus sentimentos por voc�.

E acabou contando o meu segredo mais doloroso?

- Eu... - N�o.

- Misha, por favor. Eu te amo. - N�o! N�o, voc� n�o ama.

N�o ama, e mesmo se amasse, voc� n�o tem limites.

Eu me arrependo. Eu estava certa sobre voc�.

- N�o, eu... - Ele n�o era meu chefe.

Eu n�o fiz sexo para chegar a lugares!

Eu sei que n�o. Eu n�o disse...

Nate, por favor! Por favor pare.

Aceite o que vou dizer, acabou. N�s terminamos. Acabou.

- Misha... - Nate!

Est� p�ssimo aqui, m�e, tudo dando errado.

O qu�? N�o, n�o, fale devagar. O qu�?

O que tem a Ziggy?

Tudo bem, estou indo. Sim.

- Sean n�o atende. - Aqui � o Sean...

- Deve estar chapado tamb�m. - Por qu�?!

Eles estavam indo t�o bem.

Eles s�o adolescentes. E viciados em drogas.

E � dif�cil ficar limpo nessa idade.

A culpa � minha. � porque eu... Isso � tudo minha culpa.

Ela tem que ficar bem, Lana.

Ela vai ficar.

Como voc� sabe?

Voc� disse que foi inspirado

a desenvolver essa v�lvula

pelos problemas card�acos do seu irm�o.

Do meu irm�o, meu pai e dois tios meus.

Vamos focar no seu irm�o, por agora.

Ap�s criar essa v�lvula card�aca mec�nica,

pelo desejo de ajudar seu irm�o,

por que mandou ele n�o p�r a v�lvula da Stonemore?

Protesto, falta fundamenta��o.

Perd�o, Excel�ncia. Vou reformular.

Sr. Duncan, seu irm�o, Jacob Duncan,

est� usando a v�lvula mec�nica da Stonemore?

N�o.

Pode explicar por que n�o?

Meu irm�o, Jake, sofre de uma condi��o chamada hiperacusia.

Significa que � hipersens�vel a sons comuns

que a maioria de n�s n�o notaria.

Todas as v�lvulas mec�nicas fazem um leve som oscilante.

As pessoas se adaptam.

Como com as batidas do cora��o ou pulso, o c�rebro se adapta,

e, por fim, voc� n�o escuta mais.

Mas nos preocupamos que Jake, que se enfurecia

com o som de algu�m comendo pipoca no cinema,

vinte cadeiras de dist�ncia, n�o se adaptaria.

Logo, mesmo a v�lvula sendo criada com ele em mente,

n�s acabamos decidindo

que ele devia usar a v�lvula su�na

porque ela � silenciosa.

Quero lembr�-lo que est� sob juramento.

Sim, e?

H� outra raz�o, qualquer uma, para seu irm�o ter optado

- pela v�lvula su�na? - N�o.

- Nate! - O que est� acontecendo?

N�o devia ter deixado ela sozinha.

Ela disse que ia � uma reuni�o.

Vamos! Ei, com licen�a!

Minha filha est� aqui.

O nome dela � Ziggy. O nome �...

Bello. Ziggy Bello. Foi uma overdose.

- Um momento, por favor. - Com licen�a,

sou o Dr. Nathaniel Flynn. Quem � o atendente?

� a Dra. Cho. Ela est� bem ali.

Dra. Cho, tem uma fam�lia aqui que diz que a filha...

Tudo bem. M�e, est� tudo bem.

- Certo? - Certo.

S�o a fam�lia de... Bonnie Hanson?

- N�o. Ziggy Bello. - N�o, Ziggy.

Somos a fam�lia da Ziggy.

- Sinto muito. - O qu�?

O qu�? N�o, Deus, n�o. O que...?

N�o, n�o tem uma Ziggy aqui.

Ela veio com o namorado, Sean. Ele disse que ela teve overdose.

- N�o tem esse nome aqui. - Tente Rosa.

Tente... Rosa Bello. � o nome legal dela.

- Onde est� o Sean? - M�e. M�e.

�... o toque da Ziggy.

O que est� acontecendo?

Meu Deus... � a Stonemore.

N�o, n�o, n�o!

- N�o entendo. Cad� a Zig? - Vamos. Vamos.

- Liga para o Flynn. - Ainda n�o entendo.

Ligue para os amigos da Ziggy. Ligue para o Sean e para todos.

Vou ligar para o Flynn.

Ziggy?

Ziggy, voc� est� aqui?

Karsten! Randall!

Taye, estou procurando a Zig. Est� com a Mallory?

- Certo, me ligue se v�-la. - Karsten! Randall!

Randall?

Randall?

Randall.

Randall. Randall, vamos l�.

Onde voc� foi?

Tive um chamado sobre tiroteio. Tive que ir.

Vou adivinhar, era alarme falso.

Sim, como sabe?

Merda. Eles se foram?

Karsten sumiu. Randall foi drogado.

- Chame a ambul�ncia. - Certo.

- Ziggy n�o est� aqui. - Nem o Karsten.

Rebel, tem algo a dizer a imprensa?

Que merda.

- V�boras! Para tr�s! - Seu marido teve um caso?

Espera, espera... Espere a�.

- O que houve com seu casamento? - A Ziggy te odeia?

Certo. Tudo bem, estou aqui...

Tudo que quiserem saber, eu conto depois, est� bem?

Sabem que eu amo falar com a imprensa.

Mas nesse momento... nesse momento eu sou m�e,

e a minha filha est� em perigo.

Algu�m a viu?

O nome dela � Ziggy Bello.

Se a viu, me contate no site AnnieFlynnRayBello.com.

Por favor.

E, Ziggy, se estiver vendo isso, se assistir isso...

eu te amo. Eu te amo. N�s te amamos.

Ela sabe disso. Ziggy, n�s te amamos.

Ligue para n�s, por favor. Ligue para n�s.

Srta. Peterson?

Srta. Peterson, consegue responder a pergunta?

Meu Deus, Zig. Meu Deus...

- Meu deus. - O que foi?

O que voc� est� fazendo?

- Meu Deus. Voc� est� bem? - Sim.

- Meu Deus. - Voc� est� bem?

- Sim. - Eu...

Faremos um breve recesso.

Vamos dar �gua para ela e deix�-la se recompor.

Preciso ligar para a mam�e.

Por qu�? O que... o que est� acontecendo?

M�e, ela est� aqui.

Meu Deus... Ele est� com ela. Ela est� no tribunal.

Obrigada, Jesus. Obrigada!

Ache o Cruz e manda ele me ligar agora.

E n�o tire os olhos da Ziggy.

O que est� acontecendo? Voc� achou o Sean?

N�o. Mas o Randall est� indo ao Paxton Memorial de ambul�ncia

e ele pode saber algo. Fique de olho na Ziggy.

Eu vou cuidar dela. Sim. Certo.

Tudo bem.

Nate, o que est� havendo? Est� tudo bem?

Voc� realmente me perguntou isso?

N�o, nada est� bem.

- Sinto muito... - N�o diga que sente muito

pois voc� n�o sente. S� est� envergonhada.

Fale com algu�m sobre isso, menos comigo. E quer saber?

Eu sempre estive do seu lado. Sempre.

Quando Amir te julgou, fiquei do seu lado.

Quando Misha desconfiou de voc�, estive seu lado.

Quando �ramos crian�as, e eu te criei, �ramos s� n�s,

e eu fazia o seu jantar, eu estive do seu lado!

Mas quando eu finalmente tenho uma chance em algo...

E voc�... voc� � t�o ego�sta.

Est� t�o desesperada para ser voc� mesma mas

voc� � a uni�o das piores partes do seu pai e da nossa m�e.

Cassidy Ray, minha valiosa, minha estrela do rock.

Fico amargo, mas admito que voc� arrasou.

Minha testemunha estava sendo vigiada

- por um policial... - E simplesmente sumiu?

Ele n�o simplesmente sumiu, e n�s sabemos.

N�o gosto dessa insinua��o.

Karsten n�o queria testemunhar. Ele deixou claro.

Qual � o seu plano, Sr. Cruz?

Meu plano? Ouviu o testemunho do qu�mico.

O esten�grafo escreveu. Leia pro j�ri.

Sem chance. N�o fiz a acarea��o. Ler o testemunho dele � injusto

e prejudicial ao meu cliente.

Esse testemunho � o ponto crucial deste caso.

N�o o deixe se safar disso!

Senhor Cruz, eu entendo

que tem uma conex�o pessoal com este caso,

ent�o desculparei seu tom de voz, desta vez.

Prove a manipula��o no depoente e considerarei a anula��o.

Mas sem essa prova...

Nem sempre gosto da lei, mas preciso obedec�-la.

Entendi, Excel�ncia, ent�o gostaria de pedir um adiamento,

para dar tempo para a Pol�cia de Los Angeles

descobrir onde Stonemore enfiou minha testemunha.

- Excel�ncia... - Adiamento concedido.

Este tribunal est� em recesso por 36 horas.

Prosseguiremos �s 9h de quinta-feira,

com testemunha ou sem testemunha, Sr. Cruz.

Agora, se me d�o licen�a, estou com dor de cabe�a

e tenho um jantar.

Ainda n�o consigo falar com o Sean.

Lana est� cuidando disso. E a pol�cia tamb�m. V�o ach�-lo.

Acha que ele...

- est� em perigo? - N�o.

- Quem �? - � o Grady.

- N�o quero falar com ele. - N�o, n�o, n�o, Zig.

Eu entendo. Mas s� desta vez, voc�...

Tem que deixar ele te abra�ar.

Voc� precisa deixar.

Zig. Meu Deus.

Ser seu pai � a melhor coisa que j� me aconteceu

em toda a minha vida.

Eu juro por Deus.

Voc� nos assustou para caramba.

Pai?

Onde est� o Sean?

Obrigada, Sean. Voc� fez um excelente trabalho.

� isso a�. Voc� sabe negociar, garoto.

N�o fa�a essa cara triste.

Voc� roubou um celular e ganhou US$20 mil

por seus esfor�os.

� uma quantia que muda uma vida.

Poderia arrumar uma casa.

Talvez estudar e fazer algo da sua vida.

S� n�o fa�a isso em Los Angeles,

porque a m�e da sua namorada tem armas.

Acha que posso me despedir da Ziggy?

N�o, querido, n�o � uma boa ideia.

S� saia da cidade.

E pelo amor de Deus, ponha o dinheiro no banco.

Eu n�o sei o que aconteceu.

Lembro da porta da casa h�spedes se abrindo,

e de repente estou aqui.

- Qual � a do "mais"? - O qu�?

Karsten n�o parava de falar "mais",

e depois continuava falando da pris�o.

Precisamos saber o que � esse "mais",

o que ele n�o est� dizendo.

N�o sei. Mas ele me deixou uma mensagem estranha.

Toque para n�s.

Querido, sou eu. Eu estou bem, estou vivo.

Quero que saiba que eu estou bem.

E eu sinto muito. Sinto muito. Eu nunca quis te deixar.

Eu nunca quis te machucar. Nunca quis machucar ningu�m.

Karsten, � hora de ir.

Est� bem, tudo bem.

N�o vou poder te ligar de novo, querido.

Tenho que me concentrar no meu trabalho.

Mas eu te amo.

E eu amo Eureka.

Fa�a carinho naquela gatinha por mim, t�?

E d� erva-de-gato extra para ela. E saiba que eu...

sentirei saudades de voc�s pelo resto da vida.

E essa � a parte mais estranha. N�o temos gato.

Nunca tivemos um gato.

Somos al�rgicos a gatos.

Coloque de novo.

Querido, sou eu. Eu estou bem, estou vivo.

Quero que saiba que eu estou bem.

E eu sinto muito.

VOC� N�O � ESFINGE PARA LAN�AR ENIGMA, CARA!

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