All language subtitles for The Saint.S01E11.The Man Who Was Lucky

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Original subtitles

Bem, não se pode ganhar todas,

e você nem deveria tentar, eu acho.

Se você faz do jogo uma profissão em vez de um esporte

você pode se meter em situações perigosas ou então ficar rico - como ele.

"Lucky Joe Luckner", eles o chamam.

Um habitante sub-humano da selva repleta de barulhentos obsessivos do Soho.

Em Londres ou Nova York, por pura pequenez de alma e comportamento de porco,

não há ninguém como Lucky.

Agora, o que faremos na próxima corrida?

Oh, não, não pode ser! Com licença.

Inspetor-Chefe Claude Eustace Teal da Scotland Yard, apostando?

Oh... é você.

Você me faz parecer como um germe de cólera.

Este é o Sargento Detetive Bob Stevens.

Bob...

Esse personagem é um homem que devo castigar um dia

com toda a descortesia permitida pelas leis da Inglaterra,

Simon Templar.

O SANTO

S01E11 - O Homem Que foi Lucky

Legenda por Susanawho

Eu vou sair mais cedo hoje à noite, Marty. Eu tenho algo...

Saia agora, se quiser. Eu vou fechar.

- O que você quer? - Apenas dizer "olá".

Está bem, já disse. Agora caia fora.

Bailey...

Por que você e Marty não são razoáveis?

Lucky gosta de vocês. Realmente.

Ele quer ser seu amigo e cuidar de você.

Mas se você quiser a proteção dele, você tem que pagar por isso.

Saia!

Esta é sua última chance, Bailey.

Bailey, acho que devemos pagar.

Não vai nos quebrar e...

- É mais simples. - Fique fora disso, Marty.

Toscelli, eu te disse e já disse a Luckner,

Marty e eu gerenciamos um negócio limpo.

Nós não estamos pagando proteção para gangues de circuitos de corridas.

Agora, saia.

Você mantém sua sujeira ...

Pelo amor de Deus, Bailey!

Nós voltaremos.

Alô?

Alô?

Pra quem ligava?

Um amigo.

Você não é o amante da Cora?

Bailey...

Liguei para o "Santo".

- Oh agora, Marty!... - Olha...

Você não acha que Luckner é durão, não?

Mas eu vi o que eles fizeram ao Romara quando ele não pagou.

Confrontos violentos e navalhas.

Jimmy, escute! Não podemos lutar contra Lucky sozinhos.

- Teve o marinheiro mais bonito na noite passada. - Sim?

Alto, loiro, bem constituído e generoso.

E uma besta absoluta.

- Você não se cansa disso, Jane? - Cansar do que?

Esse lugar, Londres, a vida que vive...

Não depois de 20 anos de Liverpool e minha mãe.

Cora, querida, o que há?

Tenho 33 anos e estou começando a parecer a mãe da rainha Vitória.

Meu cinto está muito apertado, meus pés doem e estou falida.

Não acho que Marty e eu vamos casar. Caso contrário, estou ótima.

Nos dê outra bebida, amor.

- Quer uma, Jane? - Não, obrigada.

- Boa noite, Sr. Luckner. - Olá, Jane.

- Te vejo mais tarde. - Não vá, Jane.

Tenho que ir.

- Como vai minha garota? - Ótima.

- Só ótima? - Claro.

Como eu estava na noite passada, no ano passado e no ano retrasado.

Parece cansada, Cora.

Estou.

Por que você não joga tudo fora e casa comigo?

Casa em Hampstead, empregados, tudo o que você quiser.

Tudo o que você precisa fazer é dizer "sim".

- Sim, bem...

- Mas o que, Cora? - Não sei...

Você vem dizendo isso há um ano.

O casamento é uma coisa séria, Lucky. Eu...

Lucky, tenho que falar com você.

Espere um pouco.

O que aconteceu? Bateu em um caminhão?

Bailey precisa de uma lição. Ele e Marty O'Connor saíram da linha.

Entendo.

Venha ao escritório.

Te vejo depois, Cora.

Sim, claro, Lucky.

São três chances que eles tiveram, Lucky.

Eu implorei, conversei, raciocinei... nada.

E Marty?

Marty finge concordar, mas é Bailey que se opõe.

Está certo, rapazes.

Vamos.

O que está acontecendo?

Lucky.

Eles foram atrás de Marty e Bailey.

Oh, não!

Olha, Phil, estou tentando sair cedo esta noite.

Não vai manter até a manhã?

Sim, obrigado.

Vai? Está bem.

Obrigado, Phil. Boa noite.

Oh!... Telefones te deixam louco!

Tire-os do gancho.

Telefonista, estou tentando este número nos últimos 10 minutos.

Não pode estar ocupado tanto tempo!

Pelo amor de Deus, pare de me fazer perguntas estúpidas! Isto é urgente!

Cora, se alguém descobrir isso você vai ganhar uma laje fria.

Ninguém é desleal com Lucky e vive!

Alô?

Telefonista, o que está fazendo?

Está bem.

Escute, Jane! Tenho que avisar Marty.

Se alguém perguntar, tive uma dor de cabeça e fui para casa.

- 1.322 libras, sete e oito centavos. - Exato.

Certo, vou me lavar.

Está bem.

Alô?

- Alô? "Santo"? - Sim.

É Marty O'Connor. Lembra-se de mim?

Claro!

Estamos com problemas. Eu e meu sócio.

Nós devemos pagar proteção para um homem chamado Luckner.

Lucky Joe Luckner.

Você o conhece?

Claro. Eu o vi na pista hoje.

Por que eu não dou uma passada aí em 20 minutos?

Será ótimo, Santo. Bailey já terá ido embora.

- Mas eu ficarei por aqui. - Te vejo, então.

- O "Santo" está a caminho. - Oh, Marty!

Você está mesmo com medo de Luckner, não?

Olha, eu o conheço. Você não.

Você se assusta fácil, Marty.

Talvez, mas eu gosto de viver.

Empreste sua toalha.

- Eu gosto de viver também. - É?

Mas eu não vou pagar proteção a um saco de banha como Joe Luckner.

Só espero que saiba...

Para trás, Bailey. Não está em casa ainda.

Continue. Pra lá!

Está certo, rapazes...

Vão em frente.

Traga-o aqui.

Segurem-no!

Eu te avisei sobre isso, Bailey.

Eu poderia andar mais rápido! Por que não vira na rua Wardour?

Você quer mudar de lugar, senhora? Você pode dirigir e eu vou andar.

Por favor! Por favor! Faça-o parar!

Está certo, Lucky. É suficiente.

É... talvez seja.

Marty! Deixamos você de fora desta vez.

Mas Eddie virá fazer a coleta toda segunda-feira. Entendeu?

- Todo o seu dinheiro está nessa caixa? - Sim.

Ótimo.

Vamos levar pelos pagamentos atrasados.

Vamos, rapazes!

O que?

Marty!

Luckner.

Três deles.

Por que não me ouviu? Eu avisei e lhe disse como Lucky era!

Por que não pagou? O que é o dinheiro comparado...

Jimmy...

Jimmy...

Lucky bateu nele

até ele morrer!

Então me ajude...

- Ele pagará por isso! - O que vai fazer?

Chamar a polícia.

Você está louco?

Mas, Cora... Bailey... Eles o mataram!

Marty, por favor, me escute.

Você acabou de testemunhar um assassinato.

Em uma hora, Lucky vai perceber isso,

que seu testemunho poderia enforcá-lo.

- O que acha que ele fará? - Não me importa o que fizer.

O que?

Por favor, me escute.

Eu sei que Bailey significou muito para você. Ele foi um homem maravilhoso.

Mas assim que Lucky descobrir que ele está morto, ele estará atrás de você.

Olha...

nós poderíamos te esconder por alguns dias até que eu possa encontrar algum dinheiro.

Quer dizer...

- não fazer nada? - Não há o que possa fazer!

Você não pode testemunhar, você seria apenas um cadáver!

- Marty, acorde... - Apenas... fugir.

Sei que é errado.

Mas somos pequenos e insignificantes, Marty.

Nós planejamos uma vida juntos e não estamos ficando mais jovens.

Se vamos ter alguma felicidade, tem que começar agora!

Mas, eu...

eu...

não posso.

Você quer morrer?

- Não, mas... - Marty...

você não me ama de jeito nenhum?

Não te amo?

Venha.

Vamos.

Vamos sair daqui.

Está bem.

Jane? Sou eu.

Lucky já voltou?

Não, mas se vier, direi que você teve uma dor de cabeça e foi pra casa.

Cora, o que há de errado?

Jane, estou em apuros. Pode me emprestar algum dinheiro?

Querida, tenho 300 libras no Banco, se isso ajudaria...

Jane!

Está no Banco Barclays. Você quer me encontrar lá?

- Qual Agência? - Rua Jermyn.

Não posso fazer isso antes de 2:30hs.

Amanhã? Estarei lá.

Jane, você é um anjo! Tchau.

300 libras...

Então... temos 300 libras.

O dinheiro vai fazer muita diferença.

Marty, você diz que eu estou sendo egoísta,

mas não podemos nos esconder pelo resto dos nossos dias.

Nós temos que estar livres disso.

Uma vez que estivermos livres, devo pagar a Jane de volta.

Não parece certo, de alguma forma.

Correndo como ratos, pensando apenas em nós mesmos.

Marty, estamos pensando um no outro.

E qual é a diferença?

Não vai trazer o pobre Bailey de volta.

E jogar nossas vidas fora também não é.

Ele foi o melhor amigo que eu já tive.

Sabe... de algum modo...

fazendo o que estamos agora...

parece que estamos abandonando-o.

Marty...

Olha...

Está bem.

Por que Marty O'Connor ligou para você em vez da polícia?

Eu lhe devo um favor, eu acho.

Marty tem ficha policial, mas ele tem andado reto.

Mas como a maioria dos caras com ficha,

mesmo quando estão limpos, a palavra "polícia" os assusta.

Localizou O'Connor?

Chequei seus alojamentos, senhor. Perdi-o por 10 minutos.

Sua senhoria disse que ele pagou duas semanas de aluguel e saiu com uma garota.

Deve ser Cora.

- Quem é ela? - A namorada dele.

Ela trabalha no bar de Lucky.

Por que?

Dinheiro.

- Quero O'Connor. Encontre-o! - Sim, senhor.

Você não rezou, Claude.

Marty está sem chão.

Ele sabe que Lucky vai atrás dele.

Ele viveu o suficiente nesta selva para saber quando não ser corajoso.

Isso me queima, Claude, ver caras legais como Marty

serem chutados

enquanto homens como Lucky escapam com assassinato.

Ele não vai escapar disso.

Oh não? Ele terá uma dúzia de testemunhas jurando que ele não estava nem perto daqui esta noite.

Não faça essa cara. Sabe que é verdade.

Lucky escapou de assassinato antes e ele vai se safar novamente.

É por isso que o chamam "Sortudo".

Onde está Cora?

Foi pra casa.

A essa hora?

Teve dor de cabeça.

Aposto.

Você se importaria de dançar?

Com prazer.

Onde diabos você esteve?

Eu andei por aí um pouco depois.

Lucky...

Bailey morreu.

- Certeza? - Vi tirarem seu corpo.

Policiais por todo o lugar.

Bem, eu tenho um álibi. Estive aqui a noite toda.

Lucky, Marty o viu fazendo.

É...

É, ele viu.

Onde Marty mora?

- Não sei. Cora pode. - Cora?

Por que Cora saberia algo de um vagabundo desprezível como Marty O'Connor?

- Bem, há rumores de que... - É mentira!

Está acontecendo há muito tempo, chefe.

O que está acontecendo?

Lucky, não desconte em mim. Estou apenas dizendo o que ouço.

E como Cora não está aqui esta noite?

- Ela teve dor de cabeça e foi pra casa. - Foi?

Talvez seja melhor descobrirmos.

Cora e Marty...

Ela não me faria isso!

Querido, se quer um encontro com Cora, ela estará de volta amanhã à noite.

Não quero um encontro com ela.

Só quero falar com ela sobre Marty.

O que sabe sobre Marty?

Ele está com problemas e está se escondendo algum lugar

e ele precisa de ajuda.

Como é amiga de Cora, sabe onde ela está?

Tudo o que eu quero é falar sobre Marty.

O chefe lhe chama.

- A jovem está ocupada. - Não estou tão ocupada.

- Com licença, não vá embora. - Não vou.

- Eu não te vi em algum lugar? - Claro, eu estive em algum lugar.

Diga-me exatamente o que Cora disse.

Como eu disse antes, Sr. Luckner. Que tinha dor de cabeça e ia pra casa.

- Ela não foi pra casa. - Não?

Jane...

- Gosta de trabalhar aqui? - Claro, Sr. Luckner.

É muito estimulante conhecer pessoas e tudo.

- Quer permanecer? - Claro que sim.

- Então me conte a verdade! - Mas estou dizendo a verdade! Honestamente!

Cora sempre sai com Marty O'Connor?

Quem é ele?

Fale! Eu disse que fale!

- Indo em algum lugar? - Não, mas você vai.

- Diga a verdade! - Estou dizendo a verdade.

- Quem diabos é você? - Deixe-me apresentar-me.

Oh assim como o Superman!

- Você é mesmo o "Santo"? - Você parece cética.

Eu sou. Eu estive aqui dez minutos e tudo que você fez foi me dar café.

- Você é um daqueles locutores? - Açúcar?

Aquele grande soco que você deu em Lucky, deve tê-lo machucado.

Tive a intenção. Não gosto de homens que batem em mulheres.

Ninguém nunca me bateu antes até hoje à noite.

Claro, eu fui ferida de outras maneiras.

Jane...

você realmente não sabe onde Cora e Marty estão se escondendo?

Estamos sozinhos.

Acho que vou confiar em você depois de tudo.

Muito obrigado.

Vou encontrar com Cora amanhã no meu Banco.

Vou emprestar-lhe um pouco de dinheiro.

Um pouco de dinheiro? É tudo o que eu tenho, 300 libras.

Jane, por que não juntamos nossas forças?

Você é amiga de Cora, e eu de Marty.

Serei amiga de Cora e você de Marty?

Sim.

Meio confuso, não é?

Não importa muito, contanto que ambos sejamos contra Lucky.

Oh estou com você em 100%.

Ótimo. Onde Lucky mora?

Lucky tem uma casa em Hamsted. Não sei o endereço mas posso levá-lo lá.

Bom, iremos lá na primeira hora da manhã.

Sim, mas o que vou fazer esta noite?

Se for pra casa, os rapazes de Lucky são susceptíveis de fazer qualquer coisa.

Como você viu, tenho quarto de hóspedes.

- É um milagre! - O que? Um quarto?

Você gosta de mim pela minha alma.

Como você disse, eu sou provavelmente um desses locutores.

- Lucky se orgulha dele mesmo. - Eu lhe disse.

Ele tem visitas. Aquele é o carro da Scotland Yard.

Inspetor, eu dou minha palavra, não sei nada sobre o assassinato de Bailey.

Sabe, Lucky, tive uma suspeita que você ia dizer exatamente isso.

É bom saber que compartilhamos a mesma perspectiva, Inspetor.

De fato, eu estive no clube a noite toda.

- Não foi, rapazes? - Claro, Lucky.

Inspetor, por que você não procura Marty O'Connor?

Por que?

- Não lhe parece óbvio? - Não, pra mim não é.

- O dinheiro se foi, Marty desapareceu... - Como você sabe?

Ora, Inspetor...

A palavra circula. Não é rapazes?

Claro, Lucky.

Tudo bem. Vamos aos detalhes.

Disse que esteve no seu clube a noite toda.

Das 21:30hs até às 2 da manhã.

Temos um pequeno jogo de pôquer, sabe?

Por uma coincidência engraçada, todos os rapazes estavam jogando, não é?

Claro, Lucky.

- Franky, ganhou todo o dinheiro, não? - Claro, chefe.

Eles são tão bons quanto ouro, esses rapazes.

Cada um deles é seu empregado?

Sou muito amigável com meus empregados.

Chamamos isso de relações de trabalho.

Harry, garoto, acompanhe o Inspetor na saída!

Adeus, Sargento.

- Pobre Claude. - Quem é ele?

É o Inspetor encarregado deste caso.

- Aposto que está furioso. - Por que?

Lucky vai ter um álibi hermético, comprou testemunhas.

A única coisa que vai condená-lo é uma confissão.

Eu gostaria de conseguí-la.

Mas como?

- Não adianta ficar por aqui. - Para onde agora?

De volta à sua casa,

você pode mudar para algo um pouco mais discreto.

Então vamos pegar Cora e levá-la de volta à minha casa.

- Cora, eu sei que você está com medo. - Então por que discutir comigo?

Você não quer ver Lucky punido por isso?

Eu não me importo com Lucky! E não me importo com a justiça.

Tudo o que me importa é manter Marty vivo.

Ah, sim, ele tentou ser heróico. Eu coloquei um fim nisso.

Eu conheço Lucky e conheço seus rapazes.

e eles estão varrendo Londres procurando Marty.

Estou com medo de ir para casa para me mudar,

porque Lucky tem alguém na minha porta.

Eu não quero mais lutar, Simon.

Tudo que eu quero é ir para a Irlanda.

Com as 300 libras de Jane, eu posso fazer isso.

Irlanda?

Sim.

Tem um homem lá chamado John O'Hara.

É um velho amigo de Marty.

Ele cria cavalos.

Ele sempre quis que Marty entrasse em parceria com ele.

É impossível porque não temos nenhum capital.

Mas ele vai dar um emprego a Marty.

E há um chalé para acompanhar.

O que eu não daria... só para estar onde há árvores e ar fresco.

Você estará lá, Cora, eu prometo a você.

Nunca! Eu estou aterrorizada para ir até mesmo perto do meu apartamento.

Cora, Lucky acha que você pode levá-lo a Marty?

É por isso que vigia seu apartamento?

Não acho que ele saiba sobre nós.

Ou ele nunca teria me pedido em casamento.

Lucky te pediu?

Ele o faz regularmente.

Cora, estou começando a ter uma ideia.

Quero que me leve até Marty. Por favor.

Está certo.

Jane, nós voltaremos. Se o telefone tocar, não atenda.

E é isso.

Cora, é com você.

- Não vai funcionar. É loucura! - Vai funcionar.

É arriscado demais.

Cora, se meu plano não funcionar, não vai ficar pior do que agora.

E eu lhe darei 1.000 libras para ir à Irlanda.

Marty... o que acha?

Acho que devemos tentar.

Pelo amor de Bailey.

Cora ... Se Lucky se safar livre, nunca serei capaz de esquecer isso.

Nem na Irlanda ou qualquer outro lugar.

Lucky fará de tudo para ver Marty morto.

Vamos usar esta vantagem.

Tenho medo!

Está chamando.

Sim?

Alô?

Alô?

Alô?

Cora!

Como vai, Cora?

Onde foi a noite passada? Senti sua falta.

Estava preocupado com você.

Sei que isso será um choque para você mas...

eu tive que ir embora sozinha por um tempo.

Marty e eu estamos casando.

O que?

Vamos embora juntos.

Você quer me dizer que você preferiria ter aquele covarde...

- Qual é o problema? - Cale a boca.

Desculpe.

- Cora e Marty. - Eu lhe disse, estava acontecendo há um tempo.

Ela poderia ter a mim, ela prefere este...

bolha!

Vou matá-lo! Vou matar aos dois!

Você não conhece Lucky. Ele vai querer matar a ambos agora.

É exatamente o que queremos.

Vamos, Marty. Você fique perto do telefone.

Eu ligarei. Deixe tudo comigo.

O que mais posso fazer?

Cora...

Podemos confiar em Simon.

Claro que podemos confiar em Simon.

Se estivermos vivos amanhã.

Sr. Maxwell, aprecio muito isso.

Não, não me importa o quanto custa. Espere um instante.

- Deixe-me falar com ele. - Jane quer lhe falar.

Sim, é tudo.

Alô, Max, sou eu. Pode fazer isso a tempo?

Nós o traremos imediatamente.

Obrigada, Max, você é um doce. Tchau.

- Ele pode fazer? - Claro que pode!

Não conhece Maxy. Ele é mesmo incrível, um gênio!

- Está esperando alguém? - Não.

Entre no quarto de hóspedes.

Claude!... Abençoe seus velhos pés chatos!

Quero falar com você.

Jane, permita-me apresentar-lhe ao maior cão de caça da Inglaterra,

Inspetor-Chefe Claude Eustace Teal, da Scotland Yard.

Srta. Jane Mayo.

Muito prazer.

Prazer, tenho certeza.

Não vou oferecer para tirar seu casaco Claude. Tenho certeza que você não vai ficar.

Você estava na casa de Lucky esta manhã. Por que?

Eu o vi lá, Claude. Por que não parou?

Responda a pergunta.

Estou pensando em comprar a casa dele.

Escute, "Santo", sei que você está queimado pelo assassinato de Bailey. Eu também estou.

Eu também sei que Marty O'Connor é seu amigo,

mas esse é o meu caso! Entende?

Perfeitamente.

- E isso me faz sentir terrivelmente confiante. - Faz?

Confiante que Luckner vai se safar. Você já sentiu o peso disso?

Lucky não vai escapar. E vamos encontrar Marty e dar-lhe proteção policial.

Claro... Se Lucky não o encontrá-lo primeiro.

Estamos vigiando Lucky, e vamos encontrar Marty.

Está certo, Claude. Supondo que encontre Marty,

e supondo que ele sobreviva para testemunhar contra Lucky,

a defesa dirá que ele não é confiável porque ele tem ficha policial.

Ninguém vai acreditar nele contra a dúzia de testemunhas que Lucky vai chamar

para testemunhar que ele nem estava em Londres na noite passada.

São 3. Que juram que jogaram cartas a noite toda.

- Aí está. Cigarro? - Não.

O que você precisa para condenar Lucky... é uma confissão.

- Uma confissão? - E eu vou conseguí-la pra você.

Ouça, "Santo", estou lhe avisando, nada da sua marca particular de justiça!

Claude, vou lhe entregar Lucky de bandeja.

Você cuidará da sua própria conta.

Ou eu acabo com você. Entendeu?

- Sim, senhor. - Acredite!

Claude, conhece a saída, não?

Se algo acontecer a Lucky, vou pegá-lo.

E não diga que não avisei.

Bem, ele não gosta de você, não é?

Ele me ama como um irmão.

De qualquer forma, Jane, você não deve rir do Inspetor Teal.

Isso é desrespeitoso.

Marty! Saia! Temos trabalho a fazer!

Vamos, Jane.

Oh, querida, isso é muito irregular.

Olha, Max, você prometeu. Não estamos fazendo nada errado.

Max, ajudaria se eu subisse um pouco o preço?

Como você, Sr. "Santo", sou um artista. Dinheiro não é minha única consideração.

Então o que é?

Se tenho que fazer isso, pelo menos não temos que sofrer todos por seu rosto novamente.

Apenas o seu perfil.

Segure! Certo.

Cora poderia ter tudo isso. Carros, roupas, tudo!

E ela escolhe um pequeno idiota como o Marty O'Connor!

Ela é louca.

Eu o quero e rápido!

Bem, vá, atenda!

Olha, eu não quero desculpas. Encontre O'Connor, traga-o aqui.

- Onde começo a procurar? - Já lhe disse, sem desculpas!

Ora, ora, ora.

Pensar que eu disse que estava pensando em comprar este lugar! Estava mesmo brincando.

Tenho uma conta para acertar com você.

- Eu também. Antes que fiquem violentos... - Você me acertou ontem à noite.

Não devia bater em mulheres.

Agora, como estava dizendo, antes que fiquem violentos, ouçam o que tenho a dizer.

Vim aqui para lhe entregar Marty O'Connor.

Pensei que lhe interessaria.

Por que não deixamos o passado ser passado

e conversar sobre isso?

Ou você gostaria que eu assumisse os rapazes e destruísse os móveis?

- Está bem, eu cuido disso. - Pensei que veria do meu jeito.

- O que quer dizer, entregar O'Connor? - Eu sei onde ele está.

- Você está tentando me enganar? - Lucky... Eu, tentar enganar um vigarista?

Está certo! Onde ele está?

No momento, é segredo meu.

- Vai ter que aceitar minha palavra. - Sua palavra?

Ouviram isso, rapazes? A palavra dele!

- Qual é o truque? - Dinheiro.

- Lucky, não vai pagar... - Não é da sua conta!

Harry e eu podemos fazê-lo falar sem demora!

Eu duvido muito.

- Contudo, tomei precauções. - Como o que?

Como Cora, esperando do outro lado da linha.

Cora?

Se eu não chamá-la em 15 minutos,

ela levará Marty ao querido Inspetor Claude Eustace Teal da Scotland Yard.

Está certo, vamos aos negócios. Quanto você quer?

Lucky, sabe que Marty o viu matar Bailey.

Se eles o colocarem no banco das testemunhas, ele vai explodir seu álibi em pedaços.

Não que eu ficasse perturbado sobre eles te enforcarem.

É só para mim, no momento, conseguir Marty é mais importante.

Importante pra você por que?

Eu lhe devo algo, algo que não posso mesmo dar a ele.

Pensei que você e os rapazes pudessem cuidar disso para mim.

Isso não é legal, rapazes? Ele é como um de nós.

Eu ainda estou tentando descobrir o que pagamos por esse privilégio.

5.000 libras.

5.000 libras por aquele desgraçado miserável?

Você deve estar louco!

Louco?

Lucky, aquele desgraçado miserável pode enforcá-lo!

Agora você tem exatamente 9 minutos e 35 segundos para pensar sobre isso.

O tempo está acabando.

Cale-se e deixe-me pensar.

Espero que esteja pensando em Cora e Marty.

Sabe, ela é absolutamente louca por ele, Lucky.

Nunca vi uma mulher tão apaixonada por um cara.

Tudo bem, como funciona o negócio?

Primeiro, você vai ao Banco e você recebe o pagamento em dinheiro.

E então?

Às 21:30hs, você vai a Wimbledon Common com apenas um dos seus rapazes.

Estarei estacionado perto da fonte.

Esteja lá na hora, porque não vou esperar.

- Então se o dinheiro estiver certo... - Estará certo.

Eu lhe direi onde encontrar Cora e Marty.

O que vai fazer quando pegá-los

é da sua conta. No que diz respeito a Marty, não quero meias medidas.

Entende, eu o quero morto!

Assim como eu.

- Então acho que é só. - Não vai ligar para Cora?

- Quer dizer que vai confiar nesse cara? - Pare de falar e deixe o assunto comigo.

- Ele pode estar trabalhando com a polícia! - Quer fazer algo útil?

- O que é, Lucky? - Cale a boca!

Alô, Cora? Não vá à Scotland Yard.

21:30hs esta noite?

Não se incomodem em me acompanhar.

Escutem todos vocês.

Vamos juntos com esse cara como planejei.

Você virá comigo no carro.

Se ele entregar Marty, ele pega o dinheiro.

Mas se ele está planejando me enganar, haverá mais um "santo" no paraíso.

- Pode se virar agora. Pode me ajudar? - Claro.

Você encontrará um casaco na caixa em cima da cama.

- Como isso se encaixa? - Assim.

Que diferença faz como eu pareço?

Cora, como você parecer hoje vai fazer o diferença entre a vida e a morte.

Ouça atentamente.

Vá para o Glenville Hotel no desvio de Kingston.

São 3,5km abaixo à esquerda, você não pode perder.

Quero que esteja sentada no bar exatamente às 21:30hs.

Pode ser alguns minutos mais cedo, mas de jeito nenhum se atrasar. Entendeu?

- Simon... - Com medo?

Não se preocupe. A maioria de nós tem às vezes.

Você ficará bem.

Boa sorte, Cora.

Por que não se senta e relaxa?

Como foi?

- Bem. Chegou? - Sim.

- Alugou o carro? - Sim. Morris cinza. Estacionado lá fora.

- Qual é a placa? - VMH 579.

VMH 579. Lembre-se, Jane, o tempo é vital.

Às 21:45hs você entra em ação.

- Espero não cometer erros. - Eu também!

Todos nós.

Que horas são?

21:25hs.

Acha que ele virá?

Por 5.000 libras?

Lucky, trouxe o dinheiro?

Vamos ouvi-lo "falar".

Conhece o hotel Glenville?

- No desvio de Kingston? - Cora está lá no bar agora.

Está esperando Marty pegá-la às 21:45hs.

Não vai entrar. Ele está com medo.

Ela vai ao estacionamento para o carro dele.

O que Marty está dirigindo?

Um Morris cinza. VMH 579.

VMH 579.

O dinheiro?

Claro.

Saia do carro!

Levante as mãos.

Agora entre atrás no meu carro.

Mantenha as mãos onde eu possa vê-las.

Posso relaxar?

Por que não?

Você não confia em ninguém, não é, Lucky?

Quando eu pegar Marty, você será pago.

Cora está no bar esperando por ele agora.

Bem, suponha que nos juntemos a ela agora?

- Eu não lhe disse? - É Marty que eu quero.

Ele estará aqui num minuto.

Quando isso acontecer, você será pago.

Olá, Cora.

Eddy, fique perto da janela. Vigie o Morris cinza de Marty. VMH 579.

Está bem, chefe.

Você nos vendeu.

Não tive escolha.

E nós confiamos em você.

Cora, é a vida.

Quanto pagou a ele?

Você vale muito pra mim, Cora.

Um uísque.

Por que você...

Volte para o carro do Lucky!

8, 9, 10.

- Aí está, 5.000. - Obrigado, Lucky.

- Você o ganhou. - Ei, Lucky...

- Você não vai deixá-los sair daqui? - Por que você não cala a boca?

Esse homem é confiável e inteligente, ao contrário de vocês três vagabundos.

- "Santo", foi um prazer. - Da mesma forma.

- Vejo você em breve novamente, espero. - Você irá!

Oh, Claude Eustace. Pela primeira vez na hora!

Lucky, vocês se conhecem?

Ah, sim. Claro. Como vai, Inspetor?

Joseph Luckner, eu o prendo pelo assassinato de James Bailey.

Sabe é chocante dizer mas

devo avisar que qualquer coisa que você disser pode ser usado como evidência.

Inspetor, está brincando.

Não acho que ele está, Lucky.

Para sua informação, Marty O'Connor telefonou há meia-hora.

Ele saiu do esconderijo preparado para dar provas contra você.

Isso é loucura.

Marty O'Connor saiu do país há dois dias, Inspetor.

Eu vou te mostrar eu mesmo.

Marty!

Peguem os outros!

Vamos.

Foi Lucky, Inspetor. Ele matou Bailey.

- Cale-se! - Não fomos nós!

- Ele bateu nele. - Até ele morrer.

Vocês são tão culpados quanto eu.

Luckner, Giovetti, Toscelli, culpados.

Bem, Marty, obrigado.

Sem seu testemunho, nunca teríamos condenado Lucky.

A confissão dele ajudou.

Simon, não sei como lhe agradecer.

- Marty. Cuide dele, Cora. - Eu vou.

Nunca vou esquecer o que fez por nós.

Obrigada, Simon. Adeus.

Adeus, Jane.

- Boa sorte, Cora. - Adeus.

- Tchau, Jane. - Cora!

- Algo para a viagem. - Obrigada. Tchau.

- Vamos vê-los decolar. - Está bem.

Claude Eustace?

Não sabe até agora que eu não fumo?

E não está na hora de me contar como fez isso?

Suponho que tenha razão.

Jane tem um amigo.

- Chamado de Sr. Maxwell. - Ele faz bonecos para vitrines de lojas.

E para Madame Tussaud.

Você quer dizer que você tinha um boneco feito de Marty?

- Graças ao Sr. Maxwell. - E eu dirigi o carro.

- Dirigiu, hein? - É, mas fiquei muito assustada.

- Você foi ótima. - Vocês dois foram.

Irregular e impróprio mas... ótimos!

Claude Eustace, isso é muito esportivo de você, de fato.

O problema é que nada disso é muito conforto para Marty.

Não vai trazer o parceiro dele de volta à vida.

Isto é para comprar aquela sociedade com O'Hara.

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