Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
Finnish
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Interlingua
Irish
Italian
Japanese
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Portuguese (Portugal)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tamil
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Os membros do júri de Dibs Brown. ainda estão deliberando.
Podem sentar.
O réu deve se levantar e encarar o júri.
Senhoras e senhores do júri,
chegaram a um veredicto?
Chegamos, Meritíssimo.
Nós, os membros do júri, achamos o réu Dibs Brown
inocente.
O réu está liberado
e o júri está dispensado.
Sr. Rood, você é o melhor advogado no mundo. Rapaz, eu tenho sorte!
É, Dibs. Você tem muita sorte.
Bem, Carlton Rood ganhou de novo.
Mas todo mundo que Carlton Rood defende, sai livre.
Claro, uma testemunha de acusação
foi morta antes de testemunhar.
Mas legalmente falando, Dibs Brown teve um julgamento justo.
Infelizmente, todo mundo sabe que ele era culpado de assassinato.
Especialmente o detetive do Departamento de Polícia de Nova York,
o Tenente John Henry Fernack.
Bem, qual é o seu interesse no caso Dibs Brown?
Nenhum que seja. Estou interessado apenas na lei.
Oh, sim, eu sei, e em burlá-la.
John Henry, você sabe o que realmente me fascina sobre a lei?
As lacunas legais que os advogados como Carlton Rood podem conduzir.
Quem é esse palhaço?
Conheça o Sr. Gilroy. Um dos nossos mais brilhantes assistentes da Corte.
Este é o homem que pensa que a lei
foi projetada para sua própria diversão
e quem um dia vai morrer rindo,
Simon Templar.
O SANTO
S01E08 - O Elemento da Dúvida
Legenda por Susanawho
Ei, Joe!
Tem uma luz acesa.
Alguém está lá.
Relaxe, Willis.
É só a mulher da limpeza.
Vou esperar até ela virar a esquina
então eu vou chegar mais perto.
Aqui!
Os tambores de querosene ficam armazenados aqui,
pois o piso tem inclinação.
Desenrole o fusível.
É o senhor, Sr. Sholto?
Sr. Sholto?
- Siga em frente! - Mas, Joe!
Siga em frente!
Se você quiser sair daqui viva, cale-se!
Joe!
Um minuto agora!
Joe! Vai explodir!
Pare!
Vá até lá, contra a parede.
Coloque as mãos acima da cabeça.
- Depressa! - Está bem, está bem.
Vamos! Rápido!
Fuja!
Socorro!
Socorro!
Socorro, deixe-me sair! Por favor.
Socorro!
Deixe-me sair.
Bom dia, Joe.
- Frank, meu Deus! Já são 8? - Sim.
Qual é o caso?
Seu nome é Yarrow. Os bombeiros a tiraram daquele incêndio no armazém Sholto.
No minuto em que ela voltar a si, telefone ao Tenente Fernack.
Sim, está bem.
- Até logo. - Até logo.
- Olá! - Olá!
Sim...
Sim, a polícia me acordou às três horas da manhã e me avisou.
Tenho seguro total, então não há perdas financeiras.
O que me preocupa é essa pobre faxineira.
Eu entendo que um policial perdeu sua vida tentando salvá-la.
Sim, é horrível.
Obrigado por ligar.
Adeus.
Sabe?
Sabe o que?
Agnes Yarrow ainda está viva.
Está no Bellevue.
Inconsciente e em condições críticas.
É, mas o que acontecerá quando ela voltar a si? Ela nos viu.
Willis!
sabe porque eu valho muito dinheiro e você está na miséria?
Porque eu não me altero.
Se não enfrentar uma crise com calma, não vou a nenhuma parte.
- Mas, Joe, eu... - Tome. Beba isto.
Se essa Yarrow falar,
é só a palavra dela contra a sua... e minha.
- Agora, acalme-se. - Mas Joe, o policial morreu.
É um incêndio criminoso e assassinato. Estamos em sérios problemas.
Nós não estamos em apuros. E não vamos estar.
Carlton Rood vai cuidar disso.
Acha mesmo?
Sei disso.
Sra. Yarrow, pode me ouvir?
Sim.
Sou o Tenente Fernack, da polícia de Nova York.
Pode me contar sobre o incêndio?
Esqueci a carteira... voltei...
vi o carro do Sr. Sholto...
- Dê uma olhada. - Sim, senhor.
- Você viu Sholto? - Sim.
Eu o reconheci.
Ele estava sozinho?
Sra. Yarrow!
Sholto estava sozinho?
É o suficiente por agora. O médico disse só dois minutos.
- Está bem. Fique com ela. - Sim, senhor.
Gabinete do Tenente Fernack.
Ele está no Hospital Bellevue interrogando a mulher Yarrow.
Digo a ele para retornar.
Só um momento. Ele está entrando.
É o Departamento de Automóveis.
Fernack.
Sim...
Está bem. Obrigado.
A mulher Yarrow afirma que viu o carro de Sholto no local do incêndio.
Verifique a placa.
- Apreenda o carro logo. - Está bem, Chefe.
Há uma Srta. Hammond para vê-lo. O cartão está em sua escrivaninha.
Para que?
Tem relação com o incêndio.
- Está bem, mande-a entrar. - Imediatamente, Chefe.
É Fernack.
Quando fica pronto o relatório do incêndio do Sholto?
Está bem, o mais rápido que puder. Obrigado.
Tenente Fernack?
Entre, Srta. Hammond.
- Quer se sentar? - Obrigada.
Mary Hammond, Investigadora de Sinistros da Companhia de Seguros.
Você não me parece uma investigadora de Companhia de Seguros.
Bem, Tenente, seu crachá também não está sendo exibido.
Em que posso lhe ser útil?
Entendo que é o encarregado do incêndio Sholto.
Sou. E daí?
O Sr. Sholto está segurado pela nossa Companhia.
Está, não?
E é uma interessante sequência de eventos.
Como o que?
Como Sholto possuía o armazém e propriedades há cinco anos.
Há três meses a Corporação Acme se ofereceu para comprar a terra.
Não é o prédio?
Não. Uma condição da venda era que Sholto demolisse.
Continue.
Apenas um mês atrás ele segurou o prédio conosco por 200.000 dólares.
Agora está muito convenientemente queimado.
Sholto economiza a despesa da demolição e arrecada 200.000 dólares.
Talvez. A menos que haja evidências para provar que Sholto começou o incêndio.
Sholto cometeu muitos crimes, e nunca fomos capazes de provar nada.
Mas desta vez ele tem um motivo, não tem?
Eu diria que sim.
Sabia que Sholto foi visto na cena do incêndio?
Não, não sabia.
Quem o viu?
Uma mulher chamada Yarrow.
Ela identificou o carro dele, e a placa foi verificada,
Nós apreendemos o carro.
Com licença!
Fernack!
Sim...
Querosene?
Entendo.
Bem, obrigado.
O armazém de Sholto foi inundado com querosene.
Bem, com as informações que temos e com o que você me contou,
acho que temos um caso.
Fernack.
Está perdendo seu tempo.
Eu não estava próximo ao meu armazém na noite do incêndio.
Sr. Sholto, tenho um Mandado para sua prisão por incêndio criminoso.
Agora vamos indo!
Está bem, não precisa ser rude.
Ninguém será rude, se fizer o que mandam. Vamos!
Por que não?
Meu advogado vai me tirar daqui em uma hora.
Ele vai me dar um veredicto de inocente no julgamento, SE houver um.
É? E quem pode ser esse mago legal?
Carlton Rood.
Não vejo nenhuma dificuldade, Joseph.
Desde que você seja sincero comigo.
Você começou o incêndio, não é?
- Olha... - Joseph, sou seu advogado.
Diga-me a verdade.
É uma comunicação privilegiada, não pode ser usada contra você.
Você começou o incêndio, não é?
- Sim. - Sozinho?
- Willis Burnham me ajudou. - Continue.
Agnes Yarrow era a faxineira. Nós a vimos sair.
Ela deve ter esquecido algo, porque ela voltou
- Ela... - Te pegou no ato?
Sim.
E?
Ficamos desesperados.
Eu não estou interessado em suas emoções. O que você fez?
Não podíamos deixá-la ir, não é?
- Você a derrubou e a deixou? - Sim.
- Ela te viu? - Acho que sim.
- Pode identificá-lo ou não? - Não sei, estava muito escuro.
E sobre o policial?
Ajude-me, Carl, eu não sei!
A maneira que eu vejo é que o policial deve ter ouvido Agnes gritando por socorro
e ele correu para tentar salvá-la.
É a verdade, Carl.
Dou minha palavra!
Não vamos ser tão irônicos.
Então Agnes Yarrow é a única testemunha.
Isso mesmo.
- Ela ainda está no hospital? - Sim.
Carl...
Carl, suponnha que algo acontecesse a ela antes do julgamento?
Como as coisas estão agora, conseguir que seja absolvido será difícil.
Não torne impossível.
Essa é a história. Sabia que se interessaria.
Sholto vai a julgamento seis semanas a partir de amanhã.
Com Carlton Rood defendendo.
Você o conhece?
Eu o vi operar, ele me deixa doente.
Por que?
Porque ele se tornou uma lenda do Tribunal. O invencível Carlton Rood.
Ele conhece todos os truques do livro para libertar um criminoso.
Confusões, atrasos, objeções.
Adoraria vê-lo caçado.
Acha que ele libertará Sholto?
Sem dúvida.
Mas como?
O primeiro passo óbvio é se livrar de Agnes Yarrow.
Quer dizer matando-a?
Testemunhas morreram antes em julgamentos de Carlton Rood.
Mas Simon, Agnes está no Bellevue.
Ela está cercada por médicos e enfermeiras.
Ninguém poderia chegar até ela lá.
Quando terá alta?
Em umas duas semanas.
Onde ela mora?
Ela tem um quarto em algum lugar em Greenwich Village.
Tenho o endereço.
Ela mora sozinha?
Até onde sei.
Acha que poderíamos falar com ela pra ficar aqui até depois do julgamento?
Acho que sim.
Por que não vamos ao hospital e tentamos?
O Sr. Templar pensou que poderia ficar com ele até o julgamento.
Por que?
Acho que pode estar em perigo.
Você é a única pessoa que pode identificar os homens que provocaram o incêndio.
Não acho que posso identificá-los agora.
Por que não?
Sra. Yarrow, por que não?
Porque estou cega.
Quando voltei a mim, o armário estava terrivelmente quente.
A fumaça estava vindo embaixo da porta, eu continuei batendo e gritando.
Então, tudo ficou preto.
Quando voltei a mim de novo, eu estava no Hospital Bellevue.
Sra. Yarrow,
você está certa de que o homem que te atacou foi o réu Joseph Sholto?
Objeção, Meritíssimo.
A testemunha pode, para o melhor de seu conhecimento,
acreditar que ela viu Joseph Sholto.
Mas em nenhuma circunstância ela poderia identificar positivamente o réu.
- Ela não pode vê-lo. - Objeção mantida.
Muito bem, Meritíssimo. Vou reformular a pergunta.
Sra. Yarrow, você está certa que o homem que te atacou foi Joseph Sholto?
Sim, senhor.
Você o viu? Reconheceu sua voz e seu carro?
Sim, senhor.
Obrigado, Sra. Yarrow.
A testemunha é sua.
Peço ao Tribunal,
para adiar o meu interrogatório até apresentar as testemunhas de defesa.
Concedido.
A acusação terminou.
Você pode descer.
Peço moção, Meritíssimo.
A defesa se move por uma direção ao júri de absolvição,
com o argumento de que o Promotor baseou seu caso na suposição.
E sobre uma testemunha, que não pode identificar positivamente o réu.
Acho que não, Sr. Rood, sua moção é negada.
- Chame sua primeira testemunha. - Como quiser, Meritíssimo.
Chamamos Willis Burnham.
Chamamos o Sr. Willis Burnham.
Você esteve bem, Agnes.
Como estamos indo?
Com o testemunho de sua Companhia e Agnes como testemunha, nós o temos.
- Tem certeza? - Acho que sim.
- Jure! - Eu juro!
Por favor, sente-se.
- Qual é seu nome completo, por favor? - Willis Harding Burnham.
- Sua ocupação? - Trabalho para a Companhia Sholto.
Sr. Burnham, o que fez na noite de 5 de Outubro?
Joguei cartas com o Sr. Sholto.
- Onde? - Na casa dele.
- A que horas chegou à casa do Sr. Sholto? - 21:00hs.
- Como você pode ser tão específico? - Joe e eu jantamos juntos num restaurante.
Depois fomos para a casa dele no Brooklyn.
O rádio estava ligado, e na entrada da garagem,
as notícias das 21:00hs começaram.
Alguém acredita num testemunho assim?
Engolem.
Eu notei o quão tarde era e disse ao Sr. Sholto que era melhor ir embora.
Então ele me levou pra casa.
- Vocês jogaram cartas a noite toda? - Sim, senhor.
Você, entre nove naquela noite e 2 da manhã,
- saiu da casa do Sr. Sholto? - Não, senhor.
em algum momento o Sr. Sholto saiu da casa?
Não, senhor.
Então, durante as cinco horas inteiras,
você estava continuamente na presença do Sr. Sholto, dentro de sua casa?
Sim, senhor. Isso mesmo.
Sua testemunha, Promotor.
Sr. Burnham, disse ao Tribunal que você e o Sr. Sholto jogaram cartas
por cinco horas no dia 5 de outubro. Está correto?
Sim, senhor.
- O que vocês jogaram? - Como?
O que jogaram?
Buraco.
- Você hesitou. - Não pude me lembrar no momento.
Você ganhou?
- Não, perdi. - Quanto?
Não me lembro.
É mesmo?
Pode lembrar do jantar no restaurante, de se dirigirem à casa do Sr. Sholto,
das notícias das 21:00hs,
mas não o quanto perdeu no Buraco.
Foram uns poucos dólares, não me lembro.
Entendo.
Sr. Burnham, há quanto tempo conhece o Sr. Sholto?
Uns 15 anos.
- Ele é um amigo chegado? - Oh, sim.
Também é empregado dele, certo?
Sim.
Qual é seu salário, Sr. Burnham?
175 dólares por semana.
É um bom dinheiro. Você tem alguma outra renda?
Objeção! Isso é prejudicial para a testemunha.
Mantido.
Vou reformular a pergunta.
Sr. Burnham, você é completamente dependente do Sr. Sholto financeiramente?
Objeção! Mesmas razões.
Meritíssimo, não estou tentando influenciar o júri
prejudicando a testemunha.
O júri não deve ser influenciado se a testemunha trabalha ou não,
ou se é rico ou pobre.
Mas é vital saber se a testemunha é economicamente dependente
do homem por quem ele está testemunhando.
O ponto é bem aceito, Sr. Gilroy.
A objeção está anulada.
Agora, Sr. Burnham,
perceba que o Tribunal concorda
que suas relações financeiras com o Sr. Sholto
poderia ter alguma influência como seu testemunho é recebido?
Agora, mais uma vez,
você é totalmente dependente do Sr. Sholto financeiramente?
Sim.
E em troca desse alto salário,
você dá a ele sua completa lealdade e devoção?
Bem...faço o melhor que posso.
Então você faz o que ele diz?
Sim.
Sr. Burnham,
sua obediência inclui perjúrio?
Objeção! Isso é o mais impróprio.
Mantida.
A última pergunta será retirada do registro
e o júri deve desconsiderá-la.
Sr. Gilroy, pode fazer melhor que isso.
Por favor, abstenha-se de fazer perguntas semelhantes.
Eu retiro a pergunta, Meritíssimo.
É o suficiente o júri estar ciente
que a testemunha é totalmente dependente
do homem por quem ele está testemunhando.
Não tenho mais perguntas.
Pode descer.
Peço ao Tribunal,
neste momento, gostaria de interrogar Agnes Yarrow.
Assim seja.
Chamamos Agnes Yarrow.
Sra. Yarrow, antes da trágica perda de sua visão,
pela qual sentimos a mais profunda simpatia,
- você usava óculos, não é? - Sim.
- Todo o tempo? - Não. Apenas para ler e trabalhar.
Para polir uma mesa ou esfregar um chão?
Sim.
- Você os usava na rua? - Não.
Quando você retornou ao armazém em 5 de outubro,
- você viu um automóvel estacionado na porta? - Sim, eu já disse isso.
- Você colocou seus óculos? - Não.
Sra. Yarrow, qual é a cor do carro do Sr. Sholto?
Vermelho.
- Você podia ver isso no escuro? - Sim.
- No escuro, sem seus óculos? - Sim.
Sra. Yarrow, não é verdade que em Março de 1956
foi examinada pelo Dr. P.W. Oathwaite
na Park Avenue, 1920?
Sim.
Tenho aqui o relatório do Dr. Oathwaite,
em que ele afirma que você sofreu do daltonismo,
ou seja, não distingue cores.
É verdade?
- Sim. - Sra. Yarrow,
Tenho aqui o certificado do registro do carro do Sr. Sholto.
Contém as estatísticas relativas ao automóvel em questão.
- Acredito que esteja familiarizada com ele. - Sim, estou.
- Está? - Sim.
Você já viu esse registro?
Não, claro que não.
Então como sabe o que há nele?
Bem, eu... o Tenente Fernack apreendeu...
o carro do Sr. Sholto. Eu acho que é o termo.
e quando o Sr. Gilroy estava preparando o caso,
bem... ele...
- Ele lhe contou? - Sim.
Meu colega, o Sr. Gilroy, é um Promotor capaz e distinto.
Ele invariavelmente prepara seus casos e suas testemunhas
meticulosamente e honestamente.
E ele lhe contou a cor do carro do Sr. Sholto?
Bem eu... eu sabia que era vermelho ou verde.
Ele lhe disse a cor?
Sim, porque eu não poderia mostrar qual.
Ele te contou o número da placa também?
- Objeção, Meritíssimo! - Eu retiro a pergunta.
Sra. Yarrow, vamos refazer nossos passos um pouco.
Quando voltou ao armazém para pegar sua carteira esquecida,
e viu um carro que presume ser do Sr. Sholto,
não estava usando seus óculos.
Já disse isso. Não, não estava.
E entrou no armazém?
Sim.
- As luzes estavam acesas? - Não.
- Estava completamente escuro? - Sim.
- Exceto pelos feixes de lanterna. - Ah! Sim, as lanternas.
Quando você estava na porta, que leva da área de recepção
para a área de depósito do armazém,
uma lanterna foi apontada bem na sua cara?
Sim.
Então você não podia ver claramente?
Bem, não. A luz estava bem na minha cara.
Na verdade, você não podia ver nada do interior do armazém?
Eu vi o suficiente para reconhecer o Sr. Sholto.
Você testemunhou anteriormente que você gritou.
Eu acredito que suas palavras exatas foram:
"Oh, é o senhor, Sr. Sholto?"
- Estou certo? - Sim.
Você não tinha certeza se era o Sr. Sholto ou não?
Bem, eu vi o carro dele... Eu sabia que era ele.
Você quer dizer que você assumiu
- que era ele. - Bem, quero dizer...
quem mais poderia ter sido?
Sra. Yarrow, eu não sei!
Poderia ser qualquer um, não é?
Era o Sr. Sholto, sei disso.
Depois que gritou, "é o senhor, Sr. Sholto?",
você se virou e correu para as portas?
Sim.
- Por que você fugiu do Sr. Sholto? - Eu...
estava apavorada.
O Sr. Sholto já te assustou antes?
Não, mas...
Mas você não tinha certeza quem era?
Eu sei que era o Sr. Sholto.
Sra. Yarrow, você estava de costas para este
homem que estava correndo atrás de você.
- Sim. - Então não estava olhando para ele?
Não, exatamente...
Sra. Yarrow, você estava de costas para esse homem?
Sim.
Então esse homem te agarrou por trás e começou a arrastá-la
- para o escritório do armazém? - Sim.
Portanto, em nenhum momento, na noite de 5 de Outubro,
você esteve cara a cara com esse homem?
Não, tudo aconteceu tão rapidamente.
E você estava apavorada.
- Claro que estava com medo! - E confusa...
- Eu... eu sei que era o Sr. Sholto. - Sra. Yarrow, você está sob juramento!
Na noite em questão, viu o Sr. Sholto mesmo com uma luz razoavelmente boa?
Não.
Então você não pode jurar, sem sombra de dúvida,
que o seu agressor foi o Sr. Sholto?
Não.
Eu sei que era o Sr. Sholto.
Eu reconheci sua voz naquela noite
e eu reconheci novamente esta manhã quando ele falou comigo.
Eu sei que era o Sr. Sholto.
Meritíssimo...
nós de bom grado consideraramos como evidência
as afirmações da testemunha deficiente,
que ela possa identificar o réu pela sua voz.
Se ela puder provar isso para o Tribunal sob teste.
Para preparar tal teste, solicitamos um adiamento até segunda-feira.
Sr. Gilroy?
Sem objeções, Meritíssimo, mas...
Moção concedida.
O tribunal entra em recesso até segunda-feira às dez horas.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
- Voce conseguiu? - Acho que sim.
- É fácil. - Pode levar a fita emprestada, se quiser.
Apenas faça bem e você será bem pago.
Sra. Yarrow...
você testemunhou antes neste Tribunal, que na noite de 5 de Outubro,
você ouviu uma voz.
- Está correto? - Sim.
e esta voz lhe disse:
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
- Está correto? - Sim.
Você também testemunhou que esta era a voz do Sr. Sholto
e que poderia reconhecê-la novamente.
Eu a reconheceria em qualquer lugar.
Agora, Sra. Yarrow,
Agora você vai ouvir as palavras que diz que foram ditas na noite em questão.
Talvez uma voz, talvez não.
Uma dessas vozes será do Sr. Sholto.
- Está pronta? - Sim.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
Agora você vai ouvir a voz ou vozes novamente. Está pronta?
Vá em frente.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
Sra. Yarrow,
é aquela voz que você ouviu na noite de 5 de outubro?
Sim.
- Tem certeza? - Sim. Positivo.
Se houver qualquer manifestação dos espectadores,
eu vou evacuar o Tribunal.
Vamos tentar novamente, Sra. Yarrow.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
É aquela voz, Sra. Yarrow?
Elas soam muito parecidas.
Eu não sei.
Disse que a reconheceria em qualquer lugar, Sra. Yarrow.
Vou lhe dar outra chance.
Esta é a mesma voz de novo.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
É isso, eu tenho certeza.
- Tem? - Sim.
Sra. Yarrow, aqui está outra voz.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
É a voz que ouviu no armazém?
Eu... eu não sei...
- Não! - Tem certeza?
Se não pode responder, por que não admite que estava enganada?
Você tem medo de estar
errada sobre isso, pode estar errada sobre tudo?
Meritíssimo, nós concordamos com um teste em sala de audiências,
não uma câmara de tortura!
Estou disposto a dar a Sra. Yarrow outra oportunidade.
Se você quiser sair daqui viva, cale a boca.
Agora, Sra. Yarrow...
pela última vez,
Você sabe ou não? Foi essa a voz que ouviu em 5 de Outubro?
Eu...
Você disse que a reconheceria em qualquer lugar. Com certeza.
Bem, eu...
todas soam muito parecidas.
Não tenho certeza.
Não tem certeza de nada, não é, Sra. Yarrow?
Não.
Não... eu...
Não reconheceu a voz do Sr. Sholto naquela noite,
e não reconheceu a voz dele, não é verdade?
Sim, sim! Acho que me enganei.
Talvez esteja errada sobre tudo...
Não sei mais!
Sinto muito...
Pare, por favor...
Deixe-me em paz! Deixe-me em paz! Deixe-me em paz!
SHOLTO ABSOLVIDO OUTRO TRIUNFO PARA CARLTON ROOD
Desculpe.
Não se sinta tão mal, John Henry.
Você fez o possível.
Sim, mas não foi o suficiente.
Vamos dizer que não foi tão bom quanto Carl Rood.
Aquele advogado charlatão!
Sabe o que mais?
Ele falará na Ordem dos Advogados hoje à noite.
O tópico é técnica de Tribunal.
Se não tem nada melhor a fazer, ouça-o. Será transmitido pela FM.
Farei isso.
Talvez o policial tenha ouvido Agnes gritando
e ficou preso tentando salvá-la.
Acredita nisso?
Não.
Nem eu.
Não importa o que acreditamos, o Estado
diz que o caso Sholto está encerrado.
Pode estar bom pra você, John Henry...
mas não está encerrado pra mim.
Escute aqui, Templar,
Não meta o seu nariz onde não é chamado.
John Henry, eu meter o nariz?
É pequeno demais.
Sr. Rood, é uma ideia muito intrigante para o público.
As reminiscências de um famoso advogado sobre seus casos pendentes.
Como você chamaria o livro?
A HISTÓRIA DE CARLTON ROOD
Como disse a Tom Simmons, presumo?
Sr. Rood...
eu não estou interessado em obter o crédito como o autor.
Tudo que eu quero é 50% dos royalties.
Você levará a fama...
eu levo a grana.
Oh, sim! O dinheiro!
Agora, se falamos claro e me der sua cooperação,
vou montar o negócio com o editor amanhã.
Muito bem, Sr. Simmons.
Vou pensar sobre isso.
Ótimo. Aqui está meu cartão.
Você me liga. Não vai levar umas duas semanas do seu tempo.
Você me fornece os registros do Tribunal
e me fala deles brevemente.
Claro, o manuscrito acabado estará completamente sujeito à sua aprovação.
Como eu disse, Sr. Simmons,
vou pensar a respeito.
Bem. Eu esperarei sua ligação.
A propósito, Sr. Rood,
Não se preocupa que alguns de seus clientes
o vejam como um risco de segurança?
O que quer dizer?
Sr. Rood, deve ter todos os tipos de coisas em seus arquivos de pessoas como
Joe Sholto, Dibs Brown...
- que a polícia acreditaria cegamente. - E daí?
- Não fica nervoso? - Sobre o que?
Ser morto.
Morto?
Claro, terá tomado precauções.
No caso de algum gângster tenha ideias de gatilho feliz.
Por precauções quero dizer como,
fazer uma lista das pessoas mais prováveis de se preocupar com você.
Deixando-a em mãos seguras
com instruções de entregá-la à polícia
no caso de você expirar de repente.
E, claro, soltando algumas palavras nos lugares certos
sobre o que você fez.
Sr. Simmons...
estou confuso sobre sua preocupação pelo meu bem-estar.
Sr. Rood... Eu só quero ter certeza que podemos terminar este livro
uma vez que começamos.
Adeus, senhor.
Espero revê-lo.
E em conclusão, senhoras e senhores,
da Ordem dos Advogados, deixe-me sugerir a vocês
que costurar esses ideais acalentados de justiça
é a missão sagrada de cada humilde
praticante da lei.
"é a missão sagrada de cada humilde praticante da lei."
Stan, isso é formidável!
É incrível!
Não realmente, fiquei absorvendo este material por quase uma hora.
Então é assim que Rood fez isso.
Sim e é assim que vamos devolver para ele.
Você quer passar por isso?
Eu pensei que você estava saindo.
Tenho uma incumbência para fazer antes de
Rood deixar o jantar da Ordem dos Advogados.
Então vamos tentar.
Está certo.
- Todos prontos? - Vá em frente.
Sr. Rood, o Senador foi nomeado Presidente da Comissão de Crimes
- e ele está determinado a pegar Sholto. - Por que vem a mim?
Porque você é o advogado dele.
Você entende que o Senador está preparado para ser muito generoso...
Agnes, de manhã Mary irá levá-la para a Oitava Rua.
Converse com sua senhoria, vizinhos...
Espalhe ao redor que você vai fazer uma operação ocular.
E que algum advogado rico e importante vai pagar por isso.
Tudo bem, Sr. Templar, o que o senhor disser.
Tem certeza que não há nada faltando?
Nenhum dos arquivos particulares?
Nada, Sr. Rood.
Apenas um rolo de fita em branco.
Sra. Donaldson, acha que alguns dos meus clientes pode querer...
Querer o que, Sr. Rood?
Não. É ridículo.
Ligue para o superintendente do prédio sobre o vidro da porta.
Sim, senhor.
Sra. Donaldson, três cópias disto no meu arquivo pessoal e confidencial.
A quem possa interessar.
Este é um documento
a ser usado só se eu morrer de quaisquer causas incontestavelmente não naturais.
De tempos em tempos, no meu papel como advogado de defesa,
informações sobre homens como Joseph Sholto, Dibs Brown, Herman Sharkt...
Para que é isso?
Sr. Sholto, é um gravador.
Mas para quê?
Bem, um gravador é uma coisa que você grava ou toca algo de volta.
Sim...
Você está tentando ser engraçado?
Eu nunca sou engraçado.
Estou tentando te ajudar.
Por que?
Digamos que estou interessado em sua carreira.
Ah, sim? Desde quando?
Está acontecendo há muito tempo.
Vamos, chegue ao ponto. Eu não tenho muito tempo.
Sr. Sholto, vai ter tempo para isso.
Algo que eu peguei no escritório de Carlton Rood na noite passada.
Pegou?
Sim, eu invadi.
Está brincando?
Sinceramente não.
Um cliente meu queria algo fora dos arquivos de Rood.
Enquanto eu estava lá, liguei o gravador dele
para ver se havia alguma coisa sobre o meu cliente nele.
Em vez disso, encontrei algo que lhe interessaria.
Qual é sua intenção, Templar?
Dinheiro.
Dinheiro?
Um cara tem que ganhar a vida.
Significa que isso está à venda?
Esta é a ideia geral.
Então, toque.
Sr. Rood,
o Senador foi nomeado presidente da Comissão de Crime.
Ele está determinado a pegar o Sholto.
- Por que vem a mim? - Porque você é o advogado dele.
Você entende que o Senador será muito generoso.
Quão generoso?
Se Sholto for condenado, 100.000 dólares.
Se o Senador também pegar os três outros clientes que discutimos,
Você vai ser um Juiz Federal.
Está interessado?
- Eu... posso estar. - Seria um pico
distinto se aposentar para
e uma saída perfeita para defender seus clientes antigos.
Sholto não representaria muito problema. Ele pôs fogo naquele armazém.
Willis Burnham o ajudou.
Burnham?
Você o ouviria.
Ele é um idiota de cabeça de pedra que Sholto mantém para rir.
- Aquele porco! - Cale a boca.
Eles assassinaram o policial que esteve envolvido.
Sr. Rood, vai cooperar com o Senador MacPherson?
Diga ao Senador que Carlton Rood fará tudo o que puder
para fazer a Comissão de Crime eficaz.
Qual é a ideia?
Isso é suficiente para uma amostra grátis.
- Ligue-o! - O resto é fita em branco.
Não acredito...
É a voz do Rood.
Joe, eu te avisei. Eu te disse que o cara sabia demais.
Há mais.
Onde?
Em local seguro.
Se quer saber o que Rood vai fazer,
terá que pagar por isso.
Claro, a vantagem de conhecer os planos de Rood
é que você pode neutralizá-los.
E você quer manter tudo isso, não?
- Como sei que tudo isso não é falso? - Joe, é a voz do Rood.
É... Muito pode ser feito com vozes.
- Por que não lhe telefona? - E dizer o que?
Pergunte se seu escritório foi invadido.
Pergunte se alguma coisa foi roubada.
Não deixe que saiba o que você sabe.
Vá em frente, Joe, ligue!
Ligue para Carlton Rood.
Eu aguardo.
A primeira coisa a impedir é a operação dos olhos de Agnes Yarrow.
Se for bem sucedida, ela vai te identificar.
O que?
Os detalhes estão na outra fita.
- Alô, Carlton! - Alô, Joe.
Como vai?
Ótimo, ótimo...
Eu ouvi um boato que seu escritório foi invadido?
É verdade?
Sim, está certo, Joe.
A noite passada.
Algo foi roubado?
Nada, apenas um rolo de fita do meu gravador.
Diga-me, como você descobriu?
Essas coisas se espalham.
Sabe como é.
Vou estar te vendo, Carl.
- Ele confirmou? - Sim.
Eu sempre disse que Rood estava muito escorregadio.
Joe, você tem que calá-lo.
Que coisa é essa da Agnes Yarrow?
Pergunte a alguém em seu antigo bairro.
Ela mora na 8ª Rua.
- Tenho o endereço dela. - Conheço o endereço dela.
Continue!
A dona da casa disse a todos que ela vai fazer uma cirurgia no olho.
E que um advogado importante está pagando por isso.
Vá falar com a senhoria da Yarrow.
Está bem, Joe.
- Verifique com os vizinhos também. - Está certo.
Quando posso ouvir o resto?
Quando eu ouvir o farfalhar de 10.000 dólares.
Quem mais está na lista?
Dibs Brown...
Herman...
Não se pode confiar em ninguém.
Nem no seu próprio advogado.
Aqui!
Troca justa.
Agora, caia fora!
Adeus, Sr. Sholto.
O gravador é por conta da casa.
Oh... 10.000 dólares!
Isso é uma fortuna!
E é toda sua, Agnes.
Simon, o que acha que vai acontecer?
Quem sabe?
- Alô? - Alô, Templar. Esteve me ligando?
Sim, John Henry... Estive.
Eu tenho uma dica quente para você.
Coloque alguns homens no escritório do Carlton Rood, sim?
Por que?
O que está rolando?
Nada, apenas agindo como um agente catalizador.
O que?
Agente catalizador.
É uma substância inerte que causa uma reação química entre duas outras.
Do que está falando?
John Henry, faça só o que peço.
Coloque dois homens no escritório de Carlton Rood nas
próximas oito horas - ou é melhor fazer você mesmo.
Eu tenho um forte palpite de que Sholto está prestes a fazer algo muito ilegal.
Se a Sra. Yarrow recuperar a visão, você pode reabrir o caso.
Fernack adoraria pegar Sholto em um assassinato por causa do policial.
Caso contrário, você pode pegar Sholto
por evasão fiscal nos últimos cinco anos,
especialmente 1960.
Joe... É verdade.
- Falou com a senhoria? - Sim.
E com a velhinha do lado.
Ambas dizem que Agnes vai operar o olho
e alguns advogados importantes pagam a conta.
Vamos, Willis!
Bom dia, Sr. Sholto.
Olá, Joseph.
É bom vê-lo.
Não será por muito tempo.
O que é isso?
Como ousa trancar minha porta?
Como vai o Senador MacPherson?
- Quem? - Sou uma pequena cabeça de pedra, não?
Do que está falando?
Então, Carlton Rood, ficaria encantado em fazer tudo o que puder
para tornar a Comissão de Crime eficaz.
Ora, ora, ora...
Está bêbado?
Joe! Olhe!
Particular! Confidencial!
Mas você não mantém algum segredo meu, não é?
Não tem o direito de ver isso!
Você até teve que escrever tudo detalhadamente, não é?
Tem duas caras podres... falso...
Inescrupuloso!
Saia!
Me ouviram, fora!
- Sholto está lá dentro? - Sim.
Saiam!
Vamos, abram!
Jogue! Imediatamente!
Coloque-o no chão.
SHOLTO CULPADO
Bem, é isso.
Há algo lhe incomodando, Tenente?
Sabe, Templar, tenho o pressentimento que teve algo a ver com isso.
John Henry... você me fere emocionalmente.
Eu atirei em Burnham?
Ou atirei em Rood? Setenciei Sholto à cadeira elétrica?
Não, mas você sabia de alguma coisa.
Por isso me pediu para vigiar o escritório de Rood.
Eu não sabia o que ia acontecer, não é?
Se Sholto não tivesse trancado a porta, você teria chegado a tempo.
Dou minha palavra, tudo que fiz foi por em movimento certas reações.
O ímpio se comportou previsivelmente e o mal destruiu o mal.
Agora, que tal comer um bife conosco?
Está pagando?
Não pago sempre?
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.