Afrikaans
Akan
Albanian
Amharic
Arabic
Armenian
Azerbaijani
Basque
Belarusian
Bemba
Bengali
Bihari
Bosnian
Breton
Bulgarian
Cambodian
Catalan
Cebuano
Cherokee
Chichewa
Chinese (Simplified)
Chinese (Traditional)
Corsican
Croatian
Czech
Danish
Dutch
English
Esperanto
Estonian
Ewe
Faroese
Filipino
French
Frisian
Ga
Galician
Georgian
German
Greek
Guarani
Gujarati
Haitian Creole
Hausa
Hawaiian
Hebrew
Hindi
Hmong
Hungarian
Icelandic
Igbo
Indonesian
Interlingua
Irish
Italian
Javanese
Kannada
Kazakh
Kinyarwanda
Kirundi
Kongo
Korean
Krio (Sierra Leone)
Kurdish
Kurdish (Soranî)
Kyrgyz
Laothian
Latin
Latvian
Lingala
Lithuanian
Lozi
Luganda
Luo
Luxembourgish
Macedonian
Malagasy
Malay
Malayalam
Maltese
Maori
Marathi
Mauritian Creole
Moldavian
Mongolian
Myanmar (Burmese)
Montenegrin
Nepali
Nigerian Pidgin
Northern Sotho
Norwegian
Norwegian (Nynorsk)
Occitan
Oriya
Oromo
Pashto
Persian
Polish
Portuguese (Brazil)
Punjabi
Quechua
Romanian
Romansh
Runyakitara
Russian
Samoan
Scots Gaelic
Serbian
Serbo-Croatian
Sesotho
Setswana
Seychellois Creole
Shona
Sindhi
Sinhalese
Slovak
Slovenian
Somali
Spanish
Spanish (Latin American)
Sundanese
Swahili
Swedish
Tajik
Tatar
Telugu
Thai
Tigrinya
Tonga
Tshiluba
Tumbuka
Turkish
Turkmen
Twi
Uighur
Ukrainian
Urdu
Uzbek
Vietnamese
Welsh
Wolof
Xhosa
Yiddish
Yoruba
Zulu
Meu nome � Archibald. Archibald Suchot.
Sou engenheiro e passei mais de 10 anos na �frica...
construindo todo tipo de coisas �teis.
Ali�s, � no cora��o da �frica que come�a a nossa hist�ria.
Bem, essa n�o � a �frica, � Connecticut...
e esta � a casa onde morava antes de desaparecer misteriosamente.
Mas essa � outra hist�ria, que o meu neto pode contar melhor.
Voc�s ver�o que ele � uma gra�a de menino que atende pelo nome de...
Arthur!
"ARTHUR E OS MINIMOYS"
Aonde ele foi agora?
E o cachorro tamb�m sumiu! Alfred!
"Voc� vai ver. Ele � um �timo c�o de guarda".
Alfred!
O que ser� que ele est� guardando?
Se voc� ao menos pudesse responder quando eu chamo.
Arthur?
Um ataque! Homens, venham me ajudar!
Calma! Sou eu! A vov�!
Desculpe. Eu estava na �frica.
Estou vendo! Fez boa viagem?
Sensacional! Eu estava numa tribo com o vov�. Veja!
O vov� pintou uma tela e colocou num c�rculo.
Assim, os animais chegam perto, circulam por ali, mas n�o nos acham.
- � como se f�ssemos invis�veis. - Invis�veis, mas fedorentos.
Tomou banho de manh�?
Estava indo tomar, quando achei este livro.
� incr�vel!
Mostra todas as coisas que o vov� inventou para as tribos isoladas.
Ele se interessava mais pelas tribos africanas...
...que por sua pr�pria tribo. - Veja!
Ele cavou um po�o superfundo...
e inventou um sistema de irriga��o feito de bambu.
N�o foi o vov� que inventou isso; foram os romanos.
Eles chamavam de "viadutos".
Os romanos? Nunca ouvi falar dessa tribo.
Ah, � uma tribo muito antiga, cujo chefe se chamava C�sar.
- Igual � salada? - �, igual � salada.
V� colocar esse livro onde achou. Temos que fazer compras.
Vov�, por favor, posso dirigir na volta?
- N�o sei, Arthur. Veremos. - Por favor, o vov� sempre...
O vov� n�o est� aqui, e quem manda sou eu.
- Bom dia, Sra. Suchot! - Ol�, seu guarda.
� sempre um prazer v�-la na cidade.
Obrigada, � sempre um prazer v�-lo tamb�m.
- Tenha um bom dia, seu guarda. - Bom dia.
Arthur, esta � a lista de compras. Vou ali na frente por 5 minutos.
Vejo voc� no caixa.
- Posso comprar canudinhos? - Pode, quantos quiser.
- Ele seguiu voc�? - Acho que n�o.
Perfeito! Perfeito!
- Ali. Est� tudo ali. - Perfeito, que maravilha.
Muito obrigada. Quanto lhe devo?
Ficou louca? Nada, nadinha. Agora, volte, antes que ele te veja.
N�o sei o que dizer. N�o sei como lhe agradecer.
Me deixando participar. Nada me deixaria mais feliz.
- Agora, v� embora. - Muito obrigada.
Vou ficar esperando voc� me contar como foi.
- Pode deixar. Eu ligo amanh�. - At� amanh�!
- Tchau. - Tchau.
� Arthur! Arthur, n�o, n�o precisa.
V� brincar. V� brincar.
- Tem certeza? Obrigado, vov�. - Claro. Imagine.
Isso! Isso! Campe�o mundial!
Alfred!
Observe com cuidado, Alfred!
Voc� est� prestes a testemunhar a inven��o...
do maior sistema de irriga��o do pa�s.
Maior que o do vov�, melhor que o de C�sar.
Esta inven��o � do Arthur!
Perfeito!
Com a ajuda de Deus...
Alfred! Meus parab�ns!
� uma inven��o impressionante, que entrar� para a Hist�ria!
- Pode acreditar. - Arthur, telefone!
Com licen�a. Deve ser o presidente ligando para me dar os parab�ns.
Eu constru� um sistema de irriga��o como o de C�sar!
- Agora, os rabanetes v�o crescer... - � meu docinho?
Quem � Seesher?
Um dos colegas do vov�...
mas segui as plantas do vov�, e deu certo!
Espero que voc�s voltem antes de anoitecer, para ver.
- Onde voc�s est�o? - Ainda estamos na cidade, Arthur.
Bom, acho que a gente se v� amanh� de manh�, ent�o.
N�o, n�o vamos conseguir chegar, mas, mesmo n�o estando a�...
quer�amos te dizer que estamos pensando em voc�...
porque hoje � seu anivers�rio!
Feliz anivers�rio, filho!
Pensou que a gente tinha esquecido, n�o foi?
Mas fazer 10 anos � muito importante! Voc� j� � mocinho agora.
Gostou do presente?
- Ainda n�o compramos, bobo! - O qu�?
N�o, j� combinei com a vov�.
Pode ir � cidade amanh� e escolher o que quiser.
Nada muito caro!
Brincadeira, filho!
Vamos nos ver em breve.
Lembre-se de passar um... Feliz anivers�rio!
N�o era o presidente.
Parab�ns a voc�
Nesta data querida
Muitas felicidades
Muitos anos de vida
Sabe de uma coisa? Voc� � a melhor av� do mundo.
E voc� � o melhor neto. Vamos, assopre as velinhas.
Presentes primeiro?
Claro. Este � do Alfred.
Eu nunca tive uma bola nova. Obrigado, Alfred.
N�o! Se puder esperar para jogar l� fora, eu agrade�o.
Claro, tem raz�o.
E este � meu.
Que lindo!
Como conseguiu fazer um bolo? O forno n�o estava quebrado?
Quem fez foi a Sra. Kerman, da loja de ferragens. Gostou mesmo assim?
Sensacional! � que � grande para apenas tr�s.
N�o seja duro com eles, Arthur. Eles est�o fazendo o poss�vel.
Passei o ano inteiro no col�gio interno na Inglaterra...
e, quando volto para as f�rias, eles n�o est�o aqui.
Bom, j� estou acostumado. Nunca est�o aqui no meu anivers�rio.
Espere! Fa�a um pedido.
Quero que, no meu anivers�rio, vov� esteja aqui, para comemorar comigo.
Assopre logo, sen�o vai comer bolo de cera!
Todas as noites, este p�r-do-sol magn�fico era todo nosso.
Foi exatamente em meio a esta paisagem que sua m�e veio ao mundo.
Enquanto eu dava � luz sua m�e, seu av� pintava isto.
- Quem s�o eles? - A tribo Bogo-Matassala�.
Seu av� os ajudou a construir um po�o de irriga��o...
e, em troca, a tribo deu a ele um saco cheio de rubis.
- Verdade? - Verdade.
Eu podia passar a noite lhe contando hist�rias.
�timo! Conte, ent�o.
N�o, hoje n�o, Arthur. Talvez amanh�.
- Por favor! - N�o, nem limpei a cozinha ainda.
Por favor, vov�, s� uma. � meu anivers�rio!
- Est� bem, um pouquinho s�. - Tudo bem.
Os Bogo-Matassala� eram muito, muito altos.
Eles diziam que a natureza se equilibrava nos opostos...
e durante s�culos eles procuraram esses opostos...
para encontrar a harmonia perfeita.
- E eles encontraram? - Sim.
Havia outra tribo morando bem ao lado deles...
que tinha um tra�o bem particular:
eram pequeninos feito um dente.
Eles se chamavam Minimoys.
- Puxa! Eles se davam bem? - Muito bem.
Logo, tornaram-se insepar�veis.
Um lado, inacreditavelmente alto;
o outro lado, inacreditavelmente pequeno.
Somente juntos eles poderiam ter uma vis�o completa do mundo.
- Quem � esta? - � a princesa Selenia...
...filha do rei dos Minimoys. - Ela � linda!
Quer dizer, isso � incr�vel!
Sim, e o rei em pessoa...
contou a seu av� o segredo para encontr�-lo a qualquer hora.
Era isso que o seu av� contava... sempre que estava meio b�bado.
Tamb�m quero conhecer os Minimoys.
Bom, para a cama!
Bons sonhos.
Sentimos a sua falta, Archibald. Sentimos mesmo.
DIAS SEM VOC�
N�o!
Como vai, garoto?
Belo arremesso.
Sr. Davido! O senhor me deu um susto.
Desculpe. Faxina de primavera? Quer ajuda?
N�o, obrigada. O que quer a esta hora?
Aqui est�! Pronto! Assinado, fechado e entregue.
O senhor n�o perde tempo!
Foi s� coincid�ncia, na verdade. Fui � igreja hoje de manh�.
O senhor, na igreja? Nunca vi o senhor l�.
Geralmente, fico no fundo. Sou muito modesto.
Devia ter ido. Teria visto o prefeito, que autenticou o documento...
afirmando a expira��o da sua propriedade sobre este terreno...
por falta de pagamento.
O presidente do banco, que transferiu sua d�vida para mim.
E, por incr�vel que pare�a, sabe quem mais estava l�?
O tabeli�o e o delegado...
que contra-assinaram sua ordem de despejo.
Portanto, n�o falta nenhuma assinatura...
e, se seu marido n�o assinar este documento dentro de 48 horas...
serei obrigado a despej�-la desta casa, esteja sua roupa seca ou n�o!
Por que n�o o pendura para secar tamb�m?
Teremos que sair da casa?
Receio que sim.
N�o vou conseguir espantar esse abutre do Davido por muito tempo.
Mas e o tesouro? Os rubis que os Matalassa�s deram ao vov�?
Seu av� escondeu em algum lugar do quintal. Cavei durante semanas.
Ele escondeu t�o bem que n�o consegui encontrar.
Aonde voc� vai?
Acha que vou ficar de bra�os cruzados por 48 horas?
Vou encontrar o tesouro!
Igualzinho ao av�.
Devia tentar achar meu carrinho, em vez de ficar me olhando.
- Posso ajudar? - Desculpe.
O senhor foi � minha casa uma vez e deixou isto aqui l�.
Disse que, se quis�ssemos vender mob�lia ou bugigangas...
- Sim? - Bem...
eu trouxe isto aqui. � da minha cole��o particular.
Queria saber se tem algum valor.
O que � isto? Uma m�scara de carnaval?
N�o, uma m�scara africana.
Era do chefe da tribo Bogo-Matalassa�.
- Duas pratas. - Dois d�lares?
- Mas � de um valor inestim�vel. - Est� bem...
US$ 2,50. � o m�ximo que vou pagar.
Objetos ex�ticos como este n�o vendem mais.
As pessoas preferem coisas pr�ticas e modernas, entende?
N�o creio que escondeu o tesouro no quintal sem deixar alguma pista...
um bilhete, qualquer coisa para nos ajudar a encontrar!
"Maltazard, o Malvado".
Espero ter a honra de encontr�-la um dia, princesa.
At� l�...
permita-me roubar um beijo.
Ciumento!
Eu sabia!
"Para chegar � terra dos Minimoys, confie em Shakespeare".
"Shakespeare"? De que tribo ele �?
"ALGUMAS PALAVRAS ESCONDEM OUTRAS" - WILLIAM S.
A casa fica aqui. O Sul � para l�.
A �rvore! O elfo! A lua! Est� tudo ali!
Alfred, n�s encontramos! Legal!
- Calma, garoto. - Arthur, quantas vezes...
eu j� disse que n�o quero voc� brincando neste quarto?
Com licen�a, por favor. Fique � vontade.
- Obrigado. - Vov�.
- O que foi? - Quem s�o esses homens?
Eles vieram avaliar alguns pertences do vov�.
- Vov�? - O que foi?
N�o vai vender as coisas do vov�, vai?
- Infelizmente n�o tenho outra op��o. - Temos, sim!
Veja! � o mapa para chegar aos Minimoys!
- Que mapa? - Eles est�o aqui.
O vov� os trouxe da �frica com ele!
Se conseguirmos encontr�-los, sei que nos levar�o at� o tesouro.
Arthur, voc� j� � um mocinho, certo?
N�o acredita que existam elfos correndo pelo jardim...
esperando uma visita sua para lhe entregarem os rubis, n�o �?
Como disse?
Nada. Estava s� papeando com meu neto.
Se tiver j�ias, estamos interessados.
Infelizmente, n�o h� j�ia nenhuma. V� para o seu quarto, agora.
"Algumas palavras escondem outras". William S.
- "S" de S�crates? - Shakespeare. William Shakespeare.
- At� que n�o errei feio. - Sei.
� bom escolher logo, antes que eu mude de id�ia.
- Vamos l�. - Vov�.
300 d�lares.
N�o � muito por 30 anos de lembran�as.
� s� entrada! Se n�s vendermos, vai receber mais.
Obrigada.
- Sra. Suchot? - Sim.
Fr�deric De Saint-Clair, oficial de justi�a.
Parece que cheguei num momento oportuno.
Trago uma queixa de falta de pagamento de servi�os prestados...
por um tal Sr. Ernest Davido, na quantia de 250 d�lares.
Com a multa de 6%% % e as taxas administrativas...
o total fica em US$ 295,05.
Posso?
O seu troco.
- Al�? - Filho, � a mam�e.
- Est� tudo bem? - Tudo �timo!
Estamos fazendo faxina hoje.
� incr�vel a quantidade de tranqueiras que a gente acumula.
Mas, gra�as � vov�, jogamos tudo fora.
Arthur, n�o preocupe seus pais!
- Desligou na cara da sua m�e? - Claro que n�o. A liga��o caiu.
Ela vai ligar de volta.
Vov�, cortaram o telefone! N�o v� o que est� acontecendo?
Ca�mos na armadilha deles, e est�o chegando mais perto a cada minuto.
Mas, enquanto eu viver, n�o v�o pegar a nossa casa!
Viu s�? Deve ser o t�cnico.
- Boa noite, senhora. - Chegou na hora certa.
Nosso telefone foi cortado, acho que voc�s deveriam dar um aviso.
Concordo, mas n�o sou da telef�nica, sou da companhia el�trica.
Vim avisar que vamos cortar a luz por falta de pagamento.
"Algumas palavras escondem outras". Me ajude, vov�.
Quando vai ser cortada?
Isso � o que eu chamo de "resposta clara".
Fique aqui, vou pegar uma vela.
"Algumas palavras escondem outras". Claro!
"Meu querido Arthur...
eu sabia que podia contar com voc� para desvendar minha charada.
Deve ter uns 10 anos para ser t�o esperto.
Eu, por outro lado, n�o fui t�o esperto assim.
Se estiver lendo isto, � porque estou morto.
Portanto, o fardo de completar minha miss�o recai sobre voc� agora.
- Isso se voc� aceitar, � claro." - Eu aceito, vov�.
"Eu sabia que sim. Bravo!
Para chegar � terra dos Minimoys, voc� deve...
saber em qual dia ser� a pr�xima passagem.
A cada ano, s� acontece uma.
Pegue o calend�rio universal na minha mesa.
Na noite da d�cima lua, exatamente � meia-noite...
a Passagem da Meia-Noite vai se abrir.
Se seguir minhas instru��es, ter� o mundo em suas m�os."
3 de agosto...
� hoje!
A noite traz bons conselhos, Arthur. Vamos dormir e pensar.
Amanh�, acharemos uma solu��o.
- Boa noite, vov�. - Boa noite.
O mundo em minhas m�os. O mundo em minhas m�os.
"Do lado direito da chamin�, h� um bot�o.
Vire-o totalmente para a direita e depois vire para a esquerda."
Faltam 20 minutos para a meia-noite. Tenho que fazer algo.
"Assim que puder, v� ao meu escrit�rio se a porta estiver aberta.
PROIBIDO ENTRAR
Se estiver trancado, � porque sua av� esteve por l�.
A�, voc� ter� que dar um jeito."
Pensei que estivesse no banho.
N�o, estava na sala procurando meu rem�dio pra dormir.
E, se n�o voltar para a cama agora, vou fazer voc� tomar o frasco inteiro!
V�!
V� logo!
Sabe, n�o gosto disso, mas vou trancar sua porta.
N�o quero voc� fazendo nenhuma besteira hoje.
- Tudo bem. - Tudo bem.
Alfred, o que est� fazendo? V� dormir.
� lua cheia, por acaso?
Obrigado, Alfred.
Vov�?
"Sempre guarde esta chave com voc�."
O jardim, a �rvore, o telesc�pio. Meu Deus!
Preciso de mais luz.
Vi a vov� fazendo isto v�rias vezes.
Claro, o breque.
Perfeito!
Desculpe, meu velho.
Agora, as bonecas.
Alfred!
Arthur?
Sim.
- Venha comigo. - Est� bem.
Oi.
- Est� na hora de voc� ir. - Voc�s n�o v�m?
S� uma pessoa pode passar...
e voc� nos parece a melhor op��o para lutar contra...
...o Malvado. - Maltazard?
Nunca diga esse nome. D� azar.
Seu av� tentou derrot�-lo, e agora voc� deve continuar a luta dele.
Agrade�o a honra, mas...
acho melhor deixar meu lugar para um de voc�s.
Quer dizer, voc�s s�o bem maiores e mais fortes do que eu.
Seu cora��o � a mais forte das armas.
"Primeiro anel, para o corpo, tr�s vezes para a direita.
Segundo anel, para a mente...
tr�s vezes para a esquerda.
E o terceiro anel...
uma volta completa, para a alma."
Pronto, a porta se abriu! Voc� pode se apresentar!
- Me apresentar? - Sim, e tente ser convincente...
...porque voc� s� tem 5 minutos. - T� legal!
Ser convincente. Muito bem...
Tem um...
com...
Archibald?
- N�o, n�o. - Apresente-se!
Eu sou o neto dele. Meu nome � Arthur.
- E voc� �? - Saimono Matrodoy de Betameche.
- Certo. - Mas pode me chamar de Beta.
Muito prazer, Beta.
Espero que tenha uma boa raz�o para usar o feixe de luz dessa forma...
pois o Conselho o proibiu terminantemente...
Prossiga. Prossiga.
� uma quest�o de extrema urg�ncia.
Daqui a dois dias, o jardim ser� destru�do.
Do que est� falando, meu jovem? � um brincalh�o, como seu av�?
N�o � brincadeira, Sr. Betameche.
Um empreiteiro quer derrubar a casa e construir pr�dios.
- O que s�o pr�dios? - Casas enormes feitas de concreto...
que v�o cobrir o jardim e impedir que as flores cres�am.
- Mas isso � terr�vel! - O �nico jeito de evitar isso...
� encontrando o tesouro que meu av� escondeu em algum lugar.
Ent�o, posso pagar ao empreiteiro, e nada disso ir� acontecer!
Bem, � uma �tima id�ia! Tudo fica bem quando termina bem.
- At� mais. - N�o!
Para fazer isso, preciso passar para o seu mundo.
Para poder procurar o tesouro!
Isso � imposs�vel! N�o pode sair numa jornada assim.
O Conselho deve se reunir primeiro.
Ent�o, voc� precisa explicar seu problema a eles...
...eles v�o deliberar... - E em 2 dias minha casa...
estar� derrubada e todos voc�s estar�o mortos!
- Isso � uma extrema emerg�ncia. - Sim, e temos que agir agora...
porque o futuro de seu povo est� nas suas m�os.
Sim, voc� est� nas minhas m�os. Isso exige uma provid�ncia!
Ferryman! Ferryman! Acorde, � uma emerg�ncia!
Fez muito bem.
Espero que seja o suficiente para convenc�-lo.
Betameche? Seu in�til!
N�o tem nada melhor para fazer do que acordar gente de bem?
Mas � a luz! Ela foi reativada!
De novo? Por que todos resolveram viajar de uma hora para outra?
- A �ltima foi h� tr�s anos! - Exatamente, foi o que quis dizer.
- Eu estava come�ando a cochilar. - Depressa, o garoto precisa ver o rei!
O rei! O rei! Primeiro, a lua! Est� cheia agora?
Perfeito! Perfeito! Agora, os an�is.
Muito bem. "Tr�s voltas para a direita, para o corpo...
tr�s voltas para a esquerda, para o esp�rito.
E, agora, uma volta inteira, para a alma."
O que est� acontecendo comigo?
Voc� vai se juntar a nossos irm�os, os Minimoys. Eles v�o levar voc�...
- Socorro! ...aos Sete Reinos.
- Voc� s� tem 36 horas! - Vov�!
Ao meio-dia de depois de amanh�...
o port�o ir� se fechar novamente por mil dias!
36 horas. Farei o poss�vel!
Boa sorte, Arthur.
A chave! Voc� est� com a chave?
A chave? Eu estou com a chave!
Muito bem. Agora, v� at� a fechadura.
A fechadura? Deve ser isto aqui.
�timo, �timo. Agora, vire a chave.
- Eu vou morrer! - Sim!
N�o, n�o, n�o!
Bem-vindo � terra dos Minimoys!
N�o tem gra�a! Voc� me assustou!
Pensei que fosse morrer naquele...
- Isto � incr�vel! - O que � incr�vel?
N�o sei, mas veja minhas roupas. Elas est�o diferentes.
Pode admirar a si mesmo depois. O Conselho est� esperando.
Venha, me acompanhe.
Acho que vou tirar uma soneca.
- At� onde j� chegaram? - Brincou? Acabaram de come�ar.
Princesa Selenia!
- Minha filhinha... - Pai!
Desculpe.
Princesa Selenia, que os esp�ritos dos Ancestrais a guiem.
Papai!
- Sim? - Papai!
- Onde voc� est�? - Estou aqui!
- Meu filho! - Fez isso de prop�sito, n�o foi?
N�o podia ter esperado 10 segundos antes de bancar o palha�o?
Estou numa miss�o de grande import�ncia!
E a minha miss�o n�o � de grande import�ncia? � isso?
Voc� � muito arrogante para libertar a espada! Sabe que �!
Chega! Parem de implicar, voc�s dois!
Betameche! Espero que tenha um bom motivo para se atrever...
a interromper uma cerim�nia t�o importante.
Tenho mesmo, papai! O feixe de luz das Terras de Cima foi ativado hoje.
- Quem se atreveria a fazer isso? - Seu nome � Arthur.
Ele � o neto de Archibald...
e diz que uma grande desgra�a se abater� sobre n�s.
Nossa grande desgra�a tem nome: O Malvado.
N�o precisamos desse tal de Arthur. Como princesa de sangue real...
a tarefa de proteger nosso povo recai sobre mim!
Sim, mas, meu docinho...
Ela conseguir�?
Est� se mexendo!
Est� saindo!
Estou sentindo!
Viu? Eu n�o disse? Arrogante demais.
Enquanto a Princesa recobra o f�lego, vamos ouvir o jovem.
De onde ele vem?
Ai, que lindo!
- Bonito, n�o? - Normal.
Humildes sauda��es, princesa Selenia.
Quem lhe disse meu nome?
"Humildes sauda��es, princesa Selenia".
Aposto que foi voc�. Voc� � o �nico que conhece esse Arthur.
N�o sabe guardar segredo!
Humildes sauda��es, Vossa Majestade.
Sim, sauda��es...
Arthur, que prazer conhec�-lo!
Fui um grande amigo de seu av�, Archibald.
Miro, deixe-o em paz.
Bem, meu jovem, somos todos ouvidos!
� o seguinte: em menos de dois dias...
alguns homens ir�o destruir minha casa...
meu jardim, meu mundo. E seu mundo.
E voc�, voc� e seus 2 mil�metros e meio, veio nos salvar, � isso?
O �nico jeito de deter esses homens � lhes pagando!
Por isso meu av� veio aqui tr�s anos atr�s.
Ele estava procurando um tesouro, e...
eu vim completar a miss�o dele.
Seu av� era um homem incr�vel. Ele nos ensinou muitas coisas.
Ele foi um dos que mostraram ao Miro como controlar a imagem e a luz.
Ent�o, um dia, ele partiu em busca desse famoso tesouro.
Depois de perambular pelas 7 Terras que formam nosso mundo...
ele finalmente o encontrou.
Bem no meio da cidade de Necr�polis, onde ele reina supremo...
o Malvado.
E, infelizmente, ningu�m retorna das Terras Proibidas.
Ent�o?
Cuidado! Para o port�o central!
� Gondolo, o Malabarista do Grande Rio.
Pensamos que ele tivesse se perdido para sempre nas Terras Proibidas.
Parem!
- Qual o problema, Arthur? - Senhor, olhe ali.
Parece que tem um peda�o se soltando.
Acho que � uma armadilha. Isso � uma tela pintada.
Ele fazia isso na �frica, para se proteger de animais selvagens.
Bem, n�o somos animais selvagens...
e n�o vamos deixar esta infeliz criatura morrer.
Tome, fa�a algo �til.
Meu Deus! Gondolo!
- Selenia! - Sim. V� com calma, Gondolo.
� uma... armadilha!
Meu Deus!
Mosquitos!
- Arthur! - Fechem... Fechem o port�o!
Atacar!
V�o peg�-Ios!
Vamos!
Prontos para atirar!
Cuidado!
Sigam-me at� o pal�cio!
- Depressa, pai! - Sim, j� estou indo.
Desculpe. Sou t�o desastrado.
Sincronia perfeita. Eu queria mesmo esticar as pernas um pouco.
Pai! V� se proteger, depressa!
Fora de quest�o! � obriga��o do rei enfrentar seu destino.
E, se s� restar uma pessoa de p�, eu serei essa pessoa!
Art...
...temos que continuar lutando! - Claro, mas com o qu�?
Pegue minha arma. Vou procurar outra!
N�o est� funcionando.
Senhores, hora de enfrentar a realidade.
Cuidado. As paredes est�o cheias de armadilhas.
Voe mais perto do teto. � bem mais seguro.
- Concordo plenamente. - Vamos, pombinhos!
Esta � sua chance de provar que realmente se amam!
Vamos l�. Tudo bem, podem dar o �ltimo beijo.
Muito bem, j� chega!
Quando eu apitar, solte o Romeu, para que ele possa...
...voltar para sua Julieta. - Tudo bem!
Forma��o de v�o!
N�o!
Oi!
Quer jogar?
Certo, l� vamos n�s!
Vamos!
N�o pode ser mais complicado do que dirigir um carro!
Beta! Cuidado!
Arthur, jamais esquecerei voc�!
N�o, seu tolo! N�o est� na hora de comer!
N�o, o v�o n�o! O v�o n�o!
L� vamos n�s de novo!
J� chega! N�o ag�ento mais!
Derrubei um mosquito!
Assim � melhor. Agora, vamos nessa.
Como ele � corajoso e her�ico!
� incr�vel como ele se parece comigo!
- Ele seria um �timo parceiro! - Pai, j� sei cuidar de mim mesma.
Esque�a! Esque�a!
Quem � o pr�ximo?
- N�o! - Legal!
- Betameche! - Arthur!
- Fa�a alguma coisa! - Calma, Arthur. Estou indo.
Que present�o ele �!
Pensando bem, ele me lembra voc�.
Voc� est� bem? Quebrou alguma coisa?
N�o sei, n�o estou sentindo o meu bumbum!
S� uma perguntinha: onde aprendeu a voar assim?
- Dirigindo com o meu av�. - Ah, est� explicado.
August, levante-me. At� que nos sa�mos bem.
Preparem-se para testemunhar a f�ria de Mogath!
Agora n�o! Levante-se! Mogath?
Selenia, o Mestre quer falar com voc�.
Venha conosco, e nenhum mal lhe ocorrer�.
- Venham me pegar! - Muito bem, v�o peg�-la!
- Por que eu? - E quem mais poderia?
- Voc�, por exemplo! - Eu? Por que eu?
Quatro homens atacando uma mulher!
- N�o t�m vergonha? - N�o!
Venham brigar com algu�m do seu tamanho!
Com prazer!
- Vida longa ao rei! - Minha filha!
Minha filhinha. Preciso fazer alguma coisa. Me d� cobertura!
Obrigado.
A espada do poder!
� um milagre!
Agora, j� chega. Ajoelhem-se e implorem o perd�o da princesa!
Mandei ficarem de joelhos! E implorarem � princesa!
- Perd�o, princesa Selenia. - Acho que a gente n�o ouviu.
Nossas humildes desculpas, princesa Selenia.
Vou pensar no caso.
Boa menina! Igualzinha � m�e.
Voc� lutou feito um pr�ncipe.
Obrigado. A espada parece t�o leve. Tudo parece t�o f�cil.
Claro. � uma espada m�gica.
Ficou presa naquela pedra durante anos, e foi voc� quem a retirou.
- Verdade? - Sim, meu amigo.
Agora, voc� � um her�i. Arthur, o her�i!
Arthur, o her�i!
Arthur, o her�i!
Vida longa a Arthur, o her�i!
Vida longa a Arthur, o her�i!
Vida longa a Arthur, o her�i!
Pai, agora que a espada foi retirada da pedra, devemos agir logo.
Quero pedir sua permiss�o para continuar minha miss�o.
Infelizmente, devo concordar com voc�, minha filha...
...mas com uma condi��o. - Que condi��o seria?
Arthur � corajoso e seu cora��o � puro.
- Ele ir� com voc�. - Se � o que deseja, pai...
Muito bem, Arthur.
Sei que vamos formar uma bela equipe!
- O caminho est� livre. - Tem certeza...
...de que n�o se esqueceu de nada? - Claro. Vamos, pode soltar.
Pai, temos mesmo que levar Betameche conosco?
Sei que seu irm�o ainda � jovem, mas um dia ele ir�...
Arthur, se encontrar pelo caminho uma marmota de �culos...
que atende pelo nome de Mino, ele � meu filho.
Est� desaparecido h� uns tr�s meses.
- Pode contar comigo. - Vamos indo.
Obrigado, Arthur!
- Ei, her�i, vamos! - Ei! Esperem por mim!
Podiam ao menos esperar por mim!
Esperem!
Espero que n�o caiam em nenhuma armadilha!
Dormi feito uma pedra!
Arthur, hora de levantar.
Selenia, d� para ir mais devagar?
N�o! Culpa sua trazer essa bolsa de "gamallus"!
S� trouxe um pouco de tudo, no caso de...
- O que � um "gamallus"? - � igual a um "pachymollet"...
...mas bem maior. - E como � um "pachymollet"?
Assim!
Tem alguma coisa a� para lidar com "pachymollets"?
N�o esquente. Trouxe meu canivete com 300 fun��es.
Faca dupla, pin�as, bolhinhas de sab�o, caixinha de m�sica...
e, para quando as coisas esquentarem, um ventilador!
Puxa, vem bem a calhar!
E ent�o, todas as fun��es tradicionais:
"tulipan", machadinha, "sunjink", apito, "gullybar"...
Algum deles serve para cortar uma l�ngua, por acaso?
N�o, mas essa especialidade � sua, n�o �?
Fiquem onde est�o!
Corram quando eu mandar.
Agora!
Chegamos.
- Tem algu�m em casa? - Pouca gente passa por aqui.
Assim que voc� tentar, vai entender por qu�.
Tem algu�m em casa?
N�o! Sinto muito. Confundi voc� com a campainha.
N�o, quer dizer... N�o percebi que voc� estava... vivo.
Espere! Mas o que � isso, seu burro?
O que acha que est� fazendo, batendo nos meus clientes assim?
- J� n�o tenho muitos clientes. - Ol�. Sou a princesa Selenia.
Eu sei disso. E esse � o burro do seu irm�o.
E quem � o terceiro comediante que est� batendo nos clientes?
Meu nome � Arthur, e estou procurando meu av�.
Eu transportei um av� alguns anos atr�s.
Um maluco exc�ntrico que fez absoluta quest�o...
de ser levado para o territ�rio dos Se�des, at� Necr�polis.
Era ele! Era o meu av�! � exatamente para onde queremos ir.
Esgotado!
Necr�polis, claro. Por que n�o at� a lua?
N�o pedimos para ir at� a lua, pedimos 3 passagens para Necr�polis.
Ficou bem claro?
Arthur!
Arthur?
Quebrou minha porta para roubar a chave?
Responda, Arthur!
Que trabalho!
Por aqui. Vamos logo, enquanto somos jovens.
Sim, isso � uma folha! Vamos l�.
Isso a� n�o � decora��o. Vai precisar.
"Arrivederci, baby"!
Arthur?
Arthur!
O carro? O que o carro est� fazendo aqui?
Necr�polis. Rapaz, l� vamos n�s!
Aqui est�.
Puxa! Que legal!
Tem outro igualzinho, em rosa. Quer ver?
Beta, j� temos luz suficiente.
- Arthur? - Para onde exatamente estamos indo?
Estamos aqui. E estamos indo para c�.
Caramba, eu sei onde fica isso. Fica embaixo do tanque de �gua.
Um tanque de �gua gigante, nas m�os daquela figura terr�vel.
- Agora, estou come�ando a entender. - De quem est� falando?
- Do mais maldoso de todos. - Ah, Maltazard?
Santa corcunda do "gamallus"!
Ningu�m te ensinou a tomar cuidado com o que diz?
- Sinto muito! - Arthur?
Vov�?
E... vamos partir!
Arthur?
O v�o dura quanto tempo?
� bem curto, contanto que n�o aconte�am encontros desagrad�veis.
Como assim, "encontros desagrad�veis"?
Santa abelha! Ele amassou a porta, e agora estamos presos.
- O que foi isso? - N�o fa�o id�ia...
mas acho que n�o devemos ficar aqui para descobrir.
- O que vai fazer? - Sair daqui.
Opa...
Segurem firme.
- Puxa! Gostei mais quando parou. - Caramba!
Algu�m vai se machucar com isso. Vai ficar comigo.
Assim � mais seguro.
�gua!
Fa�a alguma coisa, Arthur! Tire-nos daqui!
Parece que voc�s dois ter�o que me tirar daqui.
- Tem um buraco no meu barco. - Minimoys n�o sabem nadar.
Vou buscar voc�s. Estou indo.
- Arthur, por favor! - Estou chegando. Estou chegando.
Eu conhe�o este rio.
Tem uma curva para a direita, depois uma curva fechada para a esquerda.
Ent�o, para alcan��-los, preciso seguir reto, como o v�o do corvo.
Desculpe, mas o v�o do corvo � o v�o do corvo...
- Viram? N�o abandonei voc�s. - Maravilha!
Em vez de n�s dois nos afogarmos, todos os tr�s vamos morrer juntos!
Ningu�m vai se afogar, Selenia!
N�o vai deixar um riozinho de nada te apavorar, vai?
N�o � do rio que tenho medo. � daquilo!
Muito bem, Sr. "Eu Cheguei", alguma �tima id�ia antes de nos afogarmos?
Claro que tenho.
Beta, tem uma corda nesse seu canivete com 300 fun��es?
N�o, este � o modelo mais simples.
Tive uma id�ia!
N�o � porque vamos morrer que voc� pode tomar liberdades!
N�o, voc� entendeu errado.
Preciso do la�o para alcan�ar aquela �rvore.
Essa sua id�ia, n�o sei, n�o.
Pois eu sei!
Arthur, alguma vez lan�ou uma espada dessas?
N�o, mas n�o deve ser mais dif�cil do que jogar dardos.
Betameche, voc� primeiro; Selenia, voc� vai depois.
Sim, senhor.
Sua vez, Selenia.
- Betameche, depressa! - N�o d�, estou escorregando!
- Selenia, segure com as duas m�os! - De jeito nenhum!
- Estamos salvos! - Ainda n�o!
Arthur, venha depressa! N�o temos o dia todo.
Estou indo!
Selenia, precisa admitir que o garoto � �gil.
Com as duas m�os livres, � f�cil.
Obrigado.
Arthur, voc� foi fant�stico!
Ser� que o Sr. Fant�stico pode devolver meu la�o agora?
J� est� dif�cil sem o meu marido. Como vou sobreviver sem o Arthur?
Aposto que ele logo voltar�.
Todos os acontecimentos devem t�-lo chateado.
- �... - Ele n�o deve ter ido longe.
E faremos o poss�vel para encontr�-lo, senhora.
- Est� bem. - Pode contar conosco.
Senhora.
- O que foi isso? - Humanos.
- Jura? - �.
�s vezes, isso acontece o dia todo.
Droga, o mapa est� encharcado! Como vamos achar o caminho agora?
Vamos usar a posi��o do sol para nos orientarmos, quando ele nascer.
Por enquanto, vamos procurar um lugar para dormir.
Fa�a o favor de achar um lugar confort�vel. Estou todo dolorido.
Beta, se reclamar mais uma vez, vai dormir embaixo de um "bullmunch".
O que � um "bullmunch"?
� igual a um "gamallus", s� que bem maior.
- Beta, vou precisar do seu canivete. - J� estou pegando.
Onde colocaram a Metacola?
Opa, desculpe.
D� isso aqui, Beta, antes que acabe machucando algu�m!
Calma, n�o tenho isso h� muito tempo.
- Acabei de ganhar de anivers�rio. - Quantos anos voc� tem?
Tenho 300 anos. Mais 60 anos, e serei um adulto.
- E a Selenia tem quanto, ent�o? - Quase mil anos.
- Mil anos? - Sim.
A idade da raz�o. Ela faz anivers�rio em 2 dias.
Est� dando certo? Peguei!
- O que ela est� aprontando? - Est� fazendo a cama.
Estou exausto! Boa noite.
Bem, parece que ele n�o tem problemas para dormir, tem?
� normal, ele ainda � novo.
Tem s� 300 anos. Nada mau.
Que gostoso!
E voc�? Vai fazer mesmo mil anos em 2 dias?
Vou. E em 2 dias vou suceder meu pai e cuidar do povo Minimoy...
at� que chegue a hora de meus filhos atingirem a idade de mil anos...
e me sucederem. Essa � a tradi��o.
Mas, para ter filhos, voc� precisa de um marido.
Eu sei, mas n�o estou preocupada. Ainda tenho 2 dias para achar um.
E agora...
boa noite... Arthur.
Boa noite, princesa.
Arthur?
Vamos, hora de acordar, meninos!
Temos uma longa jornada � nossa frente!
Ei, eu mandei voc�s acordarem!
Isso exige uma mudan�a de t�tica!
Vamos, � hora de tomar banho!
Isso � o que eu chamo de acordar bruscamente!
Pois voc� teve sorte.
Ela me acorda assim todas as manh�s dos �ltimos 300 anos.
Estes aqui s�o ainda melhores. Experimente.
Que gostoso! O que �, exatamente?
Ovos de lib�lula.
Ei, venham ver isto aqui!
Puxa! Que horror!
Suponho que, vendo por este �ngulo, n�o � t�o bonito.
Algu�m sabe para que isto serve?
� um sistema de irriga��o. Transporta �gua.
- Mais �gua? - Sinto muito. Eu n�o sabia que...
Espere! Espere a� um minuto!
Quer dizer que foi voc� que construiu esta monstruosidade?
Sim, mas eu s� queria regar os rabanetes. A vov� adora rabanetes.
Quer dizer que voc�s comem essa coisa horr�vel?
Vamos torcer para a sua inven��o n�o cair nas m�os do Malvado.
Do contr�rio, sei muito bem o que ele vai fazer com ela.
- Madeira! - Cuidado!
Meus canudinhos! Est�o roubando meus canudinhos!
Se est�o se livrando dessas coisas, est�o nos fazendo um favor.
Tente pensar antes de falar, Betameche.
O Malvado sabe muito bem que os Minimoys n�o suportam �gua.
E o seu amigo aqui acabou de lhe dar um jeito de transportar �gua.
Para onde voc� pensa que ele vai mandar a �gua?
Para a nossa aldeia!
- Arthur, aonde estamos indo? - Consertar o erro que eu cometi.
N�o acredito nesse garoto. Humanos s�o malucos.
Pode ser, mas acho que Arthur tem raz�o.
V�o levar os canudos para Necr�polis, e n�s iremos junto.
Nunca posso decidir nada!
Muito legal voc� vir comigo.
Meu medo � voc� fazer alguma besteira sem mim por perto.
Beta! Depressa!
L� vamos n�s de novo!
Voc� sabe ao menos aonde vai levar este riacho?
N�o, mas todos os rios e riachos se encontram em algum lugar.
Voc� sempre tem id�ias brilhantes, n�o �?
N�o se preocupe, vou cuidar disso.
- Me devolva seu la�o. - De jeito nenhum!
Segurem firme!
Odeio transporte p�blico!
Ol�.
O que est�o aprontando por a�?
Se os Se�des nos encontrarem, n�o teremos chance de te contar.
Os Se�des?
- Algum problema? - N�o, nada.
S� queria ver se a parte da sanfona n�o tinha quebrado.
N�o precisamos dessa parte. S� queremos os talos.
Claro, os talos. Sem problema.
- Mexa-se, o Mestre est� esperando. - O Mestre, claro. Sem problema.
N�o se mexam at� eu vir buscar voc�s, entenderam?
Sem problema!
- Onde est�o os seus refugiados? - Escondi num lugar superdiscreto!
- Bem legal, n�o? - E superdiscreto, como disse.
Jackfire para todos?
- Sim, por favor! - Sim, sim, sim.
Claro, obrigado.
Jack, pode encher. � por minha conta.
Pode encher.
- Vida longa aos Sete Reinos! - Vida longa aos Sete Reinos!
- Era do que eu estava precisando. - Essa desceu direitinho.
� o melhor jackfire da cidade!
Desculpe. Aos Sete Reinos!
Que refrescante!
Enquanto estiver comigo, n�o precisa ter medo.
Eu mando aqui. Meu nome � Max.
- Oi, Max! - E voc�, senhorita, quem �?
Selenia, filha do imperador Sifrat de Matradoy...
o 15� dessa linhagem, governador do Primeiro Reino.
Muito prazer, gatinha!
Jack, mais uma dose.
Ei, Easylow!
- Sim, chefe. - Vamos botar para quebrar.
Pode deixar.
Pode me dar a honra desta dan�a, princesa?
Selenia? Acho bom irmos andando. Temos um longo caminho pela frente.
Claro.
Ela � velha demais para mim. Tem mil anos, e eu s� tenho 10.
O que eu faria com uma mulher mais velha?
Por que um garoto bonito como voc� est� com o copo vazio?
Bem, se n�o estivesse vazio, voc� n�o poderia encher, poderia?
Gostei do seu senso de humor. Vejo que vamos nos dar muito bem.
V� com calma!
Se quer encontrar um marido em dois dias, n�o h� tempo a perder.
Mas posso te ajudar, se quiser.
- Que gentileza a sua. Obrigada. - Gosto de ajudar.
Al�m do mais, as coisas est�o paradas no momento.
Eu s� tenho sete mulheres.
Nossa! Sete mulheres? Voc� deve ficar esgotado.
Gosto de trabalhar duro.
Posso trabalhar direto sete dias por semana...
...e nunca me canso. - Que maravilha.
- E ent�o, onde eu assino? - Onde quiser, n�o faz diferen�a.
Ah, Selenia!
Com licen�a, mas ele j� assinou com outro lugar.
Selenia, �... Voc� vai mesmo fazer mil anos?
Sim, mas contamos os anos em bot�es de Selenielle.
Selenielle � a flor real.
Certo, Selenielles. Ent�o, qual seria a minha idade?
- Mais ou menos igual � minha. - Puxa, que incr�vel!
Quer dizer que voc� j� foi uma garotinha como eu?
- O qu�? - N�o... Quer dizer, eu sou menino...
Voc� foi pequenininha, como as garotas do meu bairro?
N�o, eu nasci deste jeito. E nunca botei o p� fora dos Sete Reinos.
Eu queria muito levar voc� para o meu mundo um dia.
- Esse � o Maltazard? - N�o.
Para a sua sorte, � s� o Darkos, filho dele.
Darkos, que honra!
Chegou na hora certa. A coisa est� agitada aqui esta noite.
Estou vendo. Fazendo festa sem convidar os amigos, �?
N�o, n�o foi planejada. � uma festinha improvisada.
Para impressionar o pessoal novo, sabe?
Novos rostos?
Me avise se ele vier para c�.
Ei, Darkos, e a�?
Selenia, o que uma princesa do seu gabarito faz num lugar como este?
- S� passei para dan�ar. - Ent�o, vamos dan�ar!
Darkos, querido, prefiro morrer a dan�ar com voc�!
Seu desejo � uma ordem, princesa. Voc� vai dan�ar na eternidade.
Easylow, bota pra quebrar!
Pegue-os!
Arthur, cuidado!
Eles est�o brigando bem. Vamos ver se eles t�m balan�o!
Acho que vou chamar refor�os!
Gostei desse garoto!
Tr�s contra um, �? Ent�o, vou triplicar o poder.
- Que lindo. - N�o precisava!
N�o foi nada.
Essa � minha garota!
- Santos "gullybars"! Que susto! - O que est� fazendo aqui?
Perdi meu canivete, preciso achar outra coisa.
- Achou alguma coisa? - N�o.
Meu canivete!
Isso � que � entretenimento!
Easylow, est� na hora de fechar.
- Atacar! - Atacar o caramba!
- Peguei! Eles est�o ali! - Peguei um! Peguei um!
- Um deles me mordeu! - Desculpe, chefe!
Algu�m acenda as luzes!
- O que est� acontecendo? - Seguindo suas ordens, senhor...
...toque de recolher �s 10. S�o dez horas.
Abrir at� mais tarde, permiss�o concedida!
Legal, muito legal.
Vamos, me acompanhem.
Por aqui, a viagem � segura.
�timo!
Isto � do Max. Vai levar voc�s at� o QG do M.
Ainda bem que eu n�o vou!
Saiam! Saiam da frente!
Eu...
quero...
eles!
Mas que gritaria doida � essa?
� o Darkos dando esc�ndalo.
Acha que Max vai conseguir atras�-lo por muito tempo?
Max sabe enrolar qualquer um. Podemos contar com ele.
Vamos indo.
Certo, mas como pode confiar num cara desses? Espere!
N�o comece, Betameche! Continue andando, e feche o bico, por favor!
Que rosnado � esse?
- Rosnado? N�o estou ouvindo nada. - Corta essa, Selenia!
Sei que s� est� dizendo isso para me assustar.
- Vamos, o que foi isso? - � o P� Grande.
Ele est� rosnando porque voc� o acordou, e agora ele vai te comer.
Surpresa!
Bom, � uma surpresa mesmo.
Onde est� o Arthur?
- No jardim. - No... No jardim?
SEM SA�DA - � aqui! - Obrigada.
Sem voc�, estar�amos perdidos! Agora, me d� seu canivete.
T�, mas n�o quebre!
Vamos embora, meninos.
- Voc� primeiro, Selenia. - Princesas primeiro.
Homens s� viram cavalheiros por interesse, n�o �?
Bom, pr�ncipes em segundo lugar.
Acho que � minha vez.
Como assim, ele sumiu?
Toda noite, eu contava hist�rias sobre as aventuras do av� na �frica.
- Ontem, contei sobre os Minimoys. - "Mini" o qu�?
Os Minimoys. Ele ficou convencido de que...
...eles moram no nosso jardim. - No jardim?
S�o s� contos de fada e lendas, vov�.
Claro, mas...
j� que cometi o erro de contar a ele sobre os problemas financeiros...
ele cismou que tinha que achar o tesouro que o av� escondeu.
Que tesouro?
Filha...
para que achar o tesouro se Arthur n�o est� aqui para aproveitar?
N�o se preocupe, vov�. Sei que ele vai voltar.
Ele s� tirou uma folga, s� isso. N�o, no buraco!
- Desculpe! - N�o no rosto!
Depressa!
Selenia, o lugar est� cheio de Se�des!
Por que acha que estamos nos escondendo?
O que eles est�o fazendo?
Devem estar levando comida para seu Mestre. Vamos segui-los.
Acha que ele est� l�?
- O que vai fazer, Selenia? - Vou estragar o almo�o dele.
Ele n�o vai gostar disso.
- Mas... - � aqui que a gente se separa, Arthur.
- Tenho que enfrentar isso sozinha. - Como assim?
- Pensei que f�ssemos uma equipe. - Bom, a equipe vai se separar.
Voc� vai buscar o seu tesouro, e eu vou cuidar do M.
Se eu conseguir, vamos nos encontrar aqui.
E se n�o conseguir?
Se eu falhar, repasso meus poderes para voc�.
Como assim?
- Seja um bom rei. - Mas espere. Temos que...
Sele...
Meus parab�ns, Arthur, foi um belo casamento!
Realmente um dos mais bonitos que eu j� vi!
- Comovente, claro, conciso e r�pido. - �, r�pido demais.
Conseguiu o mais importante: a m�o e o cora��o dela. Quer mais o qu�?
Sei l�. Uma festa, talvez?
Ser� que me daria o prazer de organizar essa festa?
Passei dias inteiros polindo essa espada.
Reconheceria esse som em qualquer lugar.
E quem mais teria retirado a espada da pedra sen�o voc�...
Selenia?
� um prazer v�-la, princesa.
Igualmente! Assim, posso matar voc� com as minhas pr�prias m�os.
- Por que tanto �dio? - Porque traiu seu pr�prio povo...
matou popula��es inteiras e escravizou as outras.
- Voc� n�o passa de um monstro. - N�o fale de monstros...
nem de coisas que n�o conhece!
No tempo em que eu era conhecido como Maltazard, o Bom...
Maltazard, o Generoso...
aquele que cuida e protege...
eu inspirava tanta confian�a e seguran�a que...
quando veio a seca, que durou mil anos...
fui eu o escolhido para a cruzada...
com a tarefa de trazer �gua de volta, � claro, mas tamb�m...
todas as riquezas que pudesse encontrar.
Maltazard, o Conquistador!
Fui louvado e aplaudido quando parti...
mas enfrentei todas as dificuldades sozinho:
as terras hostis, as feras...
as tribos sedentas por sangue...
que viviam nas profundezas de plat�s contaminados...
onde nem mesmo os humanos se atreviam a ir.
Mas eu sobrevivi a tudo isso.
E, depois que cumpri minha miss�o, voltei � aldeia como...
Maltazard, o Her�i!
Por�m, n�o demorou muito at� as doen�as e feiti�os...
que havia enfrentado nas minhas viagens come�arem a...
desfigurar meu corpo.
O medo se espalhou entre o povo. O medo da contamina��o.
As pessoas pararam de falar comigo.
Atravessavam a rua quando eu me aproximava...
e, muito em breve, eu me tornei Maltazard...
o Malvado!
A vers�o registrada nos livros de Hist�ria � um pouco diferente.
Dizem que, quando voc� voltou de viagem, comemorou por meses a fio...
cada dia se afundando mais na bebida e na lux�ria...
at� come�ar a andar com o pior tipo de insetos...
at� com os venenosos...
como certas jovens e bonitas...
..."weevil". - Sil�ncio!
Voc� deu seus poderes a ela; ela deu os poderes dela a voc�.
J� chega!
Eu estava b�bado!
Bem, se n�o sabe beber, n�o devia exagerar.
Sim, eu sei. Eu me deixei levar.
� verdade, ela me roubou um beijo. Um �nico beijo...
que arruinou minha vida inteira.
Da pr�xima vez, tente escolher melhor suas parceiras.
Da pr�xima vez, minha parceira ser� a mais bonita de todas.
Ser� a que eu vi brotar como uma flor delicada.
Uma flor que h� tempos quero colher.
Tome cuidado. Flores delicadas podem ter espinhos.
Sim, e somente esta flor ador�vel tem o poder de me libertar...
do feiti�o que me prende e me fazer voltar a ser quem eu era.
Somente o primeiro beijo de uma princesa tem o poder...
Eu sei. E, se estou sabendo direito...
voc� ainda n�o � casada.
Sua informa��o precisa ser atualizada.
- Mestre? - Quem se atreve a me perturbar?
Sou eu, Bruce. Trouxe um capacete novo.
Fala logo.
Bem, Selenia, � mais esperta do que eu imaginava.
Obrigada.
Poderia ter salvado minha vida, mas n�o quis.
N�o espere que eu poupe a sua.
N�o se preocupe, Selenia. N�o vai morrer t�o cedo.
Vai sofrer um pouquinho antes...
ao ver a destrui��o do seu povo.
- Voc� � um monstro, Maltazard! - Eu sei. Aprendi com minha mulher.
Levem-na!
Me deixem em paz! Me soltem!
Sou casado h� 5 minutos, e j� me sinto um vi�vo chave-de-cadeia.
Temos que sair daqui, Beta. Vamos pensar em algo.
- Estou pensando, Arthur. - Os poderes.
- Que poderes ela me deu com o beijo? - N�o sei!
- Como n�o sabe? - Estrangul�-lo n�o vai adiantar nada!
E � melhor guardar sua energia se quiser comer.
Como assim?
Se quiser comer aqui, ter� que ensinar a eles algo novo todo dia...
sen�o vai passar fome, e isso faz sentido. Sentido total.
Conhecimento � a fonte verdadeira de riqueza, n�o �?
Que tipo de coisa eles querem saber?
Qualquer coisa! Desde as leis elementares da F�sica...
at� os padr�es comportamentais dos b�zios...
e como cozinhar ervilhas. Eu os ensinei a escrever.
E a pintar, principalmente grandes telas...
e a controlar luz usando espelhos...
e a transportar �gua de um lugar para outro.
Sim! � verdade, mas como sabia tudo isso?
Porque o homem que inventou todas essas maravilhas � meu av�.
- Arthur? - Vov�!
Meu neto!
Que felicidade te ver de novo! Deixe-me olhar para voc�.
- Puxa, como voc� cresceu! - Parece mais que eu encolhi.
Sim, � verdade. Mas como voc� conseguiu chegar at� aqui?
Achei sua charada.
Sim, claro, minha charada. Voc� � um verdadeiro her�i!
Ol�, Archibald. Lembra-se de mim?
Betameche? � voc� mesmo?
Que felicidade rever voc�! Como vai seu pai, o nobre rei?
Muito bem, obrigado.
E sua irm�, a encantadora princesa Selenia?
- Selenia. - Selenia!
Eu falhei, Arthur. Sinto muito.
Est� tudo perdido.
N�o. Enquanto ainda estivermos vivos e nos amarmos, nada estar� perdido.
Voc� � t�o esperan�oso.
Nunca se deve perder a esperan�a. Olhe s� para mim.
Ontem, eu era s� um garoto pequeno e solit�rio.
Hoje estou casado com uma princesa.
Uma princesa feliz.
Porque ela finalmente encontrou seu pr�ncipe encantado.
Tempo!
N�o quero ser grosso, mas n�o devem respeitar a tradi��o?
�, ele tem raz�o.
Onde eu estava com a cabe�a?
Archibald! Como vai?
Nada mal, Selenia. Que prazer rev�-la.
- Igualmente, igualmente! - Selenia, que tradi��o � essa?
Quando o primeiro beijo � dado, precisa esperar mais mil anos...
para testar o desejo e a f�.
O que � raro � sempre mais valorizado.
- Ela tem raz�o, sabia? - E, como princesa...
� meu dever seguir os ensinamentos do Grande Livro.
E voc� devia fazer a mesma coisa, em vez de roubar meus beijos.
Eu? N�o fui eu, foi voc� que...
Agora venham, pombinhos. Chegou a hora do show.
Por aqui.
O port�o est� aberto, chefe.
Meu Deus!
Eu ensinei tudo isto a eles, e agora v�o usar contra n�s!
E eu forneci a eles os canudinhos.
Veja! � o Mino, filho do Miro. Ele ainda est� vivo!
O tesouro!
Archibald! Que prazer ver voc� de novo!
- O prazer � todo seu. - Ent�o, Archibald...
n�o est� orgulhoso do uso maravilhoso que fiz...
...de todo o seu conhecimento? - Parece uma bela estrutura.
Que pena que seu �nico prop�sito seja inundar a aldeia dos Minimoys!
N�o, n�o s� isso.
Vamos afog�-los, pulveriz�-los e destru�-los para sempre.
V�o morrer desesperados pronunciando meu nome.
Veja. Leia meus l�bios.
Mal-ta-zard.
- Voc� � mesmo um monstro. - Talvez. Mas tamb�m sei ser nobre.
Voc�s est�o livres.
Viram? � s� seguirem o t�nel, e chegar�o em casa logo, logo.
Assim que entrarmos no t�nel, voc� vai inund�-lo.
Minha pobre Selenia. Que mente perturbada voc� tem!
Vamos, depressa, antes que eu mude de id�ia.
- Senhor? - O que foi agora?
Posso pedir � Vossa Alteza um �ltimo favor antes de morrer?
Gostei desse garoto. Qual � o favor?
Eu gostaria de deixar meu �nico pertence de valor, este bracelete...
ao meu amigo, Mino.
Concedido.
Seu pai me enviou! Vou tirar voc� daqui.
Mas voc� precisa assinalar sua posi��o exatamente ao meio-dia.
"Assinalar minha posi��o"? Mas como?
Usando os espelhos, Mino. Os espelhos!
Sim! Os espelhos!
J� chega! A paci�ncia � a �nica coisa para a qual tenho limite.
Ao meio-dia. Em ponto!
Vou dar uma vantagem a voc�s de... 3 minutos.
- Espero que ele queime no inferno! - Ele j� est� l�, Selenia. Depressa!
- Darkos? - Sim, pai?
Prepare-se para abrir as comportas.
Vamos! Vamos!
Tem alguma coisa pra beliscar? Adoro comer durante um bom show.
N�o consigo mais. E para que fugir?
- Vov�. Venha, depressa! - V�o voc�s.
Eu vou ficar e esperar minha morte. Com um pouco de dignidade.
Venha, vov�. Voc� consegue.
Arthur, para qu�?
Voc� precisa encarar, filho. Estamos acabados.
Vossa Alteza, umas guloseimas.
- Delicioso. Traga mais. - Sim, Mestre!
Deve haver uma solu��o. Sempre h�.
A �nica solu��o � rezar por um milagre.
O problema � que j� pedi � Grande Deusa da Floresta v�rios milagres.
Ela pode ficar brava.
- Um milagre! - Milagre? Onde?
Bem a�, vov�. Est� sentado nele. Veja!
Venham me dar uma m�o!
Vamos! Empurrem!
O que � isto?
Um carro. � uma Ferrari 250 GTI com 12 cilindros!
- Presente de anivers�rio. - N�o me diga que sabe dirigir isso.
Claro que sei!
- Senhorita, por aqui, por favor. - Deus, que seja!
Bingo!
Depressa, Arthur.
Tenho que dar corda suficiente para percorrer a dist�ncia.
Arthur, a �gua est� vindo!
- Depressa, Arthur, por favor! - Pronto!
Esta � a primeira vez que levo uma garota para passear de carro.
Tomara que n�o seja a �ltima. Pise fundo!
Vamos l�!
Mais r�pido!
Espero que n�o haja fiscaliza��o fotogr�fica, ou j� levamos multa!
Para a esquerda!
Da pr�xima, tente avisar antes, est� bem?
Certo. � direita.
- E agora? Esquerda ou direita? - Para baixo!
Selenia... N�o estou me sentindo bem.
Ag�ente firme. Tem menos turbul�ncia agora.
Querido, ouviu esse barulho? Parece que tem �gua aqui embaixo.
�timo! Agora est� ouvindo vozes, como Joana d'Arc?
Daqui a pouco, vai come�ar a ver...
anjos e fantasmas com lan�as e armaduras vindo atr�s de voc�.
� bom voc� se virar.
Tem uns caras enormes com colares e penas, e eu n�o sei... Oi!
Mas o que?
- Que horas s�o? - Quer saber a hora? Claro.
Segundo nossos c�lculos, a �gua deve chegar � aldeia daqui a 3 bolas.
Que horas s�o, querido Miro?
- Cinco para o meio-dia, meu bom rei. - Faltam 5 minutos, e nenhuma not�cia.
Tenha f� neles, meu bom rei. Sei que eles v�o conseguir.
Que os deuses o ou�am, Miro. Que os deuses o ou�am.
Vejam, o port�o!
- N�s conseguimos! - Legal!
- Arthur, vai nos decepcionar agora? - Desculpe. Teremos que sair e correr!
Que ronco � esse?
N�o fa�o id�ia, senhor, mas estou com mau pressentimento.
- Papai, sou eu, Selenia! - Minha filha! Eles voltaram!
Abram o port�o!
Abram o port�o agora!
- Fechem o port�o imediatamente! - Abrir, fechar... Decidam-se.
Todos juntos agora!
Voc� conseguiu, papai! Voc� conseguiu!
Agora, � o Mestre de todos os Reinos!
Deus sabe que n�o gosto de t�tulos...
mas devo admitir que � gostoso ser o Governante Supremo.
Vamos nos preparar.
Parece que o port�o vai ag�entar.
- N�o por muito tempo. - Meus filhos!
Papai!
Sentimos sua falta, papai.
Meus filhos, voc�s s�o o maior tesouro deste velho rei!
O que foi?
N�o, o telefone foi desligado. Est� mudo.
- Qual o problema? - L� fora!
- O que tem l� fora? - Cinco.
- Cinco o qu�? - Negros...
- Do que est� falando? - Enormes!
Aonde voc� vai? N�o me deixe aqui, por favor!
� meio-dia. Em um minuto!
Depressa, s� tem um minuto.
O port�o s� segurar� a �gua durante uma hora...
mas sei que posso contar com voc�. Afinal, voc� j� � um de n�s.
Saiba que ser� sempre bem-vindo aqui.
E uma segunda volta para o esp�rito.
Nossa vida est� em suas m�os, meu amigo.
Estamos contando com voc� e seu neto.
N�o se preocupe. Arthur tem um plano, e sei que vai funcionar.
Vai ficar muito chato sem voc� por aqui. Volte logo.
Na d�cima lua. Eu prometo.
Dez luas.
Tempo suficiente para testar nosso desejo e respeitar o protocolo.
Dane-se o protocolo!
E uma terceira volta para a alma.
Vejo voc�...
em dez luas!
Obrigado!
- Voc� est� bem? - Sim, obrigado.
M�e? M�e! M�e?
Filho? O que?
Arthur?
- Por onde voc� andou? - Eu estava com os Minimoys!
- "Mini" o qu�? - Minimoys!
M�e? Vov�!
Voc� est� bem?
Meus irm�os!
Que bom ver voc�s de novo!
Olhe s� para voc�!
Vov�! N�o temos muito tempo. Temos que ir!
Tem raz�o.
Meio-dia em ponto! E n�o vemos ningu�m chegando.
Embora seja um belo domingo, o dia do Senhor...
n�o houve milagre. Portanto...
Tem raz�o, Davido.
� um belo, belo domingo.
Acredito que preciso assinar alguns pap�is, correto?
Vamos para a sala. � mais confort�vel.
Enquanto eu ganho tempo, voc� procura o tesouro.
Mino!
Mino, cad� voc�?
- Mino! - N�o vai ser f�cil.
Luz!
Prometi riqueza e poder...
e Maltazard sempre cumpre suas promessas.
Nada pode nos deter agora!
Os Sete Reinos s�o meus!
Ou melhor, nossos.
O que foi?
Com licen�a, pode me dizer que horas s�o? Sou meio m�ope.
- Meio-dia! - Obrigado.
Guerreiros valentes e fi�is...
que comecem as comemora��es!
LUZ
Fazendo o contr�rio, a luz que vai para baixo ir� refletir para cima.
Mino, voc� � o m�ximo!
Mas o que ele est� fazendo? Darkos!
O idiota vai delatar nossa posi��o! Fa�a-o apagar essa luz!
Apague a luz!
Desculpem. Sou m�ope e meio surdo tamb�m.
Seu tolo! Vai se arrepender por desafiar Maltazard!
N�o foi nada! Tragam-no aqui!
Cuidado, ou eu acabo com voc�s!
Aposto que sim! Venha mostrar, ent�o!
Deixem comigo! Deixem comigo!
- O que � essa coisa? - Eu sei! Eu sei!
� Senhor Divino, � um tipo de...
�gua?
- Papai? Eles entupiram o cano. - Droga!
Papai! O que devo fazer?
E quanto a mim, pai?
Quanto a voc�, meu filho, doravante, eu o declaro...
Comandante das For�as Imperiais!
Obrigado, pai, mas n�o tem vaga sobrando nesse mosquito?
Um Comandante jamais abandona seu posto!
Pai! Me tire!
Mino?
Legal!
Mais caf�?
N�o! Chega de caf�! Obrigado.
Mas eu adoraria que voc� assinasse este papel!
Claro. Onde foi parar minha caneta?
- Que caneta bonita! - J� perdemos tempo suficiente.
- Assine! - Claro.
E agora...
o dinheiro!
Ah, o dinheiro.
Quero ver voc� fazer um dos seus truques agora.
Achei!
Bravo, meu garoto!
Muito bem.
Contas acertadas formam boas amizades, n�o � mesmo?
Pronto. Est� tudo pago.
Senhor, agora precisamos nos despedir.
- Adeus. - Adeus!
Meus parab�ns!
Ningu�m se mexe! Ningu�m!
Ent�o foi por isso que queria a minha propriedade?
Claro. O chamado da cobi�a, agora e para sempre!
Uma noite, voc� tomou umas e outras...
e me contou sobre o tesouro, e desde ent�o n�o consegui mais dormir.
Mas agora � meu!
Obrigado, garoto. Bom trabalho.
Bem, eu vou me despedindo.
Nunca mais v�o me ver.
Pois eu irei para muito, muito longe.
Voc� vem comigo.
Vamos!
Tire suas m�os de mim! Conhe�o o governador!
- Eu fico com isso. - Da pr�xima vez, por favor...
...deixe o presente em lugar seguro. - Prometo.
Eu fico com isso. Ficar� mais seguro comigo.
N�o se preocupe, Mino. Vou cuidar de voc�.
- Eles conseguiram! - Eles conseguiram! Minha filha!
Meu filho!
Meu pequeno.
Eu adoraria que meu pequeno Mino tivesse visto isso!
Eu compreendo, Miro, mas nosso povo est� s�o e salvo.
E devemos ficar gratos por isso.
Claro, claro.
Esperem. Eu acho que sei o que �.
- � o Mino! - Mino, meu filho!
Papai!
Meu pequeno.
- Tudo est� bem quando termina bem. - Ainda n�o.
Posso?
Vamos fazer um brinde!
Est� chegando!
- O que � isto? - Meu prato preferido.
Pesco�o de girafa africana.
O qu�?
Querida! Rosie!
Querida. Rosie, acorde, querida!
Toda vez que ela fica emocionada, ela desmaia!
Cad� o Arthur?
Ele... foi se lavar. Volta rapidinho.
S� mais dez luas, Selenia.
Vou esperar voc�.
LEGENDAS VIDEOLAR
Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.