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39 ANOS ANTES DO NASCIMENTO DE CRISTO
5 ANOS DEPOIS DA MORTE DE JULIUS CAESAR
Vinho.
Odeio esse tipo de coisa.
Gaius.
V�o se foder.
V�o se foder todos voc�s.
Deem-nos o seu dinheiro e morram.
De seu esconderijo na ilha da Sic�lia,
o rebelde Sextus Pompeius
nos implorou pela paz!
As rotas mar�timas para Roma est�o abertas novamente!
Os navios de gr�os est�o chegando.
A fome acabou!
Griots Team apresenta:
S1E02 "RISE"
N�o.
VILA DE SEXTUS POMPEIUS, SIC�LIA
Voc� ainda n�o terminou comigo, n�o �?
N�o me puniu o suficiente?
Livia!
Estou fodidamente...
fodidamente...
gr�vida.
Livia.
Voc� est� louca?
- Como posso estar gr�vida? - Minha esposa
destruindo o santu�rio
na frente dos escravos,
ofendendo todos os deuses
e o nosso anfitri�o ao mesmo tempo!
Voc� n�o esteve perto de mim.
Voc� esqueceu que somos completamente...
Dependemos totalmente da caridade dele.
S� aquela vez.
Ele est� se arriscando.
Ele est� se arriscando para nos abrigar.
Voc� n�o entende isso?
Nossos inimigos est�o ao nosso redor!
Antonius, Lepidus, Gaius.
A Sic�lia � o �ltimo ref�gio que nos resta.
S� temos isso.
Eu sei.
V� e se explique a Sextus.
Ele acabou de voltar de Roma.
Mam�e.
Tiberius.
- Sinto muito, Sextus. - Se eu fosse voc�, eu...
provavelmente n�o teria me rebelado contra os deuses.
O que eles j� fizeram por mim?
Ouvi as suas novidades.
Eu tamb�m tenho algumas.
� de interesse de voc�s dois.
Voc� precisa ouvir.
Espero que minha esposa tenha se desculpado.
Eles assinaram o tratado.
Os ditadores.
Pensei que estivesse tudo acabado.
- O tratado com eles. - Estou enrolando.
Negocia��es.
Um inverno sem comida mudou a cabe�a deles.
Agora somos aliados.
Minha posi��o foi formalmente reconhecida
e, em troca, estou levantando o bloqueio em Roma.
Essa � uma boa not�cia para voc�, claro.
Parte do tratado � uma anistia
para todos os banidos,
os exilados durante as guerras...
O que obviamente inclui voc�, Nero.
Espera.
Eles concordaram com uma anistia?
Para mim?
Bem, para todos.
Certo.
Podemos ir para casa?
Podem ir para casa.
Cidad�os: Alzwitch71 - Bee - Lari.Witch
gkarnikow - Lollipop Redrixy- TatianeVS
thainasa - teclaSwap - Trench21P
Senadores: mahhnobre - �linda - Trench21P
Imperatriz: Sassenach
Um grande dia.
Talvez voc� devesse irritar os deuses mais vezes.
Eu acabei me excedendo.
- N�o acontecer� de novo. - N�o.
Estou enjoada.
Boa noite.
Boa noite.
� meu?
N�o acho que seja.
Sou grata pelo que fez.
For�ando a cl�usula de anistia no tratado.
- A ideia foi sua. - Voc� que fez.
Voc� colocou Roma de joelhos.
Qual � a sensa��o?
Voc� n�o precisa voltar.
Voc� tem um acordo de casamento com a sobrinha de Scribonia
para selar a sua alian�a com Gaius Julius.
E eu n�o serei uma amante.
N�o h� nada para voc� em Roma.
Minha casa, minha heran�a...
Minha vida.
Est� tudo em Roma, Sextus.
E eu quero de volta.
Deuses! Eu odeio estar gr�vida.
Imagine ter tr�s em quatro anos.
Marcus Antonius sempre foi um touro.
Esqueci de lhe dizer,
meu primo Libo me fez uma visita ontem.
N�o sei se sabe, ele � guardi�o de Livia Drusilla
agora que o pai dela morreu.
Ele queria saber se havia algo a ser feito para ela e o marido.
O qu�? Ela est� viva?
Voltaram para Roma, sem dinheiro
e est�o na casa do Libo.
A anistia, claro.
Libo disse que passaram o inverno
na Sic�lia com Sextus Pompeius.
Ele espera que voc� fale com Gaius.
Eles querem recuperar algumas de suas posses.
Quanta coragem!
N�o posso fazer nada.
Libo e a fam�lia os querem fora de casa.
Mande um pouco de comida e um escravo, algo do tipo.
Que gra�a tem isso?
Esqueceu o que ela nos disse no casamento?
- N�o. - Mas isso faz muito tempo.
N�o est� curiosa para ver a Livia de novo?
J� que tocou no assunto, nem um pouco.
Pois eu estou.
- Vou levar este. - Gostou?
Por qu�?
O que tem em mente?
Mam�e.
Libo,
teve alguma not�cia de Scribonia?
- Escute, Livia... - Voc� foi falar com ela?
Sim, mas eu tentei lhe contar.
Ela mencionou o dia do seu casamento,
de novo.
� claro que voc�s nunca se entenderam.
Nunca pensei que ela falaria com o marido em seu nome,
e se falasse, n�o acho que ele ouviria.
- Obrigada. - Desculpe-me.
Livia, venha tear conosco.
Livia, voc� n�o pode sair sozinha.
- Marido. - Tycho.
Papai.
Sou eu.
Aqui, ursinha...
� o mausol�u da nossa fam�lia.
Todos os nossos ancestrais est�o nestas urnas.
Vinte e oito c�nsules e cinco ditadores.
- N�o mencionamos os ditadores. - N�o mesmo.
E este � meu pai.
Ele beber� vinho.
E hoje, vamos homenagear Publius Claudius Pulcher.
H� 250 anos atr�s, ele era o c�nsul respons�vel
pela frota romana, antes da batalha mar�tima.
E claro que consultou os deuses antes de atacar,
mas os sacerdotes disseram para ele,
que as galinhas sagradas
estavam se recusando a comer.
E o que ele fez?
Ele se irritou e bradou:
"Ent�o elas podem muito bem beber!"
E atirou um monte delas ao mar.
Ele perdeu a batalha, mas deixou uma li��o valiosa.
Nunca afogue as galinhas.
Nunca perca a calma.
Voltarei amanh�.
Preciso achar a Antigone.
Libo?
Libo, preciso de seu conselho.
Como amigo, entende?
N�o como o guardi�o de Livia.
Obviamente, a fam�lia de Livia ainda tem contatos importantes,
- bem como voc�, Libo... - Sim.
Mas o Livius se foi,
e todo o dinheiro tamb�m.
E com essa anistia,
espero recuperar algumas propriedades,
mas isso ir� se arrastar nos tribunais
e essas coisas s�o pol�ticas.
E estava pensando
se deveria me divorciar da Livia,
e casar-me com algu�m
cuja fam�lia seria mais �til na atual conjuntura,
menos associada � Rep�blica.
Uma vi�va quieta e obediente, com bastante dinheiro.
Certo.
Deixe-me pensar a respeito.
A Livia n�o sem empenha muito na cama,
e seu pai cometeu um erro ao educ�-la como um garoto,
o que ningu�m deseja em uma esposa, claro.
Bem, � razo�vel.
Devemos achar uma prostituta antes de voltarmos?
N�o teremos tempo antes do jantar.
Prima.
Pens�vamos que estava morta.
Domina.
- O que houve? - Preciso me livrar disso.
Voltei pela minha heran�a. Mas para isso,
preciso de um novo marido.
Algu�m com dinheiro e influ�ncia.
E para isso...
Preciso me livrar disto.
Ou�a, Domina...
se n�o sangrar at� a morte, voc� n�o engravidar� mais.
Sou uma mendiga gr�vida sem dote.
Qual homem ir� me querer assim?
Antigone saberia como fazer.
Ela voltou a Roma.
Voc� sabia?
N�o.
- Onde? - Ela foi vendida.
- No mercado. - O qu�?
- Ela perdeu tudo. - Prima!
N�o tinha como fazer nada.
- A Suburra. - Voltarei para te buscar.
A� est� voc�, querido.
Esta escrava chegou agora
como presente da Scribonia para a Livia.
Da Scribonia?
Livia pediu-me para abord�-la em particular
ver se ela podia falar com Gaius Julius...
- em nome dela. - O qu�?
O que Livia pensou? Sabe que Scribonia a detesta.
Eu disse que n�o adiantava, mas tive que perguntar.
H� uma mensagem.
- Eu n�o acredito. - Bem, � muito extravagante.
Ela poderia ter dado um apartamento pelo mesmo valor.
Receio que dever� dormir no seu quarto, Nero.
Onde est� a Livia?
Onde est� a Livia?
Oi!
Querida...
Bom ver alguma classe por aqui, finalmente.
Boa noite, senhora.
Boa noite.
Mas voc� n�o se parece com uma dama, n�o �?
Sem escravos para te guiar, proteger, segurar sua bolsa.
Sem an�is, sem colar, sem joias.
Este vestido simples da moda do ano passado.
Posso deixar as Kalends avaliarem voc�.
Voc� ter� comida, vinho e um colch�o.
Eu quero uma mulher.
Uma africana.
Fora isso, tudo que exijo � obedi�ncia e discri��o.
Ent�o,
bem-vinda � Casa de Balbina.
Senhora.
Por aqui.
Ela � da �frica.
E esta aqui?
Vire, por favor.
Voc� n�o tem outras?
Que bom ver voc�.
Ela � da �frica.
N�s a mantemos aqui porque tenta escapar.
Ela serve. Saia.
Dez asses.
Ant�gone.
Ant�gone. Meu Deus.
Venha aqui. Venha.
Ant�gone, Ant�gone.
Ele pegou o Tiberius e se foi.
N�o consegui te achar. N�o sabia onde voc� estava!
Ele me bateu e me deixou inconsciente na floresta.
Quando acordei, voc� tinha sumido.
Eu gritei e gritei, mas voc� n�o apareceu.
N�o sabia onde voc� estava, ent�o, me desculpe.
Eu n�o sabia.
Vou tirar voc� daqui.
- Pegue-a. - Ainda n�o sei como.
Mas eu vou. Eu vou! Eu vou!
N�o!
Livia!
Tire suas malditas m�os de mim!
Ningu�m jamais escapou daqui, embora muitas tenham tentado!
Se voltar aqui, seja voc� quem for,
vou coloc�-la para trabalhar pelo resto da porra da sua vida!
Obrigada.
Senhora, onde voc� esteve?
�gua e sab�o.
R�pido.
Voc� poderia ter sido morta.
Livia.
Onde voc� esteve?
Fora de casa o dia todo e a noite toda.
Essas n�o s�o maneiras de uma senhora romana.
Esse vestido � meu?
Por onde voc� andou?
Sinto muito.
Livia...
Perdoe-me, mas percebo que seu casamento n�o vai bem.
E eu, inclusive...
em uma ocasi�o,
a ouvi contradizer seu marido.
Sim, eu ouvi.
Livia, querida,
pe�o que lembre-se do seu lugar e considere sua conduta.
O dever de toda mulher romana
� ter e criar filhos para Roma
apoiar o marido sem questionar nada,
e servir de exemplos para as outras de mod�stia,
castidade e virtude.
Claro, Herennia, est� certa.
E se � que eu posso dizer,
me ajudar com a tecelagem ser� um bom come�o.
Os escravos notam coisas.
Obrigada.
Agora, v� para seu marido.
Ele tem boas not�cias.
O que � isto?
Onde esteve o dia todo?
Fui procurar a Antigone.
Antigone?
Voc� � minha mulher. N�o pode andar por Roma sozinha.
Ela � a boa not�cia que ouvi dizer?
N�o creio que pediu a Libo para se aproximar de Scribonia
sem me contar.
O que estava pensando?
Ela nos convidou para jantar?
Gaius Julius me convidou para jantar...
Na casa dele.
Claro, esperam que voc� v� comigo.
Claro...
que sabe o que isso significa?
Claro.
Estou de volta ao jogo.
Por que est� sorrindo?
Tenho um mau pressentimento sobre hoje � noite.
Isto � um erro, Scribonia.
O que quer que eu fa�a, cancele?
Estou preocupada com voc�...
N�s sermos vistas esbanjando.
S� os convidei para jantar. Que mal h� nisso?
Um tipo de vingan�a disfar�ado de bondade.
S� os convidei para a porra de um jantar.
Talvez eu a conhe�a melhor que voc�.
Serei muito legal com a Livia, prometo.
Est� bem?
N�o acredito que nos fizeram esperar.
N�o deveria ter vestido a toga.
J� n�o nos conhecemos antes?
Com meu pai, � isso.
- Na noite das mortes. - Nero!
Deixe-me falar, por favor.
N�o precisava da toga. Somos informais por aqui.
Livia.
Que prazer v�-la novamente!
Obrigada.
Livia.
Voc� cresceu.
Voc� tamb�m.
N�o � engra�ado?
N�s duas gr�vidas ao mesmo tempo.
E Octavia.
� uma bela casa.
Marcus Antonius est�?
Ele manda lembran�as.
Mas Maecenas est�.
�timo.
Muito lindo.
Voc� escolheu as cores?
Claro que n�o � t�o grande quanto era a casa do seu pai.
N�o.
Conhe�o a fam�lia que a comprou.
Fizeram fortuna com escravos.
Claro que voc� conheceria pessoas assim.
Ganhou um bom desconto pela escrava que me enviou?
Pensei que tivesse aprendido sobre humildade.
N�o faz ideia do que aprendi.
Desta vez, voc� � quem teve a sorte de ser convidada.
Livia, o beb� � para quando?
Para o final do ano.
- E o seu? - Para o outono.
E voc� j� tem um garotinho?
Igualzinho ao pai.
Eu prefiro as lutas.
Acho que as corridas s�o compradas.
Viu que aquele motorista morreu m�s passado?
- Pelo menos, n�o foi o meu. - Foi um terror!
O que eu n�o suporto � a porra do teatro.
Ent�o... conte-nos sobre suas viagens, L�via.
Fazia muito tempo que n�o a v�amos.
Sim. Fomos fora da lei em fuga por anos.
It�lia, Atenas.
Sic�lia, Esparta... Onde nos aceitassem.
- Ca�ados como porcos. - Livia!
- Com a cabe�a a pr�mio. - Tempos dif�ceis.
Todos entendem.
� triste ter perdido tudo
em troca de um pouco de humildade e sabedoria.
Mas como meu pai sempre disse...
"Se quiser assistir �s corridas,
pague o pre�o na entrada."
Ele n�o se matou em Filipos?
N�o se menospreze, Livia!
Quantas mulheres deixaram seus maridos
- quando foram banidos? - Algumas at� os tra�ram.
Honramos sua lealdade e coragem.
- Meu pai esperaria por isso. - Honramos a ele, tamb�m.
Com licen�a.
- Desculpem a minha esposa. - Est� tudo bem.
Deixe comigo.
Ela me provocou.
N�o ouviram o que ela disse antes do jantar?
Viram ela olhando para o meu marido?
Octavia!
Pe�o desculpas se te aborreci.
N�o aborreceu.
Eu tinha muito respeito pelo seu pai.
Lamento pelo que aconteceu.
Sempre me perguntei quem o avisou antes do massacre.
Dever�amos ver se algo pode ser feito
pela sua situa��o.
- N�o voltei para implorar. - Ent�o voltou por qu�?
Para encontrar um novo marido.
Algu�m em particular?
Livia.
Obrigada por esta noite.
N�o vamos ocup�-los ainda mais.
N�o esque�a das sobras.
Obrigada.
Ningu�m se comoveu pela ratinha.
N�o pode se deixar levar por tudo aquilo.
Foi tudo uma maldita atua��o.
H� relatos da praga em Suburra.
N�o ouviu o que ela me disse na entrada.
Octavia vai para a Gr�cia
com o marido dela, e eu quero que v� com ela,
at� o mar.
- Est� me punindo? - N�o, � pela sua sa�de.
S� por um tempo.
E pela sa�de do beb�.
Tamb�m est� indo embora?
Anos de guerra, Gaius,
esfor�o
e sorte,
te trouxeram at� aqui.
A esse lugar.
Ficaria decepcionada em v�-lo jogar tudo fora
fazendo algo est�pido.
Se livre disto.
- Obrigada, Tycho. - Bem, como foi l�?
Sem Marcus Antonius,
sem proposta de nomea��o
e sem men��o de conseguir as propriedades de volta.
E isso vai te surpreender.
Livia envergonhou ela mesma
e a todos com sua boca grande.
E eu era o �nico com a porra de uma toga!
- Por que ele te convidou? - N�o convidou.
Os homens n�o entendem nada?
Acha que ela se casaria comigo?
Livia.
As conex�es da fam�lia dela,
para algu�m como eu.
Ela obviamente � f�rtil.
N�o me importo que ela seja inteligente.
O que voc� acha?
Ela n�o conseguiria melhor.
C�us, Livia.
Voc� est� sempre olhando para a porta.
O que est� esperando?
Tiberius!
O garoto parece um pouco estranho.
Nunca consigo falar com ele. Voc� o amamentou?
N�o havia ama de leite.
Ele cresceu nas florestas e campos.
Viu coisas que ningu�m deveria, muito menos uma crian�a.
Mas a menos que fosse m�e, n�o entenderia.
Eu tive tr�s crian�as
enquanto voc� esteve fora de Roma.
Mas todas morreram.
Perd�o.
Livia?
- Quem � esse? - Escolta para Livia Drusilla.
Aonde voc� vai, Livia?
O que foi?
Nunca serei a sua amante
nem de mais ningu�m.
Ainda assim, aqui est�.
Voc� precisava ver o que estava comprando.
Ent�o estabele�a os termos.
Quero a minha heran�a de volta.
Meu direito de nascen�a.
Todo ele.
Fazendas, minas, propriedades, dinheiro, escravos. Tudo.
- Mais alguma coisa? - Sim,
quero um pelot�o de soldados.
Um pelot�o de soldados.
- Exatamente. - E o que ganho em troca?
Ganha se divorciar da Scribonia
e casar com Livia Drusilla de Claudi,
uma das grandes cinco fam�lias de Roma.
Como voc� mesmo disse, h� tr�s raz�es para o casamento.
Dinheiro, poder ou fam�lia.
E voc� n�o tem fam�lia.
- Voc� n�o tem mais nada. - Combina��o perfeita, ent�o.
Voc� se casou com Scribonia para selar uma paz com Sextus.
Isso nunca durar�.
N�o pode deix�-lo na Sic�lia
com uma frota que pode cortar seus gr�os quando quiser.
E suas fam�lias nunca foram amigas.
A Scribonia te comprou tempo.
Nada mais.
Seu marido sabe que voc� est� aqui?
Ele est� planejando se divorciar de mim.
Ele acha que o apoio da minha fam�lia � Rep�blica
n�o ajudar� mais, com a que se pode dizer
rid�cula carreira pol�tica dele.
Para a sua carreira pol�tica, no entanto,
� diferente.
Minha linhagem patr�cia te d� a classe que precisa
para comprar fam�lias no senado.
Voc�,
um provinciano qualquer,
sem ancestrais famosos e sem est�tuas no �trio,
rapidamente conseguiria toda honra e encanto
da hist�ria da minha fam�lia.
Voc� n�o pode comprar isso.
Aparentemente, voc� pode.
Agrippa se casar� com voc�.
N�o � bom o suficiente.
N�o, seria um esc�ndalo.
Se isso te importa, ent�o n�o quero.
Algumas pessoas me consideram respons�vel
pela morte do seu pai.
Ele escolheu seu caminho.
Estou escolhendo o meu.
Responda-me depois.
Para que quer o pelot�o de soldados?
E lembre-se,
voc� j� tem o meu dote.
- Agrippa! - Gaius.
Estou pensando em divorciar da Scribonia.
O qu�?
Por qu�?
Para me casar com a Livia.
Livia.
- Perdoe-me. - N�o est� falando s�rio.
Bem, isso faz sentido para n�s, politicamente.
Faz?
Ela nos compra classe. Nos compra votos.
Ela n�o me compra nada.
Ela te compra um maldito esc�ndalo.
Deixar a esposa gr�vida e casar com a esposa gr�vida de outro.
- Isso � legal? - Falarei com os pont�fices.
N�s estamos por um fio aqui.
Marcus Antonius, seus amigos no Senado,
aqueles que querem a Rep�blica de volta,
v�o te isolar como a porra de um leproso.
� a �nica desculpa que precisam.
E quanto a Sextus?
Livrando-se de Scribonia assim, s� h� um jeito dele aguentar.
Acabamos de anunciar a porra do tratado.
Significar� guerra...
- Com o Sextus. - Daria nisso de todo jeito.
Com todos eles.
No fim.
Eu imploro, Livia.
N�o fa�a isso.
Em Roma, as mulheres fazem tecidos e t�m filhos.
Vivemos em sil�ncio, sem voz.
Obedientes e modestas, esperando serem compradas,
- vendidas e casadas por homens. - N�o.
A decis�o � dele, sabe disso.
Voc� pode impedi-lo.
Divorciando-se de Scribonia.
Casando-se com voc�.
Isso vai destruir tudo.
Vai acontecer de qualquer jeito.
Perder� seu filho.
E o beb�.
Eu sabia disso desde o in�cio.
Mas se quiser assistir as corridas.
Realmente tem que pagar a entrada.
Estou apenas cuidando do meu amigo.
Vindo at� mim �s escondidas dele?
Para sua sorte, sei manter minha boca bem fechada.
Acho que devemos ser amigos.
Sabe o que quero dizer?
Esperem do lado de fora, estamos lotados.
Espere.
- Espere, espere... - Fique aqui.
Tire as correntes!
Vista-se, Antigone.
Os deuses terminaram de ferrar com a gente.
- Balbina. - Paguei por esta escrava.
- Tenho a nota fiscal. - Ela j� foi libertada.
N�o tinha o direito de compr�-la.
Prove, a lei diz que ela � minha.
Ela n�o ir� a lugar nenhum sem uma compensa��o.
Est� certa.
Ela n�o vai a lugar nenhum sem uma compensa��o.
Pegue todo o dinheiro dela.
N�o tem ideia com quem est� lidando.
N�o importa mais.
Aqui estar� em casa. Estar� segura com Gaius Julius.
- At� me juntar a voc�. - Certo.
- Quanto tempo? - Descobrirei agora.
Obrigada pelos soldados.
Quando seremos p�blicos?
No fim do ano, me divorciarei de Scribonia quando der � luz.
- Ent�o poderemos nos casar. - Os pont�fices concordaram?
Claro, tenho que dar seus filhos ao pai deles.
� a lei.
Podemos manter tudo em segredo at� o final do ano.
Marcus Antonius ficar� quieto no Leste,
enquanto tiramos Sextus da Sic�lia?
Ou tomar�o partido contra n�s?
Me ajude!
Preciso de mais �gua, traga mais �gua!
- Quem � voc�? - Posso ajudar.
Coloque-a de p�, vamos r�pido.
Muito bem.
- Firme agora, firme. - Est� tudo bem, tudo bem.
Resolveria muitos problemas se ela morresse.
Estou apenas dizendo.
Isso, voc� est� indo bem. Est� bem.
Empurre, empurre.
- Ele est� chegando. - Voc� se saiu bem.
Excelente, r�pido.
Que bom.
Voc� foi bem.
Voc� foi bem.
Voc� conseguiu!
Eu consegui.
Voc� conseguiu. Conseguiu.
- Que maravilha. - Sim!
Sinto muito, senhor.
� uma menina, mas a m�e viver�.
Voc� d� vida ou morte � crian�a?
- Vida. - Que bom.
Parab�ns.
� como cagar uma est�tua.
Mas a menina, gra�as aos deuses, � saud�vel.
Gaius deu a ela vida,
e o nome Julia.
Espero que a viagem para o Leste tenha sido segura.
Parece sombrio, Maecenas. Qual � o problema?
Desembucha.
O que aconteceu?
Ele se divorciou de Scribonia.
Eu n�o acredito!
Sim, depois de tudo que voc� fez por mim.
Sua puta!
Voc�, sua puta do caralho!
Um pouco tarde para princ�pios.
Acha que ele � uma aposta melhor do que eu?
Quanto tempo acha que ele dura dividindo o poder
- com Marcus Antonius? - Sei que est� certo.
Voc� sempre parece estar.
O homem que matou seu querido pai.
Voc� traiu a Rep�blica, meu pai e depois a mim.
Desse dia em diante, voc� era um fantasma.
Apenas n�o contei � voc�.
De qualquer maneira,
espero que encontre uma vi�va quieta e obediente.
Com muito dinheiro.
Obrigada, Tycho.
E eu encontrei a Antigone.
Obrigada a ambos pela vossa hospitalidade.
N�o vou esquecer.
Tiberius.
Mam�e precisa ir agora.
Enquanto voc� viver,
nunca ver� nenhum de seus filhos novamente.
Claro. Esse � o seu direito.
Mas ningu�m vive para sempre.
Est� tudo bem.
Cale a boca! Esta � uma casa respeit�vel.
Voc� tamb�m! Pare agora!
Sim, eu deveria ter ido embora.
H� mais para embalar do que voc� pensa.
Voc� tinha que pegar o meu marido?
Voc� teve que me convidar para jantar?
O nome dela � Julia.
Cuidaremos dela.
Qu�o r�pido se pode subir
quando n�o se tem sentimento algum?
Eles est�o enterrados em Filipos.
Bem-vinda � casa, Domina.
Prima.
Esta � a Julia.
O beb� est� chegando.
Onde est� Antigone?
O que houve?
Antigone!
Respire, Domina.
Vamos, assim.
Antigone!
Antigone!
Est� tudo bem.
Est� tudo bem. Estou aqui agora.
Venha aqui.
Segure aqui.
Voc� est� indo bem. Continue empurrando.
Mais um empurr�o.
Vamos.
� isso. Vamos. Mais um empurr�o.
Empurre.
Empurre.
Voc� est� indo bem.
Certo, eu posso ver. Est� quase l�.
Excelente!
Peguei ele! � um menino.
NO PR�XIMO EPIS�DIO.
Livia!
Pedimos ao grande Saturno,
a quem esses dias de liberdade s�o dedicados,
para nos trazer sa�de e prosperidade.
Tenho dito a voc� para intervir
e impedir que intimidem Tiberius.
Passei os �ltimos dez anos fazendo amizade
com a Octavia e a Scribonia.
N�o � um bom momento para come�ar essa luta.
Gaius n�o vai devolver o poder.
Como Caesar, ele est� desafiando o Senado.
Tudo pode acontecer.
Abracei seu pai depois de Filipos.
Ele pediu para cuidar de voc�, mas voc� o traiu.
Voc� se casou com o homem que o destruiu
e tudo que ele acreditava.
Voc� n�o tem mais nada a provar.
D� um passo para tr�s e fa�a hist�ria
como o romano que restaurou a Rep�blica.
Eu n�o quero ser um ditador.
Eu quero ser um Deus.
Ent�o, � isso que faremos.
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