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DESFILADEIRO FATAL
-N�o parece cidade de vaqueiros. -Encontraremos um trabalho.
-Estou a procura de mulheres. -Primeiro tem que trabalhar.
Voc� nunca me d� tempo de engrenar.
Parece que perdeu o seu "charme".
Dan! Dan!
Sou eu... Mary!
Mary? Sinto muito.
Deixe-me. Quero descansar.
-Dan! Vamos. -Deixe-me.
-Dan, vamos, levante! -Deixe-o dormir.
-O que lhe deu para beber? -Apenas uns drinks.
-S� �lcool n�o produz esse efeito. -O que est� insinuando?
Voc� lhe deu algo!
Lhe darei algo, se n�o sair daqui.
N�o irei. Tire suas m�os de mim!
-Espere. -Podemos agarr�-lo.
Ser�amos agarrados l� dentro.
Ent�o, voltemos para saber como est� aquele b�bado.
N�o est� pensando no b�bado.
Ela � muito bonita e algu�m precisa consol�-la.
� melhor que seja eu.
-Como se sente? -Sinto minha cabe�a ressoar.
Assim, aprende a n�o beber com qualquer um!
Deixe-me!
Mary, n�o iremos � Cliffton. Vou cancelar o contrato.
N�o pode largar aquela gente. Dependem de voc�!
-Tomou o dinheiro deles. -Eu devolverei.
N�o pode! Est�o continuando a financiar o projeto.
N�o me importo.
Quando empreeendeu a constru��o da estrada, esperava dificuldades.
-Mas n�o desse tipo. -Est� com medo?
N�o por mim...
N�o recorra a mim para desculpas.
Sente-se.
Sempre conseguiu construiu as estradas que queria.
Esta � diferente.
Quem est� diferente � voc�. Est� mudado.
H� um motivo para isso... L� est� ele!
Esse emprego s� tem me trazido encrenca. Vou pedir demiss�o.
Se n�o cumprir o contrato com Cliffton, eu o cumprirei!
N�o poderia.
Tenho-o ajudado o suficiente nesse trabalho, para saber como �.
N�o permitirei.
N�o pode me impedir. Volte ao seu escrit�rio em Santa F�.
L� � confort�vel e seguro! Sem perigo, sem riscos e...
e muitos bares onde poder� contar as suas fa�anhas!
-Somos seus amigos, srta. -Sinto muito, entrem.
Este � meu marido, Dan Madden.
-Eu sou Ross Taylor. -Eu sou Chito J. Gonzalez Rafferty.
-E o bandido? -Acabou escapando.
Ter�o dificuldades na taberna.
-N�o foi o Thuber? -N�o, foi um de seus capangas.
-Quem � Thuber? -Voc� n�o deve ser daqui.
-Chegamos do Arizona. -� o dono da estrada para Cliffton.
Cobra pre�os absurdos dos que passam pela sua propriedade.
N�o h� outra estrada?
� a �nica. Ele faz suas pr�prias leis, de pistola em punho.
-E ningu�m protesta? -Neste caso, acontece-lhes isto.
Agrade�o-lhes sua interven��o, mas preciso de mais ajuda.
Preciso conduzir a carro�a at� Cliffton. Eu os pagarei!
N�o se preocupe com isso.
-Onde est� a carro�a? -Est� na estrebaria.
Cont�m o equipamento. Isto � para os gastos.
N�o a deixarei ir sem mim.
Temos tido muitas discuss�es, mas nunca nos separamos.
N�o me importa o contrato de Cliffton, mas n�o quero perd�-la.
Ficar� com ambas as coisas, Dan.
Agora, d�-lhe um beijo, sra.
Onde estiveram? Deveriam ter voltado ontem.
Foi imposs�vel.
Houve uma encrenca Mesa City. Dan Madden pretende partir.
-Deixaram ele partir? -Tentamos det�-lo.
Tinham ordens de agarrar Madden seja como for!
N�s tentamos.
A sra. Madden contratou dois pistoleiros.
-Sim... quase que me pegam. -Que pena.
� preciso impedir que Madden passe com o equipamento.
Certo. Cuidarei disso.
A barreira � l� adiante. Haver� dificuldades.
N�o devem v�-lo. Deixe-me dirigir.
A sra. Madden tem raz�o. Ser� melhor que se esconda.
-Ol�, sra. Madden. -Quanto �, sr. Thurber?
-Qual � a carga? -Objetos de uso pessoal.
50 d�lares.
-� demais! -O dono da estrada sou eu.
Disse 50 d�lares... se a carga for s� essa.
Que disparate! Pensei que aqui houvesse liberdade.
A estrada n�o saiu de gra�a.
Mesmo para uma boa estrada � caro demais e esta � p�ssima.
Eis o seu dinheiro, sr. Thurber.
Sra. Madden, onde est� seu marido?
-Dan n�o est� aqui. -Posso dar uma olhada?
N�o o permito. Isso � um abuso!
Rapazes, abram a parte traseira da carro�a.
Vejamos quais objetos pessoais que cont�m.
-Estamos salvos. -Por pouco tempo.
Daqui, n�o podem ver a carro�a.
N�o poderemos tir�-la dessas pedras.
Podem partir nos nossos cavalos e estar�o seguros.
Sem meus aparelhos de agrimens�o, nada poderei fazer.
V� at� a cidade e pe�a ajuda � um certo Wingate.
Fiquem aqui e se escondam entre as pedras at� eu voltar.
L� vem eles!
Foram por ali.
-Onde acho o sr. Wingate? -Naquele armaz�m.
Obrigado.
-� o Wingate? -N�o. Sr. Wingate!
Aguarde, s� um momento.
-Conhece Dan Madden? -Sim, o conhe�o.
Stryker, tome conta do armaz�m.
Peguem seus cavalos e venham comigo!
-Ol�, Wingate. -Folgo em v�-los salvos.
N�o tanto quanto n�s.
N�o sabia que corriam esse perigo.
-N�s tamb�m. -� bom sa�rmos daqui.
A prop�sito de Thurber, v�o deix�-lo impune? E o xerife?
Infelizmente a lei o protege. � o dono do desfiladeiro.
Estamos na sua propriedade, tem o direito de nos expulsar daqui.
Eis porque contratamos Madden, para construir outra estrada.
E voc�s, por que est�o aqui?
Eu os contratei, est�o trabalhando para mim.
-Para voc�? -Para n�s.
Ele tem muito jeito para nos ajudar.
Refere-se � mim tamb�m, sr. Blowgate.
"Wingate".
D� na mesma, eu me chamo Chito Gonzalez Bustamante Rafferty.
Conduzam a carro�a at� a cidade.
Ajudem aqui, rapazes.
Onde deixaremos a carro�a?
Cont�m os instrumentos de agrimensura.
Meu entreposto � um lugar seguro.
-Mas est� trancado. -Vamos lev�-la l�.
-Mais alguma coisa? -N�o, obrigado.
Como posso agrader-lhe?
Dan�ando comigo no baile de s�bado.
Est� bem.
-At� mais, Dan. -At� mais.
Minha marca de charutos.
N�o deixe ningu�m entrar, Stryker.
Por que impediu que eu capturasse Madden?
Quando me pedem ajuda, n�o posso recusar.
N�o confio em voc�, Wingate.
Toda a cidade contribui para a nova estrada.
Est� do lado deles?
Havendo uma nova estrada, n�o poder� manter esses pre�os altos.
N�o me interessa que construam essa estrada nova.
Mas n�o posso deixar os outros saberem.
O que faremos? N�o posso matar Madden aqui.
Eu seria o primeiro suspeito.
-E se Madden tivesse que partir? -Por que? Acabou de chegar.
Sumindo com os aparelhos, ele teria de buscar outros.
Ah .... N�o � uma m� ideia.
Cuidaremos disso durante o baile de s�bado.
BAILE BENEFICIENTE ESTA NOITE
Contribuam para a constru��o da nova estrada.
Contribuam com generosidade.
-Por favor, Dan. -� s� um ponche.
-N�o deve beber coisa alguma. -S� tomarei um.
Ent�o, somente um.
-Sirva-se. -Obrigado.
Sua esposa est� muito bonita hoje.
Sim, sr. Wingate.
-Aonde ela foi? -N�o reparei.
Ol�. O que faz aqui sozinho?
-Vigiando. -Chito est� dan�ando.
Chito se diverte mais do que eu. � bom algu�m ficar aqui.
Que bobagem! Est� tudo trancado. Vamos.
Parece que � uma ordem.
Trabalha para mim e meu marido n�o dan�a.
Preciso de um cavalheiro. Vamos.
Sua esposa reapareceu.
Formam um casal bonito.
Chito, por que me apertou tanto?
Voc� � a mais linda de todas com quem eu j� dancei.
Oh, Chito, aqui n�o. Os outros est�o olhando.
Podemos ir l� fora, talvez aonde n�o possam no ver.
Confie em mim, irei proteg�-la.
-Talvez eu n�o confie em mim. -Pode ficar tranquila.
-� muito escuro. -Com essa lua maravilhosa?
-Eu adoro o luar. -Vamos.
Chito, est� fazendo frio. Tomara que n�o me resfrie.
Ao lado de Chito J. Gonzalez Bustamante, n�o se resfriar�.
O que esperamos?
Vou lhe dar um beijo que nunca se esquecer�.
-Ouviu alguma coisa? -N�o.
-Ouvi uma batida. -� o meu cora��o.
-Por que deixou cair? -Vamos, r�pido!
O que foi isso?
Algo estranho est� acontecendo.
Est� aberta.
Chito, deixe de ser valente! Estou com medo.
� isto o que queremos.
Fique aqui. Vou dar uma olhada.
Chito est� morto! Chito est� morto!
Socorro! Ajudem!
-O que foi? -Atiraram no Chito!
-Diga! -Atiraram nele!
-Diga, aonde? -No entreposto ali.
Vamos, rapazes!
Chito!
Chito!
Oh! Meu Deus! Oh! Que dor!
Chito!
Chito, onde est� ferido?
Em todas as partes. Estavam roubando a carro�a.
-N�o disse que aqui era seguro? -Eles arrombaram a fechadura.
Estamos liquidados, devia ter desistido desde o come�o.
Dan...
Agora Dan vai come�ar a beber.
Ser� que n�o podem arranjar outro instrumento?
S� indo at� Denver, significa um m�s de viagem.
S� t�nhamos este tr�nsito.
-Por que n�o vai � casa de Thurber? -Para qu�?
Para dar uma busca.
-Que prova temos contra Thurber? -Precisamos de provas.
-Viu Thurber? -N�o, estava escuro,
me deram uma pancada, e s� vi estrelas.
N�o posso dar busca na casa de Thurber sem uma ordem judicial.
Vamos, Chito.
Entre.
-Onde est�? -O qu�?
O agrimensor que estava na carro�a.
N�o tenho ideia a que se refere. E voc�, Missouri?
-N�o. -Seu cavalo est� l� fora?
Sim. E da�?
E da�, fale! Onde est� o tr�nsito?
Um cavalo n�o aguentaria o peso. E que motivo teria eu?
O mesmo que o fez atirar contra Madden, em Mesa City.
Nunca estive l�. Est� dizendo bobagem.
N�o minta! Vamos lev�-lo ao xerife.
Venha. � � ele que devo o calombo que tenho na cabe�a.
Um momento.
Est� levando um empregado meu sem ordem judicial.
Vale a pena correr o risco.
Se Missouri tentou matar Madden, nada tenho a ver com isso.
Quando Missouri falar, o xerife ir� ouvir muita coisa.
Tem fogo, Chito?
Conhe�o o truque, vai me dar um soco e sair correndo.
� esperto demais para mim.
Ningu�m tapeia Chito Jos� Gonzalez...
Ele � forte...
Boa viagem de volta � Cliffton, rapazes.
Foi culpa minha. Jogou tabaco na minha vista.
-Viemos aqui � toa. -N�o viemos � toa.
-Uma simples chave. -A chave do celeiro de Wingate.
Por que estava no bolso de Missouri?
Vamos.
Fizemos o poss�vel. Tive bastante dificuldade.
Agora desisto.
Eis o cheque do pagamento adiantado. Quebro o contrato.
Meus senhores, devolveremos o dinheiro aos contribuintes.
Nada disso.
Fez um acordo conosco e exigimos que o cumpra.
Precisamos da estrada.
Como poderei constru�-la sem os instrumentos necess�rios?
Essas montanhas apresentam problemas para um engenheiro.
Trate de conseguir os instrumentos.
Mesmo assim, Thurber intervir�.
O que acha, xerife? Devemos continuar aguentando Thunder?
Estou farto de pagar-lhe tributos constantemente.
Sugiro nos reunirmos e enforcamos o bando inteiro.
Vamos, rapazes!
Nesse caso, ter� de me enfrentar.
Ainda sou o xerife e salvaguardo a lei.
Para enforcar algu�m � preciso ter prova.
Est� bem. Me convenceram.
Ter�o sua estrada. Parto amanh� para Denver.
Obrigado, Madden.
-Novidades. -N�o encontramos o tr�nsito.
Nesse caso, iremos � Denver. Voc� vir� conosco.
-� sua? -O que � isso?
A chave do seu entreposto.
Veja s�! A porta n�o foi arrombada pelos bandidos.
Foi aberta com esta chave. Tinha um homem chamado Missouri.
-Est�o tentando me envolver? -� s� se explicar.
Poderia ter perdido a chave.
N�o admito que dois estranhos me acusem.
� um incompetente! Se n�o tivesse feito...
a c�rte � sra. Madden...
Prenda este homem, xerife.
Por que prend�-lo? Porque est� agindo direito?
N�o se meta! Quero que o prendam por assalto.
-Me d�em suas armas. -M�os ao alto, todos.
Fiquem todos parados.
Obrigado. Me tirou de um aperto.
Ora, voc� estava com a raz�o. Eu teria feito a mesma coisa.
-Esque�amos disso. -Ainda bem que estamos longe.
N�o partiremos.
Consegui salv�-lo, vai deixar que o xerife o agarre?
-Vamos � casa de Thuder. -De novo?!
Tudo isso por causa de minha esposa.
Dan, est� pensando que ...?
Ei, Chito.
-O que foi? -J� � dia. Agora � sua vez.
Passamos a noite inteira aqui. Estou com fome e sinto dores.
Deve ser reumatismo.
Olhe, Ross! L� vem algu�m.
� Stryker.
Ele trabalha para Wingate. O que busca aqui?
Vamos ver de perto.
Eis a dinamite.
Ser� suficiente? -Sim.
Siga-me.
-� dinamite. -O que pretendem?
Venha, vamos segu�-los.
-Este lugar serve. -Sim.
-Ele ter� que passar por aqui. -Ent�o se apresse e arrume tudo.
-Chito, fique quieto. -N�o fiz nenhum barulho.
Apenas observe.
Voltarei e ficarei de guarda at� voc� acabar.
Certo.
Um novo emprego, Stryker?
-De onde veio isto? -Vamos dar uma olhada.
Peguem seus cavalos.
Ent�o trabalha para Thuder!
Tenho o direito de ganhar a vida, n�o?
Thuder pagou-os para roubarem os instrumentos.
-N�o sei nada sobre isso. -N�o minta, cad� o tr�nsito?
Por que n�o lhe d�?
Voltaremos � cidade.
Chega disso! � uma temeridade.
Stryker � empregado de Wingate. E trabalha para Thuder.
Gosto de voc�, n�o quero v�-lo morto.
Gosto de voc�, darei minha camisa por voc�.
-Por que Stryker pegou na arma? -H� algo curioso nisso.
Veja como est� minha camisa! Faria qualquer coisa por voc�.
-Por que dinamitar a estrada? -Vou lhe dizer: para que exploda.
-A carro�a de Madden. -Onde?
-Madden tem de ir � Denver. -Sim.
-Precisa passar por esta estrada. -Sim.
� preciso imped�-lo.
Xerife! Xerife, venha depressa!
O que foi?
Acabo de ver Ross Taylor e o amigo mexicano.
Por que n�o vai l� prend�-los?
-Voc�s dois... -Pois n�o, senhor.
Est�o presos. Entreguem suas armas!
-Precisamos advertir Madden. -Quem os adverte sou eu!
Precisamos deter Madden antes que empreenda a viagem!
-Ser� outro truque? -Thurber e Wingate s�o c�mplices.
J� criou bastante problemas para Wingate.
-Vou com voc�. -Vai ficar aqui.
N�o quero que parta aborrecido comigo. Foi um mal-entendido.
Pensarei no assunto, mas irei � Denver sozinho.
N�o est� em condi��es. Andou bebendo.
Dirijo melhor quando estou b�bado.
Ter�o suas armas de volta quando sa�rem daqui.
N�o lhe disse para n�o voltarmos?
Xerife, por que n�o nos ouve?
Ora, Ross... Agora aqui estamos.
-Precisa nos escutar... -Ross!
� o Madden! Ele est� partindo!
-Xerife, tem de me soltar! -N�o caio nessa, entrem na cela!
-L� vem Madden na carro�a. -Ok, vamos l�.
Vamos nos livrar da carro�a.
Ah, se fosse de borracha.
Ei! Sra. Madden!
Ei! Aqui!
-O que deseja, sra. Madden? -Falar com eles.
-� contra o regulamento. -� s� um minuto.
-Espere um momento! -Mande algu�m deter o Dan.
-Por que? -Thurber quer dinamitar a estrada.
S�o inven��es, sra. Madden. Dinamitar uma ova!
-Voc� � louco! -Repita isso!
Solte-nos e ver�!
Solt�-los? Sim... N�o lhes d� ouvido, sra. Madden.
Se sabia da dinamite, por que n�o disse antes?
-Acha que n�o tentamos? -N�o ponho f� nessa mentira.
� muito burro para compreender.
Me desculpe, mas n�o podemos acreditar.
O truque de voc�s n�o cola.
-Abra a cela, xerife! -Obede�a a senhora, xerife.
Acha que vai ficar por isso mesmo?
Sra. Mary, nos d� cobertura! Vamos deter o Dan!
Cessem o fogo!
Traga a dinamite.
Esconda o Madden.
-Ele est� morto? -Ele est� b�bado.
-Est�o muito quietos. -Sim, quietos demais.
-Isso muito � suspeito. -H� cheiro de queimado.
Chito, corra e proteja-se!
Desta vez os presos n�o somos n�s.
-Me perseguiu e agora me larga. -Preciso voltar ao meu gado.
Est� me confundindo com seu gado!
Construirei uma estrada em Montana. Venham conosco.
N�o, sr., essa j� nos deu muito trabalho. Estou cheio de marcas.
Com tantas cicatrizes, j� n�o agradarei as mo�as.
Chito tem raz�o, temos de cuidar da nossa vida.
-Adeus, Ross. -Adeus, Mary.
-Adeus, Dan. -Adeus, Ross.
� um grande cavalheiro.
Simpatizava muito com ele, mas n�o o amava.
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