All language subtitles for tt2006421_Gran.Hotel_2013_S03_E20_U17_Lpt

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Original subtitles

Estou muito feliz por você.

Sabemos que, com seu problema, estava condenada a ser solteirona.

Dr. Hermo? Pediram um diagnóstico oficial para a anulação.

Por favor, não vá. Prometo me afastar.

Peço desculpas por isto.

Eu estava na igreja, Sofia.

Eu sei de tudo.

Quero que minha mãe herde tudo.

Chegou o momento em que eles servirão a senhora.

Quem é ela? Como conhece o Diego?

Esta mulher da fotografia é Marta Santos.

Ela era o amor da minha vida, esposa do Diego.

Ele a matou a sangue frio.

Eu me chamo Samuel Arriaga. Agora sabe por que vim aqui.

Eu amo outro homem.

-Conte quem é ele. -Senão vai fazer o quê?

Vai me matar como matou sua primeira esposa?

Sou o amante da Alicia.

-Venha. -Julio!

Se ele morrer, juro que mato você.

Maitê, ainda não tive a oportunidade de agradecer

por tudo o que fez por mim quando estive na cadeia.

Só fiz meu trabalho.

Fico feliz que esteja vivo.

O Julio também ficará bem.

Ele é forte.

Ele nunca abandonaria a Alicia.

Sim.

Ele é um homem incrível.

A Alice tem muita sorte.

Você está bem?

Aconteceu algo?

Não é nada.

Entendo se preferir não dizer.

Todos temos segredos,

é normal querer esconder,

e você mal me conhece.

O Julio sempre disse que sou bom ouvinte.

Eu me apaixonei por alguém que não devia.

Entendo.

E por isso está chorando.

Não quero ser grosseira, mas você e a Belén...

Ela não é a mulher certa para você.

Todos dizem isso.

Quando eu estava preso,

pensando que a tinha perdido,

percebi que ela é a pessoa mais importante da minha vida.

Não me importo com o que digam.

O importante é o meu sentimento.

Essa pessoa...

por quem se apaixonou...

é a pessoa mais importante para você?

Eu...

Eu acho que não.

Você devia se sentar na cama.

É muito mais confortável.

Alicia...

me deixe sair aqui.

Nada disto faz sentido.

Que engraçado! Eu pensei a mesma coisa quando você me prendeu aqui.

Eu estou muito ferido.

Acho que tenho costelas quebradas. Preciso de um médico.

Primeiro, me deixe ir.

Você me ouviu.

Assine o documento renunciando a mim, e nós seremos livres.

Não posso perder você.

Não tem como perder o que nunca teve.

Sua desgraçada maldita!

Mentirosa.

Eu tratei você como uma rainha,

dei tudo o que eu tinha em troca de algum afeto.

Eu te amei como ninguém amou, e é assim que me paga!

-Você não sabe o que é amor! -E seu garçom sabe?

É só mais um dos seus caprichos. Quando se cansar, vai perceber...

Alicia...

você se lembra daquela noite em que fizemos amor?

-Essa noite confirmou meu... -Assine o documento e ficará livre.

-Não quero! -Nunca sairá então!

Isso não é verdade.

Alguém perceberá meu sumiço.

Mais cedo ou mais tarde, virão me resgatar.

Para isso, alguém deve querer te encontrar.

Mas está por sua conta.

Nunca renunciarei a você.

Você é minha, ouviu?

Minha!

Você é minha!

Alicia?

Alicia, está aí?

Meu Deus! Que susto você me deu!

Como foi com o Diego?

No devido tempo, ele assinará. Sabe que não tem outra opção.

Acho melhor eu ir.

Tenho de redigir o documento e...

Obrigada por cuidar dele.

Julio...

Enfim, seremos livres.

Não pode me deixar agora, ouviu?

Você não pode me deixar.

Se pudesse me ouvir, saberia que...

Seu desejo é uma ordem.

Julio.

Você está bem?

É preciso mais que uma bala para nos separar.

-Cuidado. -Desculpe.

O que aconteceu?

Deve ser muito grave.

Esse garçom libertou Alicia Alarcón.

Agora estou convencido de que prenderam o Adrián.

Mas, se o libertarmos, ele matará a esposa.

Ele não fará isso. Não matou quando prendeu a esposa.

Não conseguirei que seja condenado pela morte da Alicia,

como não foi condenado pelo da Marta.

Samuel...

sabe o quanto eu adorava a Marta,

mas isto está muito complicado.

É tarde demais para voltar atrás.

Há 12 anos quero acabar com o Diego.

Se eu não conseguir que mate seu grande amor,

vou separá-lo dele para sempre.

-Como? -Prisão perpétua.

A Alicia será condenada por tentativa de homicídio.

Farei com que ele acuse a Alicia.

E como conseguirá tudo isso?

Com sua ajuda.

Por enquanto, não saia deste quarto.

Ninguém pode saber que está aqui.

Trabalhei a manhã toda. Não trabalharei à tarde também.

-Este dia era minha folga. -Fiquem calmas. Não tenho culpa.

A culpa não é nossa também.

Você organizou os turnos.

Só copiei o que Dona Ángela fez. Eu não entendo o que aconteceu.

Veja só. Há quem dissesse que ser governanta era fácil.

-Não permito que fale comigo... -Parem! Já chega!

Isto é uma cozinha, não a casa da mãe Joana.

Você repetiu os turnos por duas semanas, mas não incluiu as tardes de folga.

E por que não trocaram as flores da entrada?

Ia fazer isso, mas não tive tempo.

Sem desculpas.

Carmen, Beatriz,

quero exuberantes como sempre.

As outras voltem às suas obrigações.

A Natália avisará quando os turnos estiverem prontos.

A senhora deixou de ser a governanta deste hotel.

Há pouco tempo,

no casamento do Dom Javier,

você disse que eu era a alma do hotel.

Pensei que fosse uma das bobagens que me diz para me fazer rir.

Agora entendo que a alma do hotel é a governanta,

e eu fui isso todos estes anos.

Não só isso.

Também foi minha mãe.

A melhor que um filho poderia ter.

Primeiro, livre-se da roupa de luto. Depois, vamos fazer compras.

-Mais tarde. -Mas, mãe...

Não é por isso, tenho enxaqueca.

Sabe que só melhoro com uma boa sesta.

-Mãe! -Vou me deitar.

Conversamos depois.

Julio? Quando...

Faz uma hora.

Ele se sente muito melhor.

Fico feliz em ver que está melhor.

Está com você?

O documento que redigi.

Se o Diego assinar, você poderá mandar ao bispado

e conseguir anular seu casamento.

O Diego não concordará.

Ele só se importa em salvar a própria pele.

Neste momento, ele está a nossa mercê, não é?

É melhor ficarem a sós.

Maitê.

Obrigada.

Só quero que você seja feliz.

Se precisa ser com esse cabeça oca, então que seja.

Nenhum telefonema o dia todo.

-Não acha que... -É maravilhoso.

Enfim, temos algum descanso.

Estávamos merecendo depois de tanta perturbação.

Sim, claro.

Tempo livre é sempre bem-vindo.

Então?

Como está?

-Como estou? -Sim. Como vão as coisas?

Como vai a vida? Como vai em casa?

Bem, acho.

Na verdade, não. Por que mentir?

Sabe que minha mulher sempre reclama que passo muito tempo no bar.

-Eu respondo que está exigindo demais... -Que absurdo!

Não acha? Não tem sangue nas suas veias?

Falo de ficar sentado sem fazer nada, o telefone que não toca.

Não acha que é...

insuportável?

Não.

Aproveite o silêncio.

Não acha estranho?

-O quê? -O comportamento da Dona Alicia.

De acordo com ela, a viagem era verdade.

Agora o marido dela desapareceu.

Pelo menos, eu não o vi. E você?

E onde está o Sr. Olmedo?

Ela nos disse que ele está doente.

-Acha que é mentira? -Não seria a primeira vez.

Aqueles três estão aprontando algo.

Deve estar entediado, imaginando coisas e acabará acreditando nelas.

Vamos descobrir, Hernando.

-Aonde vamos? -E ter tempo livre não combina comigo.

Oi.

O que está olhando?

Você está diferente.

Como...

Como se sente?

Melhor.

Peço desculpas se não tenho sido a mesma.

Meu amor, eu não fui sincera.

Eu tenho um problema.

Às vezes, eu tenho ataques...

Bem, você já viu.

Às vezes, fico desequilibrada.

Sim, eu percebi.

Começou na puberdade.

Fico obcecada sem motivo e interpreto as coisas de modo errado.

Eu pensei que o amigo que queria me apresentar

fosse um psiquiatra.

As coisas que inventa.

Espero que não deixe de me amar por isso.

Como deixaria?

O Olmedo não está no quarto dele, e os criados não o viram.

Não era minha imaginação.

Tem algo estranho acontecendo.

-Alicia. -Ele vai ceder.

Ele tem muito tempo para pensar.

Ele perceberá que só tem uma saída.

Sr. Murquía, aqui é o Detetive Ayala.

Preciso falar com o senhor. Abra, por favor.

-O que faremos? -Entrar a força. Tem alguém aí dentro.

-Quer que eu force? -Claro, Hernando. Pode ir.

Detetive, agente.

Desculpem por não abrir antes.

Pensei ter ouvido vozes.

Sim, eu estava ao telefone com uma amiga.

Como posso ajudar?

Como posso dizer?

Entendo que "instintos" podem afetar seu julgamento,

mas O Sr. Olmedo e a senhora não deviam ter mais cautela?

O Sr. Murquía poderia matar os dois.

E se ele voltar mais cedo?

Ou não se preocupa com isso?

-Eu já disse que o Julio está doente. -Sim, já me disse.

De qualquer forma, se visse o Sr. Olmedo...

Sim, detetive?

Avise para não agir por conta própria, por favor.

Acredito que ele esconda informações

que, sem as quais, não posso proteger a senhora ou ele.

Eu avisarei.

Obrigado.

Algo mais?

Sim, pode perguntar se ele está com minha arma?

Sua arma?

-O senhor a perdeu? -No dia em que o Sr. Olmedo nos visitou.

Acredito que não tenha a ver com o sumiço repentino do seu marido.

A senhora sabe tanto quanto nós

que o Sr. Olmedo é uma pessoa...

impulsiva.

Também sabem que ele não é nenhum assassino.

Não estou surpresa que tenha perdido sua arma, agente.

É estranho que não tenha perdido antes.

Tenho certeza de que estão ocupados,

e eu deveria descansar. Obrigada.

Tem algo acontecendo.

Não duvido. Já viu os pombinhos?

Seria estranho se nada acontecesse.

Sirva-me outro conhaque.

-Já vamos fechar. -Eu pedi outro.

E encha desta vez.

Alfredo, por favor!

Não foi nada além de um susto.

Logo parecerá que nada aconteceu.

Por enquanto, é melhor eu voltar para meu quarto.

Se alguém soubesse que estou aqui...

Se alguém descobrir, direi a verdade.

Que você nunca foi só um garçom para mim...

E que você é o único com quem dividi esta cama.

E que, a partir de agora, você não entrará neste quarto

como um garçom, mas...

como a pessoa que amo.

Um momento, por favor.

Eu faço isso.

Obrigada.

Menos mal que a comida chegou.

Ou teria de comer você inteira.

Coma e fique calado.

Você está bem?

Julio!

Vou chamar alguém. Já volto.

Maitê.

Abra, Maitê.

Vamos, Maitê...

-O que foi, Alicia? -Maitê.

-Mãe, é o Julio. -O que aconteceu?

É o Julio. Preciso de ajuda.

A ferida está sangrando.

-O que aconteceu? -Estávamos conversando. Ele estava bem.

-Depois tossiu sangue. -Hemorragia interna.

-Como sabe? -O Dom Jesús achou que poderia acontecer.

-Mas por quê? -Ele viu muito isso na academia militar.

E agora?

Vá chamar o Dom Jesús. Eu cuido do Julio.

Dom Jesús.

-Jesús. -O que foi, senhora?

-É o Julio. -Ele piorou.

-Ele voltou ao normal? -Não, está tossindo ainda.

A ferida é próxima de uma artéria.

Pode ter sangue nos pulmões.

Pressione com força.

Perdeu muito sangue.

Sabe o que está fazendo?

-Ele vai morrer? -Temos de parar a hemorragia.

O que vai fazer?

Preciso de fogo para cauterizar a veia. Preciso levá-lo.

Não, é perigoso movê-lo.

Se não o mover, ele morre.

Devemos levá-lo para o andar de baixo.

Vamos. Todos para fora.

-Senhora... -Eu já disse para saírem.

Depressa.

Consegui.

Vamos! Não temos tempo a perder.

Sabe o que está fazendo?

Confie em mim. Sou sua única esperança.

Deixe a ferida aberta.

Não posso fazer as duas coisas.

Preciso de agulha e linha.

-Desinfete antes. -Eu vou pegar.

Eu vou com a senhora.

Ele ficará bem?

Saberemos esta noite.

Ele já não devia ter acordado?

Ele está vivo, mas não sei quando acordará.

Desculpe, mas preciso ir.

Não temos governanta no hotel, então preciso supervisionar.

Ele não deve se mexer.

Deve descansar o máximo possível, mesmo que acorde.

Quando ele acordar, me avise.

Jesús, espere.

Sou grata pelo que fez pelo Julio.

Obrigada.

Não conheço o Espinosa tão bem como você, mas...

ele é um bom garoto.

E tem futuro como maître.

Seria uma pena este hotel perder o talento dele.

Claro.

Tudo ficará bem.

O Cisneros está mentindo.

Como assim?

Ele não estava sozinho no quarto dele.

Havia uma mulher, a mesma que me sequestrou.

Tem certeza? É uma acusação grave.

Não tinha certeza na hora...

mas agora tenho.

Então quem é...

esse homem?

Mãe, quero que conheça alguém.

Pedro Herrera, da Coleções Herrera.

Coleções Herrera? Não, filho.

Sei que sua esposa prefere esse tipo de coisa.

Precisa de vestidos mais apropriados para uma dama,

e Dom Pedro nos ajudará. Temos um jantar esta noite.

Já sabemos por onde começar.

Marta. Claudia.

Filho, por favor.

Mãe...

está admirável.

-Deixe isso aí. -Não quero.

-Laura, amor. -Devolva!

Você se esqueceu da Simoneta.

Ela pegou.

Não vai dizer nada?

Javier, não seja bobo.

É uma menina querendo brincar. Não é?

Toma. Pode brincar o quanto quiser.

-Vai, é um presente. -Não quero mais.

Fico feliz em ver que está muito melhor.

Toma, mãe.

Vou me lavar e já volto.

Viu? Não acredito.

Voltou a ser ela mesma?

Javier, a doença da minha filha não a transforma em outra pessoa.

Tomando o medicamento, ela não fica agitada.

Não tem motivo para piorar.

Não fazia ideia.

Se eu soubesse...

No fundo, eu sei que a ama.

Só tente entender a doença dela,

como eu entendi.

O que deseja, senhora?

Uma salada de frutas, ovos com presunto,

um croissant e um café puro.

A senhora tem apetite hoje.

Não, só comerei uma torrada.

Pedi para meu marido.

Ele já vai descer.

O Dom Alfredo já tomou o café da manhã. Eu mesmo o servi.

Trago só a torrada então?

Não.

Não guardem os óleos ainda até ela decidir quais levará.

Querida, aí está.

Como você não falou com elas, pedi às criadas para fazerem suas malas.

O que foi?

Parece surpresa.

Saiam um pouco.

-Pensei que depois de ontem... -Não muda nada.

Não?

Se não significou nada para você, eu vou.

Muito bem.

Devemos ser civilizados e discretos.

Direi que você foi a Tuy para tomar as águas.

Quando a separação for oficial, faremos o anúncio.

Concorda?

Como quiser.

Quer falar algo mais ou posso pedir às criadas para entrarem?

Estarei esperando na entrada às 11h.

Se essa mulher estava no quarto dele, o Cisneros está por trás de tudo.

Não podemos ficar paradas, Alicia.

Mas, se for uma vingança contra o Diego, por que nos envolveríamos?

Ele está por trás da bomba, do seu sequestro.

Ele não precisava ter salvado a vida do Julio.

Não sabemos o que esperar dele. Estamos arriscando demais.

-Se chamarmos o Ayala... -Não quero.

Só quero seguir meu caminho com o Julio, ir embora do hotel.

Sem olhar para trás, sem pensar em ninguém mais.

Olhe para ele, Maitê.

É minha culpa ele estar assim.

Preciso fazer o Diego assinar este documento.

Depois, vou embora com o Julio.

Sabe que não vou assinar.

Nunca renunciarei a você.

Então você morrerá aqui.

Você não seria capaz disso.

Experimente.

As coisas mudaram, Diego.

Está mentindo.

Se não assinar até a noite, saberá que estou falando a verdade.

Não se aproxime demais e não fique na luz,

e o Adrián achará que você é a Alicia.

Dispare, mas não o mate.

Jesús?

Quero conversar. Abra a porta, por favor.

Só queria agradecer.

Estava certo sobre a bala.

Sim, infelizmente.

Não se pode dizer que foi uma noite tranquila.

Mas deu tudo certo.

Minha filha não superaria a morte desse rapaz.

Só quero vê-la feliz.

Mesmo ele sendo um garçom humilde?

Estou diante da mesma mulher que conheci quando cheguei ao hotel?

O que mudou?

Você me salvou.

Fui fria e amargurada por anos. E para quê?

Para perder este hotel e meus filhos me odiarem.

Você me fez perceber como eu estava errada.

E me ajudou a me sentir viva e feliz.

Posso comprar o hotel.

Após Diego vendê-lo,

poderá cumprir sua vingança. Já pensei em tudo.

O que acha?

Parece um plano perfeito.

Desculpe,

mas agora preciso servir o jantar.

Claro.

Eu te amo.

Primeiro, você salvou aquele rapaz,

agora tem um caso com ela. Enlouqueceu.

Ela me descobriu. O que devia fazer?

Não se preocupe, irmã, está tudo sob controle.

Era melhor tê-la do meu lado a deixar tudo a perder.

Tem certeza de que é só isso?

Tem certeza de que agirá depois do que ela prometeu?

Claro.

Esta noite, começamos a vingar a morte da Marta.

Nada nem ninguém se meterá no caminho.

Já vi que minha filha esteve aqui.

Qual é o sentido de seguir com esta guerra perdida?

Ela não te ama, Diego.

Ela é minha esposa.

E insiste que continue sendo.

Se o coração dela pertence a outro...

assine o que ela pediu.

Para ela me abandonar?

Para ir embora com ele?

Não.

Ela não vai embora, você vai.

E tem sorte por eu poder comprar o que você me tirou com trapaça.

E por que acha que eu venderia para a senhora?

Você terá dinheiro suficiente para recomeçar sua vida em outro lugar.

Como você já fez antes, Diego.

Ou devo dizer Adrián?

Pense nisso.

Você sempre foi um homem sensato.

Assine o que Alicia pediu.

-Mateo. -Sim, senhor?

O psiquiatra não atende. Ele deve estar a caminho.

-Devo dar algum recado. -Deve.

Os serviços dele não são necessários

e lamento qualquer inconveniência.

Sim, senhor.

Espere, senhora. Eu ajudo.

Com licença. Qual é o quarto de Dom Javier Alarcón?

Sim, senhor. Quarto 47.

Obrigado.

-Senhora. -Senhor.

O senhor é o amigo do meu marido?

Eu os vi conversando no outro dia,

mas eu estava indisposta naquela hora. Eu me chamo Laura.

É um prazer,

mas seria inapropriado me apresentar

como amigo do seu marido. Eu sou o Dr. Hermo.

Doutor de medicina.

Dom Javier me chamou como psiquiatra, não como amigo.

Sabe onde posso encontrar seu marido?

Pode voltar depois de uma semana.

Aí contaremos para sua família.

E eu irei embora com Alejandro.

Tem certeza de que isto é o melhor para todos?

Nunca pensei que algo assim aconteceria conosco.

Alfredo...

cuide do bebê.

Ela está indo embora.

Legendas: Maria Isabel Rodrigues

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