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Original subtitles

SPACE MONSTER www.cinespacemonster.blogspot.com

Esta � a Ox.

Uma casa de campo que aluguei para o ver�o.

Sou escritora de hist�rias de terror e assassinatos.

Mas o que houve nesta casa foi mais fant�stico...

do que qualquer hist�ria que publiquei.

Trouxe os empregados do meu apartamento...

e Lizzie Allen, que est� comigo h� quase 20 anos.

Lizzie.

-Sim, Srta. Cornelia. -O carro est� pronto?

Est� na porta.

Os servi�ais que trouxe est�o falando em nos deixar.

Verdade?

Sei que n�o gostam daqui, mas n�o pensei que fosse assim.

Ouviram falar no assassino que a pol�cia chama de Morcego...

e os assassinatos que cometeu no �ltimo inverno.

Est�o dizendo que ele est� de volta.

Como podem ter certeza?

Ele cometeu outro crime?

Ainda n�o. Mas n�o quer dizer que n�o v�.

E tem mais. Sabe que por aqui h� morcegos.

Os animais que voam.

Veja o que est� nesta revista.

Uma reportagem do Departamento de Sa�de.

Aqui diz que alguns morcegos est�o com raiva.

E n�o � tudo.

E agora h� o boato de que foi o Morcego...

o assassino, que soltou os morcegos com raiva por aqui.

Isso � rid�culo!

Bem, a caseira, a cozinheira, o mordomo e a camareira...

n�o pensam assim.

N�o posso fazer nada sobre o que pensam.

Se uma bobagem como essa vai lhes tirar um bom emprego...

quem sai perdendo s�o eles, n�o eu.

Vamos, Lizzie, tenho que ir ao banco.

Vamos direto ao banco. J� est� quase fechando.

Eu a levo, senhora.

Obrigada novamente.

-Srta. Van Gorder. -Como vai?

Estou muito bem, lembra-se de Lizzie Allen?

-Claro. Ol�, Srta. Allen. -Como vai?

Passar� o ver�o conosco?

Sim, aluguei a Ox.

A casa do dono do banco, John Fleming.

Ouvi dizer e fiquei surpreso.

Por qu�? H� algum problema?

N�o, fiquei surpreso porque ele disse que nunca alugaria.

Aluguei de seu sobrinho Mark Fleming...

que tem uma imobili�ria aqui.

Ele disse que o tio ficar� ausente todo o ver�o.

� verdade. O Sr. Fleming est� em North Woods agora.

Com seu m�dico, Dr. Wells.

Com licen�a. Quero que conhe�am minha esposa.

N�s nos casamos no Natal.

-Deve ter sido lindo. -Efoi.

Minha esposa, a Srta. Van Gorder, a Srta. Allen.

-Como est�? -Como vai?

Cornelia Van Gorder.

Li todas as suas hist�rias.

Adorei ''O Necrot�rio Particular do Dr. X''.

S� de falar tenho calafrios.

S� calafrios? Fiquei apavorada!

A Srta. Corny realmente se superou.

Quando falar de meus livros n�o me chame de Srta. Corny.

Com licen�a, Sr. Bailey, o Sr. O'Ryes quer v�-lo.

Com licen�a. E n�o sumam.

Ent�o voc� � a noiva.

N�o mais.

Desde o Natal.

Tenho certeza de que j� a vi.

Eu era secret�ria do meu marido no banco.

Claro, eu me lembro.

Posso dar as boas-vindas a nossa visitante ilustre?

� muito gentil mas...

Tenente Anderson.

Tenente Anderson, claro.

Chefe dos detetives do Departamento de Pol�cia.

-Esta � a Srta. Allen. -Como vai?

O tenente � um de nossos cidad�os preferidos.

Faz parte da diretoria do banco.

Nada mau para um policial.

Deve ter se sa�do bem.

Bem, economizei dinheiro.

J� est� na hora de fechar...

e preciso ir ao cofre privado.

Venha me visitar, Sra. Bailey. E o senhor, tenente.

-Adeus. -Foi bom v�-la.

Que mulher charmosa. Est� na Ox.

Aquela casa � �tima para uma escritora de mist�rios.

Com certeza.

Dick, qual o problema?

Venham aqui, os dois.

Estamos numa encrenca.

O'Ryes veio pegar os 350 mil em ap�lices...

negoci�veis ao portador.

Estavam em nosso cofre especial.

S� eu e o Sr. Fleming temos acesso a esse cofre.

E ent�o?

O dinheiro de O'Ryes sumiu. E n�o � s�.

Outros seguros negoci�veis sumiram.

Pelo que pude constatar rapidamente...

o banco foi fraudado em mais de um milh�o em seguros.

Precisa informar Fleming.

Queria poder falar com ele.

Ele e o Dr. Wells est�o nafloresta.

N�o consigo contat�-lo por telefone.

O que foi?

Parecia ser algu�m vindo do lago.

Achei que fosse o nosso guia.

Sam s� vir� de manh�. S�o 3km de canoa at� a civiliza��o.

5 contra 10 que Sam trar� uma mensagem para mim.

Disse que o banco n�o ia perturb�-lo.

Eu disse. Mas eles v�o me perturbar.

-Doutor... -Sim, John.

O que faria por meio milh�o?

Tudo menos assassinato.

E por que n�o assassinato?

Muito problem�tico.

Muito arriscado?

Por meio milh�o? Sim.

Eu peguei um milh�o do banco.

N�o estou brincando.

Eu dei um desfalque.

S� acho que faria isso se pudesse se safar dessa.

Vou me safar com ele.

N�o falo de moeda.

Peguei seguros que podem ser negociados por dinheiro.

Eu tenho o dinheiro, em notas de 10, 20 e 100.

Sou seu m�dico, n�o advogado. Por que me contou isso?

Vai descobrir o motivo.

Quem vai levar a culpa pelo roubo?

Bailey, o tesoureiro. Nunca suspeitar�o de mim.

-Gosto de Bailey. -Eu tamb�m.

Adoro o rapaz. Dei-lhe a primeira chance.

Tem uma esposa ador�vel.

Muito charmosa.

Fui o padrinho.

Onde est� o milh�o?

Na tumba da minha fam�lia.

Na cripta do meu pai.

N�o acredito, John.

Cuidei de voc� quando estava muito doente.

Quando estava delirando.

E ouvi voc� falar sobre uma sala secreta.

E onde elaficaria a n�o ser em sua mans�o?

O elefante branco que chama de Ox.

Todos sabem que tenho o cora��o fraco.

Quem duvidaria se avisasse os diretores do banco...

que meu cora��o falhou...

e que ca� de uma grande altura aqui na floresta...

e que fiquei todo quebrado?

Pode enviar o corpo para o funeral...

e instruir para que o caix�o n�o seja aberto...

devido �s condi��es do conte�do.

Mas percebe que ter�amos...

que ter um corpo para p�r no caix�o...

e que ter�amos que lidar com o agente funeral.

Claro.

E como teremos um corpo?

N�o poder�amos achar um? Que tal Sam?

Sam, o nosso guia?

Ele pesa o mesmo que eu.

Vive sozinho. Vai demorar para darem falta dele.

O agente funer�rio n�o vai aceitar.

Vai, se parecer um acidente grave.

Mas Bailey seria culpado. Por que isso?

O j�ri poderia question�-lo e eu seria o suspeito l�gico.

Eu poderia desaparecer...

mas acho mais seguro que pensem que morri.

E se eu n�o aceitar participar disso?

Nesse caso, ser� uma pena.

Voc� me mataria?

O que poderia fazer? J� contei sobre o milh�o.

Direi que foi baleado num acidente de ca�a.

Escute, doutor...

se puder achar outro corpo ao inv�s do de Sam...

por mim est� bem.

H� meio milh�o para voc�.

Farei o poss�vel.

Que cheiro de fuma�a!

Tamb�m sinto. O que � esse barulho?

Veja, doutor! E um inc�ndio na floresta!

Vem vindo para c�. Temos que sair daqui.

J� vamos.

Assim que conseguir o corpo.

-Meu Deus! Lizzie, � voc�? -Sim, Srta. Cornelia.

Uma enorme tempestade vem chegando.

O vento quase arrebentou a porta.

O vento acabou com meu jogo. Acho que perdi umas cartas.

-Eu pego. -Vejo que achou o jornal.

Aquele entregador! Joga o jornal da bicicleta...

no meio dos arbustos e n�o se importa.

Minha nossa!

O Sr. Vic Bailey foi preso.

''Victor Bailey, vice-presidente e tesoureiro do banco Zineth...

foi detido pelo comiss�rio Alvin Fielding...

acusado de roubar mais de um milh�o''.

N�o acredito. Bailey n�o tem nada com esse roubo.

Nosso senhorio voltou para casa.

-Senhorio? -O Sr. Fleming.

''Dr. Malcolm Wells voltou � cidade...

com o corpo de John Fleming, do banco Zineth...

morto em um inc�ndio na floresta.

O Sr. Fleming ser� trazido para o t�mulo da fam�lia...

-na sexta-feira''. -E espero que ele fique l�.

Por que n�o ficaria?

Desde que ele morreu coisas estranhas acontecem aqui.

Por exemplo?

Os servi�ais dizem que ouvem barulhos � noite.

E a camareira jura que viu um homem sem rosto...

vindo para baixo.

Por isso eles se foram e me deixaram sozinha aqui.

Eles n�o lhe contaram, Srta. Corny...

mas tinham medo de ficar aqui.

Mas voc� ainda est� aqui. Viu alguma coisa?

Mesmo se tivesse visto, n�o tenho medo de fantasmas.

Eles t�m medo de mim.

Um esp�rita disse que fantasmas t�m alergia a mim.

Mas esse Morcego que o jornal continua falando...

acho que com ele seria diferente.

N�o acho que voc� causaria o mesmo efeito sobre ele.

Querem levar as pessoas para longe dessa parte do pa�s!

O que falam sobre o Morcego?

Sua especialidade � matar mulheres.

Nossa! E duas numa s� noite!

Todas as suas v�timas morrem do mesmo modo.

Como se suas gargantas fossem rasgadas com garras de a�o.

Que encantador!

Preciso experimentar isso.

Em um livro!

N�o � nada. Apenas as janelas batendo.

� o vento batendo na porta. N�o ligue para isso.

Ou�a isto.

''Uma das suas v�timas, encontrada ainda com vida...

descreveu o Morcego como um homem sem rosto''.

Honestamente, acho que essa mulher exagerou.

� a tape�aria da escada.

Eu sei, ouvi na outra noite em que ventava.

Mas isso se parece com algu�m na escada.

Eu sei que n�o h� ningu�m. Ou n�o deveria haver.

E n�o h�. � s� o barulho que se ouve...

em uma casa velha com vento.

Aqui diz que o Morcego n�o deixa digitais.

Compreens�vel. Se n�o tem rosto pode n�o ter dedos.

E esse deve ser o gato deixando cair a dentadura.

Acho que n�o. Mas acho que � algo que devemos ver.

-Quem o jogou aqui? -O vento, espero.

Deve haver uma janela aberta.

N�o, Lizzie, deixe-o deitado.

Deixe-o dormindo.

Espero que a luz n�o acabe.

Vamos ver as janelas da sala, fechar as cortinas...

e depois vamos dormir.

N�o vou demorar.

Corny!

Eu desliguei a luz e esqueci de ligar de novo.

Ele est� l� fora.

Ele estava entrando. Podia ter pegado voc�.

Mas n�o pegou. Ainda est� l� fora.

-Vamos chamar a pol�cia. -N�o.

N�o quero deix�-la, Srta. Corny.

Voc� est� bem?

Sim, senhora...

estou bem.

-Operadora. -A pol�cia, por favor.

Policia.

Aqui � Cornelia Van Gorder. Estou na Ox.

Sabemos disso, Srta. Van Gorder.

H� pouco um homem quis entrar em casa.

Est� sozinha? E seus empregados?

S� tenho meu motorista, que n�o est�...

s� voltar� pela manh�...

S� estamos n�s duas e vamos nos trancar no quarto.

Se seus homens virem algo, me telefone.

Vou mandar os policiais para ai agora.

Muito obrigada.

Vamos, Lizzie. Dormiremos em meu quarto.

Nada nos tirar� deste quarto agora.

Essa porta parece resistente.

Como a porta de uma tumba.

O sof� � confort�vel.

-H� uma cama extra por ali. -Sim.

Sem trinco. Isso n�o � bom.

O que � isso?

� uma armadilha.

Se algu�m tentar abrir isto ser� empurrado...

e vamos ouvi-lo cair.

Que coisa!

Esqueci minha camisola e meu chinelo.

-Vou peg�-los. -Espere, Lizzie.

-Vou com voc�. -N�o se incomode.

-Meu quarto � aqui do lado. -Lizzie, disse para esperar!

Eu n�o vou demorar.

Entre aqui!

Srta. Van Gorder?

� a Policia.

H� uma patrulha na sua casa...

e os policiais disseram que n�o h� sinais no jardim.

O homem est� aqui dentro! Est� do lado do meu quarto.

Pe�a a seus homens para entrarem pela cozinha...

e vasculharem a casa.

Certo, fique calma.

Ficarei.

Tenho uma arma e sei us�-la.

Relaxe, Lizzie, a pol�cia n�o achou ningu�m aqui.

Mas n�s duas o vimos.

Certo, mas ele fugiu.

H� homens de guarda l� fora, ent�o descanse.

Nada pode nos acontecer aqui.

Srta. Cornelia...

-O que foi? -Um morcego.

-Tolice, foi um pesadelo. -Talvez...

mas tinha um morcego e ele me mordeu.

Voou para o arm�rio.

Nossa, tem raz�o!

Operadora, ligue para o Dr. Malcolm Wells.

N�o tenho o n�mero. Isso � uma emerg�ncia.

Ligue para ele, porfavor.

Vou pegar raiva.

-Consult�rio do Dr. Wells? -� um servi�o de mensagens.

O Dr. Wellsn�o est�.

Se der seu nome e telefone vou tentar ach�-lo.

� a Srta. Van Gorder, da Ox.

Minha secret�ria foi mordida por um morcego...

que pode ter raiva. Ela precisa ser atendida.

E o Dr. Wells � o m�dico mais pr�ximo.

Vou tentar ach�-lo. Sen�o conseguir...

-mandarei outro m�dico. -Muito obrigada.

Ele est� fora atendendo.

Espero que n�o seja um parto. Um beb� � complicado.

-Isso nunca me incomodou. -Voc� nunca teve um beb�.

� claro que n�o, por isso nunca me incomodou.

-D�i? -Um pouco.

Dr. Wells? Est� ai, Dr. Wells?

Est� ai, Dr. Wells? Aqui � a operadora.

Tem um chamado de emerg�ncia.

Dr. Wells.

Servi�o de chamadas.

Estou fazendo um experimento. Deixei o fone fora do gancho.

Por isso continuei tentando.

A Srta. Van Gorder ligou da Ox...

dizendo que a secret�ria foi mordida por um morcego.

Ela tem medo de que tenha raiva.

O qu�? Sim, est� bem.

Diga-lhe que estou indo para l�.

-Quem �? -Dr. Wells.

-Entre. -Boa noite.

Que bom que o encontraram.

Cheguei ao consult�rio ap�s seu telefonema.

Como est� sua secret�ria? Sente dor?

N�o, n�o sente.

O morcego foi embora?

-Acho que est� em meu quarto. -Otimo, quero examin�-lo.

Pronto, sente-se melhor?

Doutor, eu peguei raiva?

S� posso dizer algo ap�s examinar o c�rebro do animal.

Aquela coisa tem c�rebro?

Ficaria surpresa.

Onde ele est�?

Acho que a coisinha est� no arm�rio.

� uma pena ter alugado esta casa.

Por qu�?

N�o quero alarm�-la mas...

Depois desta noite nada me assusta.

Entendo, deve ter sido assustador.

Coisas inexplic�veis acontecem aqui.

H� algo neste lugar.

Seus servi�ais sentiram isso quando a deixaram.

Previram um desastre.

Vamos ver...

Aqui est�. Calma...

Ningu�m vai machuc�-lo. Quietinho...

Parece normal. N�o parece estar doente.

N�o � simp�tico. Fiquei preocupada.

E deveria ficar.

Por sua apar�ncia n�o parece ter infec��o.

De qualquer forma, foi por um triz.

Tome os comprimidos e ter� uma noite tranquila.

Passo aqui amanh�.

Obrigada, doutor.

-Eu conhe�o a sa�da. -Sim, mas eu o acompanho.

Lembre-se que quando eu sair subir� as escadas sozinha.

Estou bem. Estou armada.

Pode atirar sem fechar os olhos?

H� armas em todos os meus livros.

N�o escrevo sobre o que n�o conhe�o.

-Feche a porta. -Boa noite.

Boa noite, doutor.

-Acidente? -N�o, foi o vento.

Eu acho.

Sabe que Mark alugou a casa sem o tio saber?

N�o, n�o sabia.

Agora n�o importa, John est� morto...

e Mark � seu herdeiro.

Se John estivesse vivo pediria que sa�sse.

-Verdade? -Sim.

� um lugar tr�gico para quem vive aqui.

-Boa noite. -Boa noite, doutor.

-Quem est� a�? -N�o se preocupe.

� Andy.

Isso mesmo. Boa noite, Srta. Van Gorder.

Boa noite, tenente.

Algu�m est� doente aqui?

Minha secret�ria foi mordida por um morcego.

Um morcego com raiva?

Vou saber quando chegar ao laborat�rio.

Eu peguei o morcego.

-Onde foi isso? -Em meu quarto.

-E como entrou? -Entram de v�rias maneiras.

O senhor deve saber.

Vi este buraco quando cheguei aqui.

Foi assim que o Morcego abriu sua porta.

Ela disse que ligou para a pol�cia.

Sim, liguei duas vezes.

Na segunda vez o ladr�o estava dentro de casa.

-Foi para seu departamento? -N�o, eles me contataram.

Os policiais vieram, deram busca, mas n�o acharam nada.

� melhor arrumar essa janela.

Com certeza.

Bem, preciso ir.

Farei uma cirurgia �s 8h da manh�.

Boa noite.

Vou colocar uma patrulha.

E ningu�m dentro, Andy?

E por qu�?

E se o Morcego estiver escondido na casa?

Tenho certeza de que ele n�o est� na casa.

N�o agora.

Boa noite.

Oi, Andy.

Oi, Mark.

Parab�ns.

Parece que os neg�cios v�o bem.

-Escrit�rio e mob�lia novos. -Uma reforma. Que tal?

Parece caro.

� por causa da heran�a?

Ainda n�o recebi.

Os jornais dizem que John lhe deixou uma fortuna.

�, mas ningu�m est� encontrando.

N�o diga!

Tio John s� tinha uns d�lares na conta banc�ria.

E seu cofre estava vazio.

Se n�o encontrarmos esse milh�o, tamb�m n�o terei nada.

Como?

Investi minhas economias no banco Zenith.

Se n�o conclu�rem que o banco tem solv�ncia...

e n�o acharem as ap�lices de seguro roubadas...

os acionistas ser�o obrigados a cobrir o rombo.

Os seguros podem ser convertidos em dinheiro.

E se n�o achar esse dinheiro estou perdido.

Vamos procurar por ele, Andy.

Seu tio n�o levaria um milh�o numa ca�ada.

Suspeita do tio John?

Ora, Andy. Ele fundou o banco.

Seria como roubar a tumba dafam�lia.

-Acha que ele faria isso? -Bem... al�m do mais...

as digitais de Vic Bailey estavam no cofre.

N�o acharam digitais do tio John.

Porque ele as limpou.

O Tribunal pode provar isso?

Est�o tentando.

Judy, secret�ria de Bailey, � a testemunha da Defesa.

Ela ter� grande impacto sobre oj�ri.

Ela causa impacto em mim. Ela � ador�vel.

-Eis o livro de que falou. -O novo!

Acabou de ser lan�ado. Pode ficar com ele.

� a primeira edi��o e est� assinado.

-Claro. -Muito obrigada.

Posso servir o ch�?

Sim, porfavor.

-Contratou novos empregados. -Sim, claro.

Como os convenceu a ficarem aqui?

Jane Patterson, minha nova governanta...

conhece bem a casa, trabalhou paraJohn Fleming.

E Warner era meu motorista.

O motorista virou mordomo?

� incr�vel.

A promo��o vem a qualquer momento.

Conseguiu um encanador?

S� daqui a 3 dias.

E o cano que est� vazando? Vai inundar tudo.

O cano n�o est� mais vazando.

Quer dizer que parou o vazamento?

N�o, eu vedei o cotovelo de onde sa�a �gua.

Vedou o cotovelo?

Onde aprendeu afazer isso?

Digamos que a chuva cai e um homem quer se manter seco.

Precisa de mais alguma coisa?

-No momento, n�o. -Obrigado, senhora.

Ele � umafigura!

H� quanto tempo trabalhou como seu motorista?

Tr�s meses.

Espero que n�o tenha ficha criminal.

Querida Dale, na �ltima noite John Fleming me disse...

que amava seu marido como a um filho.

Se Fleming estivesse vivo, lutaria para provar...

sua inoc�ncia.

O Sr. Fleming provou sua pr�pria inoc�ncia?

E haveria d�vidas sobre isso?

Haver� quando a senhorita Hollander testemunhar.

Sabe de algo que n�o sabemos, Judy?

Algo que vi com meus pr�prios olhos.

Ela n�o pode dizer o que foi.

Nem pensei em perguntar.

Mas vamos supor que Fleming roubou esse milh�o.

O que ele faria? Onde est�?

Escondido onde ele pudesse pegar sem ser visto.

Se eu estivesse escrevendo sobre isso...

ao inv�s de estar participando disso...

eu esconderia nesta casa assustadora.

Debaixo do assoalho ou na chamin�?

Se ele teve coragem de roubar um milh�o...

planejaria tudo cuidadosamente.

Ele prepararia um lugar para esconder o dinheiro.

Talvez quando a casa foi constru�da.

Aluguei esta casa com o sobrinho de Fleming.

Imagino se ele tem as plantas do assoalho.

Vou perguntar a ele.

Lizzie, pode trazer o telefone?

Pergunte-lhe agora.

O n�mero � Summit 7537...

Obrigada, Lizzie.

Summit 7537.

Nada mau, Andy. Novos neg�cios.

Viu s�? � algu�m querendo comprar uma casa.

Mark Fleming.

Oi, Dale.

Um minuto, vou ver se tenho.

� Dale Bailey, est� agitada.

A Srta. Van Gorder quer saber se tenho as plantas da Ox.

O que ela faria com as plantas do assoalho?

Ela est� sugerindo que seu tio escondeu o dinheiro l�.

As plantas est�o aqui?

Est�o na casa, em algum lugar.

H� um lugar onde tio John guardaria as plantas.

Que lugar?

Ele falou h� alguns anos...

n�o tenho certeza do lugar exato.

Mas ele n�o teria coragem de roubar um milh�o.

Mas se achar essas plantas eu lhe conto.

Oi, Dale. Escute, querida, n�o vejo as plantas...

desde quando era crian�a. Mas vou a� procurar.

Obrigada, Mark. N�s o aguardamos.

Ele acha que est�o aqui. Vir� hoje � noite.

Que bom.

Dale e Judy ficar�o aqui o fim de semana.

Gostaria de jantar conosco?

Gostaria mas n�o posso. Preciso dar uns telefonemas.

Se o testemunho de Judy vai inocentar Bailey...

e culpar John Fleming...

deve haver um tesouro escondido aqui.

N�o fale sobre seu testemunho.

-N�o direi nada. -Garota esperta, Judy.

E ador�vel. Boa tarde, senhoras.

Venham, garotas...

Acho que devo colocar tudo no papel.

N�o era secret�ria de seu marido?

-Sim, era. -Sabe taquigrafia?

Se quiser manter sua mente ocupada...

escreva comigo a hist�ria desse fant�stico criminoso.

O Morcego.

-Ojantar estava bom? -Maravilhoso.

Que linda pe�a de prata.

-� original, n�o? -Sim, usamos no caf� da manh�.

Esse rel�gio n�o funciona h� 10 anos, segundo Mark.

Por que est� afastado da parede?

N�o sei, talvez algu�m tenha mexido nele.

Talvez para tirar a poeira.

Espere um pouco.

-Sabia que tem uma porta aqui? -N�o.

Minha nossa!

Talvez seja uma passagem secreta.

Com certeza deve guardar algo.

Quem sabe, garotas? Talvez achemos o dinheiro.

� um painel. Deve haver um modo de abrir...

Chamando carro 11.

Dirija-se � Ox imediatamente.

Houve um homicidio.

Certo.

Estou indo para l�. Avise o legista e o Dr. Wells.

Diga-lhe para ir � Ox.

Que horror!

Sua garganta foi dilacerada por uma criatura com garras.

� o sinal dele.

Encontramos o mesmo nas outras v�timas que matou.

Achei que tudo fosse imagina��o de rep�rteres....

mas se basearam em fatos.

Ele est� de volta.

De volta � cena das mortes.

Isso quer dizer que ele fez isso.

O Morcego.

Quem achou Mark?

N�s.

Judy, Dale e eu.

Lizzie estava na sala de jantar.

Esta � minha nova governanta.

Jane Patterson. Trabalhava para John.

Eu a conhe�o. Onde estava, Srta. Patterson?

Na cozinha, fazendo limpeza.

Eu fiz o jantar hoje.

Sabia que o arm�rio secreto era aqui?

Estava atr�s do rel�gio.

Fui eu que o encontrei.

Percebi que o rel�gio tinha sido mudado...

e a porta n�o estava bem fechada.

Eu atendo.

Quem �?

Mark Fleming.

Ele n�o estava na mesma sala que os outros.

-H� quanto tempo morreu? -H� cerca de meia hora.

Acha que foi o Morcego?

� a marca registrada dele.

Talvez ainda esteja na casa.

� poss�vel.

Por que estaria?

Ele procurava algo e como voc�, acreditava que estava aqui.

� um assassino persistente.

Eu a aconselho a deixar a casa o mais r�pido poss�vel.

N�o desmerecendo nossa prote��o policial.

-J� ligou para o necrot�rio? -Est�o a caminho.

�timo, quero examinar o corpo antes que cheguem.

-Podemos lev�-lo a outra sala? -Sim, a sala dos fundos.

-Obrigado. Ajude-me. -Com licen�a.

-Warner, onde esteve? -Senhora...

-Houve um acidente? -Houve um assassinato.

Mark Fleming que me alugou a casa foi morto.

-Sabem quem foi? -Acham que foi o Morcego.

Desculpe ter entrado pela porta dafrente.

Esqueci as chaves. Toquei a campainha da cozinha...

mas ningu�m atendeu.

Este � Warner, meu mordomo. Era meu motorista.

Por que o promoveu?

� dif�cil achar um mordomo. N�o gostam do campo.

J� foi mordomo?

J� tive v�rias fun��es.

Esta era minha noite de folga e esqueci as chaves.

Ouvi essa parte.

A que horas saiu?

�s 18h30 eu jantei no restaurante de Wally.

Pode provar onde ficou o resto da noite?

-Posso tentar. -Pois tente.

E n�o deixe a casa. Falarei com voc� depois.

Muito bem, senhor.

Estarei em meu quarto se precisar.

Sim, Warner.

N�o acha que ele...

Eu conhe�o Warner.

N�o me lembro de onde, nem quando.

Mas lembrarei.

Estarei na delegacia tirando fotos e vendo digitais.

Mas enquanto isso...

Srta. Patterson, vai deixar a casa?

N�o, tenente.

Conversaremos pela manh�. Boa noite.

Boa noite.

Eu estava com Mark quando falou sobre as plantas.

Ouvi-o dizer que viria aqui hoje.

Dale ligou para ele a meu pedido.

Ela me disse que ele viria.

Quem mais ouviu isso?

Judy, Lizzie...

E o gentil Dr. Wells.

Dr. Wells?

H� assassinos que matam por divers�o.

O Morcego � um doente mental.

E seus crimes s�o motivados por seus jogos pessoais.

H� um milh�o � solta.

E ele s� vai sossegar quando puser as m�os nele.

As jovens ficar�o aqui esta noite?

Sim, s�o minhas convidadas.

Quando minha equipe chegar ficaremos ocupados.

Vamos para os nossos quartos. Boa id�ia.

Vamos, garotas.

Que tal um policial guardar a casa hoje?

J� tem um.

Eu vou guardar esta casa do s�t�o ao por�o.

Se o Morcego aparecer terei uma surpresa para ele.

Quem � ele? Faz id�ia?

Pode ser qualquer um. H� algumas pistas...

mas nada que possamos levar aj�ri.

Temos que olhar acima do mundo do crime.

Ele pode ser um advogado, m�dico, cientista...

um dos pilares da nossa comunidade.

Senhoritas, tranquem suas portas.

Fiquem nos quartos.

Prometo que estar�o em seguran�a.

Boa noite.

Pobre Mark.

� uma pena. T�ojovem!

Bem, doutor, concorda que foi o Morcego?

Em meu relat�rio disse que a causa da morte...

foi a mesma das outras.

Compress�o do sangue na garganta...

com grave dilacera��o dajugular...

resultando em grave hemorragia.

Em linguagem leiga, ele nem soube o que o atingiu.

Ele soube.

Mas n�o teve tempo para pensar.

Vai ficar aqui esta noite?

At� checar as portas ejanelas.

Mas voltarei logo cedo.

Nem bom tempo, nem mau tempo...

afasta voc� de sua busca por provas.

Muita gente ficar� chocada quando eu concluir este caso.

Tenho certeza que sim.

Boa noite, Andy. N�o se machuque.

Boa noite, doutor.

� melhor deix�-la dormir.

Lizzie e eu dividimos o quarto para nos protegermos.

Na outra noite choveu e as luzes se apagaram.

Fui � cidade e comprei v�rias destas.

-Leve uma com voc�, Dale. -Obrigada.

N�o precisa de mais nada?

N�s ficaremos bem.

Qualquer coisa, gritem.

E duas mulheres valentes ir�o salv�-las.

Nada nos incomodar�. N�o com Andy trabalhando.

Boa noite.

Tudo ficar� bem.

Vamos.

Acho que n�o vou conseguir dormir.

Nem eu.

S� consigo ver Mark olhando para n�s.

Achei que quando as pessoas morriam, os olhos fechavam.

Como no sono.

N�o pense nisso.

Aposto que est� pensando nisso.

Penso no meu pobre marido dormindo na pris�o.

Judy, eu o amo tanto!

Que barulho � esse?

N�o sei.

Estava adormecida. Achei que fosse um sonho.

-Tem algu�m na casa. -Sim, no andar de cima.

N�o logo acima. Deve estar em um c�modo que d� para a rua.

Vamos chamar a Srta. Van Gorder?

Como ela poderia ajudar?

E n�o queremos parecer duas mulheres hist�ricas.

Vou me tornar uma. Foi o bastante por uma noite.

N�o vai sair no hall.

Quero saber o que est� havendo.

O tenente disse para ficarmos nos quartos.

Vic n�o est� seguro preso na cadeia.

E se o dinheiro roubado estiver nesta casa?

Mark achou que estava.

Talvez seja o que algu�m esteja procurando.

Minha nossa! N�o ouve o barulho?

Voc� precisa ficar acordada.

Os telefones externos e internos foram cortados.

N�o podemos pedir ajuda.

Mas h� um policial aqui.

N�o sei n�o, algo deve ter acontecido a ele.

Vamos, coloque o robe.

Dale, n�o v� l� em cima.

Tenho que ir. Fique aqui.

Se voc� vai, tamb�m vou.

-Fique aqui. -N�o vai sozinha.

-Vou ver o que �. -Deixe-me ir junto.

Avise se vier algu�m. N�o demoro.

N�o, espere.

Deixe-a comigo. Eu cuido dela.

Pobre garota.

Judy!

O Morcego?

Sim, o Morcego.

Ele a pegou no topo da escada.

N�s o vimos descer quando sa�mos do quarto.

Eu atirei isso nele.

Acho que o atingi.

Disse que ia vasculhar do s�t�o ao por�o!

Onde estava quando essa crian�a foi morta?

Vi um homem l� fora.

Eu fui atr�s dele.

Eu o ouvi entre as �rvores e segui seu som...

at� a rua de tr�s...

da� o perdi.

Daria a minha vida para isso n�o ter acontecido.

Mas disse para ficarem nos quartos.

Para trancarem as portas e ficarem l�.

O que estavam fazendo no topo da escada?

Foi minha culpa.

Havia barulho de golpes no terceiro andar.

-Todas n�s ouvimos. -Quis ver o que era.

Judy n�o queria que eu fosse sozinha.

Pedi a ela que ficasse na sacada.

E o mordomo?

Acho que est� no quarto.

Srta. Patterson.

Soube o que aconteceu?

N�o, mas ouvi os gritos.

Fui chamar Warner. Nossos quartos s�o pr�ximos.

Mas ele n�o estava no quarto.

Sua cama n�o foi desfeita.

Se a Srta. Patterson ouviu os gritos, Warner tamb�m ouviria.

Tem raz�o, senhor. Eu ouvi.

Ouviu? E onde estava?

L� fora, no jardim.

A Srta. Hollander foi assassinada.

Est� surpreso?

Chocado?

J� vi atua��es melhores.

Lembro-me de voc� agora. N�o se chama Warner.

Tenho uma circular com sua foto nela.

A pol�cia de Chicago ligou-o a um roubo.

Tem raz�o. Fui julgado e provei minha inoc�ncia...

e fui dispensado.

Que golpe de sorte!

Onde estava quando ela foi morta?

J� disse que estava l� fora.

O que fazia l�?

Eu o estava seguindo.

Vi-o l� fora e parecia seguir algu�m...

e pensei que pudesse precisar de ajuda.

Segui sua lanterna pelas �rvores...

da� sumiu.

Fiquei no escuro e algo me atingiu na cabe�a.

Eu acordei no ch�o e percebi...

que tinha sido nocauteado.

Queria v�-lo nocauteado.

Assim ainda estaria com a m�scara.

Com este bast�o voc� subiu e a matou.

Nada disso. N�o sou o Morcego.

Nunca matei. N�o poderia matar.

N�o me culpar� por isso.

Bem, doutor...

temos outro caso para o m�dico-legista.

O Morcego voltou.

Por que voltou, doutor?

Sofri um acidente aqui perto.

Meu carro se desgovernou e fui parar numa vala.

Esta � a casa mais perto...

e vim aqui pedir ajuda.

Achei que o encontraria por aqui.

O m�dico ficou doente.

Foi atingido por algo atr�s da cabe�a.

Falei que sofri um acidente.

Falou, sim, doutor.

Falou, sim.

Posso ter errado.

Ou talvez n�o.

Veremos.

Vamos come�ar outro cap�tulo.

O assassinato ficou nas manchetes por dias.

O tenente Allison Grildes...

disse que vasculhou a casa de cima a baixo.

Warner n�o foi preso...

mas seus passos foram vigiados.

� noite, exceto pelo detetive de guarda...

a pol�cia e os rep�rteres nos deram sossego.

Numa dessas noites, sem contar a Lizzie ou outra pessoa...

comecei minha pr�pria investiga��o.

Fui a uma sala do 3� andar cheia de ba�s...

Aquijaz o Morcego.

Amea�ado pela exposi��o ele se destruiu.

M�os para cima.

�tima id�ia me matar em meu laborat�rio...

para pensarem que sou o Morcego.

Mas tem que me matar primeiro.

Como seria? Uma emboscada?

� inteligente mas nem tanto para fazer isso.

Nem achou o dinheiro e chegou t�o perto!

Mas eu sei onde est�.

E quando estiver morto com aquele bilhete...

vou peg�-lo e viver feliz para sempre.

''Ele se destruiu!''

Que grande verdade!

Adeus, Morcego.

Agora vou cur�-lo, estando com raiva ou n�o.

Ele se destruiu.

Tem algo errado.

Tem algo errado.

Srta. Cornelia.

Srta. Cornelia!

Aonde ela iria a esta hora?

Por Deus!

Imagine!

Sr. Davenport.

Que �timo. A porta estava destrancada...

e o senhor dormindo em servi�o.

Espere at� o Ten. Anderson saber disso.

Vamos, acorde. Qual � o problema?

N�o sei.

Minha cabe�a d�i. Meu corpo est� mole.

Beba um gole.

Tente acordar. J� volto.

Vamos, depressa! E Lizzie!

Estou preocupada. N�o acho a Srta. Cornelia.

E algo aconteceu com o policial.

Traga Warner, diga que precisamos dele.

Est� bem?

J� vou ficar bem.

Agora me lembro. Tomei um gole de vinho.

A Srta. Van Gorder disse para eu me servir.

-Ela n�o poria nada no vinho. -Algu�m colocou.

Algu�m que sabia que eu estava de servi�o aqui.

E algu�m pegou a Srta. Van Gorder.

N�o a encontro em lugar nenhum.

Falei para a governanta trazer Warner.

O tenente Anderson precisa saber disso.

Davenport da Ox. Temos problemas.

Eu fui drogado.

A empregada me disse que a Srta. Van Gorder sumiu.

Ligue para Anderson e informe.

N�o est� em casa? Onde ele est�?

Caso? Que caso?

Dr. Wells?

O que mais ele disse?

R�pido, precisamos achar a Srta. Cornelia.

O tenente Anderson est� atendendo um caso.

Dr. Wells foi achado morto perto de sua garagem.

Dr. Wells!

H� algo estranho na morte do Dr. Wells...

mas a Central n�o me disse nada.

Warner n�o est� no quarto. N�o h� sinal dele.

Eu devia vigi�-lo.

Quero saber onde est� a Srta. Cornelia.

N�o disse que a porta estava destrancada?

Com certeza.

Talvez ela esteja l�fora.

Jamais!

Vamos olhar.

N�o consigo respirar!

N�o tem ar.

Vejam. H� uma luz no c�modo do 3� andar.

-Esteve l� hoje? -Claro...

mas apaguei as luzes quando desci.

A Srta. Cornelia deve ter acendido.

Vamos procurar l�.

Sim, estou aqui.

Venha aqui.

Estamos aqui. O que devemos fazer?

Sobre o apoio... h� um painel.

Bata com a m�o.

Que painel?

N�o consigo...

Srta. Van Gorder, que painel? N�o ouvimos.

Ela disse para bater. N�o importa qual painel.

Bata em todos.

Veja!

Est� tudo bem agora.

Est� tudo bem, querida.

Lizzie est� aqui.

-Sente-se melhor? -Bem melhor.

-Vamos lev�-la para o quarto. -Quero ficar aqui. Estou bem.

Tive que fazer um esfor�o para respirar!

Ningu�m sabe como o ar � saboroso at� ficar sem ele.

Aquela sala � igual a um cofre.

Quando a passagem fechou parecia que...

tinha levado o ar todo.

Deixe fechar, posso abrir daqui.

H� um painel de controle atr�s desta planta.

Controla eletricamente a passagem daqui.

Quando a porta abre pode deix�-la assim.

Acho que a sala da lareira abre do mesmo modo.

E abre.

Tentei achar esse controle.

Estava atr�s desta planta.

� bem preparado.

Pena n�o podermos abrir o cofre do mesmo jeito.

Ser� preciso um perito para abrir esse cofre.

Talvez fosse isso que o Morcego procurava.

Pode ser. Parece que ele est� � espreita hoje.

Srta. Van Gorder, Warner desapareceu.

E o Dr. Wells foi assassinado.

O tenente Anderson est� no local.

Ele sabe o que aconteceu aqui?

V�o inform�-lo. Ele chegar� logo.

Que barulho � esse?

Srta. Van Gorder, a garagem est� pegando fogo.

Vejam s�.

Lizzie, apague a luz da outra sala.

Aonde vai?

-Est� pegando fogo... -Vai ficar aqui.

Mas e a garagem...

Que queime! Vigie a escada.

N�o percebe que ele quer nos ver fora da casa?

Est� falando...

Isso, estou falando do Morcego.

Com as luzes apagadas vai achar que o truque deu certo...

que deixamos a casa e vir� para c�.

O tenente vir�.

Assim espero, mas o Morcego chegar� primeiro.

E vai matar de novo.

Temos que ser espertos como ele.

Estaria � salvo l� embaixo. Eu cuido dele.

Mas quero ficar aqui.

Est� bem, mas esconda-se.

Vamos acabar com isso, senhoras.

Outros viram meu rosto antes de morrer...

mas vou lhes negar esse prazer.

Seria uma boa cena para o seu livro.

Mas jamais vai escrev�-la.

O Morcego � Warner. Sem d�vida.

Errou, Srta. Allen.

N�o gosto de ser suspeito de assassinato.

Estava indo para o aeroporto mas mudei de id�ia.

Ainda bem que voltei.

� o tenente Anderson!

Sim, era Anderson.

Ele descobriu o segredo da sala secreta...

e esperou para entrar e abrir o cofre.

Achamos o dinheiro ali, em notas de 10, 20 e 100.

Pobre Andy.

Ganhou tanto com seus investimentos em a��es...

� um jeito inteligente de esconder dinheiro roubado.

Sendo t�o simp�tico, t�o respeit�vel!

Mas n�o adianta.

N�o importa o quanto seja inteligente...

voc� n�o pode esconder um assassinato.

Acabamos, Dale.

Este � o final.

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