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Original subtitles

Antes, em Debris...

Encontraram o teu pai.

A nossa principal prioridade � resgatar o George.

N�o podemos deixar os americanos tomarem posse dele.

N�o se trata de um resgate, Bryan.

- Sai da frente. - N�o.

Por favor, diz ao Maddox que o meu pai nem estava aqui.

Vamos l�!

Ele e o governo dele tiraram a Orbital de mim.

S�o mentirosos, todos eles s�o.

N�o sei como nos pudeste ter feito isso.

Tenho uma oportunidade de consertar as coisas.

Kathleen!

Kathleen!

O que se passa?

Quem �s tu?

N�o sei quem tu �s.

Sou o Mac. Do que est�s a falar?

N�o sei quem tu �s.

P�ra de dizer isso, Shelby. P�ra com isso!

N�o � verdade!

Eu sou teu irm�o!

O qu�?

A Kathleen?

Onde est� a minha irm�?

Onde � que ela est�?

- N�o temos nenhuma irm�! - O qu�?

N�o.

Meu Deus.

Meu Deus.

Ela desapareceu. Desapareceu.

S01.E09 Do You Know Icarus?

- Estamos perdidos? - O qu�?

- Estamos perdidos? - N�o, n�o.

Segue em frente. Vai aparecer uma curva,

a� viras � esquerda.

� como se estivesse em coma.

Sim. Passou uns maus bocados.

Ele estava a precisar disto.

O que vamos fazer em rela��o ao Maddox?

Ele n�o suspeita de nada.

Consigo sentir.

Vamos at� o Garcia,

pegamos nos equipamentos que o George precisa

e veremos o que acontece.

Estamos a trair os nossos pa�ses.

Mas n�o quero saber.

Observei

como lhe tiravam sistematicamente o trabalho da sua vida.

Como lhe tiraram a Orbital. Sabes a que isso o reduziu?

Foi bem dif�cil de ver.

Uma parte minha sempre os responsabilizou.

Uma parte que responsabiliza o Maddox pelo suic�dio dele.

E quanto � Ferris?

Disseste que lhe tinhas dito que tu � que mandavas?

Ela vai aceitar isso?

Sim, tudo que a Ferris quer saber

� n�o deixar que os americanos saibam mais do que n�s.

Ser� que ela vai entregar os ficheiros do Laghari?

Sim.

Sim, vai.

Acaba de chegar um novo incidente.

Perto de Oceanside, no estado de Washington.

Discrep�ncias atmosf�ricas.

- O que aconteceu? - Est� tudo bem.

N�o te preocupes, pai. �amos atropelando um veado.

Apareceu do nada.

Boas m�os.

Embora, conduzas depressa demais para o meu gosto.

A pressa � uma demonstra��o de desorganiza��o.

Vou anotar isso. Obrigado, George.

De nada.

Fiquem aqui.

O Bryan falou-te deste homem,

- o Garcia? - Falou.

Disse que era um cientista da Orbital,

e que se feriu num incidente com um Destro�o.

O Bryan disse que o conheces.

Sim, conhe�o-o.

Bryan.

Garcia.

Ent�o, meu.

Pareces saud�vel. Ainda tomas as injec��es?

Sim, quando me enviam.

Finola, este � o Garcia.

- Ol�. - Prazer em conhec�-la.

Ol�, Gary.

George.

Faz a tua lista.

Se houver algo que n�o tenha, sei onde encontrar

sem chamar a aten��o.

Temos de tratar de um caso agora.

N�o � muito longe. Gostaria de n�o ter de ir,

mas temos de manter as coisas a funcionar normalmente.

O Maddox n�o pode suspeitar que algo esteja errado.

Vais ficar bem?

Ficarei perfeitamente bem.

Vamos ao trabalho.

Chegaram as �ltimas imagens.

- N�o vejo nenhuma mudan�a. - Devemos estar a chegar perto.

Fica logo � frente, � esquerda.

� aqui.

Adoro o mar.

Est�s a captar alguma coisa?

Sim.

� fraco, mas � de certeza aqui.

Vamos verificar se viram alguma coisa a cair.

Ol�. Sou o Agente Beneventi, este � a Agente Jones.

- Os teus pais est�o em casa? - N�o, n�o est�o.

Sabes quando voltar�o?

Entrem.

- Est� tudo bem, est�o a viajar. - Quem?

Os meus pais, est�o a viajar.

N�o voltar�o at� ao fim do m�s.

Sentem-se.

- Como te chamas? - Shelby.

Estamos...

Aqui em Oceanside a investigar

pe�as de uma aeronave militar que caiu.

Fazem parte de um grupo de recupera��o?

� isso mesmo. Viste ou ouviste alguma coisa?

� o teu irm�o mais novo?

Aparentemente. Chama-se Steven.

Viste alguma coisa a cair do c�u

ou soubeste de algo parecido nos �ltimos dias?

Sim. Sim, vi.

Encontrei o que procuram, por acaso.

S�o destro�os de liga leve.

Encontrei quando estava a mergulhar com a minha irm�, Kathleen.

Sei que � uma parte de uma nave alien�gena acidentada.

Como sabes disso?

Quando a encontr�mos, examin�mos e entr�mos nela.

Ela transportou-nos para dois dias no passado.

No in�cio, foi incr�vel.

Volt�mos a fazer. Continu�mos a fazer,

at� ter regressado e a minha irm� ter desaparecido.

� como se ela nunca tivesse nascido. E agora � pior.

Agora, sempre que vou l�,

n�o sei que vers�o da realidade me espera no regresso.

�s vezes, tenho outros irm�os, outras vezes, estou sozinho,

mas a Kathleen nunca regressa.

A que dist�ncia do mar est�?

Vou continuar a usar,

at� reiniciar correctamente e a minha irm� regressar.

N�o sei o que pensas que sabes,

mas isso simplesmente n�o vai acontecer.

Sim. J� disseste isso antes.

N�o da �ltima vez que estiveram aqui, mas antes.

Sempre que v�m aqui, ouvem a minha hist�ria,

e ligas ao teu pai, George.

Ele est� em Oregon, a ajudar a resolver isto.

E a cada vez, aprendo mais um bocado.

O meu...

O meu pai est� a ajudar-te?

Sim. No in�cio, pensou que fosse viagem no tempo,

mas n�o fazia sentido porque regress�vamos apenas alguns dias,

e a minha irm� nasceu h� vinte anos,

e de alguma forma foi apagada.

O George j� disse que n�o � s� viagem no tempo.

Ele disse que o Destro�o est�-me a permitir

arrancar cartas do deque da realidade.

Ele j� avisou, se n�o regressar para a minha realidade,

o tecido do universo vai-se degradar

cada vez mais depressa.

Preciso que voltes a ligar para ele,

se queres salvar o mundo. Tens alguma pergunta?

Isso � extraordin�rio. � como se estivesse

a viajar por um caleidosc�pio de linhas do tempo.

Da �ltima vez, mandou-me saltar na mesma hora que saltei

- da �ltima vez com a minha irm�. - Sim. Parece algo que eu diria.

- O que aconteceu? - Bem, tentei exactamente

�s 16h03, mas n�o resultou,

ainda apare�o numa realidade sem ela.

Talvez esteja a falhar porque o reset demanda

que aconte�a no tempo preciso

que inicialmente activaram o Destro�o,

n�o s� �s 16h03, mas �s 16h03

e 22.983 segundos.

Sim, claro,

se for o caso, podias fazer isso

durante toda a vida e nunca teres sucesso.

N�o posso aceitar isso.

O senhor mesmo o disse, "tenho de resolver isto".

Deve haver alguma coisa que eu possa fazer.

Temos de continuar a tentar.

Deixa-me perguntar. Viram alguma cor

- quando accionaram o Destro�o? - N�o sei.

� importante que te tentes lembrar.

Pode-nos ajudar a deduzir o que est� a acontecer.

Finola? Tenho alguns conceitos

que gostaria de falar contigo.

- Podemos falar em privado? - Sim.

Sim, podes falar.

Finola, por mais que queira que este jovem

volte para a irm�, n�o podem deixar

que ele volte a saltar.

T�m de o convencer a aceitar o seu destino

e perceber que ela n�o vai voltar.

Porqu�?

Esses saltos repetitivos est�o a provocar

uma tens�o acumulada no tecido espa�o-tempo.

Podem provocar danos irrevers�veis.

Estou admirado por ainda n�o ter acontecido.

Preferia que ele n�o usasse o Destro�o

- at� que o possa ver. - Danificar o universo?

Mas o Shelby disse exactamente o oposto.

Disseste-lhe que o dano aconteceria

se ele n�o voltasse � sua realidade.

N�o fa�o ideia da raz�o disso ou porque diria eu isso.

N�o o deixem saltar desta realidade.

Est� bem.

Ele disse que o meu pai falou que o universo

continuaria a decair se ele n�o voltasse.

N�o � verdade, ele est� a mentir.

S�o os saltos que est�o a provocar isso.

Porque faria ele isso?

Para que o ajud�ssemos a voltar para a irm�.

Steven. Onde est� o Shelby?

Um novo incidente acabou de chegar.

Perto de Oceanside, no estado de Washington.

Discrep�ncias atmosf�ricas.

Temos de ir para l�.

Olha. Olha um veado.

O que acha, George?

Sim.

Sim, isto vai servir.

Pai? Temos de responder ao incidente de Destro�os

no Estado de Washington agora.

N�o queria ir, mas temos de manter as coisas normais.

Vais ficar bem?

Sim. Vou ficar bem.

Quero come�ar os trabalhos agora mesmo.

Garcia, onde posso encontrar a caixa de circuitos?

Ele est� em boas m�os.

O sinal vem daqui, � direita.

Adoro o mar.

Est�s a captar alguma coisa?

Sim.

� fraco, mas � de certeza dali.

ENTREM

Ol�? Agentes federais.

Aqui.

Agente Beneventi. Esta � a Agente Jones.

Temos algumas perguntas.

- Os teus pais est�o em casa? - N�o.

- Est�o na Europa este m�s. - Esqueci-me dos meus bonecos.

Ol�, amiguinho.

- Cumprimenta o Bryan, Mac. - Ol�, Bryan.

Como sabes o meu nome?

Queria poder ter feito mais por ti.

Continuado os tratamentos.

A tentar mais.

Fiz tudo o que podia, mas o Maddox...

Eu percebo.

- Recebeste a minha carta? - Recebi.

N�o pude responder. A minha fam�lia n�o permitia.

Bem, n�o os culpo.

Pergunto-me...

Se est�s arrependido de criar a Orbital.

N�o.

Arrependido n�o seria a palavra que escolhia.

Quando o Bryan me ligou e contou-me o que te aconteceu,

n�o consegui deixar de ver a ironia.

De certa forma, foste mordido pelo teu pr�prio monstro.

Quando os americanos se envolveram,

precis�vamos do dinheiro,

mas o mecanismo da alian�a

ficou extremamente poderoso.

Os l�deres no poder come�aram a fazer as coisas como queriam.

E a maneira deles era enviar pessoas sem saberem com o que estavam a lidar.

Eu...

aceitei o que me aconteceu.

Podes ter a certeza disso.

E penso que tamb�m devias aceitar o teu destino.

H� sempre algum perigo

em novos conhecimentos,

novas tecnologias,

mas tamb�m h�

grandes benef�cios potenciais para a humanidade,

para a compreens�o,

para a qualidade de vida.

N�o h� recompensas sem algum elemento de risco.

Acredito ser caracter�stico do nosso trabalho.

E acredito que sabias do risco.

Est�?

Espera, volta.

Perguntaste se tinha visto cores.

A resposta � sim.

Que cores viste, exactamente?

Branco, amarelo,

talvez vermelho enquanto os flashes aconteciam.

- N�o viste nenhuma laranja? - Acho que n�o.

Tens de tentar lembrar-te

das tonalidades exactas,

do comprimento e do espectro exactos.

Acho que tive uma ideia. Esperem.

Danos para o universo?

Disseste-lhe que os danos seriam causados

se ele n�o voltasse � sua realidade original.

N�o fa�o ideia porque � que isso teria acontecido.

E n�o consigo imaginar porque diria tal coisa.

N�o o podem deixar saltar para outra realidade.

Ele mentiu-nos.

Onde est� o teu irm�o, Mac?

Onde � que ele est�? Bryan!

Ele disse que eu n�o era...

De certeza que n�o queres um bocado?

Tenho outra colher, se tens receio dos meus germes.

N�o � a colher, Niels.

� o peixe azedo... e o iogurte.

�cidos gordos �mega-3.

Todos os nutrientes que preciso numa �nica refei��o.

N�o sei porque n�o tomas vitaminas como toda a gente.

� aqui.

Adoro o oceano.

Niels, d�s-me o Laghari?

Captaste alguma coisa?

Sim, fraco.

- Mas � aqui. - O que est�s a pensar?

Vento de nordeste?

O sinal pode estar a vir dali.

�s ca�ador agora?

Como sabes que o vento est� a vir de nordeste?

Porque est�. Estou a dizer-te.

� s� p�r a l�ngua no ar, e...

Vamos embora.

Ol�. Sou o Agente Beneventi.

E este � o meu colega, Agente Vinke.

- Os teus pais est�o em casa? - Isto � interessante.

Entrem.

Levei uma GoPro para filmar o que ele queria

que descobrisse sobre as cores, mas n�o funcionou.

Agora, em vez da Finola, apareces com...

Desculpa, como te chamas mesmo?

- Niels. - Niels.

� imperativo que volte a falar com o George Jones.

O George Jones morreu.

Do que est�o a falar?

Suicidou-se h� seis meses em Londres.

Desculpem. Tenho de ir � casa de banho.

De certeza que se passa alguma coisa com este tipo.

Este tipo � louco.

Avisa a central.

O que est� o tipo a fazer?

Adoro o mar.

Rahim, passa-me o Laghari.

Captaste alguma coisa?

Roberta?

Jafar?

Claire, passa-me esse Laghari um segundo.

N�o est� a funcionar, Maria. Posso usar o teu?

Obrigado, Alvin.

N�o o partas desta vez.

- Posso usar o teu Laghari? - Claro.

Captaste alguma coisa?

Sim. Fraco.

Mas de certeza que h� alguma coisa aqui.

- Ol�. Agente Beneventi. - Bem-vinda de volta.

Como te chamas?

Shelby.

Porqu� tantos espelhos, Shelby?

Ando � procura da minha irm�.

Consigo v�-la no espelho, �s vezes.

A tua irm�?

Acho que ela est� a tentar voltar para mim

de outra realidade.

O que viste?

- Viste-a? - Vi.

Kathleen!

- Fala. - Ol�, Craig.

� o Vince do Federal Grill.

Vince. Como est�s? J� l� vai muito tempo.

Nem me digas. Estou a ligar para confirmar

uma reserva que a Julia fez para esta tarde �s 13h30.

Sim. Est� bem. Desta vez n�o vou.

- At� � pr�xima. - Foi bom falar contigo.

Igualmente. Obrigado.

Jen.

Podes reagendar tudo depois desta reuni�o?

Tenho de sair por algumas horas.

- Sim, claro. - Obrigado.

Ol�, agora n�o posso atender.

Por favor, deixe mensagem.

Ol�. Quem �s tu?

- Quem � ele? - Craig, tem calma, por favor.

- Ol�. Sou o Justin. - Cala-te.

- Quem � ele? - � um advogado.

- Contratei-o. - Advogado?

Contrataste um... N�o posso acreditar nisto.

- Sei que isto �... - Se disseres mais uma palavra,

eu mato-te literalmente.

Tens de me dizer o que se passa.

Contrataste um advogado de div�rcio?

Tentei falar contigo. N�o querias ouvir.

Bem, estou a ouvir agora. Diz-me.

N�o posso fingir para ti, Craig.

Est� bem.

Esfor�as-te tanto.

Sempre te esfor�aste tanto.

� isso que um marido deve fazer, certo?

N�o queres que lute por n�s?

- N�o. - Tu...

N�o queres que lute por n�s.

- O que queres, Julia? - Nada.

O acidente.

Craig.

A culpa n�o foi tua.

A culpa n�o foi...

- P�ra de dizer isso, est� bem? - Querida...

� exactamente esse o problema, Craig.

P�ra de fingir que isso � passado.

Julia, ouve, querida.

Algo terr�vel aconteceu � nossa fam�lia.

N�o estou a negar isso.

Sei o que estamos a passar, mas tamb�m sei

que as pessoas podem sobreviver.

E sei que uma fam�lia forte pode superar.

J� vi isso.

E sei que podemos superar isto juntos.

Sei que podemos, porque o que temos...

O amor que temos por aquele rapaz...

� bom.

N�s somos bons.

Entendeste? Tu �s boa, �s boa.

N�o vejo o teu mundo.

Fico com o Dario o dia todo,

depois chegas a casa e esperas que finja

que n�o estou infeliz? Que n�o estou triste?

Que n�o penso no que aconteceu todos os dias,

a cada momento de cada dia? Queres que apenas esque�a?

Prometemos um ao outro que super�vamos isto juntos.

N�o prometemos?

N�o admites. Nunca conseguiste admitir.

Porque n�o estavas l�

e n�o sabes a verdade. Mas eu sei.

- Eu destru�-nos. - N�o.

Destru�-nos a todos com o que fiz.

Era eu que estava a conduzir o carro, Craig.

Era eu.

E n�o posso voltar atr�s.

Queria poder voltar atr�s, mas n�o posso.

E n�o posso viver mais com o teu perd�o, est� bem?

N�o posso.

N�o posso. Desculpa.

N�o vou aceitar.

- Julia, anda l�. - N�o aceito.

- Est� bem? - Volta.

Julia.

Meu Deus.

O que disse exactamente sobre as cores na �ltima vez?

Disseste que tenho de capturar

a exacta sequ�ncia que vejo no flash,

ent�o tentei usar uma GoPro, mas n�o funcionou.

Tens de focar a tua mente

e tentar memorizar o momento exacto...

Estou muito � tua frente. Tive de regressar montes de vezes.

Tive de fazer isso montes de vezes para descobrir.

As cores passam muito depressa.

Primeiro � o branco durante um segundo,

depois fica laranja durante cerca de dois segundos,

a� vai para o amarelo, e depois volta a ficar laranja.

- Laranja? Fascinante. - J� disseste isso.

Foi na verdade o que te levou a come�ar por esta variante.

Pai, mas isto significa alguma coisa para ti?

Havia um fragmento de Destro�o

com o qual trabalhei em Kent, um pequeno.

Afectou uma mulher.

Alguns desejos manifestaram-se de alguma forma na sua vida.

Tamb�m falou de padr�es de cor semelhantes.

Est�s a dizer que o Destro�o est� a realizar desejos?

Esse peda�o de Destro�o talvez seja um fragmento

do Destro�o maior, com o qual est�o a lidar agora.

Pode estar a ler o desejo dele

e a coloc�-lo numa realidade que se encaixa.

Shelby, talvez sejas o piloto.

Isso n�o faz sentido.

Tudo o que quero, a �nica coisa, � ter a minha irm� de volta.

Se fosse verdade, ela estaria aqui.

N�o, n�o. O desejo � uma coisa curiosa.

�s vezes, o que pensamos que queremos

e o que realmente queremos podem ser coisas diferentes.

Encorajo-te a pensar sobre essa resposta.

� como a hist�ria do pinguim e do soldado, Finola.

Exactamente assim.

Acho que a resposta pode estar aqui.

Ainda est�o a�?

Talvez ele tenha raz�o.

N�o sabes como � ser g�meo.

Ela � inteligente, gentil,

tantas coisas que n�o sou.

Mas, �s vezes...

�s vezes, desejo que ela nunca tivesse nascido.

Juro pela minha alma que n�o me sinto assim agora.

Eu amo-a tanto.

Tenho de a trazer de volta.

Sei que consigo fazer.

Danos para o universo?

Ele contou-nos que disseste que querias que ele voltasse

para impedir a degrada��o.

Uma vers�o minha disse isso. N�o sei porqu�.

A prova est� no espelho.

Olha, acredito

que est�o a reflectir vest�gios de outras realidades.

� uma indica��o do dano que ele est� a provocar.

E se esses vest�gios est�o a aparecer,

porque s� os vemos nos espelhos?

Vamos v�-los em breve.

Os espelhos s�o feitos de vidro,

e o vidro � uma subst�ncia muito peculiar.

As imperfei��es da sua estrutura molecular

causam lacunas no fluxo das ondas de luz.

Sim. E essas...

lacunas permitem vislumbrar outras realidades.

Sim. Os espelhos s�o uma promessa

do que est� para vir. Este seria o meu palpite.

O meu pai nunca te disse para continuares a saltar,

nem desta vez e nem antes disto.

Sempre que tenta salvar a irm� dele, ele piora,

e sabe disso!

� aqui.

Estou a captar assinaturas de baixo n�vel.

Talvez algu�m naquela casa saiba de alguma coisa.

N�o est�s a perceber.

H� um fragmento de Destro�os ali no oceano.

Est� a redefinir a realidade.

O que queres dizer?

Nada.

Feliz por me veres?

Agora tamb�m me lembro.

- Bryan, o que est�s a fazer? - O que � que fizeste?

Eu disse-te. N�o precisavas de vir comigo.

- N�o disse para fazeres isso. - Bryan, olha para mim!

Meteste-me nisto, vais tirar-me disto.

- Bryan, olha aqui! - N�o fizeste o que George disse.

- Eu disse-te... - N�o fizeste.

Sim, eu fiz. Eu fiz, est� bem?

Amo a minha irm�.

Estou a dizer a verdade. Quero-a aqui mais do que tudo.

Tentei o que ele disse.

Acredita em mim.

Bryan.

O que est�s a ver � um vest�gio

de outra realidade.

O universo est� a desintegrar-se.

Temos de sair at� a equipa de interven��o chegar.

N�o podes fazer isso. Tenho tudo sob controlo.

Conhe�o-te h� cinco anos. N�o tens isto sob controlo.

N�o �s a minha colega. Nem sei o teu nome.

Sou eu, a Grace. O que se passa contigo?

Grace.

Sei o que isto parece, mas pe�o-te que entendas

que n�o podes compreender o que est� a acontecer.

- Bryan. - Esta n�o � a minha realidade.

Preciso daquele Destro�o para me levar de volta.

Sabes quem � o George Jones?

- Sei. - Ele est� vivo?

Foi morto h� uma semana numa opera��o da Influx.

Estavas l�.

Estou preocupada contigo.

Vou chamar imediatamente uma equipa de interven��o, Bryan.

LONDRES, REINO UNIDO MI6

Agente Jones.

Est�? Agente Jones. Em que posso ajud�-lo?

Aqui fala Bryan Beneventi.

Sou agente da Orbital Americana a trabalhar perto de Langley.

Muito bem.

Em que posso ajud�-lo, Bryan?

Tudo o que te vou dizer n�o vai fazer sentido.

Cada palavra vai parecer errada.

Vais pensar que � uma loucura e que estou em perigo psicol�gico,

mas n�o esse � o caso.

Tens acesso a um terminal neste momento?

- Tens acesso ao nosso site? - Tenho.

Procura um ficheiro do caso J071068.

Perturba��o atmosf�rica activa em Oceanside, Washington.

Correcto.

Localiz�mos uma pe�a que est� a causar perturba��es.

S�ries de fracturas no espa�o-tempo.

Agora, volta ao in�cio da conversa

quando te disse que ias pensar que isto era completamente louco.

Entrei em contacto com o Destro�o

e n�o sou o Bryan Beneventi que pertence aqui.

Sou outra vers�o do Bryan Beneventi,

numa realidade alternativa onde o teu pai ainda est� vivo.

Trabalho com ele, e disse-me uma coisa

antes de nos separarmos.

PUXA O FICHHEIRO BRYAN BENEVENTI Uma coisa que acho ser a chave

para parar o que est� a acontecer neste momento.

Falou da hist�ria do soldado e do pinguim.

Sabes do que estou a falar?

Sim.

� uma hist�ria que foi escrita para a minha m�e.

ACESSO LIVRE

HIST�RICO DO AGENTE

N�o sei se isto pode ser corrigido,

mas estou a tentar desesperadamente.

Finola,

estou a tentar voltar para algu�m.

� muito importante para mim.

Por favor, como podia saber disto se o que estou a dizer n�o fosse verdade?

Ele disse que havia algo na hist�ria que me podia ajudar.

Trata-se de um soldado

que guia um pinguim atrav�s do deserto,

para estar com aqueles que ama.

E no decorrer da travessia trai�oeira,

o pinguim perguntou ao soldado porque � que arriscava a vida

guiando outros ao desejo do cora��o deles.

Perguntou se desejava ter algo para atravessar o deserto,

mas o soldado limitou-se a dizer: "N�o".

E assim que chegam ao seu destino, o pinguim agradece ao soldado

e partilha uma observa��o.

Ele diz ao soldado:

"Lutas com tanta bravura porque n�o tens nada,"

"e n�o queres nada,"

"porque tens medo de ter algo a perder,"

"porque, se tivesses,"

"o teu cora��o j� n�o estaria parado".

- Moral da hist�ria... - Podes passar uma vida inteira

a esconder de ti pr�prio o que realmente queres.

LANGLEY - ORBITAL - Qual � a situa��o?

Temos um problema com o Bryan.

Acho que est� a ser afectado pelo Destro�o.

- O que queres dizer? - Diz que t�m de voltar a saltar.

Isto d�-te uma resposta?

D�.

- Tens de falar com ele, Grace. - Eu tentei.

N�o o deixes accionar de novo. Tens de impedir o Bryan.

- Ele n�o me ouve. - Custe o que custar.

Posso perguntar?

Quem � a pessoa a quem est�s a tentar voltar?

�s tu.

Esta � a Equipa Orbital 62.

Cheg�mos ao Campo de Destro�os 56.

Estamos a tratar do Agente Garcia.

N�o h� vest�gios do Agente Menza.

Estava agora mesmo a falar com ele.

Ele desapareceu. Desapareceu.

imfreemozart insanos

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