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Costa Norte da Austr�lia
Ames!
Ames!
- J� vais? - Tenho de ir, meu.
Tenho de conduzir oito horas at� Sidney.
Tenho de apanhar um avi�o logo de manh�.
Que pena que n�o vais ficar. As ondas v�o estar demais hoje � noite.
Nem me fales, meu. Eu sei.
- Mas o meu pai j� comprou as passagens. - N�o posso discutir, ent�o.
Encontraste o c�o que desapareceu?
N�o. Tenho a certeza que foi com alguma cadela.
Certo, certo.
Bem, encontramo-nos no pr�ximo m�s em Baja.
Sim.
- Conduz com cuidado. - Est� bem.
Aqui � a central, recebemos uma den�ncia de um jovem morto,
localiza��o: Oceano 532, por favor, investiguem,
- estamos a caminho, - entendido,
n�o sei de nada.
A ambul�ncia chegou,
diabos.
Nunca nos acostumamos com o cheiro.
Ali.
O que lhe aconteceu?
Sangue nas pupilas. Imobilidade m�xima.
V� a identidade dele.
O nome dele � Charles Williams.
- � daqui? - � americano.
Americano?
� muito estranho. Vamos sair daqui e chamar o SDC.
Roy, Tooley...
venham c�.
Aqui.
AMBUL�NCIA
Vejam isto.
Encontrei este c�o.
Aqueles p�ssaros.
Ali.
Por todo o lado.
Boa noite, senhoras e senhores, aqui � o comandante,
estamos a voar h� nove horas com boa velocidade,
as comiss�rias de bordo devem preparar-se para a aterragem...
dentro de cinco horas e vinte minutos, quando chegarmos a Los Angeles,
o sinal de apertar os cintos foi desligado...
pois j� pass�mos pela turbul�ncia.
Agora podem andar pela cabine, mas eu dan�aria o m�nimo poss�vel.
- � engra�ado. - Sim, nas primeiras vinte vezes.
Viste aquilo?
- Preciso de sair. - Claro.
Muito bem, muito bem.
Casa de Banho de primeira classe, meu amigo.
Primeira classe.
- Obrigado, muito obrigado. - Cuidado.
Com licen�a, aceita uma bebida?
Senhora, acho que ele precisa de beber qualquer coisa.
J� o atendo, senhor, � s� sentar-se.
Com licen�a, senhora, pode dar-lhe algo para beber agora?
- Desculpe. - Tudo bem.
Senhor, aqui est�. Talvez isto ajude.
Vamos entrar.
- Veremos o que h�. - Pode ser perigoso.
Sector de doen�as contagiosas, departamento de sa�de
Apanhei.
- Vamos dar uma vista de olhos l� em cima. - Sim, j� acabei.
Certo.
Certo. Encontrei qualquer coisa.
V�.
Ele deveria voar pela "Air Atlanta Icelandic" hoje...
de Sidney para Los Angeles.
� o nosso rapaz.
- Aceita algo? - Sim, obrigada.
Aceita amendoins?
Claro.
Nada como bebida de gra�a.
- Quer uma? - Voa sempre em primeira classe?
Sim, ainda mais quando outra pessoa paga a conta.
Trabalho como seguran�a particular.
- Gibby Smolak. - Aria Beutefeldt.
- Ent�o, � guarda-costas? - Mais ou menos.
- E voc�? - Sou fot�grafa.
- J� vi algo seu? - Retratos.
� o meu trabalho.
Muito bonito.
H� um m�dico a bordo? Com licen�a, algum m�dico a bordo?
- Sim, sou m�dico. - Pode acompanhar-me, por favor?
Podem libertar esta �rea, por favor?
- Sentem-se onde puderem, obrigada. - Acalme-se. Vou ajud�-lo.
Escrit�rio do "CDC", Aeroporto Internacional de Los Angeles
Centro de controle de doen�as de Los Angeles, � a Dra. Kayla Martin.
Aqui � do controlo a�reo,
estamos a transferir uma chamada do voo 182...
que est� com um problema a bordo, por favor, aguarde,
podes tratar disto?
Voo 182 da Austr�lia. Sintomas estranhos a bordo.
O comandante Slater est� a preparar-se ele recebeu um memorando...
- sobre a gripe avi�ria. - Tudo bem.
A primeira coisa a fazer, seja gripe avi�ria ou n�o...
� separ�-lo do resto dos passageiros.
Fizemos isso, da melhor maneira poss�vel.
- Qual � o nome dele? - Ames Smith.
Ele tem dificuldade em respirar e est� a tossir sangue.
Vou coloc�-la no microfone para que fale com o meu colega.
Ele vai fazer-lhe algumas perguntas, est� bem?
Ol�, aqui � o Dr. Ratner. Quais s�o os sintomas?
Ele est� com febre alta, calafrios, dificuldade em respirar...
- e est� a tossir sangue. - Certo.
Lindsey, diga ao comandante que uma equipa do �CDC� vai busc�-lo a L.A.
E pe�a ao m�dico para ficar com ele, est� bem?
- Volto a ligar em dez minutos. - Est� bem. Obrigada.
Vamos accionar a equipa local. Diz que � por precau��o.
Centro de controlo de doen�as Atlanta
Dr., Sorkosky, liga��o na linha tr�s,
- Sorkosky. - Ol�, � a Dra. Martin,
acab�mos de ser informados de um doente no voo 182 de Sidney,
ele vomitou grande quantidade de sangue,
- parece choque pulmonar, concorda? - Pode ser.
Certo, v� �quele avi�o.
Alerte os australianos.
Prepare o pessoal de Los Alamos que trabalha em simula��es.
Quero ser informado dos progressos de hora em hora.
De hora em hora. Sim, senhor.
Ratner. "CDC� L.A.
Sim.
Sim, pode aguardar um segundo?
S�o os australianos. Como se chamava o rapaz do avi�o?
Ames Smith, por qu�?
Os m�dicos vir�o ao avi�o. Voc� vai ficar bem.
Por favor...
diga aos meus pais que sinto muito.
Voc� mesmo o diz quando chegarmos a L.A, est� bem?
Prometa.
Aposto que � overdose.
Voo 182 de Sidney para Los Angeles,
- voo 182 para central, - central, prossiga.
Central, informamos uma morte a bordo.
Um mi�do de 19 anos estava muito mal e morreu,
pode ser um v�rus, gripe, alguma coisa,
acha que foi um agente biol�gico ou era uma condi��o pr�-existente?
S� sei que tenho um avi�o cheio de passageiros...
que prefeririam n�o ter respirado o mesmo ar que ele.
182, por favor, mude a direc��o para 0210.
Seguindo o protocolo de emerg�ncia m�dica...
ser� desviado para a pista 25 � esquerda.
Senhoras e senhores...
entr�mos em contacto com o centro de controle de doen�as.
Como medida de preven��o, temos de ser desviados para uma pista segura,
n�o se preocupem com as pessoas que os aguardam,
ser� fornecido transporte por eles se for necess�rio,
quero prepar�-los para o que nos aguarda,
voaremos em c�rculo at� que tenhamos permiss�o para aterrar,
quando pousarmos, o "CDC" ir� embarcar...
e instru�ra-vos acerca dos procedimentos de seguran�a,
sei que foi um voo dif�cil,
faremos todo o poss�vel para que cheguem a casa rapidamente...
e em seguran�a,
Kayla...
porqu� a pressa?
Est�o a desviar o avi�o para uma �rea protegida.
- Vou coloc�-lo em quarentena. - Vais?
Kayla, dois homens, um c�o e alguns p�ssaros mortos...
n�o significa necessariamente que � uma pandemia.
O que pode acontecer se eu exagerar?
Exagerar pode assustar as pessoas e isso pode ser o fim da tua carreira.
Deves pensar nisso.
Certo. O centro de emerg�ncia est� pronto?
Ainda est� em andamento. H� algumas camas.
Se acelerarmos, em duas ou tr�s horas pode estar em funcionamento.
Est� bem, abre-o.
Precisas de aprova��o da c�mara, a opera��o � deles.
O governo federal n�o deu um centavo ainda.
- Liga-lhes! - Tens a certeza?
N�o. O que acontece se eu n�o der import�ncia a isto?
Bem, se for pior do que exagerar, ent�o, pode acabar com a tua carreira tamb�m.
Gra�as a deus posso contar contigo para me consolares e apoiares.
Se as coisas derem para o torto, h� sempre o "ice capades".
Embora ainda sinta saudade da minha fam�lia e amigos no M�xico...
Los Angeles agora � o meu lar.
Tem sido t�o bom para a minha fam�lia. Os meus pais t�m bons empregos agora.
E, um dia, vou-me formar e ser m�dica.
Espero que cres�as e sejas a minha m�dica, Belinda.
No ano passado, quando me candidatei a presidente da c�mara...
As pessoas perguntavam-me o que Los Angeles tinha de melhor.
Bem, s�o as nossas pessoas, as nossas crian�as.
Desculpe, tenho de tratar de alguns assuntos da c�mara.
Mas o nosso superintendente escolar, Barry...
pode responder �s vossas perguntas a respeito da nossa iniciativa.
Tem um bom dia. Foi maravilhoso.
Barry, obrigado.
- Ela � minha filha, a oradora. - Deve estar muito orgulhoso, Sr...
Ruiz. Roberto Ruiz. Sim, estou orgulhoso.
Desculpe, o presidente tem uma entrevista colectiva agora.
Com licen�a. Foi um prazer conhec�-lo.
Foi �ptimo, pessoal, obrigado.
- Vamos embora daqui. - S� mais algumas cenas.
N�o, vamos agora.
Dra. Martin, Chris Fentress. Da administra��o aeroportu�ria.
- Lembra-se de mim? - Sim, � claro.
- Est� um carro � espera l� fora. - �ptimo. Qual � a situa��o do voo?
- Deve aterrar em alguns minutos. - Est� bem, precisamos de bloquear o avi�o.
- � um grande passo. - Eu sei.
- Com licen�a, Dra. Martin? - Sim. S� um segundo, est� bem?
- Obrigada. - Agente Whitlock. FBI.
- Qual � o problema? - Qual � o interesse da ag�ncia?
Para come�ar, descobrir por que o avi�o foi desviado para a pista segura.
Houve uma morte suspeita a bordo e estamos a reter todos...
- At� que tudo seja resolvido. - N�o pode ser.
H� um prisioneiro federal naquele avi�o e eu tenho de o apanhar.
- Ter� de esperar como todos os outros. - Espere, doutora.
- Coloque-me na lista. - Vai ter de colocar o uniforme.
- Estou? - Kelly, sou eu.
Conhe�o essa voz, Troy. N�o fa�as isso.
Diz que eu talvez n�o v� hoje � noite, est� bem?
N�o.
Ouve, n�o tenho tempo para isto agora.
Nunca tens tempo, por isso nos divorciamos.
- Pede-lhe desculpas. - N�o, por favor.
- Eu vou recompens�-lo, e, Kelly... - O qu�?
Tenta n�o me tornar o bandido da hist�ria, por favor.
Est�s a tratar disso sozinho.
Torre, estamos a aproximar-nos. Devemos aterrar em trinta segundos.
- N�o podem passar. - Mande todos os ve�culos.
Est� bem, espere.
A nossa equipa de bi�logos foi detida pela seguran�a, pode ajud�-los?
- Vou deix�-los passar agora mesmo. - Est� bem.
Sim, ele vai tratar disso. Est� bem.
Temos companhia. � o Presidente da C�mara.
Prepare o centro. Precisamos de isolar a �rea.
Pedi isso h� meia hora.
N�s seguimo-lo at� ao aeroporto. Ele foi para as pistas.
O Presidente faz sempre isso?
- Estou a v�-lo. - Ted, preciso de desligar.
Por favor! Podem-me dar aten��o?
Tem de sentar-se todos.
O �CDC� vai entrar para falar convosco. Obrigada.
- Dellasandro est� com v�rias pessoas. - Entendes o que est�o a dizer?
Deixa-me ver. N�o, ainda n�o sei leitura labial.
Se conseguirmos, estamos feitos.
- Quem � a Dra. Martin? - Eu.
Este aeroporto � propriedade da c�mara.
- Eu sei, mas tecnicamente o "CDC"... - Sem esse tipo de conversa.
Voc� abriu o centro de emerg�ncia sem consultar o meu pessoal.
Na verdade, eu tenho autoridade em situa��o emerg�ncia aqui.
S� tem autoridade quando eu concordar antes.
- S� queria estar preparada para o pior. - Aprecio a sua preocupa��o.
Mas da pr�xima vez que quiser algo desta cidade...
passe pelo meu escrit�rio antes, entendido?
Por que n�o continuam essa conversa l� dentro?
- Encontre um lugar para conversarmos. - Claro, sigam-me.
Vamos l�.
Vamos. Precisamos de nos vestir.
Vamos.
O meu telefone ainda n�o funciona.
Grande coisa, talvez n�o haja sinal nesta pista.
As pessoas conseguem fazer liga��es do meio de Born�u, mas n�o do aeroporto.
N�o sei o que est� a acontecer, mas n�o querem que ningu�m saiba.
v�o.
Andem, vamos.
Subam por aqui. V�o na frente.
Comandante, precisamos de falar com os passageiros.
Com licen�a. Sou a Dra. Kayla Martin.
Este � o Dr. Carl Ratner. Somos do centro de controlo de doen�as.
Estamos a usar estas roupas porque � o protocolo.
N�o necessariamente porque estejam em perigo.
A primeira coisa que vamos fazer...
� retirar e examinar o corpo do rapaz que morreu no voo.
Um autocarro vai lev�-los para um local seguro...
- enquanto aguardamos os resultados. - E onde � isso?
Um centro de emerg�ncia est� a ser aberto enquanto falamos.
Tenho um neg�cio importante para fechar.
Senhor, a sua fam�lia e amigos ser�o notificados. Enquanto isso...
por que n�o libertam os nossos telefones para que possamos notific�-los?
A companhia a�rea e o governo deram autoriza��o ao �CDC�...
para que fa�a o que julgar necess�rio para nos proteger.
Quanto mais r�pido trabalharem, mais cedo iremos embora.
Doutores, aqui atr�s.
Eu tratei-o.
Ele estava muito mal.
Meu Deus.
SACRAMENTO, CALIF�RNIA
Venci nos �ltimos cinco minutos, n�o �? Espero que ven�as na pr�xima vez.
Se for sobre as pesquisas de ontem, eu j� as vi.
- N�o � sobre as pesquisas, governadora. - O que � ent�o?
Est� a acontecer algo em L.A.
Acontece sempre algo em L.A, � a minha crian�a problema.
A Air Atlanta Icelandic informou a morte de um rapaz de 19 anos...
num voo de Sidney para L.A hoje.
O avi�o pousou numa pista segura no aeroporto.
� um tipo de quarentena?
Possivelmente. Est�o a reter os passageiros at� que o �CDC� os liberte.
Ent�o, vamos esperar pelo que o "CDC" tem para dizer, concorda?
Concordo.
Los Angeles, Calif�rnia
Ali, v�.
Muito bem, pessoal, prestem aten��o, por favor.
Vamos desembarcar por ordem de assento.
Por dois motivos: Temos de saber quem s�o...
e se estavam sentados pr�ximos do morto.
Ele ser� o nosso ponto de refer�ncia...
e a vossa proximidade com ele vai indicar que tipo de tratamento receber�o...
se � que v�o receber algo.
Vamos come�ar com as fileiras nove a vinte. Obrigado.
- Est�s bem? - �ptimo.
- H� uma primeira vez para tudo, certo? - Certo.
Por aqui. Obrigada.
Ol�, sou Lindsey Mastrapa, comiss�ria de bordo.
- Estava com ele quando morreu. - Est� bem.
- Com licen�a, senhor. - Sim.
Posso anotar o seu nome e o seu assento, senhor?
Pete Sampson. Dez A e B.
E o senhor?
Ele est� comigo. Edward Vicent.
- Estou com ele. - Vamos.
Para o autocarro, por favor. Obrigada.
Primeiro autocarro.
� aquele. Troy?
Cuidado com o degrau. Por aqui.
- Tenho m�s not�cias. - N�o me venhas falar de m�s not�cias.
O �CDC� tem muitos regulamentos, como n�s da ag�ncia federal.
N�o me v�o deixar tir�-lo das tuas m�os.
O que � que sabes? De verdade.
Se for gripe, v�o dar-te rem�dios, se precisares.
S� isso. Para o autocarro.
Est� bem.
Onde exactamente est� escrito na constitui��o...
que eles nos podem tratar assim?
Por que n�o faz alguma coisa, valent�o?
Pode apostar que farei.
Venham por aqui.
Entre aqui, por favor.
Senhor, por favor, por favor.
Senhor, tem de entrar no autocarro para sua pr�pria seguran�a.
- N�o preciso, n�o. - Sim, senhor, precisa, sim.
Senhor, tem duas op��es: Entrar no autocarro...
ou ser agarrado e carregado, entendeu?
- Vou-me lembrar disso. - Eu tamb�m, senhor. Entre no autocarro.
Carreguem a bagagem.
- � ali atr�s. - Sim.
Vamos come�ar.
Muito bem, pessoal, escutem.
O Foxhoven e eu vamos come�ar por aqui, do ponto zero, com a v�tima.
O resto de voc�s cuida da comida e do lixo.
Incinerem tudo o mais r�pido poss�vel depois de colherem as amostras.
- E a bagagem? - Vamos inspeccionar tudo...
e devolv�-la assim que for poss�vel. Deve estar tudo bem.
A sec��o de carga n�o compartilha o mesmo ar que os passageiros.
� o que acho.
Certo, pessoal, vamos. Sejam meticulosos, est� bem?
De acordo com as regras.
Ol�.
- Gil, n�o bebas pela garrafa. - Porque n�o?
S� porque est�s chateado com o teu pai, n�o descarregues em mim.
Est� bem.
Gil, ele � teu pai.
- Ent�o, porque � que ele n�o age como um? - Ele age.
� que �s vezes ele n�o sabe...
como periodizar.
M�e, ele � agente do "FBI". Deveria saber.
S� estou a dizer que talvez lhe devas dar um desconto.
Estou a falar do lado norte do aeroporto de L.A,
h� pouco mais de uma hora, vimos indiv�duos com uniformes de protec��o...
a entrarem e a sa�rem de uma aeronave,
os uniformes de protec��o geralmente indicam amea�a de n�vel quatro...
que se aplica a bioterrorismo, ou a uma infec��o,
tamb�m vimos um corpo n�o identificado a ser removido da aeronave...
e ser colocado num contentor lacrado.
N�o temos informa��o da sua identidade nem da causa da morte.
S� posso dizer que o presidente est� a trabalhar na informa��o que deseja.
- Quando a obtiver, ele ligar�. - S� quero que fique bem claro.
Est� bem.
Ele vai ligar-me antes de fazer uma declara��o, certo?
Melissa, estou a receber outra chamada. Preciso de desligar.
- Ele vai-me ligar primeiro. - Preciso de desligar.
Adeus,
� a rep�rter do canal 8, Melissa Lo?
- Ela � incans�vel. - Eu sei.
Ou�a, o "CCD"ainda n�o disse nada.
- � melhor n�o se expor assim. - N�o me vou esconder, Ken.
Prometemos transpar�ncia no governo.
- N�o vou seguir esse caminho. - Eu entendo.
Entendo mesmo.
Mas n�o quer preocupar as pessoas desnecessariamente.
As pessoas est�o a morrer, Ken. N�o v�o achar isto desnecess�rio.
Verifiquem se as bagagens lhes pertencem,
as bagagens podem ser parecidas e...
Sim.
J� era tempo.
Com licen�a.
Ol�. � o Hendler. O meu telem�vel estava desligado.
S� queria confirmar a minha reuni�o amanh� �s 13h.
Claro...
- � �s 13h15. - Excelente.
A prop�sito, soube do seu voo 182, est� tudo bem?
Sim, tamb�m ouvi falar.
Mas n�o era o meu voo. Eu vim de...
Qantas.
Sim, mudei em cima da hora. Ou�a, � o seguinte.
Preciso que me ligue amanh� �s 13h15 exactamente...
e diga que temos outra oferta. Isso deve fechar o neg�cio bem r�pido.
- Tudo bem. - Falo consigo amanh�.
Ande, vamos.
Para sua seguran�a, proteja a sua bagagem,
um abrigo parece-se exactamente com isto.
Com licen�a, preciso de ir para Beverly Hills, e r�pido.
Bagagem?
N�o.
Sim, senhor.
- Vamos. - Ela disse que sairia.
Esqueci-me de dizer que temos de cancelar o teu treino na quinta.
Mas, m�e, os testes s�o dentro de algumas semanas.
N�o posso levar-te tenho uma apresenta��o em L.A Jolla.
- �ptimo. - Desculpa-me.
Vou pedir � tia Kayla para me levar.
A minha irm� est� com muitos problemas agora, ela vai estar muito ocupada.
Ela nunca est� ocupada para mim.
Bem-vindos ao aeroporto internacional de Los Angeles,
Com licen�a.
Com licen�a, aqueles que estiverem � espera do voo 182.
- Sei que merecem uma explica��o. - Sim.
Desta vez, posso confirmar que um acidente ocorreu no voo 182...
o que impediu que os passageiros entrassem em contacto.
- O qu�? - O que aconteceu?
As perguntas ser�o respondidas em breve.
Enquanto isso, temos passes de entrada para a sala de espera da companhia...
com caf�, sandu�ches e TV.
Uma equipa auxiliar� no que for necess�rio.
Precisamos de respostas.
Mais uma coisa. Algu�m aqui esperava o Sr. Ames Smith?
Ames? Meu deus, Ames!
- Somos n�s. - Por favor, venham comigo.
Podem-me acompanhar?
SACRAMENTO, CALIF�RNIA
Temos de ir para "L.A".
Por qu�? A situa��o mudou?
Ainda n�o. Mas pense nisto.
A reputa��o nacional de Giuliani desmoronou depois do 11 de Setembro.
Sim, eu lembro-me.
E, se isto for importante, vai querer estar no local.
- Presumo que tenha raz�o. - Sabe que tenho raz�o, governadora.
Dellasandro � ambicioso. Ele vai usar isso para a vencer...
- Ou tentar vencer. - Achei que diria isso.
Henry...
quando entrei para a pol�tica, pensei o que meu trabalho era governar.
Estava enganada.
Mas eu n�o tenho que gostar disso.
Lillian, o seu trabalho � governar.
O meu trabalho � assegurar-me que continua a fazer o seu trabalho.
Diga o que aconteceu com o nosso filho!
- Quero... - Sentem-se, por favor.
Quero ver o meu filho agora.
N�o importa o que ele fez, n�o podem det�-lo.
Sr. e Sra. Smith, o vosso filho morreu durante o voo.
Sinto muito.
Tem a certeza de que era o Ames?
Do que est� a falar? N�o � poss�vel. Ele � jovem.
Parece que ele sofreu uma falha respirat�ria extrema.
Ainda n�o temos a certeza.
Estamos a interrogar os passageiros que estavam sentados perto dele.
Lamento.
Quero ver o meu filho.
Desculpe-me. Est�o todos em quarentena. N�o posso fazer isso.
N�o me importa se todos est�o em quarentena ou n�o.
Quero ver o meu filho.
Por favor.
Deixe-me ver o meu rapaz.
S� podemos vir at� aqui.
Meu deus.
� o meu filho.
O meu menino!
Ames.
- Como aconteceu isto? - Estamos a tentar descobrir, senhor.
Por favor. Por favor, quero saber.
Acreditamos que ele contraiu uma infec��o viral na Austr�lia.
Ames, eu sinto muito.
Aqui, aqui.
Centro de emerg�ncia
temos de isolar o centro de emerg�ncia a partir daqui.
Vamos l�!
Podes abrir.
Podes come�ar.
- Pronto. - J� est� bom.
Esta � uma imagem do helic�ptero do canal 8...
do autocarro com os passageiros do voo 182 da Air Atlanta Icelandic,
eles percorrem as estradas de L.A tranquilamente,
O seu destino? N�o sabemos,
mas recebemos uma informa��o de uma fonte interna...
de que especialistas em bioterrorismo dos centros de controle de doen�as...
foram enviados para Los Angeles.
Eles n�o t�m o direito de fazer isto. N�o est�o a dizer-nos nada.
Devem estar a levar-nos para um acampamento.
Estou a avisar, assim que deixarem a porta aberta...
Vou-me embora.
Se quiser, eu levo-a comigo.
- O que est� a fazer? - Estou a ficar com dor de cabe�a.
N�o me pareces bem, Pete.
O que acontecer comigo, vai acontecer contigo.
S� o tempo o dir�.
Aqui est� bom.
Ou�a, depois das coisas se acalmarem, gostaria de ver o que montaram aqui.
- Com certeza. - Est� bem?
Obrigado.
Pode ir.
Esta �rea deve ser protegida.
Por aqui, pessoal.
N�o pode parar aqui.
Entrem.
Des�am com cuidado.
Por aqui, senhores.
Vamos, por aqui.
Por favor, deixem os passaportes e identidades prontos.
Muito bem, se quiseres entrar, n�o olhes para tr�s.
Olhaste.
- Desculpa-me. - Vou verificar os nossos convidados.
Com licen�a, quem � o encarregado aqui? Quem podemos entrevistar?
Sim. Sou a Dra. Kayla Martin do centro de controlo de doen�as de "L.A".
Posso responder a algumas perguntas.
Melissa Lo, Jake Laramie, notici�rio do canal 8.
Pode confirmar se � um ataque bioterrorista?
- N�o podemos confirmar isso. - � gripe avi�ria?
N�o temos a certeza.
Com licen�a.
- Estou? - Ol�!
Parece que est�s com problemas. Preciso de ajuda aqui dentro.
Sim.
J� vou.
Est� bem.
Desculpem, preciso de entrar.
Mas posso confirmar que um jovem branco morreu no voo 182.
Os nossos protocolos agora est�o activados.
Outra pessoa vai sair para lhes dar mais informa��es.
Muito obrigada.
Obrigada.
- Obrigado, irm�. - Bom apetite.
- Irm� Grace. - Richard. Como est�?
- Bem, obrigado. - Como vai o trabalho?
�ptimo. Recebi vinte d�lares de gorjeta.
Que maravilha.
Encontrei um s�tio para alugar. Em breve vou poder mudar-me.
Estou muito feliz por isso.
Irm� Grace.
- O que � isso? - � hora de come�ar a retribuir.
Obrigada.
Agora sente-se, temos uma bela refei��o.
Temos tr�s �reas de isolamento.
Esta � a �rea um.
� para pessoas que n�o foram expostas.
Podem usar roupas comuns.
Por aqui, no corredor e por aquelas portas temos a �rea dois.
� para aqueles que foram expostos, mas n�o apresentam sintomas.
Temos de usar roupa, m�scara e luvas.
L� em cima e pelas portas de isolamento...
est�o as pessoas que foram expostas e apresentam sintomas.
- Pessoas que est�o doentes. - Os que v�o receber m�s not�cias.
Sim. � preciso usar o fato completo.
A primeira coisa a fazer � a triagem, para sabermos aonde cada um vai.
Pensa ficar muito tempo?
Esperamos que n�o.
Com licen�a.
Estou? Aqui � o Troy.
- A �rea dois est� protegida. - �ptimo.
- J� tens a contagem? - Sim, mas temos um problema.
- O qu�? - Temos 184, e eles t�m 185.
N�o sei se o erro � nosso ou da companhia a�rea.
- Tens a certeza? - Est�s a brincar?
Tenho de cruzar os dados da companhia a�rea com os nossos.
Mas primeiro fa�o o plano das salas onde as pessoas v�o ficar...
de acordo com o n�mero do assento. Fazes ideia de como isso � complexo?
- Quando � que a teremos? - Assim que eu puder.
- O que � isto? - � o sinal para colocar as m�scaras.
Colocar m�scaras.
- M�scaras. - � s� um teste de infiltra��o.
Acalmem-se, � s� um teste. Estamos a testar a biosseguran�a.
Relaxem.
Acalmem-se.
Depois de tudo o que pass�mos, vais deixar-me aqui?
O que � que eu vou fazer?
� o seguinte.
Acostuma-te � solit�ria.
Sampson...
Uns dizem uma coisa, outros dizem outra.
Ningu�m sabe nada aqui.
Os meus colegas n�o sabem por que estamos aqui.
Eu sinto-me �ptimo. N�o h� ningu�m doente aqui.
N�o importa.
Deveria estar na frente da c�mara, n�o atr�s dela.
Eu ficava na frente, at� fazer 30 anos.
Se n�o se importa que eu pergunte, por que est� a fazer isso?
� o que eu fa�o.
- Posso fazer o seu retrato? - Por que faria isso?
Para a sua fam�lia.
Estou horr�vel.
Est� linda.
Vamos.
Venha.
Sorria.
- Isso � da Air Atlanta? - Sim, os dados est�o aqui.
- Kayla Martin. - Ol�! sou eu!
Brooke, querida, n�o posso falar agora.
O que �?
Estou com a Lisa e com a Becky...
e o irm�o da Becky falou sobre o que est� a acontecer naquele avi�o.
Ela disse que todos n�s podemos apanhar alguma praga.
Diz � Becky que n�o � uma praga, est� bem?
Eu disse que tu nos avisavas se fossemos morrer.
Querida, tenho de desligar. Falo contigo mais tarde, est� bem?
Est� bem, at� mais tarde. Adeus.
- Ol�, Marcus. - Ol�, como est�s?
- Isto est� uma loucura aqui. - Espero que continue assim.
Vais fazer turno duplo.
- Est�s bem? - Sim, � s� um pouco de tosse.
- Toma isto. - Obrigado.
Podes emprestar-me vinte d�lares? N�o tenho trocado.
- Pago-te amanh�. - Est� bem.
- Obrigado. - De nada.
Obrigado.
- Ol�! - Ol�.
- Conseguiste dormir? - Sim, o que � aquilo?
Temos oito pessoas com sintomas e em isolamento.
Come��mos o tratamento com "TAMIFLU". Queres saber sobre a aut�psia?
Sim, o que est� a acontecer?
O m�dico legista est� a caminho e come�amos dentro de 1 hora e 45 minutos.
Est� bem, eu vou j�.
- Voc�s n�o perdem tempo. - Como?
O chefe disse-me que o "CDC" pediu a seguran�a do "FBI".
Fui designado para a vossa equipa.
Est�o a chamar-me, espero que n�o te importes.
Claro. Enquanto o Vicent e o meu parceiro estiverem aqui, n�o vou a lugar algum.
- Dra. Martin? - Sim.
- Aqui est� o ficheiro que queria. - �ptimo, muito obrigada.
Desculpa, demorei mais do que imaginava.
Se achas que a nossa burocracia � m�, deverias ver a das companhias a�reas.
M�s not�cias. Perdemos um.
- Tens a certeza? - Sim.
O nome dele � Jack Hendler. � um corretor imobili�rio.
- Onde � que ele vive? - Brentwood.
Envia uma equipa. Na verdade, quero que v�s com eles.
- Estou a caminho. - Obrigada.
Pronta para dar uma olhada?
Com certeza.
Por que � que acha que o Sr. Smith � um alerta quatro?
Dificuldade respirat�ria, acompanhada de febre...
e sangue, num avi�o com mais de 200 passageiros.
Isso chamaria a minha aten��o.
Os pulm�es parecem-se mais com um bife mal passado do que com tecido normal.
Qual � a prioridade do pessoal de patologia?
Fluidos corporais, tecido, amostras de sangue.
Culturas fixas e frescas.
Isso � um problema.
Venha para este lado.
Pulm�es saud�veis deveriam ser rosados e macios.
Ele s� tem 19 anos,
n�o teve tempo para causar tantos danos,
� como se tivesse a sangrar de dentro para fora,
partiu tr�s costelas a tossir,
se a cronologia estiver correcta...
� uma das doen�as progressivas mais r�pidas que j� vi.
N�mero de infectados: 11 N�mero de mortos: 1
Tempo decorrido desde a primeira transmiss�o: 65 horas
Filho da m�e. Acreditas que ele adiou a reuni�o para amanh�?
Como se eu n�o tivesse nada melhor para fazer. Nem gosto dos filmes dele.
N�o. N�o vou ao escrit�rio hoje.
N�o, estou bem. � s� um resfriado. Sim, falo contigo mais tarde.
Kayla!
Nenhum sinal do passageiro desaparecido.
N�o est� na imobili�ria, nem em casa.
O qu�?
Sim, a ex-mulher do Hendler estava l�.
Ele ficou numa das propriedades at� encontrar uma casa nova...
mas ela n�o sabe onde �.
Eu disse que ele pode estar doente e ela sorriu.
Est� bem. Vou ligar para o escrit�rio do presidente.
- Vamos envolver a pol�cia. - Parece um bom plano.
Que trapalhada.
� melhor controlar a imprensa. Temos um frenesim dos m�dia aqui.
- Tem a certeza, senhor? - Bem, algu�m tem de o fazer.
- Est� bem, senhor, voc� decide. - Certo.
� ele.
Podem-me dar aten��o?
Dr. Ito, �CDC� de Atlanta.
- Dr. Foxhoven. - Dr. Carl Ratner.
Sou o Dr. Max Sorkosky do centro de controlo de doen�as.
Acabei de chegar de Atlanta...
mas estive em contacto constante com o meu pessoal em L.A...
Estou a par da situa��o.
Gostava de esclarecer algumas coisas.
Acho que est�o a exagerar.
Esta � apenas uma investiga��o preventiva.
Com todo o respeito, Dr. Sorkosky...
N�o foi a imprensa que colocou as pessoas em quarentena, foi o �CDC�.
Mas est�o a tentar tornar esta hist�ria maior do que ela �.
Ouvimos rumores de que � gripe avi�ria. Pode confirmar isso?
- N�o sabemos se � gripe avi�ria. - Ent�o, porqu� a quarentena?
Quando identificarmos a causa da morte do Sr. Smith...
vamos libert�-los todos, ou mant�-los todos numa verdadeira quarentena.
Desculpe, est� a dizer que isto n�o � uma quarentena?
Prefiro chamar-lhe ac��o preventiva.
A cobertura respons�vel das not�cias deveria deixar claro...
que as pessoas n�o precisam de entrar em p�nico.
Se n�o for uma doen�a contagiosa, ent�o, por defini��o, n�o h� problema.
Se for, temos de tomar as medidas necess�rias para proteger a popula��o.
Mas qual � a causa se n�o � gripe avi�ria?
- Pode ser v�rias coisas. - Como o qu�?
Febre de Ross River, Dengue.
N�o escreva isso, pediu exemplos e eu dei-os.
N�o estou a dizer que � isso.
Os rep�rteres esperam que seja gripe avi�ria.
Mas h� v�rias outras doen�as por a�, acreditem.
Tem uma vacina preparada, se precisarem?
S�o necess�rios meses para desenvolver uma vacina.
Se isto for algo novo...
as hip�teses de que exista uma vacina pronta s�o pequenas.
N�o escrevam que estamos indefesos aqui, da forma como est�o inclinados a faz�-lo.
Meu deus, que desastre.
De quem foi a ideia de o colocar na frente das c�maras?
- � ele quem manda no "CDC". - Quero falar com o Dellasandro agora.
Se � um tipo novo de influenza, ou gripe avi�ria, ou outra coisa...
A primeira provid�ncia � evitar que se espalhe.
Depois � cont�-la com o uso de antivirais, como o "TAMIFLU".
Escrit�rio da governadora. Ela est� a assistir � confer�ncia de imprensa.
N�o parece nada contente.
- Governadora Schaefer. - Presidente Dellasandro,
- Como est�? - Estaria melhor...
Se n�o estivesse a ver o �CDC� a brindar a imprensa na TV.
Eu sei, tamb�m estamos a assistir.
Sim, n�o quero essa vergonhosa demonstra��o da nossa posi��o.
Precisamos de ter uma posi��o de lideran�a.
Concordo.
Falarei com o Sorkosky.
Fa�a isso.
Recebemos informa��es de que as pessoas est�o a comprar rem�dios anti-virais,
isso significa que as ind�strias farmac�uticas v�o lucrar.
S� prova que o governo os apoia, e que nos est�o a explorar h� anos.
N�o se cansa de falar consigo mesmo?
Nunca.
Sou a minha melhor companhia.
Aposto que sim.
- � tudo o que precisam de saber. - Espere, senhor.
- Tenho outra pergunta, doutor! - Espere!
Pessoal, agora chega.
Senhor, o Dr. Ratner e o Dr. Foxhoven.
Dr. Ratner, Dr. Foxhoven.
- Vamos trabalhar. - Sim, senhor.
Doutor!
O centro de controle de doen�as...
declarou que o centro de emerg�ncias est� a ser utilizado...
para a quarentena dos passageiros do voo 182.
Aqui est�.
Est� uma confus�o.
Eu j� volto.
N�o, tem de ser "diet".
Obrigada.
- Vai comprar a loja? - Por via das d�vidas.
Come�as com tosse.
A seguir, est�s a cuspir sangue, meu amigo.
Sampson. Sampson. Sampson.
Meu deus.
Est�s pronto para isto?
N�o precisas de ter as respostas.
Mas lembra-te de manter a mensagem.
- Manter a mensagem. - Isso.
L� vamos n�s.
- Sr. Presidente, Sr.Presidente. - Vai iniciar uma quarentena?
Sr. Presidente, � verdade que estamos � beira de uma pandemia?
Sr. Presidente...
Sr. Presidente, o que est� a c�mara a fazer para proteger a popula��o?
Pessoal, d�em-me um minuto.
Sei que est�o aqui porque precisam de respostas.
E, sinceramente, eu tamb�m.
Dentro de minutos, vou-me reunir com as autoridades do "CDC"...
e tenho a certeza de que a situa��o do voo 182 ser� tratada com responsabilidade.
Sou vosso representante, mas tamb�m sou vosso amigo.
E como amigo sei o seguinte...
vou cuidar do vosso bem-estar, A vossa confian�a � sagrada,
prometo, muito obrigado,
fa�a uma declara��o a dizer que est� a apoiar a cidade.
Diga que chamar� a guarda nacional se for necess�rio para manter a ordem.
Estas pessoas vir�o procurar respostas.
N�o quero assust�-las.
S� vai fazer o que � melhor para elas.
Henry, viu algum tumulto na TV? Porque eu n�o vi.
Se eu chamar a guarda nacional, vou come�ar um tumulto.
N�o quero que as pessoas entrem em p�nico.
Vamos esperar.
Enquanto isso, quero falar com aquele tal Sorkosky do "CDC".
Preciso de saber tudo em primeira m�o.
Sim, governadora.
Posso dizer-lhe o seguinte...
a aut�psia do mi�do n�o foi conclusiva.
Mas mostrou o que o v�rus fez ao corpo.
Continuaremos a vigiar os outros passageiros.
A minha melhor equipa est� a tratar disso.
Acredito que descobriremos a causa desse v�rus antes que a situa��o piore.
Mant�-la-ei informada.
Odeio pol�ticos.
Com licen�a.
Dr. Sorkosky, Dra. Martin, o presidente ir� receb�-los agora.
Por favor.
Sr. Presidente.
- Est� tudo certo, obrigado. - De nada.
A Dra. Martin, que j� conhece. Este � o Dr. Sorkosky.
- Sr. Presidente. - Dr. Sorkosky.
O que � que podemos fazer por si?
Temos alguma ideia do que estamos a enfrentar do ponto de vista m�dico?
Sim, temos.
- Sente-se. - Obrigada.
Farei um resumo.
A aut�psia indica que o jovem tinha sara ou choque pulmonar.
Normalmente � visto em pneumonias ou outras infec��es.
A velocidade desta doen�a que resultou na morte � impressionante.
Indica que sofreu uma muta��o e se transformou num, raro e �nico, v�rus...
O v�rus entra atrav�s do sistema respirat�rio...
vai para os pulm�es onde se liga a um receptor...
no revestimento dos pulm�es, ent�o, move-se para dentro das c�lulas...
onde sequestra o factor gen�tico e se duplica,
a c�lula ent�o rompe-se e o processo continua...
enquanto o indiv�duo infectado contamina outras pessoas.
E o processo e o ciclo continuam.
E a doen�a apresenta sintomas antes de ser contagiosa?
- � o que acreditamos. - Podemos cont�-la?
Era o que tent�vamos fazer quando nos chamou aqui.
Ent�o, sugiro que voltem ao vosso trabalho.
Dra. Martin, obrigado pela explica��o.
Por favor.
Agente Sampson?
Sim.
� poss�vel que tenha sido contagiado. Temos de o mudar.
Vou pensar nisso.
N�o foi um pedido.
- Sampson? - Horvath.
Qual � o problema? N�o pareces feliz por me ver.
- N�o pedi ajuda. - Como se eu quisesse vir aqui.
- Ouve, meu, estou bem. - S�o ordens m�dicas, meu.
Por favor, agente Sampson.
Pode deixar.
Como podem ver...
j� dilui as amostras para retirar as prote�nas...
o "RNA" mensageiro e os genes.
Estamos a carregar bibliotecas com chips microondas...
enquanto fazemos �MNR� para conhecer a estrutura da criatura.
Ent�o, s� pode pesquisar em bibliotecas de patogenias reconhecidas, certo?
� mais f�cil procurar algo que j� conhecemos do que algo novo, sim.
Mais alguma coisa?
Se encontrarmos fragmentos similares entre as estruturas de �RNA�...
- podemos reconstruir o prov�vel v�rus. - Alguma coisa at� agora?
� cedo demais. Mas eis o que temos at� agora.
Isto � gripe avi�ria.
E isto � o que a nossa v�tima tinha.
N�o combina.
Exactamente.
Temos mil bibliotecas aqui...
ent�o, talvez consigamos identificar as �reas conservadas...
e come�ar a construir um modelo.
Se essa ficha � uma indica��o da infec��o, n�o temos muito tempo.
Tor�a para termos sorte.
- Como est�s a sentir-te? - Muito mal.
Sabes o que mais me aborrece?
Vicent. O desgra�ado parece bem.
J� n�o � problema teu, Pete.
Agora �s um doente, s� um doente.
Aguenta-te firme.
E o "CDC" trata-os como se fossem lixo nuclear.
Um momento, espere a�.
Todas as sociedades t�m o direito de se proteger...
Estou?
Tia Kayla?
Queria saber se me podes levar para casa, estou no ringue.
Querida, estou muito ocupada agora.
Onde est� a tua m�e, ela n�o pode levar-te?
N�o. Ela est� em "L.A Jolla".
A Lisa est� a�?
Sim.
N�o podes pedir � m�e dela para vos ir buscar?
Claro.
O �Today Show� mostrou fotos tuas de ontem � noite.
- Parecias bem inteligente. - Obrigada.
- Todos est�o a falar nisso. - Eu sei, esta gripe � assustadora.
N�o para mim. Sei que se houvesse algum problema, me dirias.
� claro.
Querida, tenho de desligar.
Rapidinho. Consegui um triplo hoje.
Sabia que conseguirias.
- Ligo mais tarde. - Est� bem. Adeus.
Lisa?
Lisa?
- Precisa de t�xi? - Sim.
� a primeira vez que anda de t�xi sozinha?
Sim. E tenho pressa, senhor.
N�o se preocupe. Vai chegar em breve a casa.
Obrigada.
Pronto.
Muito bem. Coloque o cinto.
E as �ltimas not�cias sobre a crise viral,
entidades australianas anunciaram que o n�mero de mortos subiu para 14.
Na �sia, foram relatados quatro casos suspeitos no Jap�o
e v�rios casos foram relatados em Paris, Amesterd�o e Berlim.
As entidades de sa�de tentam travar a dispers�o do v�rus.
Acredito que conseguiremos reverter...
o efeito negativo desta doen�a.
De quem � este carro?
Troy.
Obrigada.
- Ouve, agora n�o � boa hora. - S� preciso de um minuto, Kelly.
Se est�s preocupado com Gil, eu j� lhe expliquei tudo. E n�o menti.
- Sobre o mau pai que eu sou? - �s tu quem est� a dizer.
- Pensei em lev�-lo � escola. - J� tenho boleia,
Ol�, amigo. Ouve, eu sinto muito.
H� muita coisa a acontecer agora.
Troy, Frank. Frank, este � o Troy.
Isto � estranho.
Prazer em conhec�-lo.
Sim.
Troy, posso falar consigo?
- Sim. - Vou-me atrasar!
S� um minuto, campe�o.
- Ou�a, tem um �ptimo filho. - Eu sei.
- Sei que n�o � a minha casa, mas... - Tem raz�o. N�o � a sua casa.
Vamos deixar algo bem claro, Frank. Sou o pai do Gil.
Voc� � s� o homem que dorme com a m�e dele.
- Troy, j� chega. - Est� bem?
Precisas de seguir em frente.
Lindsey?
Sei que est� com dificuldade para respirar.
Vamos colocar um tubo na sua garganta.
Vai ser um pouco desconfort�vel, mas vai ajud�-la a respirar.
Vou tirar isto agora, est� bem?
- N�o estou com medo. - Eu sei.
- Como estamos? - Nada bom.
Mostre-me.
� o v�rus h3n7. O nosso v�rus desconhecido.
Este � um exemplo de como ele se espalha rapidamente.
Encontr�mo-lo dilu�do no sistema imunol�gico de duas formas.
Como assim?
O sistema imunol�gico de algumas pessoas diminuiu a replica��o do v�rus...
comparado com a forma como o v�rus infectou o Ames Smith.
- Isso � bom, certo? - N�o, nem por isso.
H� duas reac��es ao v�rus, uma mais r�pida e outra mais lenta...
mas o resultado final ainda � o mesmo: MORTE.
Necrose celular iminente
levando em considera��o o passageiro que est� a infectar outras pessoas...
e com o efeito domin�, podemos chegar a um n�vel cr�tico...
fazendo com que n�o possa ser contido em apenas tr�s dias.
"CDC" de todo o pa�s trabalham na descoberta do v�rus desconhecido,
uma vacina poderia minimizar os sintomas...
Pai, por que n�o me mostram a ler os relat�rios?
Porque est�o a falar sobre as pessoas do avi�o.
- V�o mostrar-te em breve. - Mas vou para a escola.
Querida, estou a gravar tudo. N�o te preocupes, est� bem?
Tenho de ir!
Aonde vais?
Vou-me encontrar com o Ellen e o Carlos no posto da guarda nacional...
Mas antes tenho de trabalhar.
Amo-te.
As pessoas perguntam porque � que Deus nos trouxe a este lugar...
a esta �poca.
Por que Ames Smith foi levado.
N�o acredito num Deus que planeia tudo.
Deus deu-nos um lindo lar na terra.
E se ele permitiu esta luta, � porque ela nos torna humanos.
E � sendo humano que podemos alcan�ar...
Vai ficar tudo bem.
N�o apareceu ningu�m.
N�s, sim.
Procurar o divino para sua for�a, seu conforto.
H� uma m�xima que sugere que em todas as maldi��es h� uma b�n��o escondida.
Rezo para que um dia encontrem a b�n��o para esta trag�dia e vos traga a paz.
Em nome do pai, do filho e do esp�rito santo.
- Ol�. - Ol�.
Como est�s?
Recebi uma chamada de uma amiga do Hospital Municipal.
Ela disse que o �P.S� est� lotado. E no hospital da �UCLA� e de St. John.
Quase todos os que est�o constipados pensam que est�o com a gripe.
Se trocares algumas letras de "pandemia", tens "p�nico".
Ouvi isto numa das palestras do Sorkosky.
- Est�s a aguentar-te firme? - Tenho escolha?
Na verdade, n�o.
Ol�! Eu ia v�-lo.
Alguma coisa?
O comandante Slater morreu h� tr�s horas.
Ele era diab�tico...
e o seu sistema imunol�gico provavelmente estava debilitado.
Mas agora temos 29 pessoas com sintomas.
- 18 graves. - Como est� a Lindsey?
- A comiss�ria de bordo? - Sim.
N�o est� nada bem.
Quero v�-la.
Com licen�a.
Ela teve uma paragem. Caiu de repente.
Um miligrama de Epinefrina.
Vamos, vamos.
Nada.
Podes declarar.
N�mero de infectados: 71 N�mero de mortos: 3
Tempo decorrido desde a primeira transmiss�o: 124 horas
Eu j� trago o pedido.
Agora mesmo.
Precisamos de verificar os dados.
Temos de isolar todo o andar.
Kayla. Dr. Sorkosky.
Qual � o problema?
O Dr. Ito n�o conseguiu identificar o v�rus...
Mas sabemos que n�o � gripe avi�ria.
Ent�o, temos um v�rus mutante que se espalha mais r�pido do que o avi�rio.
E ainda mais fatal...
Senhor, estamos a perder vidas aqui.
- Essas pessoas receberam �TAMIFLU�? - Sim.
N�o vai funcionar com todos.
H� outros que n�o est�o a tomar anti-virais...
e que n�o est�o a ficar doentes.
N�o devemos esperar, senhor.
Estamos a falar de cerca de 200 pessoas que sabemos que foram expostas ao v�rus.
N�o se trata de fornecimento de rem�dios.
Se come�armos agora, podemos dividi-los entre �TAMIFLU� e �COTOXIL�.
Estamos a trat�-los como cobaias.
N�o entendo. Por que n�o lhes dar os dois rem�dios?
Porque precisamos de saber qual deles funciona.
E precisamos de ter a certeza.
O que devo dizer �s fam�lias daqueles que morreram?
Que lhes demos o rem�dio errado?
� o �nico modo, Kayla. E n�s dois sabemos.
N�o te esque�as de me ligar dentro de alguns minutos.
Tenho que desligar, ele chegou.
- Sr. Torino! - Como vai?
Prazer em v�-lo.
O voo foi bom?
Sim, vamos dar uma vista de olhos?
Sim, vamos.
- J� teve um destes? - Sim, tinha um de 30 p�s.
- Casado? - N�o, divorciado.
- Namorada? - Sim, com certeza.
Excelente.
Que beleza.
O que � que acha?
Alcance de 900 km.
Velocidade m�xima de trinta n�s.
Lugar para seis pessoas, radar completo, pacote GPS.
� um �ptimo barco de 41 p�s.
� melhor do que o meu de 30 p�s.
- � o que dizem, tamanho � alcance. - Isso mesmo.
Aposto que ela vai adorar.
- N�o quer dar uma volta? - Claro que sim.
- Est� bem? - � alergia.
Por favor, entre.
Meu deus.
- Falei com a imobili�ria. - Sim?
Querem vender tudo rapidamente. Querem fechar neg�cio.
Pensei em fazermos uma oferta pela mans�o e pelo iate.
- Ficaria com o iate de gra�a. - Sim, claro.
Com licen�a.
Sim, Hendler.
Sim.
Est�s a brincar!
Sim, est� bem.
Obrigado por ligares.
Meu deus.
O que foi?
- Algu�m fez uma oferta. - Verdade?
N�o se preocupe. � pelo meu escrit�rio. Voc� tem prioridade.
Est�-me a dizer que tenho que me decidir agora?
Voc� decide.
O meu gestor n�o quer que eu pague mais de us$10 milh�es pela mans�o e pelo iate.
Diga-me que pode tratar disso.
Vou tentar dar um jeito.
Presidente, Los Angeles pode ser a sua cidade...
mas o estado da Calif�rnia � da minha responsabilidade.
Quero saber o que est� a acontecer a�.
Governadora, quando eu souber, tamb�m saber�.
Falei com o Dr. Sorkosky do "CDC".
Eu tamb�m.
Vimos o seu discurso ontem.
- Gostei da sua abordagem. - Obrigado, governadora.
Conte-me tudo, mantenha-me informada. Quero saber cada detalhe hora ap�s hora.
Ela vai aparecer de surpresa.
- Quer assumir o controlo. - Eu sei.
- Vamos lidar com isso. - Espero que n�o seja nada grande demais.
Festa!
- Sr. Hendler! - Ol�!
A pol�cia esteve aqui esta manh�.
- Estavam � sua procura. - Multas de estacionamento.
N�o, � sobre o avi�o que est� em quarentena.
J� disse que n�o estava naquele voo. Vim na Qantas.
Deve ser algum erro de computador ou algo.
Primeiro, se eu estivesse naquele avi�o, como teria sa�do?
E segundo, sinceramente, estou ofendido por achar que lhe mentiria.
D�-me um abra�o.
Leve toda a gente para o meu escrit�rio. Vamos abrir isto!
Vamos.
O rei voltou!
Tenho uma declara��o a fazer, senhoras e senhores.
Um colega uma vez disse-me que cada traseiro...
tem um assento.
E o vosso tem o maior deles.
Adivinhem quem fechou o neg�cio de 10 milh�es...
Para ningu�m menos do que Michael Torino.
O produtor!
E o Sr. Torino...
convidou-me para assistir � exibi��o...
do seu �ltimo filme.
Definitivamente n�o � a cadeia h5n1 que esper�vamos...
mas chamamos-lhe agora h3n7.
Em vez de uma corrente de antig�nio para a qual a popula��o tem imunidade...
esta � uma cadeia de antig�nio para a qual a popula��o n�o tem imunidade.
Temo que seja um padr�o pand�mico...
a aguardar a sua morbidade e mortalidade.
Agora temos 62 passageiros que apresentam sintomas da doen�a.
Est�o a ser tratados com anti-virais.
- Quantas fatalidades? - Oito.
E mais dez que podem ser internados a qualquer momento.
- Alguma not�cia do nosso fugitivo? - N�o, ele ainda anda � solta.
Exibi��o particular Michael Torino
Obrigado. Ol�!
Obrigado.
Muito obrigado.
V�o adorar este filme!
Vem c�.
Faz o meu filme parecer lindo, est� bem?
Est� a ir tudo bem.
- N�o estou a ver a directora. - Ela est� a caminho.
Michael!
Michael.
Isto � fant�stico, parab�ns.
- Ol�, Jack. - Quem � este?
� o meu corretor imobili�rio, Jack Hendler.
Est� bem, Jack? N�o me parece bem.
N�o, estou bem, estou bem.
- Impressionado com o seu filme. - �ptimo.
Chamem o 112, j�!
- Vou entrar. - Est� bem. Deixe-me ver.
Kayla!
- Sim. - Encontr�mos o Hendler.
- Isso � �ptimo. - Ele est� no respirador.
Outra coisa, recebemos uma chamada.
Algu�m est� com sintomas, mas n�o pode vir.
O Sorkosky achou que irias querer dar uma vista de olhos.
Manda o Dr. Foxhoven.
� um motorista de t�xi.
Estava no aeroporto quando o voo chegou.
Est� bem. Diz ao Sorkosky que estou a caminho.
Certo.
Entregue-lhe isto e diga que �s 16h est� bom.
- Obrigado. - De nada, senhor.
As licen�as venceram, os bens imobili�rios congelados...
os impostos s�o altos e agora isto.
Encontraram o fugitivo, Hendler.
- Morto? - N�o.
- Quantas pessoas achas que contaminou? - N�o sei.
Ele ficou � solta dois dias.
- Podem ser centenas. - S� em L.A.
Enfrent�mos tumultos, inc�ndios, terramotos...
- e sempre conseguimos. - E vamos conseguir de novo.
Se isto estourar nas nossas m�os, vais querer morar aqui?
Hoje, o presidente Dellasandro anunciou...
que o passageiro desaparecido do voo 182...
foi localizado e est� no centro de emerg�ncia.
O passageiro Jack Hendler � corretor da lmobili�ria Bellwood, em Los Angeles.
Ele desmaiou na festa da exibi��o do novo filme de Michael Torino.
Se algu�m entrou em contacto f�sico com o Sr. Hendler...
ligue para o centro de emerg�ncia no n�mero 310-555-1234.
� poss�vel que tenha sido exposto ao v�rus...
e precise de atendimento m�dico.
- Ele est� l� dentro. - Ali?
Estou preocupada com ele.
Por favor, ajude-o. � uma boa pessoa.
- N�o se preocupe. - Que deus a aben�oe.
Sr. Greeley?
Sou a Dra. Martin.
Preciso de lhe fazer algumas perguntas, se concordar.
Pode-me dizer quando come�ou a sentir-se mal?
H� alguns dias.
- E � motorista de t�xi, certo? - Sim.
Esteve no aeroporto ultimamente?
H� dois dias.
Brooke?
Brooke?
Brooke, est�s bem querida?
Meu deus.
Mudan�as Hollywood
Corta a energia.
- L� em baixo. - Podes deixar.
Estejam prontos para tudo. Ele deve estar bem protegido.
- E n�s tamb�m. - Ao trabalho.
Parem a�!
Ei!
O que �?
O que est� a acontecer?
Chamem a seguran�a.
N�o sei o que �.
- Fiquem em baixo. - Contra a parede.
Abaixem-se.
Edward Vicente, onde est� ele?
- Ali. - Leve-me l� agora!
- Por favor, n�o me magoe. - Baixem-se.
Voltem para os vossos quartos.
- Baixem-se. - Ele est� ali.
Afastem-se! Afastem-se!
Ele est� ali. Vamos busc�-lo.
Afastem-se!
N�o se mexam!
Bom trabalho, meu amigo. Vamos sair daqui.
Saiam!
Ei!
O que est� a acontecer?
Est�o a matar as pessoas aqui. Acreditam nisto?
Vamos sair daqui. Quem est� comigo? Quem quer ir? Voc�?
Vamos sair agora! Vamos!
Esperem, esperem! Esperem por mim!
V�o!
Parado!
Abaixe a arma. Vou disparar contra ela!
Quer que ela morra?
Baixe a arma!
Tr�s...
dois...
Adora ser her�i, n�o?
Voc� vem connosco, doutor. Temos um problema m�dico.
Queria ter mais tempo, querida. Vamos.
Vamos, andem!
Vamos, depressa, depressa!
Entre atr�s.
Vamos!
- Vamos, continue a andar. - Depressa, venham.
Sigam-me.
- Cuidado onde pisam. - N�o consigo ver.
- Vamos! - N�o!
Por aqui. Venham.
Certo, vamos, pessoal.
Cuidado, cuidado.
Est� bem, os ve�culos est�o prontos.
Entendido, desligo.
Fiz algumas chamadas. Est�o a vir buscar-nos. Vamos.
Vamos, depressa.
- Para onde vamos? - Vamos sair desta cidade.
- Concordo. - Por aqui.
Dr. Ratner! Dr. Ratner.
- Ele foi derrubado. - Est� bem.
N�o se levante, n�o se levante.
- Ei! - Temos que... temos que...
- Vamos. - Temos que...
Vamos.
Acalmem-se, vai ficar tudo bem.
As luzes voltaram. Fiquem calmos, vamos tratar de tudo.
Abram caminho. Voltem para os quartos. Voltem para os quartos!
Por favor...
Ele est� morto.
Vai ficar tudo bem. Todos v�o ficar bem.
- Abram caminho. - Saiam da frente.
Passem!
- N�o podem fazer nada. - Saiam do caminho!
- Abram caminho. - Saiam da frente.
Afastem-se.
Passem.
Levem-no para l�.
Com licen�a.
- Kayla! - O que aconteceu?
Os homens do Vicent libertaram-no e mataram o Horvath e um seguran�a.
- O qu�? - Sim. E levaram o Sorkosky.
- Meu deus! - Kayla, 38 doentes fugiram!
L.A virou uma zona de guerra.
Kayla!
Kayla!
Meu deus.
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