All language subtitles for Two Flags West

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian Download
br Breton
bg Bulgarian Download
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal) Download
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish Download
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

Anuncie seu produto ou marca aqui fale com www.OpenSubtitles.org hoje

ENTRE DOIS JURAMENTOS

Em 8 de dezembro de 1863, o Presidente Lincoln

emitiu uma Proclama��o Especial,

em que os Prisioneiros de Guerra Confederados, poderiam ser liberados,

em troca de unir-se ao Ex�rcito da Uni�o

para defender a fronteira contra os �ndios.

Em uma Pris�o em Rock Island, Illinois, Outono 1864.

Pertenciam � brigada de cavalaria do general Stuart.

E ainda pertencemos.

Serei breve.

A guerra terminou para mim. A febre e isto.

Me enviaram para o Novo M�xico.

Me sentiria orgulhoso de ter voc�s em minha unidade.

Por que n�o v�m?

A guerra terminou para voc�s. E minha oferta,

� um meio de voc�s sa�rem deste buraco. - Sair?

E a �nica sa�da...

Quieto.

...n�o haver� troca de prisioneiros.

A ordem de 10 de agosto do General Grant � final.

- N�o vamos voltar para casa nunca? - O seu chefe est� aqui?

Est� fora colhendo flores.

Ou�a Coronel, o Capit�o deseja conversar um momento com voc�.

E as outras armas aceitaram isto?

Tecnicamente a oferta � para todos os prisioneiros,

em campo ind�gena todos s�o bem vindos.

O coronel Tucker do 5� da Ge�rgia.

Capit�o Bradford do 1� da Pensilvania.

- Clay Tucker? - Sim.

Isto � um pouco estranho, mas posso lhe oferecer um posto.

Me prove.

Ofere�o lhe o posto de 2� Tenente, se aceitar.

Tem certeza que n�o nos obrigar�o a lutar contra os nossos?

sim com certeza.

O que n�o sei � a quantos cavaleiros relevar�amos.

No Oeste n�o h� tropas que relevar.

N�o h� mais que acanhados ou aleijados como eu.

Coronel Tucker,

espero que n�o se ofenda se lhe lembrar um de seus deveres.

- E que dever? - Salvar suas vidas.

Faria em combate,

n�o posso imaginar que fique aqui sem fazer nada.

O coronel n�o precisa que lembrem

seus deveres,

ele cuida de n�s mais... - Cale a boca, Sargento.

- Pe�o que me perdoe. - Tudo bem.

Quero deixar as coisas claras.

N�o v�o a um piquenique,

� a vida de soldado por 40 centavos por dia.

Haver� luta e morrer�o homens.

Haver� m�dicos, comida,

arma em suas m�os e cavalos.

T�m uma hora para pensar.

Boa pontaria, Sargento.

Queria ver na linha de frente.

Nos unir aos ianques, sim que seria bom.

Seria como reconhecer que lutamos por nada.

N�o sei, sou t�o Georgiano como os demais,

mas quero comer quente. - Estamos nos consumindo.

Quando n�o � a febre, a disenteria, j� foram 10 este m�s.

- Nos diga o que fazer. - N�o.

Desta vez n�o direi.

Devem tomar sua decis�o, mas...

sempre estivemos unidos e eu gostaria...

que continu�ssemos igual.

- Por que n�o votamos? - O que acha, Coronel?

Estarei com a maioria.

De acordo, os que est�o com o Sul, deste lado.

E os aborrecidos, que venham comigo.

- Fiquem em fila aqui. - Venham.

- O que faz a�? Se decida j�.

- Se coloquem aqui para que possa contar.

21 v�o, Coronel.

E 21 ficam.

Um momento, Ash Cooper n�o votou.

Sim, o que diz?

J� n�o poder� votar, senhor.

- Ent�o h� um empate. - Vai ter que decidir.

Compreendo e compartilho seus

sentimentos,

queria continuar aqui at� o fim. - Pois j� � o fim.

Se com isso pud�ssemos conseguir algo.

Meu voto � para que vamos.

- N�o posso acreditar. - Queremos viver.

Quero que voltemos para casa, mas n�o em uma caix�o de madeira.

Olhem como quiserem. - Sinto muito, senhor.

Assim � mais duro, eu admito.

Inclusive se tivermos que usar uniformes ianques.

O caso � sair daqui.

Desculpe, Coronel. Tucker.

- Lt. Tucker. - Sim, senhor, Tenente. Tucker.

Os homens querem saber se podem cantar.

- � obvio. - Obrigado, senhor.

Muito obrigado, Coronel.

Quero que saiba que estou orgulhoso de ir com voc�.

Nos tamb�m estamos.

Kansas City n�o est� muito longe.

Quando chegarmos se fartar�o de faz�-lo.

Cantem!

Gostaria de estar na terra do algod�o

E os velhos tempos n�o se esquecem.

Parece longe, Dixie Land.

Em Dixie Land, onde nasci em uma manh� de geada.

O fim de nossa jornada ser� no Forte Thorn.

Em Dixie Land vou viver e morrer.

Longe para o Sul, em Dixie.

Longe para o Sul, em Dixie.

FORTE THORN

O Mais velho est� com o Sargento.

Os despachos chegaram via Sta. F�, Sra. Kenniston.

Ent�o demorar� muito, e trago not�cias.

Sheridan chegou a Hatchers, hein?

Sim, senhor.

E o General. Hooker a Derbytown.

- O General. Hooker? - � o que diz.

Bem, bem.

Onde est� o General. Sherman, Duey?

Ao sul de Atlanta.

E n�s? Guardamos a grande fronteira americana

com um punhado de inv�lidos.

Se quiser minha opini�o sobre o que podem...

Quando quiser sua opini�o, eu pedirei.

Henry ter� que esquecer isso agora. Chegou a nova tropa.

A coluna de refor�o est� chegando, senhor.

Permitiu que a Sra. Kenniston acompanhe � patrulha?

- N�o ir� a...

- Uma mulher com 6 homens t�o longe de forte...

Disse que tinha sua permiss�o.

- Tenente. - Sim, senhor.

Ficar� em pris�o preventiva at� novas ordens.

- Mas... - Nada mais, Tenente.

�s ordem.

A culpado sou eu. Por que n�o me prende?

Elena...

Quer deixar eu dirigir esta tropa que os poderes de Washington

me colocaram sob meu mando?

Fa�o formar o guarda, senhor?

Para honrar aos rebeldes?

Sim, forme, Sargento.

Gostaria que tiv�ssemos uma banda.

Temos que garantir

que n�o nos acusar�o de falta de hospitalidade.

- Mami. - Cuidado com os cavalos.

S�o ianques, n�o h� d�vida.

Ou�a uma coisa, Sargento. Ao lado desta gente, voc� � uma beleza.

O nosso comandante em pessoa, o Major Kenniston.

Linha pela esquerda, em frente Adiante!

Preparados para desmontar!

Desmontem!

Aten��o!

Cuide das montarias dos oficiais.

Se apresentando Cap. Bradford com seu destacamento.

A suas ordens, senhor.

Descansem!

S�o parte do 3� de Cavalaria da Rep�blica.

As circunst�ncias colocaram voc�s sob minhas ordens.

juraram obedi�ncia e fidelidade aos EUA,

ganhando completo perd�o

para as ofensas contra este governo.

N�o � minha inten��o

conhecer as raz�es que tiveram para faz�-lo.

Voc�s t�m fama de bons cavaleiros.

Agradeceria se assim continuassem no futuro.

Sargento, aloje eles.

Aten��o!

- Me alegro de ver voc�. - Obrigado, senhor.

Se alegrar� tamb�m de conhecer este. O Tenente. Tucker.

Tenente. Tucker.

O Capit�o lhe indicar� seus alojamentos.

E me honrar�o jantando comigo esta noite.

� um convite ou uma ordem?

- Goste ou n�o, � um magn�fico soldado. - Sou Stanley, senhores.

Bem-vindos. - Obrigado.

Tem raz�o, ha qualquer momento os apaches podem nos atacar.

Felizmente, atacam e fogem.

Ha rumores que os Confederados incitam os �ndios � guerra

com a promessa de lhes dar suas terras quando u Sul ganhar?

Parece que h� agentes dos rebeldes por aqui.

Bom, cavalheiros, a guerra est� muito longe.

Pelo menos aqui � o que parece, deixemos estar.

Devo lhe um pedido de desculpa.

O Tenente. est� do nosso lado, n�o � verdade Tenente. Tucker?

- Estou aqui para lutar com os Apaches. - Vamos rezar para estar do lado certo.

- Delicioso jantar, Sra. Kenniston. - Obrigado. Eu acho que...

esteve muito tempo na pris�o? - Na pris�o sempre � muito tempo.

Talvez prefira n�o falar disso, como Henry, Major Kenniston.

Tamb�m esteve na pris�o.

Ent�o seu marido sabe apreciar o valor da liberdade.

Meu marido?

O que voc� acha? Tucker acredita que � seu marido.

� um engano comum. � a Sra. Kenniston � e n�o esque�a.

Mas n�o � minha esposa.

Sinto muito.

Temo n�o ter sido muito educado.

Subestimei nossas ben��es.

Os refor�os que esper�vamos chegaram e � um momento feliz.

Em honra do qual eu proponho um brinde.

- J� � suficiente. - O bom nunca � suficiente.

- Por nossa grande cavalaria... - Sr. Tucker.

Sim, senhor.

Segundo a Sra. Kenniston, temos muito em comum.

- Esteve na pris�o de Levy, certo? - Sim, muito em comum.

Com algumas diferen�as. Eu n�o pactuei por minha liberdade.

- Eu escapei. - Teve sorte.

Sorte?

Olhe minha sorte.

Fui capturado na primeira batalha em que lutei.

Consegui fugir da pris�o,

mas me retiraram da frente e fui enviado a este posto.

Pelo menos tive a chance de combater.

E muitas vezes, e meus relat�rio s�o exatos.

Esteve com o Stuart desde o come�o?

Sou ambicioso, Tenente.

E frequentemente invejoso.

Por isso quero saber algo de suas campanhas militares.

Sim, senhor.

Estive com o General. Stuart ate Yellow Tavern.

- Esteve em First Bull Run? - Sim, senhor.

- Em Gaines's Mill, Savage's Station? - Sim, senhor.

- No Crampton's Gap e Fredericksburg? - Sim, senhor.

- Esteve em Chancelorsville? - Sim, senhor.

Em Chancelorsville quando Stuart lan�ou sua carga contra a Brigada Brown?

Meu esquadr�o teve a honra de ir na frente, senhor.

Meu irm�o, o marido de Elena, morreu naquele ataque.

Meu irm�o morreu no First Manassas, minha prima em Vicksburg...

Me da sua permiss�o para ver como est�o meus homens?

- Sim. - Obrigado, senhor.

Meus sinceros p�sames.

Cap. Bradford, quer servir vinho?

A ta�a da Sra. Kenniston est� vazia.

Isso mesmo, t�m que respeitar os melhores.

Por que vieram aqui? Por precau��o, certo?

Sim, se deram conta de que est�o melhor em nosso ex�rcito

do que fugindo dele.

- Cuidado, que eles se irritam. - A cobrar!

- Podem ir cobrar. - � coisa dos rebeldes.

Trouxeram o carro do pagamento.

Aten��o!

Descansem.

- Como est�o? - Como em casa.

J� viu, senhor. - Estou feliz que seja assim.

Boa noite. - N�o � comovedor?

O Tenente. tem que fazer seus homens dormirem.

N�o coloquem nenhum rebelde aqui.

- Eu vou a... - Aten��o!

Devem ter entendido que todos fazem parte

da guarni��o deste posto.

Devem agir em conformidade.

Qualquer repeti��o destes incidentes se reprimir� com todo rigor.

Luzes apagadas, rapazes.

Apaguem essas luzes.

Me d� a garrafa.

N�o acredito que falou serio.

Tenente. Tucker.

- � da Ge�rgia, n�o �? - Por que?

Os Georgianos s�o famosos por seu g�nio. Persista, com o Coronel.

Persista.

Sorte que a encontrei antes de que entrasse.

- Serio, Mark? - Desejava poder falar com voc� a s�s.

N�o sabia que estava aqui, com o Henry.

Sim, estou aqui.

Procurei a em Washington de ponta a ponta.

Me disseram que estava na Calif�rnia.

Pois j� viu s� cheguei at� aqui.

- Quer me contar como foi? - Se lhe interessar...

Escrevi ao Henry assim que soube que estava aqui.

Pedi que me ajudasse.

Disse que queria voltar para casa. - Em Monterrey, certo?

Disse que eu poderia chegar aqui com um comboio de mantimentos.

Ele me respondeu que viesse,

e que me colocaria em meu caminho com a primeira caravana que sa�sse.

Estou aqui a mais de 6 meses. - 6 meses?

E o que a reteve tanto? - N�o pude seguir em frente.

N�o tinha rem�dio, e n�o me inquietou no princ�pio.

N�o houve caravanas para escoltar, nem tropas para faz�-lo.

E isto � o estranho.

Ele n�o sabia das tropas quando me escreveu que viesse?

Devia estar esperando refor�os meses antes de que cheg�ssemos.

Acho que sim.

Bem, j� estamos aqui. E espero que possa continuar sua viagem.

Devo admitir que fico feliz com

este atraso.

J� sabe que sempre a tive em meus pensamentos mesmo sem v�-la.

Dizem que os pensamentos, como o tempo, n�o se det�m.

Mas o tempo passa muito devagar.

Boa noite, Mark.

Me alegra que tenha pensado em mim. - J� tem que entrar?

� tarde, at� manh�.

Boa noite. - Boa noite.

- Bela noite, n�o �? - Sim.

Bonito vestido.

fiquei de luto mais de um ano.

foi s� um elogio.

Obrigado.

Algum dia inclusive pensar� em deixar de ser vi�va.

Richard amava a m�sica.

J� era assim desde menino. Acho que tocava para ele.

Sim, �s vezes cantava algumas can��es espanholas.

Como devia desfrutar. Quer tocar tamb�m para mim?

Se quiser.

Boa noite.

- N�o h� muito vento. - Nenhuma brisa.

Muito calor?

- Em vez de frio. - Sim?

Em agosto, quando mataram o Cabo Doniang,

em poucos dias,

nos apareceu seu fantasma gritando e uivando.

Sabe o que procurava?

Seu cobertor.

Se os ianques soubessem lutar como mentir...

- O que acha dela? - De quem?

Se pergunta de quem, grave minha pergunta.

O que voc� acha afinal?

Que somos soldados de brinquedo.

Veja, a primeira vez que a vi, me apaixonei loucamente por ela.

E a primeira vez que a vi, estava se casando com outro homem.

Socorro!

Socorro!

V� com 6 homens, enviarei a carro�a do posto.

Sim, senhor.

- �ndios apaches? - �ndios apaches ou Satank.

- Satank? - Um chefe Kiowa, bruxo da tribo.

� pior que os Apaches.

irei ver se o Major tem novas ordens.

Fique com os homens.

- O que fazemos, Coronel? - Vamos?

� nosso trabalho.

- Toque retirada. - Agarraram algum, senhor?

O que importa, idiota, toque a retirada.

Que correria eles foram se meter!

Toque outra vez.

Em frente!

- Por que fez isso? - Esquece que est� no ex�rcito ianque?

Retirada � seu toque favorito.

S�o valentes, n�o h� d�vida.

Coluna! Alto!

Alto!

Tenente. Tucker, n�o costumo

repreender um oficial em frente de sua tropa,

mas considero aconselh�vel fazer uma exce��o.

Eu acho que deveria elogiar seu arrojado esp�rito sulista,

pois bem, elogio sua valentia mas n�o a sua leviandade.

Fizeram exatamente o que os peles vermelhas queriam

para lhes fazer cair em uma armadilha infantil e absurda.

N�o tenho a menor duvida

de que nenhum de voc�s teriam conseguido sair dela.

Este � meu ponto de vista esta claro, Tenente?

Sim, senhor.

Aten��o a coluna! Ordem de marcha!

- Sr. Tucker. - Senhora.

Finalmente posso lhe dizer que...

senti muito o que aconteceu na outra noite.

- Muito generosa e am�vel. - Nada disso.

Ent�o n�o me faz respons�vel pela morte de seu marido?

� um grande al�vio saber.

Digo isso porque Fort Thorn � um posto muito pequeno.

E � inevit�vel que voc� e eu... e os que vivem aqui...

Estejamos sempre em contato, n�o �?

- Se quer dizer assim. - J� entendi.

Pelo bem de todos esquecer� o detalhe de que sou Sulista.

- Voc� esta rindo de mim? - N�o, senhora.

Mas tudo seria melhor se o Major compartilhasse

seus caridosos sentimentos.

Em seu lugar me assustaria ter um cunhado

que acreditasse t�o firmemente no sati.

No que?

Sati.

� uma palavra ind�gena, hindu, n�o apache.

Desculpe.

- Mark, voc� � bom em l�nguas? - Idiomas?

Queria saber o que significa sati.

Sati?.

� mais que uma palavra, � um costume.

- Hindu? - Sim.

Quando morre um homem,

sua vi�va deve se jogar na pira funer�ria

e acabar sua vida com ele.

Um luto muito rigoroso, acredito eu.

Porque esta pensando nisso?

N�o falo castelhano.

Nada, nada importante.

Coluna! Alto!

Prontos para desmontar!

Desmontar!

A vontade!

Parab�ns por seu conhecimento da vida hindu.

- Obrigado. - Mas n�o quero fazer sati,

nem ningu�m quer me for�ar a isso.

Tenho certeza que muitos celebrariam

ouvi-la assim. Seria uma perda...

...irrepar�vel, Sra. Kenniston.

Capit�o. Stanley, sair� de patrulha amanh�

at� o Poakee Crossing,

se por acaso h� sinais de emigra��o de �ndios.

- Sim, senhor.

Capit�o. Bradford, voc� ficar� no Quartel,

prepare um relat�rio das atividades de campanha no �ltimo m�s.

Sim?

- O que aconteceu, Duey? - � dos detentos...

Sim, sim.

- Tenente. Tucker. - Sim, senhor.

No calabou�o h� dois renegados,

condenados por vender u�sque e armas aos �ndios.

Procure que se cumpra a senten�a antes de come�ar a instru��o.

Devem ser executados e enterrados fora do posto.

Seu Sargento... Pickens pode se encarregar do assunto.

E r�pido, Tenente. - Sim, senhor.

J� demoramos muito.

Tenente. Reynolds, essas listas ainda n�o foram recebidas.

Que se fa�am hoje. - Sim, senhor.

Coloquem a outra nova tamb�m.

Tenente. Tucker,

queremos falar com voc�. - Sobre o que?

Queremos lhe falar.

Aconteceu alguma coisa?

De uma olhada neste documento, senhor.

Veja voc� mesmo.

N�o soubemos at� que j� era tarde. - J� aguentamos bastante, senhor.

Diga de uma vez se estiver conosco. - Cale a boca, Cy, cale a boca.

Voltem para seus postos.

- Em um minuto. - Obrigado.

Sim, senhor?

- Quer me falar? - Olhe isto.

- O que aconteceu? - Traficantes de u�sque renegados.

Esses homens eram agentes do Governo Confederado.

Espi�es?

Sim, certamente tamb�m eram.

As duas coisas geralmente andam juntas.

Quer ver as atas do sum�rio? - J� vi o bastante.

Ent�o o que mais deseja?

Meus homens foram ordenados a fuzilarem cidad�os confederados.

Viemos com a seguran�a de que n�o lutar�amos contra o Sul.

� verdade.

- N�o pensei, uma ordem � uma ordem. - O Governo fez essa promessa

e eu tamb�m. - N�o estou em Washington,

estou � frente de um posto armado.

Qual � o objetivo desta discuss�o? A senten�a j� foi executada

e os homens morreram. Algo mais?

N�o, nada mais.

Absolutamente nada.

Lamento que tenha quebrado esse

compromisso.

Acho que foi um acidente, mas de todos modos...

Isto demonstra o eu que disse sempre.

- N�o traga a Guerra Civil aqui. - Pode deixar aberta.

Esses homens juraram fidelidade!

Um juramento que tamb�m fizeram ao sul.

Ent�o, se quiser que sejam bons soldados,

trate os como tais.

Acha que sou tolo?

S�o rebeldes de cora��o.

Fugir�o aos Montes assim que puderem.

Essa � a �nica solu��o, pegar os arreios, os cavalos...

- Devo lhes uma explica��o. - J� falamos sobre i...

As palavras do juramento que fizemos resultaram in�teis.

O Major quebrou o compromisso. - Podemos ir?

Querem usar uniforme cinza de novo?

Sejamos razo�veis, Henry, se n�o fossem sinceros,

tiveram mil oportunidades para desertar no caminho para c�?

S� estava eu entre eles e a liberdade. por que n�o escaparam?

- Pode ser que tenha raz�o. - O que voc� acha, Elena?

demonstraram que cumprem piamente. - N�o pergunte a Elena.

S� pensa em ir para Calif�rnia.

- Insisto, lhes d� uma oportunidade. - Bem, ter� sua oportunidade.

Ter�o assim que seja poss�vel.

ORDEM ESPECIAL: O trem para o Oeste ser� escoltado

pelo Tenente. Tucker e sua tropa.

Os seguintes civis devem revisar seus pap�is

com o Major Kenniston hoje.

Bom dia.

- Bom dia. - Isto � o que queria ver.

N�o se preocupe com n�s. Continue, Alec.

Senhor, j� tenho a muni��o que solicitou.

Distribua, Sargento. Se sobrar, devolva.

Devolver, esta certo.

- Pode me fazer um favor? - Sim, senhora, me diga.

J� guardou a bagagem.

Viajarei com os Simpkins,ser� que

algum de seus homens pode lev�-lo a carro�a?

Voc� n�o vem.

claro que sim, j� est� tudo arrumado, voc� n�o viu?

Seu nome n�o est� na minha lista, estava, mas foi apagado.

N�o pode ser.

Ser� melhor que pergunte ao Major, eu s� cumpro suas ordens.

E devo acrescentar que fomos enganados. Ter�amos apreciado sua companhia.

Reverendo. Simpkins, esta viagem � de sua �nica responsabilidade.

Minha esposa e eu estamos preparados, Major.

E ficamos agradecidos por sua hospitalidade.

- Foi uma honra.

- � tudo. - Obrigado.

- Seguinte, Sargento. - O Sr. Strong, senhor.

Sr. Strong.

Finalmente estamos em suas m�os, Major.

- Sua ocupa��o � o com�rcio? - � verdade. Tenho os pap�is em ordem.

S� por curiosidade, o que faz no Novo M�xico?

Deve haver melhores lugares para comercializar.

N�o comercializo aqui, estou de passagem.

para onde se dirige?

Major, vejo que suspeita de mim.

Faz bem, � seu dever.

Acho que � o momento de mostrar as

cartas,

n�o sou o que pare�o,

estes s�o meus documentos do Departamento de Guerra.

Est� mais tranquilo, n�o?

- Me permite, Cap. Bradford? - �s ordem.

- Espere la fora. - Sim, senhor.

- N�o sabe como eu comemoro. - Comemora o que?

- Que mudou de id�ia. - No que mudei?

Vai ficar?

N�o perguntei por que, s� me alegrei.

Se for realmente meu amigo, deve me ajudar.

Ent�o nos entendemos perfeitamente.

- Tenho que falar com voc�. - Estava esperando.

Sente-se, mulher. N�o fique nervosa.

Quero ir com essa caravana.

Parece que prefere a companhia dos �ndios que � minha.

Disse que sairia no primeiro comboio escoltado.

Acreditei que era uma promessa.

Sim, era...

...uma promessa, suponho.

Mas os riscos e perigos s�o muito grandes.

� minha cunhada, minha responsabilidade.

� a vi�va de meu irm�o e tenho que procurar que chegue ilesa.

Jamais me perdoaria se lhe acontecesse algo.

- Estou disposta a correr o risco.

N�o pode ser, n�o devo deixar.

Penso no Richard, me coloco me seu lugar i...

...sei o que ele teria desejado para voc�.

Teria desejado que ficasse aqui, sob meus cuidados e prote��o.

E se eu n�o quiser?

Estava contente quando veio para c�. Voc� me disse.

O que aconteceu estava t�o feliz? Quando passeava pelo quartel

fazendo os trabalhos que fazia quando Richard estava vivo?

E que �s vezes me faziam imaginar que estava feliz.

- Amarre bem isso ai. - Sim, senhor.

- Tudo pronto, Reverendo? - Tudo pronto, Capit�o.

Pois cuidado com os �ndios,

podem ser nossos irm�os, mas n�o confie muito.

Farei isso, Capit�o.

- Tudo certo, v� a seu posto. - �s ordem.

- Conhece as ordens? - Sim, senhor.

Tudo revisado e comprovado.

Ent�o, s� nos resta...

...lhes desejar uma boa viagem.

- Obrigado. - Clay.

- Boa sorte. - Obrigado, adeus.

De dois! Pela direita!

Em frente!

Nada mais, senhor.

- Obrigado. - Por que?

Por dar a meus rebeldes esta miss�o, por confiar neles.

N�o confio neles.

Confio que voltar�o para o Texas no momento que possam.

O que est� pensando?

Estou pensando com o c�rebro de um soldado.

Isso parece um pouco confuso para voc�.

Me explicarei,n�o me importa lhe dar esta li��o.

Se alguma vez me vir aqui em um apuro, quero estar bem seguro

de que todos os inimigos est�o na frente de minhas armas

e nenhum em minhas costas.

Se querem desertar, que desertem agora.

N�o estarei pior que antes de que viessem.

Est� satisfeito?

- N�o, senhor, h� civis com eles. - N�o se preocupe.

antes de fugirem, deixar�o eles a salvo. N�o s�o necessariamente t�o selvagens

s� por que s�o traidores.

Eu avisei a todos os civis

que fazem a viagem por seu pr�prio risco.

Coronel.

- Deveria ver l� atr�s. - O que aconteceu?

A Sra. Kenniston vai com o Reverendo, o Sargento. Pickens a viu.

Alto!

J� sabia que ter�amos problemas.

- Ent�o, Sra. Kenniston... - N�o pode me fazer voltar. N�o quero.

- Onde voc� acha que vai? - Me permite uma palavra.

At� mais se quiser, Reverendo.

Esta Sra. tem uma fam�lia que a espera na Calif�rnia.

Nos pediu que a liber�ssemos de uma situa��o que...

...lhe asseguro que depois de muita ora��o

decidimos que dev�amos ajud�-la.

N�o a fa�a voltar, Tenente.

Quem disse, nada de faz�-la voltar?

Estou muito agradecida.

Dizem que os sulistas s�o uns cavalheiros.

- Serio, senhora?

Em minha terra apreciamos isso em todo seu valor.

Ouviram, cavalheiros?

Me parece que uma carro�a

n�o � lugar adequado para uma amazona como voc�.

Cavalheiros!

- Pegue meu cavalo, eu montarei com o Hank.

- N�o se incomode.

Eu considero um privil�gio. Poder voltar a ser galante.

Com isso honrarei � minha noiva que deixei na cidade

e que � t�o linda como voc�.

Bom, se quer assim.

Um gesto muito generoso, Tenente.

Aposto que n�o ser� capaz de nos seguir a cavalo

at� onde vamos.

- Claro que n�o esperava nada disto. - Em boa confus�o nos colocou.

- Cavalheiros, d�em escolta � senhora. - Obrigado.

A� vem o Major correndo como um peru.

- Quem � o oficial de guarda? - O Capit�o Bradford, senhor.

Prepare uma patrulha urgente, Elena desapareceu.

Que preparem meu cavalo. - N�o os alcan�ar�, v�o muito depressa

e sa�ram faz 12 horas. - N�o replique, obede�a.

- Quantos homens quer levar? - Quantos?

Um pelot�o ser� atacado pelos �ndios.

E se n�o, os rebeldes lhe combater�o. Se � que desertaram, como voc� disse.

Fa�o sair toda a guarni��o deixando o Forte indefeso?

- Tente fazer o imposs�vel. - � imposs�vel, n�o?

- O que faz a� parado? - S� olhando, Henry.

Devo lhe dizer que eu sabia. - O que est� dizendo?

Que Vi ela na carro�a e a deixei partir.

Acredito que era direito seu.

Ficara detido no Quartel at� novas ordens.

- Permitem que acompanhe voc�s? - Darei ao pobre Glen o seu cavalo.

- Vamos muito r�pido, senhor. - N�o posso perder tempo.

Descansaremos de noite.

Em Rock Springs?

Vejo que conhece bem estas terras.

Conhe�o melhor o Texas.

Mas aqui tamb�m n�o me perco.

- Sargento. - O que?

Aqueles Montanhas ali s�o os de S�o Andr�s?

Sim, sabe o que h� atr�s? O Texas.

Um caminho aberto a nossa amada p�tria.

Logo iremos todos para ela. Pode ser que seja amanh�.

Amanh�, como soa bem essa palavra.

Sou um bom rebelde, isso � o que sou.

E nesta terra de liberdade eu dou o m�nimo.

Eu odeio a gloriosa Uni�o que goteja com nosso sangue.

E aos malditos ianques os odeio mais e mais.

Lutei com Robert E. Lee durante tr�s anos,

Me feriram em 4 lugares e passei fome no quartel.

Os homens sentem saudade.

A todos acontece isso.

Tem um longo caminho. Como � aquilo?

Monterrey?

� s� uma cidade. Minha fam�lia tem umas vinhas.

� um lugar muito pac�fico.

J� sabe, a fam�lia,

Ir a missa na, sexta,

novena e ter�o. - Parece que vai ser freira.

N�o sou anti religioso, digo o... bom...

...pelo seu modo de falar. Uma menina que abandona seu lar,

deixa o seio da fam�lia e sai ao cruel mundo, se queima os dedos

e volta a se esconder... - Tenente. Tucker,

- Uma conclus�o natural, n�o? - Est� sempre rindo de mim?

Ganharia alguma coisa se falasse s�rio com voc�?

N�o, acredito que nada.

Compreendo.

O Norte e o Sul.

Qual era seu nome de solteira?

Elena Maria Gabriela Mercedes da Meridanueva.

Bem, n�o � um nome muito curto.

Entretanto, soa melhor do que Kenniston.

- O que aconteceu, Cy? - Os cavalos n�o podem continuar.

E muitos homens tamb�m n�o.

Acamparemos perto do rio. Diga que � o fim da viagem.

Aliviar� eles muito. - Com certeza, Coronel.

Deveria dormir se pensa ir para Calif�rnia

de madrugada.

A Sra. Simpkins esta com febre.

Vou procurar �gua. - Me deixe.

Posso fazer sozinha, obrigado.

Ou�a, Elena Maria Gabriela i...

eu n�o sei quantos nombrecitos tem mais.

Uma dama n�o deveria dizer que pode cuidar de si mesmo,

Talvez voc� tome a palavra.

N�o voltar� com seus homens ao posto.

Est� no ar, qualquer um notaria.

Sem d�vida por isso se sente feliz.

Aonde acha que levo meus homens?

Qual � sua inten��o? Voltar de novo para a luta?

N�o esconderei que eu gostaria, se fosse poss�vel.

Voc� � ruim como Henry. S� sabe odiar.

Por que os homens gostam de lutar? Por �dio, por maldade?

N�o, senhora. Esta guerra � muito mais para mim.

Por que?

Tenho uma casa em Atlanta.

- � bonita?

- N�o sei como esta, Sherman passou por la.

E antes era?

N�o sei se gostaria daquele pa�s. � terra dura, vermelha.

Cor de sangue, quando chove.

Mas o homem sempre ama seu...

Estes sujeitos dizem que procuram a um tal de Ephraim Strong.

- O que desejam do Strong? - Tenente. Tucker?

Quer vir aqui um instante?

- N�o � melhor acompanh�-los? - Vigia esses.

Esses homens s�o meus amigos, rancheiros do M�xico.

Mas americanos. - � duro de acreditar.

Atravessaram sozinhos o territ�rio �ndio?

- � que s�o do Sul.

E v�m desde o M�xico?

Voc�s tamb�m vieram e acreditam que todo mundo.

- O que quer, Strong? - O mesmo que voc� Coronel.

Embora eu fa�a parte

de um grande plano, e n�o imprudentemente como voc�.

O que ganharia fugindo do Texas?

Por ser t�o baixo chega a longas conclus�es.

O que se pode fazer? Procurar seu caminho at� a Ge�rgia

e lan�ar seu pelot�o contra o ex�rcito inimigo.

Mostrarei lhe um modo

no que cada um de seus homens valer� por 10. Talvez at� mais.

Sou Agente da Confedera��o.

Isso � o que voc� diz.

A prop�sito, sua m�e e sua irm� est�o bem, est�o em Richmond.

- Qual � seu plano? - Veja.

Texas, Novo M�xico.

Arizona, Calif�rnia.

Vamos unir o Texas com o Oceano Pac�fico.

Na Calif�rnia h� milhares de simpatizantes do Sul

esperando que cruzemos a fronteira.

T�m provis�es, haver� comboios esperando junto a elas.

Riscaremos uma linha de defesa atrav�s da na��o.

� o que o General. Sibly pensava ha tr�s anos.

Sim, ter� que realiz�-lo.

Nossa na��o esta morrendo.

Fui ao norte, sei o que esta nos matando.

F�bricas de sapatos, de canh�es...

- N�o tem que me dizer o que possuem no Norte.

Estamos sufocados pelo bloqueio.

Mas com os campos de ouro da Calif�rnia, e os portos do Pac�fico...

Disse que meus homens valeriam 1 por 10, o que poderiam fazer?

Primeiro, voltar para o Forte Thorn.

- Voltar? - Tudo se acabar� se desertar agora.

Deve voltar, seja paciente.

N�o perca de vista o forte, � o �nico local entre o Texas e Tucson.

Ganhe a confian�a do Major.

Eu lhe convenci de que trabalho para o Governo.

E voc� pensa que � um rebelde disposto a desertar.

- � inteligente.

- Ter� ele em suas m�os se retornar agora.

Espere que eu lhe avise

depois se incorpore a um de nossos comboios.

O que esperamos chegar� se trabalharmos duro.

Ir�o com voc� seus homens?

Quando chegar� o aviso?

Est�o impacientes, quase avistam o Texas.

Estou t�o impaciente como voc�s.

Demorar� meses, ou talvez dias.

Voc� far�?

Sim.

Coronel.

Uma coisa me preocupa. A jovem.

O Major tinha seus projetos. Jamais o perdoar�.

- Eu n�o a tirei. - N�o falo de sua partida.

Me refiro a sua volta.

Isso se considerar importante que o Major confie em voc�.

Pela manh�, quando entregar as carro�as � escolta...

Em frente com as carro�as! A galope!

- Muito obrigado, Tenente. - N�o mere�o.

Sargento. Pickens.

N�o sei se devo lhe desejar boa sorte, mas o fa�o.

Adeus. - Sargento.

Tome � Sra. Kenniston sob cust�dia.

- Sim, senhor.

- Coloque a cavalo. Amarre se for necess�rio.

Volta conosco.

N�o! me solte!

Em vista da deser��o de tais rebeldes,

requeiro a aten��o do Estado Maior,

para prevenir que no futuro

se libere esses traidores

que s� servem para procurar conflitos a estes postos.

Ponto final.

- Tucker voltar�. Estou certo. - N�o s� esta errado,

mas sim est� cego. - Est�o um dia de atraso.

J� solicitei reiteradamente ser relevado deste lugar

e passar destinado a um posto onde possa colaborar

na vit�ria sobre a rebeli�o. Sim?

- Espere, Clay. - Desculpe, o Tenente. Tucker est� aqui.

Cumprida suas ordens, senhor. O comboio foi entregue.

Aconteceu alguma coisa, senhor?

Me deixe que me reponha da surpresa.

Nenhum incidente no caminho. Embora a volta fosse mais lenta.

O que fez com a Sra. Kenniston?

� um caso estranho, senhor.

depois de mais de 6 horas de marcha...

- Sei que estava na carro�a do Reverendo.

N�o estava em minha lista, assim...

Se tiver permitido que tenha partido sem minha permiss�o...

- Encontrar� ela em seu pavilh�o. - Fez ela voltar?

Fiz algo errado?

Obrigado.

Sinto lhe dizer, que tive que usar a for�a.

Eu estava nas montanhas, todos pensavam assim.

Elena!

Por que fez isso?

Por que me desobedeceu?

Sabia que sua seguran�a � minha responsabilidade.

Deverei acreditar que lhe trouxeram � for�a.

Que n�o leva em conta meus sentimentos, nem sua reputa��o, nem...

Est� completamente cego, Henry,

Suponho que quer se explicar.

Por que mente a voc� mesmo? Na verdade n�o se conhece?

Com tanto amor a seu irm�o, suas obriga��es, e p�r seu posto

n�o sabe por que me deseja aqui.

Como ousa pensar uma coisa assim?

Se fosse franco e honrado seria menos horr�vel.

Faz me sentir impura.

A fechadura de minha porta est� quebrada.

Ordena a um de seus homens que conserte.

As coisas que acontecem aqui

s�o cada dia mais estranhas e misteriosas.

Em todos seus relat�rios me falam de rastros de carro�as.

Tr�s vezes nesta semana, rastros de carro�as.

Mas ningu�m viu carro�a alguma.

Terei que supor que todos voc�s perderam a vis�o?

Ofere�o-lhes como simples hip�tese

que os rastros de carro�as foram feitas com carro�as.

Bem, onde est�o.

De onde vieram?

E para onde v�o?

E que diabos fazem por aqui?

Estou decidido a chegar ao fundo disso. Colocarei duas fortes patrulha.

Capit�o Bradford. - �s ordem.

Ser� respons�vel por isso.

Vai levar a metade dos homens e patrulhar� em semi c�rculo pelo Sul

15 km, at� a rocha vermelha. - Sim, senhor.

A outra metade de seus homens far� o mesmo pelo Norte,

ao comando do Tenente. Reynolds.

Em frente pela direita! Adiante!

Major Kenniston, aqui trago algo bom para voc�.

O guia jura que � o filho se Satank.

Pois claro que �, conhe�o esse bandido.

- Tentei lhe interrogar...

- O que quer que diga o filho de um Grande Chefe

a um sub tenente, Sr. Adams?

Entrem, eu me encarrego do rebelde.

Lhe ordeno a tomar o controle ativo de suas tropas

imediatamente. Na manh� de 8 de Janeiro

encontrar� se com nosso comboio no Passo da Morte

e avan�ar� com ele para Calif�rnia.

Tucker, o que voc� faz aqui?

Sauda��es do Major, Tenente. Quer que volte para posto em seguida.

- Precisa de mim?

- Quer que identifique o filho de Satank.

- Stanley est� la. - Ser� melhor que v�, n�o acha?

Sim, ser� melhor.

- Nossa libera��o se aproxima. - Que mentira teve que aplicar, Coronel.

N�o, Cy, nem tudo � mentira. A do filho de Satank � verdade.

A galope! Me sigam!

� Satank! Satank!

- Bem? - Satank exigi seu filho. Major.

Exige?

O rebelde exige? - No interesse da discri��o...

Eu disse rebelde, e n�o retiro.

� o mesmo com o uniforme da Confedera��o que suas penas.

Exige.

Diga a ele que n�o aceitarei insultos ao Ex�rcito dos EUA.

Diga que exigirei e ele aceitar�.

Diga lhe antes de...

N�o.

Diga que ter� seu filho em seguida.

Essa � minha resposta em nome dos EUA a rebeldes e traidores.

Coluna! Alto!

O que est� fazendo aqui? O major mudou suas ordens?

Quem mudou fui eu. Desarme ele Sargento.

Me perdoe, senhor.

- Sinto que seja voc� Brad. - O que � que aconteceu?

Que vamos nos reunir com as carro�as que despertaram a curiosidade do Major.

Alto!

Acompanhe o Capit�o. Bradford, que Glen v� tamb�m.

Levem at� perto do Forte e deixem ele partir.

Devolvam seu rev�lver e tentem estar de volta esta noite.

N�o se preocupe, Coronel.

- Lhe explicar tudo levaria muito tempo. - N�o quero lhe atrasar, Coronel.

- Saber�o encontrar nosso acampamento? - Com certeza, senhor, j� me deu o mapa.

- Ent�o, andando.

- Muito bem, senhor. voc� quer ter a bondade?

- S�o Glen e Pickens, certo? - Mas s�o os tr�s.

Trazem ele de volta!

- O forte est� sitiado, senhor. - Satank?

Sim, senhor. Com todos seus guerreiros.

- Quantos calcula? - N�o menos que 1500.

Mas ainda n�o atacaram. - Nunca atacam de noite.

Desmontem e comam alguma coisa.

Por que n�o diz o que est� pensando? Diga que dever�amos voltar.

Diga que somos americanos. Que h� mulheres e crian�as la.

E acrescente que se o forte for arrasado a culpa ser�...

...da cavalaria do Sul, que desertou de seu posto.

Na realidade estava pensando em sua p�tria,

no Sul.

Embora sua batalha esteja quase perdida.

Sei quanto gostaria de ajudar.

- Sargento. - �s ordem.

- Acorde os homens. - Duvido muito que estejam dormidos.

Vamos, rapazes, vamos. O Coronel deseja lhes falar,

reunidos aqui.

Sempre acreditei que deveria lhes indicar o que tinham que fazer.

N�o farei nunca mais.

No entanto quero dizer...

...que eu penso voltar para o forte.

N�o fa�o com alegria, nem sequer sei se fa�o bem.

Aqueles que quiserem me acompanhar, que venham.

Tamb�m n�o posso lhes garantir que fa�am bem,

e devo lhes advertir que alguns podem morrer.

Outros podem seguir, sem ressentimentos.

Espero que possamos contar com alguns.

- Voc� � um louco Sulista, Clay.

- Lhe agradecerei se n�o disser mais nada.

- N�o h� nenhuma raz�o para n�o ir. - Seguimos ele at� aqui.

N�o vamos lhe deixar agora.

Carac�is!

Acho que acima de tudo temos que tentar entrar.

Como o velho Stuart estava acostumado a dizer:

"O que tem que se fazer, que se fa�a o quanto antes".

O que estamos esperando?

Que as mulheres e as crian�as fa�am uma corrente de �gua.

Sim, senhor.

Leve a metade � porta central e defenda voc�.

Como eu disse, senhor, era imposs�vel...

- Tenente. Tucker, se encarregue da pali�ada.

- �s ordem.

Se aproximam por detr�s, senhor.

Ai esta o senhor atrasado.

N�o se preocupe, ainda podemos morrer juntos.

- Elena. - O que?

Doutor Magowan!

Agora finalmente vou dizer a voc�...

Sim, Mark. Doutor Magowan!

Eu esperava a hora certa.

No dia de seu casamento eu me

apaixonei por voc�.

E escolho um momento assim para...

N�o fale agora, vou buscar o Doutor.

Calma, partir�o quando o sol se por.

J� ver�, filho.

� tudo o que me ocorre no momento, cavalheiros.

Cada um a sua obriga��o e fa�am o que puderem.

Embora acredito que n�o adianta muito.

J� sabem o que acontecera amanh�.

Se puderem, se escondam com as mulheres. Nada mais, boa noite.

Boa noite.

- Duey. - Fale.

- Fique comigo, sim? - Sim, senhor.

Tenente, aceita uma x�cara de caf�?

Obrigado.

Voc� quer caf�?

- Obrigado. - N�o h� de que.

- Tenente. - Ela precisa descansar, est� exausta.

- Como est�?

- D� gosto estar ferido se � ela que cuida de voc�.

N�o estou cansada.

Ouviu o Doutor,

� uma ordem.

Vamos. - Est� bem.

Uma hora ou duas ent�o.

Tenho que pedir a voc� que me perdoe.

- Por que? - Porque a trouxe de volta.

Escolhi um momento... - N�o diga isso.

- O que? - Isso do momento que escolheu.

Mark o disse justo antes de morrer.

- Ele gostava de voc�. - Tamb�m disse isso.

E no de haver me trazido, eu em seu lugar faria o mesmo.

Voc� � muito generosa em dizer isso.

Isto veio na flecha.

H� alguma coisa escrito.

- Procure o guia, ele pode decifr�-lo. - Sim, senhor.

- E avise os oficiais. - �s ordem.

Pickens!

Pickens!

Acha que amanh� vai ser o fim do mundo?

Com sauda��es do Major Kenniston, quer que v� em seguida.

Tente dormir.

� tudo o que dizem, Major.

Voc� matou o seu filho

e por vingan�a pede as vidas dos oficiais.

Perdoar� os outros se entregar os oficiais.

- Meus oficiais. - Satank n�o tem palavra, senhor.

Sabem...

Na realidade, ele n�o quer a vida de todos.

- Como se chama? - 1� Sargento. Joseph Alhambra Pickens.

- Me abra a porta em 5 minutos. - N�o tentar� ir sozinho?

Matei o seu filho e Satank sabe.

N�o acha que sou um bom pagamento por um imundo selvagem?

A porta, Sargento. - Sim, senhor.

N�o pode fazer isso.

Duey, quando tiver o comando, ver� que pode fazer o que lhe agrada.

Tome o exemplo do Tenente. Tucker. Nunca lhe ouvir� protestar.

Na verdade, senhor, estou sem palavras.

N�o tinha calculado o que havia em voc�.

A hist�ria cita um grande n�mero de oficiais

nascidos no Norte, Tenente.

Por certo...

A ironia do destino, me faz ceder o comando do posto a voc�.

N�o � preciso, senhor. Est�o aqui Reynolds e Adams.

Cuide para que minha ordem seja

cumprida.

- Sim, senhor. - Ou o que fica dele.

N�o precisava ter consertado a

fechadura de seu quarto.

Certamente tinha raz�o.

N�o h� nada que n�o tivesse feito para ter voc� comigo.

Adeus, Elena.

- Tenente. Reynolds. - Diga.

Uma se��o.

- Ter� que trazer o cad�ver do Major. - Sim, senhor.

Tenente. Reynolds, h� alguma novidade?

N�o saia, Sra. Kenniston.

Major Kenniston.

O Major Kenniston morreu cumprindo seu dever.

O Tenente. Tucker esta temporariamente no comando.

- Os despachos, senhor.

N�o h� muitas comodidades aqui,

o Sargento. Duey lhe alojar� o melhor poss�vel.

Se nota que teve uma boa luta.

Que not�cias h� por a�, senhor?

"Na v�spera de natal,

o General. Sherman completou sua marcha para o mar.

A cidade de Savannah na Ge�rgia se rendeu".

A guerra vai terminar! A confedera��o ficou dividida em duas!

Meus olhos viram a chegada da gl�ria do senhor,

Pisoteia a colheita de uvas onde se guardam

as uvas da ira.

Lan�ou o fat�dico raio de sua veloz espada.

Sua verdade continua partindo.

Gl�ria, gl�ria, aleluia.

Gl�ria, gl�ria, aleluia.

Gl�ria, gl�ria, aleluia.

Sua verdade continua partindo.

Eu gostaria que estivesse na terra do algod�o

E os velhos tempos n�o se esqueceram

Parece longe, Dixie Land.

Em Dixie Land, onde nasci em uma manh� geada.

Parece longe...

Tamb�m o pobre Cy.

Teria gostado de me reprovar que lhe tivesse trazido de t�o longe

para morrer pelos ianques. - N�o teria dito isso.

Nenhum deles morreu pelo Norte nem pelo Sul.

Isso n�o os preocupa mais.

� verdade que a guerra vai terminar?

Sim.

E n�o � o fim da guerra de uma vez s� um princ�pio?

O que far�? Voltara para casa?

Para que?

Quem esta escondendo agora?

Desculpe, n�o devia lhe dizer isso.

Compreendo muito bem... - N�o se preocupe.

veja.

Est�o come�ando a reconstru��o.

H� muito o que fazer depois da batalha.

Voc� � o Comandante deste posto. Posso lhe pedir um favor?

- Naturalmente. - Quando terminar com a parte militar,

poder� me emprestar alguns homens? Minha casa balan�a.

Olhe.

- Enviarei o Sargento. Pickens. - Obrigado.

Era um bom pedreiro.

Como disse?

Eu disse tudo estar� melhor amanh�.

Tradu��o:Elton Maio 2010

Contribua tornando-se um usu�rio VIP e remova todos os an�ncios do.OpenSubtitles.org

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.