All language subtitles for The.Beast.of.Bray.Road.2005.DVDRip.Xvid

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Original subtitles

BASEADO NUMA HISTORIA REAL

Onde vais?

Billy, estou cansada. Acho que me vou embora.

Tem algo a ver com o Brad?

Podes esquecer isso?

Ainda o andas a ver, n�o andas?

Billy, p�ra. Billy, isso n�o importa.

Olha, n�o vou contigo para casa. N�o estou com vontade de

me sentar e ouvir o teu irm�o a ressonar.

Eu ouvi isso, prostituta!

Voc�s t�m que se ir embora.

O novo xerife deve estar a chegar para verificar se estamos fechados.

Est� bem, Kelly...

- J� passa das 2:00. - E depois? V� l�.

Loupes, vamos para casa beber algo ou qu�?

- Vamos. - N�o v�s que quero arranjar uma queca?

Boa, Billy. Muito rom�ntico.

- Gretch, n�o quis dizer isso. - Pois, como queiras.

O teu carro nem sequer funciona. Deixa-me dar-te boleia.

Obrigado, idiota.

Que foi? O que � que eu fiz?

Vamos.

Merda!

Fala a Shelly. Deixe uma mensagem.

Shelly, o meu carro parou. Liga-me de volta.

Foda-se!

ESTRANHA BESTA AVISTADA PERTO DE DELAVAN

A BESTA DE BRAY ROAD

Jenkins, em servi�o. C�mbio.

Podes dizer, Phil.

Gina, tenho um 234 em Bray Road

a meia milha a oeste da I-41.

Uma ca�ada ilegal ao esquilo?

N�o. Gina, tenho um ve�culo abandonado.

Isso � um 234, querido.

Desculpa. N�o tenhamos um n�mero para ca�a ao esquilo em Chicago.

Recebido. Vou acordar o Dennis para que ele aque�a o reboque.

Pode demorar um pouco.

Sabes que nenhum deles gosta de come�ar a trabalhar t�o cedo.

Estou acordado desde as 4:30. Pensei que voc�s se levantavam cedo.

N�o depois de uma noite de copos.

Entendido. C�mbio e a desligar.

Muito bem, Margaritte, de que cor era a sua gata?

Era?

Porque usa o tempo passado?

� como se pensasse que ela j� estava morta.

N�o queria dizer isso.

N�o, tenho a certeza que a... Cookie est� bem

� negra com o nariz branco.

Negra com nariz branco.

J� t�m o carro?

N�o, enviamos a Pamela.

Enviaram a Pamela para rebocar o carro.

Sim.

Espantoso.

- Ol�, Gina. - Ol�.

Vou enviar j� esta informa��o.

Todas as nossas unidades v�o estar em alerta.

Muito obrigada.

Inacredit�vel.

Gina, podes ligar � Pamela

para ver se ela j� trouxe o carro?

Sim, a Pamela trouxe o carro.

Aquela treta demorou muito tempo.

- Tens a matricula? - Sim.

O carro pertence ao Jack Berka.

O mesmo Jack Berka da autoestrada 7?

Esse mesmo.

Ele apresentou-o como perdido ou roubado?

N�o.

J� lhe liguei, mas ele n�o atendeu.

Podemos esperar que ele se embebede

e bata a sua melhor de novo. Ela telefona-nos.

Isso pode demorar at� depois da "Happy Hour".

O que se passa? Uma noite dificil?

Sim.

Pamela, viste o sangue no carro?

- N�o, que sangue? - Do lado do passageiro.

N�o, tudo que vi foi muita ferrugem. Foi dificil o reboque traz�-lo.

Bem, eu colhi uma amostra.

Talvez possas envi�-la para fazer um teste de DNA.

Teste de DNA? Para qu�?

Pode ser um homicidio ou uma pessoa desparecida.

Muito bem, calma. Calma, rapaz da cidade grande.

Acho que o Jack se embebedou

esqueceu-se de onde estava ficou confuso e foi a p� para casa.

Bray Road fica a caminho da autoestrada 7.

V�s, Phil? Este � um bom trabalho de policia.

Dennis converteu o teu exame de dois mil d�lares

numa multa de 200 d�lres para o Jack Berka.

Se vais ser o novo xerife da cidade tens que olhar aos gastos.

Especialmente com o prefeito a olhar para o nosso or�amento.

Acho que vou a casa do Berka dizer-lhe que temos o carro dele.

N�o demores muito. Quero ir almo�ar ao "Beer Pit".

- T�m hoje entrecosto. - Adoro entrecosto!

Sim?

Boa tarde, sra. Berka. Sou o oficial Jenkins.

- Eu lembro-me. - Quem �?

� o xerife.

- Chamaste-o? - N�o.

N�o, Sr. Berka. Tentamos ligar-lhe, mas n�o atendeu.

O que quer?

Encontramos o seu carro em Bray Road esta manh�.

Isso � engra�ado. O meu carro est� ali.

N�o tem um Charger de 74?

A minha irm� Gretchin tem um.

Tem porque lho emprestei.

Onde est� ela?

N�o sei, xerife, porque ela � uma prostituta, como a minha mulher aqui.

Faz ideia de onde a posso achar?

�s surdo, rapaz? Acabei de dizer que n�o.

Por favor.

Gretchin vai a um Bar em Canua.

O do Kelly?

Sim.

Normalmente telefona-me quando est� em Canua.

Tem amigos ou namorado?

N�o que que saiba. Nunca trouxe ningu�m a casa.

Entendo porqu�.

- Qual � o seu apelido? - Willings.

Acha que ela est� bem, xerife?

Ela deve estar bem.

Obrigada.

Como est�, xerife?

Bem, senhoras. Como est�o esta manh�?

J� � de tarde. N�o bebemos de manh�.

T�m raz�o. Sou mesmo tolo.

� solteiro, xerife?

Sim, desde a �ltima vez que verifiquei.

Est� interessado?

Phil Jenkins, vivo e a respirar.

Ol�, Kelly. Como est�s?

Bem, agora que tu est�s aqui.

Posso pagar-te uma bebida?

N�o. Aceito um cheque.

Um cheque a uma bebida?

N�o me deves uma sa�da?

De facto devo.

Os rapazes acham que sou maluco por me ter cortado a isso.

Que se lixem os rapazes. Eu acho-te maluco.

Ent�o um almo�o?

N�o, obrigado.

Muito bem, desisto.

- Porque vieste c�? - Conheces a Gretchin Willings?

Conhe�o melhor o cart�o de cr�dito dela.

Vejamos... Gira, ruiva...

vem c� umas tr�s, quatro noites por semana.

Bebe muita cerveja.

- Muito bem. - Empregada de bar. � o meu trabalho.

Ela esteve c� na �ltima noite?

Sim.

Com quem estava?

Com os irm�os Loubes.

E alguns dos clientes habituais, acho eu.

Lembro-me do Billy.

Fomos todos embora ap�s fechar.

Fomos para casa dos Loubes

e a Gretchen n�o chegou a aparecer.

Ol�, rapazes. O que tem a�? Um V6, V8?

Posso ajud�-lo?

Talvez.

Tem a haver com o negro e com as colunas?

N�o sei nada sobre isso.

N�o tem nada a ver com isso mas j� agora podemos discutir isso.

O que queres, c�o da Lei?

Quando foi a �ltima vez que viram a Gretchin Willings?

A noite passada no bar da Kelly? O que � que ela disse?

Nada. Encontramos o seu carro esta manh�, mas sem a Gretchen.

Discutiram?

N�o, n�o discutimos.

N�o quis vir para termos sexo e eu mandei-a bazar.

N�o a fodeste? Ela fode com todos.

Vai-te lixar!

Ela vai aparecer, certo?

Ela � um espirito livre e pode ter ido com outro qualquer.

Estou de acordo. S� acho isto estranho.

O carro avaria...

Talvez ela tenha ido com o tipo do reboque.

Se se lembrarem de algo podem ligar-me.

J� te disse tudo o que sabia, porco.

N�o te vou ligar por nada.

Lembra-te do teu sitio, dur�o.

� uma cidade pequena.

N�o h� muito que fazer por aqui. Se me irritas

vou dedicar-me a fazer da tua vida um inferno.

Entendido?

Entendido.

E voc�s, faladores?

Um pa�s grande?

E Billy. N�o saias de c� at� resolvermos isto.

Vai-te lixar.

Maldito porco!

Onde est� a minha cerevja?

- O qu�? - A minha cerveja.

Que h� para o jantar?

Carne.

- Onde est�? - Em 15 minutos.

15 minutos... Trabalho todo o d�a, toda a semana...

Devias ter o jantar na mesa quando eu chego a casa.

In�til, in�til.

Ou�am!

Mi�dos, saiam da minha propriedade!

Isto � trespasse! Cuidem dos vossos filhos!

Quera a minha carne. Tens a minha carne?

Vamos, vamos.

Podem ir ver o que se passa com os c�es?

Espera um pouco. Estou a chegar ao 12...

Agora, Jeff.

Est� bem, Anda comigo.

M�e, � grande...

� um maldito p� grande ou assim!

Cuidado com a linguagem.

Vai buscar a arma do teu pai.

- Chamamos a polic�a? - Espera.

Quero v�-lo.

Chamamos a polic�a?

Jeff, abre o cortinado.

Sem ofender, sra. Van Beek, mas voc� � louca.

Timmy, cuidado com a linguagem.

Timmy, liga � polic�a.

Jeff, afasta-te da janela.

- Onde est�? - Jeff, afasta-te da janela!

Inacredit�vel... Onde estavas?

� o meu dia de folga. O que se passa?

� mais o que n�o se passa?

� o teu dia de folga?

- Toma. - O que � isto.

Um testemunho de Ben Slawner. Ele tem um rancho.

Gado morto e faltam tr�s ovelhas.

O mesmo aqui com o Barton. Quanto gado perdeste?

Perdi duas cabe�as de gado e faltam-me tr�s cavalos.

Ladr�es?

N�o, tinhamos pensado nos coiotes, at�... isto.

At� o qu�?

Quem s�o eles?

Os filhos da sra. Van Beek viram algo ontem � noite.

Ol�.

Ent�o, o que viram?

Eu n�o sei. Era... Um monstro.

Parece ser a Besta de Bray Road.

Phil, provavelmente n�o sabes isto porque �s novo aqui...

mas h� uma lenda que diz que no s�culo XIX

os colonos que viviam no bosque,

foram encontrados um dia brutalmente massacrados.

Uns dizem que era um P� Grande ou um lobisomem.

Eu acho que tudo � apenas uma lenda.

- N�o, � verdade. - Ent�o, Sandy?

Tenho um d�zia de telefonemas, � a melhor hist�ria do meu blog.

Sei que te achas esperta com os teus �culos mas estamos numa investiga��o.

Sou reporter de investiga��o.

N�o, tu saiste da escola.

S� porque tu e a tua irm� publican un jornal no sot�o

isso n�o te torna uma reporter.

N�o importa. A hist�ria ainda vai ser grande.

Porqu�? O que ouviram dizer?

Agora j� querem comparar as nossas notas? Estou aver.

Isto � assunto de policia, srta. Brown.

N�o estamos a falar dos rumores sobre quem dorme com o marido de quem.

O rancheiro Barton perdeu cinco mil d�lares em propriedade.

Se algu�m for respons�vel, ent�o passa a ser um delito.

Muitos telefonaram esta manh�.

Tenho cinco testemunhas que viram essa coisa em Bray Road.

Quera saber quem s�o, onde a viram e quando?

Dennis, leva o Barton e a m�quina fotogr�fica.

Vou a casa dos Van Beek

Desculpa. Est�s no comando, certo?

Sim, suponho que tenho que anotar a declara��o da Sandy Brown.

Van Beeks, vamos.

- Xerife Jenkins. - Ol�, Jen.

Merda, isto vai arruinar a temporada de ca�a.

Porqu�?

Com um le�o da montanha � solta quem � que querer� ca�ar?

N�o, est�s a pensar de forma errada.

Em vez de vender licen�as para a ca�a ao veado

por 10 d�lares, vendemos licen�as para ca�ar lobisomens por 50.

As pessoas compram-nas s� pela pr�pria novidade.

Sem comet�rios, Sandy.

Este condado estar� cheio. Isso ajuda para seres eleita.

Muito bem, escuta. Faz o an�ncio de primeira p�gina.

Fala sobre isto e diz que temos um lobisomem � solta.

E que o xerife tem balas de prata.

Estava mesmo ali fora.

Voc� e seus filhos t�m onde ficar at� o seu marido regressar?

Sim, podemos ir para casa da minha irm� em Eagle River.

Bem...

Com este buraco na parede, n�o acho que esta casa seja segura.

Ent�o acredita em n�s. Sobre o monstro.

Acredito que algo vos assustou bastante a noite passada.

Acho que esse buraco na parede n�o consegue deter um intruso,

mas n�o acredito em monstros.

Porque ainda n�o o viu.

Por enquanto.

Posso ajud�-lo?

Desculpe, posso ajudar?

N�o, acho que n�o

mas talvez eu possa ajud�-lo a si.

Como?

Sou criptozo�logo e voc�s, senhores

tem um problema com um criptido.

Um Cr�ptido � um animal que escapou � classifica��o

por alguma raz�o e que por isso ainda tem que ser documentado.

Sei o que significa.

S� quero saber de onde vem? Como chegou aqui?

De Minneapolis.

Se n�o sabe esta hist�ria j� est� na internet.

- Escute, senhor... - Quinn McKenzie.

- Senhor McKenzie... - Quinn.

Muito prazer.

Quinn, isto � uma investiga��o oficial

e tudo � confidencial at� tornarmos a informa��o p�blica.

Quando precisarmos de um criptoz�ologo, chamamos-o.

Estou a trabalhar para terminar o meu doutoramento na universidad

de Minnesota, e seria �ptimo

para a minha tese se conseguir descobrir, documentar

e classificar um animal novo.

E com base nas minhas descobertas iniciais

acho que voc� tem algo para mim

A s�rio?

N�o tenho tempo suficiente para o ajudar nos seus estudos.

Mas � livre para andar por onde quiser na cidade

mas agora est� em propriedade privada.

Entendo.

Assim est� melhor?

Sim.

- Vemo-nos depois. - Muito melhor. Obrigado.

Sheila, o que fazes aqui?

Ol�, gracinha.

Vim s�... fazer-te companhia.

Sim, parece-me bem

mas talvez devias de ir para casa.

Vamos, deixa-me entrar.

Vamos divertir-nos.

Talvez esteja maluco mas devo deixar isto nesta ocasi�o.

O qu�? Vamos.

Querida, tens que ir para casa.

Consegues manter-te em p�? Vieste de carro?

N�o, vim de taxi.

Bem, deixa-me ligar ao Dennis

Que rapaz mauzinho...

N�o, para te levar a casa.

- Vamos! - Fica a�.

N�o gostas disto?

Deve ser gay.

Maricas!

Raios...

Preciso de ir...

para o 4687 M...

Eu sou a condutora.

Que raios est� a fazer aqui?

Ol� de novo.

Os outros membros da organiza��o

pensam que eu posso ser �til.

� mesmo?

Phil, anda c�.

Todo este assunto do lobisomem pode ser bom para o turismo.

Ent�o agora j� � um lobisomem?

Talvez o cientista possa legitimar as coisas.

Legitimar um lobisomem? Isso � estranho.

Pois �.

N�o toque nas minhas coisas.

Acho-o giro.

Pamela, tenho o produtor do programa "Reino Sobrenatural".

Passa a chamada para o meu gabinete.

- Pamela... - Duas semanas. Sem custos.

Est� bem.

Quero falar com as testemunhas. H� alguma foto da coisa?

N�o, ainda n�o.

Pode ser um primata.

Definitivamente � parente dos canideos.

Pode ser um coiote... um c�o grande, um urso.

Metade das testemunhas n�o conseguiram ver bem esta coisa.

Sim, voc� � um c�ptico.

N�o, sou um policia de Chicago.

Entendo a sua posi��o.

Sou um cientista.

E subscrevo as suas teorias.

Mas vi o suficiente para ficar convencido.

Para ficar convencido?

Do qu�? De que lobisomens s�o reais?

N�o. Os lobisomens n�o s�o reais.

Mas sabia que durante d�cadas

os alde�es de toda a China falavam de ursos brancos e negros

que nas profundezas da floresta se alimentavam apenas de bamb�?

Claro que todos pensaram que eles eram loucos.

Mas gra�as � dedica��o e ao trabalho de individuos como eu

Todos conhecemos os pandas.

Espere. Ent�o est� a dizer que isto � um urso panda?

N�o, querida, mas h� algo ali fora.

A mi�da Willings apareceu.

Viste? Eu disse-te. Deves-me 20 d�lares.

S� acharam a cabe�a dela.

Devo assumir que voc�s dois acham que isto � uma coincid�ncia?

N�o h� coisas como coincid�ncias.

Muito bem, ent�o a coisa � perigosa.

- Porque ainda n�o matou mais ningu�m? - Ou j� matou.

Muito bem, primeiro o primeiro. Onde est� o resto do corpo?

- Assumindo que ele matou para comer. - O que n�o sabemos.

H� pouco para comer na cabe�a humana.

H� pessoas que achavam os miolos de macacos deliciosos.

mas o cr�nio ainda ficava intacto.

Quinn, por favor.

Ent�o est� a dizer que

devemos procurar por ossos e n�o pelo corpo completo.

Correcto.

Bem, voc�s v�o procurar por ossos

e o Dennis e eu vamos procurar algo que permita identific�-la.

- Est� bem. - Sim.

- Eu tenho a minha arma. - Balas de prata.

Espera.

Ouviste isto?

Eu n�o ouvi nada.

Exactamente.

N�o h� p�ssaro, nem insectos.

Sil�ncio.

E?

Os animales interagem muito com o seu meio ambiente.

Alguma coisa assustou os animais deste bosque.

Temos que ir para um local mais alto.

O que � isso?

� humano?�Es humano?

Parece.

Raios.

O que foi?

V� estas marcas aqui e aqu�?

Sim.

S�o marcas de dentes.

Ali est� o resto.

O que sobrou.

Os caninos s�o enormes e o resto da mordidela � superficial.

O que quer isso dizer?

Quer dizer que o animal que fez isto

tem dois caninos enormes

mas o focinho n�o parece ser canideo.

Que tipo de focinho �?

A mordidela mostra que � quase humano.

Ol�, Phil. Como vai isso do lobisomem?

- N�o � um lobisomem. - Toda cidade fala dele.

Quem � o teu amigo?

Quinn McKenzie, esta � a Kelly G.

Ol�, muito prazer, Kelly G. Na escola andei com uma Kelly G.

mas era gorda ao contr�rio de ti que est�s bel�ssima.

E como a roupa que usas ressalta a tua figura, est�s muito firme...

tu pareces um verdadeiro concerto.

Obrigada.

Foi um pouco porco, mas obrigado.

Acho que vou aceitar aquela bebida.

S� quero uma Sprite, mas j� que estamos aqu�i, vamos divertir-nos.

Tens grenadina?

Sim, dur�o. Sem problema.

O Quinn � um entendido em lobisomens.

N�o me digas.

Vou buscar as bebidas.

A s�rio que ela � boazona.

- Voc�s os dois tipo que... - N�o importa.

S� queria dizer que a criptozoologia � mesmo uma ci�ncia...

E queria que soubesse isso.

Desculpe. S� estava a brincar.

Ent�o do que exactamente � que anda � procura?

Penso que a criatura que procuramos � b�pede...

e possivelmente � relacionada com a familia canidea.

Pode ser um primata.

Definitivamente � omnivoro, mas poderia ser...

exclusivamente carn�voro.

Que perigoso.

Qualquer predador � perigoso, em especial se est� perdido ou tem medo.

Na verdade tudo depende do lugar que tem na cadeia alimentar.

Onde � que ele estaria?

Voc�s dois est�o s�rios.

Encontramos a Gretchin Willings no bosque, perto do parque da cidade.

- Morta? - Muito morta.

Meu Deus...

Como acham que...

Estamos a investigar todas as op��es.

Docinho, tr�s cervejas, por favor.

� para j�, tipo frio.

Sem a tua arma n�o pareces t�o duro desta vez.

Na verdade � o distintivo e o meu chap�u que me fazem parecer dur�o.

Tu �s uma piada, meu.

Ray, volta para o teu jogo ou tu e o teu irm�o saiem daqui.

Vai haver uma luta de bar? Nunca vi uma luta de bar-

Ningu�m vai lutar.

Ouviste a senhora. Porque n�o tomas algo para o h�lito

e vais ter com os rapazes?

Sabes porco, n�o aceito ordens de ningu�m. Nem de ti.

Nem da cabra atr�s do balc�o.

Agora provavelmente haver� uma briga.

Ray, anda comigo.

Vamos.

� melhor para ti.

Obrigado.

N�o estava a falar contigo.

� justo.

Sabes, Jenkins...

n�o gostamos que insinues que o nosso irm�o � um assassino.

Sabes, nunca disse que ele o era.

Por isso porque n�o vais jogar bilhar?

Que tal?

Est�s a desrespeitar-me, meu?

Estou a falar contigo.

Estou a falar contigo!

Estou a falar contigo!

Acho que j� chega.

Oficialmente est�o expulsos.

V�o para casa.

Lembra-me de ficar do teu lado bom.

Dia ap�s dia, Deus nos liberta das nossas cargas.

Este nosso Deus � um Deus que salva.

Deus, nosso senhor tem as chaves da morte..

Cristo ergueu-se dos mortos

conquistou a morte com a sua morte

dando vida �queles nas campas.

A pedra que os construtores rejeitaram

converteu-se na pedra angular.

Bom trabalho, padre.

Obrigado, xerife.

Creio que n�o nos conhecemos.

Sou Quinn McKenzie. Vim investigar...

o nosso animal misterioso.

Animal? Refere-se ao homem que matou esta rapariga?

Ent�o desejo que Deus os inspire a encontr�-lo.

N�o acredita nestas tolices, pois n�o, padre?

Assassinatos s�o obra do Diabo...

quer sejam pela m�o do homem ou da m�o de uma besta.

Espero que mere�a o seu ordenado

e encontre quem fez isto � minha irm�.

Fazemos o melhor que pudermos, senhora. Prometo-lhe.

� verdadeiro, xerife.

O seu marido n�o veio?

Ele est� fora da cidade.

Chegou este fax para ti.

O que � isto? De onde veio isto?

Arranjei uma amostra de p�lo na casa dos Van Beek

e enviei-a para a Sociedade Universit�ria de Zoologia.

Isto � estranho. Muito estranho.

- � curioso. - O qu�?

Esta amostra de DNA est� misturada.

Por um lado parece canina. Lupus, para ser especifico.

Mas pela contagem de cromossomas, � quase humano.

Isto � uma prova. Isto � uma prova

de que a criatura que as testemunha viram era um cr�ptido.

Isto n�o prova que foi um criptido que matou a Gretchin Willings.

Calma, xerife. Sou conservador mas est� a perder tempo valioso.

Tem que encarar os factos.

E um facto �...

que este animal tem um potencial para ser bastante perigoso.

N�o sei. Talvez fosse melhor voltar para a cidade.

- N�o quero voltar. - Porqu�?

Al�m disso pensei que o quisesses fazer num sitio perigoso.

Sim, mas... Isto aqui � um pouco assustador.

N�o me digas que tens medo do lobisomem.

N�o.

Talvez...

Olha, lobisomens n�o s�o assustadores.

- Os zombies � que s�o assustadores. - Os zombies s�o burros.

- Achas isso? - Sim.

E m�mias... Tamb�m me metem medo.

Olha, trouxe o meu telem�vel com camera.

Se o virmos tiramos uma foto dele

e ligamos para o 112.

Est� bem.

Estou a ser tola, n�o�

Sabes, com essa camera

h� outras coisas

de que talvez possas tirar fotos.

A s�rio?

Talvez disto?

- Boa, mi�da. - Sim.

Que foi?

Acho que vi algo.

- Deixa-me ver. - Ficou muito pequena.

- Brad, onde vais? - Tirar uma foto mais de perto.

Est�s maluco?

- Sim. Vamos. - Nem pensar.

- Brad, n�o v�s! - Eu volto j�.

Brad!

O cemit�rio era bom demais para o Jack.

Ningu�m ia acreditar nisso do lobisomem.

Por isso enterrei esse maldito filho da m�e por baixo do carro dele.

Vou sentir a tua falta, mana.

Eu tamb�m.

Ouviste isto?

� o lobisomem.

O qu�?

Ele viu-me e deixou-me ir.

Deixa-te ficar.

Deviamos ir.

N�o, n�o. Ele n�o nos far� mal.

Est�vamos no cemit�rio e ouvimos um som.

Pensei que poderia ser um lobisomem ou assim.

Fui buscar a arma e...

Desculpa, uma quest�o est�pida.

Porque temos um urso pardo na nossa recep��o.

Tammy matou-o ontem � noite.

- Ol�, xerife. - Ol�, Tammy.

Um urso Kodiak, mais especificamente.

Habita no centro e no norte do Canad�.

Est� muito longe de casa.

Bem, pessoal. J� est� tudo resolvido.

N�o pertencia aqui. Isso explica tudo.

Espera, pensei que gostasses de toda essa tolice sobre lobisomens.

Agora paramos tudo sem saber se temos o animal certo?

Eu sei. Os pedidos para licen�as de ca�a est�o a aumentar mas

as reservas para acampar est�o abaixo das expectativas.

Sandy, porque n�o fazes uma primeira p�gina com

"Mulher local descobre o lobisomem".

O que achas?

A sua presen�a � muito irregular.

Explica os avistamentos mas...

As marcas de dentes n�o coincidem com os dos ossos.

Talvez alguma coisa mordeu os ossos depois do urso a ter morto.

Ent�o o qu�? Caso encerrado?

Ao lobisomem.

Que apodre�a no inferno.

Onde est� o Phil?

N�o sei. Ele � muito reservado.

Sabes, nunca conheci ningu�m que pusesse gelo no seu vinho.

- Que tal. - � muito bom.

Dennis, porque n�o nos vais tocar uma can��o?

- Mi�das, prontas para a festa? - Sim.

- Agora mesmo. - Um momento.

Estas duas tem idade suficiente para beberem?

Cabr�o.

Aqui tem as vossas cervejas.

Obrigado.

- Muito bem. - N�o h� um lobisomem por aqui?

O lobisomem est� morto, querido.

Isso s�o noticias velhas. Mesmo velhas.

Passou � hist�ria.

Voc�s mi�das s�o de Champer, verdade?

- Correcto. - Sim.

Ray...

posso falar contigo um minuto?

Pode ser depois. Est� tudo bem.

N�o. Vamos falar agora.

- Sim? - Sim.

- Desculpam-nos, senhoras? - Ele deve ter uma surpresa.

Tenho que falar com o meu irm�o.

- O que se passa, meu? - O que est�s a fazer?

- O que queres dizer? - N�o me venhas com tretas...

Falamos disto no estacionamento.

- V� l�... - N�o, estou a falar a s�rio.

- Meu, p�ra com isso! - Pare�o-te estar a brincar?

A pequena � minha e a mais alta � tua.

Porque fico sempre com as altas?

Porque eu fico sempre com aquelas que eu escolho.

Agarra na tua e leva-a daqui para eu poder actuar, sim?

Est� bem.

Desculpa por isso. Ele... teve que ir � casa-de-banho.

- Ent�o, Kelly... - Meu nome � Maddy.

Claro.

Queres ir caminhar?

As estrelas est�o bonitas mas n�o t�o bonitas como os teus olhos.

H� um riacho onde nos podemos sentar

e ouvir as r�s.

Sim, parece-me bem.

Vais ver que vai ser bonito.

Por aqui, por favor.

- Ouviste aquilo? - O qu�?

Deve ter sido a pior frase de engate que ouvi na minha vida.

Tento ensin�-lo...

mas ele n�o me escuta.

Bem, de qualquer modo...

Queres que nos conhe�amos melhor?

Est� bem.

Queres dar uma queca?

Pensava que nunca mais perguntavas.

Raios! Filho da m�e!

R�pido! Tira-nos daqui, Zeke!

Espera, j� trago o estojo de primeiros socorros.

Meu Deus! Zeke!

Merda!

- Deus! - O que se passa?

Cala-te! Tens um telem�vel?

Liga para o 112!

112!

Maldi��o!

O que disseram?

Puseram-me � espera.

Cala-te...

Queres um peda�o? Vamos a isto!

Vamos...

Vamos!

Empregada de balc�o...

- Cheguei tarde demais? - Sim.

N�o posso servir nada depois das 2:00 horas.

N�o quero ser presa pela policia.

Conhe�o algumas pessoas. Acho que n�o faria mal.

Pensei que te tinhas esquecido.

Estava um pouco atordoado.

Espero que n�o seja tarde demais.

Disseste domingo e t�cnicamente � segunda-feira.

N�o gosto que me deixem especada, xerife.

Por isso n�o o voltes a repetir.

Vamos sentar-nos.

- Escolhe a casa? - O mesmo que tu.

Ent�o o lobisomem passou � hist�ria?

Espero bem que sim.

Vou sentir falta disso.

Sinto muito ent�o. Eu vim para c� pela paz e pelo sossego.

Porque vieste mesmo para c�?

- Queria come�ar de novo. - Porqu�? O que aconteceu?

Levaste um tiro?

Mataste algum mi�do?

Matei algum mi�do? N�o, nada de t�o excitante.

Tinho problemas em controlar a minha raiva.

Acho que vi um pouco disso na outra noite.

Al�m disso estava casado e separamo-nos.

A cidade n�o era grande o suficiente para n�s os dois.

O amor n�o presta.

Parece que tenho o mau h�bito de me envolver com as mi�das erradas.

Temos algo em comum.

Tamb�m tens azar com as mulheres.

Que engra�ado... N�o.

Acabo sempre com tipos que

s�o imprest�veis...

alco�licos...

ou acabam na pris�o.

Parece que n�o encaixo em nenhuma dessas categorias.

Quem disse que nos iamos envolver?

Acho que se tiveres sorte e jogares bem as tuas cartas

podes ter boas hip�teses.

Tenho? Isso � encorajador.

Estou feliz por teres aparecido.

Eu tamb�m.

Embora possa parecer um clich�...

acho que est� na hora de ir para um sitio mais intimo.

Bem, estamos no meu sitio.

� para ti.

Pamela? Pamela...

- Sim? - N�o apanho o Dennis no r�dio.

Podes vir at� � esquadra? Acho que ele est� beb�do.

Est� bem.

Tenho que ir.

O teu telem�vel.

Merda...

Jenkins...

Phil preciso de ti. Agora mesmo.

Pamela? Que horas s�o?

N�o sei. Devem ser 4:00. Anda para c�.

N�o devo conduzir. Venham buscar-me.

- Onde raios est�s? - No bar da Kelly.

D�-me 5 minutos.

O que se passa?

N�o sei. O dever chama. Tenho que ir.

Volta quando acabares.

Eu espero por ti.

Tem cuidado.

Mais tr�s vitimas.

� uma maldita epidemia.

Estes corpos ainda est�o quentes. Isto acabou de suceder.

N�o deve estar muito longe.

Dennis, volta pela estrada 41.

N�o deixes ningu�m aproximar-se de ti.

Entendido.

E fica no raio do carro.

Muito bem.

Qual � o pr�ximo passo, cidade grande?

Temos que selar o parque. E colocar pessoal nas estradas.

Sim? E depois?

Temos que ca�ar esta coisa. Temos que ser n�s a mat�-la.

Tenho que ir eu ou tenho que contratar algu�m?

- Eu vou. - Esperem, temos outras op��es.

N�o te incluias nisto.

Talvez eu n�o saiba ca�ar, nem entenda de trabalho policial,

mas conhe�o animais e posso ajud�-los.

Sem ofensa, Quinn, mas quando acharmos esta coisa n�o a vamos estudar..

Vamos mat�-la.

Ele tem raz�o, Phil. H� algo grande e mau ali fora.

Necessitamos de mais poder de fogo e de mais pessoal.

Acho que temos mais armas na esquadra.

N�o h� nada que possas fazer!

Merda!

N�o h� nada que possas fazer

Tem calma, tem calma e deixa-nos fazer o nosso trabalho.

Confia em mim.

Ent�o faz o teu trabalho!

Ele tem arma pesadas.

A chamar. c�mbio.

Fala a Pamela.

Tenho algo a 300 mts.

O que �?

N�o sei. Parece um animal em movimento. Talvez um tigre?

Fica no carro. O Phil vai a caminho.

N�o o vejo bem. Vou sair para verificar.

Dennis, fica no raio do carro! Estou a falar a s�rio!

Ent�o � agora. Talvez por fim podemos ver esta coisa.

Jesus Cristo...

Raios.

Bem... � uma floresta cerrada.

Nada o bate ali.

Nada, a n�o ser n�s.

Mede 3 a 3 metros e meio.

Amplitude de bra�os 3,3 metros.

Definitivamente precisamos de armas.

De certeza que isto n�o � um truque?

N�o se v�o armar em policias quando eu mostrar o material, certo?

N�o.

Esta � a minha favorita.

Uma Mac 11.

Semi-autom�tica.

Dispara 32 balas em 10 segundos.

Quando se falou sobre armamento, n�o era para um ex�rcito de um s� tipo.

Sabe disparar, professor?

Claro, n�o algo t�o grande, mas...

quando era mi�do ca�ava... com o meu pai.

N�s levamos todas.

Espere, xerife. Sabe quanto tempo demorei a arranjar tudo na internet?

Muito e tenho que cuidar delas sozinhos.

Quem se importa com isso? Diz-nos o teu pre�o, Lewis.

Podem ficar com elas desde que eu possa ir convosco.

Nem pensar. N�o somos respons�veis por ti.

Respons�veis? De que raios estas a falar? Respons�veis?

Tenho 21 anos e sou o melhor ca�ador deste condado.

Ca�o mais que o meu limite em cada temporada.

Eu encho uma caixa de ca�a

enquanto os idiotas est�o sentados numa �rvore � espera de uma pomba.

Al�m disso...

quero uma oportunidade de honrar os meus irm�os enquanto puder.

Vamos juntar tudo isto.

Esperem, pessoal.

Estas armas s�o impressionantes e bastante assustadoras mas...

Vamos precisar de balas.

Balas de prata.

Est�s a falar a s�rio?

Se descartamos todo o possivel

apenas fica o impossivel.

�s um cientista.

E a evid�ncia cientifica apoia a teoria

de que descobrimos um licantropo.

Um lobisomem.

Ent�o o que fazemos agora?

Vamos preparar-nos.

Moedas de prata antes de 1965

Os lobisomens possuem o poder de curar

as suas feridas rapidamente ou instant�neamente.

Apenas as feridas infligidas pela prata

n�o podem curar-se.

Se algu�m for mordido por um lobisomem e sobreviver

o seu destino � tornar-se um lobisomem

de acordo com o ciclo lunar, tornando-se mais forte.

Com o tempo, o lobo j� n�o � controlado pelos ciclos da lua.

Os lobisomens s�o predadores inteligentes, guiados pelo

seu instinto animal e a sua sensibilidade humana.

O que � isso?

Balas cheias de �conito.

Funciona como veneno para lobisomens.

Talvez n�o o mate mas talvez o force a voltar � sua forma humana.

Parece uma agulha pequena. N�o planeio aproximar-me dele.

� o �ltimo recurso.

Esta noite fecho mais cedo.

- Porqu�? - Tenho que ir a um funeral.

Obrigado pela confian�a.

Porque vais fazer isso?

- Deixa outro faz�-lo. - � o meu trabalho.

Poupa-me. Disseste que querias um novo recome�o.

- Tens isso comigo. - N�o se trata de n�s.

Claro que sim.

Kelly...

N�o v�s.

Por favor.

N�o vim c� dizer adeus.

Essa coisa j� matou mais de meia d�zia de pessoas.

� por isso que a tenho que matar.

Talvez tenha encontrado o tipo perfeito...

mas ao inv�s de um falhado, ele � um her�i.

No final � o mesmo para mim.

Ligo-te quando terminar.

Espera.

Obrigado.

Qual � o plano, rapazes?

Vamos percorrer a autoestrada at� � estrada 41.

N�o. Vamos ficar juntos.

Lembrem-se que essa coisa � um dos habitantes da cidade e que

todos sabem onde estamos esta noite.

Ele vir� atr�s de n�s.

Isto � um treta. Deviamos esconder-nos e esperar.

N�o h� nada aqui para ele ca�ar, apenas n�s.

Esperem. Que raios � aquilo?

Quinn, � uma armadilha.

Parece um c�o.

N�o dispares. Podes acertar no Quinn.

Quinn!

- Jesus Cristo! - Raios...

Aquilo foi mesmo r�pido.

Temos que o levar a um m�dico.

- � tarde demais. - N�o o podemos deixar para morrer.

Ele n�o me mordeu. Ajudem-me, ajudem-me.

Ele j� est� morto. N�o o podemos salvar.

Ele est� a observar-nos. Posso senti-lo.

Temos que sair daqui.

Vou matar esta coisa.

- Raios, Lewis. Ajuda-me! - Aquilo vai voltar por mim.

Leva isto. Leva.

� s� um animal... � s� um animal...

Foda-se....

- Acertaste-lhe? - Sim, apenas na perna.

- Ele mordeu-te? - Sim...

Pamela, o lobo atravessou a 41.

- Pela estrada? - Em direc��o ao bar da Kelly.

Merda. Phil, disse-vos para n�o irem para a�.

Eu j� volto.

Kelly...

Ele cruzou o riacho e vem nesta direc��o.

Mordeu o Quinn e o Billy.

Tens uma arma atr�s do balc�o? Alguma coisa a s�rio?

- Sim. - Preciso dela.

Liguei � Pam. Ela vem a caminho.

Acertei a coisa na perna.

Depois ela olhou para mim...

Que est�s a fazer?

Pensei em dizer-te que me tinha cortado a fazer a limpeza

mas n�o ias acreditar em mim.

Sempre ouvi os rumores, mas nunca acreditei neles.

At� que uma noite, estava em Bray Road

sozinha.

A mulher que me mordeu continuou a andar...

Mas eu fiquei.

Ao principio do�a.

Mas depois aprendi a control�-lo.

E sentia-me espantosa.

Ultimamente....

perdi o controlo sobre ele.

N�o espero que entendas.

Mas ir�s entender.

Pamela.

Gra�as a Deus, que est�s aqui!

� a Kelly!

- Ele � o lobisomem! - � a Kelly!

Mata-a.

Pamela, raios, mata-a! Mata-a!

Raios, mata-a! Volta-te e mata-a!

� ele. Ele � o lobisomem!

Mata-a!

Conheces-me. Sabes que n�o sou eu.

Ningu�m o conhece. Ele n�o � de c�.

� ele. Mata-o!

- Raios, mata-a! - Mata-o!

Que raios � aquilo?

- Meu Deus! - Aguenta-te! Aguenta-te!

Ainda est�s vivo?

- Ainda est� vivo? - Come�ou a curar-se!

Onde est� a Kelly?

A Kelly est� ali.

Deus.

Balas de prata,cabra.

Deve ser o suficiente para aguentarem.

N�o posso garantir que isso os ir�s deter, mas vai controla-los.

Obrigado.

Vou experimentar.

Para onde v�o?

Minha familia tem uma cabana em Black River Falls.

Deve ser seguro. N�o h� ningu�m por l�.

A pr�xima lua cheia � daqui a 15 dias.

Ent�o v�emo-nos em 16 dias.

Boa sorte.

Boa sorte para voc�s.

Este filme � dedicado ao grande Estado do Wisconsin.

A BESTA DE BRAY ROAD

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