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Original subtitles

Legendas by LuFer

� o para�so.

Nenhum outro parque � t�o rico e variado em fauna.

Mais de 700 esp�cies ex�ticas e aves aqu�ticas,

elefantes, crocodilos, serpentes e gazelas.

O sonho de um conservador.

N�o h� aqui polui��o a�rea.

Mantemos um respeito total pela ecologia.

Foi uma tarefa colossal.

Foram precisos tr�s dias

para trazer os materiais e equipamentos at� c�, de barco.

E s� se podem subir estes rios quando eles est�o cheios.

A tribo Kuma, s�o nativos pacificos.

A nossa instal��o n�o os perturbou

e at� lhes deu emprego.

E o turismo pode melhorar a qualidade de vida deles.

Bem, Sheena...

Bem vindo ao nosso para�so terrestre.

Sabe, por vezes pergunto-me a mim pr�prio, se Eva era negra.

O que acha?

Tudo que sei era que o Ad�o era definitivamente um merdas.

N�o � do tipo conversador.

Porqu�? Respondo sempre � letra, certo?

Bem, vamos ver o quanto � bom.

Quero que as suas fotos

em revistas por todo mundo com a cita��o

"Um �asis do conforto de Manhattan num primitivo"

cen�rio de para�so terrestre" escrito por debaixo delas.

Sr Nessel, esta � a minha valiosa assistente...

- Bem vindo. - ...Ali Brandt.

Ali no pa�s das maravilhas?

Ainda acredita em contos de fadas, Sr Nessel?

Deve ser a Sheena. Ol�, como est�?

- Ol�. O autocarro est� � espera. - Vamos?

- N�o vem? - N�o, vou tirar umas fotos.

A crueldade faz parte da excurs�o turist�ca?

Esses grandes animais s�o muito timidos e solit�rios,

apenas ficam c� porque conseguem achar comida aqui.

Se ler o sinal, pode entender.

N�o queremos ser acusados de puvlicidade enganosa.

Se os turistas n�o os v�em podem achar que est�o a ser enganados.

Ent�o para n�o ser processado pelos turistas

o para�so prefere enganar os porcos.

Nada mal. A jangada do Tarzan, com motor.

Ele n�o usava lianas?

Consegue imaginar turistas a balan�ar em lianas?

O que importa � o cen�rio natural. Com uns remadores nativos fica bom.

A mim eles parecem putos da escola, mas ficam bem no cen�rio.

Como um extra, est�o a fazer uma �rea de nata��o ali.

A veda��o � para manter os crocodilos afastados.

Para os turistas poderem nadar quase ao lado dos crocodilos.

Sabe o efeito que este lugar tem sobre mim?

Parece-me ser uma gigantesca armadilha.

Tenha cuidado...

voc� pode ser o isco.

A prop�sito, o seu p� � que � o isco agora.

N�o vai querer acabar como aqueles porcos.

N�o quero desapontar os pobres crocodilos.

Eles n�o iam querer este p�.

Sheena!

O que se passa?

Voltem aqui!

O que deu a esses malditos selvagens?

Dizem que o grande Deus maligno acordou e est� no rio.

N�s selvagens ter medo dele.

- O que � isso? - N�o sei. Algo muito grande.

Grande bastante para virar a jangada!

O que se passa convosco? Voltem!

Voltem! Para onde v�o?

Voltem j� para aqui! Vamos, voltem!

O grande Deus tronco de �rvore Kruna!

Obrigado, George.

O que se passa, Ali? N�o gostas?

Do champagne sim.

Est� bem, j� chega.

J� chega!

J� chega!

J� chega!

Como se diz 'parar' na linguagem deles?

Obrigado a todos, rapaziada.

As vossas bebidas e prendas est�o ali.

Kursh, s�o demasiado grandes, n�o s�o para ti.

Se est�o nas pernas de Kush, s�o do Kush.

- Quer outra bebida? - N�o, obrigado.

� um tipico iceberg.

Levem-na para o meu quarto.

Como era isto aqui antes?

Antes de qu�?

Antes de vir para c� arruinar tudo com o seu "para�so".

Depende. Viviam da ca�a e da pesca,

criavam as crian�as, respeitavam os mais idosos,

tudo era de todos na tribo,

mas apenas viviam em m�dia at� aos 30 anos.

O que � chamaria a isso, o para�so ou o inferno?

Bem, eu j� tenho 36 anos.

Agora eles vivem mais tempo.

Parece quase uma sentan�a de morte, pelo modo como o diz.

Depende. Talvez 30 anos seja a altura certa para morrer.

Tens o melhor da vida

e n�o temes que tudo acabe.

Acho que o melhor para n�s ainda est� por vir.

Esperan�a � uma palavra comprida.

- Nuy, sabias que os teus olhos... - Nuy!

O que lhe disseste?

Que o pai dela estava a sua espera na aldeia.

Ela � filha do Andimali, o chefe da aldeia.

Por favor, deixe-a em paz.

Com licen�a.

Quando veremos as provas?

A preto e branco, amanh�.

As a cores v�o para L.A. para que a ag�ncia as seleccione.

Quero que toda a publicidade seja baseada na virgindade da natureza.

H� um bordel em New York que usa a mesma publicidade.

Nestes dias quem pode ter uma virgindade de uma semana

n�o se preocupa com o pre�o.

O primeiro grupo chega amanh�. Ser� a experi�ncia piloto.

Se funcionar, traremos clubes, v�os charters,

grupos de todo o mundo.

'Uma vista �s terras primitivas do Para�so na Terra!"

Gosto disso.

Aos Kuma,

e �queles que entre eles conseguiram sobreviver.

Boa noite.

- Ali. - Sim?

Tenho que ir revelar umas fotos a preto e branco.

Quer fazer-me companhia, se tiver algum tempo?

Est� bem, estou curiosa para ver o seu trabalho.

Vai ficar desapontada.

S�o as coisas normais para folhetos de publicidade.

O que achas?

E a fr�gil borboleta pousa

no focinho do crocodilo feroz,

esmagando-o com o seu peso.

Bem, ela tem definitivamente muita coragem.

Eu nunca pousaria em cima do focinho de um crocodilo, juro.

- J� est�. Vamos. - Talvez n�o o saibas

mas estas pequenas e delicadas criaturas v�o continuar

a existir muito depois dos crocodilos estarem extintos.

O que mostra que aqueles que

tem maiores dentes e presas nem sempre s�o os mais fortes.

O tocar dos tambores � o de esta tarde.

Os Kuma v�o fazer uma cerim�nia para expulsar os maus press�gios.

Como te tornaste t�o bem informado sobre estas pessoas?

� o meu trabalho.

Pensava que estavas aqui como gerente do Hotel.

E estou, mas licenciei-me em antropologia

e este emprego era o �nico meio de chegar at� aqui.

Olha, h� algu�m na �gua.

Isso � estranho.

Parece que v�o para a Ilha do Amor.

A religi�o dos Kuma proibe acoplar debaixo da lua cheia.

Talvez seja um encontro amantes.

N�o pareces um idiota, por isso n�o fales como um.

Queres acoplar comigo?

Perguntas sempre t�o tacticamente?

N�o, eu podia ser mais explicito.

Desta vez est�s a desperdi�ar tempo...

- O que foi isso? - Eu n�o sei.

- N�o h� mais poesia. - O qu�?

Os jovens de hoje s� querem abanar os seus corpos.

O que � que disseste?

Eu disse: "abanar os seus corpo".

Obrigado.

Estou habituado ao calor tropical, mas hoje est� demais.

O que disse?

N�o consegues falar com esta m�sica ridicula.

Desculpe, n�o o consigo ouvir por causa da m�sica.

Joshua!

Sheena n�o est� no quarto nem aqui fora. Onde � que ela pode estar?

Talvez esteja nalgum ritual de fertilidade?

Sra Stuhle, como est�?

- Est� tudo bem? - Muito bem, obrigado.

Minou, por favor, p�ra!

Sabia que era um hotel normal para turistas americanos.

Deveria ter ido para o mar com as freiras.

Queria perguntar sobre a excurs�o do safari fotogr�fico.

Mas � claro.

Ali. Queres olhar pela nossa h�spedes mais nova um pouco?

Com certeza.

- Venham comigo. - Obrigado.

- Ol�, qual � o teu nome? - Minou, e o teu?

Eu sou a Ali.

- Queres brincar comigo? - Se fores lamechas como a m�e

s� quero brincar com rapazes.

Mas tu tens bom aspecto.

Vamos divertir-nos.

Tu �s a Milena, n�o �s?

Sim, est�s a atirar-te a mim?

Sabes porque os elefantes distraidos n�o t�m filhos?

Est� bem, acaba l� a piada.

Porque �s vezes eles entendem mal os sinais

e lixam tudo com as suas trombas!

Posso ver que �s franc�s.

- E o que terias dito tu? - Idiota!

- Aqui tens, Minou. - J� n�o brinco com bonecas.

Desculpa.

- Ali. - Sim?

N�o encontro a Sheena, N�o dormiu no seu quarto.

Isso � estranho. Ela estava um pouco pedrada ontem � noite mas...

Ela pode ter ido com um desses rapazes Kuma.

Bem, a Sheena pode ser capaz de quase tudo,

mas n�o acho que ela seja do tipo de fazer amor

por 10 horas seguidas sem o conforto de um quarto.

Tu conheces-a melhor que eu.

Vamos procurar na lagoa?

Anda, querida.

Onde est�o os Kuma?

Eles s�o dificeis de entender.

Nem um deles veio c� hoje.

Por isso temos que fazer tamb�m o trabalho deles.

- Sapuli, j� terminaste? - Ainda n�o.

O que aconteceu � canoa?

N�o sei. Acabamos de a resgatar.

Parece ser uma dos Kuma.

Como a que vimos ontem � noite?

Sim, acho que sim.

Estranho, n�o est� podre.

N�o tinha reparado. Ela deve ter-se partido h� pouco tempo.

Um crocodilo conseguiria fazer isto?

Nem sequer o maior do rio.

Apenas o grande Deus Kruna pode ter feito isso

Mas � claro que ele n�o existe.

Ali!

Os outros h�spedes est�o a chegar.

Sim, vou j�.

Porque n�o a mostra isto ao Joshua?

Ele s� se interessa pelo dinheiro.

Se querem a minha opini�o, foi um monstro,

Um monstro que vive no rio.

Monstros n�o existem, Minou.

- Tens a certeza? - Absoluta.

Talvez os Kuma saibam mais sobre isto do que n�s.

Por aqui.

Daqui, acho que at� nos v�em melhor.

Sabes, Inga, h� coisas boas em sitios como este

s�o sujos mas ador�veis.

Mam�, mam�

Mam�!

Sabias que h� um monstro na lagoa?

� claro que h�, querida.

Agora porque n�o voltas a ir brincar com os teus amigos?

N�o quero segurar velas, eles querem estar sozinhos.

- Joshua... - Agora n�o, amigo. Mais tarde.

- Bom dia, bom dia! - Bem vindo � Casa do Para�so.

- Cuidado com o degrau. - Obrigado.

Queremos que a vossa estadia seja memor�vel.

Como viram do ar, estamos cercados por florestas virgens.

Com magnificos e indigenas primitivos...

com toda a fauna que v�em nos filmes da Disney...

Por favor, tenho que falar contigo por um momento.

Podem desculpar-me? Esta � Ali Brandt, a minha assistente.

Ela ir� tomar conta de voc�s. Venha comigo.

Bem vindos. Sou a Ali. Estou ao vosso servi�o.

Espero que tenham feito uma boa viagem.

De acordo com o folheto aqui temos quase tudo.

George ir� mostra-vos os vossos quartos.

Espero poder tomar um duche que n�o seja frio.

S� h� �gua fria. Vai habituar-se a ela.

Nem num milh�o de anos.

Tem o dom de chegar

sempre na hora errada.

Temo que a Sheena est� morta.

O que est�s a dizer?

Encontraram os destro�os de uma canoa no rio.

Tinha estranhas marcas e...

Encontraram uma canoa. E depois?

Acho que a Sheena estava com um Kuma naquela canoa, na �ltima noite.

Escuta com aten��o, Daniel,

Vieste para c� para tirar fotos e isso � tudo.

Faz o teu trabalho e deixa-me fazer o meu.

� muito simples.

Ningu�m pode sair do hotel durante a noite,

h� seguran�as e uma vigil�ncia escrupulosa.

N�o diria que ela foi assim t�o escrupulosa.

Havia uma canoa no rio, na �ltima noite,

e algu�m gritou, algu�m que estava aterrorizado,

e olhei de novo aquela canoa tinha desaparecido.

No rio, � noite?

Onde � que ela achava que estava? Num ferry, no Tamisa?

Daniel, n�o queres assustar os meus h�spedes, ou queres?

- Relaxa. Vou mandar procur�-la. - Agora mesmo?

Sim, agora mesmo.

Mas lembra-te que essas pessoas vieram para c�

de f�rias para tentarem divertir-se um pouco.

N�o as assustes, sim?

Quero ir � aldeia Kuma.

- Posso levar um barco a motor? - Est� bem...

mas n�o cries p�nico.

Eu conhe�o-te. J� te vi antes. Eu vi-te em Paris.

- N�o, n�o viste. - Por favor, desculpe-a.

Mentiroso! Veio aqui para mexer nas mamas da mam�!

Vi tudo pelo buraco da fechadura.

Para a cama!

A aldeia n�o fica longe, fica?

Disseram-me que ficava a duas milhas, antes da jun��o dos rios.

Apenas duas milhas, mas est� a vinte sec�los daqui.

Voc�s dois, onde v�o?

- � aldeia dos Kuma. - Falaste com o Joshua?

Calma, eu tenho a permiss�o do chefe.

Eu vou convosco.

Ali! Ali!

Joshua quer ver-te de imediato!

Ali foi com ele.

Acho que est� a passar um pouco al�m da rela��es p�blicas.

Tem calma, Joshua.

� melhor mant�-la do nosso lado.

Se algo aconteceu � Sheena

aquele fotografo pode causar-nos muitos problemas.

Est� bem. Manda os rapazes � procura dela, agora mesmo.

Est� bem.

- Vamos! - R�pido!

R�pido! Vamos!

Est� uma maravilha. Vamos, saltem c� para dentro!

Mesmo que te cagas toda ningu�m o ir� ver aqui.

- Seu paravlh�o! - Vamos!

Bill?

Achas que ele est� bem?

Vamos ver quanto tempo ele aguenta debaixo de �gua...

Com a merda!

J� est� submerso h� um minuto. J� n�o me parece ser uma partida.

N�o h� perigo dentro da veda��o, pois n�o?

N�o, definitivamente n�o.

Um minuto e meio.

Vamos, ele est� s� a brincar!

Vamos entrar. Vamos surpreend�-lo.

- Assustei-te? - Idiota!

- P�ra com isso! - Vamos!

� uma cerim�nia funebre...

Morreu um guerreiro.

Aquelas tr�s mulheres s�o as carpideiras oficiais.

Est�o a queimar um fetiche para mandar o espirito mai embora.

Ele quer que todos n�s saimos do territ�rio deles.

Diz que grande espirito do rio despertou de novo

e est� a puni-los porque se tornaram nossos amigos.

Ele diz que j� morreu um

e que outros v�o morrer.

Meu irm�o morto e tamb�m a vossa mulher negra morta.

Deus mau veio para castigar os Kuma.

- Kush, viste o Deus Kruna? - Muitos viram-no.

Tamb�m branco o viu.

- Que branco? - Chama-se Padre Jonathan.

V�o falar com ele, depois partem. Eu levo-os at� ele.

Vamos.

Olhem!

Barco n�o presta para o outro rio.

Deixamo-lo aqui e depois apanhamo-lo na volta.

Est� bem.

Ali em cima.

Eu sou o padre Jonathan!

Tu ir.

Olha, v� como a rocha est� esculpida!

Quem s�o voc�s?

Somos amigos. Queremos falar consigo.

Os Kuma dizem que viu o Deus deles, Kruna.

� verdade. Mas isso foi h� muito tempo atr�s.

O que querem?

Dizer-lhe que Kruna matou de novo.

Kruna voltou, Kruna voltou!

Porque veio para c�, padre Jonathan?

Para trazer a luz

e derrotar o mal.

Estava sozinho?

N�o, n�o estava sozinho.

Havia tamb�m a irm� Virginia, e aqueles da Miss�o.

Havia doze deles. Sim, doze, doze.

Como os ap�stolos. Doze...

- Todos mortos. - Mortos pelos selvagens?

N�o, foi ele.

Ele esperou por n�s no rio e virou o nosso barco.

- Foi um crocodilo? - N�o � um animal, � um dem�nio!

Era assim que ele era... Fi-lo com as pr�prias m�os,

demorei todos estes anos, para o manter afastado.

Ele n�o aguenta ver a sua pr�pria imagem.

Ele matou todos os outros. Sim, todos eles!

Ele matou um de cada vez, todos eles,

e agora chegou a minha vez.

Porque n�o parte daqui connosco, padre Jonathan?

H� um hotel a umas milhas daqui,

e um helicopter que o pode levar para qualquer lado.

N�o, voc�s foram enviados por ele!

Querem que eu volte para o rio?

Nunca irei voltar para o rio!

Estranho, essa n�o � a cabe�a de um crocodilo,

mas parece mais a de um caim�o,

mas os caim�es s� vivem na america do sul.

V�o-se embora! V�o-se embora!

Voc�s s�o dem�nios.

Sim, dem�nios enviados por ele!

Eu percebi isso logo no inicio.

Partam ou irei matar-vos!

- Anda, vamos embora. - Voc�s s�o dem�nios!

Criaturas malignas enviadas por ele! Saiam, v�o-se embora! Fora!

Fora!

Foram-se. Eles pensavam que eu ia cair na armadilha?

O que se passa, Ali?

Estou a pensar naquele mission�rio.

Ele veio para c� para que aquelas pessoas acreditassem no seu Deus,

mas agora ele acredita no deles.

Se n�o tivesse visto os restos daquela canoa,

eu pensaria que ele estaria apenas a halucinar.

Kruna! Kruna!

- Ali! - Daniel!

- Est�s bem? - Estou.

Ali, tu sabes perfeitamente bem que � perigoso

passar al�m dos limites daquele hotel sozinho,

� para isso que temos os seguran�as.

Os que ficam c� dentro e respeitam as regras de seguran�a

n�o tem nada a temer.

� claro que h� crocodilos no rio.

Crocodilos comedores de homens. Eu sei disso.

Eles fazem parte do meio ambiente natural.

Viram as veda��es que protegem a lagoa.

Elas s�o de a�o.

Joshua, eu conhe�o crocodilos.

Aquela coisa que virou o barco

e matou Kush era outra coisa.

E ela matou a Sheena,

mas tu n�o relatas-te isso � policia.

Eerrado, mandei-a procurar por todo o lado,

e j� informei as autoridades

sobre o seu desaparecimento.

Sheena n�o desapareceu, ela foi morta.

H� alguma coisa monstruosa naquele rio

e n�o podes esconder esse perigo aos teus clientes.

Se h� alguma coisa monstruosa naquele rio

est�s a salvo se ficares em terra seca.

Daniel, porque continuas

com essas fantasias absurdas?

N�s investimos 3 milh�es de d�lares neste neg�cio

e n�o tenciono p�-lo em risco s� por causa

de um fotografo que v� perigo em todo o lado.

- Eu quero falar com a policia. - Est� bem.

Podes falar com eles amanh�.

Estar�o aqui de madrugada.

Depois disso d�s-me o imenso prazer

de saires logo daqui.

J� tiraste as fotografias, o teu trabalho est� terminado.

- Partes no primeiro helicopter amanh�. - Onde est� o r�dio?

N�o vais falar com ningu�m.

Ali, tem cuidado. Est�s a p�r tudo em risco.

Partirei amanh� de manh�.

Ol�, ol�? Fala do hotel Paradise. Conseguem escutar-me?

- Emerg�ncia, emerg�ncia. - Sim?

Estamos a escutar, Paradise House.

Quero informar que uma rapariga

despareceu misteriosamente.

J� fomos informados disso.

Iremos investigar amanh�.

Que raios achas que est�s a fazer?

Ningu�m pode entrar aqui.

Tira as m�os de cima de mim!

N�o deixes que ele te d� ordens, Peter.

J� basta, Peter.

N�o quero mais problemas.- Da-mos a festa esta noite

e amanh� vamos p�-lo no helicoptero,

de uma maneira ou de outra.

Isto � que � verdadeira dan�a!

- No nosso tempo... - N�o estive no seu tempo.

Desculpe, n�o a queria ofender.

- M�e, m�e, vem depressa! - O que se passa?

Sim, querida?

Est� ali fora algu�m com a cabe�a de um crocodilo!

- No jardim. - A s�rio? Vamos ver.

Lembraste da Inge que uma noite viu um homem verde grande

que usava uma m�scara de cobra. - N�o!

Era um homem com uma cabe�a de crocodilo. Vou mostar.

De que planeta ser�?

Ele desapareceu.

Foi apenas a tua imagina��o.

N�o, estava ali um homem com uma cabe�a assim grande.

Ent�o, Minou? O que est�s a dizer?

Acho que l�s demasiados contos de fadas.

Conhe�o um antigo ritual de guerra Kuma.

Os homens crocodilos representam a reencarna��o dos seus mortos

que voltam � terra para se vingarem dos seus inimigos.

Bem, talvez seja o Carnaval deles

e est�o a usar m�scaras, na aldeia, esta noite,

Lembrem-se que para eles, n�s brancos, somos esquisitos.

Podem ter vindo espreitar os nossos rituais

que s�o mais divertidos.

Adeus.

Sabem...

Somos observados. Observados h� sec�los

por seres mais avan�ados que n�s terrestres.

Marcianos?

Marcianos? N�o. Extraterrestres.

Sr Joshua!

A hist�rria diz-nos que

uma civiliza��o avan�ada contacta com uma mais primitiva

a primitiva n�o dura...

O helicoptero foi arrastado at� ao rio!

Ningu�m viu nada.

- Os rastos s�o profundos. - Arrast�-lo requere muita for�a.

Sapuli, ajuda-os a atar o cabo.

Tenho que ficar algum tempo debaixo de �gua para o atar.

H� um aparelho respirat�rio na carrinha. Sabes us�-lo?

Sim, eu sei.

Tem cuidado. Lembra-te que h� explosivos a� dentro.

� perigoso entrar na �gua?

Os crocodilos dormem na lama, durante a noite,

pelo menos aqueles que se conhecem!

N�o o forces se ele n�o se mexer.

Enche os bal�es com o ar dos cilindros

e tr�-lo para a superficie.

N�o te preocupes. Eu trato disso.

� melhor ficares aqui.

Se n�o conseguires, ata-o bem.

Amanh� durante o dia acharemos uma maneira.

Est� bem.

Porque n�o vais para debaixo de �gua?

Daniel...

est�s a tornar-te aborrecido.

Sinto-me t�o zonza!

Quero comer uma dessas ma��s.

Ainda � demasiado cedo. Comes uma mais tarde.

Conheces a hist�ria do Ad�o e da Eva, minha pequena?

� claro! Foi nela que Deus pregou a primeira partida ao homem.

Bem...

Atiraram o helicopter no rio.

- Quem? Os Kuma? - Quem mais.

Porqu�? Eles sempre foram amistosos,

eles ajudaram sempre.

Sim, at� ontem.

Ent�o de repente n�o apareceram para trabalhar

e come�aram com os seus estranhos rituais.

Porque pensam que o seu Deus Kruna regressou.

Em qualquer caso tenta chamar a policia agora

e diz-lhes para trazerem mais um helicopter e trinta homens.

Paradise House, Paradise House.

Daqui fala do Paradise House.

Eu n�o entendo. N�o h� nenhum sinal.

- Raios, a antena! - O que pode ter acontecido?

Algu�m desligou a antena,

n�o podemos comunicar com ningu�m. Estamos em sarilhos.

Ali!

Ali?

- Viste a senhorita Ali? - N�o.

Nem sabia que ela estava aqui.

J� atei o primeiro cabo. Passem-me o segundo.

Tem calma com o Landrover

porque as p�s est�o debaixo do lodo.

Eu sei o que fazer.

O que est� ele a fazer?

Vem para aqui. Depressa!

Eu disse para teres calma com o Landrover!

E devias ter esperado pela minha ordem, raios!

Mas n�o foi o jipe. Parecia vir de...

Deve ter cedido no lodo, do fundo. Aquilo � um monte de lama escorregadio.

Os cabos j� est�o atados.

Tenta i��-lo. Devagar.

P�e uma mudan�a baixa, d� um pouco de acelerador

Raios, eu sabia! Algu�m veio aqui acima

cortou o cabo e destruiu a antena.

Como � que ningu�m viu ou ouviu qualquer coisa?

N�o havia guardas?

Sr Joshua, com licen�a.

- Est�o � sua espera. - � minha espera? Para qu�?

Para a excurs�o da lagoa.

Joshua, n�o a devias fazer.

J� est�o muitas pessoas em cima da jangada.

N�o sei que desculpa lhes devia dar,

e seria pior assust�-los agora.

- Al�m disso, n�o vamos longe. - Est� bem.

Antigamente tinhamos carros e Rock&Roll.

Est� mais rom�ntico que a Fic��o Cientifica. Que belo!

Joshua, viste a Ali?

- A Ali est� aqui? - N�o a vi.

Ela n�o voltou consigo h� pouco?

- N�o. - Deve estar no quarto dela.

Anda, George, n�o vamos perder mais tempo.

Ali?

Ali?

Meu Deus! Ali!

Voltem!

Voltem! Os Kuma levaram a Ali!

Voltem!

Vejamos o que a selva nos oferece esta noite.

V� aquele ali? � um tipo raro de macaco.

Um macaco muito raro?

Tenho um tio no ex�rcito que podia ser g�meo dele!

- V� aquilo? - Sim. - E o que o faz lembrar aquilo?

Minha prima Mildred.

N�o vale a pena crescer.

Olhe ali!

Se h� uma coisa que odeio mesmo s�o cobras.

N�o o voltaria a fazer se fosse a si.

� sa�de.

Conseguem ouvir-me?

Voc�s, nessa jangada!

Conseguem ouvir-me?

Daniel, Daniel!

O Daniel est� ali fora!

Os Kuma apanharam a Ali.

Est�o a atravessar a lagoa.

O qu�? Calem-se!

A Ali foi raptada. Passa-se algo de terrivel. Ajudem-me!

Vai para o inferno!

Onde � que vais? Vem c�, beber alguma coisa!

Sapuli, � melhor voltarmos.

- Sim, senhor. - Imediatamente.

Socorro! Socorro!

Ajudem-me!

Socorro!

Socorro... Ajudem-me...

Atirem-lhe uma corda!

Atirem-lhe uma corda!

Mam�, mam�!

Socorro!

Puxem-no para fora, r�pido!

Ali est� ele. Est� a voltar.

Foi para o outro lado!

Destruiu o motor!

Tenham calma. Estamos perto das veda��es.

As veda��es. As veda��es!

Ali est�o eles. A corrente vai ajudar-nos a chegar at� elas.

Socorro!

Socorro!

Nunca conseguiremos escalar a veda��o...

s�o pessoas idosas e uma menina.

Ela tem raz�o. � muito arriscado.

Precisamos de outro barco agora.

Eu vou buscar um.

- N�o, volta aqui! - Est�s maluco?

- Maurice, espera por mim. - Est� maluco.

- Maurice! - N�o, n�o venhas, Milena! N�o!

R�pido, salta!

Vamos!

Vamos!

Socorro, socorro!

Vai ao hotel e chama algu�m.

- Ali. - Daniel!

Ali!

Isto est� escorregadio!

O barco!

A jangada... volta para a jangada!

Daniel!

Segura-a, segura-a, vamos!

- Cuidado. - Pessoas idosas primeiro!

Vamos, vamos!

Assim que passarem a veda��o o perigo passa.

O barco n�o tem espa�o para todos.

- Levem-na. - Vamos, Jane.

Vamos! Depressa!

Escalem sobre a rede! Com calma, isso mesmo.

Vamos salvar todos. N�o h� perigo dentro das veda��es.

Vamos! Vamos!

R�pido! Vamos, r�pido!

Minou, Minou!

- Por cima da veda��o, depressa! - Minha crian�a!

- O que devemos fazer? - Ata a jangada e mergilha.

Minou! Onde est�s?

Ela est� comigo. Mary, ela est� aqui.

Fiquem na �gua, vamos para a margem noutro local qualquer.

- Eles v�o tirar-nos daqui! - Vamos sair daqui!

Peter!

Conseguimos!

Parece estranho n�o haver c� ningu�m.

Meu Deus.

Pensam que o grande Deus Kruna os quer punir

por n�o terem recusado as nossas prendas.

Para o afastar t�m que nos matar.

Eu ia ser sacrificada a ele de madrugada.

Temos que achar os outros.

Vamos levar a carrinha dos trabalhadores.

Vamos.

Daniel!

Socorro! Socorro!

Esconde-te debaixo do barco.

Irei afast�-los daqui.

Entra. Entra, agora!

Est� cheio de explosivos! Eu vi-os.

Uma s� flecha e vamos pelos ares!

Ali.

- Ali. - Daniel...

Vamos!

Minha perna... Minha perna!

Est� presa.

N�o a tentes for�ar.

Ajuda-me a sair.

Deve haver uns tubos respirat�rios ali atr�s.

Toma.

Vou buscar outro.

- Est�s bem? - Sim.

Ali, Daniel!

Olhem ali em cima!

Helic�pteros! Podemos ir para casa!

Estamos aqui!

Estamos aqui!

Agora ela tem que ficar contigo.

Legendas by LuFer

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