All language subtitles for Nero A Meta S01E05

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

UMA S�RIE ORIGINAL NETFLIX

A��car?

N�o.

-Bom dia. -Guerrieri, v� para Ponte Sant'Angelo.

Acharam um cad�ver.

Pode ser outra pessoa?

N�o entendi. Acha que eu a escolhi para voc� pedir

para ser outra pessoa?

-� que hoje... -Voc� n�o est� bem?

-N�o, estou bem. -Que bom.

Assim que acabar, venha para c�.

-Est� bem. -At� mais.

� esquerda, voc�s ver�o o Castelo Sant'Angelo...

constru�do por volta de 123 D.C...

Com licen�a. Bom dia.

-Sou a Doutora Guerrieri. -Entre.

-Para tr�s. -Umas perguntas...

-Oi. -Oi.

Queria ligar, mas fiquei na d�vida.

Estava com o Riccardo. Voc� teria sido inconveniente.

Senti saudade.

Est� bem, eu ligo para voc�.

Bom dia.

-Bom dia. Oi. -Oi, Alba.

Inspetor? N�o, ela n�o � fichada.

Est� bem.

POL�CIA

Li a pasta do Guerrieri.

IRM�S

Nada o liga ao Bosca.

E se sumiu com isso tamb�m?

Antes de sumir, Bosca foi indiciado de tr�fico.

Guerrieri trabalhou l�, de 1990 a 1992.

N�o acredito em coincid�ncias.

Eu acabei.

Podem cobri-la? D� para ver l� de cima.

Deixe comigo.

Nada nas lixeiras tamb�m.

O que temos?

Ela tem uns 30 anos, morreu entre 19h e 21h.

Morte causada por estouro no l�bulo occipital,

talvez um ataque.

Com que foi atacada?

Com um objeto liso e estreito. Talvez uma bengala.

-Foi violentada? -A princ�pio, eu diria que n�o.

Mas ela tem muitos hematomas, pode ter apanhado.

Seja o que foi, n�o aconteceu aqui.

Pouco sangue em volta, nenhum nela.

-Eu j� vou. Falamos depois. -Certo. Obrigado, Alba.

Tchau.

-Tchau. -Tchau.

Tenho a sensa��o que este ser� um caso complicado, amigo.

Vejo voc� no escrit�rio. V� l�.

At� mais.

Ent�o? Como eu me sa�?

-Com quem? -Com Malik.

Claro, ele salvou a vida da minha filha.

Eu decidi que devo trat�-lo melhor.

N�o sei o que dizer, inspetor.

Diga o que voc� pensa. Eu j� pedi isso.

Talvez "amigo" foi um pouco demais.

-O tapinha nas costas bastava. -Pareceu amig�vel.

N�o, foi exagerado.

Sr. De Franchi, por aqui.

Ent�o voc� j� o tachou.

Acha que Guerrieri � uma ma�� podre e s�.

-Voc� tem pena dele? -Pare.

Acabei de chegar, eu n�o precisava desta confus�o.

-Temos que ter cuidado. -Vamos cham�-lo.

Ele ter� que nos explicar como est�o as coisas.

Se ele est� envolvido no sumi�o do Bosca, n�o quero lhe dar uma vantagem.

Eu preferia colocar algu�m na cola dele.

Ningu�m na unidade dele faria isso.

Apenas conven�a algu�m. Quanto antes esta hist�ria acabar, melhor.

Vamos esperar que sim. Tchau.

Tchau.

Oi.

Leve isto com voc�.

Mude as configura��es para n�o aparecer as mensagens.

ALBA - N�O VAMOS MAIS NOS VER

Apesar de Carlo querer mostrar gratid�o a voc�,

e n�o ficar t�o no seu p�, ele ainda est� alerta.

-Ele vai notar. -N�o entendi.

N�o se meta com a filha dele.

Vamos ficar cuidando do rabo dos outros?

Queria que fosse o rabo dos outros.

-Sim, al�? -N�o se preocupe. N�o farei nada.

Mentira. Infelizmente, eu vi voc� beijando-a.

E n�o quero saber de mais nada.

Que saco!

-Pai? -Oi, querida!

Aconteceu algo absurdo.

O DNA do sangue na m�o da mulher � de uma pessoa fichada.

Temos nosso assassino!

N�o. A parte absurda � que o cara fichado est� morto.

Morto. H� seis meses, acidente de carro.

Savino Rocca. Puxe o registro criminal.

Parecia f�cil demais.

Podem ter errado com o teste de DNA. N�o seria a primeira vez.

E eles acham justamente o DNA de um criminoso?

Ele est� morto, Cinzia, pode ter sido um erro.

A menos que um fantasma a tenha matado.

N�o. N�o tem nada a ver com fantasmas.

Ele tem um irm�o g�meo.

CONOTA��ES - MARCAS

Ent�o vamos peg�-lo.

REGISTRO DE IDENTIDADE

-Pessoal! O que v�o querer? -Fale com ele.

Ilario Rocca, voc� est� preso por homic�dio.

Que homic�dio? Deve haver um engano!

-Caterina! -Soltem-no, seus idiotas!

Calma! Chega!

Calma! Estou filmando e vou colocar nas redes.

-Quer vir tamb�m? -Entre! N�o fique irritada!

-Fa�a o que ele pede. -Vou filmar.

N�o pode filmar!

Voc� � negro. Como pode andar com policiais?

N�o ando. Eu sou um policial!

Capit�o!

Seus malditos! Voc�s s�o horr�veis!

Voc�s n�o podem fazer isto! Malditos!

O nome � Ilario Rocca.

Quatro anos atr�s ele foi preso por engano no lugar do irm�o.

-Voc� sabe o nome dela. Diga logo. -N�o sei o nome dela.

Eu nunca a vi na vida.

Agora voc� a reconhece?

N�o reconhe�o. Juro, voc�s est�o errados.

Rocca...

Se tem algo que me irrita � um homem que bate em mulher.

-Mas n�o fui eu! -� o que todos dizem.

Onde estava ontem � noite?

Eu estava nas Ilhas Can�rias.

Peguei um voo para Roma de Las Palmas esta manh�.

Podem verificar.

O que estava fazendo l�?

Fui ver um bar em Taurito.

Queria geri-lo com um amigo.

O juiz quer saber mais do seu DNA no corpo de uma mulher do que disso.

Eu estava l�. O que mais posso dizer?

Temos imagens dele na entrada do aeroporto e no port�o.

Ele embarcou no avi�o.

A hist�ria das Ilhas Can�rias tamb�m se confirma,

tanto por seu amigo quanto pelo dono do bar, ent�o...

-Ent�o, ele tem um �libi. -Isso mesmo.

� melhor o soltarmos.

Vou pedir novo teste de DNA.

Vamos ver se conseguem o nome desta mulher.

-Veremos. -Obrigada.

Soprani? Pode ficar aqui um momento?

Preciso falar com voc�.

-O que foi? -N�o aqui e agora.

� de trabalho, mas � um assunto delicado.

Onde ent�o?

Na sua casa? Esta noite?

-Est� ocupado? -N�o sei, eu aviso.

PER�CIA

Achei que seria melhor passar aqui.

-N�o vai mudar nada. -Mas mudou tudo para mim.

-N�s mal nos conhecemos. -Vamos falar disso.

Falar vai resolver algo?

Ou�a, Malik, n�o se trata s� de voc� e eu.

Eu n�o posso cometer nenhum erro.

-Estou aqui para impedi-la disso. -Sim, claro...

-Al�, amor? -Oi!

-Ou�a, uma coisa... Sim. -Espere um pouco.

Assim que tivermos not�cias do DNA, eu aviso.

-Sim? -Temos planos para o jantar.

Sim. Ainda estou no trabalho. J� estava indo embora.

-Est� bem. Eu o vejo em casa. -At� mais.

Tchau.

-Este mil folhas � sempre espetacular. -�, sim!

Trouxe para Alba, n�o para voc�.

-Bem... -Est� dizendo que estou gordo?

Ap�s uma semana em Lecce, sem ningu�m controlando!

-Querido! Que exagero! -� um pouco demais.

Enfim...

-Oi. -Oi.

Entre.

-Quer beber alguma coisa? -Agora n�o, obrigada. Talvez depois.

-Entre. -Obrigada.

Quero te mostrar uma coisa.

-N�o estou vendo nada. -Espere.

Guerrieri invadiu os arquivos da pol�cia.

Roubou documentos do caso Bosca, sobre os restos mortais em Torrevecchia.

E voc� pegou o arquivo de Guerrieri.

-Como sabia? -Vi quando voc� abriu a bolsa.

Se quer fazer uma investiga��o, precisa ser prudente.

Nem todos s�o bons em ver detalhes como voc�.

Guerrieri �, e como.

� justo. Ent�o estamos quites.

Quero descobrir por que ele mexeu no arquivo Bosca.

N�o pe�a isso.

N�o sou um espi�o. E trabalho com ele todos os dias.

Precisamente.

Quem melhor que voc� para descobrir?

Ou�a...

Voc� quer ajud�-lo?

Se ele n�o fez nada errado,

uma investiga��o vai resolver tudo sem alarde.

Preciso pensar.

Est� bem.

-Pode pegar uns copos limpos? Obrigado. -Sim.

Uma cerveja e um pastel, obrigado.

Est� tudo bem?

-Preciso ir at� o trabalho. -Agora.

Preciso verificar uma coisa. Posso ter cometido um erro.

-Est� bem. Eu a acompanho. -N�o!

Fique aqui com eles. Voc� tem que sair cedo amanh�.

Acho que vou demorar um pouco.

Quem sabe vou visit�-lo em Lecce?

-Diga que eu dei tchau. -Sim.

O n�mero para o qual est� tentando ligar...

Guerrieri!

O que faz aqui t�o tarde?

-Queria tirar uma d�vida. E voc�? -Eu tamb�m.

Aqueles ossos encontrados na obra em Torrevecchia est�o me deixando louca.

Parece que est�o faltando fragmentos para reconstruir o cr�nio,

mas eu tenho outra ideia, e se estiver certa, saberemos

como Danilo Bosca morreu.

E aqui?

Estava analisando isto.

Poderia ser uma porta de quimioterapia.

-Sim, pode ser mesmo. -Que bom.

Durante a aut�psia vou tirar uma amostra de medula �ssea.

Por que n�o queria ir � cena do crime?

N�o � que n�o queria, � s� que...

Riccardo teve uma confer�ncia

e eu gostaria de ter estado l�.

-D� pr�xima vez, avise antes. -Certo.

Ou�a, doutora,

acho que eu fui precipitada, neste caso.

Por qu�?

Lembra o DNA diferente achado na m�o da mulher?

Achei que tinha a solu��o, ent�o n�o aprofundei.

-Felizmente, n�o houve consequ�ncias. -Felizmente.

Repeti o teste, para ter certeza.

O teste estava certo.

O DNA do que foi achado nos dedos dela est� confirmado.

Bom dia.

Quando tiramos a amostra da medula,

eu descobri que ambos os DNAs pertencem � mulher.

Como assim?

Ela sofreu um transplante de medula, por causa da leucemia.

-Ent�o um dos g�meos doou sua medula? -Exatamente.

Se Rocca � o doador, n�o ser� dif�cil descobrir o nome dela

-em hospitais e associa��es. -Est� bem. Mantenham-me informada.

Vamos voltar ao bar. Muzo, venha comigo.

-Pode me dar uma carona? -Claro.

Obrigada.

Voc� vai nesta chuva?

-N�o se preocupe. -Tchau.

Tchau.

Coitada, nesta chuva...

-O que queria dizer? -Bosca levou um tiro na cabe�a.

Est�o procurando a bala, mas n�o est� mais na equipe de Mattaj.

-Por que n�o? -N�o sei.

Mudaram todos os homens no caso. Agora De Franchi est� no comando.

O que tinha nas pastas que pegou?

Era a queixa que Bosca abriu quando bati nele.

Voc� vai mesmo fazer isto tudo s� para proteger Alba?

Claro. Por que outro motivo?

Como fez com seu arquivo pessoal? A queixa n�o constava?

Sim, at� certo ponto estava l�, depois, sumiu.

Clara estava morta, Alba era pequena, eu tive que me virar.

N�o, nunca. Eu nunca doei medula �ssea.

Tenho pavor de tirar sangue.

Ent�o s� pode ter sido seu irm�o.

-Eu n�o sabia. -Voc� nunca ouviu falar disso?

-N�o. -O que ele est� fazendo aqui?

Eu vim em paz.

Esperamos que sim, porque hoje ningu�m vai me deter.

Eu chamo os jornais e coloco nas redes o v�deo que fiz.

-Qual � o problema dela? -Ela me ama.

Enfim, obrigado.

Mario, esses cigarros n�o lhe fazem bem. Nem consegue respirar!

-N�o, estou melhor agora. -Certo. Hoje eu dirijo.

-Sim. -Eu nunca dirijo.

V� em frente.

-Ol�. -Posso ajudar?

Posso falar com o respons�vel pelo caso da garota morta no Rio Tibre?

-Quem � voc�? -Mirko Gestri, cunhado dela.

Espere um momento.

� a Sabrina.

Sabrina Fortisi.

-Irm� da minha esposa, Lara. -Sinto muito.

Esta mo�a fez um transplante?

Sim, dois anos atr�s devido a um tipo raro de leucemia.

Ela se curou, e agora...

Por que s� veio agora?

Soube pelo jornal.

Estive com minha esposa no hospital ontem.

Ela tem a mesma doen�a da Sabrina.

E ela n�o est� bem.

Quando viu sua cunhada pela �ltima vez?

Ela foi visitar a Lara h� tr�s dias.

-Depois n�o a vi mais. -Ela trabalhava com o qu�?

Ela fazia joias. Tinha seu ateli�.

Era casada ou vivia com algu�m?

Ela estava solteira. Pelo menos, at� onde eu sei.

Minha esposa pode saber melhor disto.

Seria poss�vel falar com sua esposa?

Acho que sim. Desde que seja cauteloso, sim.

Quero saber da situa��o dessa mulher.

E cada detalhe que aparecer sobre ela.

-E os registros telef�nicos. -J� pedimos.

Perfeito, bom trabalho.

Vamos cuidar da irm� dela, sua casa e seu ateli�.

Por onde come�amos?

Cuido da irm�, voc� da casa e do ateli�.

Por qu�?

Lugares s�o mais importantes que pessoas, voc� disse.

Voc� cuida dos lugares.

Assim vai me deixar em paz por cinco minutos.

-Com ou sem a Per�cia? -Sem.

Vamos ficar sempre dez minutos � frente da Per�cia.

-Ol�. -Bom dia, inspetor.

-Vou tentar n�o a cans�-la. -Obrigado.

Bom dia, senhora.

Sei que n�o vai traz�-la de volta,

mas descobrir quem fez mal � sua irm� � importante.

Sabrina era uma boa pessoa.

A melhor.

Por favor, fale dos amigos dela, do neg�cio, da loja.

Ela acabou de abrir.

Mas ela se dedicou a isso, como sempre fazia com tudo.

-O que ela fazia antes? -Estudava.

Ela adorava. Fui eu que n�o continuei.

Ela sempre foi maravilhosa.

Ela era natural.

E o que estudava?

Qu�mica.

Fez at� um doutorado.

E depois?

Depois, quando estava fazendo seu doutorado...

ela recebeu uma oferta para ir aos EUA, mas recusou.

Estava noiva de um colega

e preferiu ficar na It�lia para o concurso.

O pior � que, no fim, eles terminaram.

Como se chama esse colega?

Tommaso Carsi.

Se tivesse ido, teria sido melhor.

OS NOVOS ROSTOS DA QU�MICA

Quando terminaram?

N�o lembro exatamente. Talvez antes de ela ficar doente.

Eles mantiveram contato? Ainda se viam ou se falavam?

Ele a procurou por um tempo.

Mas quando Sabrina terminava uma coisa, era de vez.

CHAVES DA FACULDADE

Como com a universidade.

Desde que abriu a loja, era a vida dela.

ARM�RIO

Al�m desse Tommaso,

ela teve algum outro namorado?

Alguns casos, mas nada s�rio.

Obrigado, Sra. Fortisi.

Tudo de melhor.

-Franco! Boa tarde! -Boa tarde, inspetor.

-Est�o fechando? V�o de f�rias? -De f�rias? Com Cristina?

Ela foi para a casa dos pais por uns dias. Precisa esvaziar.

Finalmente decidiu vender.

� uma decis�o dif�cil.

-Tchau. -Tchau.

Vou l� fora fumar.

-Oi. -Oi.

-Vai fumar tamb�m? -S� estou fechando a porta.

Fique a�, eu fecho.

Obrigada.

Viu que Muzo est� sem alian�a?

Sabia que ele tinha problemas com a esposa.

-Ai! -O que foi?

-Merda! -Uma dor forte!

-Sangue! -Vou chamar a ambul�ncia.

-N�o! Leve-me no seu carro. -Est� brincando?

Apoie-se em mim.

Delegacia de Rione Monti. Uma ambul�ncia, urgente. Sim.

N�o quero uma ambul�ncia. N�o quero que me vejam.

-� o pai da Emma? -Sim, se ele quisesse ser.

Voc� consegue?

Bem?

Est� tudo em ordem na loja e em casa.

Vamos esperar a Per�cia, mas duvido que tenha sido morta l�.

Algo mais?

H� uma loja de segunda m�o perto da casa dela.

A dona disse que ela ficou aqui at� as 20h.

Ela se lembra porque a cumprimentou.

-Ela notou algo? -N�o.

Peguei as imagens da c�mera de seguran�a.

Mas...

eu notei algo estranho na casa.

O qu�?

Tudo ligado � universidade... At� o diploma emoldurado.

...estava enfiado em uma gaveta.

Por que � estranho?

Talvez algu�m termina uma situa��o ou uma hist�ria, e...

as pessoas guardam tudo em uma gaveta.

Voc� nunca?

Eu deixo as coisas boas � m�o, as m�s na minha cabe�a.

-Est� tudo bem? -Sim, n�o se preocupe.

H� batimentos card�acos?

Sim. Quanto mais calma voc� estiver, melhor para o beb�.

� uma menina. O nome dela � Emma.

Igual minha m�e.

O que houve?

Foi uma pequena hemorragia. Cruze os dedos.

-Para que hospital estamos indo? -San Camillo.

-Marco? Vamos! -Vai entrar ou n�o?

-Pode voltar para o escrit�rio? -Fique com ela, eu cuido de tudo.

O que ela tem?

Parece uma hemorragia.

Se algo acontecer ao beb�, ela vai pirar.

LABORAT�RIO DE CROMATOGRAFIA

Bom dia.

Oi. Sou o Inspetor Guerrieri. Este � meu colega, Soprani.

Posso ajud�-los?

-Doutor Carsi? -Sim.

Oi. Gostaria de fazer umas perguntas sobre Sabrina Fortisi.

Tudo bem.

Talvez esteja muito calor aqui. Vamos � minha sala?

Estamos analisando pesticidas,

e a cromatografia de g�s emite muito calor.

N�o � problema para n�s,

mas se prefere n�o falar na frente da sua colega...

N�o. Minha colega � minha esposa.

Por favor.

Sabrina n�o trabalha aqui h� dois anos... Sabem disso, certo?

Sim. O fato � que...

Ela foi encontrada morta h� dois dias.

Descobrimos seu corpo ao lado do Rio Tibre.

-Quando a viu pela �ltima vez? -Uns meses atr�s.

Passei pela loja dela, por acaso.

Sabe por que ela parou de estudar?

-Pelo jeito, era muito boa. -Sim, era um g�nio.

Mas sua doen�a a afastou de tudo.

De mim, de...

Desde lugar.

Sabe se ela estava saindo com algu�m?

N�o, n�o sei.

Eu me casei recentemente.

Gostaria que ela tamb�m fosse feliz.

Todo mundo est� muito tranquilo.

Todos com a resposta certa: ele, o cunhado... Todos tranquilos.

Est� tudo bem, doutor. Fizemos os exames.

-Quanto tempo vai demorar? -N�o sei.

Disseram que os resultados v�o demorar.

Quer alguma coisa? �gua? Um biscoito?

N�o, mas Muzo sabe que tem que ver a filmagem?

Ligue, pe�a para ele se apressar.

Talvez ele esteja brigando com a esposa, enquanto a reposta est� na nossa cara.

Pode se acalmar? Malik j� est� cuidando disso.

Sinto pena daquela mulher, jogada l� como um trapo, humilhada...

E voc� est� aqui, n�o no escrit�rio.

Voc� tem que relaxar.

Est� bem.

Obrigada.

�gua.

Seja como for, Lisi n�o � mau.

� s� um pouco covarde.

Ele disse que n�o queria a gravidez.

Eu que decidi mant�-la.

Pode me fazer um favor?

Ponha a m�o aqui. Ela tem que sentir que est� tudo bem, mas estou nervosa.

-Aqui? -Sim, aqui.

-Ela chutou? -Sim.

Muito bem.

-Voc� � o pai? -N�o, mas ele pode ficar.

Est� tudo bem. O que aconteceu

n�o tem nada a ver com a gravidez. Pode ir para casa.

-Obrigada. -Obrigado.

Que bom!

Que bom!

Meu Deus...

-Vamos? -Sim.

Belo trabalho.

Um pouco tarde, mas belo trabalho.

N�s fazemos com calma aqui.

Colamos uns ossos, tomamos um caf�, colamos mais ossos...

Eu s� estava dizendo que isto atrasou a identifica��o do Bosca.

E eu s� queria explicar que quando chegou o cr�nio,

a maior pe�a era deste tamanho.

-Adeus, doutora. -Tchau.

-Oi. -Oi.

Eu n�o aguento De Franchi, est� bem?

Ele est� fulo

porque ontem mandei o relat�rio para Per�cia antes de mandar a ele.

A� ele leva toda a documenta��o sem nem agradecer.

Que cara � essa, Guerrieri?

Queria tirar dois dias de folga, se n�o for um problema.

Claro que � um problema.

Mas se voc� precisa deles para limpar a mente, ent�o v�.

Obrigada. Queria ir encontrar Riccardo em Lecce.

Guerrieri, eu escolhi voc� pelo seu equil�brio,

coisa que eu n�o tenho. Mas tudo bem, j� que sou um g�nio.

Eu estou bem.

Eu sei disso, mas...

Oi.

Oi.

Oi! Aqui estou.

Obrigado.

De nada.

-Eu estou falando s�rio. -Tudo bem.

Verifique primeiro e depois me avise.

-Oi, Carlo. -Oi.

Oi. Repola?

Ela foi liberada, est� tudo bem.

-Que boa not�cia. -Espere a segunda.

O cunhado de Fortisi mentiu: Ele a viu.

Na noite do assassinato ela e pegou com seu carro �s 20h10.

Tem certeza?

Sim, tenho certeza.

A c�mera de seguran�a o pega. Ele chega, espera e vai embora com ela.

-Mande Cantabella peg�-lo. -Ele ainda n�o voltou.

Ele vai tirar licen�a maternidade com Repola? Ele � o pai?

Cantabella? N�o...

-Eu mesmo cuido do Gestri. -Est� bem.

Sim, � verdade. Eu fui pegar Sabrina na loja dela

e a levei para casa.

E o que voc� fez?

N�o � uma pergunta dif�cil.

-Voc�s eram amantes? -Claro que n�o.

Um assassinato cruel...

Oculta��o de um cad�ver e talvez agress�o sexual.

Se voc� � inocente como diz,

deve haver mais alguma coisa importante em jogo.

Talvez a sa�de da sua esposa.

Conte o que aconteceu.

Sabrina estava sendo tratada por uma m�dica, para o transplante

na Cl�nica Santa Cora.

Quer�amos saber o nome da m�dica

para tentar salvar Lara.

Usando sua medula.

Sim. A probabilidade de compatibilidade seria maior.

Ent�o fomos ver a m�dica, que disse que era ilegal,

mas que poderia fazer por �10.000.

Quando voc� paga, a ilegalidade n�o � mais um problema.

Como se chama a m�dica?

Lidia Artimaglia.

Eu n�o sabia onde achar aquele dinheiro,

mas Sabrina disse que iria me ajudar.

A que horas voc� levou Sabrina para casa?

�s 23h, 23h30. Eu nunca mais a vi.

Acabou tudo agora.

Se ele n�o estava mentindo e a deixou em casa �s 23h,

Alba errou sobre a hora da morte.

Cantabella, ache o n�mero da Dra. Artimaglia,

e veja se na noite do assassinato, entre 21h e meia-noite,

seu telefone usou a mesma torre de celular da Sabrina ou do cunhado.

-Certo. -Obrigado.

E se Gestri disse a verdade e Alba estava certa?

Dever�amos rever os dados da temperatura corporal dela.

Se Gestri disse a verdade, vou prender aquela m�dica.

Mas o que voc� disse n�o est� fora.

Um dia vai me contar por que � t�o bom com dados e ruim com pessoas.

Ent�o voc� cuida do �libi do cunhado e vou verificar os dados.

Desde quando voc� manda?

Foi uma sugest�o.

Sugest�o aceita.

Vim a trabalho.

Diga. S� tenho uns minutos.

Voc� disse que a mulher morreu entre 19h e 21h.

Mas parece que ainda estava viva ao menos uma hora depois.

Ent�o pode ter ocorrido algum fator externo.

Rigor mortis � devido � temperatura.

Calculamos de acordo com a cena do crime.

Mas se o corpo ficou em outro lugar, isso muda tudo.

Pode ver se em algum lugar... No cabelo dela, nas unhas...

h� tra�os de pesticida?

Isso explicaria por que a limparam.

Est� bem. Eu vou verificar e aviso assim que poss�vel.

Obrigado.

Vou encontrar Riccardo em Lecce amanh�.

-Voc� tem que ir? -N�o tenho. Eu quero ir.

ARQUIVO DE IDENTIFICA��O POLICIAL

O cunhado da Sabrina estava falando a verdade.

Entre 21h e 22h,

seu celular, o da Sabrina e o da m�dica usaram a mesma torre.

-Aquela que cobre a cl�nica? -Sim. Avisei Carlo.

-Tem os registros da Sabrina? -Sim.

Mas depois da cl�nica, ela foi para casa.

Depois o sinal some. Talvez desligou o celular.

Descobri que a mo�a que estudou com Sabrina, h� dois anos,

foi investigada por mexer com drogas.

-S� investigada? -Ela saiu limpa.

Foi depois que Sabrina saiu da universidade.

Ela acabou de casar com Tommaso Carsi.

-Diga, Alba. -Oi.

Voc� estava certo.

H� tra�os de pesticida no cabelo dela.

Voc� parece nervoso, Carsi.

N�o contei � minha esposa. Ela deve estar preocupada. Est� tarde.

N�o se preocupe, mandamos dois agentes para fazer companhia a ela.

Como assim "tarde"? � um conceito abstrato.

Sabrina foi morta a esta hora. Era tarde?

E como voc� pode ver... Ela foi morta aqui.

Voc� � um qu�mico, sabe o que os tra�os

do luminol destacam, certo?

Liguem as luzes.

E?

-Quero um advogado. -Certo.

Se colaborar, sua pena pode ser reduzida.

Nada. Explique para ele.

V�rias coisas n�o batem.

O corpo ficou em um lugar quente.

Depois foi despido e limpo.

Quando pensamos que, com voc�, as pontas soltas se encaixariam,

pedimos seus registros telef�nicos, e adivinhe o que descobrimos?

Ligaram para voc� deste laborat�rio

�s 23h50 daquela noite.

Eu recebo liga��es em todos os hor�rios quando h� testes.

Ela te ligou daquele telefone, o dela devia estar morto,

e voc� foi encontr�-la. Os registros s�o claros.

Ela estava desesperada e precisava do dinheiro para a irm�.

Sabia a quem pedir.

Algu�m pass�vel de ser chantageado por algo que s� ela sabia.

Ent�o, ela pegou as chaves do departamento e veio.

Achou o que estava procurando.

O que voc� usa em seu passatempo lucrativo.

Ela queria o dinheiro, ent�o voc� a matou, e a deixou aqui,

at� decidir como se livrar dela.

Por isso o rigor mortis estava errado e pegamos o caminho errado.

Ecstasy.

Por isso este laborat�rio, para voc� e sua esposa.

Voc�s est�o supondo.

Precisa ser provado.

Posso prov�-las com sua esposa, talvez na delegacia.

-O agente pode lev�-la l�. -Deixe Lucrezia em paz!

Lucrezia j� � parte da investiga��o.

Lucrezia n�o tem nada com isto.

Sabrina e eu estudamos as subst�ncias.

Depois alguns amigos come�aram a testar, e funcionou!

Ela n�o queria.

Por isso terminou com voc�

-e saiu da faculdade? -Sim.

Quando ela ficou doente, me chantageou.

Ela n�o tinha dinheiro ou emprego, e eu senti pena.

Eu comprei a licen�a do neg�cio, mas era s� isso.

Voc� n�o teve pena dela desta vez. Voc� teve que mat�-la.

Ela me pediu �10.000! Se eu tivesse cedido, nunca acabaria!

Eu s� queria assust�-la, mas ela reagiu!

Fui eu.

Mas minha esposa n�o est� envolvida.

Policiais? Cuidem dele.

MICAELA CARTA: ESTOU ESPERANDO SUA RESPOSTA

-Ele voltou... -T�o cedo? Deveria estar preocupado?

Se voc� tem medo de tirar sangue, sim.

A irm� da mo�a assassinada tem a mesma doen�a

e eles n�o acham um doador.

N�o sou m�dico, mas voc� pode ser a �nica pessoa que pode salv�-la.

-O que preciso fazer? -S� um teste de compatibilidade.

-E depois? -O que importa?

Voc� estar� anestesiado.

N�o vou �s Ilhas Can�rias com a vida de algu�m na consci�ncia.

-Certo. -Obrigado.

-Voc� tem uma caixa de bombons? -Claro. Entre.

Bom dia. Sou eu.

Nunca venda este apartamento.

Estou velho demais para transar no carro.

Durma.

Entre.

Eu decidi: estou fora.

Carlo pode ter defeitos, mas conhe�o seu trabalho.

Eu o vi roubar provas dos arquivos.

Afronte-o. Pergunte para ele.

Voc� � chefe dele, certo?

N�o seja ing�nuo.

Se voc� o visse fazendo algo errado, me diria?

Eu tomei minha decis�o. N�o tem volta.

"N�o v�."

-Bom dia. -Bom dia.

-Para onde? -Para a esta��o.

Quando era pequeno, n�o dormia.

Minha m�e me levava aos lugares mais bonitos de Roma.

-� noite? -Sim, quando ela chegava ao limite.

Sua m�e parece forte.

Muito.

Ela salvou minha vida.

Vamos para casa?

Sim.

Legendas: Marianna Dias

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.