All language subtitles for Mientras.El.Lobo.No.Esta.HDTS.XviD.Latino.SBT

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic Download
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
en English
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German Download
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

ENQUANTO O LOBO N�O EST�

Subrip e Sincronia: Pix

Durante o esplendor do grande Imp�rio Romano, uma crian�a nasceu.

Essa crian�a era especial.

Ele desafiava o imp�rio como ningu�m havia feito antes.

A gl�ria n�o era o suficiente para o imp�rio.

Eles viviam na corrup��o e imoralidade.

Mas n�o sabiam que nas florestas de uma pequena prov�ncia

estavam preparando o veneno que eventualmente poderia mat�-los.

Sempre que saqueavam essa pequena aldeia...

Sempre...

Um garoto suplicava ao seu pai que o deixasse lutar.

Mas o pai sabia que sua hora ainda n�o tinha chegado.

Finalmente, no entardecer de uma batalha,

o pai, com sangue ainda quente,

pegou seu filho pelos p�s e o segurou sobre uma pira.

E bem ali, naquele momento, ele o fez jurar...

Jurar que um dia destruiria Roma e seu imp�rio doentio.

O tempo passou, o garoto cresceu.

A hora havia chegado. Sabia que n�o seria f�cil.

Ele teria que andar pelos caminhos mais obscuros.

Ele e seu ex�rcito humilde cavalgaram em elefantes para Roma.

Chegando nos majestosos Alpes, seus generais fracos e famintos

alegavam que seria imposs�vel atravessar.

Dia ap�s dia, perdiam vidas com frio, fome e doentes.

E nesse momento...

Quando ningu�m mais acreditava nele,

o homem, se tornando novamente uma crian�a,

come�ou a duvidar.

E a�?

Aut viam inveniam aut faciam.

"Encontrarei um caminho ou criarei um."

Foi isso que o grande Hannibal disse a seus soldados.

Apenas para manter sua promessa.

Madame.

Senhor.

Eu tamb�m fiz uma promessa.

A mesma promessa de encontrar um caminho ou criar um

para ajudar esses jovens a corrigir suas trajet�rias.

Essas s�o as �nicas chaves deste lugar.

S� uma entrada...

S� uma sa�da.

Voc� fez algo grave.

Mas veio ao lugar certo.

Ricardo. Bem-vindo ao inferno.

Oi. Sou o Pato.

-Alex. -Viu as garotas?

-S� uma. -� dif�cil v�-las.

Elas moram no outro pr�dio.

Voc� trouxe mais cigarros? Ou aquele foi o �nico?

Um ma�o.

-Roubou do seu pai? -Por que te trouxeram para c�?

N�o est� aqui � toa.

Ent�o?

Bati o carro do meu pai.

S� isso? N�o pode ser.

Est� mentindo.

O que foi?

Ouviu isso?

Ouviu tamb�m...

N�o �?

N�o.

N�o fa�am isso.

-Eles v�o quebrar... -Dedos-duros t�m que morrer.

Deixe ele em paz.

Cuide da sua vida.

Peguem esse dedo-duro nojento e peludo.

Voltem para a cama!

Estamos mortos.

Mais algu�m?

Os outros, de volta para o quarto.

Voc� � surdo?

Dedo-duro!

Veja, filho...

� muito simples.

Esse garoto �s vezes se confunde e altera as coisas.

N�o acho na sua primeira noite aqui

tenha se envolvido nessa estupidez, n�o �?

Ent�o...

Quero que me diga

quem come�ou com tudo isso.

Ent�o?

Acho que errei na minha primeira impress�o de voc�.

Voc� � igual a todos os outros.

Fa�am fila.

Boa noite.

-Achei que ia abrir a boca. -Sil�ncio!

Todos presentes.

Todos presentes, menos George, Donald, Ruben, e o garoto novo.

Podem se juntar ao grupo.

Bem.

Sabem que dia � hoje?

Vou dizer para voc�s que dia � hoje.

Quem � ela?

Hoje � s� mais um dia.

Nos seus sonhos.

Outro dia aqui, no meio do nada.

Qual � o nome dela?

N�o!

Este lugar tem regras claras. E quem as quebra

deve sofrer as consequ�ncias.

Podem se retirar.

O que tem a�?

Nada.

Nada? N�o vi voc� pegar nada.

Pare de catar lixo.

O que diz no bilhete?

Nada.

D� para mim.

� da Daniela, eu tenho que saber.

O que diz?

"Cueca bonita."

Ela � minha. Se olhar para ela, te mato.

Ela n�o � sua.

-Ela nem sabe quem voc� �. -Ela sabe sim.

N�o � culpa dele se a garota gosta dele.

Eu n�o gosto dela.

Ele n�o gosta dela. Ele gosta de outra pessoa.

N�o �?

Est� olhando para a gente.

Dev�amos dar uma li��o a ele. Dedo-duro babaca!

Pessoal... Acho melhor n�o.

Voc� � t�o medroso!

-N�o sou... -Um medroso cag�o.

-N�o, ouvi muitas hist�rias... -L� vamos n�s de novo.

Hist�rias de alunos que tentaram fugir.

-Quer saber o que ele faz com elas? -N�o

N�o vai querer saber o que ele faz a elas.

Podem rir, mas sei que � verdade.

Ouvi que algumas garotas fugiram. Mas sabe quantos garotos?

-Nenhum. -Um!

Esse cara era muito dur�o.

N�o conseguiam faz�-lo falar, e ele aguentava qualquer castigo.

Os m�sculos dele eram fortes

e ele conseguia aguentar tudo, porque gostava da dor.

Sua cara era a cara do diabo.

Para ele, cada golpe era como o toque de uma mulher.

At� que um dia ele ficou entediado, s� ficou entediado.

Como voc� est� nos entediando agora.

Ent�o ele pegou as coisas dele, e com todos assistindo,

os alunos, as irm�s,

os guardas e Bigodes, saiu andando

pelo port�o da frente. Para nunca mais ser visto novamente.

� a hist�ria mais idiota que j� ouvi.

N�o o teriam impedido mesmo se tentassem.

E por a� vai...

-E elas? -Quem?

As garotas. Como fugiram?

As garotas... S� desapareceram.

Juro que n�o entendo como faz.

-� magia negra. -Prestei aten��o em tudo.

Olha s�.

-Funciona? -Nossa.

Gostar�amos de agradecer aos nossos fabulosos patrocinadores,

por anunciar a Feira Mundial de Inven��es.

Uma oportunidade �nica.

Um mundo maravilhoso cheio das inven��es mais incr�veis...

O que s�o inven��es?

Inven��es engenhosas que far�o voc�

ficar acordado por vinte e quatro horas seguidas.

Nossa, queria que pud�ssemos ir � Feira Mundial de Inven��es.

Eu tamb�m.

Vamos.

Vamos. Dev�amos ir.

Vamos fugir.

Boa sorte tentando.

Odeio este lugar.

E a hist�ria do Ricky?

Sobre as garotas que fugiram.

S�rio? Ele s� fala besteira.

E fica inventando as coisas.

Esquece. Nunca vamos a lugar algum.

T�pico do George.

Como estou?

Pronto.

Me cubra.

Onde vai?

Por favor, n�o grite. S� preciso falar com voc�.

-N�o pode ficar aqui. -Vamos.

Onde est�o?

Todos est�o l� fora, esperando.

Preciso te perguntar uma coisa.

Onde est�o todos?

� o �ltimo grupo.

-Qual � o seu nome? -Isabel.

-Oi. -Voc� tem que ir.

Por favor. Sabe alguma coisa sobre as garotas que fugiram?

Quem? N�o sei de ningu�m que escapou.

Estamos procurando um jeito de sair daqui.

Se encontrar um, me fale.

Sinto muito, senhor.

Esqueci isso.

Voc�, endireite-se. M�os para baixo.

Fique quieta!

Donald.

Arrume seu cabelo. Levante essa franja.

-Onde estava? -No banheiro.

Sinto muito.

Todos prontos?

Um.

Dois.

Tr�s.

Onde estava?

Fui ao banheiro.

Se s� garotas fugiram,

deve ter uma sa�da que s� elas podem ver.

Se s� elas podem v�-la...

Bem, s� elas podem v�-la.

N�s n�o podemos.

Vamos encontr�-la! N�o seja covarde!

Por aqui.

-Tem que parar com isso. -Acho que encontramos uma sa�da.

Para sempre.

Para sempre. Irm�os de cuspe.

Se disser alguma coisa, vou te matar.

-Entendeu? Vou te matar! -Dedo-duro babaca.

Sabe o que vou fazer depois da feira?

Vou viajar pelo mundo de moto.

Vou ser um escritor. E ter quatro filhos

e um polvo que limpa vidro com seus tent�culos.

Vai fumar ou n�o?

Covarde!

Vou ter sete garotas, uma para cada dia da semana.

Com peitos grandes!

De todas as cores e sabores.

Mas n�o pode se casar com sete.

Quem disse que vou me casar com elas?

E voc�?

-N�o sei. -Quer voltar para casa?

N�o.

Voc� tem que ir para algum lugar, n�o �?

J� disse que n�o sei.

Como seus colegas se comportaram ultimamente?

Bem.

Todos bem. Exceto o Alex.

O que o Alex faz?

Ele coloca ideias na cabe�a de todos.

-Ideias? -N�o sei.

Est�o sempre conversando, e, quando me aproximo...

Se calam.

Pegue minhas camisas na lavanderia.

N�o volte at� que estejam bem passadas e engomadas.

Depois v� com os guardas pegar a correspond�ncia.

Vamos.

Gosta de m�sica?

Sei que gosta de m�sica.

Tamb�m j� fui jovem, sabe...

Acredite ou n�o, tamb�m cresci em um lugar assim.

Ningu�m se preocupava comigo.

� um presente.

Para voc�.

Mas ter� que deix�-lo aqui.

Cuidarei dele para voc�.

E quando vier aqui, poder� us�-lo.

E quando for embora, poder� lev�-lo.

Temos que nos apressar. Ela n�o vem.

Ela n�o vem.

Voc� vem ou quer ficar aqui com ela?

Lanterna.

N�o posso acreditar.

Ent�o n�o vamos � Feira Mundial das Inven��es?

Odeio este lugar.

-Eu o odeio! -Fique quieto.

N�o ligo!

N�o me importo se me encontrarem e chicotearem se quiserem.

Ningu�m se importa mesmo.

N�s nos importamos.

Venham, vamos.

Quem est� a�?

Fique calmo.

-Vamos, um, dois... -N�o consigo, por favor.

Espere.

Est�o ferrados.

Respire. Estarei logo atr�s de voc�.

Vamos, um, dois...

Voc�! Onde pensa que vai?

Peguei ele correndo no meio da noite.

Vou lev�-la.

O que estava fazendo aqui?

Estava com sede, senhor.

Com sede?

Leve-o para o meu escrit�rio.

O que est� esperando?

O que fazemos?

Sa�mos daqui e ficamos de boca fechada.

-N�o podemos... -Vai fazer o qu�?

Vai falar para quem? Quem vai acreditar em voc�?

Que Deus seja aben�oado por tornar poss�vel o C�u na Terra.

Olhem aqueles peitos!

Esperem por mim.

Aquele nojento.

Quem?

Quem sabe o que ele est� olhando.

-Sabemos o que ele est� olhando. -O qu�? O que ele est� olhando?

Esque�a.

O que est� fazendo?

O que vai fazer?

N�o...

O que est� fazendo? Ficou maluco?

Por que n�o apareceu no outro dia?

N�o pude...

Mas queria ter ido.

O Alex sumiu!

Est� maluco? Achei que ia fugir.

Se n�o podemos sair deste maldito lugar,

pelo menos vamos ter uma ceia de Natal como merecemos.

Vamos sentar com as garotas.

O supervisor vir�, e o nojento tem que se comportar com ele l�.

Ele n�o pode nos impedir.

-O supervisor gordo? -Se ele tentar fazer alguma coisa,

o supervisor saber� o que o nojento gosta de fazer � noite.

Sua vez.

A Andrea est� esperando.

O que disse a ela?

Tem que ir de uma s� vez.

Est� ficando louco.

N�o fa�a isso!

N�o corram!

Voc�s ficam lindas por baixo.

Que nojento.

Andrea... Quer se sentar comigo no jantar?

Sim, mas quem disse que podemos?

Sua vez.

-Mas n�o tenho f�lego o suficiente. -Vamos!

Mas n�o sei quem convidar.

Enquanto pensa sobre isso, pode fazer um favor ao Pato

e chamar Daniela para sair com ele.

Pobre Pato, salvou a sua pele.

Para sua informa��o, � assim que as mulheres s�o.

Pato quer saber se quer sentar com ele... Digo, no jantar...

Diga a ele que se quer me chamar para sair, que ele mesmo o fa�a!

-Mas ele n�o veio... -N�o me importo.

N�o vou aceitar... Sem romance.

Tudo bem, vou embora.

� isso? N�o vai convidar ningu�m?

Pelo amor de Deus, Ricky, vou com voc�.

Tudo bem?

Acho que ele se afogou.

Tenho um encontro!

-N�o conte ao mundo inteiro. -Tenho um encontro.

Tudo bem, Julio?

Sim.

N�o acredito naquele canalha.

Por que ele est� sentado l�?

-Ainda n�o entendo... -Querido,

-n�o tem que entender nada. -Tudo bem.

-Vejo que est� naqueles dias. -N�o seja idiota, Ricardo.

N�o entendo por que convidou esse beb�, Gaby.

Vamos.

Voc� � um g�nio.

Est� morto.

� sempre um prazer estar aqui.

Minha melhor institui��o.

Um registro quase infal�vel.

Quase.

Porque, com essas criaturas, nunca se sabe.

Claramente percebe como essas crian�as podem ser perigosas.

N�o pareciam t�o perigosas esta noite, Irm�.

Gostaria de pensar que este cavalheiro aqui

tem tudo sob controle.

Ele at� os deixou sentar juntos no jantar de natal.

� muita considera��o sua, Julio.

N�o imagino quem iria querer sair daqui.

O que acha que aconteceu com os que fugiram?

Foram encontrados?

-N�o, senhor. -Que pena.

E aqui, com esse clima, no meio do nada...

S� Deus sabe o que aquelas almas perdidas enfrentaram.

Do fundo do meu cora��o,

espero que tenham conseguido encontrar o caminho de casa.

Meia hora. Nem um segundo a mais.

Nos encontramos no dormit�rio.

Cavalheiros...

Cada um por si.

Ah...

Feliz Natal.

Ei.

Voc�!

Meu seios est�o crescendo.

D�i muito.

Sabe...

Caso...

Voc�...

Achei que n�o viria.

N�o posso ficar por muito tempo.

O que encontrou?

Para onde aquela porta levava?

Esque�a.

Foi idiota.

N�o h� sa�da.

Era um dep�sito.

Qual � o problema?

Nada.

� s� que...

N�o quero mais ficar aqui.

Mas n�o pode ficar aqui para sempre, n�o �?

Acho que n�o.

Sabe o que pode fazer?

Pode pensar em um lugar l� fora...

Um lugar bonito.

Simples.

Pense em um lugar aonde queira ir.

Aonde quer ir?

Por que est� me olhando assim?

� melhor se apressar. Os trens est�o quase cheios.

Ent�o...

Gostaria de viajar at� o Extremo Oriente?

Se quiser, temos uma �ltima passagem

para a cidade do amor.

Paris.

Ent�o...

-Aonde quer ir? -N�o sei.

E voc�?

Eu?

Estou bem aqui com voc�.

� o suficiente, Irm�.

N�o incomode o supervisor com as suas coisas de Deus.

Ele � um homem institucional.

Acredite ou n�o, sou muito crente,

e acredito no Todo-Poderoso que castiga aqueles

que n�o seguem suas regras.

Claro. Tamb�m temos regras neste lugar.

As regras s�o seguidas, mas n�o � precisamente

o lugar de onde Deus se orgulha mais, senhor supervisor.

Ainda assim, os fins justificam os meios.

Irm�, por que n�o traz aquele garoto, Alex.

Quero mostrar ao supervisor seu enorme avan�o.

Ver� que, mesmo sendo relativamente novo,

conseguiu aprender bem r�pido

que aqui tamb�m temos regras.

Sinto muito, Patinho.

Achou que eu n�o gostava mais de voc�?

Voc� sempre me amar�. Entendeu?

Talvez.

Pode ser.

O qu�?

...ent�o, o tio dele entrou e o pegou

beijando a filha dele, a filha do tio.

A prima dele!

Estava beijando a prima.

O tio quebrou os dentes dele.

Assim, com um �nico soco.

N�o est� com frio?

Um pouco.

Siga o fluxo.

N�o dev�amos estar fazendo isso.

-Tenho que ir. -Ei, n�o v�.

Nada vai acontecer com voc�.

N�o o conhece.

O supervisor ir� embora e...

Tenho que sair daqui.

Tenho que te contar um segredo.

5ubr1P P1X

Vamos, levante-se.

Por que est� dormindo vestido?

Onde conseguiu isso?

Achei no p�tio.

Venha comigo.

-� tudo, Irm�s. Boa noite. -Boa noite.

Se aproxime.

O supervisor quer te conhecer.

Alex, n�o �?

Como se sentiu nos �ltimos dias, filho?

N�o olhe para mim, o supervisor est� falando com voc�.

Bem, senhor.

Tem reclama��es?

Algo que gostaria de compartilhar comigo?

N�o olhe para ele.

Sinta-se � vontade.

Nada, senhor.

Ele parece um bom garoto.

-Voc� � um bom garoto? -Ele est� no caminho, senhor.

Disso temos certeza. N�o � mesmo?

No entanto, este garoto n�o � t�o inocente quanto parece.

Tem uma ficha muito interessante.

Subvers�o, problemas com autoridade.

Pegar coisas que n�o pertencem a ele.

-Um ladr�o? -Nunca roubei nada, senhor.

Ladr�o e mentiroso, n�o deixe ele te enganar.

Sua pobre m�e n�o conseguia parar de chorar quando o trouxe.

Ele � perigoso e culpado de um crime terr�vel.

Sem qualquer discernimento ou consci�ncia,

pegou o carro do pai e atropelou uma garota de cinco anos.

Foi um acidente.

Se n�o fosse pelo servi�o de emerg�ncia logo na esquina,

o pai tamb�m teria morrido.

N�o � mesmo, Alex?

E ele nem se arrepende.

Nunca devemos esquecer o que esta crian�a realmente �.

Mantenha a m�quina em funcionamento.

Foi um prazer.

Foi uma verdadeira honra t�-lo aqui esta noite, Sr. Supervisor.

N�o suporto a visita desses nojentos!

Achei isso na cama do garoto.

Todas. Levantem-se.

Est�o surdas? Levantem.

O que precisam � de um banho frio.

Acham que sou burro?

Acham que sou um imbecil.

Rebeli�o? N�o.

N�o � s� uma rebeli�o...

� trai��o.

Trai��o contra tudo que estamos tentando fazer por voc�s.

Trai��o contra tudo que seguimos.

Quem disse que podiam sentar com as garotas durante o jantar?

Quem teve a brilhante ideia?

Quem � o traidor?

Quem foi?

N�o sei.

Me diga, n�o devia ser um dedo-duro?

N�o � um dedo-duro imundo?

N�o saiu de um esgoto nojento?

Sempre tentando fazer algo para ficar melhor que os outros?

� custa da pele deles. Sua pr�pria ra�a.

Seu dedo-duro imundo!

N�o v�o me dizer?

N�o?

Nada?

Voc� n�o tem a m�nima inten��o de mudar.

Seu in�til.

Sua m�e estava certa.

Contou aos seus amigos que sua m�e tamb�m achava

que voc� era in�til?

Que ela veio aqui e te abandonou?

Meu pai vai vir...

O que disse?

O que disse?

Um dia meu pai vir� e dar� um jeito em voc�.

N�o.

N�o. Seu pai n�o vir�.

Sabe por qu�?

Porque ele tamb�m te abandonou.

E sabe por qu�? Porque voc� � um lixo in�til!

Ele estava certo. Eu teria feito o mesmo.

Est� destinado a ser in�til. Vire-se.

Agora!

Fui eu.

Solte o cinto.

Disse que fui eu...

Vou te contar um segredo.

Sempre soube que era voc�.

Espero que tenha se divertido com ela.

Agora vou contar a ela o que voc� realmente �.

Um assassino.

Seus colegas te tra�ram.

Vou dizer a voc�s o que vamos fazer.

V�o puni-los como traidores...

Fa�am uma fila.

Se n�o baterem neles como traidores,

isso tamb�m os torna traidores.

E ser�o tratados como traidores.

Sinto muito.

Est� bem?

-Est� bem? -Sim.

Isabel enviou isso.

Enquanto estava na enfermaria.

N�o v� v�-la.

Pelo menos at� as coisas esfriarem.

Esque�a.

Ele vai fazer o que quiser.

Quer que batam nele at� a morte.

Preciso te ver. N�o h� tempo.

O que est� fazendo?

Entre.

Acho que deixou cair algo.

Sim?

Sabe que isso � muito valioso para mim.

O que vou fazer com voc�?

Quando te fa�o uma pergunta, espero uma resposta.

Ent�o...

Me diga...

O que vou fazer com voc�?

Me punir?

Sabe que isso � para o seu pr�prio bem.

Esse garoto n�o � bom para voc�.

� muito perigoso,

e se ele continuar assim,

nunca vai sair daqui. Nunca.

Porque ele gosta de pegar coisas que n�o s�o dele.

E se tem uma coisa que n�o gostamos,

� de ladr�es.

Voc� gosta de ladr�es?

Ela sumiu. N�o est� na cama dela.

-Quem sumiu? Fale com clareza. -Isabel.

Eu o segui, ele estava l� antes de eu chegar,

ela n�o estava na cama.

Onde ela est�?

Onde ela est�, merda?

Vou te fazer falar.

Acorde as irm�s. Diga a elas para alertar os guardas.

Sua hora chegou, filho,

e n�o h� nada que possa fazer quanto a isso.

S� Deus sabe por que ele faz as coisas e nos coloca no mesmo caminho.

Onde ela est�, merda?

Onde ela est�?

N�o vai falar?

Vou te fazer falar.

Levante-se.

Disse para se levantar!

O que est� esperando?

Onde ela est�?

Me diga.

Isabel!

Isabel!

Isabel!

� mais dif�cil com a chuva.

Por causa da grama molhada.

Encontre-a.

At� onde acha que ela chegou?

N�o sei.

Espero que muito longe.

Te garanto que ningu�m veio por aqui.

N�o me garanta nada.

Est� dizendo que ela desapareceu do nada?

Que ela desapareceu como um coelho em uma cartola?

Nojentos.

Senhor, temos que ir embora.

N�o h� nada mais que possamos fazer aqui.

Preencheremos um relat�rio de pessoa desaparecida.

Vamos mant�-lo informado.

Ave Maria, cheia de gra�a,

o Senhor � convosco. bendita sois v�s entre as mulheres,

e bendito � o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, M�e de Deus rogai por n�s pecadores,

agora e na hora da nossa morte. Am�m.

Em nome do Pai, o Filho e o Esp�rito Santo.

Alex.

Sabe?

�s vezes a vida pode parecer bem insignificante.

Mas o que acontece quando reduz um homem

aos seus instintos mais b�sicos?

Vida e morte.

� quando nos sentimos realmente vivos.

Quando temos que implorar por mais um dia

no para�so do Senhor.

Por exemplo. V� a barata perto do meu p�?

Bem, n�o importa.

O que aconteceu?

Viu?

Nada aconteceu.

Se eu desse �quele inseto mais um dia de vida,

algo no curso do mundo teria mudado? N�o.

Talvez para ele. Mas n�o para a hist�ria da humanidade

Nunca te contei o fim da hist�ria de Hannibal.

Quer saber como a hist�ria termina?

Ele atravessa os Alpes,

batalha muito bem, e, quando estava quase vencendo,

o imp�rio se cansou de sua insol�ncia

e o esmagou com todo seu esplendor e poder,

reduzindo-o ao tamanho de uma barata in�til.

Roma prevaleceu.

Agora me vejo com a mesma quest�o.

O que vou fazer com voc�?

Vou te perguntar mais uma vez.

Onde ela est�?

Por favor...

Como ela saiu?

O que ela te disse?

N�o sei.

Por favor...

Vamos esquecer tudo o que aconteceu.

Espero que se esforce um pouco mais desta vez.

O que fizeram com voc�?

Quer o meu biscoito?

N�o, obrigado.

Entre.

Aproxime-se, filho.

Vejo que est� passando por momentos dif�ceis.

Tamb�m passei por alguns.

Mas s�o essas �pocas que definem um homem.

Acho que seria �til

se voc� estivesse mais pr�ximo de mim nesses momentos.

Cumprindo algumas responsabilidades.

O que ele est� fazendo?

O que ele est� fazendo?

� um maldito dedo-duro, � o que est� fazendo.

Posso me sentar?

Sabe...

Estava imaginando, s� pensando...

Acho que sei o que quero fazer quando sair daqui.

N�o sei, algo relacionado � avia��o.

Estar no ar,

cortando o vento l� em cima.

O que acha?

Talvez...

Te verei naquela moto por cima.

Que tal darmos um passeio?

N�o tenho aonde ir.

Nem eu.

Mas qualquer lugar � melhor que aqui.

Me escute.

H� uma sa�da,

se ela a encontrou, tamb�m conseguimos.

� agora ou nunca.

� a nossa chance.

Esque�a. Nunca iremos a lugar algum.

Entre.

Deixe a�.

O que � isso?

Quantas vezes tenho que dizer a eles?

O que tenho que fazer para minhas camisas sejam bem passadas?

Acha que � pedir muito?

Amanh� v�o ver.

Pode ir dormir. Boa noite.

O que est� fazendo?

Dois...

Tr�s...

Quatro.

O qu�?

H� outro andar abaixo. Eu o ouvi andando.

Do que est� falando?

Era ele.

O som do cano. Era ele.

Ele pisou no meu rosto, sua bota estava cheia de lama.

Precisamos descobrir o que est� havendo.

N�o fa�o ideia do que est� falando, mas...

Sabia que n�o era um dedo-duro.

Volte ao seu quarto.

O que est� fazendo?

-Desligue isso. -N�o consigo.

O qu�?

Olhe.

Alex?

O que est� acontecendo? Achei que �ramos amigos.

Coloque de volta. � uma pe�a muito cara.

-O que fez com ela? -Com quem?

Isabel.

N�o fa�o ideia do que est� falando.

Ela nunca escapou.

Por que n�o quer mudar, filho?

Tudo estava indo bem at� voc� come�ar a ter ideias,

e se tornar outra pessoa. Sem mais nem menos.

Por que n�o se senta e me diz o que est� acontecendo?

Todas as garotas tinham o mesmo broche.

Elas n�o fugiram. Voc� as matou!

Sabe?

� uma pena que ningu�m se importe.

A sua verdade � insignificante para o mundo.

Afinal de contas, quem vai acreditar em um criminoso.

De todo modo, todos estamos muito orgulhosos de voc�, bravo!

O garoto era muito inteligente, � uma pena que ele n�o mudava

e fugiu.

S� Deus sabe o que aconteceu com aquele pobre garoto,

nesse tempo, nessa �poca do ano.

-Pare com isso! -Pegue as chaves!

Pegue as garotas!

Acordem! Temos que ir!

R�pido. Acordem.

O que est� fazendo aqui?

O que est� acontecendo?

-Me ajude a acordar as outras. -O que est� acontecendo?

N�o h� tempo, temos que ir, r�pido.

E o George?

Vamos encontr�-lo no p�tio.

-Ningu�m vai a lugar algum. -N�o sabe o que est� acontecendo.

Est�o a�?

Sei que podem me ouvir, ent�o prestem aten��o.

Alex est� passando por algo chamado ataque de paranoia.

Tem uma doen�a que n�o pode distinguir o que � real ou n�o.

N�o escutem a ele.

Elas nunca sairam daqui, n�o fugiram.

T�m que entender...

Se n�o for tratado urgentemente,

isso pode ficar muito pior,

e colocar suas vidas em perigo.

N�o � mesmo, Alex?

V� em frente, diga a eles que est�o a� com um assassino.

Diga a eles que matou uma menininha de cinco anos de idade.

� verdade...

Agora, algu�m fa�a o favor de pegar a chave e abrir a porta.

Foi um acidente.

Ele est� mentindo. N�o foi um acidente.

-Cale a boca! -Voc� a matou!

N�o acreditem nele, est� doente.

� um dedo-duro!

As pessoas est�o entrando em p�nico. Algu�m pegue a merda da chave

e abra a maldita porta!

Ele as matou!

Matou a Isabel!

Est� delirando! Algu�m abra esta porta!

Prometo n�o puni-los.

Vou dar a voc�s tr�s segundos

para abrir esta porta.

Um.

Dois.

Tr�s!

Garotas, saiam! Agora!

Me d� a chave! Temos que abrir o port�o!

A chave!

R�pido!

L� em baixo.

Precisamos seguir os canos.

-V�o por ali. -Sozinhos?

Gritem se o encontrarem.

N�o tem nada aqui.

Espere. Tem algo aqui.

� voc�, Patinho?

Vou comer as suas entranhas.

Sei que est� a�.

Posso sentir o seu cheiro.

Sabe do que tem cheiro?

Tem cheiro de pato!

Onde est�, Patinho?

Onde est�?

Qu�-qu�.

Onde est�, Pato?

� horr�vel!

Odeio o som que sai da sua boca.

Qu�-qu�.

Voc� n�o passa de um pato nojento.

Odeio seu maldito odor.

Deixe ele em paz.

O que voc� vai fazer?

N�o vai fazer nada.

Sabe por qu�?

Porque � um covarde.

Vou te dar um conselho, filho.

Se for me atacar,

n�o me deixe levantar,

porque se eu levantar, voc� est� morto.

N�o!

Corra.

Abra a porta!

Abra!

Alex!

Vamos brincar no bosque Enquanto seu lobo est� l�

Se o lobo aparecer

Ele vai nos comer

Seu lobo est�?

Subrip e Sincronia: Pix

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.