All language subtitles for Nero A Meta S01E01

af Afrikaans
ak Akan
sq Albanian
am Amharic
ar Arabic
hy Armenian
az Azerbaijani
eu Basque
be Belarusian
bem Bemba
bn Bengali
bh Bihari
bs Bosnian
br Breton
bg Bulgarian
km Cambodian
ca Catalan
ceb Cebuano
chr Cherokee
ny Chichewa
zh-CN Chinese (Simplified)
zh-TW Chinese (Traditional)
co Corsican
hr Croatian
cs Czech
da Danish
nl Dutch
en English Download
eo Esperanto
et Estonian
ee Ewe
fo Faroese
tl Filipino
fi Finnish
fr French
fy Frisian
gaa Ga
gl Galician
ka Georgian
de German
el Greek
gn Guarani
gu Gujarati
ht Haitian Creole
ha Hausa
haw Hawaiian
iw Hebrew
hi Hindi
hmn Hmong
hu Hungarian
is Icelandic
ig Igbo
id Indonesian
ia Interlingua
ga Irish
it Italian Download
ja Japanese
jw Javanese
kn Kannada
kk Kazakh
rw Kinyarwanda
rn Kirundi
kg Kongo
ko Korean
kri Krio (Sierra Leone)
ku Kurdish
ckb Kurdish (Soranî)
ky Kyrgyz
lo Laothian
la Latin
lv Latvian
ln Lingala
lt Lithuanian
loz Lozi
lg Luganda
ach Luo
lb Luxembourgish
mk Macedonian
mg Malagasy
ms Malay
ml Malayalam
mt Maltese
mi Maori
mr Marathi
mfe Mauritian Creole
mo Moldavian
mn Mongolian
my Myanmar (Burmese)
sr-ME Montenegrin
ne Nepali
pcm Nigerian Pidgin
nso Northern Sotho
no Norwegian
nn Norwegian (Nynorsk)
oc Occitan
or Oriya
om Oromo
ps Pashto
fa Persian
pl Polish
pt-BR Portuguese (Brazil)
pt Portuguese (Portugal)
pa Punjabi
qu Quechua
ro Romanian
rm Romansh
nyn Runyakitara
ru Russian
sm Samoan
gd Scots Gaelic
sr Serbian
sh Serbo-Croatian
st Sesotho
tn Setswana
crs Seychellois Creole
sn Shona
sd Sindhi
si Sinhalese
sk Slovak
sl Slovenian
so Somali
es Spanish
es-419 Spanish (Latin American)
su Sundanese
sw Swahili
sv Swedish
tg Tajik
ta Tamil
tt Tatar
te Telugu
th Thai
ti Tigrinya
to Tonga
lua Tshiluba
tum Tumbuka
tr Turkish
tk Turkmen
tw Twi
ug Uighur
uk Ukrainian
ur Urdu
uz Uzbek
vi Vietnamese
cy Welsh
wo Wolof
xh Xhosa
yi Yiddish
yo Yoruba
zu Zulu

Original subtitles

UMA S�RIE ORIGINAL NETFLIX

Alba?

-Bem-vindo de volta, amor. -Oi.

Que surpresa.

S� tenho 15 minutos.

LIVROS DA FACULDADE

"Voc� prometeu que iria caminhar."

AS APAR�NCIAS ENGANAM: PARTE 1

Bom dia!

Bom dia.

Franco adiou a partida. Eu te ligo.

Est� bem.

Eu sonhei que voc� me esperava na praia,

mas eu n�o achava. O que significa?

Que no pr�ximo sonho eu terei que ir te pegar e levar � praia.

-Eu te ligo. -Tchau.

-Voc� comprou o jornal? -Claro.

-Que cheiro de morango � esse? -� o xampu da Alba.

A �nica coisa n�o empacotada ainda.

Que pena.

Voc� est� maluco?

Olhe por onde anda!

Desculpe...

Voc� vai embora assim?

Que babaca!

Ei!

Isso � jeito de estacionar?

Alba � adulta. Ela tem sua vida, um sal�rio, e eu estou feliz.

Claro, d� para ver que est� feliz. Euf�rico.

-N�o zombe de mim. -Est� brincando?

N�o sei o que fazer com o apartamento. � grande para mim.

-Vou ligar a sirene. O qu�? -Espere.

-Encoste. -Por qu�?

Di Giacomo?

Sumam!

Saia da frente!

Chamem a pol�cia!

Muzo, o que est� fazendo? Pare-o!

Afastem-se!

N�o cheguem perto.

N�o cheguem perto!

C�us...

Afastem-se.

-Cheguei. -N�o, nem vista.

Tem um corpo no Mercado Esquiline. V� at� l�.

Sozinha?

Sim, sozinha.

J� avisei ao promotor que vai por mim.

Acharam estes restos mortais em Torrevecchia. Parece que h� mais.

-Voc� d� conta disso? -Sim.

�timo. Ent�o siga o protocolo e n�o d� respostas precipitadas.

Fale o menos poss�vel.

Por favor, n�o arru�ne hip�teses para apoiar a tese do seu pai.

-Tudo bem. -D� lembran�as a ele.

-Tchau. -Tchau.

-Bom dia. -Oi.

Como foi isso?

-Sim? -Bom dia. Sou a legista.

-Por favor. -Obrigada.

Muzo, n�o estou ouvindo. Voc� disse "D"?

-"D" de Delta, "C" de Charlie, 5125S. -Certo.

Um furg�o refrigerado.

Voc� quer que eu te ligue, ou espera na linha?

Eu espero.

N�o havia nada com ele. Nem identidade, nem telefone.

Digitais n�o est�o fichadas.

Maravilha.

Voc� pegou direito a placa?

Muzo anotou.

Eu estava atr�s do negro,

que vou achar, porque tenho pend�ncias com ele.

Eu soube.

Enquanto d� uma de Vingador, pegue o branco tamb�m,

eu me aposento feliz.

-Claro. -Que bom.

O furg�o est� em nome de Manlio Di Giacomo.

Ele devia estar dirigindo. Tem ficha por roubo.

Mandei os detalhes para as unidades.

Boa, Muzo. Boa iniciativa.

Vou pedir que voc� ganhe uma medalha.

Vejo voc�s na delegacia.

Ele est� bravo?

Claro. Voc� o deixou escapar pelos dedos.

E voc�?

Eu o subestimei.

Eu o sobrevalorizei.

Pode me explicar tudo depois.

Cinzia?

Voc� pode aliviar as regras para mim?

Essa � minha especialidade. O que foi?

Tem uma senhora l� fora. Est� l� desde as 6h

para denunciar o sumi�o do marido, mas a mandaram de volta.

Talvez ainda n�o tenha 48 horas.

Por isso eu pedi para aliviar as regras.

Ela est� preocupada.

Esta manh� era o casamento do sobrinho em Palermo,

ele n�o chegou em casa ontem.

Ela contou a vida toda?

Vamos l�! Eu fiquei com pena.

Cantabella, voc� deveria ter sido padre, n�o policial.

Um padre? Eu?

Sim, um padre.

Vamos pegar o depoimento dela?

N�o pegamos depoimentos.

N�s n�o fazemos o trabalho dos outros.

Eu sei! Mas ela disse que n�o vai embora at� a ouvirmos.

-Vou pegar um caf�. -N�o, fique aqui. Eu pego.

Descafeinado. Porque...

E ent�o?

Di Castro n�o quer que eu fa�a suposi��es s� para agradar voc�.

-Eu acabei aqui. -Obrigada, doutora.

Mas ela mandou voc� sozinha pela primeira vez.

-Sim. -Parab�ns.

Eu n�o direi uma palavra, juro.

O corpo ficou por muito tempo a 20 negativos.

� imposs�vel estabelecer a hora da morte.

A causa... N�o posso arriscar.

Ele n�o morreu pelo tiro na cabe�a?

Os dedos est�o machucados.

-Ele tentou fugir. -O que voc� disse antes?

-"N�o direi uma palavra." -Tem raz�o, mas foi isso.

Sim. Para mim, ele foi colocado no furg�o ainda vivo.

-Mas voc� n�o ouviu isso de mim. -N�o.

Ap�s a aut�psia, serei mais precisa.

-Tchau. -Tchau.

Ah!

N�o vou jantar em casa. Riccardo voltou.

Eu sei. Ainda estava escuro quando voc� saiu hoje.

-Mas vou dormir em casa. -Pelo menos.

Tchau.

-Sra. Rettori? -Sim.

-Venha comigo. -Sim.

Espere.

-N�o. -Achou alguma coisa?

N�o sei. Acho que ele n�o tem ficha.

Tamb�m n�o consigo focar nele.

N�o dever�amos ficar com Di Giacomo? O corpo estava no furg�o dele.

Eles trabalham juntos: eu fico com o negro, voc� com Di Giacomo.

Ele n�o tem nem um telefone em seu nome.

N�o consigo entender como o deixou escapar.

-Eu n�o deixei. -Voc� nem se mexeu.

Eu acho que fui bobo. E ele foi mais r�pido.

Meu marido se chama Quintino Rettori e ele est� sumido desde ontem.

Ele ligou pelas 19h

para dizer que estava atrasado e n�o ia jantar.

Fiquei chateada porque o jantar estava pronto.

Voc�s brigaram?

Foi uma discuss�o normal.

-Isso acontece sempre? -O que, a discuss�o?

N�o, que ele n�o vai jantar.

N�o.

Ele n�o tem uma amante.

Esta manh� eu vi o carro dele na porta.

Pensei que ele estava doente. Mas o escrit�rio estava aberto,

o casaco dele estava na cadeira, mas ele n�o estava.

-Voc� tem uma foto dele? -Sim, claro, desculpe.

� de meses atr�s. O cabelo est� mais curto agora.

Com que seu marido trabalha?

Ele vende comida congelada no atacado,

mas estamos vendendo a licen�a porque as coisas n�o v�o bem.

Voc� j� viu este homem?

Sim, � o Di Giacomo,

ele est� ajudando meu marido a vender o estoque.

O que ele fez?

Sabe se eles discutiram recentemente?

N�o sei. Acho que n�o.

Voc� est� me escondendo algo?

Vou fazer c�pias desta foto. Est� bem?

A esposa denunciou o desaparecimento.

Pode n�o estar envolvido, mas Di Giacomo trabalha para ele.

Ele est� envolvido. Onde est� a senhora?

Bom dia. Sou o Inspetor Guerrieri.

Eu tenho m�s not�cias.

Infelizmente seu marido est� morto.

Nessas horas eu queria ter um trabalho diferente.

Pode lev�-lo.

"N�o pude parar, mas agora sei onde encontrar voc�."

Ent�o, segundo a esposa do Rettori, Di Giacomo foi trabalhar

para eles como motorista h� dois meses.

Depois comprou um furg�o, pagou em dinheiro.

-Era o disfarce para o tr�fico. -� prov�vel.

-Novidades sobre ele? -Ele sumiu.

Os vizinhos dizem que n�o o veem h� meses.

O celular do Rettori?

Ainda n�o foi encontrado.

Pode ter se perdido no furg�o.

Se o localizarmos, mataremos dois coelhos.

Claro. Duvido que haja sinal dentro do furg�o refrigerado.

Vamos tentar.

Cinzia, puxe os registros do telefone do Rettori

e das torres usadas.

Certo. Mas...

Primeiro, Emma e eu precisamos fazer xixi.

Licen�a.

Acorde!

Vamos verificar as finan�as e bens do Rettori e fam�lia.

Profundamente.

Outra coisa, eu vi que h� muitos apoios de p�s por aqui.

Coloque um sob a mesa da Repola. Ela fica muito sentada.

As pernas v�o inchar.

Est� bem.

-Entre, por favor. -Obrigado.

Obrigado por vir at� aqui.

Sem problemas.

Na verdade, h� um problema.

-Gemma, pode nos dar licen�a? -O que foi?

� um homem negro.

E?

Olhos, nariz, boca... Eles tamb�m t�m.

Claro, mas para mim s�o todos parecidos.

Eu sei. Quando se trata de estrangeiros,

voc� pensa na ra�a e � s� o que voc� v�.

Est� me chamando de racista?

Mesmo se voc� fosse, est� em boa companhia.

Vamos l�.

Mais curto? Voc� se lembra?

-E isto... Este aqui. -Sim.

� ele.

Eu nunca o vi. Quem �?

� um cara que tem algo a ver com este cara.

Nunca vi esse tamb�m.

� a regi�o do Mercado Geral.

L� est� cheio de crian�as eg�pcias.

Eles pegam menos e negociam melhor que adultos.

Desta vez h� um morto, e eu tenho quest�es pessoais com o negro.

Ent�o, ande.

Sim, senhor!

Por que aquele garoto n�o foi � escola?

Ele n�o quis ir hoje. E eu n�o quis for��-lo.

Continue assim, e v�o tir�-lo de voc�.

Com voc� perto, eu me sinto segura.

Lembre-se, eu disse para voc� andar.

-Sim. -Sim.

Jacopo, sabe dizer qual destes carros � mais r�pido?

-O preto. -O preto?

Muito bem.

Tchau, garoto. At� mais.

Por que n�o viemos morar aqui?

Na casa dos seus pais? Se seu marido concorda...

Ou agora que Alba est� saindo, posso ir morar com voc�.

Certo.

Esquece. Nada de mudan�as. Mas Franco vai embora em dois dias.

-Posso dormir na sua casa? -E se ele chamar e voc� n�o estiver?

N�o sei... Eu inventarei algo.

-Nove anos de mentiras... -Exatamente.

N�s j� arriscamos demais.

-Oi, boa noite. -Boa noite.

Voc� � aconchegante.

Voc� me ama?

Cristina...

Voc� sabe que me interrogar ap�s o sexo,

me faz querer fugir.

Eu s� perguntei se voc� me ama, n�o se voc� quer casar.

Como eu poderia? Voc� j� � casada.

Ali�s, vamos embora.

Se Franco chega em casa e voc� n�o est�, ele pode chamar a pol�cia.

Ele vai me ligar.

Cinco minutos, vamos. Cinco minutos.

Sim, mas cinco minutos de descanso.

N�o.

Eu n�o aguento mais.

-Vamos. -O que foi?

Nada.

Oi! Obrigada.

-Como � mesmo seu nome? -Eu ainda n�o disse.

Sa�de.

N�o adianta apagar a luz.

Sei que est� acordado.

Levante. Vamos tomar um ch�.

Estou dormindo h� horas.

Sim, eu sei.

Acho que voc� est� sempre me esperando.

Na quinta-feira, Riccardo vem me ajudar com as �ltimas caixas.

Ent�o, terei me mudado de vez.

Muito bem.

Voc� n�o se importa?

De levar as caixas embora? Um pouco. Fiquei apegado a elas.

Pare de se preocupar. Eu me sinto velho.

N�o venda o apartamento. Se Riccardo me largar, para onde irei?

N�o sei. Para uma pens�o, debaixo da ponte.

Claro. Bobo!

Hoje pensei ter visto a mam�e.

Eu sei bem que era imposs�vel, mas...

Por um momento, pensei mesmo que fosse ela.

Talvez Riccardo esteja certo. � um absurdo voc� n�o ter retomado a vida.

Riccardo � um �timo rapaz, com um cabelo lindo,

mas, �s vezes, ele fala besteiras.

Minha vida est� bem como est�.

� de verbena?

Eu odeio verbena.

-Por qu�? -N�o sei. Gosto de passiflora.

Voc� deixou cair um papel.

Quem � ele?

Um suspeito do assassinato do Rettori.

E, cedo ou tarde, eu vou prend�-lo.

N�O PUDE PARAR, MAS AGORA SEI ONDE ENCONTRAR VOC�

-Podemos? -Claro.

Os registros do celular do Rettori.

Na �ltima semana ele ligou muito para dois n�meros,

um � da esposa... Nada de estranho a�.

...o outro � um telefone em nome dele mesmo.

Um telefone de trabalho.

N�o, o contrato � em seu nome.

� um cart�o SIM, ativo h� uma semana.

Temos o mapa das torres usadas?

Ainda n�o.

A esposa do Rettori n�o falou de dois telefones.

Ela n�o sabia.

Ela administra a empresa.

Se ele tivesse um contrato comercial, ela teria visto.

Ent�o, uma amante?

O que voc� acha? Era escondido.

Voc� sempre v� as coisas ao seu crit�rio.

N�o � meu crit�rio, � da vida, Muzo.

-Na verdade, costuma ser seu crit�rio. -� mesmo?

Acho que Rettori precisava mais de dinheiro que de amor.

E aquele podia ser o telefone para falar com Di Giacomo.

Estas s�o chamadas feitas.

Sim, foi o Rettori que ligou.

S�o todas curtas, 12 segundos, 22, 17...

O suficiente para dizer: "Eu amo voc�. Estou com saudade."

Claro. Ou "A coisa chegou? Quanto eu faturei?

D� a minha parte, ou vou � pol�cia."

Ent�o, Di Giacomo acertou na cabe�a dele, depois o trancou no furg�o.

Voc� viu o Ahmed?

Ahmed?

Voc� j� viu este cara?

Eu n�o o conhe�o. Voc�s conhecem?

-Eu tamb�m n�o. -Obrigado. Tchau.

Angelo?

Oi.

-Estas s�o as digitais de que falei. -Certo.

Quando consegue me dar uma resposta?

Em breve. Eu ligo quando acabar.

-Obrigada. -De nada.

-E a�? -Duas coisas.

A primeira, esta manh� Jacopo foi para escola.

Muito bem.

A segunda, eu sei para onde o homem negro est� indo.

Como � que as pessoas trabalham? Como � poss�vel?

Se algu�m acha uns ossos,

e v� que eles n�o s�o de c�es,

ele n�o pode parar a escavadora e esperar pela per�cia?

Eu acabei com Rettori. Se precisar de ajuda...

Eu preciso de paci�ncia.

Eu pensava que ia trabalhar em um esqueleto,

n�o montar um quebra-cabe�as de 80 mil pe�as.

� o seu relat�rio?

Sim.

Voc� acrescentou algo mais?

N�o, mas voc� pode olhar.

N�o, n�o precisa.

-�timo. Vou deix�-lo na sua mesa. -Certo.

Al�?

Sim, al�. Eu queria saber se voc� tem novidades sobre as digitais?

N�o tive acesso aos dados.

O que isso quer dizer?

As digitais s�o de uma pessoa fichada.

-Ent�o, n�o posso ajudar voc�. -Por qu�?

Porque � uma investiga��o confidencial. Lamento.

Inspetor Carlo Guerrieri. N�o posso atender. Deixe seu recado.

Pai? Estou no trabalho.

Preciso contar uma coisa importante que deveria ter dito antes, mas...

Eu n�o sabia. Ligue assim que puder.

Carlo, o que foi?

Achei o furg�o.

-Onde? -Acabei de mandar a localiza��o.

-Vou organizar uma unidade e vou a�. -Sim.

E o negro tamb�m.

Ande logo.

Di Giacomo!

Di Giacomo!

Eu acharei um esconderijo seguro para voc� e cuido do resto.

Estou bem aqui.

E as drogas?

Eu fico com elas. Diga a eles que podem confiar em mim.

O que voc� quer em troca?

Metade. Vai valer a pena.

Voc� est� queimado. V�o substituir voc� sem hesitar.

Melhor eu que outra pessoa.

Merda!

Pare! N�o se mova.

Voc� tamb�m.

R�pido!

Vai!

Andem, rapazes!

Tire os p�s de mim e ligarei para meu chefe na Antidrogas!

Que diabos ele est� falando?

Leve-o para dentro. R�pido.

R�pido, vamos!

Inspetor Malik Soprani.

Diga a ele que voc� estragou meu disfarce.

Como � que voc� nem pensou em nos avisar?

Bastava voc� falar com o respons�vel da investiga��o.

Ele teria me contado e ter�amos suspendido a busca.

Eu n�o pensei nisso, desculpe.

Eu estava prestes a fechar o caso. S� pensei nisso.

Ou voc� achou que aqueles quatro idiotas

da Esta��o Monti n�o o pegariam. Mas...

Por que eu acharia isso?

Voc� certamente n�o estava pensando como ficamos ocupados aqui

quando se trata de retaliar.

N�o fale assim.

Eu n�o sabia que ele era um colega e eu n�o podia deix�-lo fugir.

Enfim... Sem ressentimentos?

-Vou interrogar Di Giacomo. -N�s vamos.

Como assim?

V�o interrog�-lo juntos.

N�o crie uma confus�o por isso.

N�o � isso, mas precisamos falar disso.

Soprani, tem uma enfermaria aqui. V� cuidar do seu ferimento.

Adeus.

� um caso de homic�dio. Ele � da Antidrogas. N�o � jurisdi��o dele.

Parte da investiga��o diz respeito � Antidrogas. N�o podemos exclu�-lo.

Eu farei o interrogat�rio. Se algo aparecer, eu digo a ele.

Eu me aposento em dez dias. N�o quero chegar l� com uma �lcera. Obrigado.

Est� bem.

Este � o celular do Di Giacomo.

Nada. O segundo cart�o SIM que est�vamos procurando n�o est� aqui.

Ponto para mim.

N�o cante vit�ria. Primeiro temos que achar a amante.

Certo, eu vou pedir os registros. E o do Rettori?

Estava no furg�o. Est� com a per�cia.

Vamos esperar que funcione, com todo aquele frio.

N�o pode entrar aqui.

Para fazer uma den�ncia, direita. Para pedido de resid�ncia, suba.

N�s j� o prendemos por engano.

Ele � um colega. Dos bons! Dos melhores da turma.

-Cantabella, quer casar com ele? -Estava contando quem ele �.

Ent�o...

Ele � o Inspetor Soprani.

E ele vai trabalhar neste caso conosco.

Malik. Prazer em conhec�-la.

S� neste caso, n�o se preocupe.

Parab�ns.

Eu acharei um esconderijo seguro para voc� e cuido do resto.

E as drogas?

Eu fico com elas.

Diga a eles que podem confiar em mim.

-O que voc� quer em troca? -Metade. Vai valer a pena.

Est� queimado. V�o substitu�-lo sem hesitar.

Melhor eu que outra pessoa.

Ainda vai dizer que nos conhecemos por acaso?

� melhor voc� confessar.

Ent�o nos explique por que matou Rettori.

Eu mataria algu�m e levaria para o mercado?

Se voc� queria faz�-lo sumir, por que n�o?

Por qu�?

-Qual seria o meu motivo? -Conte voc�.

Eu s� posso arriscar um palpite.

Ele pegou voc� escondendo drogas no armaz�m e n�o gostou.

Rettori estava no fim da linha. Eu s� dei uma m�o.

Digamos que ele descobriu seu disfarce e pediu dinheiro para ficar quieto.

Acha que eu mataria algu�m por uma porcaria dessas?

-Quando viu Rettori pela �ltima vez? -Na outra noite.

Perto das 19h. Ele me pediu para carregar o furg�o

naquela noite porque ia sair de manh�. E...

Depois de carregar, fui embora.

Havia algu�m l� com ele?

N�o, ele estava sozinho. Estava trabalhando sozinho.

Normalmente ele carregaria de manh�, mas ele tinha um casamento.

O que voc� fez depois?

Eu fui para casa a p�. Moro a cinco minutos do armaz�m.

Voc� tem testemunhas disso?

N�o, eu estava sozinho.

A coisa n�o est� boa para voc�, Di Giacomo.

Voc� negocia,

anda por a� com seu s�cio morto no furg�o...

Assim que nos v�, voc� foge, e n�o tem nenhum �libi.

Inspetor...

eu fiz muitas merdas na vida... Mas n�o esta.

Esta n�o � uma delas.

Ent�o voc� me cortou.

Voc� n�o entendeu.

Certo. Eu n�o entendi...

Santagata me obrigou. O que posso fazer?

Qual � o problema, Mario?

Comigo? Nenhum.

N�o � verdade. Voc� est� nervoso. Por qu�?

N�o sei.

Estou cansado.

Talvez.

� melhor se eu beber isso.

Soprani?

Vamos � empresa do Rettori. O oficial mais baixo dirige.

Conhe�o as regras.

N�o pense que estou te fazendo de escravo porque voc� � negro.

Veja quem �.

Voc� a conhece?

De vista, por ora.

-Pode dar um minuto? -Para qu�?

Agendar a noite.

Vou fazer voc� passar a noite no hospital.

Por qu�?

Estou indo, querida.

Ela � minha filha. Ent�o, cuidado.

-Oi, pai. -Oi.

Estou atrapalhando?

N�o. Ele � um colega.

-Malik. -Oi, prazer. Alba.

Desculpe por ontem de manh�. N�o consegui parar.

-Ontem de manh�? -Sim.

A Vespa? Lembra?

-Do que est�o falando? -Nada. Uma coincid�ncia.

Eu examinei a ferida do Rettori. Havia rastros de ferrugem e tinta.

Foi golpeado com um objeto convexo de superf�cie lisa.

Talvez um cano.

Ele foi atacado por tr�s. Provavelmente algu�m conhecido.

Certo.

Ela � m�dica legista.

Vamos.

Tchau, amor.

Acho que Rettori n�o tem nada a ver com as drogas, e Di Giacomo n�o o matou.

Ele teria desovado o cad�ver antes de ir para Esquiline.

Voc� mata um cara em um lugar isolado

e depois o leva ao mercado?

N�o faz sentido.

Mas Di Giacomo mentiu sobre o que ele fazia na hora do crime.

Como sabe? Voc� tem uma bola de cristal?

S�o 30 anos de experi�ncia.

E eu olho nos olhos das pessoas quando elas falam.

N�o tem nada aqui.

Aqui tem uma coisa. Venha ver.

-Na It�lia fazemos andaimes com isto. -Eu cresci aqui.

Ferrugem e tinta, como Alba disse.

-Cantabella? -Sim, inspetor?

Estamos na empresa do Rettori.

Mande a per�cia quando acabarem com o furg�o.

-Certo. Vou ligar para eles. -Tchau.

Deixe. Eu fa�o isso.

Parecem felizes no trabalho.

S�o fotos de grupo. Voc� sempre sorri nelas.

N�o contam.

A esposa do Rettori � loira ou morena?

Cabelo castanho escuro.

Isto confirma a teoria da Repola.

Do que est� falando?

Uma mulher esteve aqui.

E estas roupas s�o dela.

Se meu marido tivesse uma amante, eu teria notado.

Pode ter sido uma coisa recente.

Seu marido comprou um segundo celular.

Eu sei. Voc� me disse isso ontem.

E tinha uma cama.

Sempre esteve l�.

Mas ultimamente algu�m dormiu nela.

E achamos roupas de mulher.

Sim...

Mas eu acho que se meu marido estivesse aqui agora,

ele teria uma explica��o para isto tudo.

Senhora, eu quero a mesma coisa que voc�.

Achar o assassino do seu marido.

Mas se h� algo que voc� n�o me contou, este � o momento de faz�-lo.

Fale.

Ele j� usou aquela cama para abrigar pessoas.

Que pessoas?

Os meninos que trabalhavam com ele e n�o tinham casa.

Eles eram pagos por fora?

Meu marido sempre respeitou todos.

N�o dissemos isso.

Nossa casa � cheia de presentes

de pessoas que ele ajudou.

Coisas pequenas.

Um gesto da gratid�o deles com ele. Significavam muito para ele.

Depois as coisas come�aram a ir mal. Ele teve que demitir pessoas.

Mesmo quando ele contratava diaristas, ele os respeitava.

Sim, senhora. N�o se incomode com ele.

Voc� sabia se ele estava abrigando algu�m?

Senhora, eu estou do seu lado.

Eu sei que ele estava...

ajudando algu�m em dificuldades, mas � s� o que ele disse.

Que dificuldade?

Isso eu n�o sei.

Voc� sabe se era uma mulher?

N�o.

Amor...

estou preso no furg�o.

Eu n�o consigo sair!

Est� frio!

Ajude-me!

Estou preso!

-Vou pegar uma �gua. -Sim.

Ajude-me, por favor!

Amor, me ajude!

Est� frio!

Legendas: Marianna Dias

Can't find what you're looking for?
Get subtitles in any language from opensubtitles.com, and translate them here.