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Original subtitles

- Art Subs - 12 anos fazendo Arte para voc�!

Legenda - Priscila Spinelli -

Revis�o - Murrice -

Senhora, precisamos da sua ajuda.

Levante, por favor.

Vamos encontrar um lugar melhor.

- Socorro! - Uma cama!

Vamos! Vamos!

$200.000 pesos, talvez.

Olhe, n�o vou cobrar meus honor�rios.

Este � meu n�mero, ligue e daremos um jeito.

Com licen�a.

Por que pararam?

Finjam que n�o estou aqui.

Continuem, continuem.

Est� tudo bem?

J�? Assim r�pido?

Ok, vou embora! Fui!

Venham! Os noivos!

Um brinde aos noivos! Um shot pra eles!

Vamos fazer um brinde!

Finalmente um valente que se anima!

Sa�de! Sa�de!

Amo voc�s dois.

N�o quiseram me ouvir... Pode usar um vestido meu.

Ol�!

- Entrem! - Nervoso?

N�o, tudo bem. Entrem.

- Sobrinho, felicidades! - Obrigado.

- Um caos no aeroporto. - S�rio?

N�o nos deixavam sair.

Trouxemos um presente.

- N�o precisava. - Imagina.

- Ol�! - Oi.

- Obrigado por nos convidar. - Pelo contr�rio!

- Parab�ns! - Obrigado.

Tomem algo, j� nos vemos.

Parab�ns!

� o meu tio Isaac.

Chegaram tarde!

De Omar.

- Onde ele est�? - L� fora, acabaram de chegar.

- Chamou a ju�za? - Sim. Por que tanta pressa?

- Dev�amos ter adiado. - N�o!

N�o se preocupe.

- O que aconteceu? - A ju�za n�o chegou.

- Adiamos para amanh�! - Todo mundo dorme aqui.

Ela vai chegar, prometo.

Com licen�a. Pode vir comigo?

- Precisa ver uma coisa. - Com licen�a.

Estava verde.

Est� tudo bem.

Relaxa.

Ol�.

R�pido.

Levem logo esses copos.

Arruma isso.

Est� grande em voc�.

Devia ter alugado. Parece um palha�o.

N�o exagere.

- Velha invejosa! - Filho!

- Vai me dizer que est� muito fino! - Est�.

Se o presente � porcaria, prefiro n�o ganhar nada.

O Victor chegou.

J� vou. Marta, por favor.

Algu�m trouxe tinta verde. Procure.

V� receber o Victor, eu fa�o isso.

Ol�!

Como vai a menina mais linda do mundo?

- Bem. - Bem-vindas!

- Parab�ns! - Achei que n�o ia poder vir.

N�o ia perder o casamento da tua filha.

Como vai?

Parab�ns!

Daniel, consegui a posse do terreno.

Nada de falar de trabalho.

Ximena, inteire ele do terreno.

Isso, n�s para o casamento.

- Daniel! Estou bem. - Como vai?

- Finalmente saiu. - Nem acredito.

- Chegaram bem? - Sim, est� tudo bem.

- Qualquer coisa que precisarem... - Obrigada.

Victor!

Rebeca!

Parab�ns! E que casa linda!

Quero uma igualzinha.

- Daniel que projetou. - N�o!

Cristina!

As meninas!

N�o sabia que n�o vinham crian�as!

Imagina, v�o ser as convidadas de honra.

- Me d� um beijo! - Oi.

- Que linda! - Oi.

As tr�s est�o enormes, umas mocinhas!

Vai fazer o projeto, ent�o?

Vou gerenciar.

Olha o jovem casal! Est� linda.

- Como vai? - Linda.

E o jovem e promissor arquiteto.

- Prazer. - Tenho um presente.

- Para os noivos. - Muito obrigada.

N�o vai me apresentar o Doutor?

Victor, a m�e do noivo, Pilar.

Est�o usando o meu casamento pra fazer neg�cios!

N�o estamos usando!

Vai gostar mais dele quando vir o presente.

Um por cento das propinas que meu pai pagou?

Marianne!

- Ol�. - Oi.

Tudo bem? O que aconteceu?

Tudo bem, vamos tomar uma tequila.

�, n�o foi nada.

Venha.

N�o deixe minha irm� te ver assim.

N�o quero incomodar.

V� ver.

- O que est� acontecendo? - Nada.

- O que houve? - Nada.

Nada, meu amor.

- O que foi? - Foi a algumas ruas daqui.

� melhor irmos embora.

Ok.

Tragam os carros, chamarei o Victor.

Mauricio est� checando a �rea. Traremos os carros.

Obrigada.

Vamos.

E esta?

Vai cair perfeitamente.

Est� tudo bem?

Sim, n�o se preocupe.

- Jogaram tinta no carro? - N�o � nada.

Patroa, pode vir um instante?

Toma, meu amor.

Escolheu o vermelho!

Se lembra do Rolando, marido da Elisa?

- Sim. - Ele quer falar com voc�s.

V�o ter que operar a Elisa de urg�ncia.

Ele quer falar agora?

Sim, est� l� fora.

- Ol�, patroa. - Oi, Rolando.

- Parab�ns! - Obrigada.

O que foi?

Elisa est� muito mal.

Precisa ser operada de urg�ncia.

Estava tudo certo no hospital, mas chegaram uns manifestantes feridos

e tiraram todos os pacientes.

Ela precisa ir para uma cl�nica particular.

Preciso pagar adiantado e n�o tenho cart�o de cr�dito.

- De quanto precisa? - O m�dico n�o vai cobrar,

mas tenho que cobrir os gastos

do hospital e dos assistentes.

Uns $200.000 pesos.

� muito. Do que ela vai ser operada?

Vai trocar uma v�lvula do cora��o.

J� est� tudo certo na cl�nica particular.

H� quanto tempo trabalharam para n�s?

Oito anos, senhora.

N�o iam abrir um restaurante quando sa�ram daqui?

Sim, com o meu cunhado. Mas n�o deu certo.

Quanto tempo trabalhamos para voc�s?

N�o se trata disso.

Tente entender que hoje � um dia complicado.

Prometo que pago o mais r�pido poss�vel...

Eu sei.

- Espere aqui. - Sim.

Como foi com a patroa?

Ela disse que j� vem.

Podia ter vestido um terno e trazido um presente para a mo�a.

- Voc� tem terrenos l�? - Sim.

Com licen�a um instante.

Me d� $10.000.

- $10.000? - Eu explico depois.

Aten��o! O patr�o est� saindo.

Vamos?

Traga Cristina e as meninas.

- Vou ficar um pouco. - Descarte a rota.

Consegui $35.000 entre Ivan, Daniel e o que eu tinha.

� tudo que posso te dar.

Com menos de $200.000 n�o a operam.

Volte amanh�, falamos com os contatos do Ivan

e conseguimos outra ajuda ou algo mais.

N�o tenho a quem recorrer, patroa.

Preciso voltar para a festa.

Boa sorte.

Parab�ns, Marianne!

Rolando!

Ol�!

Como vai? E a Elisa?

- Est� no hospital. - O que ela tem?

Vai trocar uma v�lvula do cora��o.

Vim pedir a ajuda dos seus pais.

- Eles ajudaram? - Sua m�e me deu um dinheiro,

mas a opera��o � muito cara.

J� vou.

Que milagre!

- Quanto custa? - $200.000.

S� tenho $50.000.

- Me espera? - Sim.

J� experimentou peyote?

Peyote e MDMA.

Esse � o melhor traficante de drogas do M�xico.

E bonito, ainda!

Daniel! Voc� se lembra da Elisa?

Claro!

Ela est� doente e precisa de ajuda.

- Fale com o papai. - Voc� sabe como ele �.

A mam�e j� deu um pouco, mas ainda faltam $150.000.

$150.000 pesos? S�rio?

A Elisa est� doente!

Vou falar com ele.

- Em que hospital ela est�? - N�o sei.

- Est� em Naucalpan. - Droga!

Parece que a coisa est� feia l�.

- Desculpe incomodar. - N�o faz mal.

- Como tem passado? - Bem.

Fora a cirurgia que a Elisa precisa, bem.

- H� quanto tempo n�o nos vemos? - Uns sete anos.

E a Elisa?

Acho que um pouco mais.

Quanto minha m�e te deu?

- $35.000. - J� � bom, n�o?

O problema � que faltam $150.000.

Onde vai arrumar isso?

Tenho $50.000.

Mas ainda falta mais da metade.

Mil, dois mil, tr�s mil e quinhentos...

N�o precisa me pagar de volta, mas saia da minha casa.

Se eu tivesse outra op��o, n�o estaria aqui.

Tem tinta verde na jaqueta.

Fora ou mando te expulsarem. Alan est� te esperando.

Espere aqui.

Com licen�a.

Mudou o segredo do cofre?

- Sua m�e mudou. - Qual � o novo?

Aproveite a tua festa.

- N�o � problema teu. - O dinheiro � meu!

Falou para o Alan?

Os presentes s�o dos dois.

Vou pegar dinheiro dos presentes.

- Eu j� contei. - Sabe o segredo do cofre?

Talvez n�o seja verdade.

� verdade, vamos dar?

Chega, Marianne!

Esquece isso, � o teu casamento.

- Curte! - Odeio voc�! Seu merda!

Odeio voc�!

Aguenta voc�, cunhado.

Vamos fazer o que quiser.

N�o fique brava.

Pedimos o segredo do cofre?

Precisa consultar teu pai antes.

Marianne!

Felipe!

- Viu o Rolando? - J� foi embora, senhorita.

- J� foi? - Faz uns 20 minutos.

Obrigada.

- �s 12h ou 1h? - Mais cedo.

Em que hospital est� a Elisa?

Est� em casa, at� ele arrumar o dinheiro.

� longe?

Uns 20 minutos daqui.

Depende do tr�nsito.

Venha.

Felipe!

- Abre o port�o? - Seu pai vai me matar.

Voltamos r�pido.

A ju�za chegou!

Desculpe! Dei mil voltas por causa dos bloqueios.

Prazer em v�-la!

- N�o se preocupe, prazer em v�-la. - Igualmente.

Tenho outro casamento �s 6h.

E a Marianne?

- N�o sei! - A ju�za chegou!

Aqui est� o noivo.

Marta, chame a Marianne. A ju�za chegou.

Seque bem os copos.

Marianne!

Felipe.

- Viu a Marianne? - Saiu agorinha.

- Pra onde? - N�o sei, foi com o Cristian.

- Voc� avisou algu�m? - Ningu�m me perguntou.

Odeio usar palet�...

Al�?

Que foi, m�e?

Sim, estou com ela.

- Vamos ver a Elisa. - Me passa pra ela.

Peguei o cart�o de cr�dito, vou lev�-la para o hospital.

Ent�o, n�o fala pra eles.

Ela j� chegou?

- Merda, tem pol�cia! - Est� fechado.

Eles que esperem, Marta.

N�o vou demorar.

Marta, se ningu�m a ajudar...

N�o vai acontecer nada, ligamos logo.

- Ol�, oficial. - Boa tarde, de onde v�m?

Da Calle Nubes. Precisamos pegar a marginal.

- Est� impedido. - Por favor, � urgente!

- N�o pode passar. - Como chego na marginal?

- Volte. - Por onde?

- Volte. - Obrigada, viu!

- Babacas. - �, ajudou muito.

- Vamos voltar pra casa? - N�o, n�o, vamos.

...estou aqui no anel perif�rico,

onde os manifestantes fecharam o acesso.

N�o vemos militares nas ruas.

N�o entendemos por que o governo nem o ex�rcito est�o reagindo.

A situa��o � ca�tica, est�o subindo em cima dos carros...

N�o temos mais pressa.

Perfeito!

- Aceita uma bebida? - Um copo de �gua gelada.

Imagine!

O que est� fazendo?

O que voc�s querem?

Felipe!

Vou cham�-lo.

Felipe!

- Felipe! - Patr�o!

- Leve esses caras pra fora! - Sim, senhor!

Ivan...

- N�o! - Ei!

Por favor, abaixe a arma. Leve o que quiser.

Aqui est�... Mas, por favor...

abaixe a arma.

Felipe!

Atire neles!

Fa�a alguma coisa, idiota!

Atire...

Todos dentro de casa!

Vamos, senhores!

Depressa!

Aonde pensam que v�o?

Merda! Pra l�!

- Anda! - M�e!

- Solte ela. - Atreva-se, desgra�ado!

Felipe!

Contra a prateleira!

- Por favor, uma ambul�ncia! - Anda!

M�os para tr�s!

Contra a prateleira.

- M�os para tr�s! - Sim, mas chame uma ambul�ncia.

Ele est� morrendo...

Me espera...

Filho...

N�o voltem.

Me escuta, n�o voltem!

Depois te explico.

V�o pra casa. Depois te explico!

- Que voc� quer, vagabunda? - Para!

- Deixa ela em paz! - Para! Pega logo ela!

- Pergunta o que est� acontecendo! - N�o estou escutando!

M�e?

Para aqui, eu dirijo.

Anda, cretina! Tudo, tudo!

Felipe?

- E a Marianne? - O que tem ela?

Onde ela est�?

N�o se preocupe, ela est� bem.

Olhe.

Abre a boca. Abre a boca!

Tua m�e vai se juntar a ela.

Tudo bem. Desculpe.

N�o sei fazer transfer�ncia pelo celular.

Quem est� a�, desgra�ado?

Ningu�m, ningu�m.

N�o machuque ela.

- Calma. - Vamos.

Fique a�.

Se eu encontrar algo, voc�s v�o apanhar.

R�pido!

A vida toda pisando na gente!

V�o xingar a m�e! Tira os sapatos, vagabunda!

Est� olhando o qu�, idiota?

Se n�o entregarem tudo, v�o levar chumbo!

Vai ver o que � bom, nojenta!

Vira!

Tio!

Suba.

Em frente.

N�o tem linha.

Marianne...

Por que trouxe ela aqui?

Ela queria levar Elisa ao hospital.

Vou ver se meu telefone funciona.

Vamos te levar para o hospital.

Vai ficar tudo bem.

Marianne.

Vamos pra minha casa.

Sente a�.

Quer �gua?

Sim, obrigada.

...ap�s muitas horas de destrui��o e caos gerado pelos manifestantes,

nos chegam relatos...

Obrigada.

...a��es bem-sucedidas em v�rias partes da cidade.

N�o h� n�meros exatos,

mas estima-se que sejam milhares de pessoas afetadas�

Ligue pra n�s.

Ainda n�o h� informa��o recente ou n�meros oficiais.

Os telefones e todas as redes de comunica��o

est�o em colapso.

Quero ir pra casa.

...numerosos enfrentamentos...

Vou dar uma olhada.

O ex�rcito decretou toque de recolher

nos bairros onde ocorreram os ataques...

O que faz na rua?

- Preciso ajudar algu�m! - De joelhos!

De joelhos!

M�os na nuca!

- Onde ela est�? - No carro.

Saia!

- Voc� est� bem? - Trabalho na casa dela.

- Onde voc� mora? - Em Pedregal.

- Esse carro � seu? - Sim.

Vamos te levar pra casa.

- Leve ela. - Posso ir com voc�s?

N�o saia mais.

Tem sinal?

- N�o consegui ligar pra casa. - N�o tem linha.

A coisa est� feia em Pedregal?

N�o se preocupe, j� vamos chegar.

- Como voc� se chama? - Marianne.

- Do qu�? - Novelo.

Quem � aquele cara?

Cristian, trabalha na minha casa.

Me d� o celular.

Tira os brincos.

- Pra qu�? - Me d�!

O anel e o rel�gio.

O que mais voc� tem?

Mais nada?

O que est� olhando?

Abaixe a cabe�a!

Abaixa!

Eu te ajudo.

E a Marianne?

Uns soldados a levaram pra casa.

Andando!

Mulheres de um lado, homens do outro!

Todos contra a parede!

- Anda! - Abaixe a cabe�a!

Bem-vindos ao inferno!

R�pido!

- Anda, desgra�ado! - Entregue os sapatos!

Anda!

Entre a�!

- Quantos anos voc� tem? - 21.

- Quantos anos voc� tem? - 21!

Endere�o.

- Endere�o! - Montes Pirineos, 362.

- Qual o seu nome? - Karla Montemayor.

- S�o irm�s? - Sim.

Que bom!

- Quantos anos tem? - 30.

O lugar onde mora...

- � casa ou pr�dio? - Pr�dio.

- Tem seguran�a particular? - Sim.

- O nome do seu pai. - Joaquin Montemayor.

Pr�ximo!

O telefone do seu pai.

555418...

2064.

Pronto. Levante! Vamos.

- Seu nome? - Susana.

Reta! Isso.

- Susana do qu�? - Archambault.

Escreva aqui.

Assim.

� casada?

Tem filhos? Anote os nomes a�.

Pr�ximo!

Anote o telefone do seu marido.

Como se chama?

- Seu nome? - Soon Yi.

Olhe pra mim, estou falando!

- Quantos anos tem? - 29.

Teu endere�o?

Teu endere�o! De onde voc� �?

- Coreia. - Aqui no M�xico! Onde voc� mora?

N�o sei.

Pr�ximo!

N�o sabe? Com quem mora no M�xico?

- N�o entendo. - N�o entende?

J� vai entender. Vamos!

Reta! Como se chama?

Marianne Novelo.

- Quantos anos voc� tem? - 25.

Sr. Daniel Novelo?

Sou Nora Beltr�n.

Da Funer�ria Casteli.

Preciso iniciar o processo do funeral

da sua esposa e sua m�e.

Precisa conferir e assinar estes documentos, por favor.

Se precisar de algo, minha sala � no segundo andar.

Obrigado.

J� venho.

...precisamos estar atentos a essa Nova Ordem, como dizem...

...como podemos sair desta...

...� uma Nova Ordem...

Sim, os militares estabeleceram

hor�rios fixos de tr�nsito...

Como podemos ajudar?

Com confian�a.

- O que podemos fazer? - Nada. Confiem em mim.

- Vamos encontr�-la. - O que eu digo ao meu pai?

Diga que eu falo com ele esta noite no hospital.

- Publicamos an�ncio? - De modo algum! Confie em n�s.

- Pode ser perigoso. - Precisamos ir.

- O General Oribe. - General.

- Vamos encontr�-la. - Obrigado.

- Obrigado. - Paci�ncia.

Levantem, babacas!

Acordem, nada de dormir!

Levantem!

Ei, boneca!

Calma, relaxa!

Me beija!

Voc� vai gostar, relaxa.

Abre essa porra de boca!

...pretender ser justo?

Quem neste mundo pode alardear ser puro?

Deus � poderoso e tem�vel.

Ele p�e ordem no Para�so.

Quem poder� contar Seus ex�rcitos de anjos?

Aviso oficial.

A partir de agora, � permitido circular nas ruas por duas horas.

Ponha a jaqueta.

Sim.

Vou ao hospital.

Cuide dela.

Boa sorte.

...muitas preocupa��es

quanto �s autoriza��es trabalhistas.

Est� conosco a Secret�ria do Trabalho...

Aten��o, por favor.

Isto � um aviso oficial.

O fornecimento de �gua continuar� funcionando.

Mantenham a calma e sigam as instru��es.

Preciso chegar no hospital.

As ruas est�o impedidas.

- Com quem posso falar? - Com ningu�m. Anda!

- Por favor, me deixe passar. - Retire-se!

- Com quem posso falar? - Retire-se!

Leve esse vaso com muito cuidado.

Algu�m tem um isqueiro?

� esta casa, � esquerda.

Ele est� bem?

Por aqui.

Estamos tentando encontr�-la.

Obrigado.

Vai ficar tudo bem, pai.

Victor?

Obrigado.

Obrigada por ter vindo.

J� passou quase um m�s.

E se ela n�o aparecer?

Como assim?

N�o sei. Quanto tempo vamos esperar?

N�o sei, m�e.

Vou pra casa.

- Beatriz. - Sim?

Me ajude com isto.

Mas estou cuidando do Sr. Novelo.

O Sr. Novelo est� ocupado.

E traga um pano.

Traga!

Transfira tudo que temos. Tudo.

Transfira tudo.

Soldado! Pr�ximo!

Termine com esses chiliques e depois voc� volta.

Dezesseis!

Anda, loira, vai!

Fala!

Fala, caralho!

Vai, vagabunda!

Vai falar ou n�o?

Ou trago um parente seu pra voc� falar?

Vai.

M�e, pai.

Eu estou bem.

Mas fa�am o que eles mandam.

Quero sair daqui.

Espero que estejam bem. Amo muito voc�s.

Fa�am o que eles mandam, ok?

Pronto.

- Vou chamar um m�dico. - N�o vai esperar acabar o toque?

N�o, ela est� muito mal.

Vou ver a Elisa.

Quer uma malha?

O que quer aqui, amigo?

Preciso ir ao hospital!

N�o pode sair da sua casa, senhor! Volte para casa!

Minha mulher est� mal, est� morrendo!

- Parado a�! - Minha mulher est�...

N�o queremos mais mortos.

N�o queremos mais dor.

Deus...

ajude-nos a encontrar esperan�a nestes tempos dif�ceis.

Teus filhos s�o honestos, trabalhadores e humildes.

Todos em p� para honrar os pequenos �rf�os.

Eligio Guevara, Joaquin Guevara...

e Sacramento Robles.

Meus queridos Rolando Martinez e sua esposa, Elisa.

Crentes fi�is do Nosso Senhor.

Al�?

Marianne? Marianne!

- Onde voc� est�? Tudo bem? - Amo muito voc�s.

- Marianne! - Fa�am o que eles mandam.

Ouviu a sua filha, filho da puta!

Queremos $10 milh�es de pesos, e n�o avise a pol�cia.

- N�o vou. - Aguarde instru��es do pagamento.

- Vou arrumar o dinheiro. - Aguarde instru��es, idiota.

Passa...

Marianne?

- Sim. - Falou com ela?

Sim.

Para quando � a 16?

Tenha paci�ncia.

Quanto � a nossa parte?

Entre $100.000 e $200.000.

� muito pouco.

Foi o combinado.

Quanto v�o pedir?

E pra quando?

Quanto mais paci�ncia tivermos, mais dinheiro vamos receber.

Porta!

Olhe pro ch�o!

Coma isto.

Vou te ajudar a sair daqui.

Confie em mim.

Grande parte da popula��o est� inquieta com o toque de recolher.

H� evid�ncias de que em v�rias cidades e Estados,

ele est� se estendendo, est� cada vez mais amplo,

como em Coahuila, onde o governador j� determinou

que n�o se pode sair de casa, tome nota...

entre �s 21h e 7h.

Temos um recado. Abra a porta.

Vou ver o que querem.

Sequestramos a Marianne.

V�o pagar $800.000, se quiserem v�-la viva de novo.

- N�o iam lev�-la para casa? - O que acha, idiota?

Onde vamos arrumar tanto dinheiro?

Trabalham na casa dela, n�o? Pe�am pra eles.

N�o podemos sair nem telefonar.

J� est�o dando permiss�o de trabalho.

Consiga uma.

Entenderam?

Mantenham a calma!

Para o fornecimento de �gua, precisamos de ordem.

Todos v�o receber �gua, mas precisamos de ordem.

Uma fila s�!

Ordenada,

e entregaremos a todos a cota de �gua correspondente.

Todos os cidad�os t�m 1h30 para realizar suas atividades.

Repito. T�m 1h30 para realizar suas atividades.

Ent�o, regressem �s suas casas,

caso contr�rio sofrer�o san��es.

- O que deseja? - Preciso de permiss�o de trabalho.

N�o sabemos de nada, retire-se!

- Onde vou, ent�o? - Sei l�, retire-se!

Pr�ximo!

Por que n�o nos informaram desde a primeira liga��o?

Se eu denunciasse, iam mat�-la.

- Algu�m mais viu isso? - S� n�s.

- Algu�m mais? - Minha m�e.

Pediram dinheiro por e-mail?

N�o, s� o v�deo.

- E se n�o vimos o e-mail? - N�o se preocupem.

Vamos localiz�-la com o que temos.

Se fizerem contato, me avisem.

Claro.

Bolsas e mochilas abertas!

Em frente! Abra bem!

Em frente, senhora!

Em frente!

Cada ID est� programada para sair da zona de controle

das 6h �s 20h.

Deve estar totalmente vis�vel.

Nunca coberta por roupa,

mochila, cabelo,

ou qualquer objeto que dificulte sua vis�o.

Se sa�rem do per�metro designado,

perdem a permiss�o de trabalho e pontos.

O sistema de pontos

� idealizado para que de modo equitativo e eficiente

todos tenham igualdade de oportunidades e direitos.

Recordem que a perda de pontos reduz os benef�cios do usu�rio.

Aten��o, por favor, usamos spray desinfetante

em todos que ingressam no �nibus.

N�o � necess�rio cobrir a boca.

Crach�s � vista, por favor! Vis�veis.

Crach�s!

Uma fila s�! Em frente, uma fila s�!

Todos com ID vis�vel.

Tirem tudo que possa obstruir a visibilidade.

Crach�!

Todos com o passe de trabalho nas m�os.

O passe � concedido no Centro de Trabalho.

Quem n�o o apresentar ser� repreendido,

sem direito a trabalhar.

Sem falar, anda!

Crach�s vis�veis!

Todos com o passe de trabalho nas m�os.

O passe � concedido no Centro de Trabalho.

Quem n�o o apresentar ser� repreendido,

sem direito a trabalhar.

- Bom dia, senhora. - Marta, que bom que chegou.

- Cristian. - Bom dia, senhora.

- Me ajuda na limpeza? - Sim, senhora.

V� falar com o Daniel.

- Ele est� l� em cima. - Com licen�a.

- Ol�. - Sim?

O Daniel est�?

Daniel. Algu�m quer v�-lo.

Como vai?

Preciso falar com voc�.

Me procuraram para negociar a Marianne.

Quem?

Dois soldados que a levaram da minha casa.

O que ela fazia l�?

- Beatriz, pode nos deixar a s�s? - Claro.

Cristian tamb�m est� pedindo dinheiro pela Marianne.

O que ele tem com isso?

Ele levou a Marianne para ajudar a Elisa.

E...

que depois uns soldados a sequestraram.

Est�o pedindo $800.000.

D� pra eles.

Ligamos para o Victor?

N�o.

Vamos mesmo lhe dar o dinheiro?

- N�o se meta. - � minha mulher.

Como v�o levar isso?

Esta opera��o foi bem-sucedida.

- Quanto voc� tirou? - Chefe, o que acha?

Conte, Jimenez.

Tome uma cerveja.

- Soldado, entregue o pacote. - Sim, Comandante.

N�mero tr�s!

N�mero tr�s!

Pagaram o seu resgate. J� pode ir.

Vamos.

Vamos.

Abra a maleta!

Todas as maletas abertas!

Maletas, mochilas, todas abertas!

Tire essa roupa da�.

Em frente!

Em frente, senhora!

Aten��o, aviso oficial!

�s 21h, come�a o toque de recolher.

� proibida a presen�a de cidad�os na via p�blica.

O toque de recolher � rigoroso, e n�o h� exce��es.

Aten��o, aviso oficial!

�s 21h, come�a o toque de recolher.

� proibida a presen�a de cidad�os na via p�blica.

O toque de recolher � rigoroso, e n�o h� exce��es.

- Boa noite, Lucy. - Boa noite.

Entrem.

Est� tudo a�?

- Onde est� Marianne? - Isto � s� um adiantamento.

Amanh� pagam mais $1 milh�o.

N�o foi o combinado.

Querem ela viva ou morta?

Amanh� queremos $1 milh�o. Entenderam?

E a Marianne?

N�o nos entregaram.

Est�o pedindo mais $1 milh�o.

Ximena, o Victor est�?

Sim, eu espero.

Victor, Cristian e Marta sequestraram a Marianne.

Certeza, est�o na minha casa pedindo $1 milh�o de pesos.

Na casa deles, acho. Sim, s�o eles.

Daniel...

- N�o, o papai n�o sabe. - Daniel...

Traga logo um saco pl�stico.

Como v�o os neg�cios?

Respondam!

Descubram o rosto.

Virem!

M�os na nuca!

Entrelacem os dedos!

De joelhos!

Pegue.

Pegue! Levante.

Victor.

Lamento.

Venham comigo.

NOVA ORDEM

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