All language subtitles for 1956 - Escravo do Ouro Legendado - Com Howard Duff, Lita Baron & Bill Williams

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Original subtitles

ESCRAVO DO OURO

Buenos dias, se�or Simmons.

Seu burro o chutou da cama?

A� est� o dinheiro.

Decidiu pagar e ficar?

Ningu�m me tira da minha terra, nem mesmo o Sr. Wills,

que acha que � o mandachuva por aqui.

Ningu�m quer que o senhor v� embora,

muito menos o Sr. Wills,

desde que pague pela bondade dele.

E que bondade!

Os capangas dele cortam as minhas cercas,

usam meus porcos para treinar tiros, me espancam!

Um dia haver� leis nesta terra,

e serei o primeiro a testemunhar contra ele.

Adi�s, Sr. Simmons,

e volte com o resto do pagamento.

Faltam US$ 20.

Alvarado!

Alvarado!

Senhor policial Smead,

buenas tardes.

Buenas tardes. Gostaria de conversar com voc�.

Entre, se�or, vou passar um caf�.

Quero lhe mostrar uma coisa antes.

-Voc� est� sozinho? -Estou. Sozinho.

-E aquele apache? -Nachez?

Eu o enviei para comprar feij�es e arroz.

E, como sempre, caf�.

Nachez j� vai chegar, mas talvez demore um pouco.

-Quer falar com ele? -N�o, com voc�.

Tem certeza de que est� sozinho?

Completamente, se�or.

�s vezes eu n�o fa�o a sesta sozinho. Hoje, sim.

Fale o que deseja. Estamos sozinhos com Deus.

�timo.

Ol�, doutor. Como v�o os neg�cios?

Lentos, muito lentos.

-Ladr�o de gado? -Suspeitam que sim.

Tentou me matar com isto.

-O que aconteceu com ele? -Adivinhe.

-Ele tentou mat�-lo por tr�s? -N�o, um duelo frente a frente.

Ele atirou primeiro?

Leg�tima defesa, ent�o.

-Sim, senhor, leg�tima defesa. -Quem foi?

Carlos Alvarado.

Mas Carlos n�o � ladr�o de gado.

Eu tamb�m achava.

Ent�o por que atirou nele?

Porque foi preciso, Bill. Acha que gostei?

Desculpe-me, Frank.

Eu estava na terra do rancho Lazy W,

ao lado da cerca pr�xima ao riacho Lost Doggy,

quando vi um boi morto na terra de Alvarado,

roubado do outro lado da cerca.

Ent�o eu fui at� a casa dele fazer perguntas,

n�o achei que tivesse sido ele,

mas ele n�o gostou daquilo,

foi desaforado.

Carlos sempre foi esquentado.

Ele veio para cima de mim com a arma e atirou tr�s vezes.

Um tiro me acertou.

Era ele ou eu.

Depois encontrei a carca�a no celeiro.

Mais algu�m viu?

N�o.

E o corpo?

Deixei l� para o relat�rio do legista.

Voc� fez o certo.

Se preferir, vou at� l� com o Dr. Mott e busco o corpo.

N�o, voc� est� envolvido. Vou enviar Gentry.

Quero que escreva um relat�rio.

Busque o corpo com o legista.

Sim, senhor.

Eu odiei ter que fazer aquilo, Wayne.

Voc� n�o acredita em mim?

Por isso enviou o Bill?

Quando um homem � morto aqui, � meu trabalho investigar.

Mesmo quando o assassino � um de meus policiais.

-N�o gosto do termo "assassino". -N�o � uma palavra agrad�vel,

mas, quando um homem mata outro, � o termo que usamos.

Vi trocas de tiros a minha vida toda, Frank.

Vim do Oeste, de St. Joe, em um trem, em 1851,

era apenas um garoto.

Eu conheci Bridger, Hickock, Bat Masterson,

Shotgun Thompson e muitos outros.

N�o havia leis naquela �poca.

O Oeste era muito duro,

e homens deveriam morrer como nasceram,

mas o povo precisa aprender que n�o pode cortar

as cercas dos outros.

Os colonos precisam saber que n�o podem pegar atalhos

sem responder � lei.

As armas est�o com os dias contados.

A lei vai chegar, e isto vai acabar em um museu.

-Eu... -Eu sei, leg�tima defesa.

Gentry provavelmente vai comprovar,

ent�o vou apoiar voc� at� a �ltima bala.

Mas eu deixei muito claro o que acho de troca de tiros.

Preciso ter certeza.

Poder� ficar tranquilo em breve.

Algo sobre a minha transfer�ncia?

N�o.

Eu agradeceria se falasse com o delegado de Tucson

e apressasse isso.

Voc� n�o pode ir at� o seu substituto chegar

e at� essa confus�o com o Alvarado ser resolvida.

Trate o seu bra�o e escreva o relat�rio.

-Onde estava, garoto Billy? -Verificando o cad�ver.

Eu sou o legista e agente funer�rio daqui.

-Onde ele est�? -Perto do riacho, foi arrastado

do Lazy W para a casa de Alvarado.

Arrastado? Vai ser dif�cil prepar�-lo para o funeral.

Desde quando voc� embalsama bois, doutor?

-O que descobriu? -Algo muito interessante.

Falando como legista ou agente funer�rio?

Ambos.

Como legista, eu diria que o tiro foi dado de cima,

como se o policial Smead estivesse montado,

ou Carlos tivesse agachado durante o tiroteio.

-E como agente funer�rio? -Ele vai ficar �timo.

�timo sujeito, belos tra�os.

Um pouco de pomada no cabelo e maquiagem nas bochechas,

e Carlos Alvarado ser� uma obra de arte.

Se h� uma coisa que espanh�is fazem bem

� homenagear os mortos.

Pagando e seu pre�o. Vamos coloc�-lo na carro�a.

Vamos.

Cuidado. Cuidado com ele.

Devagar.

Bem, acho que tenho todos os dados de que preciso.

-Vai fazer uma aut�psia? -Acho que n�o.

O tiro foi pela frente. Quem teve sorte sobreviveu.

Sorte, o Frank Smead? J� o viu com uma pistola na m�o?

Eu nunca trago uma pistola comigo.

S� alguns charutos resolvem qualquer discuss�o.

Vamos ver... Preciso de mais dados.

-Parente mais pr�ximo? -Conchita.

Uma a cada duas espanholas se chama Conchita.

As outras se chamam Lupe. Conchita canta na cantina.

Aquela? Bela como uma flor.

-O que ela � do falecido? -Prima.

P-R-E-M-A. Agora...

O agente funer�rio pode presumir que Conchita pagar� o funeral?

Pergunte a ela,

mas n�o ofere�a a carro�a dourada com rodas de prata.

Bill, beb�s chegam ao mundo berrando e gritando.

Homens merecem morrer com dignidade,

de forma adequada.

N�o mexam as m�os.

Voc�s gostariam de um charuto?

O que fazem aqui?

O mesmo que voc�, policial, reunimos informa��es.

Voc�s s�o daqui? Do Texas?

Nunca pergunte se um homem � do Texas.

Se n�o for, por que faz�-lo sentir-se mal?

Se ele for, vai falar logo. Quem matou Alvarado?

Se quiserem conversar, abaixem as carabinas.

Quem matou Alvarado?

-Foi leg�tima defesa. -Perguntei quem foi.

O policial Frank Smead.

Um policial.

Ele usa a estrela, tem que seguir a lei.

S� pode ter sido leg�tima defesa, ent�o.

-O que voc�s dois querem? -Alvarado trabalhava para n�s.

Ele era sustentado pela prima.

E n�s trabalhamos para algu�m mais poderoso.

Uma coisa valiosa desapareceu.

Muito, muito valiosa.

Querem denunciar o roubo?

N�o, s� pegar o ladr�o.

N�o estou entendendo.

Deem-me uma ideia do que �, e talvez eu possa ajud�-los.

J� falei, uma coisa valiosa sumiu

e n�o pertencia ao Sr. Alvarado.

Nem a n�s.

S� isso?

Tem outra coisa, viu um apache por a�?

N�o, mas quero falar com ele.

N�s tamb�m.

Esperem, cavalheiros.

Voc�s usam muito suas carabinas,

e este homem pode lucrar.

�, talvez a carro�a dourada...

Mas, policial, n�o nos irritamos por pouco.

S� n�o estamos de ser enrolados.

Que tolice toda foi essa?

O Texas teve que fazer quatro peti��es

para ser integrado aos EUA.

Por que o Congresso cedeu? Por qu�?

Por qu�?

Eu o odeio

eu o odeio

eu o odeio

querido

chiquito

onde

onde voc� est�?

o meu cora��o chora

a minha vida � dura

onde

onde voc� est�?

querido

chiquito

onde voc� est�?

onde est� agora?

voc� foi embora, e eu o deixei

eu nunca vou esquec�-lo

onde

onde voc� est�?

o seu sorriso e os seus olhos

n�o eram nada mais que mentiras

eu o odeio

querido

chiquito

onde

onde voc� est�?

seus beijos perdidos n�o foram esquecidos

onde

onde voc� est�?

querido

chiquito

onde voc� est�?

Voc� conhece Frank Smead?

eu amo voc�, eu preciso de voc�

sinto muito por t�-lo libertado

-Sr. Smead? -Policial Smead?

Sil�ncio!

voc� se foi e eu fico feliz por isso

ter lembran�as � ruim

eu o odeio

querido

chiquito

-Gostar�amos de conversar. -Levar� s� um momento.

Puerco!

-Sinto muito, Conchita. -J� n�o fez mal o suficiente?

J� n�o fez?

Por favor, Conchita.

Eu s� queria faz�-los calarem a boca.

-Vamos l� para fora. -N�o, Sr. policial Smead.

S� queremos que nos explique por que matou Alvarado.

Era o seu dever como policial?

O delegado tem o meu relat�rio, perguntem a ele.

-Temos um recado para voc�. -Mais que um recado, uma ordem.

Uma ordem muito importante de um homem muito importante.

Os sussurros dele s�o como gritos.

V�o direto ao assunto.

O chefe do Lazy W quer falar com voc�.

O Sr. Thornton Wills, na casa-grande do rancho.

Eu n�o o conhe�o e nunca tive neg�cios com ele.

Agora tem, Johnny Lei.

V� a cavalo, n�o a p�.

Conchita...

O seu chicote.

Espere, quero lhe contar exatamente o que houve.

-Assassino! -Cuidado com o que diz.

N�o gosto de ser chamado de "assassino". Ou�a-me.

N�o a culpo por sentir-se assim, mas precisa me ouvir.

E vai ouvir mesmo que eu tenha que amarr�-la.

Bill Gentry � meu melhor amigo, e n�o quero que deixe de ser.

Voc� vai se casar com ele, n�o �?

-Vou. -Certo.

Por isso eu mesmo vim aqui para contar-lhe o que houve.

N�o quero que tenha a ideia errada.

Acha que � f�cil matar um homem e ter que informar os parentes?

Por favor, deixe-me em paz.

Estou cansada e chateada, vou para casa.

-Vou acompanh�-la. -N�o quero ser vista com voc�.

Falei que vou acompanh�-la.

Vai aceitar ou preciso lev�-la pelo bra�o?

-Costumo usar a porta lateral. -N�o, vai atravessar o sal�o.

Quero que as pessoas vejam.

Aquela chicoteada que me deu pode ter dado a ideia errada,

como se voc� estivesse me acusando de ter feito algo.

Agora vamos l�.

Fui � casa do seu primo perguntar sobre gado morto.

Eu n�o o estava acusando, apenas investigando.

Carlos se exaltou e pegou a arma, eu tive que me proteger.

Sr. Smead, eu sei que voc� � especialista com armas,

mas n�o precisava t�-lo matado.

Era a �nica op��o.

O 2� tiro dele me derrubou, e atirei do ch�o. Acredite!

Eu sinto muito pelo que aconteceu.

Eu s� queria que soubesse como foi.

-V� com Deus, se�orita. -Adi�s.

Bill, que coisa horr�vel...

Pobre Carlos.

-N�o tenho ningu�m agora. -N�o est� esquecendo algu�m?

-Quem? -Bill Gentry, que ama voc�.

Eu tamb�m amo voc�.

Mucho, mucho, mucho.

� que n�o tenho fam�lia agora.

Vamos come�ar uma.

Quando? Podemos nos casar em breve?

Em breve.

Uma semana, dois dias, quando?

Pare, n�o pode ser t�o breve assim para mim.

Voc� sabe que posso me tornar delegado do territ�rio do Norte.

Est� quase. Forrester escreveu para o senador Calkins.

Espero que aconte�a amanh�.

E, quando nos casarmos, ser� com um melhor sal�rio,

numa nova cidade, com novos amigos.

Qual � o problema?

Frank foi ao sal�o esta noite para dizer como aconteceu.

Eu o odeio, n�o importa o que ele diga.

Ou�a-me, querida.

Frank s� fez o que qualquer homem faria:

se defender.

E voc� sabe que Carlos era esquentado e orgulhoso.

O mundo inteiro sabia, Bill. Ele tinha pimenta no c�rebro.

Tente n�o guardar rancor.

Seria ruim para voc�, n�o para ele.

Eu conhe�o Frank, j� passamos por muito juntos.

Se posso contar com um amigo, � com ele.

Foi preciso coragem para ele falar com voc�.

Mostra que ele tem car�ter.

Acredito que esteja certo,

mas n�o posso evitar sentir-me assim.

Voc� deveria ter agradecido a ele.

Acha mesmo?

Ele foi muito agrad�vel e pediu desculpas.

Bill, pode dizer isso a ele? Diga a ele que sinto muito.

Em breve, Bill.

-Em breve. -Em breve.

Boa noite.

Boa noite.

-Est� tarde. -As pessoas est�o dormindo.

Temos algumas perguntas. Ou�a e responda sem gritar.

Queremos saber o seguinte. Ou�a com aten��o, pense...

Sabe o que o seu primo Alvarado fazia?

Voc� j� viu Smead na casa de Carlos?

Voc� j� os viu juntos? Eles eram amigos ou inimigos?

Diga para n�s sem gritar e sem causar confus�o,

e eu vou solt�-la.

Parados.

Abaixem as armas, com calma.

Voc� tamb�m.

Fique perto do seu parceiro.

Virem-se

e coloquem as m�os na parede.

Eles a machucaram, querida?

Se sim, mato-os aqui mesmo.

N�o, n�o, Bill, eu estou bem.

-Eles a tocaram? -N�o.

Est� bem, vou lev�-los ao juizado.

E eu n�o fugiria se fosse voc�s.

Eu gosto de um alvo em movimento.

N�o podemos resolver isto?

S� est�vamos esperando no quarto para falar com ela.

No escuro?

Vamos l�.

Gostar�amos de saber qual � a acusa��o.

S�o algumas: invas�o, agress�o,

suspeita de roubo e resist�ncia � pris�o.

Vamos l�.

Des�a e fique com a Sra. Trill.

Parceiros, por acaso aquele � o Sr. Thornton W. Wills?

N�o poderia ser mais ningu�m.

-Boa tarde, Sr. Wills. -Ol�.

Voc� � o policial, n�o �?

-Disseram-me que queria me ver. -Foi gentileza ter vindo.

Pegue algo para comer e um u�sque.

-N�o, obrigado. -Vamos, rapazes, toquem!

Espere, Foghorn, eu come�o essa.

V� molhar o bico um pouco.

Est� bem, Thorny. Obrigado.

Formem quadrados, pessoal! Que tal uma boa quadrilha?

Todos prontos? Em seus lugares?

Sorriam e se preparem para mais uma dan�a.

Rapazes, vamos l�.

Cumprimentem � direita, cumprimentem � esquerda.

Juntem as m�os e girem para a esquerda.

Uma coisa minha sumiu.

Agora separem-se, fa�am duplas e fa�am o passeio.

Passeio, rapazes. Passeio.

Cerca de US$ 8 mil em pe�as de ouro.

US$ 8 mil ou US$ 20 mil valem o mesmo para mim.

Certo, rapazes, deem os bra�os.

Vamos l�, caub�is, sem cansar. Deem os bra�os �s suas damas.

Vamos l�, rapazes.

Levantem-nas e abaixem-nas.

Dou o dobro de US$ 8 mil todo Natal.

Continuem balan�ando.

P� direito para cima e p� esquerdo para baixo.

Mas o que � meu � meu,

ningu�m bebe �gua sem me informar.

Girem, girem, girem e troquem.

Deem o la�o e peguem os bois,

cantem para suas amadas at� depois.

Quer fazer um boletim?

Com voc�, pessoalmente, n�o com a sua delegacia.

Aqui vou eu, com a carro�a quebrada,

com o eixo emperrado e a roda acabada.

Em suas damas, deem um afago.

Se n�o gostam de biscoito, deem-lhes p�o.

N�o entendo, Sr. Wills.

Isso, muito bem!

Eu vou falar o seguinte:

Alvarado tinha dinheiro que pertencia a mim.

Ele disse de manh� para irmos pegar.

� tarde, havia sido morto por voc�.

Quando meus homens chegaram, o dinheiro havia sumido.

Voc� havia sido e �nico que havia estado l�.

Caminho da ro�a, rapazes!

Voc�s sabem para onde ir�o, assim as suas damas sorrir�o.

� isso a�.

N�o me interessa o seu problema com Alvarado,

nem ele ter morrido.

Nem com quem est� o dinheiro, desde que eu o receba de volta.

Eu n�o gostaria que insinuasse que tive algo a ver com isso.

Homens honestos carregam ferro na cintura.

O dia est� chegando. Eu sou a favor disto.

A lei proteger� as propriedades dos invasores e atiradores.

Relaxe, Poncho � o meu c�o de guarda. Ele � bravo.

N�o o estou acusando de nada.

Se voc� se sente culpado, � por sua conta.

Voc� pode at� saber quem roubou,

pode ser capaz de encontr�-lo.

Eu quero o dinheiro de volta,

nem que me custe 10 vezes mais.

Eu n�o sei nada sobre isso, n�o posso ajud�-lo.

Se quer assim, n�o h� mais o que conversarmos.

Tem certeza de que n�o quer comer nada?

O melhor churrasco que comer�.

Sr. Charleton, saiu da reserva.

Vim resolver coisas na cidade, Bill.

N�o tem a ver com esses rebeldes, tem?

Tem, eles mesmos.

O dia est� muito quente para ficarem numa cela.

Por que eles sa�ram? A fian�a n�o foi paga.

-Foi, sim. Acabei de pagar. -Ainda nem decidimos o valor.

Tudo foi feito como manda a lei,

como deveria ser nesta regi�o.

Visitei o juiz esta manh�, pouco antes de eu vir aqui.

Estava tomando caf� da manh�.

Todos os documentos foram assinados

e est�o de acordo com a lei.

N�o sumam, voc�s t�m acusa��es �s quais responder.

E fiquem longe da Srta. Alvarado.

Se eu os pegar olhando para ela ou falando com ela,

mato-os na hora.

Ele mostra o que sente, n�o �?

S�o amigos seus?

N�o, Bill, conhecidos.

Mas s�o amigos de um conhecido meu,

um muito poderoso, cujo p�o eu comi

-e cuja can��o eu cantei. -N�o entendi.

N�o gosto de ser entendido, senhor.

Conhece algum apache chamado Nachez?

Conhe�o todos os meus apaches.

Nachez trabalhava para Alvarado.

Assinei a permiss�o para deixar a reserva h� anos.

-Por qu�? -Ele desapareceu.

Eu sou o pastor das minhas ovelhas, Bill.

Posso assegur�-lo de que ele n�o desapareceu.

Onde ele est�? Quero falar com ele.

Ele est� na montanha.

Soube que ele voltou para a reserva ontem.

Pode informar-lhe que quero falar com ele aqui?

Posso informar a ele,

mas ser� como tentar p�r uma sela num puma.

-Eu agradeceria se informasse. -Foi bom v�-lo, Bill.

Voc� parece irritado, Bill.

Sabia que os dois ladr�es foram libertados?

E sabe quem foi ao juiz e pagou? Aquele agente de �ndios.

O Sr. Charleton est� um pouco fora de sua �rea, n�o?

Estou confuso, Sr. Forrester, o que est� havendo?

� cedo para dizer, Bill.

Pede ser pouca coisa ou uma morte.

Vamos nos sentar e esperar passar.

A� veremos o que houve.

N�o consigo entender o que eles queriam.

-Interrogou-os essa manh�? -Por 3 horas.

Foi um monte de papo-furado

que n�o me ajudou em nada.

A morte do Sr. Alvarado parece ser muito mais importante

do que a vida dele.

-Como assim, senhor? -Sei que voc� � amigo de Frank.

Acho que sei exatamente como se sente,

mas o que o faz pensar que ele disse a verdade?

Vou explicar, Sr. Forrester.

Dois anos atr�s, antes de o senhor chegar,

quando Roger Malcolm era delegado,

eu me envolvi em um incidente com tiros.

Eu sei, est� no seu hist�rico.

Eu estava em apuros, o homem era um dos Jacklyn.

Sempre houve problemas entre n�s.

Tive que entregar um mandado a eles.

Ele sacou a arma, e eu tamb�m tive que sacar.

Eu venci o duelo.

As pessoas disseram que me utilizei do distintivo.

O povo queria me enforcar,

chegou at� a enrolar uma corda em meu pesco�o.

Frank enfrentou a multid�o e disse que a lei decidiria.

Ele me prendeu e saiu � procura de provas.

Quem sabe? Se Frank est� em apuros,

posso conseguir uma testemunha.

Bem, Bill, casos s�o como pessoas:

cada um tem uma personalidade pr�pria,

mas n�o acredite em nada sobre nenhum deles

at� todos os fatos serem constatados.

�, mas Frank foi � cantina e disse a Conchita

que sentia muito e como tudo aconteceu.

Foi algo digno de se fazer.

Vamos aos detalhes t�cnicos. Veja essa pele.

Este animal estava doente.

Provavelmente o suficiente para morrer.

Mas ningu�m daria �gua a um animal doente.

Muito menos a um morto.

Acho que este caso n�o foi de roubo, Bill.

Leve ao veterin�rio. Quero saber do que ele morreu.

Coloquem isso numa carro�a e saiam do pa�s.

A terra � minha.

Mas n�o comprou o uso da �gua e n�o paga h� tr�s meses.

Salve o que quiser.

N�s n�o vamos embora.

Eles n�o querem nada. Queime!

O que est�o fazendo?

Qualquer tolo pode destruir.

Voc� mandou dar uma li��o. N�s os expulsamos.

Apaguem o fogo.

N�o quero que colonos v�o embora.

Precisamos que esta terra seja colonizada e produza riquezas.

Hawkns, por que n�o pagou pela �gua?

N�o ganho nada desde a colheita do outono passado.

-Pretende pagar? -Sou honesto, Sr. Wills.

Vou pagar quando puder.

Quero falar com voc�s dois.

Queimar e destruir, � tudo que sabem fazer.

N�o quero destrui��o, quero resultados.

Agiram como idiotas ao cuidar de assuntos importantes.

Acho que n�o conseguem fazer nem as coisas mais simples.

Voc�s deixaram rastros enormes na cidade

e acabaram na pris�o,

como crian�as em seu primeiro roubo.

N�o quero que isto vire uma guerra.

Gosto de manter discri��o e de rapidez em meus assuntos.

-Est�vamos pensando... -Foi dif�cil?

Se encontrarmos o �ndio de Alvarado...

Ele est� onde eu quero.

Voc�s est�o dando import�ncia demais a isso.

� f�cil saber. Tem que ter sido Smead,

o apache ou aquela cantora, Conchita,

prima de Alvarado.

Nunca lhes ocorreu de ela ter orquestrado tudo

e estar envolvida com Smead?

O senhor entendeu tudo errado.

Ela deu uma chicotada nele ontem � noite na cantina.

�, em p�blico. Ela � inteligente.

Ela quer que o mundo pense que eles s�o inimigos.

Voltem � cidade e descubram tudo que puderem,

interroguem-na.

Se pensarem juntos, podem ter alguma ideia.

-Agora v�o at� l�. -Claro, Sr. Wills.

Vamos pegar esse bezerro para o senhor.

Aonde vai, Frank?

Entregar uma nota de despejo para os Hernandez.

-Est� com um caso novo? -Voc� sabe como Forrester �.

Tudo precisa ser verificado duas vezes em detalhes.

Voc� tamb�m � assim.

Por que est� com o couro?

Ele queria que o veterin�rio visse.

Ele acha que talvez o animal tenha morrido, n�o sido abatido.

Descobriu algo?

Ele disse que o animal pode ter morrido sozinho,

mas n�o sabia dizer exatamente.

Pode ter sido.

Eu ficaria feliz de falar o que sei.

Obrigado.

Frank, eu verifiquei com cuidado o seu relat�rio.

O que acha sobre tudo isso do roubo?

Bem, para falar a verdade, achei engra�ado.

Quando achei a carca�a, vi que havia sido arrastada.

Do Lazy W para o rancho de Alvarado.

E a cerca recentemente cortada?

Eu notei.

Acho o seguinte, Bill: Alvarado estava envolvido.

Algu�m tentou armar para ele por algum motivo.

Quando vi a carca�a, procurei saber sobre aquilo

e fui falar com Alvarado. O resto voc� sabe.

Avise-me o que descobrir.

Se encontrar algo,

ficarei feliz de esclarecer.

Obrigado, Frank. Sem ressentimentos, n�o �?

� o seu trabalho.

-Voc� sabe como Forrester �. -Deixe-o feliz. Hasta luego.

At�!

E ent�o?

O que quer?

O senhor mandou me chamar.

-Precisa falar em ingl�s. -N�o falo ingl�s.

N�o podemos fazer nada...

Bill, chegou na hora.

Este companheiro s� fala espanhol.

-Voc� � o Nachez? -O qu�?

"Eu Nachez"

Sabe escrever... escrever?

Escrever.

Voc� escreva.

"Smeet".

Este Smeet?

Sim, este. Assassino, pistoleiro!

-Ele est� falando de Frank. -�, ele parece n�o gostar dele.

N�o podemos fazer nada at� traduzirmos isto.

Obrigado, Nachez.

Obrigado.

Nachez.

-Senhorita. -O que houve?

Tenho algo importante a lhe dizer.

O que houve?

O Sr. Smead matou o seu primo sem que ele tivesse provocado

ou pudesse se defender.

Suba a montanha, esconda-se.

Boa noite.

J� viu um homem chorar?

�s vezes eu vejo.

Hernandez chorou como um beb� quando o expulsei.

Disse que era da fam�lia dele h� 200 anos.

Legalmente, o Sr. Wills est� certo.

Hernandez tinha que ir. Moralmente, est� errado.

Mas n�s cumprimos a lei.

Voc� fala espanhol? Diga o que est� escrito.

Voc� disse que sabia espanhol. O que est� escrito?

Eu falo um pouco, mas n�o leio muito bem.

Demora um pouco para eu entender.

Smeet, S-M-E-E-T. Acho que sou eu.

�, s� entendemos isso e a palavra "Alvarado".

Certo, vou ler o que entendi.

"O Sr. Smead atirou no Sr. Alvarado,

que tinha uma pistola e tentou..."

Desarmado.

"E tentou matar o Sr. Smead,

que foi for�ado a atirar nele."

Assinado:

"Nachez, subchefe dos apaches Las Pulgas."

Nachez viu exatamente o que aconteceu.

�, de acordo com o bilhete, sim.

Ele pode confirmar o que falei. Isto � suficiente.

-Ele � uma testemunha. -Claro,

mas vou interrog�-lo com um int�rprete.

Mas parece que a sua vers�o est� sendo corroborada, Frank.

Eu fico com essa prova.

Voc� ainda est� sendo investigado.

Voc� � muito cuidadoso, Wayne, mas j� est� jurado de morte.

Bill...

leve este bilhete ao juiz Rodriguez.

Pe�a que ele o traduza.

Mas Frank o leu e sabe tudo de espanhol.

Eu sei, Bill, mas quero uma opini�o imparcial.

Quero fazer o poss�vel

para confirmar a vers�o de Frank.

Sim, senhor.

Sr. Bill.

Sr. Bill.

A Sra. Trill o est� procurando. Imediatamente.

Obrigado, Panchito.

-Conchita. -Bill, Bill...

O que lhe aconteceu?

Bill, por favor, sente-se.

-Vou lhe contar tudo. -Quem fez isso e por qu�?

Levaram-na naquela carruagem que Bob Woods usa em funerais.

-Quem a levou? -Aqueles dois capangas.

Que o senhor prendeu ap�s a confus�o ontem � noite.

Eu alertei aqueles desgra�ados.

Faz ideia de para onde foram?

N�o, senhor. Deixaram Connie do outro lado da cidade.

O que queriam com voc�?

Queriam saber

se eu sabia o que Carlos estava fazendo,

mas eu n�o sabia.

Eles n�o acreditaram em mim,

e aquele homem, o pequeno...

Van Horn. Continue.

Ele me bateu sem parar.

O outro homem estava guiando o cavalo.

J� chamou o m�dico?

Assim que Panchito voltar, pe�o para ele chamar o Dr. Mott.

Chame o outro, Dr. Ackerman.

-Sim, senhor... -Bill, n�o me abandone.

Tenho alguns assuntos a tratar.

Bill, preciso lhe contar algo

sobre o seu amigo, Frank Smead.

Isso pode esperar. N�o foi ele.

Bill, Bill!

Bill...

Voc�s dois!

Messendike, Van Horn...

levantem-se, agora!

Levantem os bra�os. Agora!

Est� comigo, Pepe?

Claro, Bill.

Mas n�o exagere.

Fique de olho no resto dos clientes.

Vou cuidar desses dois.

Mocinha, pegue as armas deles!

Pegue as armas.

Coloque-as no balc�o.

-Outra pris�o falsa? -O que �, ent�o?

Saia daqui.

V� com Deus.

Ande!

N�o, senhor! Nada disso!

Obrigado.

Parado!

Largue a arma.

Voc� escreveu uma carta � pol�cia, � verdade?

Isso n�o � problema meu, voc� teve as suas raz�es.

-A quem mais contou? -Ningu�m, chefe.

A ningu�m al�m de Conchita.

Conchita? Voc� contou a ela?

Idiota! Idiota!

Vamos, ande!

N�o acredito.

N�o acredito que Frank mataria Alvarado,

roubaria algo

e inventaria tudo aquilo sobre o boi.

Afinal, o que ele pegou do rancho, se ele pegou?

N�o sei, Bill.

Nachez n�o falou.

Algu�m mentiu. Conhe�o Frank muito bem para acreditar.

Eu tamb�m conhe�o Nachez muito bem, desde pequena.

Ele cortaria o pr�prio bra�o antes de mentir.

Sinto muito, Bill.

Odeio falar algo assim sobre algu�m que voc� admira.

Querida, precisamos ter certeza dos fatos.

Traduza isto para mim.

"O Sr. Smead matou o Sr. Alvarado.

O Sr. Alvarado n�o tinha pistola nem nada.

Ele estava desarmado.

Eu fugi para evitar problemas com a pol�cia.

Nachez, subchefe dos apaches Las Pulgas."

O que isto significa? "Desarmendo".

"Desarmado" significa que ele n�o tinha armas.

Frank disse que significa que Alvarado tentou mat�-lo.

� muito simples, quase como o ingl�s.

"Desarmado", "disarmed", "desarmado".

� igual.

�, sim. Soa igual.

O que mais Nachez disse?

Que seguiu o Sr. Smead nas montanhas

e o viu entrando na mina do velho Fryer.

Ent�o o viu saindo e indo embora.

Depois Nachez subiu a montanha com sua tribo.

N�o acredito nisso!

Mas eu acredito em voc�. Espere um pouco...

Aqueles dois homens disseram que algo valioso sumiu,

e Nachez disse ter visto Frank levar algo da casa do seu primo.

Frank sabe o que estava escrito aqui.

Vou levar Frank � delegacia, ou Nachez, ou os dois.

Traduza isto para o delegado Forrester.

E tome cuidado, � uma prova.

Bill, por favor, querido.

Se tiver que atirar, atire primeiro.

Eu quero voc�, n�o uma lembran�a.

-N�o entendi. -Voc� � o meu cora��o.

Des�a.

Ol�, Frank.

Oi, Bill.

Est� agitado?

�, achei que fosse o Nachez.

Eu estava com ele, mas ele fugiu.

Voc� soltou o cavalo dele. Ele n�o vai precisar?

Ele est� a p� agora. Ser� mais f�cil encontr�-lo.

Vamos atr�s dele.

Vasculhei o lugar todo.

Ele deve ter fugido por algum buraco.

Voc� me viu saindo, n�o foi?

Se voc� j� procurou...

Forrester quer ver Nachez, com um int�rprete.

Vamos procur�-lo, ent�o.

H� uma entrada de ar ali

e outra entrada acima daquele acostamento.

Eu procuro em uma, e voc�, em outra.

Quero que esclare�a algumas coisas.

Voltarei ao escrit�rio assim que encontrar o apache.

Frank, somos amigos h� muito tempo.

-Muito. -Eu lhe devo muito.

Voc� salvou a minha vida e o meu emprego tamb�m.

E a�?

Conchita me disse uma coisa, e voc�, o contr�rio.

O que ela lhe disse?

Por que matou Alvarado?

N�o teve a ver com roubo de gado, n�o �?

N�o?

Voc� pegou uma coisa da casa de Alvarado.

Peguei?

E traduziu errado a carta de Nachez.

Como sabe? Voc� n�o entende espanhol.

Conchita entende. Ela leu para n�s.

-"N�s"? -Para Forrester e para mim.

Parece que Nachez viu tudo e o seguiu at� aqui.

Parece que matou um homem desarmado

por algum motivo.

Que motivo?

Acho que n�s dois sabemos.

Quer levar uma surra?

Se estava em apuros e agiu impulsivamente,

posso ajud�-lo, desde que legalmente.

Voc� me chamou de mentiroso e ladr�o.

Prefere acreditar em um apache do que em mim.

Vou lhe dar uma chance de sacar primeiro.

Ficou louco, Frank?

Vamos l�, saque!

Vire-se.

D�-me a carta.

-Voc� est� se entregando... -D�-me!

Voc� sempre disse para protegermos provas.

-Onde est�? -Na delegacia.

Vamos!

Aqui est� bom.

ENTRADA DA RESERVA APACHE AS PULGAS

BEBIDAS E ARMAS DE FOGO PROIBIDAS

Ol�, Frank. voc� parece estar com pressa.

Livre-se deste cavalo.

Fico feliz de ajudar um homem em apuros.

R�pido, por favor.

-Esconda o cavalo. -Sim, senhor.

Esconda-me, me d� cobertura.

Isso n�o est� nos meus deveres como agente de �ndios.

-Eu vou pag�-lo. -Que lindo...

Parece que o delegado Forrester est� ali.

-Por favor... -Est� com medo do pr�prio chefe?

Entre.

Lembre-se, eu estarei aqui dentro.

Seja civilizado, Frank.

Como vai, Sr. Charleton?

Bem-vindo, delegado. Como vai meu colega protetor?

Posso ajud�-lo?

Procuro o policial Frank Smead, que parece ter vindo para c�.

-Voc� o viu? -Quanto ele vale?

Sinto muito pela piada. N�o se deve fazer piada

com pol�tica, religi�o ou casos policiais.

Eu n�o vi Frank por aqui.

Se ele aparecer,

diga que quero v�-lo, sobre um caso.

Sim, senhor. Nada acontece aqui sem eu saber.

Bill Gentry passou por aqui?

Parece que o senhor perdeu o seu departamento inteiro.

Passe aqui uma hora.

Sempre quis conhec�-lo melhor.

Um dia.

Pode parar de agir como Billy The Kid?

Estou falando s�rio, amigo.

S� preciso que os seus melhores �ndios

me levem para al�m da fronteira.

Algo simples.

Vou dar-lhe mil pe�as de ouro.

-� pouco. -Como assim?

Visto que voc� recentemente ganhou US$ 8 mil

e o fato de ter matado Carlos Alvarado...

Voc� est� mentindo!

Meus apaches n�o mentem para mim,

s� em assuntos pequenos.

Nachez viu tudo e me contou.

Visto que voc� provavelmente tem

US$ 8 mil em ouro,

vamos dividir ao meio, como cavalheiros.

S�o as suas condi��es, n�o s�o?

Est� bem.

Odeio ver um homem impotente.

� claro que tem suas vantagens...

D�-me US$ 4 mil, e fecharemos neg�cio.

-Acha que sou louco? -Ent�o onde est�?

-N�o interessa. -Muito longe?

Uma viagem curta.

-Certo, v� busc�-lo. -N�o vou voltar aqui.

� verdade, saia de uma vez.

Jimson vai encontr�-lo. Voc� o conhece?

Conhe�o, um de seus capangas.

Encontre-o atr�s da velha miss�o �s 22h.

Prefiro �s 21h.

Quero estar longe pela manh�.

Voc� estar� pronto para ir embora ap�s pagar.

Claro, � s� deix�-los prontos para me levarem.

N�o se preocupe. Cuidarei de voc�.

Oso ser� um deles, ele � excelente.

Maldito, esta bebida � boa. Termine-a.

Eu ia mand�-lo, mas pode levar Chato.

D�-me um pouco disso. Ficarei aqui at� anoitecer.

Tem certeza de que ele n�o passou por aqui?

N�o, Sr. delegado. S� Jess Johnson passou por aqui.

Ele cavalga pelo Bar XK.

Obrigado, senhora.

Disponha, senhor.

� voc�, Jimson?

Sou eu.

Apare�a, quero v�-lo.

Onde est�o os outros?

-Mande-os se prepararem. -O dinheiro primeiro.

-Mande-os montarem. -Tenho que contar o dinheiro.

Aqui est�.

Vamos l�, acordem! Vamonos, andale!

O que est� tentando fazer?

Vire-se e estar� morto.

O Sr. Charleton disse que trapacearia.

S� h� pedras aqui.

Trouxe a bolsa errada, estas s�o minhas amostras de min�rio.

O ouro est� na outra sacola.

Mande seus amigos me deixarem pegar.

Eu pego.

Procurem na entrada de ar.

Vamos.

Saia da frente!

Desista, Frank.

Bill!

Bill!

� o Forrester.

Talvez minhas ordens tenham mudado.

Sra. Gentry, Sr. delegado Bill Gentry.

Sim, senhor.

Como delegado do Distrito Sul do territ�rio do Arizona,

eu quero dar lhes este amuleto da sorte.

Para o novo delegado do Distrito Norte.

Foi feito em Albuquerque, Bill. Achei que nunca ficaria pronto.

Obrigado, Wayne.

Boa sorte para voc�s.

Que tenham uma vida longa e feliz.

Obrigada.

Tradutor: Gustavo Sobral

Edi��o e Sincronia: tetrao friendsharePT

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