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Original subtitles

- Alô?

Secretária de Southland, no que posso ajudar?

- Sim, vocês estavam anunciando uma vaga

de digitador temporário para um autor?

- Sim, o autor.

Você sabe quem é, não sabe?

- Na verdade sei sim.

- Está direto nas capas de revistas.

- Eu sei.

- Oh, você tem alguma experiência?

- Sim eu trabalhei com um romancista antes.

- É melhor você vir nos ver.

- Tudo bem tchau.

- Tchau.

- O centro da trama,

ou seja, quando o principal personagens vêm juntos,

basicamente é sobre química humana.

- Paulo Martin, ciência mortal

foi o romance de maior sucesso

que foi escrito ou publicado no ano passado,

e eu queria saber quanto tempo demorou para você escrever?

- Bem, comecei o livro em Paris,

então eu mudei para Nova York e me levou cerca de seis meses.

- Seis meses, eu pensei que você demorou três?

Isso é o que dizem minhas notas.

- Bem, devem ter passado informação errada.

Quando me inspiro,

o andamento da escrita inevitavelmente acelera.

Na verdade, eu conheço normalmente escritores

leva cerca de nove meses, uns dois, três anos.

- Conte-me, por que você criou

uma história sobre diplomatas?

- Porque quando eu tinha, oh, cerca de 19,

Eu costumava viajar muito para o sul da França

e para Roma, você sabe, e Paris, também,

e eu realmente consegui conhecer muitas pessoas,

e sempre me interessou muito.

Então é por isso que escrevi meu primeiro livro sobre isso.

- A vida do champanhe?

- Bem, não a vida do champanhe.

- Digamos a vida do Rolls Royce, então?

- Não outras pessoas estão bebendo champanhe

e dirigindo Rolls Royces.

- Você parece ter uma obsessão

com esse estilo de vida?

- Não, não, não, eu não tem uma obsessão.

Eu simplesmente sinto que faz parte do meu trabalho

escrever sobre pessoas que encontro

e pessoas que se qualificam para as páginas do meu livro.

- Agora vamos fale sobre a catarse

do esforço humano.

- Mm-hmm. - No qual você se concentra

que diz basicamente em sua escrita. - Sim.

- Alguns dizem um favorito

tema seu, não é? - Sim, sim, sim, é.

Sou muito forte neste assunto,

e sempre se insinua no que eu escrevo sobre, sempre escrevo.

Noite perfeita.

- Oh.

- É apenas um trovão.

- Sim.

Mais.

- Oh meu Deus.

- Não não não.

- Normalmente não temos inquilinos, sabe?

Oh, voce sabe, eu meio que minto,

tivemos no ano passado, agora que eu vim

pensar nisso.

Dentista, dois deles.

Hmm, muito estranhos, eles eram.

Você sabe, Comandante e a Sra. Percel

sempre vão para o sul da França por cinco semanas, sabe?

Comandante e a Sra. Percel,

onde ninguém pode chegar a eles, fora de perigo.

Oh, ele ficaria tão irritado, o Comandante.

Tão irritado.

Agora, o que devo fazer de almoço?

Eu poderia fazer um bom bife com rim.

- Não, ainda não decidi.

Eu não pensei em nada.

- Bem, quando você vai pensar?

- Mais tarde.

Mais café, por favor.

- Paul, querido, cadê você?

Como vai querido?

Como você está?

Você está bem?

- Sim, porque não?

- Eu estava preocupada.

- Preocupada? - Sim.

- Bem, não fique.

Você percebe, eu suponho, que este é um período

de intensa concentração para mim.

Concentração intensa.

Entende?

- Se você diz.

- Suzanne? - O que?

- Um pequeno ponto.

Eu ficaria muito grato se você mantenha meu paradeiro

em segredo por enquanto, sim?

- Bom dia Internacional Livros no que posso ajudar?

- Leo Schuman, por favor.

- Só um momento, espere na linha.

- Alô?

- Paul Martin, Leo. - Paul, graças a Deus.

Voce ligou estou ouvindo voce

iam me ligar ontem.

Olha, só faltam duas semanas.

- Sim eu sei. - Há um monte de pessoas

esperando, devemos ter isso

até o final do mês. - Sim.

- Faça o seu melhor para mim, querido, sim?

- Tudo bem. - Eu tenho algumas pessoas

que são de Nova York aqui, e eu quero que eles

leiam antes que eles voltem, então vamos ser rapidos.

Será um grande negócio se pudermos lançá-lo.

- Leo, onde está o datilógrafo? - O que?

- Eu sinto se eu posso ditar, aumentar e diminuir o ritmo.

- Sim sim claro.

Ela deveria estar ai, pelo amor de Deus.

Você sabe, olhe, eu vou ver aonde está.

Já te ligo de volta.

Vou colocar uma pedra nessa maldita agência.

- Obrigado, Leo.

Assediar.

Para se preocupar.

Para importar.

Para prosseguir.

Para perseguir.

Decair.

Humilde.

Forjado.

Morrer.

Droga.

- Paul, aqui e o Leo.

Olha, a agência errou na data.

Ela está indo para ai agora.

- Quem?

- A garota, Linda.

A digitadora.

- Obrigado, Leo.

- O trem dela e às 11:30, Hatfield Peverel.

- Tudo bem. - Eles me dizem que ela deveria

cuidar de você, ok?

Está tudo bem?

- Obrigado, Leo.

- Não me agradeça, apenas complete o livro.

Lembre-se, se for bom,

estamos na fila para o prêmio de crítica,

e não se esqueça disso.

♪ Soldados cristãos ♪

♪ Marchando para a guerra ♪

♪ Com a cruz de Jesus ♪

♪ Acontecendo antes ♪

♪ Cristo, o mestre real ♪

- Vocês dois saiam do caminho.

- Saiam do caminho. - Vocês deveriam sumir.

- Olá, deusa.

Tudo bem.

- Bem, está bom, então.

- Que tal você entrar no meu Jaguar,

que tal isso, em?

Que gata.

- Sr. Martin?

- Como regra, não gosto de gente.

Eu não confio neles,

mas nós temos muito trabalho duro para passar.

- Tudo bem.

- Eu não te conheci antes?

- Não.

- Sabe, por um momento eu pensei que você parecia familiar.

- Você pensou? - Sim.

Você já trabalhou para um escritor antes?

- Não, na verdade não.

Apenas trabalho freelance geral.

Eu costumava trabalhar para um especialista em culinária por um tempo.

- Um especialista em culinária?

- Sim, ela escrevia toda semana na coluna da revista Homeowner.

Tudo sobre canelones e cérebros de bezerros, coisas assim.

- Cérebros de bezerro?

- Sim, esse tipo de coisa.

- Coisa chique. - Mesmo?

Mas você nunca trabalhou em um romance antes?

- Não, eu nunca.

- Mas você está bastante acostumada a uma rotina rígida, claro?

- Claro.

- Lá está ela.

- Seu pássarinho.

- Sim, vamos ver como e o corpo dela.

- Duas vezes em um dia?

- Sim, bem, ela me ama, não é?

- Bata nele. - Eu o peguei.

- Você sempre luta assim?

- Eles estavam atrás de mim.

Eles estavam indo ate mim.

- Suponho que você mora sozinho, não é?

Em casa?

- Sempre que posso evitar, sim.

- Você não tem uma governanta

ou alguém que faz ...

- Faz o que?

- Faz, arruma para vocês, cozinheiros.

- Oh, sim, sim, há um desses.

Por que todas essas perguntas?

- Desculpa.

- Mas eu vou te dar minha rotina, então você sabe.

Nunca se altera enquanto estou escrevendo.

Eu acordo às oito.

Minha primeira xícara de café, eu sempre tenho na sala de jantar.

A cadeira azul.

A segunda xícara que tomo no escritório.

Eu gostaria que você me trouxesse também.

Então começa o ditado para o resto da manhã.

Almoço, gosto de manter a simplicidade.

Então trabalhamos até as seis.

É então que tomo minha primeira bebida.

Sempre um copo de Tio Pepe bem gelado.

Jantar, sempre leve.

Um pouco de peixe ou uma quiche.

Eu bebo Burgundy, não Clarete.

Depois do jantar, relaxo.

É uma rotina bastante simples, que funciona.

Seu quarto está lá em cima no fim do corredor.

- A que distância fica este lugar de qualquer lugar?

- Longe o suficiente.

Eles entregaram no fim da viagem, vírgula,

e Angus parou o carro silenciosamente.

Pare, novo parágrafo.

O beijo deles não foi nem terno nem afetuoso.

Ponto, foi carnal, ponto.

Foi lascivo, ponto.

Molhado e ganancioso, ponto.

Persistente, apaixonado, mas com calor, ponto e vírgula.

Possessivo, mas com calma.

Citações, eu te amo, citações finais.

A voz de Angus suave no interior.

- Desculpe, a voz do Angus suave no quê?

- A voz de Angus suave no interior.

- Sim?

- Ponto final.

Cristais de gelo se formando no para-brisa

e o céu caindo, ponto.

Um cenário irônico depois tudo que existia, ponto.

Parágrafo final.

Boa.

- Você se importa se eu desempacotar?

- O que? - Eu disse que vou fazer

um pouco de café.

- Tudo certo?

- Bem.

- Você já faz muito tempo.

- Vem?

- Ela se sentiu macia sob os lençóis.

Quente, vírgula.

O exterior formal se foi,

que se apresentou com tanto medo nesta última semana.

Pare, aqui em seus braços estava um ser sensível, pare.

Apaixonado e exigente, ponto.

Então, a língua de Angus começa sua exploração lenta,

começando aqui, despertando ali.

Jogando em Anna, como um virtuoso com um Stradivarius

ou um Steinway, vírgula.

Um ótimo maravilhoso catarse de luxúria, ponto.

As pernas da anna

apontar lentamente,

e cada carícia com urgência movendo, apontar, exigindo.

Ela estava molhada de ansiedade.

- E?

- Feito.

- Feito? - Sim, por enquanto.

Gostaria de uma bebida?

Tem certeza que?

- Não, obrigado.

- Este será meu segundo livro.

O primeiro me fez meio milhões de dólares, e agora,

você sabe que esta é a primeira vez Eu tenho que trabalhar com um prazo?

Quanto mais sucesso você obtém,

mais eles querem o próximo.

Quanto mais eles estão preparados para pagar,

e mais tempo você leva para escrever.

Quanto mais impaciente isso muitos idiotas se tornam.

- Mas você só escreveu dois livros.

- Ainda é o mesmo.

Você tem certeza que não nos conhecemos antes?

- Certeza absoluta.

É a segunda vez você me perguntou isso.

- Você é uma garota muito atraente.

- Isso te incomoda?

- Não, nem um pouco.

Nem um pouco.

- Seu?

- O primeiro.

- Meio milhão de dólares?

- Certo.

- Para quem é a inscrição?

- Um amigo.

- Ei, vire-a.

É isso, mais rápido.

Vire-a de costas novamente.

Vá em frente, vire-a de costas.

Mais rapido.

- Todas essas pessoas indo e vindo.

Eu realmente não sei o que Comandante

e a Sra. Percel diria.

Eu nunca vi tantos rostos estranhos em toda a minha vida.

Oh, os copos você vai encontrar no armário do canto,

e eu mantenho os tapetes pequenos na cozinha.

E as tampas.

Bem, não parece muito bom para mim,

mas aí está você.

Agora, há mais alguma coisa?

- Não, acho que não.

Você sabe, se você quiser tire alguns dias de folga,

agora seria um momento muito bom.

Tem tanto trabalho para ser feito no livro,

Acho que também pode ser

para manter as interrupções ao mínimo.

Oh, eu não quero ser rude,

mas você sabe como são esses escritores.

- Quer dizer que não me quer por perto?

- Sim, é exatamente isso que quero dizer.

- Entendo, eu devo ficar de olho na casa.

Eu cuido das coisas para o Comandante.

- Sim, eu sei disso.

- Você não me quer por perto?

- Não.

- Bem, devo dizer, estou muito infeliz com isso.

O Comandante não gostaria de nada disso.

O anúncio do Times era muito, muito exato.

Meu trabalho é dirigir a casa

e ver se tudo está sob controle.

Agora, tudo isso é muito perturbador.

Estou muito infeliz com isso.

Muito infeliz, de fato.

- Talvez esta seja

a primeira vez em muito tempo que eu realmente me sinto contente.

Na verdade, me sinto muito feliz esta noite.

- Bom, estou feliz.

- Não sei, talvez seja o tempo

ou nosso bom trabalho hoje.

Foi até sugerido

que o livro talvez esteja em linha para o Prêmio Pulitzer.

Nós nos saímos bem hoje.

Você deve estar satisfeita também, com certeza.

- Claro.

- Bom.

O segredo é o que eu chamo de padrão imaculado de vida.

- O que é isso?

- Bem, suponho que esteja bem descrito

referindo-se a ele como a tranquilidade derivada da ordem.

O dia desenhado em sequência.

Cuidadosamente planejado, bem organizado, bem executado.

Sem empecilhos.

Nada nada inesperado para te desencorajar.

- Seria chato, no entanto.

- Chato?

Exatidão na vida é o todo o ponto de nosso ser.

Bem, agora vejo que você concorda, um pouco.

Estamos realmente conseguindo parar para nos conhecer bem.

Você me faz sentir relaxado.

Eu gosto de você.

Claro, isso é muito reconfortante para mim.

Talvez seja por isso que me sinto contente.

Me diga, provavelmente você viu grande parte do campo.

em suas caminhadas esta manhã.

Não achou lindo?

O sucesso pode trazer problemas, é claro.

Você sempre tem que escapar.

Se afastando das pessoas.

Pessoas que querem que você lhes faça favores.

Comecei o novo livro em Londres.

Eu contei uma mentira.

Na verdade, eu comecei em Paris.

Em seguida, me mudei para Nova York, então Londres, agora aqui.

Eu prefiro este lugar.

Só para fugir das pessoas que ficam pedindo.

Você vê, seja como for,

é um preço que você paga por ser notavelmente bom no seu trabalho.

Às vezes eu sinto que muitas pessoas estão atrás de mim.

Tentando me pegar.

Eles estão sempre atrás de mim.

Me rastreando.

Você tem que manter os olhos abertos.

Eles podem estar em qualquer lugar.

Observando você.

- Quem?

- É por isso que estou aqui.

Straw Hill.

A casa em Straw Hill.

Livros de palha.

Feito por mistura de palha.

Por espantalhos.

Me desculpe, eu bebi muito.

Não!

Não!

Bem, o que aconteceu com a chave da porta do meu quarto?

- A chave? - Sim, ela sumiu,

e só há uma pessoa isso poderia ter pegado.

- Quem?

- Você.

- Por que eu pegaria a chave da porta do seu quarto?

Bem, por que eu deveria?

De qualquer forma, temos um prazo, lembra?

- Onde está a Sra. Aston?

- Oh, ela está em algum lugar.

Você tem pricipios morais?

- E claro.

Todos nós temos.

- Você ficaria surpresa.

Você tem um namorado?

- Atualmente não.

- Casada?

- Uma vez, agora não.

- Divorciada?

- Não, ele foi morto.

- Você gosta de meninas?

- Não.

- Surpreendente.

- Surpreendente?

- Bem, por um momento eu pensei ...

- Bem, eu não.

Talvez mais tarde.

Quando terminarmos.

- Terminar?

Terminado o quê?

Quem está escrevendo este livro?

Você ou eu?

Quem tem toda a tensão criando página após página?

Quem precisa de simpatia e compreensão?

- Suzanne, sou eu.

Você gostaria de vir para o pais?

- Você está sozinho?

- Sim.

- Oh, eu adoraria ver você.

- Está tudo quieto aqui sem você.

- Eu também senti sua falta.

- Tudo bem sim.

- Trem das 12:30.

- 12:30 na estação.

- Tudo bem tchau. - Tchau.

Não, você vai buscar ela às 12:30.

Você é a secretária.

Pare de fazer esse barulho, por favor.

- Onde está a chave?

- Por que você não usa o carro deles?

É muito melhor para uma secretária.

- Como vai? - Como vai?

- Claro, amanhã.

Sim, Leo.

Certo.

OK.

Sim eu acho.

Voltarei na quarta semana.

Eu terei uma carta.

Bem, adiantado, 2500.

Oh, bem, cerca de dois dias e meio.

Cerca de dois.

Sim, claro.

- Sim claro - Não deixe nenhum antes

60 páginas, certo?

- Sim. - Está tudo indo bem.

- Finalmente? - Está bem então.

- Ate mais.

- Almoço em 10 minutos.

Devo dizer que você é uma pessoa muito ocupada.

Correndo como se não fosse da conta de ninguém.

- Eu? Sou?

- Uma grande aquisição.

- Assumiu o controle?

- Mm, onde está a Sra. Qual é o nome dela?

Ele não gosta de comida apimentada.

- Oh Sério?

Bem, você não deve esquecer,

sou apenas a contratada por aqui.

- Uma faz tudo, na verdade.

- Hum, vou me lembrar da pimenta.

Você realmente parece estar muito bem, sabe?

- Serio?

- Sim.

Muito bem.

Você parece muito bem.

Você parece muito, muito bem, de fato.

Você realmente e muito bonita.

Ah sim.

Muito boa.

Você não esta gostando?

- Claro que sim.

- Você está aqui por mim.

Para meu prazer.

Minha para fazer o que eu quero entendeu

Linda?

Linda?

- Paul?

- Eu não entendo.

- Talvez ela goste de você.

- Linda?

Linda?

Linda?

Linda?

Linda?

Linda?

Linda?

Linda?

- Suzanne?

Suzanne?

Suzanne?

- Onde você vai?

Alô?

Alô?

Polícia?

- O que é que foi isso?

O que é que foi isso?

- O que? - Esse grito?

- Foi sua imaginação.

- O que você pensa que está fazendo?

- Fazendo?

- Sim, fazendo.

- Me desculpe, mas a porta para o seu quarto estava aberta.

Eu não quis ...

- Você não quis?

- A porta do seu quarto estava aberta.

Eu vi você fazendo amor com Suzanne.

Eu sinto muito.

- E a faca?

- Oh, você encontrou ela, não é?

Eu sempre carrego ela comigo.

Auto-proteção.

- Não, vamos lá.

- Diga o que quiser, serve a um propósito.

Acredite no que quiser.

Se você for xeretar por aí na bagagem das pessoas,

você deve acreditar no que quiser.

- E a fotografia?

A fotografia minha?

- Oh, vamos lá agora, Paul.

Acalme-se.

Diga-me qual é o problema?

E eu posso te dizer o que você quer saber.

A fotografia, foi seu agente que deu, Leo.

Como você achou que eu iria te reconhecer

na estação quando você me conheceu?

- Onde está Suzanne?

- Dormindo.

Para não te incomodar.

- Não posso confiar em ninguém.

- Venha então, vamos terminar.

- Agora não.

- Bem, só faltam algumas páginas.

- Eu não posso.

- Sim você pode.

Página 435.

Tudo bem?

O aeroporto, vírgula, urina, suado

com o cheiro de um milhão de pessoas

todos seguindo caminhos diferentes, pare.

- O cheiro de suor de muitas nações.

- O calor de seus corpos.

- Calor de seus corpos.

- Como o avião afundou de um céu laranja ...

- Azul. - Laranja.

- Amor deles. - Seu ódio.

- Dizendo adeus.

- Não, de pé, nada.

- Não, acenando adeus.

- Experimente algo diferente.

Não vai funcionar.

- Experimente. - Não vai funcionar.

- Experimente. - Não vai funcionar.

Não mais, para sempre,

acabado, abandonado, sozinho,

feito, final, último, concluído.

Finalizado.

Eu terminei para você.

Eu vou te matar, Sr. Martin.

Matar você.

- Por quê?

- Porque você é uma fraude.

F-R-A-U-D, significa fraude.

Ponto final, o fim.

Entendeu?

Meu nome é Hindstatt.

Linda Hindstatt.

Se lembra?

Sim.

Eu acho que sim.

O primeiro romance.

Meio milhão de dólares.

- Não.

- Espere, Sr. Martin.

- Paul, eu não quero ninguém

entrando em pânico enquanto estou fora.

Tudo está sob controle.

Apenas continue levando os comprimidos, você vai manter

aquele ritmo que você está fazendo

antes, vai ser bom.

- Espere aí, Sr. Martin.

Agora eu disse espere.

Fique bem aí.

Agora, faça o que eu digo.

Não tente mais nada, ou vou estourar seus miolos.

Basta colocar as mãos na cabeça.

Está certo.

Você ganhou meio milhão dólares daquele livro,

e você nem mesmo escreveu.

Nem uma palavra.

Nem uma única palavra.

Porque foi escrito pelo meu marido.

Você roubou dele dizendo que você venderia para ele.

Você ainda teve a coragem de dedicar para ele, lembra?

E então você se livrou dele.

Você o levou ao suicídio enquanto você roubou seu trabalho.

Oh, eu sei muito sobre você, Sr. Martin.

Tolo.

E agora, eu quero minha parte.

Eu quero minha diversão.

Eu quero suas estranhas.

- Não, não.

Eu imploro, deixe-me explicar.

Por favor, não atire.

Por favor, eu imploro, por favor.

Oh, oh, não.

Não pode ser.

Ah não.

Tradução: Fabiano M. Machado (AFT Ash J. Williams)

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