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A INOCÊNCIA DE LAURE
Alex Ferensí, o padrínho da máfia Húngara, acabava
de morrer de um ataque cardíaco, o seu coração frágil não
resistiu aos insaciáveis desejos da sua jovem esposa
Victoria, a sua ultima esposa tinha um tal apetite sexual
a que nenhum homem fazia frente
A cama para ela, não era um local de encontro, mas sim
um campo de batalha Alex cansado, já não aguentava,
e esta foi a ultima batalha que perdeu durante a sua vida
Victoria encarnou o papel de viúva e chorava, mas o seu seu
guarda-costas apoiava-a e ela tinha de assumir os negociosos
de Alex. A herança do mafioso era considerável,
e ninguém poderia pensar que içaria agora nas mãos
e uma frágil mulher...
Tudo correrá bem, querida.
Tu és a mais bela, sabes?
Toma, prova!
És uma querida... uma gulosa.
Sou!
Queres fazer amor, mas sabes que já estou atrasado...
Já não tenho tempo...
Não é nada...
És maravilhosa, a mais bela, se eu morrer, vais herdar
os meus bens, ficarás à frente de uma pequena fortuna.
Ficarás com tudo o que tenho, todos os negócios, tudo...
Por toda a felicidade que me concedeste
durante todos estes anos. Beije-me!
Que bom... sim, mama aí.
Que bom!
Sublime!
Emocionada por esta ultima cena, Victoria sentia vontade
de por a mão entre as pernas. Sabia que a partir de agora
Alex sabia tudo sobre ela, até acerca do guarda-costas
que era tão bom e que só pensava naquilo.
Que bom!
Soltz era o número um. O desaparecimento do seu
patrão não o emocionou mais do que a chegada da Primavera.
Era frio como gelo e só o sexo o movia...
Que bom!
És mesmo boa... mesmo!
Podíamos andar os dois, que achas?
Levada por um pressentimento, Victoria não esperou
pelo dia seguinte para ir ao Notário
Cara Senhora, as minhas condolências.
Era um homem impecável. Entre, por favor.
Veio por causa do testamento?
Sim.
Que drama.
Espero que pelo menos ele não tenha sofrido.
Não, não sofreu.
Sente.se, por favor.
Tenho uma má notícia para si.
A minha notícia é desagradável.
Ao contrario do que todos pensam,
a senhora não é a herdeira de Alex.
Fico muito surpreendido.
É uma filha que ele teve há vinte anos em França,
e que guardou em segredo até à morte!
Não estou a perceber. É inacreditável!
Porquê? Porquê?
Victoria acabava de saber que o seu marido também tinha
os seus segredos Laure Ferenzí existia mesmo e era agora
uma mulher a líquídar
lnconscíente de um tal ódio, Laure, leve como um pássaro,
desembarcou no aeroporto de Budapeste, no avíao particular
que o notário tinha alugado
Espere, eu ajudo.
Bom dia. Eu sou Laslo, o notário.
Estou muito contente por recebe-la.
Obrigada.
Fez boa viagem? - Sim, boa.
O seu papá deixou-lhe muitas coisas.
Bares, discotecas, hotéis.
Herdou muito dinheiro.
Poderá passar pelo meu escritório?
Com certeza.
Motorista, acompanha a senhora a casa.
Andrew, era o guardo-costas número dois Era o oposto
do número um Era ainda um garoto Laure gostou dísso
Com 20 anos de idade, já tinha tido mais mulheres
do que Alex em toda a sua vida
Laure, impressionada pela amabilidade do rapaz,
pensou que ele fizesse parte da herança
Estou?
Ouve bem, minha porca, não vale a pena abrires a mala!
Não estoua perceber, explique-me...
Não há nada para perceber! É indesejada em Budapeste.
Amanha, volte para onde veio!
Importa.se de explicar?
Magoada por toda aquela agressividade,
Laure sentia-se só
E Andrew logo o compreendeu
A força do seu desejo também
Gostaria de lhe explicar a situação.
A sério?
Ouça, só quero que seja feliz. Ouça, por favor.
Tudo correrá bem!
Não!
Deixe-me, beija-la.
Não!
Estou-me a vir, boneca!
Vem...
Não tenhas medo de mim. Não tenhas medo.
Vou proteger-te.
Laure era agora uma alíada Aceitou a proposta de ir
visitar uma das discotecas da sua herança
Uma das mais famosas de Budapeste
Era difícil não sucumbir àquele clíma
Aqui, devia-se deixar falar as emoçöes E tudo era dela
É uma nova?
Quem é?
Não, idiota! Enganas-te. É a nova patroa.
Compreendo a tua posição, mas ainda não perdeste, acredita.
Estou muito decepcionada.
Então esta rapariga quer tomar tudo o que é meu?
Não ficarás com nada!
Não te esqueças que aqui é o meu território!
Vá! Saiam depressa!
Vem, querida...
Viste, a patroa desceu com a Anita...
Não vale a pena perguntar porquê...
Vá, meninas, mexam.se! Despachem-se! Vão dançar!
Annie, dá-me prazer. Toca-me, queres?
A senhora Victoria quer que dancem para ele, desçam.
Ouviram? Quero.as lá em baixo, menihas!
Posso ajuda-la? Tem falta de um homem?
Laslo era um notário, mas não era menos homem,
um homem de gostos requíntados A sua ultima esposa,
que era da alta burguesia, tinha-o deíxado,
porque parece que ele fazia exígencías sexuaís
a que uma mulher seria não devia ceder
A chegada de Laure agradou-o e chamou-a sob o pretexto
de assinar alguns documentos
Entre menina, por favor.
Fique à vontade, sente.se.
Aqui é a selva. Estamos em Budapeste e não em Paris!
É uma cidade, onde há muitos problemas.
Veja, por exemplo. A discoteca do seu papá!
As raparigas que lá trabalham, a máfia vem...
é muito perigoso, percebe?
Não é o que pensa. É jovem e frágil, não tem força
para dirigir um local daqueles!
Deve pensar melhor.
É muito delicado.
Venha para aqui.
É uma rapariga soberba!
Põe-me louco!
A Laure excita-me!
Beija-me!
Põe-te de joelhos!
E mama!
Quero entir a tua boca!
Assim mesmo.
Vira-te, querida!
Vira-te, quero amar-te assim.
Que bom!
Senta-te em cima de mim.
Senta-te, minha boneca!
Vem, põe-te de joelhos à minha frente.
És maravilhosa... maravilhosa!
Laure tinha decidido fazer umas compras com o seu fiel servídor
Queria comprar algo apropriado para na próxima visita ao clube,
fazer frente à sua inimiga, Victoria
Olha, que bonito!
Vem depressa!
Cuidado! Podem ver.nos!
Meninas, a nova patroa quer falar-nos. Ela está a chegar.
Calem.se! Ela vem aí.
Gosto da roupa dela!
Boa noite! Sou a vossa nova patroa!
Vou dirigir esta discoteca! O meu pai morreu,
sou a herdeira e portanto sou eu que vos vou dirigir.
Como te chamas? - Annie.
Como te chamas? - Christine.
Muito bem. Como te chamas ? - Sandra.
Esta noite não trabalhamos.
Podem ir para casa. Já decidi!
Podem ir. Não há problema!
Espera, quero que fiques. Valmos divertir-nos as duas.
Tens um belo corpo, foi por isso que te escolhi,
para satisfazeres os meus desejos.
Champanhe!
És soberba. - Vá, Andrew!
És a mais sedutora de todas as mulheres que já tive!
Mentiroso! Oh, o champanhe!
Tinha sede. - Eu também!
E fome...
Como ela é bonita! Gostas dela?
Ela agrada-te? - Por que me dizes isso?
Senta-te, minha querida e acaricia-te!
Rápido. Saúde! Adoro-te!
Olha, ela não é nada má! Agrada-te?
Sim. - Muito bem. Diverte-te!
Vá. Fode.a!
Ela que te mame!
Vira-te, quero ver.
Mama-o primeiro, vá!
Vá, fode.a, fode.a!
Após este número de alta voltagem, Laure tinha decidico
encontrar-se com Victoria e a sua secretária,
para resolver os problemas de poder
Foi acompanhada por Soltz e Andrew, mas jogar às cartas
podia levar a jogos menos ínocentes
Eu passo.
Não tenho um jogo nada bom!
Passas?
Tenho uma hipótese!
Viste o jogo que tenho?
Uma catástrofe!
Não é por isso que vais ganhar.
Queres ver o meu jogo?
Assim é melhor.
Vem.
Mexe-lhe um pouco.
Continua a mama-lo enquanto eu te fodo.
Que bom. Chupa-o!
lsso, mama. Mama bem.
Não vom para chatear.
Meu pai morreu e eu tenho direito à herança
e vocês têm direito a qualquer coisa.
Pensei em vocês.
Brindemos então.
A sua chegada surpreendeu-me!
Agora está tudo bem.
Em memória do seu pai, dou-lhe as boas vindas a Budapeste.
Obrigada!
O meu presente, a minha secretãria Erika.
É uma bela rapariga.
Vem. Toca-lhes...
São boas, sim!
Laure tinha uma índígestão de sexo
pouco a pouco o seu romantísmo aumentava
Claro que ela podería víver neste mundo corrupto
a ganhar muíto dínheíro
Mas, a ídeía de ceder todo este ímpérío a Víctoría,
que era sua madrasta, estava cada vez mais presente nela
Organízou uma festa de despedída para anuncíar
a sua decísão e convídou Laslo, o notárío,
para que tudo fosse feíto de acordo com a leí
Mas, em Budapeste, tudo se transforma em prazer,
mesmo as reuníöes de negócíos
Estou, Frédéric?
Meu amor, sinto a tua falta. Vou para aí.
Fiz a minha escolha, vou voltar para Paris!
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