All language subtitles for Slave.Of.The.Cannibal.God.1978.720p.BluRay.x264-.YTS.AM

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Original subtitles

A MONTANHA DOS CANIBAIS

Nova Guin�, talvez a �ltima regi�o da terra que ainda permanece inexplorada.

Rodeada de mist�rio, a vida ainda permanece no seu estado primitivo.

Hoje no alvorecer da era espacial, parece inimagin�vel que a apenas

20 horas de Londres ainda exista tal mundo selvagem e n�o contaminado.

Esta hist�ria testemunha que assim �...

Sra. Stevenson, o que sente sobre o seu marido?

- Ele est� perdido na selva... - Deixe-a em paz!

Deixem-na em paz!

� verdade que a expedi��o era clandestina?

Vai enviar uma equipa de resgate?

- Espera encontr�-lo vivo? - R�dio Estatal da Mal�sia, uma declara��o?

N�o, n�o h� declara��es...

CONSULADO BRIT�NICO

Todas os esfor�os das equipas de resgate,

na selva de Marabata, foram in�teis.

Por isso decidimos suspend�-las. Sinto muito.

A expedi��o do seu marido,

como j� lhe explicou o director de seguran�a.

N�o estava autorizada pelas autoridades da Guin� independente.

Portanto nunca se estabeleceu com ela nenhum contacto, nem por r�dio.

O seu marido realizava todas as investiga��es etnol�gicas...

...sem o nosso conhecimento nem permiss�o.

Quando o seu irm�o nos avisou desaparecimento do Sr. Stevenson.

Interviemos....

Se a nossa busca come�ou tarde, n�o � culpa nossa.

Eu esperei aqui em Port Moresby, um m�s ou mais,

at� � data prevista para o seu regresso.

Al�m disso como sabem o meu cunhado � um profundo conhecedor desta regi�o.

Portanto n�o tinha nada a temer pela sua sorte.

Nunca se sabe se a selva � segura.

Esta expedi��o clandestina foi uma imprud�ncia...

...e um insulto ao nosso governo.

O meu cunhado � um cientista de renome internacional.

O seu Governo deve interessar-se por localizar a sua expedi��o.

A busca a�rea foi feito por v�rios dias, procurando por sinais de vida.

Se houvesse algu�m vivo, teria feito algum sinal.

Talvez n�o o pudessem fazer.

A selva � t�o densa que n�o se pode ver nada.

Temos de organizar uma expedi��o que entre na selva.

Pe�o que o senhor se acalme.

N�s estamos dispostos a ajud�-lo a encontrar o Sr. Stevenson...

Mas cabe �s autoridades locais organizar o socorro e tomar as decis�es.

J� fizemos tudo o que era poss�vel.

Por favor, ajude-me. N�o sei se ele ainda est� vivo,

mas enquanto n�o estiver certa da sua morte.

Vou continuar a procur�-lo.

Nem que o tenha de fazer sozinha.

Compreendo como se sente.

Mas a minha obriga��o � ser honesto.

Se desistimos, � porque temos a certeza,

que ap�s 3 meses na selva, � imposs�vel que haja sobreviventes.

Sinto muito, C�nsul Barnes,

mas tenho de ir.

Certamente, e obrigado.

Senhor e Sra. Stevenson!

Acho que �nica pessoa que a pode ajudar,

� o professor Edward Foster, um Americano.

Um homem estranho, que conhece perfeitamente a regi�o.

Aconselho-os a falarem com ele.

Arthur j� o contactou, falaremos com ele amanh�.

Ol�.

- Sra. Stevenson? - Sim.

- Eu sou Edward Foster. - Viva.

- Arthur... - Viva, Edward.

- Est� com bom aspecto. - Digo o mesmo.

Por favor!

Devo desculpar-me pela informalidade da minha casa.

Mas a m�e natureza tem modos de lidar com as coisas aqui,

e n�o pretendo lutar com ela.

O Henry falava muito de si nas suas cartas.

Tinha muito respeito por si. Tenho muito prazer em o conhecer.

Eu tamb�m.

Eu e o seu marido �ramos amigos muito pr�ximos.

Unia-nos o interesse pelos povos primitivos deste pa�s.

Claro que esse mundo est� a desaparecer rapidamente.

Um dia o progresso e a tecnologia destruir� tudo.

Diga-me.

Tem alguma ideia onde o Henry possa estar?

N�o tenho a certeza...

...era muito reservado com esta expedi��o.

O estranho...

...� que me disse que ia. Eu ofereci-lhe a minha ajuda mas...

...antes de o saber, tinha partido.

Tanto quanto sei foi sozinho,

ele e alguns nativos.

N�o consigo entender porque manteve a expedi��o em segredo.

E especialmente consigo.

Sim, tamb�m nisso eu pr�prio.

Mas sabe, por ser t�o secretivo acerca desta viagem...

...me d� uma indica��o onde o possa estar.

Venham.

Esta � a selva de Marabatha. Onde dizem o Henry ter desaparecido.

Aproximadamente a cinco milhas da costa est� a ilha da Rocha.

Esta ilha � coberta com uma vegeta��o muito densa.

Que rodeia e protege a sagrada montanha de Rarami.

Sagrada por que os locais e os nativos acreditam que � amaldi�oada.

Ent�o foi para l� que ele foi.

E manteve-se calado sobre isto, este tempo todo?

- Do que est� a falar? - Arthur...

Por favor continue.

Sra. Stevenson...

...h� algo que acho deve saber.

H� alguns eu pr�prio estive nessa ilha.

Ap�s o que, contei ao Arthur e Henry, sobre as minhas experi�ncias ali.

O Henry parecia fascinado com a elas.

Sim...

Acho que me recordo agora...

...o Henry contou-me numa carta, sobre uma montanha que as pessoas

...acreditavam ser amaldi�oada.

Pensei ser s� uma supersti��o tola.

Surpreender-se-ia pelo qu�o importante essa cren�a � para essas pessoas.

A pol�cia pro�be expedi��es � selva de Marabatha...

...n�o querem ningu�m perto daquela ilha.

Dizem que � por motivos de conserva��o.

Mas a verdade �; que eles tamb�m temem a maldi��o.

Como todo os demais.

Como conseguiu chegar l�?

� uma longa hist�ria Sra. Stevenson...

...foi por casualidade...

...encontrava-me a navegar perto da costa da ilha...

uma tempestade surpreendeu-me, sem o saber fui dar � praia.

Como j� sabia da lenda da maldi��o.

Naturalmente senti curiosidade.

E quis subir at� ao pico da montanha.

Mas nunca o fiz.

O que o deteve?

Uma...

...for�a misteriosa, � tudo o que sei dizer.

Ora! Ainda acredita nessa parvo�ce.

Sim.

Est� mesmo convencido que o Henry foi a essa montanha?

Acho que h� uma boa chance.

Uma coisa � certa,

n�o se perdeu em Marabatha, conhecia essa selva bem demais.

Pe�o-lhe que organize uma expedi��o � ilha da Roka.

Arthur e eu vamos consigo.

- Est� a falar a s�rio? - Sim.

J� � dif�cil para um homem, para uma mulher � quase imposs�vel.

O meu marido desapareceu,

estou preparada a tudo, para o encontrar.

Tenho a coragem suficiente, para fazer tal viagem.

E tamb�m o dinheiro.

Sinto muito, mas tenho de os deixar aqui. N�o posso ir mais longe.

Dentro de meia hora devo informar a minha posi��o por r�dio...

...caso contr�rio, a pol�cia iria perceber o desvio.

Poupou-nos um m�s de marcha pela selva.

Estaremos na costa, dentro de uma semana.

Por uma vez pode agradecer.

Vamos descer.

Obrigado, Phil.

Vamos, depressa!

N�o conte isto a ningu�m, n�o queremos a pol�cia atr�s de n�s.

N�o se preocupe. Boa sorte.

Acho que v�o precisar.

Porque me olha dessa forma estranha? N�o gosto disso.

N�o se preocupe, � t�mido. Ele �-me muito dedicado.

Teremos de ser n�s a carregar a nossa bagagem por alguns quil�metros.

Encontraremos algum nativo, para nos ajudar daqui at� � costa.

Est�o prontos? Vamos!

Est� bem?

Que beleza!

- N�o se mexa. - Edward.

- Mordeu-lhe? - N�o.

Teve muita sorte, sabe.

� extremamente venenosa.

Primeiro tem-se febre, dura 3 dias e morre-se.

De agora em diante sugiro que tenha cuidado onde vai.

E mantenha sempre algu�m atr�s de si.

Voc� lidera a expedi��o, como � que podia saber.

Agora j� sabe.

Os nativos acham que matar a aranha � um mau press�gio.

Por isso fazem um sacrif�cio.

Que nojo.

Eu sei.

Mas � um ritual.

Oferecem uma iguana ao seu Deus, para nos proteger das for�as do mal.

� uma cerim�nia nojenta.

Faz parte da sua religi�o.

� melhor esconder-nos. Asaro!

Escondam-se!

Depressa! Depressa!

Chega! Por vossa causa a pol�cia sabe onde estamos!

- Idiotas! - Deixe-o!

Edward !

Oh, meu Deus...

Est� satisfeito?

E melhor ter uma longa conversa com o seu irm�o,

antes dele causar mais problemas.

N�o a tente p�r contra mim.

N�o tente acabar com esta expedi��o.

N�o o deixo.

Se chegarmos � montanha, chegaremos todos, n�s os tr�s.

Nesse caso, se querem vir comigo, sugiro que venham.

Talvez cheguemos � costa amanh� � noite, se tivermos sorte.

Roka est� ali.

� melhor escondermo-nos, enquanto preparamos o barco.

Quando vamos partir?

Esta noite.

Chegaremos l� antes do amanhecer.

As correntes ajudam-nos a atravessar.

Depressa, Asaro!

Escondam-se! Depressa!

Cuidado, n�o confies nele demasiado.

Puxem!

Deixamos o barco aqui, at� trazermos as nossas coisas.

Aqui fica bem

Ali, olhe.

Vamos!

- H� mais qualquer coisa. - Depressa.

Acho que n�o estava s�.

Pode haver outros corpos, d�em uma olhada.

Isto era de um leproso.

Os nativos pensam que os leprosos s�o filhos do dem�nio.

Talvez tenha sido por isso que o mataram.

Venham aqui.

� do Henry!

V�em tem o seu bras�o.

Eu ofereci-lho h� uns anos atr�s.

Eu tinha raz�o, ele veio por aqui.

Teve de vir para ir � montanha.

Vamos continuar a procurar. Arthur por a�. Asaro vem comigo.

Tu vais por a�. Tu segue-me.

N�o encontr�mos nada.

Nada.

- Esvaziem o barco e escondam-no - Espero encontr�-lo ao voltarmos.

O que � isto?

N�o sei.

Pensei ter ouvido algo, mas estava enganado.

Asaro!

Os carregadores acordam ao amanhecer, dizem que n�o esteve aqui.

Fugiu esse sacana.

N�o, Asaro n�o nos abandonaria, e para onde iria.

- Talvez apanhar o barco. - Mas a praia fica muito longe.

- Deve estar assustado. - Sim, mas n�o � cobarde.

Ele conhece a selva muito bem. E n�o ia sozinho, especialmente � noite.

Onde est� ele?

N�o sei.

Bem agora temos menos um homem, n�o vai ser f�cil sem ele.

- Talvez seja melhor voltarmos. - N�s temos a b�ssola.

E � no nosso interesse chegarmos � montanha.

Especialmente o seu.

O que quer dizer?

Que n�o � apenas o desejo de encontrar um amigo...

...que o impulsiona para a montanha! Ou �?

Arthur!

Edward!

Est� a esconder-me algo?

O seu irm�o � totalmente neur�tico.

At� o teu marido o abandonou, porque n�o confiava nele.

- Tamb�m n�o confiava muito em si. - Chega, parem!

N�o percebem, que quero encontrar o meu marido, s� isso.

Por isso temos de subir essa montanha.

A Susan tem raz�o.

Todo queremos encontrar o Henry.

Muito bem, mas n�o vou tolerar as suas insinua��es.

Entende?

Vamos levantar o acampamento.

Bambus, devemos estar perto do rio.

Por aqui.

Mesmo na muche.

A montanha est� do outro lado do rio.

Temos que fazer uma jangada.

Encalh�mos numa rocha, solta-a.

Est� � procura disto?

Est� molhado, mas ainda funciona.

Uma bolacha?

Uma armadilha para animais.

- Mas destinada para n�s. - Talvez.

Devemos sair daqui imediatamente.

Levem s� �gua e o indispens�vel. D�-me o rifle.

Tome.

Leve isto.

Vamos l�.

Edward! Olhe, ele vai a fugir!

Espera, anda c�!

Esperem!

Arthur!

Susan...

Edward!

Quieto!

N�o, espere.

Foi atacada por um nativo.

Ela vai ficar bem.

Chamo-me Manolo.

Esta � a miss�o do padre Mois�s.

Trouxe-te alguns pecadores brancos, Mois�s.

Pedem comida, �gua e um lugar para dormir.

Edward!

Como est�, padre?

Voc� n�o mudou nada.

Aparecer assim depois de tantos anos. Estou muito contente.

- O que te traz aqui? - N�o consegui ficar longe.

Banjo! Vem c�.

Olha quem est� aqui.

Ol�, Banjo.

E esta � Sura a nova esposa do Banjo.

Mois�s, h� mais dois convidados.

Padre apresento-lhe a Sra. Stevenson...

...e o irm�o Arthur Weisser.

Ol� Padre, � um prazer estar aqui.

� um prazer conhec�-lo.

Posso perguntar-lhes o que fazem aqui?

Estamos a ir para a montanha Rarami.

Para a montanha! Est�o loucos?

Nunca passar� pela selva que a rodeia, minha querida.

� necess�rio. Estou � procura do meu marido.

Ele est� perdido com a sua expedi��o.

Entrem.

N�o acredito em ti, Manolo.

Os abor�genes n�o s�o agressivos.

� imposs�vel.

S� o vi durante um instante mas era diferente dos outros todos.

Usava uma m�scara estranha e o corpo pintado de branco.

Nunca tinha visto nada parecido. Nunca!

N�o viu se levava um pequeno osso atado ao bra�o? Aqui?

Edward, enlouqueceu.

Sim, acho que agora me lembro.

Que tinha algo atado ao bra�o.

Mas n�o tenho a certeza que....

Era um membro da tribo dos Pukas.

Os Pukas est�o extintos h� anos.

N�o pode ser um deles.

Padre...

h� 6 anos quando o conheci e vim para esta ilha.

Nunca soube o que me aconteceu depois de o deixar,

fui capturado pelos Pukas.

Conhe�o-o bem, sempre teve uma imagina��o f�rtil.

Gostava que fosse a minha imagina��o, Padre.

Quando eles me capturaram, queriam matar-me.

Mas o filho do chefe tinha febre.

Tinha quinino e consegui melhor�-lo.

Depois disso...

...trataram-me como um deles.

Mas ainda assim tentei fugir.

E tentei tr�s ou quatro vezes.

Mas n�o foram bem sucedidas.

Ent�o como conseguiu fugir?

Um dia uma tribo inimiga atacou a aldeia.

Lutas por todos os lados, caos, fogos...

Aproveitei a oportunidade para fugir.

Andei durante semanas...

...at� que cheguei � praia,

um barco de pescadores levou-me para a civiliza��o.

N�o acredita em mim ainda, pois n�o?

N�o, carago! Tudo isso � um absurdo.

Eles j� n�o existem.

Pode ter raz�o Padre...

..espero que tenham desaparecido. Mesmo.

Mas qual o motivo de terem todos tanto medo dos Pukas.

Porque eram os antigos habitantes de Rarami.

Susan...

...na l�ngua deles Rarami significa...

...a Montanha do Deus Canibal.

Voc�s querem dizer...

...que os Pukas s�o canibais?

Exactamente.

N�o!

N�o...

N�o...

Foge.

N�o, foge.

N�o!

- Viu? - Vi.

E sei quem s�o.

Tem a certeza?

Sim tenho a certeza.

Ainda est� obcecado pelas lembran�as desses canibais?

� verdade, nunca se esquece do sabor da carne humana.

Edward !

Eu sou m�dico.

Talvez o possa ajudar.

Participou mesmo nos seus rituais?

Sim.

E foi horr�vel...

Fui for�ado, n�o tinha escolha.

E desde ent�o mudei por completo nunca mais fui o mesmo homem.

Vivo com este constantes pesadelos e penso que estou louco..

Eu gostava de o poder ajudar.

Mas eu.

Eu sei.

Nunca tinha falado a ningu�m desta experi�ncia.

Tinha demasiado medo.

Demasiada vergonha.

Mas sabe,

estou completamente convencido...

.... que se pudesse voltar a essa montanha...

...e encontrar uma maneira...

...porque h� uma...

...de destruir at� o �ltimo esses canibais...

...ent�o talvez...

Ent�o, talvez...

...se pudesse libertar do seu pesadelo.

Isso.

Sim.

N�o � prudente andar sozinha.

Porque n�o? Aqui estamos seguros.

Siga o meu conselho.

Manolo?

Espere.

O que �?

Tem sido uma viagem muito cansativa.

E agora sem carregadores, n�o vamos conseguir.

Ser� que podia ajudar-nos a chegar � montanha?

Por favor, ajude-nos.

Para chegar � montanha � preciso passar r�pidos e cascatas.

� quase imposs�vel..

...e a selva � demasiado densa.

Teme que os Pukas ainda existam?

Quem sabe...

A resposta est� no topo da montanha.

Venha comigo?

O que est�o a fazer?

Est�o a preparar um sumo de ervas.

Em contacto com a saliva, gera uma reac��o qu�mica...

que se transforma num potente licor.

E que pensa o padre Mois�s disso?

Ele finge n�o o ver.

Mois�s vive na miss�o h� 30 anos,

no in�cio era muito intransigente, mas hoje n�o.

Isto � para lhe trazer sorte.

Ainda n�o me respondeu � pergunta que lhe fiz de vir comigo?

Voc� vem?

H� dois anos cheguei aqui sozinho.

Acho que sempre tive um gosto pela aventura.

Ent�o pensei:

Por que n�o a selva.

Por que n�o testar os seus mist�rios.

Pensei que aqui tinha alcan�ado o fim do mundo. Mas n�o � verdade.

H� ainda pessoas mais distantes.

Misteriosas, terr�veis.

O desafio ainda n�o est� terminado.

Vamos sozinhos s� n�s os dois.

Ningu�m precisa saber.

E os outros?

N�o sei ... J� n�o confio neles.

Passa-se algo que eu n�o entendo.

Mas se voc� me ajudar...

Socorro! Socorro! Socorro!

Asaro...

Est�o todos no rio para o funeral.

O Bajo e a Sura ser�o enterrados juntos.

N�o tive culpa, ela veio ter comigo, ela, a noite passada.

A lan�a acertou-lhe a ela em vez de mim, mas n�o foi culpa minha.

Tenho de vos contar uma coisa.

Quando escapei da aldeia dos Pukas,

N�o estava sozinho.

Aquele rapaz que curei veio comigo.

- Era o... - Asaro!

Por que � que desapareceu?

E porqu� nos queria matar.

A sua tribo, acredito a encontrou e se juntou a eles.

Tolices.

Voc� mesmo viu a aldeia ser destru�da?

N�o completamente.

Acho que alguns devem ter sobrevivido.

Digo-lhe o que aconteceu, Asaro tentou deter-nos...

...de ir � sua montanha, ele � um Puka....

...o �ltimo deles.

E agora est� morto.

Estou pronto a continuar at� � montanha.

Eu tamb�m.

Edward, com essa ferida, ser� melhor ficar aqui.

O Manolo vir� connosco.

Acho que o Edward n�o vai gostar de perder toda a ac��o.

Pois n�o Edward?

Ponhamo-nos a caminho.

Voc�s trouxeram o v�cio e a morte � minha miss�o!

Nunca ningu�m nos atacou durante todos estes anos.

E agora fizeram-no.

Mas era a voc�s que eles queriam matar.

N�o o meu povo pac�fico.

Voc�s trouxeram-lhes adult�rio e fornica��o!

E este � o resultado.

Sura e Bajo est�o mortos.

Eles nunca voltar�o a estar connosco.

Por isso, v�o...

N�o quero ver mais nenhum de voc�s outra vez.

V�o todos voc�s!

Para sempre!

Para sempre!

Olhem ali.

Os animais guiam-se pelos seus instintos, como todos os seres.

Matar e comer...

O homem tamb�m tem o mesmo instinto.

Mas para o fazer recorre a meios mais subtis.

Mentira...

...e engano.

A ferida est� infectada,

s� posso p�r estas sanguessugas para chupar o sangue infectado.

Est� a arder, foi uma loucura deix�-lo vir.

Foi ele que insistiu em vir.

Porque tinha os seus motivos.

Exacto!

Tenho os meus, voc�s t�m os vossos.

Tal como o Harry tinha os seus.

Quais s�o o seus?

Quer a verdade?

O seu marido sabia que Rarami tem, recursos,

que o deixariam rico, al�m do imagin�vel.

Mas queria tudo s� para ele.

Foi isso que o fez vir sem me dizer e a vir aqui sozinho.

N�o � verdade, o Henry nunca faria uma coisa dessas.

� verdade.

Felizmente o dinheiro nunca me interessou.

Susan. Eu juro-lhe...

...que as raz�es para o seu marido vir aqui n�o foi o interesse cient�fico.

O Edward tem raz�o.

O Henry s� pensava nele.

Acho que nos ia trair a todos.

J� chega!

Isso n�o consigo aguentar, de si.

N�o se mexa!

N�o mato animais.

Penso que lhe devo agradecer.

- � imposs�vel! - Eu disse que seria assim!

Est� a ficar pior!

- N�o podemos ir para a margem? - Sim, vamos!

Manolo!

Suba!

Agarre-me.

Temos de o deixar daqui.

N�o chegamos � montanha sem ele.

Temos de p�-lo na canoa e continuar a subir o rio.

Levaria muito tempo.

Al�m disso que disse que o Henry remou rio acima,

para chegar l�?

A canoa � a �nica forma continuarmos.

Caso contr�rio, o Edward nunca o conseguir�.

Ajude-me.

Cuidado!

Arthur!

Socorro!

Arthur!

Agarre!

Acha que consegue?

Sim, acho que sim.

Vamos l�.

� preciso subir at� l� cima.

Arthur!

Arthur!

Artur, ajude-me!

Ajude-me!

Ajude-o! Ajude-o!

N�o!

Voc� matou-o! Nem o tentou salvar, bastardo!

- Seu sacana bastardo. - Manolo!

Pare! Deixe-o em paz!

Agrade�a-lhe por continuar vivo.

Pessoas como voc�, n�o merecem piedade.

J� tive que baste, vou voltar.

Manolo...

Manolo, ainda tenho de encontrar o Henry.

N�o me abandone agora, por favor, vamos.

Susan !

� sangue.

S�o desenhos ritualistas. Pelo menos � o que parece.

Vamos ali para dar uma olhada.

N�o, acho que fico. Espero por voc�s aqui.

Os Pukas!

E esses restos s�o frescos.

Ent�o eles ainda existem.

Voltemos para o Arthur, n�o deve ficar sozinho.

Arthur, aonde vai? Volte!

Arthur, pare.

Arthur, est� louco! Volte!

Susan, Susan!

Arthur!

Meu Deus, o contador Geiger parece ter enlouquecido.

Cuidado � altamente radioactivo.

� ur�nio. Ur�nio de alta percentagem!

� incr�vel.

Encontr�mos, o Henry tinha total raz�o.

Seremos ricos Arthur, ricos.

Tal como disse,

isto trar-me-ia felicidade.

Voc� como o Foster acreditou na hist�ria da esposa dedicada...

� procura do marido perdido. N�o foi Manolo?

O Henry tentou manter-nos de fora.

Mas sab�amos que ele vinha aqui pelo ur�nio.

Decidimos convencer o Foster que procur�vamos o meu marido.

Caso contr�rio, nunca nos teria ajudado.

Ent�o a procura foi apenas uma desculpa.

O Henry enganava-me.

Ele pretendia separar-se de mim.

N�o foi culpa minha ter desaparecido.

Meus deus j� passaram os limites. Ambos.

Agora entendo porque deixou o Foster morrer.

Era um est�pido idealista.

Queria explorar esta riqueza para fins cient�ficos e humanit�rios.

Pelo menos os seus valores eram mais altos que os vossos.

N�o se interessava por dinheiro.

Ao contr�rio de voc�s que � s� o que vos interessa.

Neste momento, sim.

Venderemos esta informa��o �s grandes pot�ncias.

Seremos ricos, e voc� tamb�m, se nos ajudar.

Ajud�-la a explorar esta ilha e o seu povo?

Ajud�-la a destruir a floresta e trazer o progresso a um sitio como este.

N�o!

Fique onde est�.

largue a arma.

Vai ajudar-nos apanhar umas amostras e depois leva-nos de volta.

Entendeu?

Meu Deus!

O Henry tinha isto sempre com ele.

� o meu marido.

Transformaram-no num Deus.

Talvez pensassem que o contador Geiger era o seu cora��o.

Como prova da sua imortalidade.

Voc� � a mulher do deus.

Parece que a fotografia para eles � uma coisa sobrenatural.

Susan!

Susan!

Susan!

Susan!

N�o, Susan!

N�o!

N�o fa�a isso!

N�o fa�a isso, Susan! N�o!

Susan!

Acho que encontrei uma forma de fugir.

Espere!

H� um tronco de �rvore ali. Usemos a corrente.

Cuidado!

Manolo.

Este tronco leva-nos para casa.

Tamb�m envolvidos na produ��o deste filme:

:: Re-adapta��o e re-sincroniza��o ferneiva ::

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