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Lyckoviken era tudo para mam�e.
Anteriormente...
Pedi transfer�ncia ao meu chefe.
Precisam de algu�m para assumir depois de �sten.
- Ol�! Bem-vinda. - Obrigada.
Me avise se precisar de ajuda.
Pode se arrepender, sempre morei em apartamento.
Chamava um cara para fazer consertos.
Tive sorte de ter sido esse cara por metade da minha vida.
Fomos feitos um para o outro.
Eu vejo...
amor.
Um amor escuro e proibido.
Sabe como as pessoas falam aqui.
Deixe a mim e � minha fam�lia em paz.
Tiraram um carro do porto. Dizem que pode ser da Madelene.
- O que � isso? - Encontramos algo no carro.
Ou melhor, algu�m.
Johanna, voc� deve buscar respostas aqui.
Eles confirmaram que Ewa foi estrangulada.
H� um serial killer em Hammarvik.
H� 20 anos digo � Pol�cia que Madelene n�o se matou.
Voc� ama ela?
Al�m disso, eu realmente quero ter filhos.
- Mas voc� n�o quer. - Eu j� tenho filhos.
- Voc� andou bebendo? - Elvis...
- Nessa, voc� est� gr�vida. - N�o, eu abortei, Elvis.
Vanessa!
Acorde, Vanessa.
- Eu desisto. - Desculpe, mas eu avisei.
Saman coopera com uma empresa de turismo alem�.
Eles estimam um lucro no pr�ximo ver�o.
Que droga!
- Por qu� est� aqui? - Estou de volta ao caso.
J� que o Andre n�o � mais um suspeito.
Tr�s pessoas foram assassinadas da mesma forma.
E n�o temos suspeito.
- Ingrid? - Madelene?
Aqui est� o copo d'�gua, m�e.
Madelene?
Seu t�mulo est� do outro lado.
Devia ter visto o seu funeral.
Todos em Hammarvik estavam l�.
Eles trouxeram cadeiras extras e todos choraram.
- Johanna... - E tocaram sua m�sica favorita.
Sinto muito.
Eu me culpei.
Imaginando o que eu poderia ter feito.
Quando voc� estava para baixo.
Em como poderia ter me focado mais em voc�.
- Eu realmente quero explicar. - Que bom.
Vou lev�-la para interrogat�rio
sobre o assassinato de Minna Koponen.
LUCKY BAY
2� TEMPORADA EPIS�DIO 01
Tradu��o e Sincronia por Tati Saaresto
Interrogat�rio de Madelene Carlqvist,
13 de Maio, 14h34.
Est�o presentes eu,
a Inspetora de Pol�cia Johanna Strand,
o Inspetor Christian Lilja e a advogada Sara Lund�n.
Em 29 de Agosto de 2000,
sua m�e Ingrid Carlqvist encontrou esta carta,
em um travesseiro em seu quarto.
Voc� escreveu isso?
Sim. Eu escrevi a carta.
- Este cardigan � seu? - Sim.
Isto foi encontrado nas rochas.
- Voc� colocou l�? - Sim, coloquei.
Acho que dev�amos come�ar do in�cio.
Sim.
Na noite de 5 de Agosto de 2000,
atropelei Minna Koponen.
Foi no Festival do Arquip�lago,
e eu estava servindo arenque e cachorro-quente.
Foi estressante, mas divertido.
Naquela noite,
alguns de n�s decidiram ficar na pra�a e beber vinho.
Algu�m trouxe rum ou u�sque.
Eu fiquei b�bada. E come�ou a chover.
Eu n�o deveria ter dirigido naquela noite.
Mas dirigi.
Voc� entrou neste carro?
Sim, esse � o meu carro.
Perto do bosque, bati em algo.
Estava convencida que era um cervo.
Ent�o eu sa� do carro, e...
vi o vestido dela.
E vi o cabelo dela.
Desculpa.
Entrei em p�nico.
Todos os meus sonhos foram destru�dos.
Como se minha vida inteira tivesse mudado em um instante.
Como ela est�?
Eles querem mant�-la aqui para observa��o.
Deram algo para se acalmar, mas ela precisa dormir.
- Acho que sabe o que aconteceu? - Sim.
Ela ficou t�o chocada ao ver Madelene
que desmaiou e bateu as costas.
Mas a cabe�a dela parece bem.
E voc� como est�?
Sua irm� voltou dos mortos.
N�o sei.
Devia tomar um caf�.
- N�o se importa? - Jamais. Eu fico aqui.
Obrigado.
- Como ela est�? - Est� dormindo.
- Pode ir v�-la, se quiser. - O que faremos agora?
- Vamos decidir o que dizer. - Eu n�o quero mentir mais.
Para com isso. Precisamos dizer a mesma coisa.
- Voc� n�o entende? - O qu�?
Se n�o est� pronto, me deixe cuidar disso.
- Deve ser a mesma hist�ria. - Esse � o problema.
Fa�a o que quiser, mas vou dizer a verdade.
Dizer para quem? Johanna?
- N�o pode estar falando... - Sim.
Que merda.
Certo, Madelene, voc� desligou o carro.
- O que aconteceu depois? - Eu tirei meu cinto.
E sai do carro.
Eu dei a volta...
e vi ela.
Havia sangue por todo o lado e...
eu reconheci o cabelo dela.
- Ela estava respirando? - N�o.
Ent�o entrei em p�nico e abri...
o porta-malas.
Eu a levantei.
Voc� ficou assim, depois?
Tentei lavar minhas m�os em uma po�a.
Mas isso foi depois de coloc�-la no porta-malas.
- Tocou no corpo de novo? - N�o.
- Ou s� fechou o porta-malas? - Eu s� fechei.
Entrei no carro.
E dirigi at� o porto.
Coloquei o carro em ponto morto e o deixei rolar pela beirada.
Peguei as roupas que tinha e coloquei em um saco pl�stico.
No dia seguinte, queimei o saco.
- Contou a algu�m? - N�o.
N�o conseguia parar de pensar nos pais dela.
Mas n�o contei a ningu�m.
Certo, como estamos indo?
Foi confirmado que � Madelene Carlqvist.
Ela deixou a Su�cia em Agosto de 2000
com um passaporte falso.
Morou nos Estados Unidos desde ent�o, mudou-se muito.
Madelene admite que causou o acidente.
Mas n�o mencionou a linha ou o estrangulamento.
- E a reconstru��o? - Pareceu verdadeira.
Quais s�o os cen�rios poss�veis?
O primeiro cen�rio � que um suspeito desconhecido
atropela Minna e a deixa na estrada
at� que Madelene a atinja.
Ela n�o teria visto a linha de pesca?
Havia muito sangue.
Ela n�o mencionou tocar na garganta.
Choveu muito, estava escuro...
Ou Madelene, que estava b�bada, atropelou Minna,
entrou em p�nico quando a viu ainda viva
e a estrangulou.
H� alguma chance de que a linha
j� estivesse no porta-malas e de alguma forma...
tenha enrolado no pesco�o dela?
N�o. Foi preparado como la�o e amarrado com um n�.
Como nas outras v�timas.
Se n�o sabemos a causa da morte, n�o posso mant�-la aqui.
Ela admite que atropelou Minna.
Mas ela j� poderia estar morta.
Mas aparentemente ela est� mentindo.
� melhor fazerem ela dizer a verdade.
Devo apresentar a ordem de pris�o em 3 dias,
ent�o, at� l�, preciso de mais informa��es.
- Devia ir para casa descansar. - Eu estou bem.
� importante para voc�, mas n�o vamos avan�ar agora,
voc� vai nos contaminar.
- Sim, mas n�o � um problema. - Ouvi voc� vomitando.
N�o � problema estomacal.
Estou gr�vida.
Desculpa.
- Ou seria parab�ns? - Eu n�o sei.
� do Danne, ele j�...
Eu n�o disse a ele ainda, mas vou.
- N�o conte a ningu�m. - Claro que n�o.
- Avise se precisar de algo. - Obrigada.
Nossa, muita gentileza sua.
Deus...
este dia.
- Como est� a Ingrid? - Est� bem.
- Ainda est� no hospital. - E como voc� est�?
Deve estar exausto.
Preciso te dizer algo.
Eu tamb�m.
Pode come�ar.
N�o sei o que a Madelene disse, no interrogat�rio.
Mas eu a ajudei a sair do pa�s.
Ent�o voc� sabia que ela estava viva?
Por favor, eu tentei te dizer...
Eu tentei te dizer...
Voc� deixou eu me culpar.
Ingrid sabia disso?
N�o, t�nhamos que deix�-la acreditar que...
Ela sofreu pela morte da filha.
Eu n�o tive escolha. Madelene disse que ia se matar.
Pernilla sabia?
Pernilla sabia?
- Ol� Carl, � a Pernilla. - Oi, j� faz um tempo.
Vou precisar de um advogado.
- Claro, sobre o qu�? - N�o posso dizer por telefone.
- Pode vir amanh� �s 9h? - Amanh� �s 9h?
- Sim, perfeito. At�. - Sim. �timo.
- E ent�o... - Muito bom, cara.
Sem problemas. Amigos s�o para essas coisas.
Excelente.
Tive tempo para limpar a maior parte da bagun�a.
- Est� se exercitando? - N�o.
� minha.
Mas ainda n�o tive tempo de ver como funciona.
Acho que s� precisa pedalar. Vem c�. Vou te ajudar.
Est� um pouco alto. Podemos abaixar, assim.
Pronto.
E comece a pedalar. Isso, muito bom.
- Quer uma bebida, certo? - Claro.
Veja s�.
- O que disse � pol�cia? - S� contei sobre mim.
� s� uma quest�o de tempo at� eles descobrirem.
- Temos que pensar em algo. - Est� por sua conta agora.
Depois de tudo que eu fiz por voc�.
J� paguei muitas vezes, com gratid�o.
N�o h� resist�ncia agora, � como a marcha mais leve.
Mas se aumentar isso, veja, fica um pouco mais dif�cil.
- Sentiu isto? - Aqui est�.
Obrigado. Est� sentindo?
�timo. E quando muda aqui, voc� ver� as calorias...
Pronto, veja. Voc� queimou cinco calorias.
O que foi?
Est� tudo bem.
- O que est� sentindo? - Como fa�o para descer?
- Eu... - Vem c�.
Pronto.
- Estou aqui. - Meu sapato...
Tudo bem.
- Vem c�. Beba isso. - Minha coxa est� doendo.
Onde est� doendo? Em qual perna?
� uma press�o na minha coxa.
- Certo. Em qual coxa? - Eu n�o sei.
Parece que as duas.
Assim que come�o, algo acontece.
- N�o sou t�o fr�gil. - Na verdade �.
� um pouco fr�gil. Quero estar perto de voc�.
Que bom que me buscou.
Tentei encontrar o Danne, mas ele estava ocupado.
- Obrigada. - Sem problema.
- Onde est� Madelene? - Sobre Madelene...
Vamos dar um passo de cada vez.
Voc� deve entender que eu quero v�-la.
Ela est� presa.
O que vai acontecer com ela?
Depende do que ela disser. Eu n�o sei.
J� chega. Posso cuidar de mim mesma.
Sabe onde me encontrar.
Madelene parece dizer a verdade.
Ela usou o nome de Madelene West, solteira.
Muitas empresas nesses anos, provavelmente algumas d�vidas.
Sabemos que Danne ajudou a inventar o suic�dio.
Algu�m daqui deve ter ajudado com o passaporte e documentos.
Eu pensei na mesma coisa. Algu�m veio � mente.
Nettan?
- Ela faria isso? - O pai dela era policial.
Ele a ajudou.
- Algu�m pode provar isso? - N�o, e n�o precisa.
Perguntei � Madelene e ela a identificou na hora.
Nettan, mas que vadia.
Parece que torci o tornozelo.
- E o arquivo? - Tem que esperar at� eu voltar.
Preciso ligar no posto de sa�de agora.
- Tudo bem, melhoras. - Sim, tchau.
"Ao se sentir limitado na vida, � importante elevar a vis�o.
Considere os obst�culos que existem ao seu redor.
O que est� impedindo voc� de ser a pessoa que devia ser?"
Esqueci a marmita. Novamente.
Cozinhar n�o � o seu forte.
N�o consigo, desculpa. Vou esquecer a letra.
- N�o posso tocar. � imposs�vel. - Para, n�o importa.
Vai ter p�blico algum dia.
Sim, mas n�o pode esperar mais um pouco?
- Praticar um pouco antes. - Sabe quanto trabalho tivemos?
Convenci a minha m�e que poder�amos ficar aqui,
algu�m para cuidar do som
e agora estou aqui assando...
Est� certa, desculpa. Voc� � a melhor.
Ningu�m vai notar seus erros,
eles s� v�o ver que voc� � lindo.
- Que droga. - O que foi?
Vanessa esqueceu o casaco na casa da Stephanie.
Elas n�o est�o se falando.
- Ela pediu para eu ir buscar... - As duas passaram dos limites.
- Pode vir comigo? - Preciso abrir aqui.
- Desculpa. - Tudo bem, eu vou l�.
- At� mais tarde. - At�.
Eu esqueci.
- O que est� fazendo? - N�o quis assust�-la, desculpa.
Voc� toca bem.
- O que voc� quer? - Vanessa deixou o casaco aqui.
Est� l� em cima, posso colocar na caixa de correio.
Claro...
O que est� tocando?
- Por qu�? - Foi voc� que criou?
- N�o preciso de feedback. - Com certeza, eu entendo.
� que eu escrevi uma letra.
Acho que combinaria.
Voc� pensa...
Voc� nunca pensaria
Que eu sonho
Voc� nunca pensaria
Que eu n�o pe�o nada
Algu�m
Que n�o seja voc�
Algu�m
Que n�o seja voc�
Sim.
Voc� costumava ir pescar com o seu pai.
- Sim, tem raz�o. - Ent�o n�o seria estranho
encontrar linha de pesca no seu carro?
N�o, isso pode acontecer.
Ent�o passou por tr�s do carro, viu que Minna estava viva.
Ficou com medo de que ela a acusaria,
ent�o pegou a linha de pesca e a estrangulou.
N�o precisa responder.
Madelene, sabemos que n�o est� contando tudo.
- N�o foi assim. - Como foi ent�o?
- Foi como se eu... - N�o diga mais nada.
Vinte anos se passaram.
Vai ficar muito melhor se voc� contar a verdade.
N�o tenho mais nada a dizer.
Imagine morar aqui por um ver�o?
Sim, � legal.
O div�rcio foi finalizado?
N�o, � um processo demorado.
Eu amo sua m�e, mas...
N�o vamos mais morar juntos.
Est� apaixonado pela Johanna?
Ela � meio que minha alma g�mea,
ou temos uma conex�o
em uma frequ�ncia especial.
Eu sei que � estranho.
N�o nos encontramos por 20 anos e a fa�sca ainda estava l�.
� muito complicado.
E eu entendo que esteja bravo comigo.
N�o estou bravo, s� � estranho.
- Tudo bem se estiver. - N�o estou, est� tranquilo.
Como est�o as coisas com a Leyla?
Est�o bem.
Que bom.
Na verdade, vou tocar na cafeteria,
se voc� quiser ir.
Caramba, claro que vou. Isso � �timo.
- � mesmo? - Sim.
O primeiro show.
Vanessa vai gostar deste lugar.
Claro, ela vai adorar.
- Ela vai querer passar a noite. - Acho que n�o.
- Que porra � essa? - S� estou deixando agrad�vel.
Sabe o que isso faz com o meu peso.
Nettan, voc� � a mulher mais linda que conhe�o.
Sim, estou tentando entrar em forma, Tony.
Mas constantemente, voc� me arrasta para baixo.
- Do que est� falando? - Porque se op�e a mim?
Preciso muito estar saud�vel e quando tento,
voc� me traz essas guloseimas.
- Mas Nettan, por favor. - � t�o �bvio.
Voc� tem medo de mudan�a.
Eu n�o vou deixar voc� me impedir mais.
Vou na casa da Leyla.
Mas a comida est� pronta.
Eu n�o te disse que Saman me chamou para jantar?
Acho que sim.
Onde voc� vai?
Sair.
- Fiquei horas fazendo tacos. - Est� exagerando.
� carne mo�da e � feita do zero!
Eu agradeceria se pud�ssemos sentar juntos
como uma fam�lia e comer.
Venham.
Aconte�a o que acontecer, � isso que somos.
Uma fam�lia.
Pronto, bom apetite.
- N�o me toque! - O que est� fazendo aqui?
- Voc� � surdo? - Cai fora daqui!
- O que est�o fazendo? - Ele n�o devia estar aqui.
- Eu trabalho aqui. - N�o pode voltar aqui.
- A suspens�o � tempor�ria. - Fugiu da cena do crime.
Se escondeu da pol�cia.
Pelas falsas acusa��es de homic�dio.
Se comportem, isso � constrangedor.
N�o pode aparecer assim.
- S� vim buscar algo. - V� em frente.
� uma boa ideia?
Agora sai daqui.
Ele n�o serve como policial., n�o pode voltar.
Existe um sistema para isso.
Eles fazem o trabalho deles, e n�s o nosso.
- Droga, � pesado. - Me deixe pegar isso.
- Droga. - Aqui.
Obrigado.
- Pronto. - T�o fofo.
- Muito obrigado. - De nada.
Que bom que esse per�odo acabou, muito trabalho.
N�o sente falta?
Quando Elvis e Nessa nos disseram a not�cia,
fiquei ansioso novamente.
O elevador est� quebrado, vamos de escada.
Est� brincando?
- Que andar �? - Oitavo.
Oitavo?
Espere, pode ser lento.
Vamos, veja isso como um exerc�cio livre.
- Vem. - Que droga, n�o d�.
Tony, pode pegar a chave inglesa e duas 10-15?
- Como voc� est�? - Estou bem.
Certo.
Droga, talvez precisemos colocar voc� em forma.
Estou pensando na sua sa�de.
Pego voc� �s 7h amanh�, est� bem?
Um pouco mais, subindo a colina.
Pedale.
Tr�s v�timas. Mesmo m�todo.
Ewa queria falar sobre Minna.
Se Madelene matou Minna, talvez quisesse silenciar Ewa.
Mas como isso se relaciona com Anastasia?
Estamos perdendo algo aqui.
Se n�o encontrarmos mais nada,
teremos que soltar Madelene amanh�.
Vamos traz�-la novamente,
e dizer que ela est� em uma posi��o muito ruim.
Andre pode fazer isso.
N�o, eu n�o acho que funcione com Madelene.
A outra abordagem � melhor.
Obrigada.
Se algu�m tivesse dito que sentar�amos aqui em 20 anos,
eu n�o teria acreditado.
N�o...
- Eu pensei em voc�. - Tamb�m pensei em voc�.
Foi de voc� que mais senti falta.
Voc� � casada? Tem filhos?
N�o, sou divorciada. E n�o tenho filhos.
Estou na mesma.
Fiquei de luto por voc�.
E senti sua falta.
Ingrid te defendeu esse tempo todo.
Ela merece ouvir a verdade, mesmo que seja doloroso.
Eu nunca quis mago�-la.
Voc� n�o pode mudar o que aconteceu.
Mas pode fazer a coisa certa daqui para frente.
Dev�amos ter convidado mais pessoas.
N�o, j� � o bastante.
Oi.
- Voc� vai ficar bem, prometo. - Sim.
Ol� e bem-vindos.
Tenho a honra de apresentar
a estrela em ascens�o de Hammarvik,
Ruben Carlqvist!
Ol� a todos.
Isso!
Puta merda, isso foi bom.
Havia esquecido como era.
Obrigado por me dar uma luz.
Comprei lombo de porco para o jantar.
Obrigado, mas vou pegar uma bebida prot�ica.
Obrigado.
A pr�xima m�sica � para uma pessoa especial
e uma nova amiga vai me ajudar,
Stephanie.
Voc� nunca pensaria Que eu sonho
Voc� nunca pensaria Que eu n�o pe�o nada
Algu�m que n�o seja voc�
Algu�m que n�o seja voc�
Voc� nunca pensaria Que eu rezo por algu�m
Voc� nunca pensaria Que eu imagino algu�m
Algu�m que n�o seja voc�
O primeiro verso foi bom, mas quando eu errei...
- Eu nem percebi. - Que bom.
- Estou t�o orgulhoso. - Obrigado.
E voc� tamb�m, foi incr�vel.
Seus pais n�o est�o aqui?
Devem estar t�o orgulhosos quanto eu.
N�o, devem ter coisas melhores para fazer.
Devem ter praticado muito.
A conex�o de voc�s �...
Com licen�a s� um minuto.
- Muito bom. - Obrigada.
Obrigado por organizar tudo isso.
Parece que sei o que quero fazer agora.
Que bom para voc�.
Algum problema?
Stephanie foi uma surpresa, s� isso.
Sim, ficou �timo.
O que foi?
O que foi? Fala.
Todos viram que tinham uma conex�o.
- Para com isso... - N�o seja um idiota.
A m�sica � para voc�.
Eu escrevi para voc�. Penso em voc� quando canto.
Eu achei �tima.
Acho que devia ter contado sobre a Stephanie, desculpa.
Para de falar nela.
Obrigado.
Sim, Johanna Strand.
Madelene quer mudar o testemunho.
Sim, gostar�amos de fazer isso agora.
- �timo, at� logo. - Sim.
- Tchau. - Obrigada.
Madelene quer mudar o testemunho.
Est� brincando.
Ela vai confessar o estrangulamento?
Sim, o que mais seria?
Caramba.
Quando vim para os EUA, me senti perdida.
E muito solit�ria.
Eu tinha 16 anos.
Mas depois encontrei Deus.
H� 20 anos, fiz um voto de sil�ncio,
que mantenho desde ent�o.
Mas Deus me disse que eu tenho que falar.
Que cada um tem a sua verdade.
O que quer dizer com isso?
Eu n�o estava sozinha no carro quando atropelei Minna.
Quem estava l�?
Pernilla.
Eu dirigia o carro, claro, mas...
n�o ousei sair do carro. Congelei na frente do volante.
Mas Pernilla saiu correndo, e...
depois de um tempo, eu olhei pelo retrovisor.
Vi que Pernilla estava debru�ada sobre o corpo de Minna.
E a cabe�a da Minna estava inclinada para tr�s,
pendurada.
Nunca esquecerei os olhos dela, eram selvagens.
Ela n�o sabe que a vi.
Ela me disse que Minna morreu na colis�o.
E que foi minha culpa, e que eu seria culpada,
se isso viesse a tona.
Percebi que ningu�m acreditaria em mim
se ela negasse.
O que viu, na sua opini�o?
Eu vi Pernilla estrangular Minna at� a morte.
Por essa eu n�o esperava!
Agradecimentos em especial ao dudupode e Li�cio (leoggl)!
Voc�s s�o anjos!
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