All language subtitles for 1951 - Furia do Congo - Fury Of The Congo

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Original subtitles

''F�RIA NO CONGO''

Areia que cega,

penetrante o suficiente para corroer a pele humana.

Chuva torrencial e um sol escaldante

se combinam para formar uma selva perigosa no Congo.

O Congo, com mais de 1 milh�o de Km' de superf�cie

no corac�o do continente africano,

� o lar dos animais mais selvagens.

Terra onde o agente de animais profissional Auger Mader ganha sua vida.

Seus clientes? O museu,

o circo, o zool�gico.

Daqui, saem os le�es de circo.

E a girafa em exposic�o no zool�gico.

Mas dentre os animais mais raros, est� o Okongo.

Listrado, marrom arroxeado,

pescoco curto, parente do Bongo

e do Okabe.

Essa esp�cie rara � parecida ao mais comum ant�lope

e � zebra.

Normalmente d�cil,

o Okongo fica bravo e astuto quando perturbado.

Se alimenta de uma planta equatorial rara.

Dentro das gl�ndulas desse animal,

a folha da planta, ap�s a digest�o,

� transformada em um poderoso e destrutivo narc�tico.

Aqui est� uma imagem de um grupo de Okongos.

O valor combinado desses esp�cimes raros

� de algumas centenas de milhares de d�lares.

Um verdadeiro pr�mio.

At� quando sua captura n�o � para o museu, o zool�gico

ou para o circo.

Eu estou bem agora. Gracas a voc�, senhor...

Jim. Jim das Selvas.

Ronald Cameron, Inspetor da Pol�cia Territorial.

Estou em uma miss�o. Ou estava...

- Dentro da selva. - E se perdeu?

N�o, n�o. Eu estou em expedic�o.

H� algumas semanas, o professor Dunham

chefe de bioqu�mica da Universidade do Cairo

desapareceu misteriosamente.

Ele estava nessa �rea fazendo pesquisas.

Meu trabalho � ach�-lo.

O que o faz pensar que ele entrou na selva?

Ele estava procurando um tipo de animal raro.

Animal raro? Que tipo?

N�o lembro o nome, mas era uma mistura entre 2 outros animais.

- Deve ser o Okongo. - Okongo?

�.

Tamba!

Kimba, venha c�!

Venha c�, me d� essa machadinha.

Voc� esteve no territ�rio Okongo de novo.

Um Okongo � assim.

Uma apar�ncia estranha, n�o?

- Os nativos as carregam. - Nativos Okongo?

Tribo primitiva que ficam dentro da selva.

Eles veneram os Okongos.

Espero n�o levar um desses na cabeca.

Tamb�m espero que n�o. Vamos pegar roupas secas.

Ei, Jim!

Se o chimpanz� achou a machadinha

deve saber onde fica a vila Okongo.

Sabe, podemos achar a trilha do professor de l�.

Onde voc� achou isso? Por ali ou por ali?

Eu achava que chimpanz�s eram espertos.

Chimpanz�s s�o como pessoas. Alguns s�o, outros n�o.

L� est� a vila Okongo.

Parece estar completamente deserta.

N�o por muito tempo. Aqueles Ie�es est�o indo para l�.

Vamos! Tamba fica chateado com muito pouca coisa.

Certo, Tamba! Venha c�!

Est� tudo bem, Tamba. Ele foi embora.

Pode ir.

Vamos dar uma olhada na vila.

Olhe! O santu�rio do Okongo.

Est� deserta, sim.

Tudo aquilo por nada.

Vamos dar uma olhada.

Os nativos devem ter se mudado.

Parece que eles lutaram para sair.

Com homens brancos.

O Professor Dunham pode estar com eles.

Talvez.

Okongo!

- Aquilo era um Okongo. - Sim, eu...

L� est� ela!

Pode ser uma armadilha.

Vamos ter que arriscar.

Os nativos s�o os �nicos que podem dizer o caminho certo.

Jim, essa lanca...

As mulheres est�o nos olhando como se f�ssemos m�gicos.

� o sinal nativo de obedi�ncia ao Deus Okongo.

Elas n�o entendem como eu o conheco.

Voc� fez sinal de obedi�ncia ao Deus Okongo.

- Como aprendeu isso? - Eu pertenco � selva.

Mas onde est�o seus amigos? Os outros homens brancos?

Que outros homens brancos?

Os malvados, que atacaram nossa vila e levaram nossos homens.

- O que acha disso tudo, Jim? - Jim?

- Voc� � Jim das Selvas? - Isso mesmo.

Ouvi muitas pessoas da selva falando de voc�.

Dizem que se pode confiar em voc�.

Por que levaram os homens da sua tribo?

Para us�-los como cacadores.

Para faz�-los achar e matar sagrados Okongos.

- Os animais que idolatramos. - Eu n�o acredito.

Se o Prof. Dunham estivesse com eles, ele sabe que seu povo

- idolatra Okongos, ele n�o... - Os homens brancos sabiam!

Nosso chefe disse.

Mas eles apenas riram.

Nos chamaram de selvagens.

N�o entendo isso.

Sei que o professor s� queria um Okongo vivo.

- Como esp�cime. - Ela n�o acha isso.

Vou com voc�, Leta.

N�o, Mahara, fique para cuidar da crianca.

Mas meu homem, Leta...

Nunca poderiam faz�-lo matar o sagrado Okongo.

- Ele morreria primeiro. - N�s o traremos de volta.

E tamb�m os outros.

O bando principal de Okongos. Onde eles ficam?

O lugar onde se alimentam � depois do deserto.

Mas Jim, achei que �amos procurar o professor.

Se acharmos os Okongos, achamos o professor.

- Mahara... eu vou com a Leta? - N�o, voc� fica aqui.

Certamente n�o parece a mesma coisa para mim.

Acha que o professor est� tentando nos trair, talvez?

N�o sei, ele anda estranho desde que o Cameron saiu.

- Mandou me chamar? - Sim, sim, professor.

Sente-se.

- Aceita um charuto? - N�o, obrigado.

Professor...

O �ltimo Okongo em que trabalhou...

Era igual aos outros, n�o era?

Sim, claro.

E isso � da mesma gl�ndula do Okongo?

A mesma.

Poderia ter cometido um erro? Tirado de outra gl�ndula?

� o mesmo que o Sr. Cameron pegou para processar.

E por que est� ficando amarela?

Precisa ser processada dentro de uma semana da extrac�o.

Agora, isso � in�til para o objetivo maligno do Cameron.

Nesse caso, profressor, vamos pegar outro Okongo

para comecar a trabalhar imediatamente.

N�o tenho mais nada a fazer com aqueles animais.

Ah, sim, ter�, professor.

Sr. Cameron est� voltando em seu avi�o particular.

Deve chegar a qualquer momento.

E ele � um chefe engracado. Ele consegue o que quer.

�. E se n�o conseguir, ele fica violento.

Assim.

Voc� machucou a cabeca, professor?

Espero que n�o, porque vai precisar dela para o seu trabalho.

Agora v�, que teremos outro Okongo para trabalhar

assim que descansar um pouco.

Muito exc�ntrico.

Todos os cientistas s�o exc�ntricos.

Muito aprendizado.

Aiude a controlar o animal.

Deixe-o em paz. Ele � o cacador-chefe.

Vamos precisar dele.

N�s pegamos esse.

Vamos.

Ouvi que voc� anda causando problemas de novo.

Sabe que n�o queremos que o trabalho seja atrasado.

Voc� me entende?

Tome conta dele, Magruder. Faca com que ele entenda.

Certo!

E quanto ao animal que acabaram de trazer?

Farei com que nada aconteca a ele.

Mandarei o professor fazer o trabalho dele.

Boa tarde, professor.

Acabamos de conseguir mais uma coisa para voc�.

N�o estou interessado.

Ele disse que n�o est� interessado no trabalho?

� melhor eu persuadi-lo.

Voc� sabe que esses animais s�o sagrados para os nativos.

E voc� sabe que n�o me impressiono

por selvagens que idolatram animais.

E voc� vai fazer seu trabalho.

Voc� me forcou sob argumentos falsos.

- Pegue seu equipamento. - Posso faz�-lo mudar de ideia.

Acho que vai perder seu tempo.

Eu acho que n�o.

- O que aconteceu? - Allen est� morto.

Fez o professor mudar de ideia?

N�o interessa agora. O Okongo fugiu.

Quem o amarrou?

Aquele ali.

Jim, se importa se eu descansar um pouco?

- Estou cansado. - Tudo bem, Cameron.

- Vou checar os arredores. - Eu tamb�m vou.

Ele � um dos seus homens?

Sim! Ele � um de nossa tribo.

Eu acho que ele � Naia.

Deve ter fugido dos homens brancos.

Naia!

Naia!

� melhor irmos atr�s dele.

Naia!

Naja! Naja!

Naia!

- Cameron! - Grant deve t�-lo deixado fugir.

Terei que corrigir o erro dele.

O nativo me atacou.

- Ele est� morto. - Tive que me defender.

Ele estava desarmado.

N�o tive tempo para descobrir. Ele me atacou feito um louco.

Deve ter achado que �ramos os brancos que os aprisionaram.

Pode ter sido.

O que eu poderia fazer?

Ele teria me estrangulado se n�o me defendesse.

Quando o vimos, ele n�o tinha condic�es de machucar.

- O que est� dizendo? - Nada, Cameron.

S� acabaram nossas chances de descobrir o que est� havendo.

N�o se tem tempo de descobrir nada quando se � atacado.

� uma pena para o pobre nativo.

E para n�s.

Poderemos levar mais uns 2 daqueles Okongos.

Certo, venham, rapazes! Apressem-se!

Vamos, homens! Vamos indo.

Eu tentar escapar agora.

lr aos brancos no grande rio.

Dizer ao delegado branco o que acontece com nosso povo.

- Espere eu acender. - D�-me um.

Gostaria de saber o que os fez fugir.

Eu tamb�m. � a terceira vez.

Vou falar com os nativos um por um. Talvez...

Nunca se consegue tirar nada deles.

- Posso tentar. - Esqueca.

Pegamos um Okongo.

N�o resta nada a n�o ser voltar para o acampamento.

- Um dos homens da sua tribo? - Marido da Mahara.

Deve ter tentado fugir.

Coitado! Se o leopardo n�o o tivesse matado,

poderia nos levar aos nativos e ao grupo do Prof. Dunham.

A trilha nos levar� a eles.

Ei, professor. Venha aqui fora.

Venha aqui!

Certo, professor. Examine o animal.

V�!

Qual o problema? Meus homens est�o perturbando de novo?

Voc� e seus homens s�o assassinos.

Por favor, professor.

N�o � jeito de se falar com um companheiro.

Companheiro? Sou apenas um escravo.

Como os nativos.

Voc� est� apenas cansado, professor.

- Est� trabalhando muito. - Sim, com uma arma nas costas.

J� chega, professor! V� trabalhar!

N�o � um bom esp�cime.

O senhorj� tentou esse truque antes, professor. Lembra?

Agora v� trabalhar!

Tudo bem. Leve-o at� minha tenda.

Desamarrem-no. Vamos, r�pido!

Que bom que o Cameron escolheu o jeito dificil.

Extrair as drogas das gl�ndulas dos Okongos?

�, por que n�o usa a planta da qual eles se alimentam?

N�o seria a mesma coisa?

A droga � mais forte dessa forma.

Algo com a reac�o qu�mica das gl�ndulas dos Okongos.

Por que n�o pergunta ao professor?

Ele te d� a explicac�o cient�fica.

�, e eu sou o tipo do cara que vai entender.

Talvez.

Ap�s o deserto � a terra proibida dos Okongos.

Esse � �nico caminho para o deserto.

As montanhas do outro lado...

S� h� um caminho para o territ�rio Okongo.

S� encontramos o caminho com sua ajuda, Leta.

Jim das Selvas sabe caminho de deserto e de selva.

Ele teria achado ieito.

Acha que consegue achar seu caminho agora, Jim?

N�s sairemos.

Meu povo nunca ir� agradecer homens brancos malvados.

Eles nunca v�o embora.

� melhor atravessar o deserto antes que o sol fique forte.

Ent�o aquilo era uma tempestade de areia.

�, uma leve.

- O que era aquele animal? - Uma aranha do deserto.

- Apar�ncia malvada, n�o? - Sim, tinha.

- O Okongo come muito isso? - Sim, quando acham.

- E o que �? - � uma planta Mandrow.

E o que � isso?

Um narc�tico.

Jim, acha que por isso est�o atr�s dos Okongos?

Pelo valor do narc�tico?

Talvez.

Logo estaremos prontas

para ajudar Jim das Selvas a salvar nossos homens.

Devemos nos apressar. Terminar nossas armas. E ir!

Hoje vamos atr�s de todo o grupo de Okongos.

Entendeu?

Bando principal de Okongos? N�o por aqui.

- E onde eles est�o? - N�s n�o sabemos.

Voc�s querem voltar para suas esposas e filhos?

- Sim, por favor. - Ent�o nos leve at� o grupo!

- N�s mostraremos. - Achei que mostraria.

Magruder, fique aqui de olho no professor.

Tire dele o extrato da gl�ndula e tranque.

Certo, vamos!

Certo, professor. De volta ao acampamento.

Professor Dunham!

Voc� e a Leta fiquem aqui com ele.

- Onde voc� vai? - Seguir quem o perseguia.

Ele nos levar� para onde os nativos s�o prisioneiros.

- N�o pode com ele sozinho. - N�o h� nada como tentar.

Cameron!

- Sabia que voc� voltaria. - Ainda bem que voltei.

Vejo que est� com seus velhos truques de novo.

N�o aguentava mais aquele seu bando de assassinos.

Voc� vai voltar para o acampamento e essa nativa vai...

Mostrar o caminho?

Mexa-se!

lndo para l�.

N�s o pegamos primeiro, depois vamos atr�s do Professor e dos outros.

Becker, voc� e o Pacson fiquem olhando os nativos.

Precisamos atravessar aqui.

Afinal, eles atravessaram o desfiladeiro e seguiram.

Vamos!

Ele conseguiu escapar.

Agora mostre onde deixou o professor e os outros.

Vamos.

Mahara!

N�o pod�amos esperar, Leta. Vamos salvar nossos homens.

O Cameron, que foi salvo por Jim das Selvas e Leta

� um dos que prendem nossos homens.

Devemos ajudar Jungle Jim. Ele est� lutando sozinho.

Voc� � o homem que estragou tudo.

Quando o deixei no comando, achei que o faria bem.

Primeiro, deixou o professor quebrar as garrafas de extrato.

Cameron, eu...

Eu quero todo o bando de Okongos.

E voc�, professor, da pr�xima vez

far� seu trabalho por bem ou acho um jeito para forc�-lo.

O que vai fazer com relac�o ao Jim das Selvas?

N�o se preocupe com ele. Ele acha que sou amigo.

Se conheco o Jim das Selvas, ele vai tentar me achar

e a garota, com a ideia de nos libertar.

Ele ter� uma �tima recepc�o esperando por ele.

E se n�o se importa, eu o quero vivo.

- Achei ter ouvido algo. - Voc� ouvindo coisas de novo!

Eu sou o Jim das Selvas. Vim ajud�-los a escapar.

N�s vimos hoje que homem branco tentar matar voc�.

Leta nos trouxe aqui desde a sua vila.

Mas a perdi com o homem branco.

Leta n�o est� aqui. O �nico aqui � Cameron, o l�der.

Trouxe de volta o professor.

Lidaremos com o Cameron depois.

Agora preciso ajud�-los a escapar.

Talvez o Cameron estivesse errado.

N�o acho que o Jim das Selvas v� aparecer.

Todos os homens! Todos para fora! Vamos!

Ol�, Jim.

- Ent�o voc� � o l�der. - �, e gracas a voc�, voltei.

- Bem, todos cometemos erros. - Espero que n�o cometa outro.

O que quer dizer?

Voc� vai nos ajudar a cacar o grupo de Okongos.

- Por que acha que vou ajudar? - Voc� n�o � tolo, Jim.

Voc� sabe que nada vai me impedir de pegar o grupo.

- E se eu ajudar a ach�-los? - Ent�o ningu�m se machuca.

- Apenas os Okongos. - Faca sua escolha.

V�o ser os Okongos ou voc�, o professor e os nativos.

Voc� n�o est� enrolando? J� olhamos metade da selva.

Amanh�, se formos r�pido, atravessaremos o deserto.

Mahara, eu irei com voc�.

N�o, Aniha, voc� tem uma obrigac�o aqui.

Quero ir com voc� Iutar pelo nosso povo.

Deve cuidar daqueles que ser�o nossos guerreiros.

Agora, n�s vamos.

Rastros de Okongo. Suponho que voc� n�o os viu.

N�o, eu n�o vi.

- Os Okongos est�o por aqui. - Vamos, homens! Espalhem-se.

Certo, agora voc� comeca a seguir o rastro.

S�o pegadas frescas, n�o s�o?

- S�o? - Voc� sabe que s�o.

Significa que os Okongos est�o perto daqui.

Agora, ao trabalho!

Voc� me ouviu! Ache o grupo de Okongos!

Acho que posso v�-los l� de cima.

Certo, mas n�o tente gracinhas!

H� um grupo � frente. Mande todos se espalharem.

Espalhem-se.

Espalhem-se!

Desca da�.

Ficar�amos felizes se ficasse para a comemorac�o.

N�s assamos porco selvagem com frutas, ch� de Paia

e frutas da Timia.

Com bananas assadas e suco de frutas silvestres.

lsso ser� de fato uma festa.

Mas o trabalho me espera no Cairo.

Jim das Selvas, voc� se junta a n�s?

Eu voltarei. N�o perderia por nada.

Adeus.

Legenda enviada por Texas Ripada por Albatroz

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