All language subtitles for Intruders.(1992).DVDRip.Xvid.Dual

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Original subtitles

CENTRO DE OBSERVA��O ESPAClAL

Sim, senhor, Gal Hanley!

INTRUSOS

Boa noite, Gal., desculpe incomod�-lo a esta hora,

mas temos tr�fego a�reo n�o identificado, muito estranho, incomum,

E pensei que o senhor deveria ver pessoalmente.

Vamos olhar.

Descansem.

Apareceu na tela �s 22h20, vindo da costa de Oregon,

Ignorou as ordens de identifica��o.

- Trajet�ria inicial? - Sul-sudeste,

Outros avi�es na �rea, ou teste de m�sseis?

Negativo.

NIVEL 2 - 460 M

NIVEL 3 - 760 M

Sentido!

� vontade.

Est� a, 0,31 9,

O alvo saiu da tela �s 22h26

- - e pousou nas proximidades de... N�o sabe disso.

Sr., calculamos a descida

e conclu�mos que pousaram � 320 Km ao leste de Lincoln, em Nebraska,

Meu Deus!

Imposs�vel! Nenhum piloto resistiria a tal manobra.

Tenente, inicie o relat�rio,

- Use as fitas do radar, como adicional. - Negativo.

O objeto que ela rastreou era um meteoro...

- � isso que sair� no relat�rio. - Sim, senhor.

Gal, com todo o respeito, os meteoros n�o mudam de dire��o, o senhor viu.

- O senhor viu na tela... - Tenente!

Eu vi um meteoro.

As anomalias

devem-se a... defeitos no computador,

Chequem seus equipamentos. N�o quero que isto repita.

Capit�o, apague as fitas do radar. Imediatamente.

Sim, General.

Instrua seu pessoal para n�o comentar isso com ningu�m,

- entendido? - Sim, General.

Aqui Hanley, c�digo Foxtrot-tango-u�sque-delta-tango.

Anjo confirmado. Eu repito, aterrissagem confirmada de um Anjo,

Setor, Zebra-Eco-zebra de procedimento.

Quer se aquecer? Est� frio l� fora,

- Sim? - Ela sabe bem.

Meu Deus! O que aconteceu?

Tudo bem?

Carl, traga-me algo para cobri-la!

Tudo ficar� bem, pode deixar.

Sente-se aqui, vou aquec�-la.

Carl, traga o caf�!

Deixe-me abrig�-la bem... Tudo ser� resolvido.

Sra? Est� tudo bem, calma.

Onde mora?

- J� a tinha visto antes, Bonnie? - Nunca.

N�o sabe como ela chegou aqui?

N�o ela n�o disse uma palavra.

- Melhor lev�-la a um m�dico. - Eu tamb�m acho, venha.

Tudo bem.

O hospital mais pr�ximo � em Aliance.

Aliance.

Sim, Aliance. Mora l�?

N�o fa�a isso.

Me assustou.

Mary.

- Como? - � meu nome.

Disse... que queria saber meu nome.

Agora eu me lembrei.

Meu nome � Mary Wilkes.

Muito bem. Agora poderia me dizer onde mora?

- Numa fazenda, perto de Northgate. - Isso � a 50 Km daqui.

- Como veio parar aqui? - Eu n�o sei.

N�o sei. Eu n�o me lembro.

- Por favor, leve-me para casa! - Ok. Vou lev�-la.

Estou levando.

Eu acho que deveria a acompanh�-la.

- Gostaria de falar com o seu marido. - Ele n�o est�.

Ele � motorista de caminh�o, foi para o Colorado.

Estou cansada e meu filho esta sozinho, obrigado.

Eu farei o relat�rio com os dados que tenho, mas prometa-me uma coisa.

Assim que que lembrar de qualquer coisa...

ligue para a pol�cia.

Esta bem.

"- Telefonista" - H� um caminh�o da telef�nica,

fazendo muito barulho, e s�o tr�s da manh�!

"O escrit�rio s� abre em 9:00hs, Sra. Eu posso lhe dar o n�mero."

N�o!

"- Deixe-nos entrar!" - N�o!

"- Deixe-nos entrar! - Deixe-nos entrar!"

Neil, eu preciso de ajuda.

Uma de minhas pacientes, Lesley Hahn,

tem sentido coisas estranhas,

- O que acha? - N�o sei.

Pode ter sido abusada sexualmente na inf�ncia.

Eu prescrevi Klonopin, 1,5mg duas vezes ao dia.

Parecia estar reagindo bem, mas hoje ela me ligou �s 6 da manh�.

Estava em p�nico, parecia paran�ica.

Por que motivo?

Ela disse que foi agredida ontem � noite.

Disse que foram os t�cnicos da telef�nica.

Talvez seja o momento para tentar a hipnose de regress�o.

Deixe-me falar primeiro com ela, d�-lhe o endere�o da minha casa.

Marque �s 20:00 horas.

Pode entrar.

Bom dia, doutor. Queria lhe falar.

Mais uma vez, liberou um de nossos pacientes.

N�s j� falamos disto. N�o se deixa ningu�m num hospital psiqui�trico...

s� porque eles t�m comportamentos estranhos e desagrad�veis.

Aquela mulher urina no Metr�.

Fala absurdos pelas ruas. Atira uma laranja na cabe�a do rabino.

O que ela precisa fazer Stanley, matar o Presidente?

Neil, voc� � um profissional excelente,

mas, antes de chegar aqui, a m�dia de interna��o era de 2 semanas.

Agora, � de 4,5 semanas. Isso � completamente inaceit�vel!

Eu sei como tratar os meus pacientes,

e eles n�o est�o sendo postos na rua antes de estar prontos.

Stanley, seu m�todo � uma droga.

Este hospital trabalhou bem durante d�cadas, doutor,

muito antes de chegar aqui.

Eu tenho quatro pacientes na emerg�ncia e nenhuma vaga.

Preciso de dois leitos. Escolha quem quiser.

Mas esta noite.

- � s�? -� tudo.

Ande logo, Tim, vai se atrasar.

- M�e, quando o pai voltar� para casa? - Logo.

- Que gel�ia quer na torrada? - Morango.

Logo, quando?

Bom, ele vai ligar hoje � noite e pode perguntar a ele.

M�e, a torrada est� queimando!

Meu Deus!

N�o h� problema, eu fa�o outra.

Que gel�ia quer?

Oi, Timmy!

Obrigado.

"... pegue a bola com uma m�o e incline-se para atr�s."

"Bobby Jo est� no campo..."

Lesley? Sou o Dr. Chase. Entre, por favor.

H� momentos que eu sinto medo.

Como se estivessem me observando,

me seguindo,

me perseguindo,

Eu n�o me sentia deste modo desde a minha inf�ncia.

Contou ao Dr. Terracello?

N�o.

De ser observada, n�o.

Podia pensar que sou louca.

N�o sei. N�o sei. Talvez esteja louca.

Lesley, n�o fa�a diagn�sticos precipitados.

Pode ter muitas raz�es.

Dr. Terracello falou que ontem � noite houve algo com t�cnicos de telefone.

Sim. Sim.

Tive muito medo. Eu ainda estou tremendo.

Me conte.

Tenho uma casa em Venice,

E meu.... meu namorado, Ray,

� policial e trabalhou ontem,

Por isso, eu fui cedo para cama.

Sabia que viriam me pegar...

Eu queria correr, eu queria...

Eu queria gritar. Parecia que estavam me sufocando.

N�o me lembro de mais nada... Mas sei que eles entraram na casa.

- Como? - Eu n�o sei.

N�o me lembro!

Reconheceu alguns deles? Os rostos deles?

Voc� n�o entendeu. Eles n�o tinham rostos!

S� me lembro disso...

at� eu acordar...

nua, no sof�.

Estava mal e desorientada.

Meu Deus!

Eu pensei que o rel�gio estivesse errado...

mas o rel�gio da cozinha marcava a mesma hora.

Ent�o descobri que haviam se passado tr�s horas.

- E n�o se lembra do que aconteceu? - N�o.

� um branco total.

Havia sinais de arrombamento? Portas ou janelas?

N�o. Estava tudo trancado.

O que est� havendo?

N�o consigo dormir. Eu choro sem motivo.

Nem deixo Ray me tocar e ele n�o sabe de nada.

N�o eu sei o que dizer!

Por favor, Dr. Chase... tem que me ajudar.

Vamos pegar donuts, papai gosta.

Mas ele esta fazendo dieta, fica para a pr�xima.

- E a escola, Jeanie? - Chata.

- E os Dodgers, Timmy? - Sem lan�amentos, n�o d� pr� ganhar.

- N�o sei como gosta deles? - Meu tio me levou a um jogo deles

- quando eu era crian�a. - Faz tempo, n�o?

- Sra. Wilkes! - M�e, voc� est� sangrando!

- Voc� acostuma sangrar pelo nariz? - S� quando era pequena.

Sim, eu me lembro.

Voc� sentiu dores de cabe�a antes disso?

- N�o. - Nariz escorrendo? Inflamado?

- Uma infec��o? - N�o. Veio do nada.

Bem, O que temos aqui?

- O que �? - N�o se mova, Mary.

- Viu alguma coisa? - N�o se mova.

- O que � isso? - N�o tenho a menor id�ia.

Parece chumbo...

Ou parte de um objeto muito maior.

Voc� tem id�ia de como isso chegou na sua cavidade nasal?

- Acidentes? Tombos? - N�o. Nada.

� muito estranho.

A hemorragia resultou da mudan�a de posi��o.

Talvez tenha les�es maiores.

N�o sabemos h� quanto tempo ficou a�.

N�o � nada s�rio. N�o h� infec��o.

Mas procure um especialista em Omaha.

Eu vou visitar minha irm�, em Los Angeles.

Eu ouvi dizer que h� m�dicos l�.

Ray! Obrigado. S�o bonitas.

- Realmente precisava v�-lo. - O que aconteceu?

Lesley!

Oi, Ray. � para a exposi��o.

- Voc� acham que podemos incluir? - Rita, � realmente horr�vel.

O que voc� acha, Lesley?

Lesley?

Afaste-o de mim.

- Lesley... - N�o! Afaste isso de mim!

Voc� pode me levar para casa? N�o estou bem.

N�o me incomodaria se confiasse em mim, pelo menos uma vez.

- Eu confio em voc�. - N�o, n�o � verdade.

Estamos juntos h� um ano.

Sempre que eu tento me aproximar, voc� foge.

Voc� est� fazendo isso agora.

Desculpe, Ray.

� s� que...

Eu estou muito cansada.

Eu me preocupo com voc�.

- Eu n�o quero que se preocupe. - Mas eu o fa�o.

Preciso voltar.

- Voc� quer que eu venha hoje � noite? - Sim, claro.

- At� logo mais. - At�.

Obrigada pelas flores.

Desculpe. O que est�o fazendo aqui?

Um estudo geol�gico.

Eu quero saber a verdade! O que est�o fazendo aqui?

Eu j� disse, Sra. Um estudo geol�gico.

� um mentiroso!

Eles est�o mentindo.

Sabe o que eu acho? Acho que voc� est� louco!

Isto � um zool�gico. Por que fala isso?

- Qual � o seu problema? - Uma mulher que pensa ser um lobo?

Um cara que fala com o Gal Patton pelo sistema de ventila��o!

Quem trouxe estes idiotas aqui? Acordem para a realidade!

Ei, veja como fala, idiota!

- Eu o mato! - Venha desgra�ado!

- Pare! - Solte-o!

O que est�o fazendo?!

Todos n�s temos problemas. Estamos tentando nos ajudar.

Ajude-nos e deixe Jim lev�-lo ao seu quarto, por favor.

- N�o est� correto. - Eu sei.

- Ele n�o deveria dizer isso. - Eu sei.

Por hoje chega. pessoal...

Por favor, deixem seus trabalhos na mesa. N�o esque�am de p�r o nome.

Sr. Randall? Sr. Randall.

Poderia deixar o seu desenho aqui, por favor?

Claro.

Vamos ver...

Levo jeito para arte?

� muito interessante...

O que ?

Eu gosto dele.

Eu gosto, doutor. Acha eu tenho talento.

N�o conte que s� sei pintar isso.

Quer comprar?

Vamos, tenho v�rios no meu arm�rio.

- Hoje, n�o. - N�o?

Luanne, vamos passear. Eu a acompanho.

Vamos caminhar,

� a �nica coisa que sempre pinta.

Eu j� tenho os resultados de Lesley.

- Normais. - Boas not�cias.

Neil, diariamente tem mais medo.

Esta obcecada com essas horas perdidas.

Acho que est� pronta.

Ok, vamos tentar. Quinta � noite em minha casa.

"Eles est�o vindo! Eu posso v�-los!"

Est�o vindo!

Quem? Quem s�o eles?

Eu n�o sei quem s�o eles!

O que querem?

Eu tenho medo deles!

Por favor, n�o me toquem!

N�o tenha medo, Lesley.

N�o est� acontecendo agora. Est� se lembrando do passado.

N�o! Afastem-se de mim!

Est�o vindo pelas paredes!

N�o posso me mover.

Est�o me colocando numa mesa, e eu n�o consigo me mexer!

Meu Deus!

Est�o tirando a minha roupa!

Parem! Por favor, parem!

Lesley, feche os olhos.

Feche os olhos, Lesley.

Isto n�o est� acontecendo agora.

N�o est� acontecendo agora, Lesley. Pertence ao passado.

Est� a salvo. Est� no meu consult�rio.

N�o podem fer�-la. Voc� entende?

- Sim. - Bom.

Pois ao contar at� "tr�s",

quero que olhe para eles, e poder� ver seus rostos.

- Eu n�o quero olhar para eles! - Lesley, lembre-se, n�o est� l�.

Esta preparada?

- Sim - Ok.

Um, dois, tr�s.

Pode descrev�-los? Pode me dizer como eles s�o?

N�o s�o...

N�o s�o humanos!

Que apar�ncia eles t�m?

Eles est�o magros, pequenos e cinzas.

Cabe�as grandes.

Eles t�m olhos grandes, pretos.

Eu n�o gosto dos olhos deles!

Lesley, ainda est� na sala deles?

N�o. Em outro lugar.

Onde?

Na... Na...

Na nave.

Meu Deus!

Tem outro se aproximando...

Como ele se parece?

Ele disse que � o m�dico.

- Ele lhe falou isso? - N�o.

"Mas eu sei o que ele est� pensando, e ele sabe o que eu penso."

N�o!

Por favor, n�o. Ele esta abrindo as minhas pernas.

N�o! N�o fa�a isso!

N�o! Por favor!

Lesley, n�o est� acontecendo agora.

Contarei at� "tr�s",

e ent�o acordar�.

Um. Est� de volta a um belo e sossegado lugar.

Dois,

est� relaxando.

Est� relaxando.

Tr�s... Est� acordada.

Como se sente?

Eu n�o sei.

Essa gente das quais nos falou...

Pode desenh�-las?

Eu posso tentar?

Pode me dizer o que est� acontecendo? Quem invadiu a casa? Extraterrestres? Fantasmas?

Claro que n�o. Mas algo aconteceu.

talvez n�o como tenha se lembrado. Ou n�o naquela noite.

- Algum tipo de abuso sexual? - � poss�vel.

Abusos na inf�ncia. Viola��o ou incesto.

� muito doloroso, para ela lembrar, ent�o esconde...

Em vez de ver os que fizeram isso, v� algo diferente.

A mente dela n�o est� preparada para aceitar o que realmente aconteceu.

N�o ainda.

Precisa ter paci�ncia, Ray, e entend�-la.

Tudo bem? Est� sentindo-se melhor?

- Sim. - Eu estou bem.

Perguntou-me quem eram eles, Dr. Chase. Eu n�o sei.

Mas eu sei o que querem.

A mim.

Um peda�o de mim.

Minha pele, meu sangue...

Isso � o que eles querem.

E eles voltar�o novamente. Eu sei disso.

N�o pode ver um sintoma. � necess�rio ver o quadro geral.

Mesmo ansiosa, ainda � perfeitamente normal.

Se fosse psic�tica, n�o seria hipnotizada t�o facilmente.

Mesmo, e essa hist�ria toda?

Aliens em espa�onaves? Pequenas pessoas com olhos grandes pretos?

Um momento, ela est� inventando isso, certo?

Ela n�o mente conscientemente. As emo��es s�o reais.

J� viram outros casos relacionados com perda da no��o do tempo?

- Outros casos? - Houve um cara...

Beech ou Leach, algo assim,

que fazia o mesmo tipo de perguntas sobre este assunto.

Era parecido com o seu caso. Tinha perdido algumas horas.

- UFO's? - Sim, eu acho que envolvia UFO's.

Perfeito. S� faltava isto!

Bem, acho que deveriam falar com ele. Eu vou pesquisar nos meus arquivos,

Se encontr�-lo, farei o contato, com ele.

Boa noite, cora��o. Papai chega amanh�.

- Veja se n�o h� monstros, primeiro. - Ok.

Nenhum aqui.

Nenhum l� para cima.

E nenhum aqui debaixo.

N�o h� nenhum monstro.

Ent�o os garotos podem dormir.

Voc� pode deixar a luz acesa?

Ok.

Boa noite.

Ok, filho, estou aqui, quer falar alguma coisa?

N�o h� nada para falar.

Voc� dormiu bem � noite?

O que est� havendo, Tim, hein? Algo o incomoda.

- Voc� pode dizer pra mim. - Papai! Papai voltou!

E a� filh�o! Venha c�!

- Eu senti sua falta! E quem � esta? - Oi, querido.

Concentre-se.

Isso mesmo.

L� vai a bola. Pegue. Muito bom!

Muito bom!

Vejam s�, a mulher mais linda da cidade.

Com quem ser� que ela vai jantar hoje � noite.

Com ningu�m, se n�o se arrumar.

- Estou indo. - Ok.

Papai, tem que sair hoje � noite?

Sua m�e precisa se divertir de vez em quando.

Voc� deveria ficar feliz. Sharon vem ficar com voc�.

Eu n�o quero que v�!

Ent�o...

N�s j� conversamos esse assunto.

Voc� sabe que sua m�e e eu precisamos de um tempo s� para n�s.

Timmy, n�s gostamos de voc�. O que houve?

� a mam�e.

- O que h� com a mam�e? - Ela me assusta.

Venha c�.

- Pare? - Nossa!

- N�o era... - Fique quieto!

Oh!

H� muito n�o ria assim.

� bom v�-la divertindo-se.

As coisas est�o muito s�rias em casa.

Eu tive uma conversa com Timmy.

Ele disse que voc� n�o est� bem.

Ele...

Bom, o menino est� assustado. Por que?

Deve ter sido porque fui consultar o Dr. Holton...

- Por que? - Meu nariz sangrou.

Ele estava comigo. N�o era nada s�rio,

ent�o deve ter se assustado.

Por que voc� n�o me falou?

Apenas sangrou, mais nada.

Eu verei um especialista quando visitar Leigh.

Por que est� t�o nervosa? O que foi?

- Nada, aconteceu. - N�o fique braba.

Est� tudo bem. N�o foi o que pensou.

N�o � .

N�o � isto.

N�o mentiria sobre isso.

Sei que n�o.

Mas lembre-se do que eu lhe disse...

Se os problemas voltarem,

ficarei ao seu lado, n�o importa como.

- Eu tive uma grande id�ia. - Mesmo?

Isto � para os jovens. H� anos que a gente n�o vem aqui.

Ent�o estamos atrasados.

Bem, os tempos mudaram. Lembro-me deste lugar lotado.

- �ramos estudantes, voc� se lembra? - Bem...

Isso n�o nos impedia.

Est� muito tarde.

Vamos indo.

Mas eu quero voltar aqui. Me faz sentir jovem.

- O que est� olhando? Aquela estrela? - As estrelas n�o se movem.

- Deve ser um avi�o. - O que �? O que �?

Por que esta assim? � s�...

- N�o , n�o �! Eles est�o voltando! - Querida... Quem est� voltando?

- Eles sempre voltam, por minha causa. - Calma, est� tudo bem.

- N�o v�o me levar! - Ningu�m est� vindo...

- N�o! - Mary!

Mary!

- Est� tudo bem. - N�o deixe!

- N�o deixe que eles me levem! - Est� tudo bem.

- N�o! - Querida, calma!

� s� um helic�ptero. � s� um helic�ptero.

S� isso, um helic�ptero.

Est� tudo bem.

S� um helic�ptero.

- Voc� espera algu�m? - N�o.

- Sim? - Voc� deve ser Neil Chase.

E voc� deveria ser o que a esposa? A namorada?

- A filha. - Claro, excelentes genes!

Ainda n�o jantaram, espero. Eu trouxe comida tailandesa.

A cozinha deve ser por aqui.

- Uma salada. Perfeito. Adivinharam... - Poderia me dizer quem � voc�?

Que cabe�a a minha! Eu conhe�o voc�, mas voc� n�o me conhece.

Eu sou Addison Leach. Mas o nome n�o lhe diz o que eu fa�o.

Eu sou ufologista. Especialista em abdu��es.

A doutora me ligou...

e mencionou o seu interesse.

Achei que gostaria de me ver.

Bem, estou aqui, est�o aqui, estou com fome...

Voc�s tamb�m... Ningu�m jantou.

Que sincronia! N�s vamos comer...

e eu o informarei algumas coisas que deve saber. O que me diz?

S�o fen�menos regulares, mas ningu�m liga. A n�o ser gente como n�s.

J� � o bastante, doutor?

Quer saber se eu acredito em discos voadores? Claro que n�o.

Parece um homem inteligente. Mudar� id�ia.

O fen�meno � mundialmente famoso. Investiguei apari��es do Senegal at� Manitoba.

As abdu��es no Congo s�o id�nticas

�s que, voc� esta investigando aqui.

- Eu n�o estou investigando abdu��es. - N�o?

Tempo perdido, homens cinza de olhos grandes.

Sondas... O que acha?

"De 100 avistamentos, 60 nem s�o relatadas, 25 s�o enganosas...

10 s�o do tipo de sensacionalista

e as 5 restantes... Ah, as 5 restantes!

S�o impressionantes, incr�veis, totalmente n�o identificadas e reais.

Eu investigo abdu��es durante anos, muito antes de virar moda.

N�o vim aqui s� para jantar e dar risada.

- N�s precisamos um do outro, doutor. - Por que acha isso?

Eu fa�o reuni�es regulares de adeptos em casa.

� quase uma terapia de grupo.

N�s precisamos urgentemente de um profissional

que ajude a cur�-los, e d� credibilidade � sua condi��o.

Ainda n�o entendeu, mesmo? N�o eu estou interessado em UFO's.

Eu nunca gostei de contos de fadas, quando era crian�a.

Mas um de seus pacientes � adepto.

Procure suas respostas nas estrelas.

Acharei as minhas aqui, na Terra.

Eu nunca entendi voc�s, homens da ci�ncia,

Quando algo diferente e importante aparece,

eles ignoram isto

s� porque n�o coincide com na vis�o dos seus livros.

N�o se incomode. Eu posso achar a sa�da.

Boa noite, jovem senhora.

N�o s�o cientistas, s�o covardes!

Gostei dele, � engra�ado.

Voc� � que �.

PRAIA DE MALlBU, CALlF�RNlA

Obrigado.

Oi gente!

Timmy! Como voc� cresceu! N�o posso acreditar!

- Mary, d�-me isso, que bom v�-la! - Eu tamb�m.

Como foi o seu v�o? Voc� viu algum filme?

Sim. Voc� me levar� para ver os Dodgers antes de voltarmos para casa?

O que voc� acha? Voc�s devem estar com fome.

Que tal um sandu�che e um copo de leite?

- Sim! - Gostaria de ch� gelado?

- Sim. - Hoje est� quente, poderemos ir nadar.

N�o eu sei como eu fui parar na lanchonete. Eu n�o me lembro de nada.

voc� tem bebido?

N�o. N�o eu bebo h� anos.

N�o.

Foi diferente, Leigh.

Eu acho que estou ficando louca.

Voc� se lembra quando ouvimos um alerta de tornado no r�dio de papai?

Sim, eu me lembro. Voc� ficava nervosa sempre que ventava em casa,

come�ava a tremer.

Ficava com medo, na janela, esperando o vento ir embora.

Mas voc� n�o tinha medo, lembra-se? Voc� me ajudou a superar, sabia?

Voc� fez.

Sempre acontecia isso, enquanto cresc�amos.

Mesmo sendo a mais velha sempre contava com o seu apoio.

- Eu n�o me lembro disso. - Mas era assim.

Voc� era mais forte, e ainda �.

Por isso, eu sei que superar� isto, seja o que for.

- Mary... - O que?

Seu nariz esta sangrando.

Oh, n�o de novo...

N�o sei do resto, mas precisa checar isso. Vamos.

- O doutor j� vem. - Obrigado.

Sra. Wilkes?

- Boa tarde. Eu Sou Dr. Rahkar. - Como est�?

Soube que est� com problemas nas vias nasais?

- Sim. - Hemorragia peri�dica?

Sim.

Consultou algu�m na sua cidade?

N�o, na verdade n�o...

Fa�a o favor.

Tentarei descobrir o problema.

Por favor...

Bem.

- Por favor, tente n�o mover. - Desculpe.

Ok Mary, isto n�o levar� muito tempo.

Dr. Rahkar.

- Disse que nunca foi operada? - Sim, eu disse.

- Tem certeza? - Sim. Por que?

Porque o raio x indica o oposto.

O que...?

Eu gostaria de saber quem a operou. � o melhor que j� vi.

O que? Eu nunca fiz nenhuma cirurgia.

Sra. Wilkes, n�o seria poss�vel sem o seu conhecimento.

Do que est� falando?

Cirurgia complexa nasal,

feita v�rias vezes...

e, mais recentemente, nos �ltimos seis meses.

"Ray, hoje seu dia de folga, n�o?"

Escute, � melhor voc� vir buscar Lesley."

Ela n�o est� bem.

Sim, leve-a ao m�dico, Ray.

Isto est� acontecendo h� muito tempo.

Bem. Est� bem. Tchau.

Eu j� tenho os resultados. H� um v�rus cruel por a� que provoca febre, frios, n�useas...

- N�o me lembre. - Mas n�o � o seu caso...

Parab�ns. Acho que � uma boa not�cia...

Est� gr�vida.

Gr�vida? Tem certeza?

- Quer ver? - Sim.

Espere.

Escute.

Um cora��ozinho muito forte.

Eu diria que ter� um beb� vigoroso.

Como se sente?

Confusa.

Queria saber, a imagem que n�s vimos no monitor...

O beb� tem aquele tamanho?

Sim. Est� no quarto m�s de gesta��o.

Deve ser um engano...

N�o. O parto acontecer� na segunda semana de abril.

Mas Ray e eu...

pr�ticamente n�o...

Temos sido cuidadosos. N�o estou atrasada.

Deve ter andado tensa, mas...

N�o � raz�o para se alarmar. Ficaremos de olho.

A partir de agora, ter� que tomar muito cuidado.

Certo?

Sim. N�o posso acreditar!

- Pronto. - Est� bom!

Impressiona-me como cuida de mim.

Para isso eu estou aqui.

Del�cia.

Depois do meu div�rcio,

achei que n�o me aproximaria de outro homem, novamente.

E voc� tem sido t�o paciente.

Por isso estou feliz.

Lesley, acho que dever�amos nos casar.

Vamos ter um filho.

Eu amo voc�.

E, pense nisso, ok?

Sim.

N�o! N�o!

- N�o! Afaste-se de mim! - Mary!

Afaste-se de mim! � s� um pesadelo!

- N�o se aproxime! - Mary, voc� teve um pesadelo.

N�o!

Quando soube que ainda estava aqui, achei melhor cham�-lo. Temos um caso VIP.

Sim, a rep�rter de esportes?

QUal � o problema?

A irm� dela, esta descontrolada, hist�rica, chorando...

- Eu apliquei uma inje��o de Ativan. - Como ela esta?

Ainda p�ssima. Teve um pesadelo que a apavorou.

- Tem hist�rico emocional cr�tico. - Onde ela est�?

- Este � o Dr. Chase. - Como esta, Srta. Holland?

Obrigada por vir, n�o sabia mais aonde lev�-la a esta hora.

- Eu estarei na recep��o. - Obrigado.

- Como se sente, Sra. Wilkes? - Melhor.

Bom. Que tal come�ar me contando sobre o pesadelo que teve?

Bem.

Eu estava numa casa enorme e vazia.

Havia um cachorro horr�vel.

Este sedativo a ajudar�. O fato de n�o dormir agravou o problema.

- Devo me preocupar? - Eu ainda n�o sei.

Quando a trouxeram da lanchonete, fez exame ginecol�gico?

Ela n�o disse, acha que foi estuprada?

Podem t�-la violentado e abandonado na estrada.

� uma explica��o para ter aparecido a 50 Km de casa.

- Como n�o se lembraria? - � um mecanismo de defesa.

A mente � bloqueada.

Mas este pode ser um problema totalmente diferente.

Poderia v�-la de novo?

- At� quando ela ficar� com voc�? - At� s�bado.

Eu tenho uma cl�nica em casa.

Leve-a l� amanh� � noite, ap�s o jantar. Veremos o que podemos descobrir.

Obrigado, doutor.

- Ol�. - Entrem.

- Desculpe, mas tivemos que traz�-lo. - N�o havia bab�.

- Dr. Chase, este � meu sobrinho, Timmy. - Oi, Timmy.

Como vai? Prazer. Como se sente, Mary?

- Bem. - Perfeito.

- Tem uma casa bonita. - Obrigado.

Bem, acho que precisa de uma divers�o, certo?

- Qual � o seu esporte favorito? - Beisebol.

Poderia ter adivinhado isto...

Acho que eu tenho algo que voc� vai gostar.

Timmy, � um menino de sorte...

Voc� amar� isto...

Veja.

Oh!

Sensacional!

N�o h� cole��o melhor que esta deste lado de Mississippi.

- Tenho desde a sua idade. - Isto o distrair� um pouco.

Esses sonhos ou flashes onde v� o cachorro...

Havia um cachorro. Apareceu em casa quando eu era crian�a

Olhava-me de fora da janela.

Ele fazia algo? Tentou atac�-la?

N�o.

N�o. Fico pensando nisso.

Talvez realmente n�o fosse um cachorro.

- Como assim? - Eu n�o sei.

Talvez fosse outra coisa.

- Como o que? - Eu n�o sei. Eu n�o sei.

Voc� pode me ajudar?

Tem como descobrir o que � isso?

Se quiser, podemos tentar a hipnose.

Qualquer coisa. Eu tenho que saber o que esta havendo comigo.

Muito bem, Mary.

Eu quero que a sua mente volte at� a noite de 3 de setembro.

Foi cedo para cama.

Est� dormindo tranq��lamente.

Est� dormindo muito profundamente.

Est� na sua cama, muito relaxada.

H� uma luz azul do outro lado da janela.

Pode ver o rel�gio, Mary?

- Que horas s�o? - Meia-noite e quinze...

N�o! Por favor! Eu n�o quero ir com eles.

Eles, quem? Quem s�o eles?

Os homens cinza!

Por favor! N�o me fa�a ir de novo!

Eles est�o colocando uma coisa em meu nariz!

Isso d�i. Impe�a-os!

- Mary...Sinta a minha m�o. - Eles est�o me machucando!

Mary, aperte minha m�o. Mary, est� aqui agora.

Est� aqui, e a salvo. Isso n�o est� acontecendo agora.

Mary, est� a salvo comigo. Ok, Mary.

Eu quero que relaxe. Relaxe. Est� segura.

� absolutamente incr�vel!

Eu sei. As hist�rias de ambas s�o id�nticas, at� nos detalhes.

Por isso eu preciso saber mais sobre Mary. Haver� mais semelhan�as?

Talvez na hist�ria da fam�lia?

O que, por exemplo?

Voc� � a irm� mais velha, talvez lembre de algo que ela esqueceu ou reprimiu.

Coisas que uma garotinha pode ter enterrado na mente.

Esta falando, de incesto ou abuso sexual?.

Sei que s�o problemas delicados.

Nunca houve isso na nossa fam�lia. Eu sei disso.

Essas vis�es que est� tendo...

- E se n�o fossem vis�es? - O que mais poderiam ser?

N�o pode admitir a hip�tese de que isto possa ser verdade?

Isso � fantasia, UFO's, espa�onaves, aliens...

Contrariam as leis da f�sica, tudo o que n�s sabemos sobre a realidade.

Sim, mas e o que n�s n�o sabemos?

O mesmo que aconteceu a Mary aconteceu a outra mulher,

e n�o pode explicar isso.

Isso � realidade.

Musial...

N�o parece que batia t�o forte.

"Stan the man" era o apelido. Um grande batedor.

- Era um dos melhores. - Duas limonadas.

- Obrigado. - Veja o que eu ganhei.

- Um favorito ex-Dodger.. Onde conseguiu? - Era meu paciente.

N�s descobrimos que a hipnose n�o supera um lan�amento bom.

Vai mim�-lo...

Por que sempre que ganhamos algo legal, um adulto diz isso?

� o nosso dever.

Leigh! -Sim?

- N�o encontrei a Camiseta de Timmy. - Eu j� vou. E n�o aprontem.

O que quer dizer "n�o aprontem?"

- � como as mulheres, falam. -Sim, claro.

Adoro essas figurinhas. Kluszewski, outro bom batedor.

Parecia um jogador de futebol. Era enorme.

O que � isto? Desenhou isso?

Eles s�o

muito bons.

Sensacional.

Voc� � um artista.

O que s�o?

Os monstros que entram na minha casa.

Voc� quer dizer de brincadeira?

N�o, s�o reais.

Como sabe que s�o reais, Timmy? Voc� j� os viu?

N�o. Mas os ou�o �s vezes, � noite, quando aparecem para minha m�e.

Quer falar sobre isso?

Somos amigos. N�s podemos falar de qualquer coisa.

As casas velhas, sempre fazem barulhos estranhos, � noite.

O que voc� ouviu n�o era nenhum monstro atacando sua m�e.

N�o precisa ter medo...

Os monstros n�o existem.

Ent�o, n�o podem machuc�-lo.

Voc� jura?

Eu juro.

Eu juro.

N�o sei como lhe agradecer.

N�o � preciso faz�-lo.

Eu me sinto t�o idiota, mas... Eu n�o sei seus honor�rios, quanto...

Cuide bem do menino melhore...

Desculpe n�o ter ajudado mais, mas eu continuarei investigando.

Tem meu n�mero. Se precisar, me chame. At� logo.

At� logo.

- Meu filh�o! - Como est�?

- Sentiu falta do papai? - Sim...

N�o tanto quanto eu. Bem-vinda, querida.

Vamos de limusine.

Bom... � melhor se cobrir bem, esta noite far� frio.

Est� frio.

Boa noite, filho. Durma bem.

- Eu farei isto. Boa noite, papai. - At� amanh�.

- Voc� quer que deixe a luz acesa? - Est� ok. Voc� pode desligar.

Joe!

Joe!

Acorde. Tem algo errado. Eu posso sentir isto.

Joe! Joe, acorde!

Timmy!

Timmy! Timmy!

Timmy! N�o! Deixem-no!

Abra! Soltem meu filho!

Parem!

Parem!

Timmy! Tim!

Meu filho!

Desculpe.

Desculpe!

Eu tentei. N�o consegui. Desculpe.

M�e.

M�e, eles me machucaram.

Meu querido...

Joe!

Desculpe. Desculpe.

Ele s� est� um pouco desidratado.

- Alguma id�ia da causa? - A hemorragia nasal � comum nas crian�as.

Pode ser tanto a mudan�a de clima como altitude da viagem.

Achou alguma outra coisa?

Como com voc�? N�o, nada.

Ele vai ficar bem, Joe, relax. O ter�o de volta amanh�.

Venha c�.

Chega de segredos. Vamos para casa e me contar� tudo.

- Esta bem. - Tudo?

Ok, vamos.

Eu n�o entendo, porque escondeu isso de mim?

N�o queria que voc� pensasse que sou louca.

A primeira coisa que eu farei � chamar a pol�cia e...

- Joe, n�o adiantar� nada! - Droga, Mary, n�o diga isso!

Levam voc� daqui, fazem n�o sei o que e a policia n�o pode ajudar?

Eu falei do psiquiatra em Los Angeles.

Mary, eu te amo. Sabe disso, faria qualquer coisa por voc�...

mas por favor, n�o me pe�a para acreditar em pequenos homens cinzas.

Algo est� acontecendo comigo, e com Timmy tamb�m.

E, seja quem for, voltar�. Eu sei disso.

- Ent�o este � o psiquiatra? - Sim, ele veio nos ajudar, Joe.

Mary...

Obrigado por vir. Meu marido, Joe.

- Oi, Joe. - Que bom que veio.

- Como ele est�? - O que querem com ele?

� s� um menino...

Querida...

Leigh, eu nunca vi o menino se comportar deste modo. Me permita.

N�o fala. Sei que est� bem, mas nem se levanta da cama.

Tim, veja quem chegou.

- Dr. Chase. - E a� batedor. Como se sente?

O doutor veio com o tia Leigh, s� para v�-lo.

Voc� n�o vai dizer "ol�"?

Eu soube que o seu nariz sangrou, � noite, como se sente agora?

O que houve de errado, Timmy? O qual � o problema?

Voc� disse que eles n�o eram reais.

- O que quer dizer? - Voc� sabe o que estou dizendo!

N�o, eu n�o sei. Por que n�o me diz?

- Pergunte � ela! - Timmy...

Eu a chamei. Eu me cansei de chamar, mas voc� nem veio.

Eu sei, eu tentei, mas n�o consegui abrir a porta!

Eles me machucaram. por que n�o os impediu?

Desculpe, Timmy.

Eu sinto muito, mas eu n�o acredito em UFO's.

Joe, abra a sua mente.

N�o podemos ignorar muitas luzes estranhas que foram vistas no c�u.

Abrir minha mente? Padre, por favor, me ajude.

Diga a ela que Deus e aliens n�o se misturam,

e que tamb�m n�o existe men��o de UFO's na B�blia?

Estou certo? Sei que n�o acredita nisso.

N�o esteja t�o certo, Joe. Na cria��o de Deus, h� lugar para infinitas coisas.

Quanto mais fant�stico o universo, maior a gl�ria de Deus.

N�o concorda, Dr. Chase?

Eu acredito que o universo � fant�stico,

Acharemos a explica��o disto, algo totalmente terreno.

Agora, sim.

E como explica o caso de Mary e da outra mulher em Los Angeles?

Que outra mulher?

Estou trabalhando com uma paciente que parece ter tido uma experi�ncia semelhante.

Mesmo? E o que ela diz? Ela os viu, viu os olhos deles?

Prefiro n�o dar detalhes. N�o quero que se influenciem.

- Temos muito trabalho pela frente. - Eu sei.

H� muito que n�o me lembro.

Outra sess�o de hipnose poder� ajudar. Ser� de manh�.

N�o.

Hoje � noite.

Estou h� tanto tempo carregando isto. Agora, quero que compartilhem comigo.

Relaxe, Mary. Est� muito, muito relaxada.

Lembrar� de tudo o que aconteceu.

Ver� tudo claramente,

sem medo e sem ansiedade.

Quando eu contar at� "tr�s",

eEu quero que volte at� o primeiro encontro com estes seres.

Certo,

Um...

dois...

tr�s.

Est� quente.

- Que idade tem, Mary? - Sete anos e meio.

- Onde est�? - No quintal.

O que esta fazendo?

Eu e Leigh estamos ajudando o papai no jardim.

Mary, veja.

Vamos.

Menino, espere por n�s!

Menino, espere por n�s!

O que foi, Mary? O que aconteceu?

Estamos dentro de...

um corredor.

O menino se foi. H� dois fantasmas conosco.

Um deles est� levando a Leigh.

Para onde a est�o levando?

E esses seres pequenos, de que cor eles s�o?

Cinza.

- O que foi Mary? Viu algo? - H� alguns s�mbolos...

H� algumas letras estranhas na parede.

Olhe bem. Depois, pedirei que desenhe para mim.

Est� frio!

O que?

A mesa.

"Voc� foi escolhida, assim como sua m�e antes de voc�,"

"sua irm� e seu filho."

"N�s nos encontraremos muitas vezes."

Machuca.

Por favor!

Esta me machucando!

Minha perna!

Por favor, pare!

- N�o quero mais ficar aqui! - Mary, est� tudo bem.

N�o est� l�. Est� aqui, e ningu�m pode feri-la aqui.

Ningu�m pode machuc�-la.

Ao contar at� "tr�s", abrir� os olhos e j� n�o ter� nenhum medo.

Um,

dois...

Acordando lentamente,

Tr�s.

Est� acordada.

- Tudo bem, Mary? - Sim.

Voc� se lembra de algum garotinho?

N�o.

Eles me marcaram.

- Como assim, marcaram voc�? - Me marcaram.

Est� vendo?

- H� quanto tempo? - Desde menina.

Sempre aconteceu ao longo da vida.

O que eles fizeram comigo? O que far�o?

Eu achei que n�o ia parar de chover.

Choveu forte.

O que acha agora, doutor?

Eu...

Eu ainda n�o cheguei a uma conclus�o.

Eu sei que veio aqui para ajudar minha esposa,

mas, agora, eu acho que sou eu quem precisa de ajuda.

Essa coisa disse que ela foi escolhida, como a m�e...

como meu filho...

E, se eles podem impedir as pessoas,

como fizeram comigo naquela les�o de Timmy,

como eu poderei proteger a minha fam�lia?

- N�o sabia que era um artista. - Quem me dera.

� bonito aqui.

N�o paro de pensar sobre ontem � noite, Neil.

Me assusta...

A cicatriz que Mary nos mostrou...

Eu tamb�m tenho, desde que era pequena.

Se me aconteceu algo...

Eu estou contente de n�o lembrar deles.

Deve ser uma b�n��o.

- Joe! Ele sumiu, foi levado! - O que?

- Timmy desapareceu! - O que houve?

- Ele n�o est� no quarto! - Est� l�, no campo.

Tim! O que est� fazendo, querido?

O que est� fazendo? O que est� fazendo?

O que aconteceu aqui?

Foi aqui, onde vi o homenzinho e a nave.

Eu sinto como se os estivesse abandonando. Tenho medo do que possa acontecer.

N�s temos tempo. Quero visitar uma outra pessoa.

Quer saber do objeto que achamos, o chumbo?

Sim.

J� vi coisas muito diferentes,

mas o que eu achei no nariz de Mary era realmente estranho.

Eu imagino que n�o o tenha guardado.

Meu primeiro impulso foi jog�-lo fora...

N�o parecia importante.

Mas, depois, eu pensei bem.

E n�o h� nada como pensar bem, n�o acha?

Comecei com testes simples para determinar a forma estrutural.

Eu descobri tr�s l�bulos distintos.

A composi��o qu�mica � 90% carbono e 10% oxig�nio.

� um pol�mero muito sofisticado, que eu nunca vi.

Fiz a cultura, para ver se era catalisador de germes ou v�rus.

O que � isto?

Parece que o objeto, em certas condi��es,

deixa o estado de lat�ncia e sofre uma muta��o f�sica.

Extraordin�rio. � como se tentasse penetrar na bandeja de teste.

Voc� disse que entra em muta��o sob certas condi��es. Quais s�o?

Altera-se em ambientes �midos, � temperatura exata de 37 graus cent�grados.

� como se tivesse sido feito para abrir dentro do corpo humano.

Voc� ainda precisa disso?

Do que? Lamento, mas n�o sobrou nada.

Logo depois do �ltimo teste, desintegrou na minha frente.

Eu presumi que tinha um mecanismo de autodestrui��o.

Engenhoso e eficaz. N�o deixam vest�gios.

Gene, lembra-se do que me falou sobre estes desenhos?

Disse que pessoas no deserto mostraram a voc�.

Pode me falar sobre essas pessoas?

N�o, doutor. Eles disseram que era melhor n�o falar.

Ok, e sobre o deserto?

Podemos falar dessa parte?

Sim, eu acho que posso falar do deserto.

Eu estava l� a servi�o,

em Novo M�xico, em 1973.

Algo aconteceu no deserto?

N�o posso nem pensar! Por que fala nisso?

Sabe que quer me contar, Gene.

O que aconteceu?

Conte-me.

Sabe, doutor,

a maioria dos doentes mentais n�o sabem porque ficaram assim.

Eu sei.

"Tudo come�ou numa noite, por volta das tr�s da manh�,

quando fazia guarda na base a�rea."

Comando Holloman, c�mbio... Comando Holloman...

Comando Holloman, c�mbio.

Aeronave acidentada. Eu repito, aeronave acidentada.

Setor noroeste, Setor 41,

Eu vou para o local do impacto, Sr. Procedimento Eco-Delta-Eco.

"Ajude-me. Por favor...

"Ajude-me."

O que � isto?

Cuidado. Podem estar armados.

Entrem e verifiquem.

Alerte a seguran�a e tente descobrir o que houve aqui.

Este pode estar vivo! Podemos ajud�-los. Sim, vem comigo.

- Pode estar vivo. - N�o pode ajud�-lo?

Cuidaremos disso. Tirem-no daqui.

Algu�m tem que ajud�-lo! Ele precisa de ajuda!

- Ele precisa de ajuda! - Tire-o daqui!

Esperem! Precisam de ajuda.

N�o fizeram nada! Precisam de ajuda!

Esperem!

Fui pressionado, por 3 dias...

at� que eu assinei alguns documentos dizendo que...

eu estava dopado.

Ent�o, me levaram para aquele lugar.

e n�o havia nada.

Nada.

E o peda�o de metal que pegou, com os s�mbolos registrados?

Nunca mais eu vi de novo.

Talvez estivessem certos... Estava dopado, talvez eu seja louco.

N�o. N�o voc� n�o � louco, Gene.

Eu desenhei isto?

N�o. Foram feitos por uma mulher de Nebraska.

Ela n�o o conhece. e nunca ouviu falar de voc�.

e nunca viu seus desenhos.

Ela os viu dentro de uma espa�onave.

Tudo bem, Gene.

Tudo bem.

Tudo bem.

Entre, Neil.

Sente-se, doutor.

N�o passe liga��es, por favor.

Est� come�ando a se envolver em assuntos muito question�veis, Neil.

A que exatamente esta se referindo?

Este grupo de lun�ticos com o que se associou,

N�o � procedente para um homem na sua posi��o.

Estou tentando ajudar.

Sei que as inten��es s�o boas, mas as not�cias j� correm ao redor.

O que isso quer dizer?

- Coment�rios. - Coment�rios...

No c�rculo profissional. No nosso c�rculo.

� vergonhoso que um de n�s pare�a t�o rid�culo.

Pare com isso agora, Neil. Para o seu bem.

Saiba que estou cheio desses conselhos, doutor.

Com quem falou?

S� estou falando, como amigo. Eu estou fazendo um favor.

Fique com seus favores, doutor.

E n�o se engane. Nunca fomos amigos.

Certo.

Ordeno que pare com essa hist�ria de abdu��es, est� claro?

- Ajudar� se n�o complicar. - Eu sei das minhas responsabilidades.

Eu espero que sim, Neil., E outra coisa:

o seu paciente Gene Randall, ter� alta hoje.

� s� isso, doutor.

- Entrem. Lesley, como vai? - Muito bem.

- Ray. - Oi.

- Tome. - Obrigado.

Lesley, voc� est� �tima. � verdade o que dizem da gravidez.

Como estava o Kansas?

- Nebraska. - N�o � a mesma coisa?

S� para o Californianos. Oi, eu sou Leigh Holland.

- Do "Esporte na Noite" ? - Sim.

Oi.

Os homens me conhecem, mas as mulheres n�o...

Entrem.

Voc� est� brincando?

Lesley, tem algo que devem saber.

Eu fui ao Nebraska, ajudar uma mulher...

que teve alguns incidentes parecidos com os seus.

Achei que seria importante saber que voc�, n�o � �nica.

Dr. Chase...

Eu mudei id�ia sobre esses incidentes.

- Oh? - Sim.

Acho que estava certo. Eram s� sonhos.

Seja como for pertencem ao passado.

Eu sinto isso. Tenho certeza.

Vamos nos casar.

- � maravilhoso! Parab�ns! - Obrigado.

� dif�cil descrever, mas este beb� trouxe uma luz nova a minha vida.

Ele nos uniu. Foi um presente de Deus.

J� marcaram a data?

Ainda n�o. Mas ser� antes do nascimento. � mais apropriado, sabe...

Quando decidirmos, ser�o os primeiros a saber da data.

Bem, ao feliz casal e � linda crian�a!

- Obrigado. - Felicidades.

N�o, por favor...

Por favor...

N�o!

Onde estamos?

Que lugar � este?

Ray!

Para onde est�o me levando?

Les...

Lesley... Voc� esta a�?

Ray...

- O que houve? - Algo ruim...

Dr. Chase? Grata por ter vindo. Susan Goodburn.

Ol� doutora, como ela est�?

Sedada e descansando. Emocionalmente, est� abalada.

E o beb�?

- O que aconteceu? - N�o temos certeza.

Estava tudo l�, a placenta o cord�o umbilical e o saco embrion�rio.

Mas o feto desapareceu.

Eu acho que ela abortou espontaneamente ontem � noite.

Expeliu o feto e bloqueou a mem�ria.

- � mais da sua �rea, doutor. - E o namorado dela est� aqui?

Teve que voltar ao trabalho, voltar� assim que puder.

Enquanto isso, chamou por voc�.

Lesley, eu sinto muito.

Foram eles, Dr. Chase.

Levaram meu beb�, entende?

Entraram em de mim e tiraram o meu beb�.

N�o � justo!

Ele era meu.

Eu os odeio.

Eu os odeio.

Professor de faculdade! Quase me enganou.

O que pensou que eu fosse? Domador de le�es?

Baseado em sua sa�da, talvez um acrobata.

- O que ensina? - Antropologia. Far� o curso?

De fato, vim retribuir um favor... Cajun.

� dif�cil dizer o que eles s�o.

Sempre pensamos que s�o do espa�o, porque os chamamos de aliens.

Quem sabe de onde eles v�m.

O que eu sei � que eles n�o pousar�o na Casa Branca

ou aparecer�o no "Nightline".

Ok, esque�a o que s�o. De onde v�m? O que querem?

Fa�a a pergunta a 100 experts e ter� 110 opini�es.

Explora��o, curiosidade, salva��o...

escolha uma delas.

Sou louco de perguntar a voc�!

Quer respostas, doutor, venha na minha reuni�o amanh� � noite.

Conhe�a os reais experts, os adeptos.

Certo. Mas levarei umas pessoas comigo.

Quanto mais, melhor. Prazer v�-lo de novo, doutor.

Sabia que voltaria, mas n�o t�o cedo. Por que mudou de id�ia?

Finalmente, abri os olhos.

Sou Dan Blatt, jogador de golfe.

Por anos, tentei reprimir as minhas lembran�as de abdu��o.

Agora quando me lembro, morro de medo.

Eu sei que eles vir�o de novo... Eles sempre voltam.

Meu nome � Ruth Kennedy,

eu sou dona de casa e n�o acho que dever�amos ter medo deles.

No in�cio, senti medo.

Um medo de todo humano, do desconhecido.

Meu nome � Margaret Hussey. Eu sou corretora.

Sinto-me sortuda porque eles me selecionaram.

Eu acho que n�s tivemos muita sorte,

especiais.

Fomos escolhidos por uma causa superior.

Dever�amos ter orgulho, por sermos marcados desta forma.

Javier Perez. Eu sou capataz.

Somos ratos de laborat�rio, s� isso!

Esp�cimes.

Eles tem manipulado minha vida, desde que era garoto,

sem pedir autoriza��o.

E eles nunca pediram permiss�o.

Eles nunca sequer perguntaram. Sabe qual a pior parte disso?

O isolamento, o rid�culo...

duvidar de n�s mesmos.

Metade do tempo achamos que estamos loucos.

A outra metade, os outros acham que voc� �.

Sim, � verdade.

Quantos de voc�s eram crian�as, quando foram abduzidos pela primeira vez?

� assim que come�a, para a maioria.

Eu pedi a Lesley e Ray virem comigo esta noite...

Porque este grupo, melhor do que ningu�m,

sabe como est�o se sentindo agora.

Pode falar conosco, Lesley. Todos lidamos com muita dor.

Eu os odeio.

Eles v�m e levam o que querem,

o que n�o pertence a eles.

Eles levaram meu beb�.

Levaram o meu beb� tamb�m.

A mesma coisa aconteceu com minha esposa.

Ela se culpou,

Nada do que eu disse adiantou. N�o pude fazer nada.

Mas h� algo que n�s podemos fazer.

Posso ajud�-los a lidar com o trauma que vivenciaram.

Integr�-los �s suas vidas,

para que n�o vivam com esse sentimento de culpa e medo.

Sim, mas...

como n�s podemos impedir que aconte�a novamente?

Como impedimos?

Desculpe, eu posso lhe pedir... Margaret? Sim.

Eu sou Ray Roach.

- Muito prazer. - Igualmente.

Estou feliz por Ray e Lesley. Este grupo os ajudar�.

Estou feliz que mudou de id�ia! Eles precisam de voc�.

Estarei aqui todas as ter�as..

- Soube que falar� na confer�ncia, amanh�... - Como soube disso?

Um de meus colegas da universidade estar� l�. Sobre o que vai falar?

- Eu sei o que gostaria que eu falasse. - Por que n�o?

Seria o primeiro, Neil.

Nunca ningu�m na sua posi��o teve coragem de falar.

� uma oportunidade �nica.

Pessoas com novas id�ias s�o consideradas loucas ou pior.

Mas um dia, o mundo inteiro os entender�,

eles s�o considerados vision�rios. Pense disso.

- Boa noite. - Boa noite.

Nosso �ltimo orador da noite � algu�m muito pr�ximo a mim.

Um respeitado colega de hospital nos �ltimos dois anos e um querido amigo.

Um homem cujo papel na s�ndrome de trauma e stress, � leitura obrigat�ria.

O tema � "O Resultado do Abuso Sexual Infantil nos Adultos" .

Aplausos, por favor ao Dr. Neil Chase.

Obrigado. � �timo estar aqui esta noite, e ver tanta gente conhecida.

Senhoras e senhores,

o tratamento dos adultos, v�timas de abuso sexual na inf�ncia...

que est� t�o enterrado no inconsciente,

que o paciente veementemente negaria... que nem sequer acontecera.

A hipnose regressiva � freq�entemente �til

para recuperar um um trauma reprimido.

E...

O stress p�s-traum�tico relacionado a isto se manifesta...

Senhoras e senhores, com todo o respeito,

eu gostaria de mudar o tema

e falar de algo em que recentemente me vi envolvido.

� dif�cil abordar esse assunto.

N�o vejo como faz�-lo sem que pe�a para abrirem suas mentes.

Tudo come�ou numa noite, n�o h� muito tempo,

quando fiz um favor a um colega...

e aceitei um novo paciente.

Ela veio e mim com...

Estas pessoas n�o podem ser desprezadas...

nem for�adas aos nossos padr�es psiqui�tricos.

Seus dilemas s�o �nicos, e precisam muito de nossa ajuda.

Pe�o que abram suas mentes. N�o tenham medo de acreditar.

Este � o mais significativo desenvolvimento da hist�ria.

Desculpe, Dr. Chase, se � verdade por que nunca ouvimos falar do assunto?

Onde est�o o governo e a Nasa? Isto est� acontecendo, e eles n�o sabem?

Eles sabem disso, acreditem-me.

Pesquisem... Esses objetos apareceram nos radares.

- Ent�o por que � segredo? - N�o sei. H� muitas teorias a respeito.

E o que querem? Desculpe, eu n�o ouvi nenhuma explica��o para os fatos citados.

- Porque n�o existem explica��es. - Oh, nos deixe ir!

Sou psiquiatra h� quase 20 anos.

Toda a minha pr�tica, meus instintos, minha experi�ncia cl�nica...

levaram-me � procura de uma explica��o psicol�gica...

para o que ouviram.

Meu maior medo, era n�o achar uma.

E eu n�o achei.

Mas senhoras e senhores, n�o h� como negar o que eu vi.

O que est� acontecendo � real.

Cometeu suic�dio profissional. Nunca mais ser� levado a s�rio.

Seu nome ser� sempre associado ao espet�culo triste que deu ontem � noite.

Onde quer chegar, doutor?

Envergonhou o nome do hospital e o meu tamb�m!

Assim que puder, farei uma peti��o ao conselho...

Pode deixar, eu me demito. N�o foi um prazer, doutor...

- Eu Sou o Dr. Neil Chase. - Quer me acompanhar, por favor?

Eu sou o Gal Hanley. Obrigado por ter vindo. Aceita um drinque?

N�o, obrigado.

Ok Maurice, feche a porta quando sair, por favor!

Sente-se, doutor.

Estive lendo os seus textos

da confer�ncia sobre "Associa��o de Psiquiatria P�blica".

Parece que causaram coment�rios...

Mas n�s n�o ligamos para essas hist�rias sobre discos voadores

que aparecem em manchetes de quaisquer tabl�ides.

De fato, n�s at� as incentivamos.

Mas, quando algu�m como voc� se envolve, nos preocupamos.

- E por que isso? - Pela sua posi��o.

Esta na comunidade psiqui�trica.

Vindo de voc�, algo assim n�o seria facilmente desacreditado.

Por que deveriam desacreditar?

Deixe-me contar-lhe uma hist�ria. Hipot�tica, � claro.

Vamos supor, que um grupo foi criado, muitos anos atr�s,

para investigar um certo fen�meno estranho...

e vamos supor que muitos homens brilhantes desse grupo, que contamos

para desvendar tal mist�rio...

e para ficar quietos at� ent�o...

� um desses homens, General?

A maioria daqueles homens, j� morreu. Como disse, aconteceu h� muito tempo atr�s.

O problema era, que os homens deste grupo n�o conseguiram achar uma resposta.

Apesar de saber que havia algo l�, n�o h� duvidas disso...

algo realmente extraordin�rio.

Mas quem, por que, o que, e onde, eles n�o descobriram nada.

N�o mesmo. Quer um charuto?

N�o, obrigado.

Ent�o o Presidente que formou este grupo,

decidiu esconder isso, chamando de "Projeto Negro"...

n�o detect�vel ao Congresso ou �s outras administra��es.

E finalmente quando surgissem as respostas,

o l�der do grupo deveria informar o Presidente.

Aquele dia ainda ainda est� por chegar.

� uma hist�ria muito interessante,

mas nenhum grupo, nenhum governo, nenhuma pessoa, nem mesmo o Presidente,

tem o direito de tomar esta decis�o.

Tudo bem, doutor. Ent�o vamos supor que houve algo mesmo,

que algo est� acontecendo l� fora.

O que aconselharia fazermos?

Que o presidente do E.U.A. fosse � TV e dissesse ao povo,

que temos provas de uma cultura superior,"

"que vem sei l� de onde,"

"talvez do espa�o, talvez de outra dimens�o."

"Eles est�o abduzindo nossos cidad�os,"

"fazendo experi�ncias,"

"coletando esp�cimens de �vulos e esperma de humanos,"

"engravidando mulheres"

"e depois invadindo seus corpos...,"

"e roubando os fetos por raz�es que n�o imaginamos."

N�o.

Nosso mundo, meu amigo, � baseado em fatos reais.

Voc� e eu podemos fechar os olhos e dormir � noite...

porque o mundo que conhecemos hoje, existir� amanh�...

e no pr�ximo dia ou uma semana depois.

Ent�o, repito doutor, at� chegar o dia no qual saibamos do que se trata,

at� termos respostas concretas, a pol�tica do governo continua.

Nada existe l� fora.

� s� fic��o cient�fica, inven��o de um grupo muito lun�tico.

Por que me chamou aqui, General?

Gostar�amos que nos ajudasse a descobrir as respostas.

Precisamos de gente como voc� neste grupo.

Est�o dispostos a fazer um excelente acordo, doutor.

E levar�o ao seu conhecimento coisas que nunca sonhou que pudessem existir.

- N�o se tiver que manter segredo. - Isso mesmo.

Sinto muito, General, eu n�o posso ajud�-lo.

Se for s� isso...?

Esta sendo muito tolo, senhor.

Talvez, mas � assim que eu penso.

Obrigado.

Dr. Chase...

Eu temo que se sentir� um homem muito solit�rio...

Mas j� deve saber disso, correto?

Eu estou satisfeita, obrigado.

Mary me ligou. Convidou-nos para o dia de A��o de Gra�as.

Algo aconteceu?

N�o eu sei. Disse que as coisas melhoraram, mas n�o sei se acredito.

Voc� quer ir?

Claro.

- Em que est� pensando? - Se n�o tivesse levado Mary...

Voc� ainda n�o entendeu, certo?

Eu estou feliz que tenha me procurado.

- Mas, Neil, sua reputa��o... - Para o inferno minha reputa��o!

Bom! Que forte essa!

Lan�ou na dire��o das costuras?

Foi, eu acho.

Da pr�xima vez coloque os dois dedos em cima da costura.

Vamos l�!

- Parece delicioso, Mary. - Est� bonito.

- Ent�o, voc� o ama? - O que?

Ele est� apaixonado, por voc�. Est� claro como o dia.

Eu gosto muito dele, mas estamos indo com calma.

Bem.

Vamos jantar!

Sr., nossa fam�lia e nossos amigos agradecem a refei��o...

E Sr., pe�o que proteja minha fam�lia,

livrando-os do mal.

N�s temos f� no Senhor.

Am�m.

- Isto � para mim. O que comer�o eles? - Eu estou disposto a dividir, Joe.

Como est�o indo, Joe?

Tudo bem, eu acho doutor.

- N�o aconteceu mais nada? - Desde que partiu, n�o.

Estou bem atento. �s vezes nem durmo � noite.

E, se eles voltarem, eu estarei preparado para eles.

Dia ou noite, para mexer com minha fam�lia ter�o que se ver comigo primeiro.

Leigh me falou que a Mary teve um aborto espont�neo quatro anos atr�s.

Sim, � verdade.

O que houve?

Dr., n�o � f�cil falar disso. Quase nos separou.

Sabe que ela j� teve problemas com o �lcool.

Sim.

Eu estava fora, quando isso aconteceu.

O Dr. Holton acha que ela bebeu demais.

e deve ter trope�ado e ca�do no ch�o...

Seja como for, ela perdeu o beb�. E parou de beber.

E aqui n�s estamos.

Nevou um pouco na semana passada.

Evaporou tudo.

"Chegou a hora, Mary."

"Chegou a hora para voc� entender."

"Estes s�o de al�m."

"N�o do seu mundo...

nem do nosso."

"Mas do al�m."

Ela � minha,

n�o �?

Ela � t�o linda.

Parece um anjinho.

Eu quero abra��-la.

- Ela tem medo de mim! "- Ela precisa ir, agora"

N�o! Por que?

Por favor! Eu tenho que abra��-la um pouco.

Ela � minha!

N�o tenha medo de mim.

Eu nunca machucaria voc�.

Eu sou sua m�e.

Eu te amo.

Eu sou sua m�e e te amo.

Como eu te amo!

Eu te amo.

N�o! Por favor!

Por favor, n�o pode ficar comigo?

"N�o � poss�vel."

"Ela n�o poderia viver,

sobreviver em seu mundo."

N�o!

"Voc� deve voltar agora."

Eu...

eu vou v�-la novamente?

"Sim."

- Nada mal. - Obrigado.

As batatas est�o �timas.

Obrigado. Timmy, e se voc� comesse mais torrada e menos doce?

Tim, o que � aquele papel quadrado perto do seu cotovelo?

- � um guardanapo. - Sim, sim.

Ol�, dorminhoca. Achei que dormiria a manh� inteira.

Algo errado, querida?

Algo aconteceu ontem � noite.

- Timmy, suba para o seu quarto. - N�o. Eu quero que ele ou�a isto.

Eu quero que todos ou�am.

Como � que voc� se lembra t�o bem de tudo, sem hipnose?

Bem, eu acho que desta vez, eles quiseram que eu me lembrasse.

Eles queriam que eu pudesse contar o que aconteceu.

Sabe, quando ele segurou as minhas m�os...

e olhou para mim antes de mandar-me de volta?

Achei incr�vel. Eu senti uma emo��o extraordin�ria...

que tomou posse de mim

e todo meu corpo viajou.

� como se...

ele quisesse entender o que eu estava sentindo.

E parecia que...

ele era muitas coisas. triste,

solit�rio.

mas feliz tamb�m...e satisfeito.

Eu sei que gosta de mim,

e talvez sinta saudades de mim como eu sentirei dela.

Seja o que for que estejam fazendo, n�o � mau.

Eu sei disso.

Por isso est�o tentando me fazer entender.

� como se eles estivessem nos usando por uma causa justa.

N�o sei o que �, mas eu sinto que � para o bem.

� sinto isso.

E nunca tinha sentido antes.

Nunca.

Eu sei uma outra coisa.

O que �?

Que terminou...

Pelo menos por enquanto.

- Neil, v� por ali. - Eu quero lhe mostrar uma coisa.

N�s temos tempo. O avi�o s� sai daqui a duas horas.

Que lugar � este?

- � onde v�nhamos namorar. - Oh, voc� n�o?

O que foi?

Ela esta l� em algum lugar.

A filha de Mary.

Minha sobrinha.

Como tamb�m outras crian�as.

Por que acha que as criaram?

Para come�ar um mundo novo?

Talvez.

Ou salvar um mundo velho.

O Conte�do deste filme � baseado em fatos reais envolvendo "contatos imediatos"....

Os personagens s�o baseados nestes fatos e n�o retratam quaisquer pessoas reais.

Tradu��o BR - Marco A. Costa

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