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Anteriormente...
- E voc� �... - Ben Patterson.
- Sou marido dela. - Sydney?
- Para tratar sobre a casa. - T�m uma casa juntos?
Sim. Nem vai sentir a minha falta.
- Quero v�-lo. - Voc� n�o pode.
- Ele � meu irm�o. - Seu irm�o ainda est� vivo.
O nome dele � James.
Os testes de DNA chegaram? Precisa escond�-los.
APAGADO - H� pessoas atr�s de mim.
E se o que me disse � verdade, ent�o preciso ajud�-lo.
Isso � do dep�sito da pol�cia
onde o carro roubado do estaleiro est�.
- Ele tentou outros carros? - N�o, apenas esse.
Por isso acreditamos que havia mais de uma pessoa
quando nossa v�tima caiu e morreu.
Precisamos encontr�-lo. Acho que pode estar envolvido.
Oi, pai.
Lu Colorada Legendas
Team Harrow: Darrow
Team Harrow: Stark
Team Harrow: MBrasil
Team Harrow: Tati Saaresto
Team Harrow: KetchSketch
Team Harrow: rsquint�
Team Harrow: Lu Colorada�
HARROW - S03E03 Tarde Venientibus Ossa
Mam�e tamb�m tinha este disco.
Ela o ouvia muito?
S� quando pensava que ningu�m a ouvia.
Escreveu naquele passaporte. E deixou aquele bilhete.
Como sei que voc� � voc�?
Onde est� a sua m�e?
Est� morta.
C�ncer de mama?
Descobriu quando eu tinha 15 anos.
Lutou contra ele por quase 3 anos.
N�o conseguia trabalhar no final.
Quem cuidou de voc�s dois?
Eu.
Por que n�o me ligou?
N�o sabia que existia.
Mam�e sempre...
Sempre disse que n�o sabia quem era o meu pai.
S� depois que morreu que achei isto nas coisas dela.
Era uma caixa de recorda��es.
Por que esperou tanto para me encontrar?
Estava com raiva de voc�.
Por n�o estar l�.
Sinto muito. Tentei, de verdade.
Por que ela mentiu sobre mim?
N�o sei.
Por isso o observei por um tempo quando cheguei aqui.
Para saber se era um canalha.
Vi que tinha uma fam�lia, uma filha.
Uma vida. Uma vida boa.
N�o conseguia achar um lugar para me encaixar nela.
Ent�o, escrevi o bilhete de despedida.
O que aconteceu no estaleiro com aquele garoto?
N�o sei.
Emprestou-me o carro dele. Fui ao estaleiro devolver,
e o encontrei morto. Entrei em p�nico.
Quando me virei, o carro estava sendo guinchado.
Meu celular estava nele.
Invadiu o dep�sito da pol�cia para peg�-lo de volta?
Conhecia o garoto morto?
N�o. Ele me pagou para fazer algumas coisas.
Sou programador de software.
� um hacker?
Dentre outras coisas.
Aprendi a fazer muitas coisas enquanto mam�e estava doente.
Sabe o nome dele?
O nome verdadeiro? N�o.
N�o confiava nele.
Por isso desviei para o celular as c�meras do estaleiro.
Pode provar que n�o tive nada a ver com a morte.
Ent�o, dever�amos ir at� a pol�cia.
- N�o posso. - Sim, pode.
Podemos ir at� l�, diz�-los que � o seu celular.
- N�o posso. - E desbloque�-lo
- e provar que � inocente. - Pai! Pai!
Fiz o passaporte falso.
Se descobrirem, pego 15 anos por crime federal.
Por isso escrevi o seu nome atr�s.
- Para conseguir sua ajuda. - Ol�!
- Est� em casa? - Pol�cia.
Eu j� vou, Bryan.
N�o se preocupe, j� estou aqui.
Jesus.
Sentiu saudades?
Voc� precisa voltar a namorar.
Aceita uma bebida?
Claro.
Escute, eu...
Desculpe. Barata.
Importa-se?
- Obrigado. - Claro.
Ent�o, o que posso fazer por voc�?
N�o queria dizer isso na frente da sua nova chefe,
mas temos um jovem morto do estaleiro
que n�o era seu filho,
mas tinha seu nome no passaporte dele
e um bilhete muito pessoal para voc�.
Ent�o, se n�o era seu filho,
talvez este jovem seja.
Achei que Fairley tinha determinado que a morte dele
foi fatalidade?
Pode n�o ser fatalidade com duas pessoas envolvidas.
O bilhete foi escrito por algu�m que queria falar com o pai dele.
Acho que essa pessoa tentar� contato de novo
e se ele tentar, seria bom para voc�s dois
que voc� me contasse.
Se ele n�o fez nada de errado, posso ajud�-lo.
Bryan, eu nem sei se eu tenho um filho.
Certo.
Mas se ele entrar em contato, avise-me.
Avisarei.
James?
Bom, ainda parece a mesma.
Algumas coisas n�o mudam.
Voc� nunca pintou a sala de estar.
N�o parecia t�o importante.
O que precisamos fazer?
Dividir nossas coisas.
E assinar isso.
PEDIDO DE DIV�RCIO
- Bom dia. - Bom dia.
Recebeu alguma visita?
Um sargento s�nior acima do peso,
mas incrivelmente atraente, apareceu.
Que pena que ele n�o faz meu tipo.
O que temos aqui?
Mulher n�o identificada. Por volta de 40 anos.
Foi arrastada pelo rio, mas n�o sabemos de onde.
Sem itens pessoais.
E sem sapatos.
A per�cia ainda n�o confirmou o hor�rio da morte porque...
A �gua abaixou a temperatura corporal rapidamente
e atrasou a rigidez cadav�rica.
Mas acredito que foi no meio da noite.
Ela � muito magra. Atleta?
N�o. Tem pouca musculatura.
Essa mulher n�o estava bem.
Veja isso.
O que � isso?
Parece marcas de corda.
Estava amarrada?
Contida?
Talvez.
Mas n�o h� marcas nos punhos.
Mas era casada.
- Senhor, n�o pode passar. - Deixe-me passar!
� minha esposa. Deixe-me passar!
� a minha esposa! Solte-me!
- Erin! - Senhor.
Erin!
Erin Young.
O marido acabou de voltar
de uma confer�ncia na Costa Dourada.
Encontrou a casa vazia e a mulher desaparecida.
Algum sinal de viol�ncia ou entrada for�ada?
N�o.
Mas tem uma coisa interessante.
- Di�lise? - Sim.
Doen�a renal?
Est�gio final de doen�a renal polic�stica.
Isso � ruim?
N�o h� tratamento, apenas transplante.
E se era est�gio final, ela estava morrendo.
- � doloroso? - Com certeza.
Mas aqui n�o h� muito para aliviar a dor.
S� analg�sicos de baixa dosagem.
- Dois filhos? - Eles est�o a caminho.
Lugar bonito. Onde �?
� isso?
Qual � a profundidade aqui?
S�o 4 metros at� l� embaixo.
Isso explica as marcas nos tornozelos.
E nenhuma nos pulsos.
Doen�a fatal, dor forte.
Sem analg�sicos fortes para tomar.
Voc� acha que ela escolheu acabar com a vida aqui,
no meio da noite?
Talvez. Com certeza � um dos lugares favoritos dela.
Ela esperou o marido sair para poup�-lo.
N�o � um jeito agrad�vel de morrer.
E a doen�a renal polic�stica seria?
Sargento s�nior?
N�o. N�o � poss�vel minha m�e ter se matado.
N�o sabemos o que aconteceu, amor.
Srta. Young, como tem tanta certeza?
- O que est� acontecendo? - Este � meu filho, Nate.
O que voc� est� fazendo aqui?
Mam�e me ligou ontem. Ela disse que queria nos ver.
Mam�e ligou para voc�?
Por que n�o posso entrar?
Nate...
sua m�e morreu.
Sua m�e est� a caminho do necrot�rio.
Estamos tentando descobrir como ela morreu.
Como assim? N�o foi insufici�ncia renal?
Eles acham que a mam�e se afogou.
Faz sentido.
- Est� falando s�rio? - Ela estava morrendo.
Ela n�o faria isso. N�o sem nos contar.
Talvez a liga��o fosse sobre isso.
N�o acredito que ela ligou para voc�.
Voc� sempre a tratou mal!
- Ela me tratava mal! - N�o tratava.
- Ela amava voc�s dois. - Certo. Parem, por favor.
Nate?
Fale sobre essa liga��o.
Minha m�e me ligou ontem.
Ela disse que queria falar com todos n�s hoje.
Por que ela faria isso se planejava se matar primeiro?
A filha voltou tarde de Adelaide, ontem � noite.
Isso confere.
O marido estava na Costa Dourada, como eu disse.
E o filho dela?
Ele disse que passou a noite sozinho.
- Me d� um minuto. - Tudo bem.
Com licen�a?
Sr. Young, desculpe incomod�-lo.
Uma �ltima pergunta. Sua esposa...
recebeu alguma m� not�cia da unidade de transplante
de n�o haver esperan�a de acharem um doador?
Erin n�o estava na lista de transplante.
Por que n�o?
Ela sempre achou que venceria a doen�a.
Certo. A tomografia computadorizada est� aqui.
Nossa!
Ent�o isso � doen�a renal polic�stica.
Esses rins falharam.
Ela definitivamente estava morrendo.
E n�o estava na lista de transplante?
H� algo interessante nos registros m�dicos?
Os pais faleceram. N�o tem irm�os.
Mudou-se de Nova Gales do Sul para Brisbane h� 22 anos.
Teve uma filha h� 21 anos
e foi diagnosticada com doen�a renal polic�stica
em novembro de 2016.
Nada nos registros da inf�ncia dela?
Devem estar em Nova Gales do Sul.
Por pior que seja a doen�a dos rins,
n�o foi o que a matou.
- Ela se afogou, certo? - Talvez.
An�is de contus�es e abras�es
aproximadamente de 2cm em volta dos dois tornozelos,
um pouco acima do mal�olo lateral.
Consistente com a corda encontrada no local.
Mas s� nos tornozelos? N�o nos pulsos?
- Sim. - Ent�o ela se jogou?
Se foi homic�dio, n�o teria nos pulsos?
A menos, que ela j� estivesse morta ao cair
ou inconsciente.
Vamos verificar embaixo das unhas.
Certo. Pelo o qu�?
Carne. Sinais de luta.
Sim. Ro�das?
Ro�das at� a base.
Eu ro�a as unhas.
Claro, minha professora da 5� s�rie, sra. Geraci,
tinha um olho de vidro, era manca,
e tinha uma predile��o n�o saud�vel
para me bater nas juntas com uma r�gua
quando minha letra cursiva estava ruim.
E por que sua caligrafia � t�o horr�vel agora?
O que quero dizer, a sra. Geraci me estressava,
e estresse
pode fazer voc� roer suas unhas.
Ent�o ela estava estressada, tinha uma doen�a terr�vel.
N�o explica como ela morreu.
Ou se ela amarrou ou n�o a corda nos tornozelos.
Espere, d� uma olhada nisso.
Esta est� quase saindo.
S�o fibras da corda?
Talvez de desatar o n�.
Ent�o talvez ela estava consciente embaixo d'�gua.
Vamos verificar os pulm�es.
2,44kg.
- Encharcado. - Afogamento.
Ela, definitivamente, estava viva ai cair.
� o que parece.
Ent�o esta mulher estava morrendo e com dor.
Compreens�vel ela querer acabar com a vida.
Ela liga para a fam�lia, diz que quer falar com eles.
Mas antes disso, no meio da noite,
ela se arrasta at� o p�er,
amarra um tijolo nos tornozelos e se joga na �gua.
Mas quando afunda, muda de ideia de novo.
Desfaz o n�s ao redor dos tornozelos,
e ainda assim se afoga.
Bem, n�o podemos saber o que passava na cabe�a dela.
Vamos ver se o que ela comeu afetou o que ela pensou.
C�psulas. Apenas parcialmente digerida.
A digest�o pararia quando cora��o parasse.
Ent�o ela tomou pouco antes de se afogar?
- Quais s�o essas? - Ramipril.
� um inibidor de enzima que ajuda a baixar a press�o.
Onde est� a lista de medicamentos dela?
Sim. Ela tomou mais do que deveria.
Talvez, deliberadamente, tomou a mais.
Ramipril n�o � um sedativo.
E se quisesse uma overdose,
por que tamb�m se atirar no rio?
Pe�a um toxicol�gico total,
e veja se consegue o hist�rico m�dico antigo dela.
- Aonde voc� vai? - Estou indo ver
se n�o vimos algum medicamento que n�o est� na lista prescrita.
Entendo tudo isso.
Sei o que aconteceu! Estive aqui antes!
� a casa dos meus pais! Eu cresci aqui!
Desculpe, senhor, mas at� mudarem a ordem, est� fechado.
- Doutor. - Pat. Sr. Young.
Por que eu n�o posso entrar?
Bem, acho que o pol. Sloane explicou bem.
Mas por que voc� quer entrar?
Tive a impress�o de que n�o se dava bem
com sua m�e.
Ela nunca gostou de mim.
Por que n�o?
Eu n�o sei.
Ent�o, por que est� t�o interessado em entrar?
Voc� est� com o necrot�rio, certo?
Ent�o voc� sabe.
Quando as mortes aparecem, as pessoas mudam.
Eu acho que quando a morte aparece,
as pessoas se arrependem de seus erros.
Tudo que eu queria era...
Nate.
H� algo que queira nos contar?
Esque�a.
Exame 1.
Procure por opioides.
No seu escrit�rio ou...
Erin Young, por favor.
Posso pedir uma ordem de restri��o.
- O que est� fazendo? - Deitado em uma praia
na Martinica, sonhando com o dia em que voc� n�o vai me ligar.
Pegando o depoimento do marido de Erin Young.
- Por qu�? - Estou na casa dela.
- Harrow! - Eu encontrei
uma grande quantidade de comprimidos de oximorfona.
Mas n�s verificamos os rem�dios.
Pensei que tinha dito analg�sicos fracos.
Mas ela n�o tinha receita para isso,
ent�o deve ter conseguido de algum lugar.
Ela n�o estava bem o suficiente para viajar para peg�-los,
ent�o, algu�m deve t�-los trazido e...
E?
E?
E eu encontrei uma c�pia do testamento de Erin Young.
Mudou?
- Quando? - Senhor Young,
sua esposa tinha uma quantia substancial de dinheiro.
Sim.
Pode me dizer a natureza do testamento original?
Acredito que tudo seria dividido entre meus filhos e eu.
Por qu�? O que mudou?
O muito prestativo dr. Harrow encontrou isto.
Uma c�pia de um novo testamento.
Ela deixou tudo para o filho, Nate.
Entramos em contato com seu advogado de fam�lia
e parece que Nate a levou para v�-lo
h� 15 dias.
Nate a levou?
Encontramos um estoque
de comprimidos de morfina de alta pot�ncia
escondidos nos rem�dios de sua esposa.
Mas a Erin n�o tomava analg�sicos fortes.
Aparentemente, tomava.
Recebi um relat�rio toxicol�gico
que mostra que as c�psulas de press�o arterial
encontradas no est�mago de Erin foram esvaziadas
e substitu�das por oximorfona.
E parece que seu filho fez servi�o comunit�rio
h� dois anos por lidar com pequenas quantias de speed
e oxi.
Senhor Young, sua esposa tomou uma grande dose de morfina
antes de se afogar.
Seu filho tem um hist�rico de traficar morfina,
e ele � o �nico benefici�rio da morte de sua esposa.
Agora ele n�o atende o celular.
Sabe onde ele est�?
N�o fa�o ideia, est� bem? Tudo isso �...
Eu n�o fa�o ideia.
Uma coisa eu n�o entendo.
Parece que o Nate n�o tinha uma boa rela��o com a m�e.
Ent�o por que ela concordou em ir com ele ao advogado?
Vamos saber quando falarmos com ele.
Mas ele sumiu,
que � exatamente o tipo de coisa que um culpado faz.
- Oi. - No intervalo.
- Eu sei, mas s� quero... - Eu sei que quer algo,
- mas eu estou... - "No intervalo", sim.
- Mas s� quero... - Intervalo.
os registros m�dicos de Erin Young.
Olhe, ainda n�o chegaram, e eu...
Merda.
Merda, merda, merda!
Olhe o que voc� me fez fazer!
- O qu�? - Deslizei para direita!
- E? - Em algu�m que conhe�o!
- E? - Algu�m que eu n�o queria
deslizar para direita!
Boa tarde e o que est� havendo?
N�o sabia que Bryan era um pescador.
Ou que fazia caminhadas.
Ou que fazia rapel.
Edwina deslizou para direita nele.
Vejo o porqu�.
Meu Deus. Ele �...
Bem bonito.
Edwina.
Detetive sargento s�nior.
Bem, devo partir.
Minha aula de Ukiyo-e.
Nudes er�ticos.
E eu tenho tubos de teste para limpar...
N�o. Preciso de voc�.
Mas n�o preciso de voc�.
Voc� precisa ir.
Agora.
Est� pronta, sra. Zoric?
Max.
Mila Zoric.
Ela confirmou que o jovem morto � o filho dela,
Max Filip Zoric.
E o cavalheiro com ela?
- � o advogado da empresa. - Da empresa?
A sra. Zoric comanda uma empresa grande e bem sucedida
que cria software de negocia��o de a��es.
Qu�o grande e bem sucedida?
O bastante para a Fazenda
e o Esquadr�o de Fraude estarem cientes.
Mas inteligente. Nada foi provado.
E a equipe de advogados dela � muito boa.
- E o filho? - Um festeiro.
Ainda estou curioso em por que ele tinha seu nome
atr�s do falso passaporte.
Eu tamb�m.
Dr. Harrow. Mila Zoric.
M�e do Max.
Eu gostaria de falar com seu filho.
- Sr. Zoric... - Por favor, detetive sargento.
Contei � pol�cia
que n�o sei por que Max estava no estaleiro.
N�o sei por que pegou um carro da empresa sem pedir.
N�o por que tinha um passaporte falso.
Quero saber por que tinha o nome do dr. Harrow nele.
Eu tamb�m.
E por que meu filho tinha uma carta que n�o escreveu,
endere�ada a voc�.
Que outra conclus�o, sen�o que voc� tem um filho?
- Sra. Zoric... - Por favor, detetive sargento.
Sinto muito que perdeu seu filho.
Por um tempo, achei que era meu.
Eu posso ter um filho, mas se tenho,
eu o perdi h� muito tempo.
Sra. Zoric, obrigado por vir aqui hoje
sob uma circunst�ncia t�o triste.
Estou ansiosa para manter contato.
Isso n�o vai desaparecer.
Por que eu?
Por que n�o deixou outra faxineira ir?
Por que eu reclamei?
N�o, eu entendo.
V� se foder e vou ficar com o esfreg�o.
Callan, n�o vai acreditar o que aqueles...
- Oi. - Merda.
Saia da minha casa! Chamarei a pol�cia!
- Espere, espere! - Saia!
Fern, Fern, Fern!
Sa�de.
Isso foi covardia.
O qu�?
Fazer o papai pensar que voc� morreu.
Me fazer pensar que voc� morreu.
Bem, ainda bem que n�o morri.
Nunca cheguei a te conhecer.
Isso geralmente funciona contigo?
Na verdade, sim.
Vai dizer que nunca jogou esse cabelo loiro
ou usou o sorriso para conquistar algu�m.
N�o sou "algu�m".
Desculpe. Estou sendo um babaca.
Voc� s� me conhece por uns dias.
Em dois voc� pensou que eu morri.
Eu te conhe�o h� anos.
Veja, minha m�e
n�o queria saber nada do nosso pai.
Ela me disse que nem sabia o nome dele.
Quando eu tinha 13 anos, comecei a procurar.
O encontrei.
Encontrei voc�.
Ent�o voc� � um perseguidor.
S� queria te conhecer.
Te procurei, vi como foi na escola.
Notas altas em tudo, capit� da nata��o.
E a� voc� desapareceu.
Saiu completamente do radar.
N�o tinha certeza, mas pensei que estivesse com problemas.
Voc� estava?
E agora?
Agora estou bem.
Agora � voc� quem est� com problemas.
Sim.
O que voc� fez?
Onde voc� estava?
S� entregando curr�culo.
Quem � esse?
Esse � o James.
Ele � meu irm�o.
Primeiro estava morto,
3 dias depois est� vivo de novo.
Voc� � maior que os Beatles.
E que problema � esse?
Voc� os roubou?
Eu os fiz.
Cara, isso � ruim.
Sim, mas paga muito bem.
Aqui est�.
O vinho do casamento.
"Cirurgicamente atados".
N�o faz sentido desperdi�ar.
1� de junho, 2014.
O qu�?
Nada, s�...
N�o estamos mais juntos
e acho que voc� n�o � mais uma cirurgi�.
- Ainda sou m�dica. - Sim, de patologia.
N�o tem nada de errado com a patologia.
E voc� sabe o porqu�.
Eu sei por que, s� nunca entendi o porqu�.
Voc� nunca...
Voc� nunca teve tempo para me contar.
Voc� realmente n�o sabe?
Ben, voc� � m�dico. Eu sou m�dica.
Passamos por anos de doutrina��o
para "n�o fale, n�o reclame, n�o fracasse". E eu fracassei.
Mas voc� nunca tentou me dizer como se sentia.
Foi mais f�cil voc� ir embora.
Voc� sabe que eu quebrei aquele garoto.
Sim, e me quebrou tamb�m.
Ouvi o carro.
Eles est�o dormindo.
Vim ver a Fern. Se ela queria te conhecer.
Ela � �tima.
Sim.
Gosto do seu carro.
� do meu pai.
Como ele era?
Ausente.
Especialmente ausente quando estava em casa.
Olhe, conheci Mila Zoric.
M�e do Max,
o garoto que morreu no estaleiro.
Esse era o nome dele?
Voc� n�o o conhecia?
Voc�... Voc� n�o acredita em mim.
Eu quero...
Ent�o pegue meu telefone. Que estava naquele carro.
- N�o consigo. - Trabalha com a pol�cia sempre.
Trabalha com o legista. Por que...
Porque fa�o as coisas do jeito certo.
Nisso eu n�o acredito.
Fern � uma renegada. Eu n�o gosto de regras.
Tiramos isso de algum lugar.
Tenho 22 anos. Nunca te pedi por nada,
mas estou pedindo agora.
Pode tentar pegar o telefone?
Quero que acredite em mim.
Claro.
Eu tentarei.
� por isso que vai morrer sozinho.
N�o posso evitar. � o que fa�o.
� o que voc� faz.
O que voc� quer, Dan?
O que voc� quer?
S� quero estar perto de voc�.
O que voc� quer, Dan?
Tudo que eu queria...
Estar perto de voc�.
Nate Young se entregou noite passada.
N�o estou surpreso que o tenha feito.
Bem, eu estou.
Ele � perfeito para a morte da m�e
para por as m�os na propriedade.
Por que mudou de ideia?
N�o tenho certeza que foi ele.
Forneceu � sua m�e c�psulas de morfina.
Ela esta com muita dor.
Mas n�o queria preocupar o pai e a Iz.
Ent�o esvaziou os rem�dios para press�o
- e encheu de oxi? - N�o, eu... n�o.
Voc� n�o queria que sua m�e morresse
porque voc�s estavam, finalmente, se conectando.
Ent�o por que levou sua m�e
para o advogado para mudar o testamento?
Ela me pediu para lev�-la, ent�o eu levei.
N�o sabia o que ela estava fazendo.
Ela quis entrar sozinha.
Eu s� queria cada momento que pudesse ter com ela,
antes dela morrer.
Nate, sua m�e tinha uma doen�a
que poderia ter vencido com um transplante.
Por que ela n�o estava na lista?
Eu queria saber.
Voc� que achou que era ele.
- Achei. - N�s o pegamos.
- Eu sei. - Mas agora acha que n�o.
N�o, desculpe.
E baseou isso no sentimento
que ele queria fazer as pazes com a m�e distante?
Arrependimento � uma for�a poderosa.
Beleza.
Talvez a irm� descobriu sobre o testamento.
Vou rastre�-la.
Mas me avise assim que tiver outra epifania.
Al�?
H� quanto tempo gosta de homens mais velhos?
- Cale a boca. - O que est� fazendo?
Agora, tentando evitar o autorretrato do Fairley.
O que voc� quer?
Os antigos registros m�dicos de Erin Young.
Ainda n�o est�o aqui.
Por qu�? Por que est� demorando?
Eles t�m mais de 20 anos e s�o de outro estado.
Fa�a liga��es e seja bem chata.
Aqui.
E voc� � muito mais chato do que eu.
- A pr�tica leva � perfei��o. - O que est� procurando?
Planetas que n�o podem ser vistos s�o detectados
pelo efeito em outros corpos.
Eu n�o sei. Vamos ver.
Erin Sue Young. Nascida em 75. Sem irm�os.
Os pais morreram, acidente de tr�nsito.
Nunca tratou a ansiedade.
N�o tem hist�rico de doen�as card�acas,
nem doen�as renais...
Amigdalectomia em 1986...
O qu�?
A sala de exame 1 est� livre?
Eu n�o entendo.
Em 1996, depois de Nate nascer,
mas antes de se mudarem para Brisbane,
Erin Young fez uma laqueadura dupla.
- Ela ligou as trompas? - Sim.
Em 96?
Mas teve a filha em 99. Como?
Ningu�m mexeu nas trompas de Fal�pio desta mulher.
Essa mulher n�o � a Erin Young.
Meu Deus.
Algu�m devia saber.
Uma pessoa devia.
Sr. Young!
� outra epifania?
Encontramos a filha.
Sinto que n�o ir� precisar dela.
- Por qu�? - Encontrei algo.
- Onde voc� est�? - Na casa dos Young.
� melhor vir para c�, agora!
Trabalho com mortos.
Sei segurar a respira��o.
N�o t�o bem.
Aquela � a verdadeira Erin Young.
Sua verdadeira esposa.
- Verdadeira m�e de Nate. - Cale a boca!
Quem � a mulher na c�mara fria?
N�o precisa saber de mais nada, amigo.
Amante?
Um div�rcio n�o � t�o permanente.
- Por que matou a m�e do Nate? - N�o matei! Foi a Bron!
Bron.
Sim, a amante.
E sim, eu queria ficar com o Nate.
Mas a Erin,
a louca da Erin,
ela tinha ci�mes antes de eu conhecer Bron.
E quando eu tentei a guarda do Nate,
mudei para c�, ela nos seguiu.
Sua amante a matou.
Mas Erin era rica e sua namorada n�o.
Era mais f�cil Bron virar a Erin.
Por isso ela n�o entrou na lista de transplante.
Os registros mostrariam que ela n�o era a Erin.
E voc� perderia tudo.
Mas ela estava morrendo.
E descobriu que ela queria confessar,
e deixar tudo para o menino,
de quem ela matou a m�e.
E voc� fingiu que estava tudo bem.
Mas era hora de falar a verdade.
Mas sabia dos rem�dios do Nate.
Ela tomou, achando que era o rem�dio normal.
Logo, a morfina fez efeito,
e ela nem conseguia se mexer,
e voc� fez parecer que era suic�dio.
Mas n�o contava que ela queria viver.
E ela quase conseguiu.
Sim...
mas voc� n�o ir� conseguir.
N�o!
Nate, o que voc� est� fazendo? Nate!
N�o! Menino, precisa ir embora!
Precisa virar e ir embora!
N�o, voc� n�o entende.
Voc� n�o entende!
Eu ouvi tudo!
- Matou minha m�e! - Nate, pare!
Eles a mataram! E foi bem ali!
- Brinc�vamos l�! - Nate!
N�o!
Se fizer isso, ser� igual a ele!
Nate, sei que quer fazer isso.
Mas n�o trar� a sua m�e de volta.
Aquela mulher me odiou,
a minha vida toda.
E eu nunca soube o porqu�.
Mas agora sabe.
N�o � culpa sua.
Mas isso seria.
Onde estava quando minha vida estava em risco?
Onde voc� deveria estar. N�o aqui.
Se eu n�o viesse, Dave poderia ter escondido
o resto da Erin Young real.
Temos grava��es do hotel na Costa Dourada
mostrando ele saindo �s 20h,
e retornando ap�s a meia noite.
Vagabundo.
Vamos ter que ver as acusa��es pela oxi.
Coitado, ele est� perdido.
Diga, o celular que encontrou na Mercedes no estaleiro,
presumo que era de Max Zoric?
N�o sei. Foi para o crime cibern�tico.
Ent�o, � com eles agora.
Se eles conseguirem acessar. Veremos.
Por qu�?
N�o gosto de finais em aberto.
- O que aconteceu? - Acidente de trabalho.
Olha, seu celular.
N�o consigo pegar.
Tentou?
Foi para a unidade de crime cibern�tico.
V�o tentar desbloque�-lo.
- N�o conseguir�o. - N�o importa.
N�o consigo pegar.
Eu estava pensando.
A pessoa que pode conseguir � a m�e da v�tima.
Estava no carro dela. Pode dizer que era do filho...
- N�o. - Podemos pedir.
N�o!
Fiz um passaporte falso para o filho dela.
Ela nunca far� nada por mim.
N�o sabe disso.
Disse que n�o o conhecia. Ela pode entender.
N�o se preocupe, pai.
Cheguei at� aqui sem voc�.
Ficarei bem.
James.
James!
Falei com o meu contato na Sede da Pol�cia.
O celular do seu filho foi para crime cibern�tico.
Mas achamos o do Max no apartamento.
Algo �til?
Acredito que n�o.
Deixe-me ver.
Deixe-me ver.
No pr�ximo epis�dio de Harrow...
Entrega para James Reed.
Deve ser erro. Ningu�m aqui com o nome.
A irm� est� l�. Vamos voltar.
O que est� rolando?
Preciso de uma desculpa para acampar com meus amigos?
- Sim. - Sim.
ESTRADA FECHADA - Vamos!
Ajudarei a montar nossa barraca.
Eu trouxe uma barraca.
- Venham ver isso. - O que �?
Merda!
Lu Colorada Legendas
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