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Original subtitles

ESTA S�RIE � INSPIRADA EM EVENTOS REAIS

ALGUNS NOMES E CIRCUNST�NCIAS FORAM ALTERADOS PARA DRAMATIZA��O

E POR RESPEITO �S V�TIMAS E SEUS FAMILIARES.

TODO DI�LOGO � IMAGINADO.

- Voc�s vieram! - Bem-vindos � casa Kanit.

- Muito obrigado. - Quero saber o que houve com eles.

A mesma coisa que aconteceu com todos eles.

- "Todos"? - S�o mais do que dois holandeses.

Isso � informa��o importante

e precisamos peg�-la e lev�-los � delegacia hoje!

- N�o mesmo. - N�o � de voc� que recebo ordens

- Sr. Knippenberg. - Eu n�o sei o que fazer.

Escreva um relat�rio, Herman.

Lena, compre as gemas.

- Ajude-me! - Ao sa�rem antes do Natal...

Monique parecia assustada.

- Onde ele est�? - N�o sabemos.

Gautier deve ter ido como Willem e a garota como Lena.

Ol�. Est�o indo a uma festa?

Sim. Uma bobagem da embaixada.

- Onde est� Nadine? - Foi checar a caixa de correios.

Ol�, Nadine.

Ela deveria ter chegado uma hora atr�s.

23 DE DEZEMBRO DE 1975 NEPAL

Andrebavila EX�RCITO DE UM LEGENDER S�

FB | IG | Twitter: andrebavila andrebavila@outlook.com.br

THE SERPENT | S01E04 Dispon�vel em 03.01.21

3 MESES DEPOIS BANGKOK

Perd�o. Com licen�a.

Procuro minha esposa, Nadine Gires.

- Voc� a viu? - Sim. Ela entrou e foi embora.

Ele a viu indo embora.

Ela saiu com uma mulher e dois asi�ticos.

Remi, acho que foram eles.

Droga! Eu sabia!

Certo. Vamos agora � casa Kanit!

Ou�a. N�o acho que podemos te levar.

- Por causa do seu cad�ver? - N�o � por causa dele!

Se corrermos at� l�, eles saber�o que ela sabe

e n�o apenas que ela sabe...

- mas que contou � outras pessoas. - N�o � seguro para Nadine, Remi.

V� para casa e, se ach�-la, ligue para n�s na embaixada.

� melhor que ela esteja bem.

CASA KANIT

Nadine?

Nadine?

Nadine.

Droga.

Por favor, n�o.

Nadine?

Tudo bem, meu amor?

Perd�o.

Eu disse a ele que ligaria, mas me esqueci completamente.

Que bom v�-los de volta.

Ol�, Ajay. Como voc�s est�o?

N�o poder�amos estar melhor.

N�o podemos ficar. Estamos bastante atrasados.

- Sim. - Ent�o...

tenham uma bela noite e a gente se v� amanh�.

Antes de irem, tenho uma coisa para voc�.

Uma comiss�o.

Por todos os clientes que voc� me arranjou.

Muito obrigada.

Soubemos de uma hist�ria nos correios de Bangkok

sobre um funcion�rio seu, Embaixador.

Um dos meus? N�o!

Usando credenciais diplom�ticas...

para investigar sobre holandeses assassinados.

Foi bem r�gido, pelo que se sabe.

Em cada embaixada na cidade.

- Al�. Sim! - Jesus Cristo!

Pede-nos para ligar e nem atende o telefone?

Eu sei, Remi. Perdoe-me.

Voc�s est�o bem, certo?

Ela jantou com eles e ainda n�o est� morta.

Mas eles s�o apenas dois ocidentais.

Por que n�o cobrir as centenas de refugiados vietnamitas

presas de piratas?

Talvez a escassez que faz disso uma boa hist�ria, Sra. van Dongen.

Voc�s precisam sair agora!

Nadine, o que est� fazendo a�?

Continue fazendo as malas.

N�o podemos ir embora.

Devo isso �s v�timas.

- Est� louca igual ao holand�s! - D�-me o telefone!

- O que est�o dizendo? - Que voc� � um holand�s louco.

Que bom.

Herman?

- Sim, Nadine. - Do que voc� precisa?

- Como assim? - Como evid�ncia.

- N�o. - N�o sei onde eles estiveram

nos �ltimos 3 meses, mas Monique parece...

uma mulher diferente.

Eles t�m tanto dinheiro a mais.

E eles t�m novos pertences de muitos lugares...

que devem pertencer �s v�timas.

Posso lev�-los como evid�ncia.

Voc� n�o deve pegar nada, Nadine.

Sim, Nadine, Angela est� certo.

Tudo precisa parecer normal. Remi precisa ir trabalhar...

e tudo mais, est� bem? Mas...

se houver algo que possa descobrir. Onde eles foram, quem...

Na verdade, Nadine, um de voc�s t�m c�mera?

Herman, voc� n�o pode...

- Nadine, se acha muito perigoso... - Claro que �!

Pare!

Sim, temos uma c�mera. Posso peg�-la.

Certo. Ent�o, Nadine...

pegue a c�mera e tire fotos dele

Do Gautier e do resto deles, tudo bem?

Tire fotos dele e dos pertences que voc� disse.

Antes do fim do dia de amanh�, sem passar disso.

Se n�o voltarem at� anoitecer, n�s vamos busc�-los.

Entendeu?

Sim.

Boa noite, Angela. Boa noite, Herman.

Acho que estamos fazendo a coisa certa.

Com evid�ncias como essas, posso voltar na pol�cia.

Todos as pessoas que apresentei a ele...

foram levadas para casa dele.

- Pense no que ele pode ter feito! - N�o � culpa sua!

- Voc� n�o sabia. - O desgra�ado me fez de c�mplice!

Serei como uma agente secreta.

3 MESES ANTES

O voo 51 da Royal Nepal Airlines para Katmandu...

est� pronto para embarque no Port�o 25.

Ajay.

Katmandu? Voc� disse Hong Kong.

Hong Kong para o Natal e Paris para o Ano Novo.

Voc� prometeu.

Tenha um bom voo, Srta. Dekker.

Vamos, Lena.

Australianos.

Est�o achando que eles s�o australianos.

Obrigado, Sr. Bloem.

Bem-vinda, Srta. Dekker.

Este lugar n�o � para voc�.

Ache outro lugar mais barato e nos encontre pela manh�.

�s de ouros.

O que est�o fazendo em Bangkok, Srta. Dekker?

Gemas.

E est�o em Katmandu?

Mal h� uma pedra granada a ser extra�da aqui em Nepal.

Estamos de f�rias.

N�o a neg�cios.

Tr�s de ouros.

Aposto tudo.

Eu passo.

Eu cubro.

Rei.

O lado bom � que voc�s n�o vieram a neg�cios.

Explique-me!

Explique-me!

- J� chega. - Foi todo nosso dinheiro, n�o foi?

O que vamos fazer?

� vulgar dar tanto valor ao dinheiro.

N�o deveria se preocupar tanto. N�o � mesmo, Ajay?

Sim, Monique. N�o deveria se preocupar tanto.

Sr. Bloem.

Quero saber se, talvez, possa acertar sua conta

pela su�te...

e pelo tempo que espera ficar hospedado.

Claro.

Darei um jeito nisso.

Dinheiro vem, dinheiro vai.

Mas, como v�, nessa vida, s� precisa saber para onde olhar.

Pare o carro.

Pare o carro!

N�o me ouviu? Pare!

Marie!

N�o consigo fazer isso de novo!

Para mim, acabou!

- Calma, Marie. Qual o problema? - Quero que isso pare.

Quero que isso pare!

- O que acha que pe�o a voc�? - Pare! Perdeu todo nosso dinheiro

depois de tudo que me obrigou a fazer

e agora estou aqui fingindo ser aquela doce menina holandesa.

Acha que n�o sei o que voc� fez com ela?

Voc� e seu maldito cachorro!

Voc� � nojento!

Pare isso, Alain!

Acalme-se agora!

Quer que eu cuide dela?

N�o. Pegue isto. Eu te encontro depois.

N�o serei mais sua c�mplice!

3 MESES DEPOIS BANGKOK

Ajay...

pode tirar uma foto da gente?

Claro que sim.

Obrigada.

Voc� est� t�o bonita.

O que aconteceu quando voc�s viajaram?

Ele me fez sentir como uma deusa.

Mas voc� � uma deusa, Monique.

Todos os jornais no idioma ingl�s...

de setembro at� janeiro.

Obrigado, Lawana.

Agora, voc�.

N�o. Acho que n�o, Nadine.

Prometo que vou tirar uma boa.

Eu disse que n�o, Nadine.

Preciso falar em franc�s para que entenda?

Se ele n�o quer tirar foto...

voc� n�o deveria for��-lo.

Quem sabia que ele era t�o t�mido?

Ela acha que voc� � t�mido.

Mas eu tamb�m n�o.

Al�m disso, por que o interesse repentino?

Porque somos amigos.

Certo, Monique?

GAROTA EUROPEIA ASSASSINADA

Alain, j� chega.

Deixe a Nadine em paz.

Como quiser, meu amor.

TURISTAS ASSASSINADOS EM NEPAL

- Sr. Knippenberg. - Um instante.

- Mas Sr. Knippenberg... - Lawana, agora, n�o!

Knippenberg.

Sr. Embaixador.

Srta. Lawana, por que est� trazendo...

todos estes jornais para o Sr. Knippenberg?

� para o Comit� de Narc�ticos.

Mortes atribu�das a conflito de traficante

- Tr�ades e coisa assim. - Voc� acha

que suas mentiras convencem algu�m?

Eu sei o que est� fazendo e � um insulto a mim

e ao pa�s que voc� representa.

Eu n�o tenho o poder para tirar o emprego dele.

- Ele sabe disso. - Embaixador, por favor.

Mas posso recomendar que ele seja chamado de novo.

De volta para Haia.

� uma cidade desconfort�vel...

Srta. Lawana.

E fria...

como voc� nem imagina.

Concorda, Knippenberg?

Ele concorda.

Voc� teve not�cias?

N�o. Voc� teve?

Ajay, Alain quer mais u�sque para os convidados.

Eu te ajudo com isso. Posso ajudar.

- Que droga, Nadine! - Mil perd�es!

� todo gelo que temos!

Ajay, h� muito no nosso apartamento.

Fique � vontade. A porta est� aberta.

Eu posso limpar isto.

Nadine?

Sim!

Eu s� precisava de fogo.

Perd�o.

Herman, por favor.

Dissemos a eles para virem at� o anoitecer.

O que eu fiz?

Vou ligar para Siemons. Ele tem uma arma.

- Espere! - O que foi?

Gra�as a Deus!

Voc� conseguiu!

Muito bem!

3 MESES ANTES

Quer um trago?

Se ele n�o quer, eu tamb�m n�o.

O que posso dizer?

Sou louco por ficar s�brio.

Olhe para elas, querido.

Shangri-la.

Eu n�o tenho problema com os estados do sul.

Toda vez que estive l� foi maravilhoso.

Mas agora estou indo embora e n�o posso me atrasar

e a mim mesmo ser verdadeiro.

Por isso estou indo para Katmandu.

Para cima das montanhas � para onde estou indo.

Se algum dia eu sair daqui...

� o que farei.

Katmandu.

Cara...

pode chegar um pouco para esquerda?

Claro, meu irm�o.

- Obrigado, cara. - Montanhas.

Elas s�o a viagem dele.

Pode atender?

Obrigado, senhor.

Eu n�o pedi ch�.

Fui eu quem pediu.

Para voc�.

Se voc� ficar�...

comigo...

preciso saber que confia em mim.

Voc� � a Monique a quem eu louvo...

ou a Marie-Andr�e que quer correr para mam�e

e chorar para o padre dela?

Se voc� beber isto, ir� acordar...

ou n�o?

Esse � o tanto que te amo.

Pode trocar esse cheques de viajantes por dinheiro?

- Obrigado. - Obrigada.

Obrigada.

Voc� parece tenso.

Devia tomar um pouco de ch�.

O que h� nele?

Todo amor que voc� nunca teve...

todo amigo que voc� nunca teve.

Cara, que droga!

- Respire! - N�o consigo ver direito!

� o primeiro mergulho!

Isso vai descer.

Estou com voc�.

Quem � aquele?

Quem � aquele?

Senhor Shiva, o Destruidor!

- E o que voc� �? - O ap�stolo dele.

O escravo dele.

Voc� est� seguro.

N�o me deixe!

N�o deixarei.

Venha comigo.

Nossa pele...

n�o tem cor.

Eu n�o sou uma garota.

Voc� n�o � um garoto.

Somos apenas amor.

Somos apenas amor.

Eu te procurei a noite toda.

E ent�o?

Ela n�o tem nada.

Ent�o, por que passou a noite toda com ela...

Ajay?

Eu gosto dela.

Voc� � um escravo?

- N�o. - Para ela...

voc� � um escravo.

Ela pode at� n�o dizer...

nem conscientemente achar isso...

mas voc� �.

Por que acha que essas crian�as brancas negam o conforto

e riqueza da vida que lhes foi dada...

para virem a um lugar como este?

Adorarem os mesmos deuses.

Vestirem os mesmos trapos.

Por favor, n�o a machuque.

Viverem na mesma imund�cie.

E cada "experi�ncia" s� � levada para casa...

para se usar como peda�o de falsifica��o

joalheria tribal.

Eles s� viajam...

para adquirir.

Isso � outra forma de imperialismo...

e ela acabou...

de te colonizar.

Eu pensei que �ramos irm�os.

N�s somos.

Nenhum irm�o meu � um escravo.

Qual o problema?

Est� tudo bem. Voc� � amado.

V� embora!

3 MESES DEPOIS BANGKOK

S�o p�lulas anticoncepcionais.

Est� escrito em holand�s.

De Helena Dekker, hein?

Esta � a Monique.

E onde est� o Gautier?

Ele � Gautier.

Eu desenhei um mapa do apartamento.

Este � o quarto principal.

Aqui est� o quarto reserva com os pertences dos visitantes.

E, mais importante, o cofre com todo dinheiro e passaportes.

- Este cofre? - Sim, este.

Minha Nadine � uma excelente espi�.

� o bastante para seu policial?

Porque n�s n�o voltaremos.

Eu posso voltar.

Se precisarem de qualquer coisa, posso ir.

Nadine, obrigado.

Vamos falar um pouco sobre as v�timas.

Este homem: o turco.

Estas s�o as mi�angas que ele estava usando

mas voc�s n�o sabem o nome dele?

Encontrei estas not�cias nos jornais locais.

Voc�s sabem alguma coisa sobre estas pessoas?

Dominique nos mostrou esta. Ela � americana.

Acho que Alain a levou para Patpong.

E foi o visto dela...

que Dominique usou para ir embora.

- Stephanie? - Stephanie?

Sim, Stephanie.

- Tome. - Obrigado.

Nadine, onde voc� conseguiu isto?

Acho que foi na casa de Gautier.

Eles estiveram em Nepal.

HOTEL THE ROYAL ANNAPURNA

3 MESES ANTES KATMANDU, NEPAL

HOTEL THE ROYAL ANNAPURNA

Aquela � Kumari Devi...

a deusa viva.

Reencarnada numa garotinha.

Eles a selecionam...

trazem-na para morar aqui e a adoram.

Veja isso: No dia da primeira menstrua��o

ela sai daqui.

Ela n�o � mais considerada pura.

Eles a chutam para fora e encontram outra.

E o que acontece com ela?

Fica ainda melhor.

Ela jamais poder� encontrar um homem.

Ela d� azar para os homens...

segundo a hist�ria.

Se voc� pegar uma ex-deusa...

cuidado.

Ent�o, pelo resto da vida...

ela fica sozinha?

Quero dizer...

com certeza � bem melhor do que viver o resto da vida

na maldita Saratoga...

casada com algum merda que trabalha num banco

e pega nos dedos dos p�s vendo jogo toda noite.

Quero dizer...

quem voc� conhece que pode dizer:

"Uma vez, eu fui uma deusa".

Enfim, para onde voc� est� indo?

N�o tenho certeza.

Meu marido est� decidindo.

Voc� n�o parece muito feliz com isso.

Ele te bate?

N�o. Ele...

� muito bom para mim.

Antes do Laurent, s� tive homens horr�veis, saca?

Homens que me faziam me sentir sem poder.

E, h� tr�s meses, o �nibus para em Varanasi...

e aquele lenhador entra...

olha para mim e eu soube na hora...

que amor n�o � ser sem poder.

� poder.

Ent�o, se quiser terminar, irm�, v� em frente.

Escolha um �nibus e suba nele.

Pode entrar no nosso, se quiser.

Aonde est�o indo?

Isso importa?

Na verdade, eu estava...

pensando que deveria ir para casa

porque estou sem dinheiro.

Mas Laurent tem algumas pedras.

Ele disse que vai vend�-las para podermos continuar juntos.

O que quer dizer?

Pedras?

Rubis.

Duas.

Como balinhas para chupar.

Qual seu nome mesmo?

Lena.

Sr. Bloem?

Estou esperando um telex do banco de Nepal.

Confirma��o de uma transfer�ncia do meu banco em Zurique.

� muito dinheiro. Avise-me quando receb�-lo.

Assim que ele chegar, senhor.

Ol�!

- Estou com a Lena. - Voc� chegou, querido.

Este � Willem.

Prazer em conhec�-lo, Willem.

Laurent estava indo para a montanha hoje.

Mas o tempo fechou a estrada, ent�o fomos para o templo.

Onde nos conhecemos.

- Ol�. J� mostrou a eles? - Ainda n�o.

Eu disse a Connie-Jo para tomar um banho.

Meu corpo n�o via �gua quente desde Istambul.

Fico feliz.

Mostrar-me o qu�?

Laurent tem um par de rubis, querido.

Acho que o cara disse que podemos conseguir mil por eles.

Eu vou v�-los.

N�o posso dar por eles o que voc�s desejam.

- Eles n�o s�o o que voc�s acham. - E s�o o qu�?

A maior parte, vidro.

Lamento. Algu�m os enganou.

- O qu�? - Esses caras s�o habilidosos

e o trabalho deles � impressionante.

N�o h� vergonha em confiar neles.

Eu me sinto horr�vel.

Lamento muito, Connie.

Eu n�o devia ter lhes dado esperan�a dessa forma.

Est� tudo bem.

Mas nos deixem pagar o jantar de voc�s.

Sim.

E, amanh�...

quando o c�u estiver limpo...

se quiserem, podemos lev�-los � montanha.

Voc�s t�m sido t�o gentis.

Est� tudo bem.

Eles chegaram!

Tchau, Iris! At� mais.

Willem.

Lena! Oi!

Laurent.

Ajay, meu secret�rio.

Cara, a gente n�o se conheceu?

Sim, � mesmo. Com a Iris.

Vou lhe contar, ela � uma menina doida.

Com certeza! Eu me lembro!

Voc� n�o vem, Lena?

Ela precisa descansar.

Estamos esperando nosso primeiro filho em julho.

Que coisa, pessoal! Parab�ns!

Esse filho ser� incr�vel.

At� mais, meu anjo.

E ent�o, meu irm�o?

At� mais, Lena!

Tchau!

Obrigado!

Vamos ficar ali um pouco...

e tomar ch�.

Excelente.

Sr. Bloem!

Preciso insistir que acerte sua conta imediatamente.

Presumo...

que voc� aceite pagamento em d�lares americanos.

Madame? Senhor?

Podemos conversar?

3 MESES DEPOIS BANGKOK

- Voc� est� com a cara terr�vel. - Eu n�o dormi.

- Ent�o, coma. - Paul.

Herman, � contingente.

Contingente para qu�?

Eu lendo seja l� o que isto for.

- Jesus Cristo! - Espere s� at� cagar depois!

Eu comi. Agora, leia.

Estes s�o Gautier, o c�mplice, Ajay, e...

aqui est� a esposa ou namorada, Monique.

V�rios itens pertencentes �s v�timas deles.

Como conseguiu isto?

Nadine Gires.

Herman, voc� a mandou para fazer isso?

N�o.

� complicado.

Meu Deus, Tamanco.

Viro as costas por um dia e voc� fica desumano.

Isto basta?

- Para qu�? - Para pol�cia.

Se for o bastante, posso dizer a ela para sair de l�.

Ela voltou l�? Herman!

Estou apavorado por ela, Paul. Ela � muito corajosa.

E voc� � totalmente imprudente.

Diz o homem que queria atirar em Gautier.

Ora.

Paul, veja aqui.

Viajantes assassinados na Tail�ndia e em outros lugares.

Corpos t�o queimados que mal puderam ser identificados.

De novo!

E isto! Nadine pegou isto no apartamento de Gautier.

Contatei este hotel e Lena Dekker e Willem Bloem

ficaram por 3 dias em dezembro.

E aqui, creio que sejam Gautier e Leclerc...

viajando com passaportes dos meus holandeses

dias antes dos assassinatos em Nepal.

Isso que ele faz, Paul.

Forja passaportes das v�timas, atravessa fronteiras

deixa trilhas falsas pelo continente inteiro.

Tudo bem, Herman. Tudo bem.

Feche os olhos e conte at� dez.

O que mais?

Pedi ajuda para cada embaixada estrangeira

cada minist�rio do exterior de cada pa�s ocidental.

Buscas de pessoas desaparecidas...

passaportes roubados, queixas de roubos...

ou agress�es de qualquer tipo.

Bom...

isso explica.

Explica o qu�?

Laver!

Laver disse que deixou mensagens para voc� na embaixada o dia todo.

Quem s�o voc�s dois? Batman e Robin?

- O que isto? - Diga-me voc�, filho.

Seus pedidos de despacho sobre dopagens, roubos e tal.

� um relat�rio de crime. Dois cidad�os australianos:

Greg e Viola Raynott.

Sofreram uma limpa nas f�rias em Hua Hin em setembro.

A coisa dada ao cara quase o matou.

- Hospitalizado por duas semanas. - Quem eles viram por �ltimo?

Um casal que conheceram na praia. Uma franca-canadense...

Ele parecia asi�tico, mas falava franc�s.

O que � isso, Ker-nippenberg?

Aqui diz que Raynotts os descreveu como tendo um c�o.

Um c�o branco e pequeno.

Aqui est�.

Agora me diga que n�o temos o bastante.

3 MESES ANTES

- Helena Dekker. - Lena, por favor.

Ela � famosa na Holanda.

Da televis�o.

� isso mesmo, Srta. Dekker?

Talvez n�o famosa.

Ela � modesta.

- Voc� tem caneta? - Um instante, senhor!

E voc�, Sr. Bloem? Qual seu trabalho?

Sou professor de sociologia...

na Universidade de Amsterd�.

Tome.

E voc�s dizem que nunca conheceram...

a Srta. Bronzich ou o Sr. Carriere?

N�o.

Sigam-me, por favor.

Ela era sua amiga?

Lamento muito.

� uma coisa terr�vel.

Srta. May...

voc� j� viu esta senhorita e este cavalheiro?

Srta. Dekker, por favor, afaste-se da testemunha.

Srta. May, por favor...

estas s�o as pessoas que voc� viu a Srta. Bronzich...

e o Sr. Carriere sa�rem em companhia?

Eu n�o sei.

Lamento.

Eu s� quero ir para casa.

Por favor.

Oficial Thapa...

voc� sabe quantas drogas esses jovens usam em sua cidade.

Eles n�o param assim que chegam...

e a mente deles...

Por favor, n�o saiam de Katmandu at� essa quest�o ser resolvida.

Claro que n�o.

Volto j�.

Entre!

Acho que voc� est� com minha caneta.

Obrigado.

Meu amor...

fico feliz que demos um jeito nisso.

Estou ficando entediado do Nepal. E voc�?

As coisas podem ficar meio agitadas por alguns meses...

mas prometo que estaremos em Paris at� a primavera.

Hora de cair na estrada?

Passaportes, senhor.

Na noite do dia 15...

ou do dia 16...

VARANASI, �NDIA

Voc� pode escalar uma montanha...

pode nadar no mar...

quando, investigando o paradeiro...

B-L-O-E-M.

Eu sei como se soletra, Herman!

GOA, �NDIA

Voc� pode me sacudir...

ou eu posso te deixar em peda�os.

Boa sorte!

N�s podemos nos fazer felizes.

HONG KONG

N�s podemos nos fazer felizes.

N�s podemos nos fazer felizes.

Voc� pode escalar uma montanha

pode nadar no mar...

pode pular no fogo...

mas jamais ser� livre. N�o, n�o!

Voc� pode me sacudir...

ou eu posso te deixar em peda�os.

N�s podemos nos fazer felizes.

N�s podemos nos fazer felizes.

N�s podemos nos fazer felizes.

N�s podemos nos fazer felizes.

9 DE MAR�O DE 1976 BANGKOK

Voc� pode escalar uma montanha...

pode nadar no mar...

pode pular no fogo...

mas jamais ser� livre. N�o, n�o!

E a�?

Conseguimos, Angela!

Far�o buscas na casa de Gautier essa tarde.

Vamos ligar para Nadine e faz�-la sair de l�.

Andrebavila EX�RCITO DE UM LEGENDER S�

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