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ESTA S�RIE � INSPIRADA EM EVENTOS REAIS
ALGUNS NOMES E CIRCUNST�NCIAS FORAM ALTERADOS PARA DRAMATIZA��O
E POR RESPEITO �S V�TIMAS E SEUS FAMILIARES.
TODO DI�LOGO � IMAGINADO.
- Voc�s vieram! - Bem-vindos � casa Kanit.
- Muito obrigado. - Quero saber o que houve com eles.
A mesma coisa que aconteceu com todos eles.
- "Todos"? - S�o mais do que dois holandeses.
Isso � informa��o importante
e precisamos peg�-la e lev�-los � delegacia hoje!
- N�o mesmo. - N�o � de voc� que recebo ordens
- Sr. Knippenberg. - Eu n�o sei o que fazer.
Escreva um relat�rio, Herman.
Lena, compre as gemas.
- Ajude-me! - Ao sa�rem antes do Natal...
Monique parecia assustada.
- Onde ele est�? - N�o sabemos.
Gautier deve ter ido como Willem e a garota como Lena.
Ol�. Est�o indo a uma festa?
Sim. Uma bobagem da embaixada.
- Onde est� Nadine? - Foi checar a caixa de correios.
Ol�, Nadine.
Ela deveria ter chegado uma hora atr�s.
23 DE DEZEMBRO DE 1975 NEPAL
Andrebavila EX�RCITO DE UM LEGENDER S�
FB | IG | Twitter: andrebavila andrebavila@outlook.com.br
THE SERPENT | S01E04 Dispon�vel em 03.01.21
3 MESES DEPOIS BANGKOK
Perd�o. Com licen�a.
Procuro minha esposa, Nadine Gires.
- Voc� a viu? - Sim. Ela entrou e foi embora.
Ele a viu indo embora.
Ela saiu com uma mulher e dois asi�ticos.
Remi, acho que foram eles.
Droga! Eu sabia!
Certo. Vamos agora � casa Kanit!
Ou�a. N�o acho que podemos te levar.
- Por causa do seu cad�ver? - N�o � por causa dele!
Se corrermos at� l�, eles saber�o que ela sabe
e n�o apenas que ela sabe...
- mas que contou � outras pessoas. - N�o � seguro para Nadine, Remi.
V� para casa e, se ach�-la, ligue para n�s na embaixada.
� melhor que ela esteja bem.
CASA KANIT
Nadine?
Nadine?
Nadine.
Droga.
Por favor, n�o.
Nadine?
Tudo bem, meu amor?
Perd�o.
Eu disse a ele que ligaria, mas me esqueci completamente.
Que bom v�-los de volta.
Ol�, Ajay. Como voc�s est�o?
N�o poder�amos estar melhor.
N�o podemos ficar. Estamos bastante atrasados.
- Sim. - Ent�o...
tenham uma bela noite e a gente se v� amanh�.
Antes de irem, tenho uma coisa para voc�.
Uma comiss�o.
Por todos os clientes que voc� me arranjou.
Muito obrigada.
Soubemos de uma hist�ria nos correios de Bangkok
sobre um funcion�rio seu, Embaixador.
Um dos meus? N�o!
Usando credenciais diplom�ticas...
para investigar sobre holandeses assassinados.
Foi bem r�gido, pelo que se sabe.
Em cada embaixada na cidade.
- Al�. Sim! - Jesus Cristo!
Pede-nos para ligar e nem atende o telefone?
Eu sei, Remi. Perdoe-me.
Voc�s est�o bem, certo?
Ela jantou com eles e ainda n�o est� morta.
Mas eles s�o apenas dois ocidentais.
Por que n�o cobrir as centenas de refugiados vietnamitas
presas de piratas?
Talvez a escassez que faz disso uma boa hist�ria, Sra. van Dongen.
Voc�s precisam sair agora!
Nadine, o que est� fazendo a�?
Continue fazendo as malas.
N�o podemos ir embora.
Devo isso �s v�timas.
- Est� louca igual ao holand�s! - D�-me o telefone!
- O que est�o dizendo? - Que voc� � um holand�s louco.
Que bom.
Herman?
- Sim, Nadine. - Do que voc� precisa?
- Como assim? - Como evid�ncia.
- N�o. - N�o sei onde eles estiveram
nos �ltimos 3 meses, mas Monique parece...
uma mulher diferente.
Eles t�m tanto dinheiro a mais.
E eles t�m novos pertences de muitos lugares...
que devem pertencer �s v�timas.
Posso lev�-los como evid�ncia.
Voc� n�o deve pegar nada, Nadine.
Sim, Nadine, Angela est� certo.
Tudo precisa parecer normal. Remi precisa ir trabalhar...
e tudo mais, est� bem? Mas...
se houver algo que possa descobrir. Onde eles foram, quem...
Na verdade, Nadine, um de voc�s t�m c�mera?
Herman, voc� n�o pode...
- Nadine, se acha muito perigoso... - Claro que �!
Pare!
Sim, temos uma c�mera. Posso peg�-la.
Certo. Ent�o, Nadine...
pegue a c�mera e tire fotos dele
Do Gautier e do resto deles, tudo bem?
Tire fotos dele e dos pertences que voc� disse.
Antes do fim do dia de amanh�, sem passar disso.
Se n�o voltarem at� anoitecer, n�s vamos busc�-los.
Entendeu?
Sim.
Boa noite, Angela. Boa noite, Herman.
Acho que estamos fazendo a coisa certa.
Com evid�ncias como essas, posso voltar na pol�cia.
Todos as pessoas que apresentei a ele...
foram levadas para casa dele.
- Pense no que ele pode ter feito! - N�o � culpa sua!
- Voc� n�o sabia. - O desgra�ado me fez de c�mplice!
Serei como uma agente secreta.
3 MESES ANTES
O voo 51 da Royal Nepal Airlines para Katmandu...
est� pronto para embarque no Port�o 25.
Ajay.
Katmandu? Voc� disse Hong Kong.
Hong Kong para o Natal e Paris para o Ano Novo.
Voc� prometeu.
Tenha um bom voo, Srta. Dekker.
Vamos, Lena.
Australianos.
Est�o achando que eles s�o australianos.
Obrigado, Sr. Bloem.
Bem-vinda, Srta. Dekker.
Este lugar n�o � para voc�.
Ache outro lugar mais barato e nos encontre pela manh�.
�s de ouros.
O que est�o fazendo em Bangkok, Srta. Dekker?
Gemas.
E est�o em Katmandu?
Mal h� uma pedra granada a ser extra�da aqui em Nepal.
Estamos de f�rias.
N�o a neg�cios.
Tr�s de ouros.
Aposto tudo.
Eu passo.
Eu cubro.
Rei.
O lado bom � que voc�s n�o vieram a neg�cios.
Explique-me!
Explique-me!
- J� chega. - Foi todo nosso dinheiro, n�o foi?
O que vamos fazer?
� vulgar dar tanto valor ao dinheiro.
N�o deveria se preocupar tanto. N�o � mesmo, Ajay?
Sim, Monique. N�o deveria se preocupar tanto.
Sr. Bloem.
Quero saber se, talvez, possa acertar sua conta
pela su�te...
e pelo tempo que espera ficar hospedado.
Claro.
Darei um jeito nisso.
Dinheiro vem, dinheiro vai.
Mas, como v�, nessa vida, s� precisa saber para onde olhar.
Pare o carro.
Pare o carro!
N�o me ouviu? Pare!
Marie!
N�o consigo fazer isso de novo!
Para mim, acabou!
- Calma, Marie. Qual o problema? - Quero que isso pare.
Quero que isso pare!
- O que acha que pe�o a voc�? - Pare! Perdeu todo nosso dinheiro
depois de tudo que me obrigou a fazer
e agora estou aqui fingindo ser aquela doce menina holandesa.
Acha que n�o sei o que voc� fez com ela?
Voc� e seu maldito cachorro!
Voc� � nojento!
Pare isso, Alain!
Acalme-se agora!
Quer que eu cuide dela?
N�o. Pegue isto. Eu te encontro depois.
N�o serei mais sua c�mplice!
3 MESES DEPOIS BANGKOK
Ajay...
pode tirar uma foto da gente?
Claro que sim.
Obrigada.
Voc� est� t�o bonita.
O que aconteceu quando voc�s viajaram?
Ele me fez sentir como uma deusa.
Mas voc� � uma deusa, Monique.
Todos os jornais no idioma ingl�s...
de setembro at� janeiro.
Obrigado, Lawana.
Agora, voc�.
N�o. Acho que n�o, Nadine.
Prometo que vou tirar uma boa.
Eu disse que n�o, Nadine.
Preciso falar em franc�s para que entenda?
Se ele n�o quer tirar foto...
voc� n�o deveria for��-lo.
Quem sabia que ele era t�o t�mido?
Ela acha que voc� � t�mido.
Mas eu tamb�m n�o.
Al�m disso, por que o interesse repentino?
Porque somos amigos.
Certo, Monique?
GAROTA EUROPEIA ASSASSINADA
Alain, j� chega.
Deixe a Nadine em paz.
Como quiser, meu amor.
TURISTAS ASSASSINADOS EM NEPAL
- Sr. Knippenberg. - Um instante.
- Mas Sr. Knippenberg... - Lawana, agora, n�o!
Knippenberg.
Sr. Embaixador.
Srta. Lawana, por que est� trazendo...
todos estes jornais para o Sr. Knippenberg?
� para o Comit� de Narc�ticos.
Mortes atribu�das a conflito de traficante
- Tr�ades e coisa assim. - Voc� acha
que suas mentiras convencem algu�m?
Eu sei o que est� fazendo e � um insulto a mim
e ao pa�s que voc� representa.
Eu n�o tenho o poder para tirar o emprego dele.
- Ele sabe disso. - Embaixador, por favor.
Mas posso recomendar que ele seja chamado de novo.
De volta para Haia.
� uma cidade desconfort�vel...
Srta. Lawana.
E fria...
como voc� nem imagina.
Concorda, Knippenberg?
Ele concorda.
Voc� teve not�cias?
N�o. Voc� teve?
Ajay, Alain quer mais u�sque para os convidados.
Eu te ajudo com isso. Posso ajudar.
- Que droga, Nadine! - Mil perd�es!
� todo gelo que temos!
Ajay, h� muito no nosso apartamento.
Fique � vontade. A porta est� aberta.
Eu posso limpar isto.
Nadine?
Sim!
Eu s� precisava de fogo.
Perd�o.
Herman, por favor.
Dissemos a eles para virem at� o anoitecer.
O que eu fiz?
Vou ligar para Siemons. Ele tem uma arma.
- Espere! - O que foi?
Gra�as a Deus!
Voc� conseguiu!
Muito bem!
3 MESES ANTES
Quer um trago?
Se ele n�o quer, eu tamb�m n�o.
O que posso dizer?
Sou louco por ficar s�brio.
Olhe para elas, querido.
Shangri-la.
Eu n�o tenho problema com os estados do sul.
Toda vez que estive l� foi maravilhoso.
Mas agora estou indo embora e n�o posso me atrasar
e a mim mesmo ser verdadeiro.
Por isso estou indo para Katmandu.
Para cima das montanhas � para onde estou indo.
Se algum dia eu sair daqui...
� o que farei.
Katmandu.
Cara...
pode chegar um pouco para esquerda?
Claro, meu irm�o.
- Obrigado, cara. - Montanhas.
Elas s�o a viagem dele.
Pode atender?
Obrigado, senhor.
Eu n�o pedi ch�.
Fui eu quem pediu.
Para voc�.
Se voc� ficar�...
comigo...
preciso saber que confia em mim.
Voc� � a Monique a quem eu louvo...
ou a Marie-Andr�e que quer correr para mam�e
e chorar para o padre dela?
Se voc� beber isto, ir� acordar...
ou n�o?
Esse � o tanto que te amo.
Pode trocar esse cheques de viajantes por dinheiro?
- Obrigado. - Obrigada.
Obrigada.
Voc� parece tenso.
Devia tomar um pouco de ch�.
O que h� nele?
Todo amor que voc� nunca teve...
todo amigo que voc� nunca teve.
Cara, que droga!
- Respire! - N�o consigo ver direito!
� o primeiro mergulho!
Isso vai descer.
Estou com voc�.
Quem � aquele?
Quem � aquele?
Senhor Shiva, o Destruidor!
- E o que voc� �? - O ap�stolo dele.
O escravo dele.
Voc� est� seguro.
N�o me deixe!
N�o deixarei.
Venha comigo.
Nossa pele...
n�o tem cor.
Eu n�o sou uma garota.
Voc� n�o � um garoto.
Somos apenas amor.
Somos apenas amor.
Eu te procurei a noite toda.
E ent�o?
Ela n�o tem nada.
Ent�o, por que passou a noite toda com ela...
Ajay?
Eu gosto dela.
Voc� � um escravo?
- N�o. - Para ela...
voc� � um escravo.
Ela pode at� n�o dizer...
nem conscientemente achar isso...
mas voc� �.
Por que acha que essas crian�as brancas negam o conforto
e riqueza da vida que lhes foi dada...
para virem a um lugar como este?
Adorarem os mesmos deuses.
Vestirem os mesmos trapos.
Por favor, n�o a machuque.
Viverem na mesma imund�cie.
E cada "experi�ncia" s� � levada para casa...
para se usar como peda�o de falsifica��o
joalheria tribal.
Eles s� viajam...
para adquirir.
Isso � outra forma de imperialismo...
e ela acabou...
de te colonizar.
Eu pensei que �ramos irm�os.
N�s somos.
Nenhum irm�o meu � um escravo.
Qual o problema?
Est� tudo bem. Voc� � amado.
V� embora!
3 MESES DEPOIS BANGKOK
S�o p�lulas anticoncepcionais.
Est� escrito em holand�s.
De Helena Dekker, hein?
Esta � a Monique.
E onde est� o Gautier?
Ele � Gautier.
Eu desenhei um mapa do apartamento.
Este � o quarto principal.
Aqui est� o quarto reserva com os pertences dos visitantes.
E, mais importante, o cofre com todo dinheiro e passaportes.
- Este cofre? - Sim, este.
Minha Nadine � uma excelente espi�.
� o bastante para seu policial?
Porque n�s n�o voltaremos.
Eu posso voltar.
Se precisarem de qualquer coisa, posso ir.
Nadine, obrigado.
Vamos falar um pouco sobre as v�timas.
Este homem: o turco.
Estas s�o as mi�angas que ele estava usando
mas voc�s n�o sabem o nome dele?
Encontrei estas not�cias nos jornais locais.
Voc�s sabem alguma coisa sobre estas pessoas?
Dominique nos mostrou esta. Ela � americana.
Acho que Alain a levou para Patpong.
E foi o visto dela...
que Dominique usou para ir embora.
- Stephanie? - Stephanie?
Sim, Stephanie.
- Tome. - Obrigado.
Nadine, onde voc� conseguiu isto?
Acho que foi na casa de Gautier.
Eles estiveram em Nepal.
HOTEL THE ROYAL ANNAPURNA
3 MESES ANTES KATMANDU, NEPAL
HOTEL THE ROYAL ANNAPURNA
Aquela � Kumari Devi...
a deusa viva.
Reencarnada numa garotinha.
Eles a selecionam...
trazem-na para morar aqui e a adoram.
Veja isso: No dia da primeira menstrua��o
ela sai daqui.
Ela n�o � mais considerada pura.
Eles a chutam para fora e encontram outra.
E o que acontece com ela?
Fica ainda melhor.
Ela jamais poder� encontrar um homem.
Ela d� azar para os homens...
segundo a hist�ria.
Se voc� pegar uma ex-deusa...
cuidado.
Ent�o, pelo resto da vida...
ela fica sozinha?
Quero dizer...
com certeza � bem melhor do que viver o resto da vida
na maldita Saratoga...
casada com algum merda que trabalha num banco
e pega nos dedos dos p�s vendo jogo toda noite.
Quero dizer...
quem voc� conhece que pode dizer:
"Uma vez, eu fui uma deusa".
Enfim, para onde voc� est� indo?
N�o tenho certeza.
Meu marido est� decidindo.
Voc� n�o parece muito feliz com isso.
Ele te bate?
N�o. Ele...
� muito bom para mim.
Antes do Laurent, s� tive homens horr�veis, saca?
Homens que me faziam me sentir sem poder.
E, h� tr�s meses, o �nibus para em Varanasi...
e aquele lenhador entra...
olha para mim e eu soube na hora...
que amor n�o � ser sem poder.
� poder.
Ent�o, se quiser terminar, irm�, v� em frente.
Escolha um �nibus e suba nele.
Pode entrar no nosso, se quiser.
Aonde est�o indo?
Isso importa?
Na verdade, eu estava...
pensando que deveria ir para casa
porque estou sem dinheiro.
Mas Laurent tem algumas pedras.
Ele disse que vai vend�-las para podermos continuar juntos.
O que quer dizer?
Pedras?
Rubis.
Duas.
Como balinhas para chupar.
Qual seu nome mesmo?
Lena.
Sr. Bloem?
Estou esperando um telex do banco de Nepal.
Confirma��o de uma transfer�ncia do meu banco em Zurique.
� muito dinheiro. Avise-me quando receb�-lo.
Assim que ele chegar, senhor.
Ol�!
- Estou com a Lena. - Voc� chegou, querido.
Este � Willem.
Prazer em conhec�-lo, Willem.
Laurent estava indo para a montanha hoje.
Mas o tempo fechou a estrada, ent�o fomos para o templo.
Onde nos conhecemos.
- Ol�. J� mostrou a eles? - Ainda n�o.
Eu disse a Connie-Jo para tomar um banho.
Meu corpo n�o via �gua quente desde Istambul.
Fico feliz.
Mostrar-me o qu�?
Laurent tem um par de rubis, querido.
Acho que o cara disse que podemos conseguir mil por eles.
Eu vou v�-los.
N�o posso dar por eles o que voc�s desejam.
- Eles n�o s�o o que voc�s acham. - E s�o o qu�?
A maior parte, vidro.
Lamento. Algu�m os enganou.
- O qu�? - Esses caras s�o habilidosos
e o trabalho deles � impressionante.
N�o h� vergonha em confiar neles.
Eu me sinto horr�vel.
Lamento muito, Connie.
Eu n�o devia ter lhes dado esperan�a dessa forma.
Est� tudo bem.
Mas nos deixem pagar o jantar de voc�s.
Sim.
E, amanh�...
quando o c�u estiver limpo...
se quiserem, podemos lev�-los � montanha.
Voc�s t�m sido t�o gentis.
Est� tudo bem.
Eles chegaram!
Tchau, Iris! At� mais.
Willem.
Lena! Oi!
Laurent.
Ajay, meu secret�rio.
Cara, a gente n�o se conheceu?
Sim, � mesmo. Com a Iris.
Vou lhe contar, ela � uma menina doida.
Com certeza! Eu me lembro!
Voc� n�o vem, Lena?
Ela precisa descansar.
Estamos esperando nosso primeiro filho em julho.
Que coisa, pessoal! Parab�ns!
Esse filho ser� incr�vel.
At� mais, meu anjo.
E ent�o, meu irm�o?
At� mais, Lena!
Tchau!
Obrigado!
Vamos ficar ali um pouco...
e tomar ch�.
Excelente.
Sr. Bloem!
Preciso insistir que acerte sua conta imediatamente.
Presumo...
que voc� aceite pagamento em d�lares americanos.
Madame? Senhor?
Podemos conversar?
3 MESES DEPOIS BANGKOK
- Voc� est� com a cara terr�vel. - Eu n�o dormi.
- Ent�o, coma. - Paul.
Herman, � contingente.
Contingente para qu�?
Eu lendo seja l� o que isto for.
- Jesus Cristo! - Espere s� at� cagar depois!
Eu comi. Agora, leia.
Estes s�o Gautier, o c�mplice, Ajay, e...
aqui est� a esposa ou namorada, Monique.
V�rios itens pertencentes �s v�timas deles.
Como conseguiu isto?
Nadine Gires.
Herman, voc� a mandou para fazer isso?
N�o.
� complicado.
Meu Deus, Tamanco.
Viro as costas por um dia e voc� fica desumano.
Isto basta?
- Para qu�? - Para pol�cia.
Se for o bastante, posso dizer a ela para sair de l�.
Ela voltou l�? Herman!
Estou apavorado por ela, Paul. Ela � muito corajosa.
E voc� � totalmente imprudente.
Diz o homem que queria atirar em Gautier.
Ora.
Paul, veja aqui.
Viajantes assassinados na Tail�ndia e em outros lugares.
Corpos t�o queimados que mal puderam ser identificados.
De novo!
E isto! Nadine pegou isto no apartamento de Gautier.
Contatei este hotel e Lena Dekker e Willem Bloem
ficaram por 3 dias em dezembro.
E aqui, creio que sejam Gautier e Leclerc...
viajando com passaportes dos meus holandeses
dias antes dos assassinatos em Nepal.
Isso que ele faz, Paul.
Forja passaportes das v�timas, atravessa fronteiras
deixa trilhas falsas pelo continente inteiro.
Tudo bem, Herman. Tudo bem.
Feche os olhos e conte at� dez.
O que mais?
Pedi ajuda para cada embaixada estrangeira
cada minist�rio do exterior de cada pa�s ocidental.
Buscas de pessoas desaparecidas...
passaportes roubados, queixas de roubos...
ou agress�es de qualquer tipo.
Bom...
isso explica.
Explica o qu�?
Laver!
Laver disse que deixou mensagens para voc� na embaixada o dia todo.
Quem s�o voc�s dois? Batman e Robin?
- O que isto? - Diga-me voc�, filho.
Seus pedidos de despacho sobre dopagens, roubos e tal.
� um relat�rio de crime. Dois cidad�os australianos:
Greg e Viola Raynott.
Sofreram uma limpa nas f�rias em Hua Hin em setembro.
A coisa dada ao cara quase o matou.
- Hospitalizado por duas semanas. - Quem eles viram por �ltimo?
Um casal que conheceram na praia. Uma franca-canadense...
Ele parecia asi�tico, mas falava franc�s.
O que � isso, Ker-nippenberg?
Aqui diz que Raynotts os descreveu como tendo um c�o.
Um c�o branco e pequeno.
Aqui est�.
Agora me diga que n�o temos o bastante.
3 MESES ANTES
- Helena Dekker. - Lena, por favor.
Ela � famosa na Holanda.
Da televis�o.
� isso mesmo, Srta. Dekker?
Talvez n�o famosa.
Ela � modesta.
- Voc� tem caneta? - Um instante, senhor!
E voc�, Sr. Bloem? Qual seu trabalho?
Sou professor de sociologia...
na Universidade de Amsterd�.
Tome.
E voc�s dizem que nunca conheceram...
a Srta. Bronzich ou o Sr. Carriere?
N�o.
Sigam-me, por favor.
Ela era sua amiga?
Lamento muito.
� uma coisa terr�vel.
Srta. May...
voc� j� viu esta senhorita e este cavalheiro?
Srta. Dekker, por favor, afaste-se da testemunha.
Srta. May, por favor...
estas s�o as pessoas que voc� viu a Srta. Bronzich...
e o Sr. Carriere sa�rem em companhia?
Eu n�o sei.
Lamento.
Eu s� quero ir para casa.
Por favor.
Oficial Thapa...
voc� sabe quantas drogas esses jovens usam em sua cidade.
Eles n�o param assim que chegam...
e a mente deles...
Por favor, n�o saiam de Katmandu at� essa quest�o ser resolvida.
Claro que n�o.
Volto j�.
Entre!
Acho que voc� est� com minha caneta.
Obrigado.
Meu amor...
fico feliz que demos um jeito nisso.
Estou ficando entediado do Nepal. E voc�?
As coisas podem ficar meio agitadas por alguns meses...
mas prometo que estaremos em Paris at� a primavera.
Hora de cair na estrada?
Passaportes, senhor.
Na noite do dia 15...
ou do dia 16...
VARANASI, �NDIA
Voc� pode escalar uma montanha...
pode nadar no mar...
quando, investigando o paradeiro...
B-L-O-E-M.
Eu sei como se soletra, Herman!
GOA, �NDIA
Voc� pode me sacudir...
ou eu posso te deixar em peda�os.
Boa sorte!
N�s podemos nos fazer felizes.
HONG KONG
N�s podemos nos fazer felizes.
N�s podemos nos fazer felizes.
Voc� pode escalar uma montanha
pode nadar no mar...
pode pular no fogo...
mas jamais ser� livre. N�o, n�o!
Voc� pode me sacudir...
ou eu posso te deixar em peda�os.
N�s podemos nos fazer felizes.
N�s podemos nos fazer felizes.
N�s podemos nos fazer felizes.
N�s podemos nos fazer felizes.
9 DE MAR�O DE 1976 BANGKOK
Voc� pode escalar uma montanha...
pode nadar no mar...
pode pular no fogo...
mas jamais ser� livre. N�o, n�o!
E a�?
Conseguimos, Angela!
Far�o buscas na casa de Gautier essa tarde.
Vamos ligar para Nadine e faz�-la sair de l�.
Andrebavila EX�RCITO DE UM LEGENDER S�
FB | IG | Twitter: andrebavila andrebavila@outlook.com.br
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