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Original subtitles

GDSF, certo?

Bolas. Estou a dobrar roupa desde as tr�s da manh�.

Tenho bolhas nas m�os e joanetes nos p�s.

O cavalo do rei bateu-me.

Foi mesmo um coice daqueles.

Sem d�vida. Foi uma semana dif�cil no castelo.

O banho da quarta-feira? Muito morno.

Nem falo dos �leos de banho de lavanda.

� pedir muito juntarem uma pitada de madressilva? GD-Banho.

Foi isso que disseste?

- � melhor voltar ao trabalho. - Pois.

Quero dizer, acho que tens mais uns minutos de pausa.

Preferimos acabar j�.

Desculpa, Stan. Esqueci-me que estavas a� em baixo.

Estou a ver.

Um trabalho incr�vel, como sempre.

Bolas, disse-te para matares o Conde Peter, n�o o Frei Peter.

Sabes? N�o aguento mais.

Mata todos os Peters. Qualquer Peter, mata-o.

- Bom dia, Lorde Vexler. - Isto pode esperar, pr�ncipe?

- Estou a ter um dia dif�cil. - Estou aqui por isso.

Decidi que quero um emprego.

J� tens um emprego, herdar o trono.

J� n�o � suficiente. Quero fazer algo real.

Algo de que me orgulhe.

N�o me importa que seja o emprego mais humilde.

Homem varredor, homem varredor

Nada mais humilde que um varredor Varredor, pe�o desculpa

Ena. Que lugar t�o chique.

Calculo que esteja aqui para ser torturado?

Bem, gostaria de saber se o teu neg�cio precisa de algu�m?

N�o, de momento, n�o posso contratar ningu�m.

Trabalho 140 horas por semana e levo para casa meia moeda.

Nem sequer � uma grande. � uma com os pequenos.

Tenho boas not�cias. Tenho algu�m para trabalhar de gra�a.

A partir de hoje, o pr�ncipe � o teu estagi�rio.

- Tem experi�ncia com p�s? - Nem pensar.

Nem sabe usar uma colher. Dou-lhe a sopa � boca como um beb�.

N�o tem qualifica��es.

Digo-te as suas qualifica��es. � o filho do rei.

Fa�a as asneiras que fizer,

vais dizer-lhe que est� a fazer um �timo trabalho.

Se n�o o fizeres...

Entendi.

Quer dizer que me matas, o gesto do pesco�o?

S� queria ter a certeza que nos entendemos.

- Obrigado. - Pronto.

Dou in�cio � reuni�o do Clube de Leitura de Duas Senhoras.

Este m�s, estamos a ler A Eneida , de Virg�lio.

- Maggie, recita os pensamentos. - Estou livre para faz�-lo.

Tamb�m estou aqui.

Ouve, Mikey, n�o faz mal teres-nos seguido.

� s� que este clube � para quem tenha lido o livro.

� o meu dia de folga.

Queria muito estar com a Maggie e estou a ler.

Sim, eu percebo.

�timo. At� logo, amigo.

Sim, vejo-te mais logo, amiga.

Ent�o...

N�o me fa�am mal!

Desculpa, amigo. Pens�vamos que eras um nobre rico. Libertem-no!

Espera! Quem s�o voc�s?

N�s? Somos a Banda Alegre.

Tiramos aos ricos e damos aos pobres, todos os dias vivemos uma aventura.

Ent�o, vivem juntos em grupo?

- Podes juntar-te a n�s. - A s�rio?

S� h� uma condi��o. Tens de querer cantar.

Somos uma banda alegre, alegre Somos amigos, uma banda muito alegre

Tiramos aos ricos e damos aos fracos Somos um grupo de divertidos natos

O qu�?

Somos uma banda alegre, alegre Somos amigos, uma banda muito alegre

Somos uma banda alegre, alegre Somos amigos, uma banda muito alegre

Agora, vamos dar aos pobres?

N�o. Agora, chamamos o Jerry. Para comprar droga.

Jerry!

- Tens o mesmo da semana passada? - Sim. Cinco moedas, 28 gramas.

O pre�o subiu. Deixa-me provar.

� um bom produto.

Chefe, diz-me como se faz.

O trabalho � bastante f�cil.

S� tens de bater � porta,

apanhar tudo, receber o dinheiro. � isso. Percebeste?

Fac�limo.

- Entra. - Ol�.

Alguma informa��o?

N�o. N�o, estiveste bem, o que fizeste.

- Ela est� morta! - Bolas. Esqueci-me de cobrar.

- Volto l�? - N�o. N�o te preocupes.

De certa maneira, pagaram.

- Vamos sair daqui. - Sim, de volta ao trabalho!

- Ol�, Al. - Ol�, amigo.

- O que � isso? - N�o � nada.

Estou numa banda alegre.

Banda alegre? Os falhados no bosque? Mikey, � um gangue.

N�o s�o nada. S�o porreiros. Cantam e dan�am.

T�m uma m�sica e � horr�vel.

Muito repetitiva. Rimam muitas vezes, banda alegre.

� tudo muito alto e suado.

Mikey, � melhor n�o te dares mais com eles.

Sim, vemo-nos depois, amiga.

Devo dizer que o almo�o sabe melhor depois de um dia de trabalho �rduo.

A� vem o carrinho. Relincho.

Estou revigorado. Pronto para continuar.

Quem � o pr�ximo da rota?

O Frank.

Um amigo meu.

Sempre me apoiou. Um bom homem. Tem mulher e filhos.

Estou ansioso por entrar na casa dele e representar o teu neg�cio.

Ouve, o que se passa,

talvez seja melhor n�o entrares.

Porque n�o? Tenho feito um mau trabalho?

N�o!

Tens feito um �timo trabalho, quero dar-te uma promo��o.

Ena! Para fazer o qu�?

Vais...

... ficar atento aos ursos. Fazes assim.

Pegas neste pau, certo?

Quero que andes uns 15 a 120 metros atr�s de mim.

Faz muito pouco barulho.

Se vires um urso,

bate-lhe com o pau e grita muito alto: "Urso!"

Assim, sei que h� um urso e depois seguimos da�.

Quero que saibas que levo esta honra a s�rio, senhor.

Ter ganhado o teu respeito atrav�s do meu trabalho �rduo,

significa muito para mim.

N�o trocava este pau por nenhum louro dourado.

- Certo, �timo. - Ursos, ursos.

Como v�o, amigos?

Nada bem. O produto que o Jerry vendeu � marado.

Tamb�m estou a ter um dia mau.

Ia para casa, encontrei a minha irm�,

estava a ser t�o chata. Disse que s�o um gangue.

- Acreditam? - Tens uma casa?

Sim.

- Tens bens valiosos? - Sim, alguns. Porqu�?

- Vamos at� l�. - Cantar?

Vamos.

N�o. Sabes que mais? Na verdade, Roc. Desculpa.

N�o � suposto levar l� ningu�m.

V� l�, Mikey. N�o somos pessoas. Somos teus amigos.

Sim. Est� bem. Sigam-me.

Ursos, ursos.

Ol�, mi�do. Est�s bem?

Sim. S� um pouco cansado. GDSF.

Foi o que disseste.

- Pois disse. - Fumas?

Eu? Sim. Obrigado.

Sabes com quem �s parecido? O tipo no dinheiro.

Sim. Pois.

Oi�o isso muitas vezes. N�o sou eu. Sou s� um trabalhador.

Ainda bem para ti. A cidade precisa disso.

Muitos jovens trabalhadores.

Sim, e menos ursos.

- � o que fa�o. Observo ursos. - O que raio � isso?

Bem, sigo a uma grande dist�ncia atr�s do meu chefe,

e agito um pauzinho para afastar ursos.

Quantos ursos afastaste hoje?

Bem...

Suponho que nenhum.

Foste bem enganado.

Sim. Foi uma boa partida.

� mi�do... Cuidado com os ursos.

Pessoal, tentem n�o tocar em nada, est� bem?

- O que raio se passa aqui? - Ol�. Desculpa. Estamos a curtir.

N�o fumem. O telhado � de colmo.

Desculpa, agente.

J� chega. Saiam todos.

- O qu�? - Fora! Saiam!

- Fora! - V�o! Saiam!

Ouve, Rocco!

Que raio, Al? Est�vamos a curtir.

- Roubaram-nos. - O qu�?

- Olha! Roubaram o meu livro. - Bem, n�o...

N�o podem ter sido eles. V� l�. N�o iam roubar. Aqueles tipos?

O Kyle Clepto? O Peter Dedos de Cola? Rocco, o Ladr�o?

N�o iam fazer isso. S�o meus amigos.

N�o s�o. Nunca quiseram estar contigo.

Eras um alvo f�cil.

Mikey.

Merda.

Repara, Mikey, n�o tens culpa de eles serem uns anormais.

- � dif�cil sermos diferentes. - N�o sabes, Al.

�s diferente de uma forma boa. �s esperta e fixe. Eu sou burro.

Por isso � que n�o gostas de estar comigo. Eu percebo.

Fa�o coisas parvas, como deixar que te roubem o livro.

Talvez o consigamos recuperar.

- Como? - N�o sei bem.

Talvez possamos descobrir juntos?

Aqui est� ele.

Parab�ns pelo dia sem ursos.

Pare de me mentir, Sr. Apanha-Coc�.

Sei que n�o h� ursos.

Pelo menos, n�o tantos como disse.

Quis deixar-me. Acha-me incompetente.

V� l�. Com a sopa toda que comes? Tens de ser bastante regular.

N�o. Acha que n�o sei fazer coisas.

- N�o acho que n�o saibas fazer. - Mas n�o sei.

N�o mere�o usar este avental.

- Estou preso. - Est� bem, n�o te preocupes.

Sejamos honestos. N�o valho nada.

Se n�o fosse filho do rei, n�o tinha nada.

Dito assim, � dif�cil discordar.

- A culpa n�o � tua. - Porque n�o?

O teu problema n�o � seres mau.

� que as pessoas n�o dizem que �s mau em certas coisas.

Eu inclu�do.

Que tal assim?

Come�ar de novo. Come�ar do in�cio.

Se, desta vez, fizeres asneira, eu digo-te.

- A s�rio? - A s�rio.

Vamos rever alguns movimentos, est� bem?

- Primeiro, vais aprender � apanhar. - Apanhar.

O que vais fazer � manter a l�mina rente ao ch�o. Certo?

- Assim. - Experimenta.

- Boa. - Sim.

- Ela est� morta! - Algumas notas?

Fizeste mal.

Tenho de ser honesto. Varrer n�o � para ti.

- Isso magoa. Mas obrigado. - Sempre �s ordens.

- Vamos bazar? - Sim!

O que devo fazer com um livro?

� um cl�ssico. Vale pelo menos um oitavo.

Desculpem, estou atrasado para comprar drogas.

Tive de passar no banco.

Aparentemente, o meu tio rico morreu e eu herdei todo o seu ouro.

N�o devia dizer a ningu�m, confio em voc�s, s�o meus amigos.

- Sim, sem d�vida. - Sim.

Troco isto pelo ouro.

� bastante. Toma.

- Deixa-me ver. - Al, agora!

N�o � ouro. � s� terra.

Pois �. Quem � o parvo agora? �s tu!

Estiveste bem, amigo.

Recuper�mos o livro em troca de um saco de terra.

N�o � sem valor.

- Espera. O qu�? - Quero dizer, foi caro.

- Compraste a terra? - Sim.

- Quando? - Antes.

- A quem? - � Banda Alegre. O qu�?

Bolas!

Talvez consigamos reav�-lo.

N�o, podemos trocar o livro pela terra. Ia resultar?

- Olha. - Sim.

Que tal, em vez disso, tu e eu irmos jantar?

- A s�rio? - Uma corrida at� casa.

Malta, j� fal�mos nisto.

Quando envenenas algu�m, tens de apontar.

Temos de manter registos disso.

Quem foi envenenado? Quem n�o foi?

Sen�o, "reenvenenamos" as pessoas, desperdi�amos veneno.

- Boa noite. - Ol�, pr�ncipe. E o est�gio?

N�o correu muito bem.

N�o se preocupe, Sua Alteza. Eu trato daquele campon�s.

N�o, n�o.

N�o, a culpa n�o foi dele. Eu fui mesmo muito mau.

Queimei diversas estruturas, fiquei preso no avental

e humilhei-me em p�blico. Sim. De muitas formas,

foi o pior dia da minha vida. - Parece horr�vel.

GDSF.

Sim.

- Obrigado. - Sim. Claro.

A sua sopa, senhor.

N�o.

N�o. Obrigado.

Carro�a.

Legendas: Ana Sequeira www.sdimedia.com

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